Judiciário

Barbaridades foram cometidas contra Flávio, diz advogado de senador, que diz que MP do Rio não tem nada contra filho do presidente

Frederick Wassef, advogado do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) – Bruno Santos/Folhapress

O advogado Frederick Wassef, que defende o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), classifica como uma “barbaridade” a investigação feita pelo Ministério Público do Rio de Janeiro contra o senador e filho do presidente da República.

“Se ilegalidades absurdas e seguidas foram cometidas no caso Flávio Bolsonaro, o primeiro passo é barrá-las. Não vou abrir mão dos direitos do meu cliente e deixar barbaridades serem cometidas por estar preocupado sobre qual seria a percepção do público”, disse em entrevista à Folha nesta terça-feira (23).

Segundo ele, a Promotoria não tem nada contra Flávio, mas tem como objetivo atingir não só o senador, mas o presidente Jair Bolsonaro, de quem Wassef é amigo há cinco anos.

Na semana passada, atendendo a pedido de Wassef, o ministro Dias Toffoli determinou que investigações que tiveram origem no envio de dados detalhados ao Ministério Público por autoridades fiscais sem aval do Judiciário fiquem suspensas até que o STF defina regras para o compartilhamento de informações.

Isso envolve troca de dados entre o Ministério Público e órgãos como o Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), Receita Federal e Banco Central.

“O que não podemos é o poder ilimitado e sem controle de alguns membros do Ministério Público adentrar na vida financeira de qualquer indivíduo”, afirmou Wassef.

O advogado também saiu em defesa de Fabrício Queiroz, espécie de chefe de gabinete de Flávio nos tempos de Assembleia Legislativa do Rio e pivô da investigação. “Por todos os elementos que vi, não há indício de crime ou ilícito.”

Desde janeiro a defesa de Flávio tenta bloquear as investigações. Há algum temor sobre o andamento do caso? Não. Qualquer cidadão brasileiro para ser objeto de investigação, as regras e as leis devem ser observadas. É obrigação de qualquer advogado analisar essas questões. Se ilegalidades absurdas e seguidas foram cometidas no caso Flávio Bolsonaro, o primeiro passo é barrá-las.

Não vou abrir mão dos direitos do meu cliente e deixar barbaridades serem cometidas por estar preocupado sobre qual seria a percepção do público.

Não é uma contradição com o discurso da família Bolsonaro de combate à corrupção e apoio ao Ministério Público? De forma nenhuma. O que o senador Flávio Bolsonaro reclamou foi do cometimento de irregularidades. Só porque ele é o filho do presidente, devemos compactuar com elas?

Ninguém presta atenção a uma assessora que movimentou R$ 50 milhões [referência à movimentação atípica de assessores do deputado André Ceciliano (PT)] e faz uma tempestade em copo d’água na movimentação de um ex-assessor de R$ 600 mil [de entradas] cuja a origem é lícita e provada?

A investigação começou em janeiro de 2018. Um ano e meio depois, o que se tem contra Flávio Bolsonaro? Nada. Apenas quebra de sigilo ilegal. E mesmo nessa quebra não existe nada.

A Lava Jato diz que a decisão do Toffoli prejudica investigações – Isso está sendo dito de forma superficial. A Lava Jato são centenas de réus, centenas de inquéritos com particularidades. Devemos analisar caso a caso. Não podemos permitir superpoderes que alguns membros do Ministério Público que pleiteiam estar acima do bem e do mal [querem].

A própria Polícia Federal, do governo Bolsonaro, anunciou que interromperia inquéritos por conta da decisão – Eu gostaria de sentar para conversar com esses delegados e procuradores para me demonstrarem o que os impede de cumprir a lei. Com uma folha se pede a quebra de sigilo. O que não podemos é o poder ilimitado e sem controle de alguns membros do Ministério Público adentrar na vida financeira de qualquer indivíduo.

A maioria esmagadora dos membros do Ministério Público é de pessoas íntegras, honestas, idealistas e que querem combater o crime no país. Mas vocês põem a mão no fogo por 100% dessas pessoas? Não são passíveis de ter falhas? Nunca houve membros o Ministério Público envolvido numa situação ilícita?

