CGU suspendeu R$ 812 milhões em editais por suspeita de fraude, informa ministro Wagner Rosário

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

O ministro da Controladoria-Geral da União (CGU), Wagner Rosário, disse nesta sexta-feira (4) que entre dezembro de 2018 e agosto deste ano foram suspensas licitações para compras públicas com um valor total de R$ 812 milhões por suspeita de fraude. Segundo o ministro, os indícios foram identificados a partir de problemas ocorridos em contratos anteriores.

“Nós pegamos casos de corrupção confirmados e fomos estudar os editais de licitação. Verificamos que esses editais possuíam características comuns”, disse ao palestrar na universidade Mackenzie. Esses pontos foram usados para elaborar um programa que faz uma triagem nos textos das concorrências públicas. “A partir daí, a turma de TI [tecnologia da informação] desenvolveu um algoritmo que identifica esses casos. Então diariamente agora, 250 licitações de pregão eletrônico vão para o sistema de compras do governo federal”, explicou o ministro.

O uso do processamento digital permite que a CGU consiga analisar a grande quantidade de processos de licitação abertos diariamente. “São em torno de 5 mil páginas de edital de licitação por dia e o algoritmo tentando identificar aqueles problemas que, quando presentes em editais anteriores, ocasionaram casos de fraude. A partir dessa análise nós levantamos os editais que apresentam risco de ocorrência de fraude”, acrescentou.

As licitações com pontos duvidosos são, então, checadas por uma comissão do órgão. “Esses editais vão para a análise de um grupo de três servidores antes da licitação ocorrer. E as recomendações de resoluções de problemas vão antes da licitação ocorrer”, disse.

Agência Brasil

 

UFRN, Funpec e Fields: CGU anuncia auditoria

O Blog do Dina – por Dinarte Assunção, destaca nesta terça-feira(04) que o Ministério Público Federal pediu à Controladoria Geral da União que audite o contrato da Funpec com a agência Fields para poder instruir seu trabalho. O pedido foi feito em 27 de fevereiro deste ano pelo procurador Kleber Martins e consta no inquérito civil público sobre o caso. Conheça os questionamentos do procurador e a resposta da CGU em matéria em destaque aqui

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Fonseca disse:

    Ta aí pra que serve dinheiro do povo, pra facilitar a vida dos cumpades, onde já se viu um valor de uma mega sena pra uma propaganda que eu nunca vi, se fazia com 1/9 desse valor e a educação ?

  2. Ivan disse:

    Cana nesses bandidos!!!!

  3. PT Falido disse:

    Quem vai para Curitiba fazer companhia a Lula?????
    Lula Livre!!!!!!! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  4. joao disse:

    Vai feder…

  5. joao disse:

    Ouvi a entrevista numa Radio nesta data sobre esse processo de licitacao e gastos ligado a uma fundacao da UFRN. Creio que pra um Coordenador, ou melhor, gestor de um programa que é responsavel por um orçamento altíssimo de milhoes de reais, as respostas foram vagas e em tom que parecia ser um pouco sarcastico aos meus ouvidos. O entrevistador ate poderia ser, mas quem ta precisando explicar nao. Falou de maças, bananas etc, de tao bonito é o programa, porem nao respondeu as questoes banais do jornalista. Importava ao povo saber pq se gastou muito em despesas que podem ser comparadas em tomada de preço, em contratos parecidos. Uma banana, custa uma banana, mas dizer que a banana por ser mais bonita, ter uma finalidade social etc justificaria um gasto 5x maior, nao justifica a finalidade de algo coletivo, apenas por dizer que o tempo dirá. Nem porque precisava de tantas bananas ou maças. Muitos politicos caíram e responderam açoes por fatos similares. Ficou pior a impressao que passou, isso em um momento em que a populacao nao aguenta mais gastos, impostos, desemprego, corrupcao, manifestacao pro-pt etc. O povo nao aguenta tantas bananas.

