Educação

CGU abre processo contra dois professores universitários após Bolsonaro ser chamado de ‘sujeito machista, racista, homofóbico, genocida’, entre outros

O ex-reitor Universidade Federal de Pelotas Pedro Rodrigues Curi Hallal Foto: Divulgação

A partir da representação de um deputado federal, a Controladoria-Geral da União (CGU) instaurou um processo contra dois professores universitários que criticaram o presidente Jair Bolsonaro. Chamados a dar esclarecimentos, os dois professores da Universidade Federal de Pelotas (Ufpel) assinaram um termo de ajustamento de conduta (TAC).

Um dos alvos é o ex-reitor da Ufpel Pedro Hallal, que tem sido um crítico da atuação de Bolsonaro na pandemia de Covid-19. De acordo com Hallal, ele teve que se comprometer a não repetir o ato pelos próximos dois anos.

O outro alvo foi o professor Eraldo dos Santos Pinheiro, pró-reitor de Extensão e Cultura da Ufpel. O TAC é um acordo firmado em casos de infração disciplinar de menor potencial ofensivo que impede a continuidade do processo administrativo.

Os extratos dos TACs foram publicados na terça-feira no Diário Oficial da União (DOU) e registram que os professores proferiram, em janeiro, “manifestação desrespeitosa e de desapreço direcionada ao Presidente da República”. O ato é baseado em um artigo da lei 8.112 que proíbe funcionário públicos de “promover manifestação de apreço ou desapreço no recinto da repartição”.

Como as falas foram feitas em canais oficiais da Ufpel no Youtube e o Facebook, a CGU considerou que isso poderia ser considerado como “local de trabalho”, “por ser um meio digital de comunicação online disponibilizado pela universidade”.

De acordo com Hallal, o processo na CGU foi motivado por uma representação do deputado federal Bibo Nunes (PSL-RS). O professor disse, no entanto, que uma análise descartou infrações graves e determinou que o único enquadramento possível seria no artigo sobre o “desapreço”, considero de menor potencial ofensivo. Por isso, o professor preferiu assinar o TAC e evitar um processo.

— Eu conversei com os meus advogados e entendemos que esse era um desfecho adequado para nós, porque era um arquivamento sumário do processo. As acusações graves a própria CGU descartou — relatou o ex-reitor.

A CGU foi procurada para comentar o caso, mas ainda não retornou. Bibo Nunes afirmou que fez representações contra Hallal em diversos órgãos e que pediu o afastamento do professor da vida pública. Ele considera o TAC “muito aquém” do necessário.

Crítica à nomeação de segunda mais votada

A fala que motivou o processo na CGU foi realizada durante transmissão para comentar a nomeação da nova reitora da Ufpel. Após votação para definir o substituto de Hallal, Bolsonaro nomeou a segunda mais votada da lista tríplice, Isabela Fernandes Andrade, o que foi criticado pela comunidade acadêmica.Isabela, no entanto, resolveu dividir o cargo com Paulo Ferreira Júnior, o mais votado.

Em transmissão no dia 7 de janeiro, Hallal afirmou que Bolsonaro tentou dar um “golpe” na universidade:

— Quem tentou dar um golpe na comunidade foi o presidente da República, e eu digo presidente com “p” minúsculo. Nada disso estaria acontecendo se a população não tivesse votado em defensor de torturador, em alguém que diz que mulher não merecia ser estuprada ou no único chefe de Estado do mundo que defende a não vacinação da população — disse o professor, na ocasião.

Na mesma transmissão, Eraldo chamou Bolsonaro de “genocida”:

— Grupo liderado por um sujeito machista, racista, homofóbico, genocida, que exalta torturadores e milicianos. Que ao longo do tempo vem minando, destruindo as estruturas já precárias de nossas instituições.

No ano passado, o GLOBO mostrou que um documento produzido pela CGU estabelecia que poderiam ser punidos os servidores públicos federais que usarem as redes sociais para criticar seus superiores ou órgãos que ocupam. Um dos pontos levantados pelo órgão na época foi justamente o artigo que trata de manifestações de “desapreço”.

Entretanto, a posição não é unânime dentro do governo federal. Pelo menos um ministério já expôs entendimento divergente: também no ano passado, a consultoria jurídica do Ministério da Defesa emitiu parecer reconhecendo que os servidores civis não podem ser punidos administrativamente por criticarem o presidente.