As pessoas que estão dizendo que cumprir a lei, que requerer à Justiça autorização para quebra de sigilo atrapalha a investigação… Falo sem medo de errar. É mentira. É uma farsa. Essa campanha de mentiras na imprensa tem o objetivo de coagir, pressionar e manipular o Poder Judiciário. Eles querem que o Supremo Tribunal Federal se curve às mentiras e a esse ataque midiático.

As forças-tarefas da Lava Jato fazem parte…[interrompe] – Eu não sei quem falou.

Eles soltaram nota oficial dizendo isso – Não sei quem falou. Se algum membro da Lava Jato falou, quero que me apontem o caso. Não se pode falar de forma genérica. No Brasil, devemos ter muita cautela na observação do cumprimento de regras e leis. Elas foram desenvolvidas para se evitar injustiças, processos de investigação política e pessoal ou até mesmo de vingança.

É um discurso semelhante à defesa do ex-presidente Lula em razão das mensagens entre o procurador Deltan Dallagnol e o hoje ministro Sergio Moro. O sr. viu irregularidades nas mensagens? Devido à correria dos últimos dias, não tenho tido tempo de acompanhar o que sai em relação a isso. O que posso afirmar é que o Deltan Dallagnol, Sergio Moro e demais membros são vítimas de crime.

O fato é que tanto a divulgação das mensagens da Lava Jato como a decisão do Toffoli estão sendo vistas por procuradores como um movimento único contra a agenda de combate à corrupção – O combate à corrupção tem que ser pautado pela lei. Cumprir um requisito básico da lei, de submeter ao crivo do Poder Judiciário para entrar na privacidade de uma pessoa, não é impeditivo de nada. Quem diz isso é mentira.

Há uma campanha com o objetivo de atingir Flávio Bolsonaro e, por consequência, o pai. É uma armadilha sinistra para se enganar a opinião pública e pressionar o Poder Judiciário a decidir da forma que pleiteia o Ministério Público.

O Eduardo Bolsonaro falou em fechar o STF com um cabo e um soldado. Não é irônico recorrer ao STF pelo irmão dele? Confesso que não vi [essa declaração]. Soube por terceiros. Não posso julgar uma pessoa por uma frase tirada de contexto.

O sr. tinha ideia que decisão do Toffoli teria essa abrangência e repercussão? Não tinha ideia do que o Toffoli iria decidir.

O sr. consultou Flávio ou o presidente sobre a possível repercussão política? Não falei com ninguém. Tenho autonomia para fazer o que acho correto. Nem o Flávio sabia da petição. Ele confia 100% em mim.

Casos semelhantes passaram na mão do Toffoli em que ele poderia ter dado essa decisão. Por que isso só ocorreu após o pedido do filho do presidente? Isso é pura especulação. Não tem nada a ver com o fato dele ser filho do presidente. O Toffoli apenas cumpriu a lei. E a decisão não é só para o filho do presidente, é para o Brasil.

O sr. acha que a família Bolsonaro teria o mesmo posicionamento se essa decisão beneficiasse o ex-presidente Lula? Não existe Lula. Não existe Flávio. Existe o cidadão brasileiro e a lei.

Caso essa decisão do Toffoli seja mantida, e o procedimento, anulado, não fica uma sombra na carreira do Flávio de um caso inconcluso? Não. Seria um caso inconcluso se a investigação tivesse começado há dez dias e alguém, com uma pá de cal, arquivasse. Começou em janeiro de 2018. Estamos em julho de 2019. Um ano e meio não foi suficiente para que os nobres investigadores competentes do Rio de Janeiro ter conseguido qualquer elemento contra o Flávio? Eles não têm nada.

Em relação ao Flávio foram identificados 48 depósitos fracionados de R$ 2.000. A versão que ele deu [de que se tratavam de pagamento em dinheiro pela venda de imóveis] é verossímil? É a versão verdadeira.

Não faria mais sentido o comprador fazer os depósitos direto para o Flávio? Ele fez a venda do imóvel e uma parcela foi paga em dinheiro. Tudo está documentado e confirmado pelas duas partes. Se fosse dinheiro de algum esquema, porque só há naquele mês? Porque não por dez anos? Só tem aquele e justamente no período da venda.

O sr. sabe onde está o Queiroz? Não tenho ideia.