  6. Ems disse:

    "Lula Livre" !!!! Kkkkkkkkkk

  7. Tertu disse:

    Vai começar a lava reitoria

Ranking de transparência da CGU: Natal é a capital com pior desempenho do país

Dados divulgados pela Controladoria Geral da União nessa quarta (12) indicam que a cidade de Natal é a capital do país com o pior desempenho na Escala Brasil Transparente (EBT) que avalia a transparência dos estados e municípios brasileiros. A capital potiguar obteve nota 5,59, enquanto a média das capitais brasileiras foi 8,08. Das capitais, 93% possuem nota maior que 6, sendo que oito delas (30%) estão entre 9 e 10: Vitória (ES), Recife (PE), Curitiba (PR), Campo Grande (MS), Porto Velho (RO), Maceió (AL), Brasília (DF) e Cuiabá (MT). Com relação aos demais entes avaliados, 340 municípios (51% do total) conseguiram nota superior a 6 pontos.

A Escala Brasil Transparente busca verificar o grau de cumprimento de dispositivos da Lei de Acesso à Informação (LAI) e de outros normativos sobre transparência nos Estados e no Distrito Federal, além de todos os municípios com mais de 50 mil habitantes, incluindo as capitais (com base nas estimativas do IBGE em 2017). No total, foram avaliados 691 entes federativos – universo que abrange quase 70% da população brasileira.

Ranking por estados

A Escala Brasil Transparente (EBT) – Avaliação 360° revelou que 22 estados e o Distrito Federal (85% das UF) tiveram nota acima de 7. Das capitais, 93% possuem nota maior que 6, sendo que oito delas (30%) estão entre 9 e 10: Vitória (ES), Recife (PE), Curitiba (PR), Campo Grande (MS), Porto Velho (RO), Maceió (AL), Brasília (DF) e Cuiabá (MT). Com relação aos demais entes avaliados, 340 municípios (51% do total) conseguiram nota superior a 6 pontos. O Rio Grande do Norte obteve nota 8,8 e ficou na sétima posição. A média dos estados do país foi de 7,94.

Metodologia

A EBT diferentemente das três edições anteriores, traz uma inovação na sua metodologia. A principal diferença é que além da transparência passiva, também foi avaliada a transparência ativa. Ou seja, além da regulamentação da LAI – existência de canal (presencial e eletrônico) para solicitações de informação pelos cidadãos (SIC) e atendimento desses pedidos – a CGU mapeou como governos estaduais e municipais publicam na internet os dados sobre receitas e despesas, licitações e contratos, estrutura administrativa, obras públicas, lista de servidores, entre outros.

Em caso de discordância em relação a algum item da avaliação da EBT – Avaliação 360°, os gestores públicos devem entrar em contato com a CGU por meio do formulário eletrônico, disponível no Portal da Transparência do Governo Federal, até dia 28 de dezembro de 2018.

Com acréscimo de informações do G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Justiceiro disse:

    Bruno do BG, sei que vc tem sangue esquerdista… mano! pelas caridades, ajude-nos a convenser essa elite potiguar de merda a exterminar essas artimanhas ptistas. Faça isso pelo seu, o nosso RN. Ainda quero ver esse RN renascer das cinzas. Povo tudo alienado acreditando num dos maiores chefe de quadrilha chamado LULA. Deus esteja conosco. Abraço.

Balanço da CGU mostra que foram desviados R$ 2 bilhões da Educação

2015-876471610-como-multiplicar-dinheiro.jpg_20151226Balanço divulgado hoje (27) pela Controladoria-Geral da União (CGU) mostra que, desde 2003, foram desviados R$ 2 bilhões destinados à merenda e ao transporte escolar em diversos municípios no país. Os recursos foram desviados de programas federais que recebem repasses da União. Os ministérios da Justiça, da Educação, e a CGU assinaram uma portaria conjunta estabelecendo medidas para combater as irregularidades e atuar na fiscalização desses recursos.