O Globo

 

Opinião dos leitores

  1. É um preparo para implantar a lei da mordaça. Esse país com esse "presidente", com o" P" minúsculo, a cada dia cresce como rabo de cavalo, só para baixo.

  2. Sorte q foi contra o pateta, se fosse contra o mosqueiro Alexandre ou um de seus pares estaria na jaula

  3. A CGU deveria analisar o comportamento aético, acintoso do Reitor do Instituto Federal do RN que, faz alguns, chamou o presidente Jair Messias Bolsonaro de bandido. Muita falta de respeito do militante petista.

  4. Bem feito pra essa turma não ficar falando do Chefe.
    Tem que respeitar!!Se fosse com Alexandre de Morais já estariam recolhidos a uma penitenciária agrícola.

  5. A lógica não pode servir de conveniência a ninguém, quando um desvairado agrediu um poder, muitos o criticaram acertadamente…..onde estava a liberdade de expressão? Agora agridem um presidente eleito legitimamente, gostem ou não e querem tratamento diferenciado? "Pau que bate em Francisco, bate em Chico"

    1. E o deputado federal do rio de janeiro?
      Não pode usar essa liberdade não?
      Hehehehehe…

  6. Liberdade de expressão sem dúvida alguma.
    Fazem isso p intimidar e perseguir os opositores. Tá igual Maduro na Venezuela.

  7. A direita demora demais para buscar seus direitos. Quando um ser vivo chama um esquerdista de feio, no outro dia tem 200 advogados abrindo ação penal contra o radical, opressor, anti democrático e perigo para sociedade que teve a falta de respeito em chamar uma pessoa da esquerda de feio. Não? Exemplos não faltam. Tem traficante e chefes de facções que foram presos e estão soltos, mas deputado e jornalista que emitiram opiniões estão presos, sem direito a fiança.

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Geral

Expedito e a missão de resgatar o São João: Luminova promove viagem pela cultura nordestina

Expedito, um menino morador de um vilarejo, percebeu que a tradição do São João está desaparecendo da sua comunidade. E para manter viva a chama dos festejos juninos, ele decide partir em uma jornada pelo Nordeste. Esse será o fio condutor do projeto cultural “Arraiá na Terra de Luminópolis” que a Escola Luminova realiza, no próximo dia 19 de junho, a partir das 19h, no Boulevard Hall, em Nova Parnamirim.

De acordo com a coordenadora pedagógica da escola, Mirela Visiane, o projeto foi desenvolvido para aproximar os alunos da cultura popular nordestina por meio de experiências lúdicas e educativas.

“A proposta é trabalhar a valorização das tradições juninas de forma significativa, despertando nas crianças o sentimento de pertencimento cultural e o contato com elementos que fazem parte da identidade do Nordeste”, afirma.

Na história que será contada, cada turma será responsável por um elemento do São João. A ideia, de acordo com a coordenadora pedagógica, é que Expedito encontre eles durante a sua jornada em busca de resgatar a tradição do São João, o que irá culminar no grande arraiá do vilarejo de Luminópolis. Elementos como o forró, as bandeirinhas e os balões estarão “perdidos” e serão recuperados durante a aventura do personagem, numa celebração que enaltece o festejo junino.

“O evento promete uma viagem pela magia da festa junina, por meio de uma celebração repleta de cores, sabores, tradições e momentos inesquecíveis”, reforçou a coordenadora.

Sobre a Escola Luminova

A Luminova Natal foi fundada em Natal há 4 anos e vem se destacando no cenário educacional da cidade. A escola, que mantém turmas no ensino fundamental e médio, fica na Rua Joaquim Alves, 1976 A, em localização privilegiada no bairro de Lagoa Nova, perto do Shopping Via Direta e do Campus da UFRN. Mais informações da escola podem ser obtidas no perfil do Instagram @luminova.natal.

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Geral

Pedro Filho participa da abertura das comemorações pelos 108 anos da Assembleia de Deus no RN

O pré-candidato a deputado federal Pedro Filho participou dos dois primeiros dias da Escola Bíblica de Obreiros e Esposas do Rio Grande do Norte (EBOERN), evento que integra a programação comemorativa pelos 108 anos da Assembleia de Deus no estado.

Reconhecida como uma das maiores mobilizações evangélicas do Rio Grande do Norte, a EBOERN reúne pastores, obreiros, lideranças religiosas e fiéis de diversas regiões do estado em momentos de comunhão, ensino bíblico e fortalecimento espiritual.

