Assassinato de professor de MMA: PM se apresenta e volta a falar em inocência

O tenente da Polícia Militar que teria supostamente se envolvido no assassinato do instrutor de lutas Luiz de França, de 25 anos, na manhã desta segunda-feira (10), como prometido no início desta tarde, após visita do delegado Sílvio Fernandes a sua residência, apresentou-se à 11ª DP, no conjunto Cidade Satélite, onde foi registrado o crime e, mais uma vez, alegou inocência.

Segundo matéria da Tribuna do Norte, antes de se dirigir a delegacia, o tenente foi até o comando da Polícia Militar, e teria comunicado ao coronel Francisco Araújo, comandante-geral da PM, que é inocente. Embora não tenha conversa com a imprensa, o PM nega qualquer envolvimento no homicídio e afirma que estava em casa durante o ocorrido.

Ainda segundo a Tribuna do Norte, o delegado Sílvio Fernandes foi até a casa do suspeito, que afirmou ter ido a outra academia durante a manhã. Segundo o delegado, a informação foi confirmada, mas o horário de entrada na segunda academia teria sido após o homicídio.

Com a motivação do crime sendo um mistério até o momento, a única manifestação do tenente da PM é que chegou a ter um problema (não especificado) com a vítima, mas que não havia sido expulso da academia.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Gleidson disse:

    É aquele velho ditado. Pau que bate em Chico não bate em Francisco. Se existe indícios de autoria e a materialidade incontestável do crime, já passou da hora do caro delegado pedir a prisão temporária do “nobre” tenente. Existe previsão legal para tanto. As nossas leis, por suas várias interpretações, permitem punir ou beneficiar. Eis a questão.

  2. Rosaldo disse:

    Vamos acompanhar este caso….. Apenas verificando as câmeras da rua onde ocorreu o assassinato e de câmeras das ruas vizinhas é possível acompanhar a movimentação deste indivíduo. Verifiquem as câmeras próximas da casa dele no horário do crime…

    • Anninha disse:

      Incrível! Numa mesma matéria, há a informação de que o suspeito estava em casa na hora do ocorrido e ainda, que ele estaria em outra academia na ocasião do crime. Tudo muito confuso! A única certeza é que o jovem morreu de forma covarde. Onde vamos parar com tanta violência?

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