Tecnologia

Anatel diz que vai multar empresas por não atingirem metas de conexão à internet móvel

O presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), João Rezende, disse ontem (17) que as operadoras de telefonia móvel deverão ser multadas por não terem atingido as metas estabelecidas pela agência para o serviço de conexão à rede de dados. “Vamos abrir um processo e elas poderão apresentar suas alegações”, disse.

Uma avaliação divulgada ontem pela Anatel mostrou que a taxa de acesso à rede de dados das quatro empresas analisadas (Vivo, Claro, TIM e Oi) ficou em 95%, enquanto a meta da agência é 98%.“Está abaixo da meta, mas não dá para dizer que o serviço está em declínio, tem uma estabilidade nos últimos meses”, disse Rezende.

O Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal (SindiTelebrasil) informou que as empresas estão empenhadas em aprimorar a qualidade dos serviços e apresentaram desempenho melhor que a meta definida para indicadores de acesso à rede de voz, de qualidade da ligação de telefônica e de estabilidade da conexão à internet. A entidade também informou que a Anatel registrou diminuição no número de reclamações sobre falhas de rede no call center da agência.

“O SindiTelebrasil alerta para a necessidade de se estabelecer alavancas para estimular a expansão dos serviços, com qualidade e cobertura adequada de sinais e retirar os entraves à instalação de antenas previstos em diversas leis municipais”, diz a nota da entidade.

Da Agência Brasil

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Economia

Impasse orçamentário faz governo pagar só 17% dos recursos previstos para a Covid

Os sucessivos impasses vividos por governo e Congresso nas discussões orçamentárias deste ano afetaram a execução das medidas ligadas à Covid-19. Até agora, a União executou apenas 17% do valor mínimo calculado pela equipe econômica como necessário para combater a crise em 2021.

O cenário é agravado pela demora para sancionar o Orçamento, situação gerada por uma batalha entre parlamentares e equipe econômica e que tem travado uma série de medidas.

De acordo com diferentes membros do governo ouvidos pela Folha no fim de semana, a tendência é que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) opte por vetos parciais no texto para resolver o imbróglio. O prazo vai até quinta-feira (22).

Até lá, as medidas devem seguir em grande parte paralisadas enquanto a equipe econômica pensa em saídas para liberar os recursos sem agredir diferentes regras fiscais e sem a decretação do estado de calamidade pública —que permitira gastos de forma mais ampla, o que o ministro Paulo Guedes (Economia) quer evitar.

O entrave nas medidas é observado após Executivo e Legislativo ignorarem a Covid-19 no Orçamento de 2021. Agora, precisam criar as medidas por créditos extraordinários —instrumentos que ficam fora do Orçamento e são permitidos pela Constituição apenas em casos imprevisíveis e urgentes.

A situação se complica pelo fato de técnicos do Ministério da Economia sentirem insegurança na criação das medidas, por verem possíveis controvérsias no uso do instrumento.

Um dos motivos é justamente o fato de o crédito extraordinário só ser permitido em casos imprevisíveis e urgentes. Como a Covid-19 é um problema vivido pelo país desde o começo de 2020, liberar os instrumentos fora do Orçamento em 2021 pode enfrentar questionamentos por parte de órgãos de controle.

Agrava a situação a própria falta de sanção do Orçamento. O texto tem uma série de problemas —como a subestimativa de gastos obrigatórios, o que deu espaço a emendas parlamentares, e até a previsão de uma pedalada nos mesmos moldes da que derrubou Dilma Rousseff (PT).

Bolsonaro agora tem que decidir se sanciona o Orçamento como está, arriscando uma acusação por crime de irresponsabilidade; ou se veta ao menos parcialmente a proposta, desagradando ao Congresso.

De qualquer forma, enquanto a peça ainda está em aberto, fica reforçada a tese de que poderiam ser feitas modificações nos números para acomodar a Covid dentre as despesas tradicionais. Ou seja, um cenário em que não se configuraria o requisito da imprevisibilidade para criar créditos extraordinários.

“Ainda que lancemos mão de crédito extraordinário, existe a preocupação de que não teremos a segurança necessária. Porque você poderia ter o espaço para fazer dentro do Orçamento. E o crédito, constitucionalmente falando, está fora do Orçamento”, afirmou recentemente Bruno Bianco, secretário especial de Previdência e Trabalho.

