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ALÉM DO HOME OFFICE: Semana de 4 dias e escritórios sem aperto são tendências fortes no mundo do trabalho pós-pandemia

TUDO EM CASA – Agatha Matias, gerente de marketing da Unilever, trabalha sempre acompanhada do gatinho Fubá: “Em tempos tão difíceis, o home office me proporcionou segurança e melhor qualidade de vida”. A empresa é pioneira em flexibilização, o que facilitou sua adaptação à pandemia – Egberto Nogueira/Ímãfotogaleria/VEJA

“A única coisa que devemos temer é o próprio medo”, discursou o presidente americano Franklin Delano Roosevelt (1882-1945) em março de 1933, durante o lançamento do New Deal, o bem-sucedido plano de recuperação econômica para combater a crise de 1929, a Grande Depressão. O programa revolucionou o mercado com inovações como o salário mínimo, a redução da jornada de trabalho e o seguro-desemprego. Quase um século depois, outro grande e trágico acontecimento — a pandemia do novo coronavírus — também mudará para sempre a vida do trabalhador e dos patrões. Cada vez mais, flexibilização será regra do jogo, mesmo depois de a vacina chegar. Em tempos normais, apenas algumas empresas consideradas excêntricas apostavam no home office. O isolamento social, porém, pôs o paradigma do trabalho remoto à prova e agora até mesmo os mais céticos reconhecem que é possível ganhar dinheiro, até mais, fora do escritório — na mais visível das mudanças provocadas pela disseminação do vírus, que mexeu também com as famílias (leia aqui) e com os serviços de telemedicina (leia aqui).

VEJA entrevistou nos últimos dias executivos de algumas das maiores empresas do Brasil para descobrir quais tendências dominarão o mercado daqui por diante. Logo de cara, ficou evidente: não há pressa para voltar ao escritório. O Itaú já avisou seus 55 000 colaboradores que o trabalho remoto será mantido ao menos até fevereiro de 2021. Na companhia de alimentos Kraft Heinz, só 10% do pessoal tem ido até a sede, mas apenas às segundas e terças-feiras, e sempre de forma voluntária. Aqueles que pertencem ao grupo de risco ou usam transporte público estão proibidos de retornar. Já a XP Investimentos decidiu dar um passo além das rivais e aboliu definitivamente o trabalho presencial.

Todas as empresas consultadas pela reportagem afirmaram que estão plenamente satisfeitas com o desempenho de seu pessoal durante a pandemia e que, mesmo a distância, a produtividade aumentou. Segundo David Vélez, CEO do banco digital Nubank, as taxas de engajamento dos funcionários que estão em casa bateram recorde de 90% durante a pandemia. “Todos os times reportaram ganhos de produtividade”, afirma. O corte de custos, a melhora na qualidade de vida e a possibilidade de contratar talentos em qualquer parte do mundo são outros benefícios do trabalho remoto apontados pelos gestores. A falta de interação pessoal, aquele cafezinho no corredor que pode suscitar ideias geniais, é um ponto negativo, mas as empresas estão atrás de soluções. “Tivemos de revisar as formas de comunicação, com reuniões pontuais e concisas”, diz Maurício Rodrigues, vice-presidente de finanças da farmacêutica alemã Bayer.

AMBIENTE AREJADO – Selda Klein, gerente de RH da C&A, na reformada sede da empresa: “Agora temos espaços mais abertos e integrados, sem baias nem mesas fixas, e com fácil comunicação” – Egberto Nogueira/Ímãfotogaleria/VEJA

Gigantes estrangeiros como Twitter e Facebook já sinalizaram o desejo de implementar o home office permanente para quem assim preferir. No Brasil, o Bradesco deu a seus funcionários a opção de trabalhar remotamente de forma fixa, oferecendo uma ajuda de custo de 1 080 reais no primeiro ano para cobrir gastos com internet e luz. A tendência geral, porém, caminha em direção ao modelo “híbrido”, com os funcionários indo de um a três dias até a firma.

A pandemia, sem dúvida alguma, quebrou as barreiras do horário comercial e rotinas preestabelecidas. A multinacional Unilever, que foi pioneira em medidas de flexibilização no Brasil, como o job sharing (no qual pessoas dividem uma mesma função e trabalham apenas três dias por semana) e jornada de meio período, pretende ampliar seu leque, com horários livres para os funcionários — eles decidem o melhor período para a labuta. Algumas empresas usam a tecnologia para monitorar e controlar os horários dos funcionários, mas a tendência é que as relações sejam cada vez mais de confiança. “O que importa é entregar as tarefas”, diz Flavia Caroni, diretora de RH da Kraft Heinz. Entre as novas ideias destaca-se a adoção de um dia a mais de descanso, incentivada até por governos como o da Alemanha, Nova Zelândia e Reino Unido. “A semana de quatro dias pode funcionar em qualquer negócio ou país”, diz o neozelandês Andrew Barnes, autor do livro The 4 Day Week (A Semana de Quatro Dias). “A redução da jornada de trabalho protege todas as tradições e estilos de vida, fatores cruciais para a coesão familiar, qualidade de vida e senso de comunidade.”

