Alexandre Frota diz que vai entrar com um pedido de impeachment de Bolsonaro: “Ele está abrindo uma crise institucional”

Foto: Edilson Dantas/Agência O Globo

Alexandre Frota, ex-aliado de Jair Bolsonaro e hoje no PSDB de João Doria, disse que vai entrar com um pedido de impeachment do presidente.

“Eu acabo de solicitar a uma junta de advogados que, diante dos fatos, ameaças e do disparo do vídeo do celular dele… Vou entrar com o impeachment, vou assinar”, afirmou o deputado à Época. “Bolsonaro prometeu que sempre lutaria pela democracia. Mentiroso. Ele está abrindo uma crise institucional.”

E mais:

“Não tem direita, esquerda ou centro. Temos que nos juntar e mostrar que é inaceitável isso que ele está fazendo. Tomara que ele não coloque a culpa em um filho ou em um assessor dizendo que não foi ele quem disparou o vídeo.”

O Antagonista, com Época

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Falta de absurdo disse:

    esse bosta tem moral de nada

  2. Fora bolsotralhas disse:

    Fora ASSASSINO, FORA BOLSOTRALHA, FORA MARGINAL MILICIANO…BOTA PRA QUEBRAR FROTA…..XO SATANAS

    • Vergonha disse:

      Viva o ladrao Lula ..aque fdp que roubou a Petrobras, vagabundo vai aprender a trabalhar e deixa de chororô , vou dar uma dica, a carteira de trabalho é azul

  3. Gabriel Fernandes disse:

    Na verdade cafajeste é o presidente que busca criar uma crise institucional, tenta ainda criticar o local por onde ficou 28 anos no baixo clero sem nunca apresentar uma reforma estruturante para o país, e no início do governo da Venezuela elogiava o militarismo, lá de esquerda aqui de direita, mas com viés autoritário. E o gado mugindo e batendo palma, pq quem é contra é a favor do PT!!! Não sou a favor nem de um nem de outro. Sou Brasil sou patriota!!!

    • Maria suvaqueira disse:

      Recorrer ao povo é ser cafajeste? O povo é soberano e quem decide os destinos da nação, somos nós que construímos esse país, não os pilantras do congresso e do STF.

  4. Riva disse:

    Pra quem criticava tanto as ditadores o gado brasileiro terá o seu Nicolas Maduro já já.

  5. Ricardo Carvalho disse:

    Esse sujeito é apenas um cafajeste desqualificado que se elegeu na onda Bolsonaro, não se elege nem pra destaque da parada gay.

    • Sousa disse:

      Mas ele prestava quando apoiava o seu domador, não é mesmo?
      Esse conhece o Mico de perto e deve saber de muita coisa por trás das cortinas.

    • Ricardo Carvalho disse:

      Ele é um caroneiro, quem domava e doma os asnos é o ex-presidiário, cachaceiro e semianalfabeto, seu ídolo! Vai arranjar uma ocupação, parasita…

    • Ferreira disse:

      Palhaço Bozonaro faz arminha que vc vai ao delírio.
      Ricardo, eu não me engano, o seu Pré Fake é miliciano.

  6. paulo disse:

    BG
    Este individuo deputado de um mandato só tá querendo holofote, vai se dedicar as suas atividades porno que é melhor.

PGR recomenda ao STF arquivamento de pedido de impeachment de Weintraub

Foto: Reprodução

Assim como já havia feito no caso do ministro Ricardo Salles (Meio Ambiente), a Procuradoria-Geral da República manifestou-se pelo arquivamento do pedido de impeachment do ministro da Educação, Abraham Weintraub.

Em parecer enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF), onde os processos tramitam, a PGR afirma que é de sua competência exclusiva denunciar ministros de Estado por crime de responsabilidade, sendo vedado que isso seja feito por parlamentares – como foi o caso – ou demais cidadãos.

A manifestação do vice-procurador-geral da República, José Bonifácio Andrada, tem base em uma jurisprudência do próprio Supremo. Em 2002, a Corte entendeu que pedidos de impeachment contra ministros de Estado não têm apenas caráter político-administrativo, mas também penal, justificando a prerrogativa exclusiva do Ministério Público para denunciá-los.

Matéria completa aqui no Justiça Potiguar.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Donavan disse:

    E O PALHAÇO BOZONARO FAZ ARMINHA!

  2. natalsofrida disse:

    Petralha maldito, o que o ministro fez foi moralizar a educação que seu ladrão de estimação arrebentou e nos deixou mais baixo que a Venezuela.
    Malditos sejam demônios mentirosos!

    • Minion alienado disse:

      Moralizou quando? Um indivíduo que nem sabe ser professor vai entender de educação. Quero ver o índices de desempenho da educação em 2022.

    • Bento disse:

      Que pena
      Natal sofrida cheia de esquerdopatas que dpminaram a corrupção nos últimos 13 anos.