Apesar de até mesmo uma ala da equipe econômica ver exagero na preocupação, parte dos especialistas vê riscos. “Quem propõe isso [chamar despesas para a Covid de imprevisíveis para liberá-las por crédito extraordinário] nunca assinou nada quando no governo. É fácil ser valente com o CPF dos outros”, afirmou Nelson Barbosa, ex-ministro da Fazenda, em coluna recente na Folha.

O governo tentou dar segurança às medidas com uma PEC que liberaria medidas específicas de atender regras fiscais —inclusive a exigência de imprevisibilidade e urgência para abrir os créditos extraordinários demandados.

Mas a proposta perdeu força depois que a ala política quis embutir no texto também a liberação de até R$ 18 bilhões para obras.

Com isso, medidas seguem travadas. Uma das mais demandadas é o programa de manutenção do emprego, que demandará cerca de R$ 10 bilhões.

A medida vem sendo pedida por empresários há meses, por permitir corte de salário e jornada ou suspensão de contratos de trabalho. Os empregados afetados receberiam dos cofres públicos um benefício emergencial (batizado de BEm).

“O atraso no BEm gerou um estrago extraordinário. Chegamos ao nível assustador de 91% [dos empresários do setor] não conseguirem pagar integralmente os salários em abril. Então continuamos precisando muito”, afirmou Paulo Solmucci, presidente-executivo da Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes).

Também segue travado o envio de R$ 7 bilhões do Tesouro Nacional para o Pronampe (programa de crédito para micro e pequenas empresas).

A demora nas discussões afetou até mesmo o auxílio emergencial deste ano, iniciativa que chega a mais de 40 milhões de pessoas para compensar a menor renda em um momento com necessidade de distanciamento social. Os valores só começaram a ser pagos à população em 6 de abril —quando o país ultrapassou a marca de 4.000 mortes diárias pela pandemia.

Isso ocorreu após governo e Congresso passarem boa parte do segundo semestre de 2020 pensando em um programa social para ser pago após o término do auxílio emergencial de 2020.

A ideia era ampliar o Bolsa Família com a revisão de despesas (como outros programas sociais), mas, diante de resistências —inclusive de Bolsonaro—, a medida não foi criada. O Orçamento de 2021 ficou sem o novo programa e sem o auxílio emergencial.

Após novas discussões em 2021, a solução acabou sendo liberar o auxílio com crédito extraordinário com respaldo da PEC (proposta de emenda à Constituição) Emergencial, que trouxe um parágrafo com até R$ 44 bilhões aos vulneráveis fora das limitações orçamentárias.

Essa mesma PEC permitiu que o governo pedisse ao Congresso a decretação do estado de calamidade pública, que liberaria novas ações ligadas à situação emergencial sem as limitações orçamentárias. Mas isso desagrada a Guedes, já que o Congresso retirou da lista de contrapartidas o congelamento de salários de servidores por três anos —dessa forma, em sua visão, o dispositivo virou um cheque em branco para gastar.

Com isso, a execução de medidas criadas em 2021 se restringe até o momento ao auxílio emergencial, além de certas despesas do Ministério da Saúde e outras pastas. Os recursos usados somam R$ 14 bilhões e, apesar de representarem 17% do total mínimo planejado, podem corresponder a um valor ainda mais baixo caso o total demandado pela Covid esteja subestimado pelo Ministério da Economia.

Apesar de a equipe econômica apostar na possibilidade de usar apenas 1% do PIB para a Covid, já é mencionada a possibilidade de usar 2% do PIB (ou seja, R$ 163 bilhões) ou até mesmo mais.

PRINCIPAIS MEDIDAS AFETADAS PELAS DISCUSSÕES

Auxílio emergencial. Medida só teve R$ 44 bi liberados após respaldo da PEC Emergencial. Recursos só começaram a ser pagos em 6 de abril à população e execução totaliza até agora R$ 9,3 bi.

Programa de empregos. Equipe econômica tem insegurança de assinar medida, de R$ 10 bi, já que recursos seriam liberados por crédito extraordinário (que só podem ser criados em casos imprevisíveis). Como Covid chegou ao país em 2020, há dúvidas se instrumento será aceito por órgãos de controle.

Programa de crédito (Pronampe). Mesma situação do programa de empregos. Recursos de R$ 7 bi seriam liberados por crédito extraordinário.