A maioria das empresas brasileiras, porém, não se entusiasma com a ideia de reduzir a jornada. Na realidade, os funcionários têm trabalhado mais, o que explica inclusive a alta produtividade. Especialmente no começo da pandemia, muitos esticaram a jornada temendo perder o emprego. A conta, porém, sempre chega e a saúde mental passou a ser prioridade. A Ambev criou um departamento exclusivo para o atendimento psicológico de seus funcionários. Palestras e aulas de mindfulness (atenção plena) foram incorporadas ao expediente.

O novo normal afetou mais drasticamente o topo e a base da pirâmide corporativa. Os mais jovens se ressentem do acompanhamento presencial, o que exige maior capacidade de adaptação e amadurecimento, mas têm a seu favor a familiaridade com as tecnologias. Já os chefes tiveram de se tornar mais facilitadores e menos controladores. “A pandemia trouxe tristeza, mas também aprendizado”, afirma Sofia Esteves, fundadora da Cia de Talentos, a maior empresa de recrutamento do país. “O líder tinha uma exigência muito grande de ser o super-­homem e, diante da incerteza, teve de assumir suas fragilidades e desenvolver sua sensibilidade.”

Nesse cenário, os escritórios não vão morrer, mas terão de ser “ressignificados”, para usar uma palavra típica do mundo corporativo. “A sede da empresa é um catalisador de sua cultura e ganhou um papel mais importante, já que as pessoas não têm de estar lá o tempo todo. O novo escritório tem de ser uma experiência mais atrativa e sedutora”, diz Sérgio Athié, presidente do Athié Wohnrath, maior escritório de arquitetura do país, especializado em projetos corporativos. “As grandes mesas com porta-retratos da família devem ser extintas e dar lugar a espaços colaborativos. Até pelo temor de uma nova pandemia futura, espaços mais abertos e ventilados, como a cobertura dos prédios ou o térreo, devem ser reaproveitados.”

Diante da necessidade de cortar custos, os chamados coworkings, ou escritórios compartilhados, tendem a ganhar tração. “A demanda por flexibilidade, que já existia, explodiu”, diz Lucas Mendes, CEO da WeWork no Brasil. Recentemente, a empresa lançou um cartão que dá acesso a todos os prédios da empresa no mundo. No Brasil, o passo mais ousado, reafirme-se, foi da XP Investimentos. A empresa aboliu o trabalho presencial e está construindo a Villa XP, um câmpus amplo e futurista que lembrará as sedes de Apple e Google, no Vale do Silício, e da Tencent, em Shenzhen, China.

São Roque, no interior de São Paulo, receberá o projeto, que contará com hotel, restaurantes, áreas de lazer e esportes, clínicas médicas, creches, laboratórios, auditórios e salas de reuniões abastecidas por fontes de energia renováveis. Engana-se, porém, quem pensa que os funcionários terão de se deslocar para o ambiente. O espaço receberá eventos corporativos, e não só da XP, além de atividades pontuais para funcionários, como o treinamento de novos contratados. “A ideia é ter um espaço moderno, em consonância com a dinâmica do trabalho descentralizado”, diz Guilherme Sant’Anna, head de gente e gestão da XP. “O escritório será utilizado só por funcionários em treinamento e para reuniões específicas.”

A tecnologia, evidentemente, se torna cada vez mais fundamental para viabilizar essa mudança. A Via Varejo, dona de Casas Bahia, Ponto Frio e do site de vendas do Extra, avançou a digitalização da empresa, pondo de pé um modelo até então ignorado pelas varejistas: a venda pelo Whats­App. As questões relacionadas aos benefícios também demandam mudanças. “Estando mais em casa, o colaborador deve ter maior autonomia e flexibilidade”, diz Raphael Machioni, CEO da Vee, startup de benefícios como vale-cultura e planos de academias de ginástica. “Ele pode, por exemplo, trocar o vale-transporte por um auxílio home office.” As novidades do mercado também são fruto da reforma trabalhista, que atualizou a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e regulamentou o teletrabalho. Melhor ou não, só o tempo dirá, mas certamente o novo mundo profissional será muito diferente.