  3. Jailson disse:

    Engavetador geral da república escolhido fora da lista tríplice só p abafar tudo…

‘Não fiz nada errado’, diz Trump ao celebrar absolvição de impeachment

Foto: Reuters/Tom Brenner

Donald Trump fez nesta quinta-feira(06) seu primeiro pronunciamento oficial após ter sido absolvido pelo Senado no processo de impeachment que sofreu, registra o Estadão.

“Passamos pelo inferno e não fizemos nada de errado, nada. Fiz coisas erradas na vida, admito, mas não de propósito. Mas esse é o resultado”, disse o presidente, exibindo a edição impressa do Washington Post que noticia sua absolvição.

O Antagonista

 

Tranquilo com maioria no Senado, Trump desdenha de decisão da Câmara: “Nem parece que estamos sofrendo impeachment”

Foto: AFP/Scott Olson

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, minimizou a aprovação do impeachment na Câmara nesta quarta-feira (18). “O país está indo melhor do que nunca. Não fizemos nada de errado. Temos um tremendo apoio no Partido Republicano como nunca tivemos antes”, disse.

“Nem parece que estamos sofrendo impeachment”, disse, em discurso de campanha no estado do Michigan.

No discurso, segundo a Associated Press, Trump acusou os democratas — a quem chamou de “esquerda radical no Congresso” — de “serem consumidos com inveja, ódio e fúria”.

“Os democratas que não fazem nada declararam profundo ódio e desdém contra o povo americano. Esse impeachment partidário e fora da lei é uma marcha do suicídio político do Partido Democrata”, disse.

Trump ainda celebrou que todos os republicanos votaram contra o impeachment, sinalizando uma união do partido.

“Cada republicano votou por nós. Nós não perdemos nenhum voto republicano”, disse.

Nesta noite, a maioria dos deputados norte-americanos aprovou o impeachment — que leva o processo ao Senado sem tirar o presidente do cargo. As duas acusações contra Trump são as seguintes:

Abuso de poder ao pedir investigação contra a família de Joe Biden, o que os deputados consideraram “interferência de um governo estrangeiro” em favor da reeleição de Trump em 2020;

Obstrução ao Congresso por impedir diversas pessoas ligadas à sua administração de prestar depoimento (inclusive algumas que tinham sido intimadas) e por se recusar em entregar documentos aos investigadores durante o inquérito.

Mais cedo, Trump disse que sequer assistiria à votação do impeachment na Câmara. Candidato à reeleição nas eleições de 2020, Trump viajou a Battle Creek, no Michigan, para um comício com apoiadores.

Casa Branca protesta

Em comunicado, a Casa Branca chamou o impeachment de “um dos episódios políticos mais vergonhosos da história de nossa nação”. “Sem receber nem mesmo um voto dos republicanos, e sem prover nenhuma prova de irregularidade, os democratas forçaram os artigos de impeachment contra o presidente por meio da câmara”, diz o texto.

“Os democratas escolheram continuar com essa base partidária apesar do fato de que o presidente não fez absolutamente nada de errado. Na verdade, semanas de audiências provaram que ele não fez nada de errado.”

Pelas redes sociais, a Casa Branca também defendeu Trump e disse que a decisão “não tem nenhum apoio em provas e falha em descrever qualquer ofensa passível de impeachment”.

“O presidente está confiante de que o Senado vá restaurar a ordem, a justiça e o devido processo legal; e vai continuar a trabalhar incansavelmente para responder às necessidades e prioridades do povo americano, como tem feito desde que assumiu o cargo.”

G1

Trump não deve ser afastado mesmo com aprovação do impeachment pela Câmara dos EUA nesta semana; maioria republicana no Senado tranquiliza presidente

Foto: AP Photo/Jacquelyn Martin

A Câmara dos Estados Unidos – de maioria democrata – deve aprovar esta semana o impeachment do presidente Donald Trump, mas isso não significa que ele será necessariamente afastado da presidência. A data da votação ainda não foi anunciada.

A decisão final depende de uma votação no Senado, casa ocupada por uma maioria republicana, partido do presidente. Para que Trump perca o mandato, dois terços dos senadores devem votar a favor disso.

Mas o líder da maioria republicana no Senado, Mitch McConnell, já afirmou mais de uma vez à imprensa que seus colegas não aprovarão o afastamento.

Não há, portanto, uma suspensão do mandato do presidente depois que o processo sai da Câmara, diferentemente do que ocorre no Brasil — Fernando Collor e Dilma Rousseff precisaram deixar a Presidência de maneira provisória antes do julgamento no Senado, sendo substituídos pelos então vice-presidentes Itamar Franco e Michel Temer, respectivamente.

Dilma teve o mandato cassado definitivamente apenas com o voto dos senadores, enquanto Collor renunciou antes da decisão final.

Impeachments anteriores nos EUA

Até hoje, dois presidentes já sofreram impeachment na história dos Estados Unidos, mas Trump é o primeiro a passar pelo processo enquanto tenta se reeleger ao cargo.

