O presidente Jair Bolsonaro(PSL), ainda internado se recuperando de cirurgia, denunciou, através das redes sociais nesta sexta-feira(13), que jornalista da Época, pertencente ao grupo Globo teria se passado por gay em cinco sessões com a sua nora psicóloga e gravado tudo.
Segundo o presidente, entre assuntos sugeridos por ele nas sessões, religião e política ganharam maior dimensão. “A conversa que deveria ficar apenas entre os dois, por questão de ética, agora vem a público”, reclamou, ao definir “imprensa sem limites”.
Não sou imparcial… Más acho quê esse repórter estrapolou na tática de conseguir alguma coisa… Acho inclusive ser ele merecedor de uma correição. Por exemplo… Uma camada de pau à lá Ten. Belmiro. E como diria um dos personagen de Chico Anízio, seria " JUSTO, JUSTÍSSIMO…
Jornalista da esquerda? Pode, está valendo, exercendo a democracia, vivendo a liberdade de expressão.
Se fosse jornalista da direita? Farsante, criminalizando a ética profissional, dissimulado, impostor.
Simples assim! A herança maldita de um país pelo avesso, onde vale tudo para retomar o poder.
Quem vai noticiar TODA CORRUPÇÃO REVELADA POR PALOCCI?
Quem vai investigar quem bancou financeiramente Adélio na tentativa de assassinato a Bolsonaro?
Que eu saiba quem investigou Adélio foi a Policia Federal e não encontrou nada, tendo sido comprovado que o Adélio é doido e agiu sozinho. Foi absolvido e recebeu uma Medida de Segurança, tendo sido internado em um Manicômio Judiciário.
Então você acha que a PF prevaricou? Sérgio Moro, chefe da PF, prevaricou também? Bolsonaro chefe do MF e da PF aceitou tudo isso?
Exato Victor, deve ter sido o mesmo pessoal que investigou a morte de Celso Daniel.
Adélio estava desempregado a 09 meses, nunca teve emprego fixo, não tinha qualificação profissional, mas possuía 02 celulares, 02 notebook, pagou o local onde estava adiantado, em dinheiro, frequentava curso de tiro com tudo pago.
Além do fato que alguém assinou o livro de visita no senado com o nome dele, para criar um álibi. Cujo senado até hoje não liberou as imagens das câmeras mostrando quem assinou o livro de visita no dia do atentado.
Revise seu conceito sobre prevaricar, pois está no poder não é sinônimo de tudo pode, salvo quando se tem uma ditadura e não numa democracia.
O Rio Grande do Norte encerrou 2025 como o único estado brasileiro acima do limite máximo de gastos com pessoal previsto pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), segundo levantamento publicado pela Gazeta do Povo com base em dados encaminhados ao Tesouro Nacional.
De acordo com informações da Gazeta do Povo, o estado governado por Fátima Bezerra (PT) iniciou 2026 com insuficiência de caixa próxima de R$ 3 bilhões, além de acumular dívida consolidada líquida de R$ 6,34 bilhões.
Os números ajudam a explicar a preocupação crescente com a situação das finanças estaduais. A Gazeta destaca que o RN também possui um dos maiores estoques de precatórios do país, equivalente a 27,2% da Receita Corrente Líquida (RCL).
O principal ponto de pressão está na folha de pagamento.
Dados do Relatório de Gestão Fiscal mostram que o Executivo estadual comprometeu 56,41% da Receita Corrente Líquida com salários, aposentadorias, pensões e encargos até o fim de 2025. O limite máximo permitido pela LRF é de 49%.
Na prática, quase R$ 6 de cada R$ 10 arrecadados pelo estado são destinados ao pagamento de pessoal e despesas relacionadas ao funcionalismo.
A situação impõe restrições à administração pública e reduz a capacidade de investimentos em áreas consideradas estratégicas.
A reportagem também aponta reflexos no cenário político. Nos bastidores, lideranças avaliam que o quadro fiscal tem influenciado as discussões sobre a sucessão estadual de 2026.