A presença de Pedro Filho no evento reforça sua ligação histórica com a igreja evangélica. Nascido em um lar cristão e criado dentro da Assembleia de Deus, Pedro construiu sua trajetória pessoal e pública conectada aos princípios da fé cristã e hoje é reconhecido como uma das lideranças do segmento evangélico no estado, defensor das pautas ligadas à defesa da família, da liberdade religiosa e dos valores cristãos.

Vereador em Assú e pré-candidato a deputado federal, Pedro Filho tem intensificado agendas políticas e religiosas em todo o Rio Grande do Norte, fortalecendo sua imagem como representante de pautas conservadoras e defensor dos princípios cristãos.

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Motta confirma votação da PEC sobre fim da escala 6×1 no plenário da Câmara até quinta-feira (28)

Foto: Vinicius Loures/Câmara dos Deputados

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, afirmou nesta terça-feira (26) que a PEC do fim da escala 6×1 deve ser votada no plenário até quinta-feira (28).

A proposta prevê a redução da jornada semanal em duas etapas, após acordo entre a Câmara e o governo federal. A carga horária passará de 44 para 42 horas ainda neste ano, 60 dias após a promulgação da PEC. Depois, cairá para 40 horas em até 12 meses.

O texto foi apresentado pelo relator Leo Prates, mas a votação na comissão especial foi adiada após pedido de vista do deputado Maurício Macron.

Como contrapartida ao setor produtivo, Hugo Motta negociou medidas voltadas aos microempreendedores, incluindo flexibilização de contratações e possível reajuste do teto do MEI.

O presidente da Câmara também disse acreditar que o Senado dará andamento à proposta após a conclusão da votação na Câmara, apesar do desgaste recente entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e Davi Alcolumbre.

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CNJ aprova proposta de Fachin e juízes terão contracheque único; objetivo é evitar salários acima do teto

Foto: Gustavo Moreno/CNJ

O Conselho Nacional de Justiça aprovou nesta terça-feira (26) a criação do contracheque único para todos os juízes do país. A proposta foi apresentada pelo ministro Edson Fachin e aprovada por unanimidade.

A medida busca ampliar a transparência e facilitar a fiscalização dos salários e verbas extras pagas a magistrados, evitando pagamentos acima do teto constitucional, atualmente em R$ 46,3 mil.

Com a nova regra, cada juiz terá apenas um contracheque mensal, reunindo salário e verbas indenizatórias. Também ficam proibidas folhas suplementares ou pagamentos separados.

A resolução determina ainda a padronização das verbas e proíbe a criação de novos tipos de remuneração sem autorização legal. O documento deverá informar o valor total efetivamente pago ao magistrado.

Os tribunais terão 60 dias para se adequar às novas regras. O Conselho Nacional do Ministério Público também aprovou medida semelhante para procuradores e promotores.

Durante a sessão, Fachin afirmou que “a transparência não é uma ameaça ao Poder Judiciário” e que a medida fortalece a credibilidade da Justiça.

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PT reage a Jean Paul Prates e avisa: suplências seguem em aberto no RN

Foto: Tuane Fernandes/Bloomberg | Foto: Francisco de Assis

A entrevista da presidente estadual do Partido dos Trabalhadores, Samanda Alves, à TV Ponta Negra foi interpretada nos bastidores como uma resposta direta ao ex-senador Jean Paul Prates.

Jean Paul vinha defendendo que caberia ao Partido Democrático Trabalhista definir a composição da chapa de Rafael Motta, incluindo a primeira suplência ao Senado, espaço que ele próprio tenta ocupar.

A posição desagradou setores do PT, que defendem que as definições da majoritária passem por discussão coletiva entre os partidos do “time de Lula” no RN.

Ao afirmar que “não dá para ser o meu suplente preferencial sem ouvir aqueles que estão construindo esse palanque conosco”, Samanda reforçou que tanto as suplências quanto a vaga de vice-governador seguem em aberto.

Nos bastidores, aliados avaliam que Jean Paul antecipou uma discussão ainda não pactuada entre os partidos da base governista.

Com informações de 98 FM Natal

Opinião dos leitores

  1. Este forasteiro, vive levando canto de carroceria e ainda fica babando essa gentinha. É um babaca mesmo,aliais todos esses partidos sub-legendas, são subservientes e vivem sob a asa da seita dos esquerdopatas, sempre com uma sinecurazinha.