Antes dele, Andrew Johnson e Bill Clinton tiveram seus processos de impeachment aprovados pela Câmara, mas ambos foram absolvidos pelo Senado e não perderam o cargo. Diferente de Collor e Dilma, eles continuaram no cargo enquanto aguardavam o julgamento no Senado.

Richard Nixon estava prestes a enfrentar um processo também, mas renunciou antes que a Câmara pudesse realizar a votação.

A primeira tentativa de impeachment contra Andrew Johnson – por tentar afastar seu Secretário da Guerra, Edwin M. Stanton, sem consentimento do Congresso – aconteceu em dezembro de 1867, mas não foi aprovada, e a segunda, que conseguiu os votos necessários, aconteceu em 24 de fevereiro de 1868. A acusação tinha 11 artigos, e após três semanas de julgamento o Senado quase o condenou por três delas, mas em todos os casos ele escapou por apenas um voto.

Já Bill Clinton foi acusado por perjúrio e obstrução de justiça, ligados ao relacionamento do então presidente com a estagiária da Casa Branca Monica Lewinsky. Ele foi condenado pela Câmara em 8 de outubro de 1998, mas inocentado pelo Senado em fevereiro de 1999, após um mês de julgamento.

No caso de Nixon, ele enfrentaria acusações de obstrução da justiça, abuso de poder e desrespeito ao Congresso durante o escândalo Watergate. Mas, em 9 de agosto de 1974, antes que a Câmara pudesse votar seu impeachment, ele renunciou à presidência.

Acusações contra Trump

Na sexta-feira (13), o Comitê Judiciário da Câmara aprovou as acusações a serem usadas contra Trump. Os artigos do impeachment serão:

Abuso de poder ao pedir investigação contra os Biden, no que os deputados consideraram “interferência de um governo estrangeiro” em favor da reeleição de Trump em 2020;

Obstrução de justiça por ignorar intimações e se recusar em entregar documentos aos investigadores durante o inquérito.

A abertura do processo foi anunciada em setembro, motivada porque Trump pediu ao governo da Ucrânia que lançasse uma investigação sobre seu adversário político, Joe Biden – um dos favoritos à indicação democrata para enfrentá-lo na eleição presidencial de 2020, e o filho deste, Hunter.

Trump também reteve uma ajuda militar de US$ 391 milhões ao país, cuja liberação – que acabou acontecendo mais tarde – seria condicionada à colaboração nessa investigação sobre os Biden.

Os rivais do presidente consideraram que ele abusou do poder de seu cargo ao pedir intervenção estrangeira nas eleições americanas.

Após o início do processo de impeachment, Trump ordenou que as autoridades do governo não testemunhassem e se recusou a entregar documentos requeridos pela Câmara relacionados ao assunto.

Foto: Guilherme Luiz Pinheiro/G1

G1

 

Presidente da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos autoriza que sejam redigidas acusações formais contra Trump em processo de impeachment

Foto: Ludovic Marin/AFP

A presidente da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos, Nancy Pelosi, acaba de anunciar que a Casa começará a redigir as acusações contra Donald Trump para a formalização do pedido de impeachment.

Ela disse que já pediu ao presidente do Comitê Judiciário da Casa, Jerry Nadler, que comece a redigir o documento.

Pelosi afirmou que há elementos concretos para o prosseguimento da denúncia contra o presidente americano, que deve ser votada pelos deputados.

“O presidente abusou de seu poder para benefício político pessoal às custas da nossa segurança nacional”, acusou Pelosi. “Na América, ninguém está acima da lei.”

O Antagonista

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Antonio Turci disse:

    Para Bolsonaro ser "impichado" precisa fazer muita coisa errada. Ele não, rouba não é corrupto. Portanto os descontentes terão de aturá-lo. Ele é o Presidente do Brasil.

  2. Zélia disse:

    O impeachment de Bolsonaro já está no forno tbm

Janaína Paschoal e membros do MP fazem aditamento a pedido de impeachment de Toffoli

Foto: (Antonio Cruz/Agência Brasil)

A deputada Janaína Paschoal e membros do MP acabam de protocolar no Senado um aditamento ao pedido de impeachment de Dias Toffoli, com base na tentativa de acesso ilegal do presidente do Supremo aos dados bancários de mais de 600 mil pessoas físicas e jurídicas.

No documento, eles afirmam que o ministro “atentou contra as garantias individuais do cidadão”, o que configura “conduta incompatível” com o cargo.

“Ora, o que pretendia? Criar um novo SNI no Brasil?”, questionam.

“O presidente do Supremo Tribunal Federal insiste em confundir as críticas que são feitas ao seu proceder com supostos ataques à Instituição (…) Se apropria da inquestionável importância da Suprema Corte, para concentrar poderes em suas mãos. Para tanto, adota expedientes inegavelmente ilegais e inconstitucionais.”

E ainda: “O Senado já condenou dois presidentes da República a perda do cargo. Não é diante do presidente do Supremo Tribunal Federal que esta Casa vai se acovardar!”

O Antagonista

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Renata Bastos disse:

    Agora eu vi serviço!