FOLHAPRESS

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Economia

Setores afetados pela pandemia fazem lobby para socorro com impacto de mais de R$ 250 bilhões

A equipe econômica e o Palácio do Planalto tentam barrar projetos de lei no Congresso que funcionarão como socorro a setores prejudicados pela pandemia. A chamada “bomba fiscal” passa de R$ 250 bilhões e foi criada por três projetos: o de amparo a produtores de eventos e empresas de turismo; o para donos de bares e restaurantes; e o para agricultores.

Até o momento, já foi aprovado o programa que ajuda empresas de eventos, o de maior impacto: R$ 243,5 bilhões em cinco anos. Os outros dois têm votação prevista para esta semana. Juntos, vão gerar gastos de mais de R$ 250 bilhões, a maioria por isenção de impostos e refinanciamento de dívidas.

Aprovado há cerca de dez dias, o Perse (Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos) foi ampliado e acabou englobando praticamente toda a cadeia da produção cultural e do turismo.

Aguarda agora a sanção presidencial e a consequente regulamentação para o início da adesão de cerca de 60 mil empresas contempladas.

O programa define uma indenização para empresas que tiveram redução de 50% de seu faturamento entre 2019 e 2020 devido à pandemia. O valor global dessa ajuda será de R$ 2,5 bilhões.

Além disso, suspende por cinco anos o pagamento de impostos (PIS, Cofins, CSLL e Imposto de Renda) e permite a renegociação de dívidas tributárias com descontos de até 70% e prazo de até 12 anos. Débitos previdenciários, no entanto, terão prazo menor (cinco anos).

Durante a tramitação, o governo foi contrário a esse projeto, especialmente no que se refere à renegociação das pendências tributárias. Isso porque, já sem recursos no caixa, o Tesouro terá ainda mais perdas de arrecadação com essa medida, considerada uma “bomba fiscal”, no jargão dos técnicos do Ministério da Economia.

Esse pacote valerá para empresas de hotelaria, cinemas, casas de eventos, como shows, salões de feiras, festas e bufês. Também inclui agências de viagens, transportadoras de turismo, parques temáticos, acampamentos e hotéis, pensões, e outros meios de hospedagem.

Assessores parlamentares da Economia e do Planalto tentaram barrá-lo afirmando que os trabalhadores desses setores já tinham recebido o auxílio emergencial. Não queriam abrir precedente para programas setoriais, mas foram vencidos.

A relatora do projeto, deputada Daniella Ribeiro (PP-PB), defendeu que esse grupo conta com milhares de empresas, gerando 7,5 milhões de empregos diretos e indiretos. Ela avaliou que “o número é maior do que o da indústria automotiva”. Somente o setor de eventos, ainda segundo a deputada, arrecada R$ 48 bilhões por ano com impostos.

Representantes da categoria, liderada pela Associação Brasileira do Produtores de Eventos, afirmaram aos congressistas terem registrado perdas de mais de R$ 80 bilhões desde o início da pandemia.

O lobby dos representantes de bares, restaurantes e lanchonetes também surtiu efeito. Tramita um projeto pelo Senado que pretende dar uma ajuda de até R$ 10 bilhões ao setor que, durante a pandemia da Covid-19, concentrou esforços nas entregas como forma de evitar a perda total de receitas.

Segundo o relator, o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), o ritmo lento da vacinação no país está levando diversos estados a decretarem medidas mais restritivas, impondo o fechamento do comércio, o que afetará ainda mais a economia e o caixa dos empresários do setor.

A Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes) informou empregar seis milhões de funcionários, faturando o equivalente a 2,7% do PIB nacional. Dentre o cerca de 1 milhão de estabelecimentos, 93,4% são de micro e pequenos negócios, a maior parte nas regiões Sudeste e Sul.

O projeto, que está previsto para ser votado nesta semana, prevê que essas empresas sejam beneficiadas com um auxílio que varia de R$ 2.000 a R$ 3.500 por três meses. Além disso, suspende a cobrança de tributos federais com a posterior renegociação das dívidas, com descontos de até 70% e prazo de até 12 anos.

Em contrapartida, restaurantes, bares e lanchonetes terão de doar alimentos para pessoas em situação de vulnerabilidade.

Na exposição de motivos, o senador compara a iniciativa com a dos EUA que, segundo o documento, concedeu um crédito tributário de até US$ 10 mil por funcionário de empresas que tiveram a atividade totalmente ou parcialmente paralisadas em decorrência das medidas adotadas na pandemia.