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[VÍDEO] Reitor UFRN anuncia apuração de atos de violência no campus central e que vai acionar o MPF, Procuradoria Federal e TRE

O reitor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) José Daniel Diniz Melo anunciou nesta terça-feira (20) a abertura de um processo para apurar os atos de violência e os danos ao patrimônio registrados durante uma manifestação realizada na segunda-feira (19), no campus central da instituição.

A universidade também encaminhará documentos ao Ministério Público Federal (MPF), à Procuradoria Federal e ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE), com informações sobre os acontecimentos e as providências adotadas.

Em vídeo divulgado nos perfis da instituição, o reitor informou que a Diretoria de Segurança Patrimonial acompanhou e registrou a ocorrência. Uma reunião realizada na manhã desta terça-feira (20) definiu os encaminhamentos para investigar os fatos. O reitor reafirmou o compromisso da UFRN com a liberdade de expressão, mas ressaltou que a instituição não pode tolerar atos de violência nem desrespeito à universidade e à comunidade acadêmica.

Em nota divulgada mais cedo, a UFRN repudiou os atos de violência ocorridos:

NOTA OFICIAL

UFRN repudia atos de violência no Campus Central

A Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) manifesta seu mais veemente repúdio aos atos de violência ocorridos em 19 de outubro, no Campus Central da instituição.

A Universidade é um espaço de formação, pluralidade, diálogo e respeito às diferenças, que tem na liberdade de expressão e no estímulo ao pensamento crítico, princípios fundamentais de sua missão. A divergência de ideias, inerente à vida universitária e ao exercício democrático, não pode, sob qualquer circunstância, servir de justificativa para atos de intimidação, ameaças, violência ou desrespeito.

A mobilização política em questão, realizada sem autorização institucional e com o uso de equipamentos de som e fogos de artifício, foi acompanhada de atos de violência e ameaças à integridade física e moral de membros da comunidade acadêmica, além de danos ao patrimônio público e provocando a interrupção de aulas e atividades administrativas.

Diante da gravidade dos fatos, a administração universitária adotará as medidas administrativas e judiciais cabíveis para assegurar a rigorosa apuração das ocorrências e a responsabilização dos envolvidos.

A UFRN reafirma seu compromisso com a proteção da sua comunidade acadêmica e a defesa intransigente dos princípios democráticos, da liberdade de expressão e do respeito às diferenças.

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[VÍDEO] Nikolas Ferreira expõe relatos de moradores do Nordeste esquecidos por Lula

Relatos de moradores do Nordeste sobre falta de saneamento, dificuldades de acesso à água e despesas com medicamentos foram reunidos em um vídeo publicado pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) nas redes sociais nesta terça-feira (20).

“Sou nordestina, nasci em Mundo Novo e moro aqui na Bahia. Passei a vida inteira ouvindo Lula dizer que a nossa vida ia mudar. Eu envelheci”, diz o primeiro relato.

Na gravação, entrevistados também relatam o impacto do custo de vida no orçamento familiar e a falta de oportunidades de emprego e estudo, que leva jovens a buscar melhores condições em outros estados.

Aposentados e pessoas com doenças graves afirmam enfrentar dificuldades para comprar remédios e manter as despesas domésticas, chegando a reduzir gastos com alimentação.

O vídeo traz ao final a seguinte reflexão: “Na hora de votar, não se esqueça de quem esqueceu de você”

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CNJ determina que TJRN promova Henrique Baltazar a desembargador em até 48 horas

Foto: José Aldenir

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) determinou nesta terça-feira que o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN) promova o juiz Henrique Baltazar Vilar dos Santos ao cargo de desembargador, pelo critério de antiguidade, no prazo de 48 horas.

A decisão, tomada durante a 2ª Sessão Extraordinária, também anulou a votação administrativa de 1º de julho, quando a promoção do magistrado foi rejeitada por 10 votos a 4.

O caso envolve a recusa do juiz mais antigo da Corte à vaga destinada à promoção por antiguidade e questionamentos sobre o procedimento adotado pelo tribunal. A defesa de Henrique Baltazar foi representada pelo advogado Hallrison Dantas, que acompanha o processo desde o início.

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[VÍDEO] EXCLUSIVO: Veja o momento em que militante da esquerda rasga o ‘Pixuleco’ com uma faca na UFRN

Um vídeo obtido com exclusividade pelo BLOGDOBG mostra o momento em que um militante de esquerda se aproxima do boneco ‘Pixuleco’ e o rasga com uma faca, durante manifestação realizada na terça-feira (19), na UFRN.