O senador tem contato com ele? Não tem contato com ele e, pelo que sei, essa pessoa está se tratando de um câncer grave. Ele já se manifestou no Ministério Público. Não há qualquer novidade que o Queiroz pode trazer à baila. Ele já disse que angariava recursos e tentou ampliar sua base de atuação, subcontratando mais pessoas para agirem nas comunidades carentes.

O que senador diz sobre a versão do Queiroz? Ele [Flávio] não tinha conhecimento sobre o que o Queiroz fazia. É uma loucura a vida desses parlamentares. Eles não têm tempo para nada. Para filho, família, para comer. Muitas vezes nem almoça de tanta agenda e compromisso na rua. Não pode cuidar dos detalhes do que cada assessor faz.

Como ele não tem tempo para nada, mas consegue ir a um caixa eletrônico fazer depósitos por dez minutos? Eu estou acompanhando a loucura que é a vida dele. Isso quer dizer que um ou dois dias ele consegue tirar uma tarde inteira para fazer alguma coisa? É relativo isso.

Queiroz era uma pessoa de confiança dele – Todos que trabalharam no gabinete dele eram pessoas de confiança. Mas isso significa que não vai ser traído? Se Jesus Cristo foi traído e morreu na cruz. Flávio é culpado caso tenha acontecido alguma irregularidade –não estou afirmando? Caso o Queiroz o tenha traído?

Queiroz é inocente ou tem culpa no cartório? Por todos os elementos que vi, não há indício de crime ou ilícito.

Folha de São Paulo

 

Opinião dos leitores

  1. Gostaria de dizer ao digníssimo advogado que se realmente ele conhecesse de LEI e da CONSTITUIÇÃO BRASILEWIRA jamais diria tamanha besteira, basta olhar e escutar que qualquer um cidadão decente VER os absurdos, BARBARIDADES e canalhices cometidas pela FAMÍLIA BOSSONARO contra o BRASIL e o POVO BRASILEIRO com esta QUADRILHA chefiada pelo JAIR e composta dos TRÊS PATETAS do JAIR. Só quem está no esquema, recebendo grandes fortunas do PAPAI BOSSONARO não quer ENXERGAR.

    1. Poeta vai primeiro estudar a gramática, desse jeito vc despoetiza a língua portuguesa.

    2. Acho que tem gente é com muita saudade da quadrilha dos PTralhas, aquela chefiada pelo de 9 dedos…

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“Não vou participar, isso é um teatro”, diz Augusto Cury sobre debate da Band ao confirmar ausência durante live na porta da emissora

Foto: Cristiane Agostine/Valor

O candidato à Presidência Augusto Cury (Avante) anunciou que não irá participar do primeiro debate presidencial momentos antes do encontro, que estava previsto para às 20h deste domingo (23).

O anúncio ocorreu durante live na porta da TV Bandeirantes. “Decidi de última hora [que não vou participar] quando Lula da Silva [PT] está fazendo ume entrevista no mesmo horário do debate. Isso é um teatro, não é democracia”, disse o candidato, referindo-se à entrevista do petista ao Domingo Espetacular, da TV Record, nesta noite.

Cury também criticou as ausências do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do senador Flávio Bolsonaro (PL). “Acho uma irresponsabilidade porque os principais atores para discutir a nação não estão aqui. É uma falta de respeito com os brasileiros”, afirmou.

Com informações de Valor Econômico e CNN

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[VÍDEO] Em primeira aparição após diagnóstico com a doença de Creutzfeldt-Jakob, influenciador natalense Lito Sousa faz apelo urgente por tratamento experimental

 

Ver essa foto no Instagram

 

Um post compartilhado por Lito Sousa (@lito)

O influenciador e ex-mecânico de aviação, nascido em Natal-RN, Lito Sousa fez neste domingo (23) um apelo para ter acesso a um tratamento experimental contra a doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ), condição neurológica rara, grave e de rápida progressão.

Em sua primeira aparição desde que o diagnóstico foi divulgado pela esposa, Mila Seidl, Lito publicou um vídeo no Instagram pedindo ajuda para ser incluído em estudos experimentais desenvolvidos por pesquisadores nos Estados Unidos e na Europa.

No vídeo, ele faz um apelo à farmacêutica Ionis Pharmaceuticals, ao Broad Institute, à Universidade Harvard e à Mayo Clinic. “Este é um apelo urgente”, afirma Lito, antes de pedir que as instituições avaliem seu caso.