A agricultura familiar também conseguiu um projeto de lei com deputados da bancada ruralista prevendo uma ajuda de até R$ 2,2 bilhões para parte das cerca de 4,4 milhões de famílias.

Os autores do projeto, alguns ligados à bancada ruralista, afirmam que a “Lei Assis Carvalho’ foi vetada praticamente na íntegra pelo presidente Bolsonaro, fato que deixou milhões de famílias de agricultores familiares se qualquer assistência pública durante todo o ano dramático de 2020”.

Para eles, a situação tende a se agravar neste ano, “aprofundando-se a crise na base produtora de alimentos da população brasileira onde a agricultura familiar é a principal protagonista”.

Sem um novo decreto estendendo o período de calamidade e sem a deliberação de vetos pelo Congresso [inclusive o da Lei Assis Carvalho], os parlamentares decidiram atender ao pleito dos agricultores.

O projeto institui o Fomento Emergencial de Inclusão Produtiva Rural para as famílias que estiverem em situação de pobreza. Inicialmente, a União terá de arcar com o pagamento de R$ 2.500 em parcela única para cada família. O valor será de R$ 3.000 quando a líder familiar for uma mulher. O teto será de R$ 3.500 caso seja necessário a construção de cisternas nas propriedades para a garantia de acesso à água.

Somente esse auxílio tem um custo estimado de R$ 550 milhões para o Tesouro.

Também está prevista a criação de uma nova modalidade de crédito rural com até R$ 1,7 bilhão disponíveis dentro do Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar).

Famílias com renda de até três salários mínimos poderão tomar empréstimos sem juros para financiar a produção. Uma pequena parte poderá ser vertida para sua própria subsistência. O valor máximo será de R$ 10 mil.

A Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) comprará a produção desses agricultores limitando-se a R$ 6.000 por família.

Além disso, prevê a prorrogação das dívidas desse grupo por um ano contraídas desde janeiro do ano passado. Abre ainda espaço para renegociação de pendências financeiras com rebates que variam entre 50% e 95% do valor principal do período que se estende desde dezembro de 2019 até agora para pagamento em 2022 a 2032, nas condições originais do contrato.

Segundo assessores do Planalto, o lobby tem sido feito por donos de grandes empresas, que conseguem benefícios usando os pequenos como escudo. Até o momento, o governo não conseguiu barrar nenhum desses projetos, mesmo enviando pareceres contrários sobre a bomba fiscal.

Assessores do chefe da Economia, Paulo Guedes, afirmam que o ministro tenta agora oferecer algum tipo de pacote aos setores que não foram contemplados até o momento como forma de evitar a “bomba fiscal” via Congresso.

Desde que a pandemia deu sinais de que o isolamento e políticas restritivas seriam duradouras, as principais empresas de eventos e de turismo tentaram junto ao governo, principalmente na Economia, um pacote de socorro.

Defendiam que programas de empréstimos com garantias ou juros mais baixos não seriam suficientes para dar conta das perdas bilionárias geradas pelos cancelamentos de shows, feiras, eventos e dos principais destinos turísticos no país e no exterior.

A equipe econômica, no entanto, resistia a pacotes setoriais porque prioriza o pagamento do auxílio para funcionários. Para as empresas, lançou os programas de crédito.

Diante da resistência e do novo cenário político, em que o governo vem cedendo em troca de apoio de parlamentares do centrão, as empresas viram no Congresso a chance de conseguir socorro.

Caso sejam aprovados, os recursos desses projetos permitiram estender a segunda rodada do auxílio emergencial por mais seis meses. O programa levou meses para ser negociado pelo governo. Na época, o governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) alegou que não havia dinheiro em caixa para que fosse estendido.

FOLHAPRESS

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Saúde

Bolsonaro diz que Fiocruz entrega 18 milhões de vacinas em abril; Nesta semana 4,6 milhões de doses ainda devem ser entregues

Foto: Bio-Manguinhos/Fiocruz

O presidente da República, Jair Bolsonaro, disse hoje (18), por meio de uma rede social, que a Fundação Osvaldo Cruz (Fiocruz) vai entregar 18 milhões de vacinas contra a covid-19 até o final de abril. Desse total, segundo o presidente, serão entregues 4,6 milhões de doses ainda nesta semana e mais 6,7 milhões na outra semana.