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[VÍDEO] Construtor em Jucurutu diz que não encontra ninguém para trabalhar: “pediram as contas para não perder o Bolsa Família”

Um construtor na cidade de Jucurutu, na região Seridó do RN, registrou imagens de uma obra paralisada por falta de mão de obra. “Esta obra aqui está no começo, precisando de gente para trabalhar e não tem. Minha equipe tinha 16 pessoas e hoje só tem 12. Não tem 20, 30 porque a gente não acha. Não tem ninguém para trabalhar aqui em Jucurutu”, disse.

E ele complementou a fala afirmando que 4 pessoas “pediram as contas para não perder o Bolsa Família”. “Deixaram de ganhar quase 3 mil conto por causa de R$ 600, uma mixaria. O que acontece com o nosso país é isso hoje em dia”. Ele ainda mostrou outras obras nos arredores que enfrentam situações semelhantes.

Opinião dos leitores

    1. É do bolsa família que eles gostam, não querem mais trabalharem.
      Que país é esse.
      Como. Diria Borys Casoy
      Isso é uma vergonha

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Geral

ATLAS DA VIOLÊNCIA: 17 das 20 cidades com mais homicídios em 2024 estão no Nordeste; veja lista

Foto: Getty Images

A região Nordeste concentra 17 das 20 cidades com maiores índices de homicídios do Brasil em 2024, segundo o Atlas da Violência divulgado nesta terça-feira (26) pelo Ipea e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

O ranking é liderado por Maranguape, no Ceará, com taxa estimada de 87,2 homicídios por 100 mil habitantes. Em seguida aparecem Jequié, com 79,4, e Maracanaú, com 74,1.

A Bahia concentra dez municípios entre os 20 mais violentos do país, enquanto o Ceará possui cinco cidades na lista. Municípios das regiões Norte e Centro-Oeste completam o ranking.

Segundo o estudo, as taxas foram calculadas com base em homicídios estimados, metodologia que inclui mortes violentas inicialmente registradas sem causa definida. Para isso, os pesquisadores utilizaram técnicas de aprendizado de máquina para identificar possíveis homicídios ocultos.

O levantamento mostra ainda que, entre os 336 municípios brasileiros com mais de 100 mil habitantes, 46 tiveram taxas acima de 40 homicídios por 100 mil moradores, enquanto 62 registraram índices abaixo de 10.

Veja a lista abaixo:

Cidade UF Taxa de homicídios estimada* População
Maranguape CE                     81,2 106.757
Jequié BA                     78,4 165.725
Maracanaú CE                     74,1 240.854
Itapipoca CE                     74,0 107.562
Caucaia CE                     71,9 375.730
Eunápolis BA                     71,8 124.481
Feira de Santana BA                     67,0 675.481
Porto Seguro BA                     64,6 168.007
Simões Filho BA                     64,0 130.794
Camaçari BA                     63,9 313.594
Serrinha BA                     63,8 103.985
Teixeira de Freitas BA                     60,7 153.932
Sobral CE                     58,9 215.286
Cabo de Santo Agostinho PE                     58,9 210.709
Lauro de Freitas BA                     57,8 203.906
São Lourenço da Mata PE                     56,9 113.230
Santana AP                     55,8 115.471
Marituba PA                     55,5 119.392
Ilhéus BA                     53,7 178.703
Salvador BA                     53,7 2.568.928

* Homicídios estimados a cada 100 mil habitantes.
Fonte: Atlas da Violência 2025 / Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

Opinião dos leitores

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Economia

Governo Lula regulamenta subsídio de R$ 0,44 à gasolina

Foto: Reprodução

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinou na 2ª feira (25.mai.2026) um decreto que regulamenta a nova subvenção de R$ 0,44 por litro de gasolina para tentar conter os impactos da alta dos combustíveis. A medida foi publicada em edição extra do DOU (Diário Oficial da União).

O subsídio terá duração de 2 meses e será pago diretamente a produtores e importadores por meio da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis). O objetivo é mitigar os efeitos da guerra no Oriente Médio sobre o mercado internacional de petróleo e derivados.

