Deputada do PSL nomeia empregada doméstica como assessora na Alerj e justifica escritório parlamentar dentro de casa

Foto: Reprodução

A deputada Alana Passos (PSL), eleita como a parlamentar mulher mais votada nas eleições de 2018 no Rio, nomeou como assessora parlamentar de seu gabinete sua empregada doméstica, como mostrou reportagem do RJ2 nessa quinta-feira (25).

Fabiana Cristina da Silva ocupa o cargo de assessora parlamentar nível 9 na Assembleia Legislativa (Alerj), mas faz faxina na casa da deputada.

A deputada negou que Fabiana Cristina da Silva seja doméstica. Ao ser questionada sobre as afirmações da funcionária, ela disse que tem um escritório parlamentar dentro de casa.

A reportagem mostrou que na folha de pagamento da Alerj, o salário da funcionária é de R$ 909,81. Além disso, ela ganha mais R$ 1.238,00 de verba indenizatória, conhecido como auxílio-educação.

O total é de R$ 2.147,00 que seriam pagos com verba pública. Também está na conta o auxílio alimentação de R$ 1.260,00 por mês.

O RJ2 conversou com a empregada doméstica, que confirmou suas atividades como limpeza e cozinha. Ela exerce a função desde dezembro de 2019.

Fabiana: Eu achei que fosse trabalhar de carteira assinada, não sabia que seria assim entrar por entrar na Alerj. Eu sempre fui empregada doméstica, trabalhava na casa dela.

Repórter: Como empregada doméstica na casa dela?

F: Doméstica, que é minha área.
R: E ela te empregou na Alerj?
F: Olha, se você me perguntar se eu tenho algo assinado, não tenho nada.
R: Crachá?
F: Eu não sei de nada, não tenho nada, nada, eu sou muito leiga
R: E você ia todo dia?
F: Todo dia.
R: Na Alerj você foi?
F: Só quando fui resolver.
R:Assinar?
F: Sim.

Cada deputado estadual tem direito a nomear mais de 40 assessores, mas todos devem trabalhar para o gabinete do parlamentar.

Quando eleita, Alana Passos se elegeu com as bandeiras da “nova política” e do fim da corrupção. “Fazer política por amor, porque acreditamos num pais melhor”, disse a parlamentar na época em que fazia campanha.

Em entrevista, a deputada explicou a função que Fabiana exerce.

Alana: Ela não estava na minha casa, é minha assessora, eu tenho gabinete em casa.

Repórter: Ela não é empregada doméstica?

A: De maneira alguma. Não tenho empregada.
R: E o que ela faz?
A: Ela é minha assessora, traz as demandas.
R: Mas ela disse que é domestica.
A: Impossível. Eu tinha um gabinete de cota parlamentar, no premier, e eu fechei para reduzir o gasto no gabinete e hoje ele tá na minha casa. Mas por causa da pandemia, eles estão em casa.

G1

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Alvaro disse:

    E DAÍ?
    ESSA É A NOVA POLÍTICA, TAOKEY?
    QUEM FOR CONTRA É POR QUE É ESQUERDISTA, PETISTA, COMUNISTA…
    VÃO FAZER O QUÊ?

  2. Aparecida disse:

    Enquanto perdermos tempo torcendo por políticos/partidos e não pelo povo brasileiro, que é quem carrega esse país, casos como esses serão comuns. Acredito que este caso não é o único. A empregada doméstica em Recife, cujo filho caiu do guarda-corpo do prédio pq a patroa o deixou sozinho no elevador, parece que também era paga com verba parlamentar. Será que um deputado no RJ precisa realmente de 40 assessores?????????? Será que o país precisa de tanto vereadores , deputados e senadores???????

  3. Luiz Antônio disse:

    No Brasil o povo encara a política como futebol. O brasileiro não se vê como um cidadão e sim como um torcedor.
    Por isso que os políticos fazem o que fazem.
    É muito atraso.

  4. Maria disse:

    Se forem investigar direitinho, vai aparecer casos escabrosos e muitas justificativas mais mentirosas que as outrass, em toda prefeitura, assembléia, Câmara e Senado deste País… se duvidar acha até na casa maior…..