Na sexta-feira (16) a Fiocruz já havia entregue mais 2,8 milhões de doses da vacina Oxford/AstraZeneca ao Programa Nacional de Imunizações (PNI). Além das 2,8 milhões liberadas na sexta-feira, 2,2 milhões já haviam sido entregues na última quarta-feira (14).

O presidente disse ainda que a previsão é que o volume de entrega de imunizantes cresça nos próximos meses e que no segundo semestre de 2021, a Fiocruz deve entregar 110 milhões de doses da vacina.

Agência Brasil 

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Saúde

Brasil registra mais de 12,3 milhões de pessoas curadas da covid-19

Foto: reprodução

O Brasil registrou neste domingo (18) mais 46.738 pacientes recuperados do coronavírus, totalizando 12.391.599 pessoas curadas da doença.

O número de pessoas curadas representa 88,8% do total de casos acumulados.

A quantidade de pessoas curadas no Brasil é mais de dez vezes superior ao número de casos ativos (1.178.137), que são os pacientes em acompanhamento médico.

No mundo, estima-se que 120,5 milhões de pessoas diagnosticadas com Covid-19 já se recuperaram, de acordo com o site Wolrdometers.

Opinião dos leitores

  1. Fora as pessoas que conseguiram se tratar em casa sem ser registradas pelos órgãos responsáveis!

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Saúde

CPI DA COVID: autor quer convocar ex-ministros Mandetta, Teich e Pazuello; Secretários de Saúde dos estados também devem ser convocados

Fotos: Sérgio Lima/Poder 360

O líder da oposição e autor da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) que investigará possíveis omissões do governo federal no combate à pandemia de covid-19, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), quer convocar os ex-ministros da Saúde Luiz Mandetta, Nelson Teich e o general Eduardo Pazuello para prestarem depoimento.

A CPI também investigará repasses de verbas federais para Estados e Municípios. Nesse sentido, o senador quer convocar secretários de Saúde. O primeiro ente federativo deve ser Amazonas, onde o sistema de saúde pública entrou em colapso no início deste ano e pacientes morreram por falta de oxigênio.

O MPF (Ministério Público Federal), inclusive, citou uma série de omissões de Pazuello e a lentidão de resposta da pasta diante do avanço da covid-19 no Amazonas que contribuíram para o colapso hospitalar em Manaus.

Um dos pontos que devem ser investigados pela CPI, de acordo com membros da oposição, são relacionados à aquisição de vacinas contra a covid-19. Um deles é a negociação do governo federal com a Pfizer, em agosto de 2020, quando o país teria recusado a oferta da farmacêutica de 70 milhões de doses.

A expectativa é de que os membros da CPI se reúnem na próxima quinta-feira (22) para o primeiro encontro do colegiado. Na ocasião, serão eleitos presidente, vice-presidente e o relator – há acordo para que os cargos sejam distribuídos, respectivamente, para Omar Aziz (PSD-AM), Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e Renan Calheiros (MDB-AL). Desta forma, a comissão será comandada por parlamentares de oposição ou independentes, o que reflete a maioria dos integrantes do colegiado.

R7

Opinião dos leitores

  1. Tem que pegar todo mundo nesta CPI: governo Bozo que é um desastre e governadores e secretários estaduais que se aproveitaram das fartas verbas enviadas pelo governo federal

    1. O brasil é o 4° pais que mais vacina no mundo e o que mais curou

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Polêmica

Pastor que disse orar pela morte de Paulo Gustavo será processado por homofobia

Foto: reprodução

Dezenas de entidades LGBTQIA + e outros grupos defensores de direitos humanos anunciaram, neste sábado (17), que vão processar na Justiça o pastor José Olímpio, da Assembleia de Deus de Alagoas, que declarou orar pela morte do ator Paulo Gustavo, internado há um mês com covid-19, em estado grave.

“Esse é o ator Paulo Gustavo que alguns estão pedindo oração e reza. E você vai orar ou rezar? Eu oro para que o dono dele o leve para junto de si”, publicou o pastor em suas redes sociais nesta semana.  Após a repercussão negativa do comentário, José Olímpio apagou a publicação.

O artista, de 42 anos, é casado com o médico Thales Bretas, com quem tem dois bebês.