A família busca a inclusão do influenciador em estudos que investigam tratamentos para a doença, entre eles pesquisas relacionadas ao medicamento ION717, desenvolvido pela Ionis Pharmaceuticals.

Segundo Mila, os estudos considerados promissores atualmente não estão recebendo novos participantes, mas ela tenta obter uma exceção para que Lito seja avaliado.

A doença tem evoluído rapidamente. Segundo a esposa, Lito chegou a perder parte da visão de um dia para o outro. “Eu tenho 0% de chance, mas se eu tiver 1% de chance em qualquer lugar, a gente quer esse 1%”, afirmou Mila durante a mobilização pelas redes sociais.

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[VÍDEO] Secretário de Saúde do RN admite gravidade em falta de medicamentos e insumos no Hospital Walfredo Gurgel e afirma que situação já foi pior

O secretário de Saúde do Rio Grande do Norte, Alexandre Mota, reconheceu a falta de medicamentos e insumos no Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel e afirmou que o cenário atual já foi mais grave. A declaração foi feita em vídeo publicado após a repercussão pelo BLOGDOBG sobre um reportagem da Tribuna do Norte que revelou informações de um documento interno da unidade que aponta 189 itens em falta, entre medicamentos e insumos essenciais.

Ao lado do farmacêutico Thiago Sá, responsável pela elaboração do relatório da Divisão de Farmácia, Mota confirmou que o documento é verdadeiro e afirmou que levantamentos sobre a falta de insumos fazem parte da rotina do hospital.

“Isso é uma rotina no nosso hospital. Inclusive, a direção exige essa rotina, que passamos para ele as questões das faltas, dos itens críticos, de como estão os processos. Isso é rotina aqui no hospital”, explicou Tiago Sá.

Os dados do documento que foram publicizados apontam que 25% dos itens avaliados estão com estoque zerado e outros 11% em nível crítico. O relatório classifica a situação como de “extrema gravidade e vulnerabilidade assistencial” e cita a falta de medicamentos, materiais cirúrgicos e itens básicos, como luvas, seringas e soros.

Questionado pelo secretário sobre se já houve períodos piores, o farmacêutico afirmou que sim. “Já tivemos aqui percentuais de falta de cerca de 36%, ou seja, 64% de abastecimento”, disse.

Segundo Thiago Sá, os relatórios têm como objetivo alertar a alta gestão sobre os itens em falta e as medidas necessárias. Entre as ações adotadas atualmente estão permutas entre unidades, licitações, empenhos e negociações com fornecedores. “Esse é o mundo real do dia a dia do Walfredo Gurgel e da Sesap. Todo dia tem problema, todo dia se resolve”, declarou Mota complementando a fala de Thiago.

A Sesap também já havia informado que não há risco imediato aos pacientes e atribuído parte dos problemas a atrasos de fornecedores, além de citar remanejamentos, negociações e empréstimos de insumos para evitar a interrupção dos atendimentos.

Opinião dos leitores

  1. É um absurdo, as pessoas não refletem sobre a gravidade desta fala, não se tem noção do quê é falta de insumos. As pessoas estão anestesiadas com os absurdos, até que fiquem reféns deles. Sinceramente perdemos a noção de governança pública, são nossas vidas e a vida de terceiros, as pessoas não compreendem isto ? é revoltante ! um dia TALVEZ, quando você ou uma pessoa próxima precisar de um insumo e morrer pela falta dele, TALVEZ você mude de ideia, mas já será tarde, e TALVEZ você se revolte, se você não for a vítima.

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Prevista para durar três meses, reforma do Centro de Tratamento de Queimados do Hospital Walfredo Gurgel está parada desde 2024

Foto: reprodução

Prevista para durar cerca de três meses, a reforma do Centro de Tratamento de Queimados (CTQ) do Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel começou em junho de 2024 e permanece sem conclusão mais de dois anos depois. O atraso reduziu a capacidade de atendimento do setor e levou o caso à Justiça.

Os recursos destinados à reforma estão previstos desde 2019. O convênio, de aproximadamente R$ 1,7 milhão, tem vigência até 30 de setembro deste ano.