Ao todo, 2,7 mil municípios foram fiscalizados durante esse período e, em 199 deles foram constatadas irregularidades. Em operações conjuntas feitas pela CGU e Polícia Federal, foram presas 350 pessoas. A GCU citou, como exemplo, cinco municípios que, juntos, tiveram um prejuízo estimado em R$ 380 milhões, no período: Sermão aos Peixes (MA), onde foi constatado o desvio de R$ 114 milhões; Infecto (BA), de R$ 90 milhões; Fidúcia (PR), de 70 milhões; Cauxi (AM), de R$ 56 milhões; e, Carona (PE), R$ 50 milhões.

“A corrupção retira recursos públicos que servem para atender as demandas da sociedade. É indiscutivelmente mais grave e doloso quando se vê desvio de verbas na educação e, ainda mais, em áreas como merenda e transporte. Estão minando a possibilidade que o jovem ou a criança venham a ter um futuro melhor”, disse o ministro interino da CGU, Carlos Higino Ribeiro de Alencar.

A CGU constatou, nesses municípios, a relação entre a má gestão e o desempenho dos alunos. A média dos Índices de Desempenho da Educação Básica (Ideb) onde há corrupção é menor que a média nacional. A média nacional é 5,2, enquanto nos locais onde foi constatada fraude nos programas é 3,55.

Alencar disse que, em muitas das cidades visitadas, foi constatada ainda má gestão, o que não necessariamente configura crime. Ele citou, como exemplo, o mau condicionamento dos alimentos que seriam servidos às crianças e a falta de zelo dos gestores com os programas.

O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, afirmou que os desvios foram feitos de recursos enviados diretamente a estados e municípios por meio de ações como o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) e o Programa Nacional de Apoio ao Transporte do Escolar (Pnate). Pelo primeiro, o Ministério da Educação (MEC) transfere uma complementação de R$ 0,30 a R$ 1,20 por aluno e, pelo segundo, além de comprar ônibus e outros meios de transporte, o MEC transfere recursos para custeio.

Em 2016, a pasta vai investir R$ 3,6 bilhões em alimentação e R$ 600 milhões em custeio do transporte, que inclui tanto verbas para gasolina, quanto para aluguel de veículos, em algumas localidades.

Fonte: Agência Brasil

‘Não foi mau negócio. Houve má-fé mesmo’, diz CGU sobre prejuízo de Pasadena

2011-463416380-2011032186690.jpg_20110321O ministro-chefe da Controladoria-Geral da União (CGU), Jorge Hage – Givaldo Barbosa / Agência O Globo

O ministro da Controladoria Geral da União (CGU), Jorge Hage, dispensa meias palavras ao falar sobre a investigação da compra da refinaria de Pasadena: “Não foi mau negócio nem erro de gestão. Foi má-fé mesmo”. Ontem, auditoria apresentada pelo órgão constatou que a Petrobras teve um prejuízo de US$ 659,4 milhões (R$ 1,8 bilhão) na compra da refinaria, no Texas.

O relatório deixa claro que, com os alertas feitos, a Petrobras tinha tudo para não fechar esse negócio de Pasadena.

Sem dúvida. Não se tratou de mau negócio ou de erro de gestão. Houve má-fé, mesmo. Foram condutas intencionalmente cometidas. A Petrobras optou por estimativas futuras em vez de levar em conta a situação da empresa à época.

Esse prejuízo, de US$ 659,4 milhões, representa o caso mais rumoroso investigado pela CGU?

É até possível que seja, não tenho certeza. De memória não saberia dizer com segurança se é o maior caso isolado. Há casos de auditorias de grande valor, mas são várias juntas.

Sobre as conclusões e recomendações, o que sr. tem a dizer?

Vamos instalar 22 processos contra as pessoas identificadas na investigação. Tem processo que pode levar à demissão de quem ainda está na empresa. Os comprovadamente envolvidos serão proibidos de voltar ao serviço público.