  5. Ciro disse:

    Duvido que se fosse de outro partido o G1 divulgasse.
    Será que esqueceram que Bolsonaro saiu do partido há muito tempo?
    Kkkk

  6. MORO 2022 disse:

    Olha a nova política aí gente. Só tem anjo e pelé.

Alerj publica abertura de impeachment contra Witzel

Foto: © Divulgação Alerj

Foi publicado na edição desta segunda-feira(15) do Diário Oficial do Rio de Janeiro o Ato número 41/2020 do presidente da Assembleia Legislativa do Estado (Alerj), deputado André Ceciliano, que abre o processo de impeachment contra o governador Wilson Witzel, por crime de responsabilidade.

A abertura do processo número 5.328/2020 foi aprovada na quarta-feira (10), em sessão virtual devido à pandemia da covid-19, com 69 votos a favor, nenhum contra e uma ausência. O governador é suspeito de envolvimento em compras fraudulentas e superfaturadas de equipamentos e insumos para o combate à pandemia do novo coronavírus.

O ato abre prazo de 48 horas para que os líderes indiquem um membro do partido para compor a Comissão Especial responsável por elaborar o parecer da denúncia contra Witzel. Após a indicação, os membros têm mais 48 horas para eleger o presidente e o relator da comissão.

O governador terá prazo de dez sessões para apresentar sua defesa à Comissão Especial. Após a apresentação da defesa, o parecer pela admissibilidade ou não da denúncia deve ser apresentado no prazo de cinco sessões.

Governador

Wilson Witzel se posicionou em nota na própria quarta-feira, dizendo que recebeu “com espírito democrático e resiliência” a notícia do início da tramitação do processo de impeachment pela Alerj.

“Estou absolutamente tranquilo sobre a minha inocência. Fui eleito tendo como pilar o combate à corrupção e não abandonei em nenhum momento essa bandeira. E é isso que, humildemente, irei demonstrar para as senhoras deputadas e senhores deputados”.

Ele informou que vai apresentar defesa e diz ter “certeza absoluta” de que irá demonstrar que seu governo “não teve tolerância com as irregularidades elencadas no processo que será julgado”.

“Vou seguir nas minhas funções como governador e me preparar para a minha defesa. Tenho certeza que os parlamentares julgarão os fatos como eles verdadeiramente são”.

A reportagem solicitou nova posição do governador e aguarda resposta.

Witzel foi alvo, no dia 26 de maio, da Operação Placebo, autorizada pelo Superior Tribunal de Justiça, que investiga corrupção na compra de equipamentos e insumos para o combate à pandemia no estado.

Também foram alvos a primeira dama, Helena Witzel, a empresa Iabas, contratada para montar e gerir hospitais de campanha, entre outros. Os policiais federais fizeram buscas no Palácio Laranjeiras, residência oficial do governador, e na casa da família Witzel, no bairro do Grajaú.

Agência Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Arthur disse:

    "Governador, todos nós vestimos a mesma camisa, que é a camisa do Brasil, da decência, da moralidade e do respeito com o dinheiro do contribuinte".
    BOLSONARO, Flávio. 2018.

  2. Vila disse:

    Uat? Falsos moralistas!

Alerj aprova abertura de processo de impeachment contra Witzel

Foto: Carlos Magno

A Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro já tem a maioria dos votos para a abertura de um processo de impeachment contra o governador Wilson Witzel (PSC).

A decisão sobre a abertura do processo cabe ao presidente da assembleia, o deputado estadual André Siciliano (PT). A votação tinha caráter simbólico, mas realça a falta de apoio do governador na Assembleia.

Witzel teve o nome envolvido em uma operação da Polícia Federal contra irregularidades na compra de respiradores no estado. Ele diz que a investigação tem motivação política por se opor ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

O governador perdeu a base de apoio na assembleia fluminense.

CNN Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. NACIA disse:

    Para combater essa malandragem que vinha comandando o Brasil tem que ser arrochado e macho. Os sanguessugas estão todos contra . Agora queria vê ele fazer tudo isso sem acordo com esse centro. É difícil mais não e´ impossível. Agora já é hora de começar a trabalhar e dizer a que veio. Esse pra frente e pra trás é que não pode continuar.