“É urgente que crimes como estes, motivados por homofobia, sejam enquadrados da tipificação da LGBTfobia , na lei de combate ao racismo de n. 7.716/2018, e que punições mais rigorosas e severas sejam tomadas  contra condutas homofóbicas e atos discriminatórios como o em questão”, diz a nota (veja a íntegra abaixo) assinada pelas principais entidades de defesa dos direitos de LGBTs do país ao anunciar que medidas judiciais serão tomadas contra o pastor.

Uma das signatárias do documento, a Aliança LGBT+ afirma que a declaração do pastor não é caso isolado, atinge cotidianamente gays, lésbicas e trans. “Vivemos tempos sombrios. Esta afirmativa foi dita por nós inúmeras vezes nos últimos meses. O mundo enfrenta uma gravíssima pandemia que segue ceifando milhões de vidas pelo globo, o país em que vivemos segue sendo epicentro da pandemia do novo coronavírus”, diz o movimento em nota própria.

“A pandemia que ainda segue em curso transformou o caráter de alguns e revelou o verdadeiro caráter de outros, fazendo com que pudéssemos separar o joio do trigo e sem nenhuma sombra de dúvidas fossemos capazes de compreender melhor o outro”, diz o texto assinado pelo ativista Toni Reis, líder da Aliança LGBT+. O texto de repúdio ao pastor também tem apoio de lideranças evangélicas.

Internado na UTI desde o começo de março, Paulo Gustavo enfrenta complicações da covid-19, está intubado e com pulmão artificial. Seu estado de saúde é considerado crítico. Nas redes sociais, Thales publica atualizações sobre o quadro clínico do companheiro.

A internação de Paulo Gustavo causou comoção entre fãs e artistas, que têm organizado correntes de oração pelo restabelecimento da saúde do ator, conhecido pelos papéis humorísticos, com sucessos tanto no teatro, na TV e no cinema.

O Congresso em Foco não conseguiu localizar o pastor José Olímpio para se manifestar sobre o comentário que fez sobre o ator. O espaço está aberto caso ele queira se manifestar.

“Queremos vida, felicidade e muita cidadania, direitos humanos. Ninguém merece a morte”, disse ao Congresso em Foco o presidente da Aliança LGBTI+, Toni Reis, colunista deste site.

A Aliança enviou ofício ao procurador-geral de Justiça de Alagoas, Márcio Roberto Tenório de Albuquerque, que abra investigação contra o pastor.

Congresso em Foco

Opinião dos leitores

  1. Não vi a parte que o pastor fala da sexualidade do ator, puro mimimi, o pastor com sua maldade, ora pelo q ele quiser, direito dele, embora esteja equivocado, pois Deus é amor.

  2. E quando jornalixos da folha pregam a morte ou o suicídio de presidente ? Será que as reações seriam semelhantes? A comoção seria a mesma ? Veja um lado e vejo o outro tbm. Acho os dois igualmente errados

  3. Jesus deve se revirar no túmulo toda vez que um charlatão abre a boca pra dizer que fala em nome Dele.

  4. Este “pastor” é um doente desequilibrado,Jesus manda orar até pelos inimigos.Esta não é o posicionamento dos evangélicos.Vamos orar pelo ator e pelo pastor,rimou..

  5. Discípulo do satanás é todos que participaram do maior roubo da história HUMANA. POR ESSE MOTIVO MUITOS MORRERAM DE FOME E NA MISÉRIA.

  6. Obrigada “Pastor” por envergonhar o evangelho. É por causa de pessoas assim que o evangélico está sendo desacreditado e ridicularizado por muitos. Espero que conheça o verdadeiro evangelho que é o oposto do que fez e que o Paulo seja curado.

    É cada uma que a gente tem que ler viu……

  7. Não li a matetia por não concordar com esse tipo de colocação e do comportamento do pastor, não o defendo, mais prestem atenção, isso virou lugar comum dos dois lados, se formos corretos, devemos rezar para o mesmo pau que bate em Francisco (e bata forte) bata em chico (também forte), não sejamos seletivos e partidários, a lei deve servir para todos de forma igualitaria, pena que o grande guardião da constituição, o STF, constantemente esqueça da carta magna.

  8. Homofobia e racismo são crimes… Já chamar o Presidente da República de genocida, sem ele ser, não é crime!

    1. Crime seria se ele não fosse genocida, o que não é verdade.

  9. Um verdadeiro cristão, e defensor da família; velo exemplo de cristão!! O Satanás agradece.

  10. Não chamem um Canalha desse tipo de Pastor, na verdade isso é um discípulo do satanás como pode um pregador da palavra de Deus desejar morte ao seu semelhante, na verdade esse aí deve ser um pistoleiro escondido em pubitos de igreja.