O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. gladson santos disse:

    não dá para entender que o brasil carente de refinarias, pagamos mais caro pela gasolina por falta de refinarias, e o brasil vai comprar uma refinaria lá em passema califormia, certamente queria fazer o desfalque lá por interesse em dólares, porque o certo seria fazer uma refinaria em cuba. o camarada fidel merece, ou mesmo na russia, porque seria mais barato, e os companheiro russos ficariam muito satisfeito. veja que o golpe não foi no geral o desfalque ou a vantage no negocio, o golpe foi mais forte na compra e o local da refinaria, somando tudo, o golpe foi de uma refinaria mais os prejuízos, e outras entabulações na compra de aviões.

  2. charles disse:

    Daqui a pouco aparece os alienados de plantão dizendo que esse senhor e ligado ao psdb e que e tudo mentira. Ha esqueci de dizer: isso e o inicio de um golpe. O governo do PT e íntegro e sem corrupção.

Marcco e CGU celebram o Dia Internacional Contra a Corrupção com uma palestra da ministra Eliana Calmon

banner_corrupcaoPor interino

O Movimento Articulado de Combate à Corrupção do RN – MARCCO/RN, em parceria com a Controladoria-Geral da União – CGU, realizará no próximo dia 09/12/2013, às 14:00 horas, na Escola de Governo, no Centro Administrativo do Estado, evento em comemoração ao Dia Internacional Contra a Corrupção (gratuito e maiores informações no banner anexo) .

Para esclarecer as razões da realização do evento, e para eventualmente facilitar sua divulgação, informo que:

O Dia Internacional Contra a Corrupção é um evento alusivo à assinatura da Convenção das Nações Unidas Contra a Corrupção, no dia 9 de dezembro de 2003, na cidade mexicana de Mérida, e da qual o Brasil é um dos países signatários..

A Convenção é o mais importante documento internacional juridicamente vinculante, pois ela prevê a cooperação para recuperar somas de dinheiro desviadas dos países, por meio de rastreamento, bloqueio e devolução de bens e, também, a criminalização do suborno e lavagem de dinheiro.

Anualmente, em todos os estados da Federação, por iniciativa da CGU, é comemorado o Dia Internacional Contra a Corrupção. Esse ano, no dia 09/12, em Natal/RN, a CGU-Regional/RN, em parceria com o MARCCO/RN, comemorará essa data em um encontro que reunirá estudantes, jornalistas, profissionais de diversas áreas, servidores públicos e cidadãos para apresentar as ações realizadas pelo MARCCO e pela CGU, além de contar com a participação da Ministra do STJ, Eliana Calmon, e com o lançamento do selo “Dia Internacional Contra a Corrupção”, pelos Correios.

Controladoria Geral da União capacita Prefeitura para implantação da Lei de Acesso à Informação

16888Os servidores da Prefeitura do Natal participaram nesta quinta (8) e sexta-feira (9) de um curso de capacitação promovido pela Controladoria Geral da União (CGU) sobre o processo de implantação da Lei de Acesso à Informação, que definirá como as informações públicas municipais serão oferecidas aos cidadãos.

De acordo com a Lei federal, todos dados produzidos por uma administração pública devem ser disponibilizados aos cidadãos, seja através da internet (transparência ativa), seja individualmente, após solicitação (transparência passiva). A Lei também prevê a criação de uma estrutura física para acolhimento de perguntas e estabelece prazos para respostas. O sigilo deve ser exceção, e não regra. Quando as informações requeridas são negadas, ultrapassam o prazo ou são omitidas, os gestores recebem sanções.

“A implantação da Lei de Acesso à Informação será um salto para a Prefeitura do Natal, inclusive ao levarmos em conta a relação da gestão passada com a transparência. A prefeitura do Natal será um exemplo para as demais cidades do estado”, afirmou Ana Paula Pachelli, que ministrou o curso com Viviane Antunes, ambas servidoras do Núcleo de Ações de Prevenção à Corrupção da CGU.