Advogados pedem à OAB impeachment de Toffoli por abuso de autoridade

Foto: Nelson Jr / STF / BBC News Brasil

O Instituto Nacional de Advocacia (Inad) — representado pelos advogados Rodrigo Salgado Martins e Pierre Lourenço –, apresentou um ofício à Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) denunciando “conduta arbitrária e possivelmente criminosa” de Dias Toffoli no caso do pedido de acesso a relatórios sigilosos do Coaf e da Receita Federal.

Os advogados querem que o Conselho Federal da OAB “delibere a propositura de ação judicial em defesa da sociedade, objetivando a destruição imediata dos dados obtidos pelo STF” e proponha processo de impeachment do presidente do Supremo junto ao Senado Federal.

O Conselho Federal está reunido nesta tarde, em Brasília. Cabe ao presidente, Felipe Santa Cruz, pautar o ofício.

O Antagonista teve acesso a uma cópia do ofício. Confira a íntegra clicando AQUI.

Os pedidos sobre os quais a OAB terá de se posicionar

Eis os pedidos feitos pelo Instituto Nacional de Advocacia (Inad), em ofício antecipado por O Antagonista, ao presidente da OAB, Felipe Santa Cruz, após a decisão de Dias Toffoli de requerer uma montanha de relatórios sigilosos do Coaf e da Receita Federal:

— “que seja deliberado pelo Conselho Pleno da OAB a possibilidade de propositura de Mandado de Segurança, com pedido liminar, ou outra ação que entender pertinente, objetivando a destruição imediata das informações bancárias e financeiras de todas as mais de 600 mil pessoas atingidas pela quebra de sigilo determinado pelo presidente do STF”;

— “que seja deliberado pelo Conselho Pleno da OAB a possibilidade de propositura de pedido de impeachment no Senado Federal contra o presidente do STF pela possível prática de crime de responsabilidade e de abuso de autoridade, dentre outros crimes que possam ser identificados pelo Conselho”;

— “que seja deliberado pelo Conselho Pleno da OAB a possibilidade de propositura de representação no Conselho Nacional de Justiça contra o presidente do STF”;

— “que seja deliberado pelo Conselho Pleno da OAB a possibilidade de propositura de representação a Procuradoria Geral da República para instauração de procedimento criminal em face do ministro presidente do STF”.

O Antagonista

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. gilberto ivan disse:

    O que esse Advogado que nunca passou em Concurso Público, foi reprovado em vários, foi fazer na alta corte? Quem colocou ele no cargo e por quê? Ele trabalha com isenção ou não?

  2. […] Advogados pedem à OAB impeachment de Toffoli por abuso de autoridade […]

  3. Rindo até 2030 disse:

    Rindo até 2030 …..a OAB e caldo de biloca é a mesma coisa

EUA aprovam prosseguimento do inquérito para o impeachment de Donald Trump

A presidente da Câmara dos Deputados dos Estados Unidos, a democrata Nancy Pelosi. Foto: JOSHUA ROBERTS / REUTERS

A Câmara dos Deputados dos Estados Unidos, de maioria democrata, aprovou nesta quinta-feira as regras que regerão os próximos passos do inquérito que poderá resultar na abertura de um processo de impeachment contra o presidente Donald Trump . As medidas estabelecem, entre outros pontos, a realização de audiências públicas e a possibilidade de defesa do ocupante da Casa Branca.

A votação foi o primeiro teste formal de apoio à investigação anunciada em 24 de setembro pela presidente da Casa, a democrata Nancy Pelosi, e evidenciou a forte polarização entre opositores e governistas, a um ano das eleições presidenciais de 2020. Votaram a favor da medida 231 dos 234 deputados democratas, com dois votos contra e uma ausência. Dos 197 republicanos, 194 votaram contra e três se ausentaram. Um deputado independente votou a favor da medida.

A resolução aprovada não diz respeito ao mérito da abertura de um processo de impeachment contra o presidente: ela trata exclusivamente aos procedimentos que serão seguidos pela Câmara nos próximos passos de sua investigação, que até o momento tem sido conduzida a portas fechadas.

O modelo que será adotado é similar ao utilizado no impeachment contra o então presidente Bill Clinton, em 1998. Ele estabelece que a Comissão de Inteligência da Câmara — que lidera as investigações e conduz os depoimentos — realize uma ou mais audiências públicas sobre o assunto.

A investigação tem origem em um telefonema entre Trump e o colega da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, ocorrido em 25 de julho. A conversa, que veio à tona em setembro depois de uma denúncia anônima feita por um agente da Inteligência americana, pode levar Trump a ser acusado de tentar alistar um país estrangeiro contra um adversário político interno. No telefonema, Trump pressionou Zelensky a investigar o ex-vice-presidente americano Joe Biden, pré-candidato à Presidência pelo Partido Democrata, e um filho dele, Hunter Biden, que trabalhou até o início deste ano para uma empresa de gás ucraniana.