  2. Ronaldo Sergio disse:

    Ó Cristo redentor !!! benze mais forte o nosso RJ porque ô estado "azarado" para eleger corrupto e ladrao que só fazem afundar o Rio de janeiro com corrupção e descaso. Meu Deus !!!..Misericordia !…Esse Witsel ai, pelo amor de Jesus !!!…estamos ferrados pelos "cinco prêmios" !!!

  3. Pedro disse:

    É complicado, pense num homem poderoso esse tal de Bolsonaro, ele é culpado por tudo que ocorre nesse país. Só não arranjaram ainda uma forma de enfiar ele no mensalão, triplex, sítio, Odebrecht, Queiroz Galvão, Andrade Gutierrez, Angola, Venezuela, tráfico, Bolívia, quebra da Petrobras, consórcio Nordeste, estar dentro do vírus covid, ser sócio da China, etc. Até o Boca mole do FHC, CORONEL CIRO, A DESTRAMBELHADA DA MARINA, Globo, Renan Calheiros, Lula, Dilma, estão querendo dar um fora nele, tem alguma coisa errada nisso. Esse povo todo nós sabemos o que fizeram com o brasil.

Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro aprova homenagem a sniper que matou sequestrador na ponte Rio-Niterói

Foto: Reprodução/Record TV Rio

Os deputados da Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro) aprovaram na última terça-feira (10) a entrega da Medalha Tiradentes – maior honraria da casa – ao sargento do Bope (Batalhão de Operações Policiais Especiais) Ismael Damásio dos Santos, atirador de elite que matou o sequestrado do ônibus na ponte Rio-Niterói, em agosto.

A proposta de entrega da medalha feita por Felippe Poubel (PSL) gerou discussão entre os parlamentares da Alerj. A deputada estadual Mônica Francisco (Psol), em suas redes sociais, declarou que homenagem ao atirador “naturaliza a violência”.

“Este sequestro foi um episódio trágico para o povo fluminense e não pode ser usado para palanque eleitoral de quem quer que seja! Já é absurdo comemorar o desfecho da história, que culminou com uma morte. Exaltar quem faz isso é usar as feridas de quem viveu a tragédia!”, disse a parlamentar, que se absteve durante votação.

Poubel, também pelas redes sociais, comemorou a aprovação da medalha, chamou o sargento de “herói do sequestro” e chamou à esquerda, oposição do PSL, de covarde.

“Vitória! Aprovamos hoje, na Alerj, meu Projeto de Resolução que concede a maior honraria da casa, a Medalha Tiradentes, para o Sniper da PMERJ, herói do sequestro na Ponte Rio-Niterói. Agradeço o apoio de toda a bancada do PSL e dos deputados que são comprometidos com o cidadão de bem do Estado do Rio de Janeiro. A esquerda, covarde, se absteve de votação!”, declarou Poubel.

O sargento do Bope foi o responsável pela morte do sequestrador, que fez cerca de 40 pessoas reféns em um ônibus. O sniper esteve posicionado por mais de uma hora sobre um caminhão do Corpo de Bombeiros e comemorou seu tiro após a queda do suspeito.

R7

 

PF prende deputados por ‘propinolândia’ de R$ 54 milhões na Alerj

O esquema de compra e venda de votos na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) movimentou ao menos R$ 54 milhões, segundo informou o superintendente da Polícia Federal, Ricardo Saadi. A declaração foi dada em entrevista coletiva nesta quinta-feira (8), após a deflagração da Operação Furna da Onça, que investiga o que o Ministério Público Federal chama de “mensalinho” da Alerj. Os valores chegavam a R$ 900 mil.

A investida cumpriu, até as 11h, 20 de 22 mandados de prisão – mas três já estavam presos há um ano, quando da Operação Cadeia Velha. Dos demais 17, dez são deputados estaduais, cinco deles reeleitos.

“A prisão temporária foi decretada e não será submetida à Alerj”, destacou Carlos Aguiar, do MPF.

Também foi alvo da operação o secretário estadual de Governo, Affonso Monnerat, apontado como o canal entre Alerj e Palácio Guanabara – o governador, Luiz Fernando Pezão, não é investigado.

Estão foragidos o presidente do Detran, Leonardo Jacob, e seu antecessor, Vinícius Farah, em cujas gestões, segundo a força-tarefa, lotearam-se cargos como parte das vantagens indevidas.

Houve ainda 47 mandados de busca e apreensão – um foi na Alerj, no prédio anexo; outro no Palácio Guanabara, sede do governo estadual.