Essa não é a única iniciativa do prefeito Carlos Eduardo para ampliar a transparência da administração. Em julho, a Prefeitura aderiu ao programa Brasil Transparente. E desde o início do ano, a Secretaria Adjunta de Tecnologia da Informação vem desenvolvendo novas ferramentas para o Portal da Transparência.
“A implantação da Lei ajuda no combate à corrupção e obriga a prefeitura a adotar uma cultura que não pode ser mais a do sigilo, e sim a da transparência”, avaliou a secretária Virgínia Ferreira (Planejamento), que está coordenando o processo.

A previsão é de que a Lei de Acesso à Informação esteja implantada até o início do próximo ano.

Cidadãos já fizeram quase 36 mil pedidos de dados governamentais

Quatro meses após a Lei de Acesso à Informação entrar no ar, a Controladoria-Geral da União (CGU) afirma que quase 36 mil solicitações de dados de órgãos vinculados ao Governo Federal foram feitos, segundo balanço divulgado na quinta-feira, 27.

A lei entrou em vigor no dia 16 de maio e oferece dados sobre órgãos públicos a partir da solicitação dos cidadãos. Segundo a CGU, foram 35.931 pedidos feitos desde então, e o tempo de resposta para eles tem sido de dez dias, em média.

De todos os pedidos, 33.111 já foram respondidos (92,1%) e os demais estão sendo analisados. Apenas 2.833 (8,5%) foram negados. Segundo a CGU, os órgãos mais acionados foram a Superintendência de Seguros Privados (Susep), com 4.432 pedidos, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), com 2.586, e o Banco Central do Brasil, com 1.466.

 

 

CGU investiga nove casos de nepotismo no executivo

Dois anos após a proibição do nepotismo na administração federal, a Controladoria-Geral da União (CGU) abriu investigação para apurar nove casos de parentesco entre servidores do Executivo. O órgão é responsável pelo controle interno e prevenção da corrupção. Decreto de 2010 proíbe o nepotismo e define as situações de parentesco entre os servidores.

Levantamento obtido pela reportagem a partir da Lei de Acesso à Informação revela ainda que, após a edição do decreto, 174 casos foram identificados. Os servidores foram notificados e apresentaram justificativas para a contratação. Do total, 132 pessoas foram exoneradas. Desde então, 21 novas denúncias chegaram à CGU. Dessas, nove foram consideradas infundadas e três resultaram em exoneração.

 O decreto proibiu a ocupação de cargos de confiança por familiares de ministro, dirigentes ou ocupantes de cargos de confiança e chefia na administração federal. Atingiu também cargos temporários e estagiários. Foram considerados parentes aqueles em linha reta ou colateral, por consanguinidade ou afinidade, até terceiro grau. A lei vale para cônjuge e companheiro e também para o “nepotismo cruzado”.
O decreto regulamenta medidas do Conselho Nacional de Justiça e do Supremo Tribunal Federal que vedam a prática nos Três Poderes, em Estados e municípios, até o parentesco de terceiro grau. Na edição da Súmula Vinculante n.° 13, o Supremo entendeu que a contratação de parentes desrespeita a Constituição. A legislação prevê que o serviço público deve zelar pela legalidade, moralidade, eficiência e impessoalidade.
Em 2011, um ministro de Estado consultou a Comissão de Ética da Presidência da República sobre eventual contratação de parente. Após análise do caso, o colegiado desaconselhou ao chefe da pasta a nomeação cogitada. A justificativa era que o ato administrativo poderia comprometer a imagem pública da autoridade. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.
ALANA RIZZO – Agência Estado

CGU vai fiscalizar uso de verbas federais Monte Alegre, Pedra Preta e Olho D'Água do Borge

A Controladoria-Geral da União (CGU) sorteou nesta segunda-feira (23) mais 60 municípios que vão ser fiscalizados pelo Programa de Fiscalização por Sorteios Públicos. No Rio Grande do Norte, foram sorteados Monte Alegre, Pedra Preta e Olho-d’Água do Borges.