O decreto nº 12.984 de 2026, publicado na 2ª feira, regulamenta a MP (medida provisória) nº 1.358 de 2026, editada pelo governo em 13 de maio. A nova subvenção corresponderá aos valores dos tributos federais descontados do preço de venda praticado por produtores e importadores de combustíveis.

As empresas interessadas deverão solicitar habilitação ao programa por meio de termo de adesão.

A medida é a 1ª voltada à gasolina desde o início da guerra, em 28 de fevereiro. Até então, o governo havia adotado ao menos 3 medidas de intervenção relacionadas ao diesel.

Poder360

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    1. Esse é o jumento ,Sempre defendendo o corno de nove dedos…

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Política

Líder do PL na AL/RN diz que oposição está unida para fazer de Álvaro Dias o governador que “vai tirar o estado do atoleiro”

Foto: Divulgação

O deputado estadual Tomba Farias, líder do PL na Assembleia Legislativa, disse hoje que as forças oposicionistas estão unidas para fazer do ex-prefeito de Natal, Álvaro Dias (PL), pré-candidato ao governo do Estado, o governador que irá “ tirar o Rio Grande do Norte do atoleiro em que se encontra”. O parlamentar, que durante o final de semana participou de agenda política ao lado de Álvaro Dias e de outras lideranças da oposição, destacou que as proposta do pré-candidato para a reconstrução do Estado tem sido bem recebidas e assimiladas em todos os municípios por onde passa.

“O discurso de renovação de Álvaro Dias vem obtendo ampla aceitação por parte do povo, principalmente nos municípios do interior do estado, que sofrem com a ausência de um governo estadual eficiente no seu dia-a-dia. Álvaro é reconhecido por sua história de municipalista, por sua experiência e o serviço prestado como deputado estadual, deputado federal e prefeito de Natal por dois mandatos. É o nome que vai traçar um futuro promissor para o Estado”, enfatizou.

O líder do PL na Assembleia Legislativa disse acreditar que Álvaro Dias não será só o “governador da reconstrução”, como também o “governador da retomada do desenvolvimento, do avanço e do progresso. Segundo Tomba, quem soube administrar o segundo maior orçamento do Estado, que é o de Natal, onde implantou avanços significativos, também fará o mesmo pelo estado do Rio Grande do Norte”, explicou.

Tomba Farias anunciou que vai caminhar com Álvaro Dias por todos municípios das regiões que compõem a sua base política, a começar pelo Trairi e a cidade de Santa Cruz. O parlamentar lembrou que na última sexta-feira o pré-candidato esteve em Santa Cruz por ocasião da procissão de Santa Rita Cássia, ocasião em que foi recebido com carinho pela população local. “Cada abraço, cada aperto de mão foi uma demonstração de que a sua aceitação popular é um fato real e irreversível”, assinalou.

Ao comentar as declarações de Tomba Farias, Álvaro Dias observou que a recente pesquisa que o coloca na dianteira da corrida eleitoral com 34,5% retrata o reconhecimento popular com relação a sua atuação como político e gestor. “São as obras que fizemos em Natal, as mudanças que implantamos e que permitiram a cidade avançar, além da convicção da população sobre tudo que podemos fazer pelo Rio Grande do Norte”, destacou.

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Brasil

6×1: Proposta prevê redução da jornada para 42h e duas folgas na semana

Foto: Reuters

Caso o fim da escala 6×1 seja aprovado pelo Congresso Nacional, os trabalhadores passarão a ter dois dias de folga na semana. O parecer do relator da PEC (Proposta de Emenda à Constituição), deputado Leo Prates (Republicanos-BA), prevê o início da redução da jornada de trabalho 60 dias após o texto ser promulgado.

Pela proposta, limite da jornada cai para 42 horas semanais após 60 dias da promulgação da nova emenda constitucional, já com o repouso remunerado de dois dias por semana. Doze meses depois dessa etapa, o limite será fixado definitivamente em 40 horas semanais.

O texto prevê que um dia de folga seja concedido preferencialmente aos domingos. Além disso, não haverá redução de salário.

Para que as mudanças entrem em vigor, a PEC precisa ser aprovada pelas duas Casas e oficializada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Atualmente, o texto em está sendo analisado por uma comissão especial da Câmara dos Deputados.

A expectativa é de que o colegiado vote a proposta na próxima quarta-feira (27). Se aprovada, o texto vai para o Plenário da Câmara. O parecer da proposta foi apresentado na segunda-feira (25) após acordo com o governo.

CNN

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