Usando máscara para não se identificado, ele foge logo após a ação que desencadeou a confusão entre os manifestantes na UFRN.

Um homem que estava na caminhonete ainda percebe a má intenção, tenta evitar que o boneco seja atingido mas não consegue conter o jovem.

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85% defendem fim da indicação de ministros do STF pelo presidente, aponta pesquisa

Foto: Antonio Augusto/STF

Levantamento do instituto Real Time Big Data divulgado nesta terça-feira (20) aponta que 85% dos brasileiros são favoráveis à retirada da prerrogativa do presidente da República de indicar ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Apenas 7% são contrários à mudança e 8% não têm opinião formada.

O resultado surge em meio ao debate sobre mudanças na composição da Corte. Até 2030, o próximo presidente poderá indicar pelo menos três ministros, considerando as aposentadorias previstas de Cármen Lúcia, Luiz Fux e Gilmar Mendes.

O presidente Lula (PT) tem defendido uma reforma do Judiciário, incluindo a discussão sobre a forma de escolha dos ministros e a possibilidade de estabelecer mandatos para os integrantes do STF. Em setembro, afirmou que a sociedade precisa participar desse debate.

Já o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) tem declarado que pretende indicar cinco ministros ao Supremo caso seja eleito. A bancada bolsonarista no Congresso também defende o impeachment de integrantes da Corte, o que poderia abrir novas vagas.

Atualmente, a Constituição estabelece que os ministros do STF são indicados pelo presidente da República e precisam ser aprovados pelo Senado Federal.

Com informações da Crusoé

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DISPUTA NO SENADO: Alcolumbre é acusado de usar gabinetes e apartamentos funcionais para buscar apoio à reeleição

Foto: Reprodução

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), centralizou a distribuição de gabinetes e apartamentos funcionais destinados aos senadores eleitos, em meio às articulações para permanecer no comando da Casa. A informação foi publicada nesta terça-feira (20) pelo jornal O Antagonista.

Segundo a reportagem, parlamentares eleitos afirmam que as decisões sobre os espaços passaram a depender diretamente de Alcolumbre. Um deles relatou que a diretora-geral do Senado, Ilana Trombka, telefonou para orientá-lo a procurar o presidente da Casa para tratar da escolha do gabinete.

O senador, que não pretende apoiar Alcolumbre na eleição interna, recusou o contato e afirmou enfrentar dificuldades para resolver a questão. “Ele vai prestigiar aqueles que se comprometeram a votar nele”, declarou ao jornal.

Outro senador eleito também se recusou a procurar Alcolumbre. “Todo senador tem um gabinete e todo senador vai ter um gabinete lá, então não vou falar com ele nem conversar com ele a respeito disso”, afirmou.

O parlamentar levantou a possibilidade de a distribuição dos espaços ser utilizada para negociar apoio político, mas não relatou ter recebido qualquer oferta direta de gabinete ou apartamento em troca de voto.

Alcolumbre articula sua permanência na Presidência do Senado para o próximo biênio. A eleição interna está marcada para 1º de fevereiro de 2027, quando começa a nova legislatura.

Com informações de O Antagonista

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[VÍDEO] Flávio Bolsonaro promete retomar incentivo fiscal para shows, eventos e turismo

O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) prometeu restabelecer o Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (Perse), criado em 2021, durante o governo Jair Bolsonaro. A proposta foi apresentada em vídeo publicado nas redes sociais.

“Eu vou restabelecer o Perse para todos os setores de eventos culturais, shows e turismo, que hoje estão sufocados e endividados pela crise que esse governo colocou o país inteiro”, afirmou.

Flávio disse que a retomada do programa poderá estimular a realização de shows, gerar oportunidades para artistas e movimentar a economia. Segundo ele, o setor beneficia também comerciantes, taxistas, motoristas de aplicativos e pequenos empreendedores.

“Grandes artistas e pequenos artistas, se preparem. Vocês vão ter muito trabalho e todo o setor vai aquecer a economia”, declarou.

O Perse foi criado em 2021 para reduzir os impactos econômicos da pandemia sobre os setores de eventos e turismo, por meio de benefícios fiscais. Em 2024, o Congresso aprovou a continuidade do programa com limite de R$ 15 bilhões em renúncias fiscais. O benefício foi encerrado em abril de 2025, durante o governo Lula, após atingir o teto estabelecido.

Com informações do R7

Opinião dos leitores

  1. E a propósito: Flávio vai aceitar o desafio de Lula ou não?
    Ambos abrirem os sigilo bancário, fiscal e telefônico para todos os brasileiros saberem quem é corrupto e quem não é!!!