A primeira empresa contratada pelo Governo do Rio Grande do Norte não concluiu os serviços previstos, e o contrato acabou rescindido. O Estado realizou uma nova contratação emergencial, mas a execução novamente não avançou como esperado. Após quase 150 dias do segundo contrato, apenas 2,33% da obra havia sido executada, equivalente a cerca de R$ 29 mil em serviços. O contrato também acabou rescindido.

Com a reforma inacabada, o CTQ passou a operar com capacidade reduzida, de cerca de 12 leitos, além de ter espaços de isolamento, atendimento semi-intensivo e reabilitação comprometidos.

LEIA TAMBÉM: Após seis anos, reforma do Centro de Tratamento de Queimados do Hospital Walfredo Gurgel segue sem conclusão e com apenas R$ 8,5 mil pagos à empresa responsável

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[VÍDEO] DESCASO: Influencer denuncia abandono da Cidade da Criança pelo Governo do Estado

A influencer Silvana Amélia denunciou, em vídeo publicado nas redes sociais, o estado de abandono da Cidade da Criança, em Natal, espaço administrado pelo Governo do Estado por meio da Fundação José Augusto (FJA).

Durante a visita ao local, Silvana mostrou problemas no parquinho, que apresenta avarias e até gambiarras, além de grades de proteção do lago enferrujadas e quebradas. A situação representa risco para as crianças que frequentam o espaço.

“O problema é que essas gambiarras não resolvem a situação. E não é questão de deixar o lugar bonito, é porque simplesmente é um lugar que oferece risco real para crianças”, afirmou.

A influencer também criticou as condições do lago e lamentou o abandono do anfiteatro, que, segundo ela, poderia receber apresentações infantis.

Silvana fez um apelo ao Governo do Estado para que providências sejam tomadas antes que ocorra um acidente. “Não é necessário que aconteça realmente um acidente para que providências sejam tomadas”, disse.

Opinião dos leitores

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Após seis anos, reforma do Centro de Tratamento de Queimados do Hospital Walfredo Gurgel segue sem conclusão e com apenas R$ 8,5 mil pagos à empresa responsável

Foto: José Aldenir / Agora RN

O Governo Fátima pagou apenas R$ 8.553,56 pela reforma do Centro de Tratamento de Queimados (CTQ) do Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel, apesar de os recursos para a obra estarem previstos desde meados de 2019.

A reforma, considerada essencial para o atendimento de pacientes vítimas de queimaduras graves, segue sem conclusão após seis anos e teve a execução questionada na Justiça.

Além disso, o convênio de aproximadamente R$ 1,7 milhão encerra no dia 30 de setembro. Deste valor total, o governo federal repassou somente cerca de R$ 85 mil em razão do baixo avanço físico da obra que não chegou a 3% do total.

Mesmo com recursos previstos desde 2019, a reforma só começou de fato em junho de 2024, durante o segundo mandato da governadora Fátima Bezerra (PT). Desde então, contratos foram rescindidos, houve paralisações e uma nova contratação emergencial também não conseguiu garantir a conclusão do serviço.

Segundo informações apresentadas em uma ação judicial do Ministério Público, após quase 150 dias de contrato, a execução física havia chegado a apenas 2,33%, correspondente a cerca de R$ 29 mil em serviços, valor que também não havia sido pago à empresa responsável.

Com a obra inacabada, a capacidade do CTQ foi reduzida e espaços destinados a atendimentos especializados ficaram comprometidos. Em julho de 2026, a Justiça determinou a retomada da reforma e fixou multa diária de R$ 5 mil em caso de descumprimento.

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Mendonça e Gonet ampliam queda de braço em casos Master e Lulinha


Foto: Rosinei Coutinho/STF / Victor Piemonte/STF

As investigações envolvendo o Banco Master e Fábio Luís Lula da Silva, mais conhecido como Lulinha, aumentaram a divergência entre o ministro do STF André Mendonça e o procurador-geral da República, Paulo Gonet.

No caso de Lulinha, Gonet defende que a investigação seja enviada para a primeira instância, sob o argumento de que não existem indícios mínimos de participação de autoridades com foro no STF.

Mendonça, porém, tende a manter o caso no STF, considerando a conexão da apuração com o escândalo de fraudes no INSS e as menções a autoridades com foro privilegiado encontradas nas mensagens analisadas pela Polícia Federal.