O Congresso americano entrará em um recesso de 10 dias nesta quinta-feira, mas a primeira audiência pública está prevista para acontecer já no dia 11 de novembro. Até agora, foram ouvidas 10 testemunhas, a maioria funcionários do Departamento de Estado envolvidos na relação entre os EUA e a Ucrânia. Eles indicaram que Trump teria condicionado a liberação de uma ajuda de quase US$ 400 milhões a Kiev à investigação sobre Biden.

Na quarta-feira, os deputados chamaram para depor o ex-conselheiro de Segurança Nacional John Bolton , que deixou o posto no início de setembro. Ele disse que só irá se for legalmente intimado.

Depois de encerrar o período de audiências, a Comissão de Inteligência exporá suas conclusões em um relatório que será enviado para Comissão de Justiça. Os deputados deste grupo, por sua vez, irão analisar as descobertas para decidir se recomendam ou não a abertura um processo de impeachment contra Trump. Se necessário, os deputados poderão solicitar mais provas e novos depoimentos.

Os advogados do presidente Trump terão o direito de participar da nova etapa, podendo apresentar sua defesa, interrogar e intimar testemunhas — algumas das demandas de membros do Partido Republicano. Ainda assim, por terem a maioria na Câmara, os democratas poderão barrar os depoimentos caso discordem de sua necessidade.

A Comissão de Justiça também poderá impedir que os advogados do presidente interroguem as testemunhas caso Trump e seus aliados continuem a tentar criar empecilhos para as investigações. O presidente já prometeu, em mais de uma ocasião, se esquivar de quaisquer intimações, enquanto a Casa Branca emitiu uma diretriz para que seus funcionários não colaborem com os investigadores.

Na prática, a Constituição americana não estabelece com clareza os procedimentos para um impeachment, o que faz com que o voto de hoje não fosse uma exigência legal. Ainda assim, os republicanos vinham demandando uma votação para o formalização do processo, argumentando que isso seria necessário para legitimá-lo e para dar ao presidente uma chance de defesa.

De início, os democratas resistiram a aceitar uma votação, mas optaram por realizá-la após ficar evidente que teriam o apoio necessário para aprová-la.

O Globo

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Ivan disse:

    E gópi!!!

Há três pedidos de impeachment de Bolsonaro prontos, diz Frota

Foto: Divulgação

O deputado Alexandre Frota disse a Igor Gadelha, da Crusoé, que há pelo menos três pedidos de impeachment de Jair Bolsonaro prontos para serem apresentados.

Ele não revelou os nomes e os partidos autores dos supostos pedidos.

O Antagonista

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Ems disse:

    A verdade sempre aparece ! Se elegeu graças a Bolsonaro, agora, faz de tudo pra aparecer !!!

  2. Rui disse:

    Esse idiota quer é mídia, e sabe que é deputado de 1 mandato,e graças a Bolsaonaro!!!

  3. Evan Jegue disse:

    Bolsonaro está blindado

  4. paulo disse:

    coitado…

  5. Rai S SILVA disse:

    Se não tivesse sido a onda Bolsonaro esse pilantra não tinha se elegido pra porteiro de motel, esse pilantra é deputado de um mandato só, e mais ao lado do hipócrita dória aí é que não se elege mesmo.

  6. DesacocheiocomoBrasil disse:

    Homi, sei que em Brasilia é um f…. o outro, mas volte ao cenário pornô que é o melhor que vc faz.

Processo de impeachment contra Trump não deve conseguir depor o presidente e ainda pode enfraquecer democratas na corrida pela Casa Branca

Na Crusoé, uma reportagem de Duda Teixeira mostra por que a abertura do processo de impeachment contra Donald Trump nos Estados Unidos não deve conseguir depor o presidente e, além disso, ainda pode enfraquecer os democratas na corrida pela Casa Branca em 2020.

Menos de 40% dos americanos são favoráveis a um processo de impeachment. “Sem o apoio da opinião pública, a chance de os americanos entenderem que se trata de uma jogada político-partidária dos democratas é grande”, diz o especialista em relações internacionais Carlos Gustavo Poggio.

Ao final, Trump poderia emergir do processo ainda mais fortalecido. “Se Richard Nixon tivesse apoio popular, o Congresso o teria poupado e ele provavelmente não renunciaria em 1974”, diz Poggio.

Leia a íntegra da reportagem:

Uma manobra arriscada

Assembleia de Minas suspende tramitação de impeachment do governador Fernando Pimentel (PT)

Foto: ANDRE DUSEK | ESTADÃO

A Assembleia Legislativa de Minas Gerais suspendeu nesta quarta-feira, 2, a tramitação do pedido de impeachment do governador do estado, Fernando Pimentel (PT), aberto na última quinta-feira, 26. A suspensão ocorreu depois que o líder do governo na Casa, Durval Ângelo (PT), e o primeiro-secretário da Assembleia, Rogério Correia (PT) entraram com recurso contra a abertura do impeachment. Os recursos foram recebidos pela Mesa que, ao mesmo tempo, determinou a paralisação dos prazos para tramitação do pedido de impeachment.