Alguns dos alvos da Operação Furna da Onça: Affonso Monnerat, André Correa, Chiquinho da Mangueira, Coronel Jairo, Edson Albertassi, Jorge Picciani; Leonardo Jacob, Luiz Martins, Marcelo Simão, Marcos Abrahão, Marcus Vinícius Neskau, Paulo Melo e Vinícius Farah — Foto: Reprodução

Todos os alvos

PODER EXECUTIVO

Affonso Monnerat, secretário estadual de Governo;

Leonardo Jacob, presidente do Detran, foragido;

Vinícius Farah (MDB), ex-presidente do Detran, eleito deputado federal, foragido.

PODER LEGISLATIVO

André Correa (DEM), deputado estadual reeleito e ex-secretário estadual de Meio Ambiente;

Chiquinho da Mangueira (PSC), deputado estadual reeleito e presidente da escola de samba;

Coronel Jairo (MDB), deputado estadual não reeleito;

Edson Albertassi (MDB), deputado afastado – já preso em Bangu;

Jorge Picciani (MDB), deputado afastado – já em prisão domiciliar;

Luiz Martins (PDT), deputado estadual reeleito;

Marcelo Simão (PP), deputado estadual não reeleito;

Marcos Abrahão (Avante), deputado estadual reeleito;

Marcus Vinícius Neskau (PTB), deputado estadual reeleito;

Paulo Melo (MDB), deputado afastado – já preso em Bangu;

ASSESSORES PARLAMENTARES E AUXILIARES

Alcione Chaffin Andrade Fabri, chefe de gabinete e operadora financeira de Marcos Abrahão;

Daniel Marcos Barbiratto de Almeida, enteado e operador financeiro de Luiz Martins;

Jennifer Souza da Silva, empregada do Grupo Facility/Prol, vinculada a Paulo Melo;

Jorge Luis de Oliveira Fernandes, assessor e operador financeiro de Coronel Jairo;

José Antonio Wermelinger Machado, ex-chefe de gabinete e principal operador financeiro de André Corrêa;

Leonardo Mendonça Andrade, assessor e operador financeiro de Marcos Abrahão;

Magno Cezar Motta, assessor e operador financeiro de Paulo Melo;

Shirlei Aparecida Martins Silva, ex-chefe de gabinete de Edson Albertassi e subsecretária dos Programas Sociais da Secretaria Estadual de Ciência, Tecnologia, Inovação e Desenvolvimento Social.

Sobrepreço de contratos

De acordo com as investigações, a organização criminosa, chefiada pelo ex-governador Sérgio Cabral, pagava propina a vários deputados estaduais, a fim de que patrocinassem interesses do grupo criminoso na Alerj. Loteamento de cargos no Detran era outra forma de “agrado”.

A força-tarefa afirma que o esquema continuou mesmo após as operações do ano passado, quando Jorge Picciani, Paulo Melo e Edson Albertassi foram presos.

“Estima-se que o valor desviado e pago em propina seja de, pelo menos, R$ 54,5 milhões, dos quais uma parte foi financiada pelo sobrepreço de alguns contratos”, afirmou Ricardo Saadi, superintendente da Polícia Federal.

Procurador-regional da República, Carlos Aguiar explicou que cargos públicos foram dados como moeda de troca, e citou “propinolândia” na Alerj‬.

‪“As investigações demonstraram que esses personagens lotearam o estado do Rio de Janeiro para viabilizar a execução dos seus interesses políticos. Alerj se tornou propinolândia.”

Incontrolável

Delegada da PF, Xênia Soares afirmou que o montante dos pagamentos indevidos cresceu tanto que foi preciso “terceirizá-los”. “Esses pagamentos eram feitos pelos irmãos Chebar”, conta Xênia. No segundo mandato de Sérgio Cabral, eles não conseguiram administrar a quantidade de valores que tramitavam. Então, terceirizavam o serviço de movimentação do dinheiro da organização criminosa que eram dados por ordem de Carlos Miranda para os doleiros Juca e Toni”, detalha.

Affonso Henrique Monnerat, secretário de Pezão, é o personagem que faria o canal entre os deputados e o Executivo no esquema. Segundo o procurador Carlos Aguiar, “Não há indícios de que o atual governador esteja envolvido nos pagamentos”.