A divergência é mais um capítulo de um relacionamento marcado por posições diferentes nos últimos meses. No caso Master, por exemplo, Mendonça já discordou de manifestações da PGR relacionadas a medidas contra investigados e autorizou operações e apreensões que haviam recebido resistência do Ministério Público.

A tensão também aparece nas investigações sobre as fraudes no INSS. Recentemente, Gonet se posicionou contra mandados de busca e apreensão em endereços ligados a familiares do senador Weverton Rocha e ao advogado Willer Tomaz, mas Mendonça autorizou a operação solicitada pela Polícia Federal.

Disputa pode chegar à Segunda Turma

Caso Mendonça rejeite o pedido da PGR para retirar o caso de Lulinha do STF, Gonet poderá recorrer à Segunda Turma da Corte, responsável por analisar processos sob relatoria do ministro.

O colegiado é formado pelos ministros Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Kassio Nunes Marques, Luiz Fux e pelo próprio Mendonça. Nos julgamentos relacionados aos casos Master e INSS, o ministro tem encontrado apoio principalmente de Nunes Marques e Fux.

Com informações do jornal O Globo

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LAURO JARDIM: Jantar na casa de Moraes teria discutido como fragilizar André Mendonça

Foto: Antonio Augusto/SCO/STF

Um jantar reservado na casa do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, teria tratado de estratégias para fragilizar o ministro André Mendonça, segundo informações da coluna de Lauro Jardim, publicada na edição deste domingo (23) do jornal O Globo.

O encontro ocorreu no início de agosto e reuniu o presidente Lula (PT), o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil), além de Moraes e do ministro Cristiano Zanin.

De acordo com a coluna, informações chegaram ao gabinete de Mendonça apontando que um dos assuntos discutidos teria sido justamente como enfraquecer o ministro, que atualmente é relator dos inquéritos envolvendo o Banco Master e as fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

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Zema desiste de debate na Band após ausência de Lula e Flávio Bolsonaro

O candidato à Presidência Romeu Zema (Novo) decidiu não participar do primeiro debate presidencial das eleições de 2026, promovido pela Band, neste domingo (23), em São Paulo.

Em nota oficial divulgada à imprensa, a campanha alegou que a decisão ocorreu após a confirmação das ausências do presidente Lula (PT) e do senador Flávio Bolsonaro (PL).

A assessoria de Zema afirmou que a mudança da data do debate, inicialmente marcado para 16 de agosto, havia sido aceita sob a expectativa de que Lula participaria do encontro. Com a ausência do petista, a campanha considerou que o evento perdeu o “propósito inicial” de garantir maior pluralidade ao confronto.

Após as três desistências, o debate da Band, marcado para as 20h, deverá reunir apenas Ronaldo Caiado (PSD), Renan Santos (Missão) e Augusto Cury (Avante).

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[VÍDEO] Ex-secretário do governo Fátima elogia atendimento humanizado na UPA de Pajuçara, administrada pela Prefeitura de Natal

O petista Pedro Lopes, candidato a deputado estadual, ex-secretário estadual de Administração e ex-controlador-geral do Estado, publicou um vídeo nas redes sociais elogiando o serviço de Saúde da Prefeitura de Natal, especificamente o atendimento da equipe médica da UPA Pajuçara, na Zona Norte de Natal.

Na publicação, o petista registrou seu agradecimento à equipe médica e aos funcionários da unidade “pelo atendimento humanizado e respeitoso que testemunhei durante o acompanhamento de uma querida parente”.

O reconhecimento ao serviço ofertado pela saúde municipal, vindo de um opositor da gestão do prefeito Paulinho Freire (União Brasil), rendeu reações positivas para o candidato do PT. Um seguidor comentou na publicação parabenizando Pedro Lopes pela “coragem e hombridade em reconhecer a eficiência e a qualidade dos nossos serviços municipais”, destacando que esse resultado é fruto do trabalho iniciado na gestão do ex-prefeito e candidato ao Governo do Estado Álvaro Dias (PL).

Opinião dos leitores

  1. A próxima pesquisa de INTENÇÃO DE VOTOS para Governo do RN. “CADU DE LULA” já vai aparecer em segundo lugar.

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