Caso continuasse em andamento, os líderes dos partidos na Assembleia tinham que indicar, em 15 dias contados a partir do último sábado, quando foi publicada a entrada do pedido de impeachment, os integrantes da comissão especial para analisar e emitir parecer sobre o impedimento de Pimentel. O recurso apresentado por Durval Ângelo alega que o pedido de impeachment teria que ser lido pelo presidente da Assembleia, Adalclever Lopes (MDB), e não pelo primeiro vice-presidente, Lafayette Andrada (PRB), como ocorreu.

Já o apresentado por Rogério Correia questionava o fato de a justificativa da aceitação do pedido do impeachment não ter sido indicada pelo primeiro vice-presidente. Os dois deputados alegam estar amparados no regimento da Assembleia para apresentação dos recursos. O impeachment do governador foi apresentado pelo advogado Mariel Marley, por crime de responsabilidade, por não ter repassado os chamados duodécimos, recursos enviados mansamente pelo Executivo aos outros poderes.

O pedido de impeachment foi aceito em meio a crise do MDB, partido do presidente da Assembleia, com o governador Pimentel. Um dos pontos de atrito é a possibilidade de a ex-presidente Dilma Rousseff (PT), que transferiu título para Minas Gerais ser candidata ao Senado em uma das duas vagas em disputa pelo estado nas eleições de outubro. Adalclever é pré-candidato a uma das vagas, e poderia ser obscurecido pela candidatura da ex-presidente da mesma chapa.

Na sexta-feira, um dia depois da aceitação do pedido Pimentel e Adalclever almoçaram juntos em Uberaba, no Triângulo Mineiro, durante encontro com produtores rurais. A expectativa é que os recursos sejam analisadas na próxima terça-feira, 8. Não há prazo limite para análise desse tipo de pedido pela presidência da Casa.

“Queremos a nulidade da leitura (da abertura do impeachment) e de eventuais atos posteriores”, afirmou Durval Ângelo. “Foi uma leitura protocolar, apenas dizendo que o pedido foi recebido. Tem que dizer porque recebeu”, disse Rogério Correia. O deputado Gustavo Valadares (PSDB), que faz oposição a Pimentel, não acredita que o pedido de impeachment contra o governador seja enterrado pela Casa. “Não termina antes de começar oficialmente”, declarou. Segundo o parlamentar, a apresentação de recursos era prevista. Ambas as petições foram acatadas pelo vice-presidente. Adalclever, assim como ocorreu na sessão em que o pedido de impeachment foi aceito, na quinta, não compareceu à sessão de hoje.

Estadão

Maia diz que votar impeachment de Temer traria instabilidade política

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, disse hoje (21) que julgar os processos de impeachment contra o presidente Michel Temer pode piorar o cenário político do país. “Acho que a Câmara já julgou os fatos que estão no pedido de impeachment na [votação da] denúncia. Se a gente ficar remoendo o mesmo assunto, a gente só vai gerar instabilidade no Brasil”, disse, antes de participar de um evento sobre reforma política promovido pelo jornal O Estado de S. Paulo.

Na semana passada, o presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Claudio Lamachia, entrou no Supremo Tribunal Federal (STF) com um mandado de segurança, com pedido de liminar, para obrigar o presidente da Câmara a analisar o pedido de impeachment feito pela entidade contra o presidente Michel Temer. No dia 25 de maio, a OAB protocolou na Câmara um pedido contra Temer tendo como base as gravações entre ele e o empresário Joesley Batista, um dos donos da empresa JBS.

Para Maia, as acusações contra Temer já foram analisadas pelos deputados. No dia 2 de agosto, a Câmara dos Deputados rejeitou a denúncia apresentada pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, contra o presidente. O processo está baseado na delação premiada de Joesley Batista.

“Nós vamos, agora, fazer o mesmo processo de impedimento, com as mesmas informações que nós temos, é querer parar o Brasil. Não me parece a coisa mais razoável”, enfatizou o presidente da Câmara, que também negou que haja demora em analisar o tema. “Os pedidos de impeachment na Câmara e no Senado correm no seu tempo”, acrescentou.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. José disse:

    E agora! Onde estão os nacionalistas de araque??? Vão comer alpiste. Vão carregar as malas de Loures!!!!

  2. ALERTA disse:

    É da mesma laia….

  3. Botelho Pinto disse:

    Deixar os ladrões no poder é mais seguro?
    Isso é uma quadrilha!
    Cadê o poder judiciário?

IMPEACHMENT: Parlamento da Coreia do Sul aprova afastamento da presidente

czp-frkw8aeoyadO Parlamento sul-coreano aprovou nesta sexta-feira (9) o impeachment da presidente Park Geun-hye por envolvimento em um escândalo de tráfico de influência, preparando terreno para que ela se torne a primeira líder eleita do país a ser afastada do cargo.

Os parlamentares decidiram pelo impedimento por 234 votos a favor e 56 contra, o que significa que dezenas de membros do próprio partido de Park, o conservador Partido Saenuri, apoiaram o impeachment. Ao menos 200 membros da câmara de 300 assentos precisavam votar a favor para que o pedido fosse aprovado.