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Saúde

Ministério Público apura descoberta de 19 respiradores em sala de hospital no Pará; funcionários revelaram que havia uma ‘parede falsa’

Foto: Agência Pará

A Corregedoria do Ministério Público do Pará recebeu, no dia 8 de abril, uma notícia de fato – uma espécie de procedimento administrativo –  denunciando a descoberta de respiradores pulmonares em uma possível parede falsa, no Hospital Regional Abelardo Santos, em Icoaraci, distrito de Belém (PA). O pedido de apuração foi encaminhado à Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público e da Moralidade.

A Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) confirma que, no dia 22 de março, foram identificados 19 ventiladores pulmonares em uma sala nas instalações do hospital, mas nega a existência de uma parede falsa.

À CNN, funcionários do prédio revelaram, ontem (17), que uma parede precisou ser quebrada para terem acesso aos ventiladores. A pasta diz ainda que uma comissão interna está apurando as razões dos aparelhos não terem sido utilizados até aquele momento.

O promotor responsável pela investigação, Rodier Barata Ataíde, disse à reportagem que realizou uma análise preliminar da denúncia e, na última quarta-feira (14), determinou diligências para levantar mais informações sobre o caso.“Nós avaliamos que, sim, têm relevância o que está sendo noticiado e precisa de uma apuração.

Especialmente, em dois sentidos: um é direcionado para que esses equipamentos estejam colocados em uso por conta da vida das pessoas que precisam de respiradores e o outro já é quanto às eventuais responsabilidades de gestores por essa ocorrência.”, disse.

Em nota, a Secretaria diz que os respiradores foram imediatamente colocados em uso após a realização de uma análise técnica. De acordo com a pasta, o atendimento de pacientes não foi prejudicado, por conta do hospital estadual já estar com o seu quantitativo de UTI na capacidade máxima, tendo sido os aparelhos distribuídos na rede estadual.

Segundo o despacho do Ministério Público, entre as determinações, a Sespa terá 10 dias úteis para esclarecer se houve uma abertura de procedimento administrativo para apurar responsabilidades, comunicação a órgãos de Segurança Pública e quais outras providências adotadas.

“Até amanhã, serão enviados as solicitações de informações para a Sespa e para a direção do hospital para dizer o que fizeram sobre o caso. Inclusive, estou solicitando também todos os documentos disponíveis, incluindo as notas fiscais dos equipamentos.”, explica.

Respiradores encontrados

Segundo uma funcionária do hospital que aceitou dar entrevista à CNN sob a condição de ter a identidade preservada, os 19 respiradores eram registrados, mas estavam desaparecidos.

Por conta disso, ainda de acordo com ela, o setor financeiro da Sespa estava à procura dos equipamentos, mas a história foi abafada durante o processo de troca de gestão da Organização Social de Saúde (OSS) Santa Casa de Misericórdia de Pacaembu, que administrava o hospital.

A Direção do Instituto de Saúde Social e Ambiental da Amazônia (Issaa), OSS responsável pela atual gestão do hospital diz que preza pela transparência na administração pública e também nega que os 19 respiradores estavam em parede falsa no momento em que foram identificados.

Até o momento, a Secretaria de Estado de Saúde Pública do Pará não informou o valor pago por equipamento e nem a data de aquisição. Procurada, a Santa Casa de Pacaembu ainda não se pronunciou sobre o caso.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. Não há perigo deste fato se repetir em nosso estado, pois os respiradores já chegaram sem funcionar !!!

  2. O que será que ocorreu no Para? Será que em outros estados fatos semelhantes ocorreram? Aqui no nosso, ocorreram algumas situações que beiram o ridículo e total descompromisso com a população, finalidade? Desestabilizar o presidente a custa de mortes.

  3. Se preocupem não, o pai do governador que faz parte da CPI,vai apurar rigorosamente este fato.

    1. Renan Calheiros eh um bandido, todos sabem! Mas não espalhe fake news: ele eh pai do governador de Alagoas, não do Pará! O governador do Pará eh aliado do MINTOmaníaco!