Nas cidades com até 50 mil habitantes, os auditores vão focar a aplicação de recursos federais nas áreas de saúde, educação e desenvolvimento social, assim como apurar denúncias e representações contra os municípios que tenham sido feitas à CGU.   Os municípios com população de 50 mil a 500 mil habitantes vão ser fiscalizados os recursos repassados pelo governo federal que devem ser aplicados nas áreas de educação e desenvolvimento social.

O programa da CGU visa a inibir desvios de verbas na administração pública. A controladoria vistoria também falhas de gestão, como casos de divergências nas prestações de contas. As capitais e os municípios com mais de 500 mil habitantes não entram no sorteio.

De acordo com o sorteio, serão fiscalizados sete municípios (um por estado) em Alagoas, no Amazonas, no Amapá, no Espírito Santo, em Mato Grosso do Sul, no Rio de Janeiro e no Tocantins; 12 municípios (dois por estado) no Maranhão, no Mato Grosso, na Paraíba, no Piauí, em Santa Catarina e em Sergipe, 15 cidades (três por estado) em Goiás, no Pará, no Paraná, em Pernambuco e no Rio Grande do Norte, quatro no Ceará, quatro no Rio Grande do Sul, cinco na Bahia, seis em São Paulo e sete em Minas Gerais.

A lista completa com os nomes dos municípios está disponível na página da CGU.

*Com informações da Agência Brasil

Instituto Êpa!, investigado pela PF, entra na lista negra da CGU e está impedido de firmar convênios com Governo

A Controladoria Geral da União (CGU) divulgou ontem uma lista de 164 entidades privadas que estão impedidas de firmar convênios com o governo federal. Conforme a CGU, em análise de convênios existentes com essas entidades foram constatadas irregularidades “graves e insanáveis”. O Instituto Epa!, que tem sede em Natal, está na lista das instituições impedidas de contratar. O Epa! é investigado pela Polícia Federal e CGU. Uma operação deflagrada em dezembro de 2011 cumpriu mandados de busca e apreensão na sede do Instituto. A investigação teve início em maio de 2010, a partir de fiscalização realizada pela Controladoria Geral da União, dado os indicativos irregularidades, como:  contratação de empresas pertencentes aos próprios diretores das Entidades envolvidas; pagamento de serviços não realizados; superfaturamento e sobrepreço de serviços contratados; e contratação de empresa cujo ramo de atividade diverge do objeto contratado.

Conforme a Controladoria, as entidades que estão na lista divulgada ontem passam a integrar o Cadastro de Entidades Privadas sem Fins Lucrativos Impedidas (Cepim), que ficará no Portal da Transparência da CGU. As entidades também serão cobradas por meio de tomadas de contas especiais para que devolvam os valores utilizados indevidamente aos cofres públicos.

Em fevereiro, a CGU divulgou que analisou 1.403 convênios e encontrou restrições em 305. Desses 305, decidiu, conforme divulgado ontem, declarar 164 entidades impedidas de se conveniar à União. Segundo a Controladoria, “as demais entidades resolveram ou estão resolvendo as pendências apontadas em seus convênios”.

A varredura nos convênios com entidades privadas foi determinada pela presidente Dilma Rousseff determinou, em outubro, após uma série de escândalos no governo federal envolvendo entidades privadas. Denúncias envolvendo Organizações não Governamentais (ONGS) foram responsáveis pela saída de ministros de suas pastas, como Orlando Silva (Esporte) e Pedro Novais (Turismo). No Turismo, uma megaoperação da Polícia Federal prendeu, em agosto do ano passado, 36 pessoas por desvios em convênios com entidades.

Na época, houve a suspensão dos repasses federais às entidades durante o período de análise da regularidade dos contratos. Em nota, a CGU afirma que “em um segundo momento, o cadastro poderá incluir outras entidades cujos convênios não foram avaliados agora porque não tinham, por exemplo, parcelas a receber no período abrangido pelo decreto”.

A Controladoria informou ainda que “nos próximos dias” o governo “publicará portaria instituindo um grupo de trabalho interministerial com o objetivo de propor, em 60 dias, formas de aperfeiçoar a metodologia de prestação de contas de convênios, contratos de repasse, termos de parceria e instrumentos congêneres celebrados por órgãos e entidades”.