A Corte Constitucional da Coreia do Sul agora deve decidir se mantém o impeachment, em um processo que pode levar até 180 dias. O cargo de Park será imediatamente assumido pelo primeiro-ministro Hwang Kyo-ahn de forma interina.

Após a votação, Park disse esperar que a confusão em torno da crise política na Coreia do Sul seja resolvida logo depois da aprovação do impeachment pelo Parlamento, e acrescentou que vai se preparar para uma revisão judicial do pedido de impedimento.

A presidente afastada pediu desculpas à população em uma reunião com seus ministros, e pediu a eles que trabalhem com o primeiro-ministro para evitar qualquer buraco em questões de segurança nacional e problemas na economia.

R7, com Reuters

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. SANDRO disse:

    É "GORPIIIIIIIIIIIIII"

  2. Bolivas nunca mais! disse:

    Segundo os comedores de mortadela, deve ser "gopi". kkkkkkkkk

  3. Frederico Cornelio dos Santos disse:

    O Brasil precisa se Livrar de Brasília

  4. Luiz Eduardo bezerra de farias disse:

    É GOLPE,kkkkkkkkk

  5. Rodrigo disse:

    Só no Brasil dura uma eternidade, e depois que acontece ainda mudam as regras. O Brasil deveria ser a maior potência mundial, pense em um pedaço de terra abençoado, não tem vulcão, furação, terremoto… Mas tem uma Brasília que vale por tudo isso.

Impeachment: termina hoje prazo para defesa de Dilma entregar alegações finais

dilmaTermina hoje (28) o prazo para que a defesa da presidenta afastada, Dilma Rousseff, entregue na Comissão Processante do Impeachment no Senado os documentos com as alegações finais do processo. Os advogados de Dilma têm até às 18h30, horário em que encerra o expediente da Casa, para apresentar a documentação.

De acordo com a assessoria de imprensa de Dilma, a documentação será apresentada à comissão por volta de 18h, pelo ex-ministro José Eduardo Cardozo, um dos advogados de defesa da petista.

Inicialmente, o prazo terminaria ontem (27), mas foi prorrogado em 24h após pedido da defesa. Na terça-feira (26), a defesa de Dilma entrou com um pedido de prorrogação do prazo por dois dias.

Internet

Os advogados argumentaram que, por causa da suspensão, nos dias 23 e 24, dos serviços da página do Senado na internet, onde fica hospedada toda a documentação, a presidenta afastada teve o amplo direito de defesa prejudicado por ter ficado sem acesso aos autos do processo.

No pedido, a defesa defendeu que, nesse caso, deveria ser usado, por analogia, o que prevê o novo Código de Processo Civil, segundo o qual “suspende-se o curso do prazo por obstáculo criado em detrimento da parte”, devendo o prazo ser “restituído ao que faltava para a sua complementação”.

O presidente da Comissão Processante do Impeachment, senador Raimundo Lira (PMDB-PB), acatou parcialmente o pedido, prorrogando o prazo por 24h.

Em nota, Lira afirmou que a indisponibilidade do conteúdo se deu em virtude de manutenção programada, que a ação foi anunciada pelo portal do Senado e que o “sistema permite que os arquivos sejam baixados para consulta no computador do usuário sem necessidade de acesso à internet”.

Mesmo com a prorrogação do prazo, Lira manteve o calendário previsto inicialmente. Com isso, o relator na comissão, Antonio Anastasia (PSDB-MG) terá até a próxima segunda-feira (dia 1º) para elaborar seu parecer sobre a acusação. O relatório será lido, na terça-feira (2), na comissão e tem a previsão de ser votado na quinta-feira (4). Para ser aprovado ou rejeitado, é necessária a maioria simples – metade mais um dos senadores presentes à sessão.

O documento será encaminhado para leitura no plenário da Casa no dia 5. De acordo com calendário, a votação no plenário será realizada no dia 9, sob o comando do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, encerrando, assim, a fase de pronúncia do impeachment.

Agência Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Joca disse:

    Vamos dar o troca nessa eleição municipal tirando esses ratos da política

  2. joao maria disse:

    Tchau querida, até mais nunca

  3. Igor disse:

    Tchau maldita!