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Saúde

COVID: Brasil registra 1.657 óbitos e 42 mil novos casos nas últimas 24h

O Ministério da Saúde divulgou os dados mais recentes sobre o coronavírus no Brasil neste domingo (18):

– O país registrou 1.657 óbitos nas últimas 24h, totalizando 373.335 mortes;

– Foram 42.980 novos casos de coronavírus registrados, no total 13.943.071 pessoas já foram infectadas.

– O número total de recuperados do coronavírus é 12.391.599, com o registro de mais 46.738 pacientes curados. Outros 1.178.137 pacientes estão em acompanhamento.

Opinião dos leitores

    1. Nordeste veio de guerra, de cabras de coragem e valentes…aqui Bozo não ganhou (e nem vai ganhar)…

    2. Aqui é um paraíso. Nosso índice de desenvolvimento humano é de primeiro mundo, faz inveja a qualquer um.

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Educação

VÍDEO: Estudante faz campanha para comprar computador após ser enganada por ‘amigo’ que a fez acreditar ter sido aprovada em Medicina na UFRN

Uma estudante passou por uma situação, no mínimo, constrangedora após ter sido enganada por um ‘amigo’ que a fez acreditar que havia sido aprovada para cursar Medicina na UFRN.

Rutinéia gravou um vídeo pedindo doações para comprar um computador que a pudesse auxiliar no acompanhamento do curso de Medicina da UFRN, para o qual ela acreditava ter sido aprovada. No entanto, esse ‘amigo’, que ficou responsável pela inscrição de Rutinéia no SISU não a inscreveu no curso tão sonhado pela garota.

Outros amigos, João e Mateus, ajudaram Rutinéia a gravar outro vídeo pedindo desculpas pelo mal entendido e explicando que o tal ‘amigo’ a quem a estudante havia confiado a inscrição no SISU inseriu a nota dela no ENEM em outros cursos que não eram de interesse da estudante. E mais, segundo o colega, usando cotas as quais a estudante não teria como comprovar fazer parte, não tendo assim com ingressar na faculdade, explica João no vídeo.

Diante de tal situação, Rutinéia e os amigos informaram que devolverão todo o dinheiro aos doadores da campanha e disseram que buscarão os direitos da amiga através da Justiça. A estudante pediu perdão a todos que assim como ela se sentiram enganados com o que aconteceu.

Opinião dos leitores

  1. Antes eu ficava com pena da menina, e com raiva do amigo, mas hoje não, situação como essa, é reflexo de um país de impunidade, o cara faz isso porque sabe que não vai ser punido, isso é reflexo da impunidade , escancarado em especial pela suprema corte do país , que deixa na impunidade o maior bandido do Brasil.

    1. Ele se inspirou em luladrão, se faz de amigo dos pobres e rouba bilhões com os mega tubarões, destruindo o país e as oportunidades dos trabalhadores.

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Esporte

América-RN vence o ABC por 1 a 0 no primeiro Clássico Rei do ano

Imagem: reprodução/YouTube – Band RN

Com um gol do atacane Wallace Pernambucano logo no início da partida, o América-RN venceu o ABC por 1 a 0, no primeiro Clássico Rei de 2021, válido pela quinta rodada do primeiro turno do Campeonato Potiguar.

A partida ainda teve a expulsão de Geovani pelo lado alvirrubro e Marco Antônio do Mais Querido que se desentenderam em uma jogada. Após serem expulsos, os jogadores se cumprimentaram no caminho para os vestiários.

Com o resultado, o América-RN chega aos 13 pontos e divide a liderança com o Globo. O ABC é o quarto, com sete pontos, mas tem dois jogos a menos que América e Globo.

Opinião dos leitores

  1. Silêncio, respeita que Papai chegou !!
    A burrinha deu adeus ao turno hoje, pode escrever.
    Hora de dar tchau mas não chora não que a mamadeira ta cheia de leite, viu bebê?
    Kkkkkkkkkk
    Ganhar é bom mas ganhar da burra de pium…
    Não tem preço!!

  2. Com certeza esse jogo deve está ENTRE OS 3 PIORES JOGOS DA HISTÓRIA ENTRE ABC X AMÉRICA. NÍVEL HORROROSO, O ABC DEU UM CHUTE A GOL AOS 16 MIN DO SEGUNDO TEMPO. O AMERICA SÓ CHUTOU A BOLA DO GOL.

    1. O abcD só chutou uma bola porque a defesa do América estava impecável hoje.

      Venceu o maior do RN.

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