O grupo, conforme a CGU, terá integrantes da própria Controladoria, da Casa Civil, da Secretaria-Geral da Presidência, do Ministério do Planejamento e do Ministério da Fazenda. O Tribunal de Contas da União será convidado pela Casa Civil a designar um representante. Um decreto publicado em dezembro deu prazo de maio e julho de 2012 para a implementação integral do Sincov (Sistema de Convênios), inclusive com a identificação da ordem bancária de transferência para a entidade.

Fonte: Tribuna do Norte

Mochila de R$ 5,76 foi comprada por R$ 80

Durante a fiscalização nos convênios do Ministério do Turismo, a Controladoria-Geral da União (CGU) identificou mais de R$ 1 milhão em compras superfaturadas de mochilas. Os valores das aquisições eram superdimensionados desde a apresentação dos planos de trabalho ao ministério.

O Instituto Brasileiro de Hospedagem (IBH) previa a compra e distribuição de uma mochila para cada aluno por R$ 80. No entanto, a bolsa entregue aos alunos era uma sacola de poliéster. Durante as apurações, três fornecedores consultados pela CGU apontaram que o preço médio da bolsa era de R$ 5,76. A CGU recomendou a responsabilização de um ex-diretor da Brasiliatur, assim como três funcionários da pasta.

“Destaca-se, ainda, que servidores do Ministério do Turismo agiram de forma a ocultar o sobrepreço verificado na aquisição de mochilas, em flagrante evidência de conduta irregular, praticada em articulação com o convenente, resultando em danos aos cofres públicos. Tal fato se verificou a partir do confronto da mochila apresentada em resposta a questionamento da CGU e a anexada à Prestação de Contas apresentada, e efetivamente distribuída aos profissionais capacitados, conforme inspeção física da execução do objeto, realizada pela CGU,” diz o relatório. O IBH tentou fraudar a apresentação da mochila, encaminhando outro modelo para a prestação de contas.

O relatório também aponta relações familiares nas ONGs. No Instituto Quero-Quero, cujo diretor é um funcionário da Prefeitura de Osasco, a CGU identificou pessoas da mesma família recebendo recursos do convênio. Uma instrutora recebeu R$ 34,8 mil pelos cursos e outros R$ 583,8 mil pelo contrato de sua empresa de lanches com a ONG. A mesma entidade pagou, segundo a CGU, R$ 35,8 mil a título de “instrutoria” para integrantes do quadro do administrativo federal.

Foram apontadas ainda irregularidades na liberação de recursos por meio de emenda parlamentar a entidade da qual um deputado federal e sua esposa integravam o corpo diretivo. A Sociedade Evangélica do Paraná assinou dois convênios com o ministério no total de R$ 7,5 milhões. A CGU apurou que as empresas contratadas tinham como sócio um dos responsáveis pelo programa da ONG e o coordenador do projeto tinha parentesco com o parlamentar

Ronaldo chuta o pau da barraca

Quando ainda eram correligionários

 

Do Blog de Thaisa Galvão.

O chefe da Controladoria Geral da União (CGU) no Rio Grande do Norte, Moacir Rodrigues de Oliveira, confirmou ontem, em entrevista à TV Ponta Negra, denúncias feitas pelo ex-prefeito Ronaldo Soares, contra o atual prefeito de Assu, Ivan Júnior.
Ronaldo entregou à CGU, um volume grande de documentos federal destinas a obras emergenciais depois das inundações ocorridas no município de Assu no inverno do ano passado.

“Do total de casas previstas para reforma, que eram 862, havia 267 casas reformadas e pagas. E nós fomos fazer o que chamamos de inspeção física: comparar o que tinha sido realizada em cada casa com o que tinha sido pago. E identificamos inconsistências, seja no quantitativo, seja na qualidade desses trabalho, dessas execuções de reforma”, declarou o chefe CGU-Regional/RN, cobrando uma explicação do prefeito.

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