  4. Joca disse:

    Dima NÃO SABE DE NADA ,será expulsa do governo …essa mulher devia é ser xingada em perca pública ,por deixar 16 milhões de desempregados

  5. Felicio Honório disse:

    Depois da divulgação dos resultados das perícias técnicas do próprio Senado e do Ministério Público Federal e depois do pronunciamento do MPF e do TCU afirmando que não houve crime e que Temer continua praticando os mesmos atos os quais Dilma está sendo acusada…
    O que mais há a se considerar?
    Será algo que diverge do conteúdo do vazamento da conversa do Senador JUCÁ com Machado, explicando os verdadeiros motivos de toda essa trama sórdida e criminosa?
    Será que o PMDB junto com o DEM e o PSDB vão conseguir "ESTANCAR ESSA SANGRIA? "

    • Patrick disse:

      Mimimimimimimimimimimimimimimimimimi

    • Incoerência disse:

      Lembrando algumas peripécias dessa senhora honesta:
      01 – Uma empresa que recebeu e não exste mais a bagatela de 4,8 milhões e só trabalhou para campanha de Dilma, tendo apenas 01 notebook e única missão era colocar notícias de Dila no whattsapp;
      02 – Como foi mesmo o uso dos 08 (oito) carros oficiais comprados para o vice presidente e usados pela filha dela em Porto Alegre?
      03 – E o caixa 2 na campanha dela de 2010 e 2014, repassando milhões a João Santana?

Dilma não irá prestar depoimento na comissão do Senado; Cardozo deverá ler uma manifestação em nome da presidente afastada

dilma-rousseffA presidente afastada, Dilma Rousseff, pelada nos arredores do Palácio da Alvorada – Jorge William / Agência O Globo / 4-7-2016

A comissão especial do impeachment no Senado foi avisada que a presidente afastada Dilma Rousseff não comparecerá à sessão desta quarta-feira, para a qual está marcado seu interrogatório. Com a ausência, caberá ao advogado, o ex-ministro José Eduardo Cardozo, ler uma manifestação em nome dela sobre o processo. Não há previsão de que seja aberto espaço para perguntas dos senadores ao advogado.

A ausência de Dilma é uma estratégia da defesa de resguardá-la para o momento final. Ela poderá ainda falar aos senadores no julgamento final, no plenário do Senado, o que deve ocorrer em agosto.

Cardozo diz que ainda não há definição oficial sobre a ausência de Dilma, mas reconhece que essa é a tendência do momento. Segundo a comissão, não é necessário nenhum documento para oficializar a ausência, bastando a representação dela pelo advogado no horário marcado para o interrogatório.

Nesta terça-feira, a comissão ouvirá peritos que analisaram os aspectos econômico-financeiro e contábil do processo. Falarão João Henrique Pederiva, coordenador do laudo do Senado, e os assistentes da acusação, Selene Péres Péres Nunes, e da defesa, Ricardo Lodi Ribeiro.

JULGAMENTO SÓ DEPOIS DOS JOGOS

O julgamento do impeachment da presidente afastada deve ficar para depois da Olimpíada do Rio, que vai de 5 a 21 de agosto. De acordo com os prazos da Lei do Impeachment, o julgamento final de Dilma não ocorrerá antes do dia 26 de agosto. Isso é o que asseguraram ao GLOBO assessores do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Ricardo Lewandowski, que conduz essa fase do processo no Senado. Eles garantem que o julgamento não ocorrerá nas mesmas datas do evento esportivo.

Está marcado para o dia 9 de agosto a votação da pronúncia (análise do resultado da comissão do impeachment no plenário), uma das últimas fases do processo. Em seguida, como prevê a Lei do Impeachment, será aberto prazo de 48 horas para a acusação se manifestar e para apresentar a lista de testemunhas sugeridas. Depois, a defesa terá prazo igual para proceder da mesma forma.

Na sequência, será necessário aguardar pelo menos dez dias até o início do julgamento final do processo. A partir do dia 25 de agosto, Lewandowski poderá marcar a data do julgamento — que não precisa, necessariamente, ser no dia seguinte, uma sexta-feira. Ele poderá agendar, por exemplo, para a semana seguinte. Não há previsão de quanto tempo vai durar o julgamento final no Senado.

O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. cabral mortadela fanatico de carteirinha disse:

    Pelada aos arredores vish vai ter gente correndo pra tudo quanto e lado de tanto medo ?????????

  2. cabral disse:

    Dilma Pelada…..corre Marta kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk corre que o dragão vem ai ???????

  3. Gomes disse:

    Isso pelada deve ser um horror.

  4. Senhor Cidadão disse:

    MILITARES JÁ!!

  5. cabral disse:

    Estas são as últimas pedaladas da Ex ilegitima Presidanta, e que agora começem o MiMiMiMi dos Molitontos….

  6. Heineken disse:

    A presidente afastada, Dilma Rousseff, pelada nos arredores do Palácio da Alvorada – Jorge William / Agência O Globo / 4-7-2016
    Pelada? Seria a visão do inferno, melhor olhar para a Medusa.

  7. cabral disse:

    Boa Dilma não dar moral para estes caras. Valeu gostei!!!!!!

    • Vicente disse:

      Exato Cabral, nem ela nem ninguém na cúpula do PT tem moral para nada com coisa nenhuma.
      O partido da corrupção não pode cobrar nada de ninguém, só tem ficha suja.
      É melhor ela se recolher as ilegalidades cometidas, se fingir de morta e mandar o desacreditado Cardozo falar mais besteiras diante na nação. Umas mentiras a mais ou a menos não muda nada no mar de corrupção do PT

  8. Moura disse:

    Ela está pedalando e não pelada como foi escrito aí.