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[VÍDEO] Diretor do Real Time Big Data vê missão “extremamente difícil” para Lula virar eleição contra Flávio

O cientista político Bruno Soller, CEO do instituto Real Time Big Data, avaliou nesta terça-feira (20) que o presidente Lula (PT) enfrenta uma missão “extremamente difícil” para reverter o cenário eleitoral e vencer Flávio Bolsonaro (PL) no 2º turno. A declaração foi feita durante entrevista ao programa Acorda, Metrópoles.

“A missão do presidente Lula fica extremamente difícil. Porque ele precisa recuperar os votos desse eleitorado que votou por mudança”, afirmou Soller. Segundo ele, os levantamentos eleitorais indicam uma tendência de consolidação de Flávio na primeira posição, apesar dos empates técnicos registrados nas pesquisas.

Para o especialista, o desempenho do senador está relacionado ao sentimento de antipetismo e ao voto pragmático de eleitores que buscam uma alternativa ao atual presidente. “O eleitor faz um voto pragmático para o Flávio Bolsonaro”, destacou.

Soller também apontou que os recentes escândalos envolvendo o Supremo Tribunal Federal (STF) influenciaram o voto de parte do eleitorado. Na avaliação do cientista político, a vantagem obtida por Flávio no 1º turno torna ainda mais difícil uma reação de Lula na reta final da disputa.

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Novo pede cassação da chapa de Lula por abuso de poder político em ano eleitoral

Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

O partido Novo acionou o TSE para pedir a cassação da chapa do presidente Lula (PT) e do vice Geraldo Alckmin (PSB), além da inelegibilidade de ambos por oito anos. A ação, protocolada na segunda-feira (19), acusa o governo federal de abuso de poder político pela adoção de medidas de benefício econômico e apelo popular em ano eleitoral.

Segundo o partido, foram identificadas 35 medidas entre janeiro e outubro de 2026, sendo 12 durante a campanha eleitoral. Entre as iniciativas questionadas estão o reajuste de 15,04% do Bolsa Família, a ampliação dos subsídios aos combustíveis, o programa Desenrola 3.0 e o fim da chamada taxa das blusinhas.

O Novo estima que as medidas tenham impacto fiscal de aproximadamente R$ 73 bilhões. A legenda também questiona a abertura de R$ 99,7 bilhões em créditos extraordinários por medidas provisórias, mecanismo destinado a despesas urgentes e imprevisíveis.

“Benefícios eleitoreiros anunciados nas vésperas do pleito, contas empurradas para o futuro e gastos sem compensação, tudo isso exige responsabilização”, afirmou o presidente do Novo, Eduardo Ribeiro.

Além da ação no TSE, o partido apresentou representação ao Tribunal de Contas da União (TCU) para investigar os efeitos fiscais das medidas. O Novo pede que Lula e Alckmin sejam notificados para apresentar defesa e, ao final do processo, tenham os registros ou diplomas cassados e sejam declarados inelegíveis por oito anos. As acusações ainda dependem de análise da Justiça Eleitoral.

Com informações do Metrópoles

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André Fernandes traz o Bloco do 22 para Mossoró nesta quinta-feira

O deputado federal André Fernandes, o mais votado do Nordeste, idealizador do Bloco do 22 em Fortaleza, traz a iniciativa para Mossoró nesta quinta-feira, dia 22. O evento será realizado no Corredor Cultural da Avenida Rio Branco e promete reunir apoiadores e lideranças políticas em um grande ato de mobilização em apoio a Flávio Bolsonaro neste segundo turno.

A concentração está marcada para as 18h22, na Praça dos Esportes. O percurso seguirá por toda a Avenida Rio Branco, passando pelo Teatro Municipal Dix-huit Rosado, com retorno ao ponto de partida.

A mobilização contará com a presença confirmada do senador Rogério Marinho, do deputado federal General Girão, do deputado federal Sargento Gonçalves, de Cabo Deyvison, da deputada federal Carla Dickson e de outras lideranças do PL no Rio Grande do Norte. A expectativa dos organizadores é reunir um grande público e transformar o Bloco do 22 em um dos principais eventos de mobilização política do estado neste segundo turno.

Serviço

Evento: Bloco do 22 em Mossoró
Data: Quinta-feira, dia 22
Horário da concentração: 18h22
Local da concentração: Praça dos Esportes
Percurso: Avenida Rio Branco, passando pelo Teatro Municipal Dix-huit Rosado, com retorno à Praça dos Esportes

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