“Parte do dinheiro vinha do doleiro Álvaro Novis e era passado pela Fetranspor aos presidentes da Alerj. Outra parte vinha do dinheiro de obras feitas pela Odebrecht no Estado”, disse Xênia Soares.
“As investigações mostraram que os envolvidos no esquema possuíam uma movimentação financeira completamente incompatível com os ganhos legais”, disse o superintendente da Receita Federal da 7ª Região, Luiz Henrique Casemiro.

“O esquema não usava apelidos, eram os nomes dos envolvidos. A organização agia com a certeza da impunidade”, destacou a procuradora Renata Ribeiro Baptista, do MPF.

Loteamento

O Detran era fonte de cargos, segundo a força-tarefa. “Chiquinho da Mangueira tinha 74 indicações. Luiz Martins, sozinho, tinha 137”, afirmou a procuradora Renata Ribeiro Baptista. “Entre os 40 que estavam com indicação de Paulo Melo, 15 apareciam como prestadores de serviço em campanhas eleitorais do próprio deputado”, emendou.

“O Detran era manipulado para a realização de atividades de interesse de grupos corruptos. O deputado Paulo Melo era considerado o “dono” do Detran”, disse a delegada Xênia Soares, da PF.

A operação foi determinada por desembargadores da 1ª Seção Especializada do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2) e se debruça também sobre a atual gestão do governo estadual, apesar de não haver citação direta ao governador Luiz Fernando Pezão.

Operação Cadeia Velha

Deflagrada em novembro de 2017, a operação levou para a cadeia os deputados Jorge Picciani, Paulo Mello e Edson Albertassi e investigou esquema de corrupção em que os deputados usavam da sua influência para aprovar projetos na Alerj para favorecer as empresas de ônibus e também as empreiteiras.

Atualmente, Jorge Picciani está em prisão domiciliar por causa de sua saúde e Paulo Mello e Albertassi seguem presos em Bangu.

Esta semana, o RJ2 mostrou trechos de escutas gravadas com autorização da Justiça na época da Cadeia Velha. Os áudios trazem Picciani articulando para sair da prisão, horas antes de se entregar, e o braço direito do então presidente da Alerj negociando recolhimento de propina.

O que dizem os citados

André Correa: ao chegar à PF, na Praça Mauá, André Corrêa afirmou que “quem não deve não teme”. “Sigo com a minha promessa de tirar o Psol da presidência da Comissão de Direitos Humanos”, emendou. Corrêa ainda garantiu que mantém a postulação à presidência da Alerj.

Affonso Monnerat: “O governo do estado desconhece os fatos e não teve acesso aos autos do processo”.

Chiquinho da Mangueira: assessor ainda não conseguiu contato com o advogado dele;

Coronel Jairo: assessoria do gabinete só vai se pronunciar no horário da tarde.

Leonardo Jacob: “O Detran está à disposição das autoridades para qualquer esclarecimento.”

Luiz Martins: ninguém atende no gabinete do deputado.

Marcelo Simão: gabinete vazio.

Marcus Vinícius Neskau: ainda não respondeu.

Vinícius Farah: “O Detran está à disposição das autoridades para qualquer esclarecimento.”

G1

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Lucio disse:

    Prestaram atenção aos partidos deles?

    • paulo martins disse:

      Um país que tem 35 partidos não tem nenhum que se possa levar a sério. São todos usurpadores do fundo partidário, nada mais que isso.
      Na 'democracia' de araque tupiniquim as pessoas votam nas pessoas, não necessariamente em partido A ou B.
      O único arremedo de partido que tivemos, o PT, que fez a linha 'paladino da ética' até chegar ao poder, deu no que deu.

  2. Arthur disse:

    Isso tudo vai acabar, o presidente "milagreiro" junto com o ministro da Justiça "imparcial" vão acabar com a corrupção no Brasil, seremos um país de primeiro mundo. #SQN

  3. paulo disse:

    BG
    Será que o nosso Pais vai ter jeito com milhares de BANDIDOS atuando contra o Povo Brasileiro em todas as frentes????. Políticos NEFASTOS sem vergonhas safados e CANALHAS, acham que o País é delles. Empresários comprometidos também com falcatruas enfim o desalento é ENORME e TOTAL.