Segundo a Gazeta do Povo, a desistência do vice-governador Walter Alves (MDB) de disputar o governo alterou os planos do grupo governista e levou Fátima Bezerra a permanecer no cargo até o fim do mandato.
O tema também preocupa entidades do setor produtivo.
Representantes da Federação das Indústrias do Estado do RN (FIERN), da Federação do Comércio (Fecomércio-RN) e da Federação da Agricultura (Faern) têm defendido medidas de equilíbrio fiscal e ampliação da capacidade de investimento do estado.
A Gazeta do Povo informou que procurou o governo do RN para comentar a situação fiscal e as perspectivas para os próximos anos, mas não recebeu resposta até o fechamento da reportagem.
Integrantes do Movimento de Luta nos Bairros, Vilas e Favelas (MLB) realizaram um protesto na manhã desta segunda-feira (9) e interditaram um trecho da BR-101, nas proximidades do Via Direta, em Natal.
Com fogo e fumaça às margens da rodovia, os manifestantes exibiram faixas e cartazes direcionados ao presidente Lula (PT). Uma das mensagens dizia: “Lula, respeite nossa luta! Não tire nossas casas”.
Segundo o MLB, a mobilização ocorre simultaneamente em várias cidades do país. O movimento afirma que também participa de atos e acampamentos em Brasília ao lado de outras organizações ligadas à pauta da moradia popular.
De acordo com a entidade, o protesto tem como principal reivindicação a ampliação das contratações da modalidade Entidades do programa habitacional Minha Casa Minha Vida.
O MLB afirma que existem projetos já aprovados, famílias organizadas e cerca de 98 mil moradias aptas para contratação. O movimento questiona o fato de apenas uma parte dessas unidades, segundo a entidade, estar prevista para contratação nesta etapa.
“O que falta agora não é capacidade, nem demanda. Falta prioridade política”, declarou o movimento.
Ainda segundo o MLB, a modalidade Entidades permite que associações e movimentos populares participem diretamente da execução dos empreendimentos habitacionais voltados para famílias de baixa renda.
Segundo o texto, a crítica tem como base um relatório do economista Marcos Mendes, divulgado pela XP Investimentos, que contabilizou 33 medidas adotadas pelo governo apenas neste ano.
De acordo com o levantamento citado pelo editorial, o conjunto dessas ações representa cerca de R$ 215 bilhões entre aumento de despesas e redução de receitas.
O Estadão afirma que boa parte desse impacto não aparece nos principais indicadores fiscais usados pelo governo para demonstrar o cumprimento das regras do arcabouço.
O editorial aponta três mecanismos que estariam sendo utilizados pela gestão federal: linhas de crédito subsidiadas, uso de fundos públicos para financiar programas governamentais e abertura de créditos extraordinários.
Para o jornal, essas práticas lembram mecanismos adotados durante o governo da ex-presidente Dilma Rousseff, frequentemente associados ao debate sobre as chamadas “pedaladas fiscais”.
O texto ressalta que a discussão não se concentra necessariamente na utilidade dos programas anunciados pelo governo, mas na forma como os impactos fiscais são contabilizados e apresentados à sociedade.
Na avaliação do Estadão, as medidas permitem que despesas e renúncias de arrecadação fiquem parcialmente fora das métricas do arcabouço fiscal, criando uma percepção de equilíbrio das contas públicas que, segundo o jornal, não refletiria integralmente a realidade fiscal do país.
O governo federal tem defendido o novo arcabouço fiscal como instrumento de responsabilidade nas contas públicas e afirma que as medidas econômicas buscam estimular investimentos, ampliar o crédito e fortalecer a atividade econômica.
O Ministério da Saúde informou que não há prazo definido para concluir a investigação sobre a vacina contra a dengue desenvolvida pelo Instituto Butantan, cuja aplicação foi suspensa temporariamente pelo governo federal.
Segundo dados do Programa Nacional de Imunizações (PNI), 501.044 doses da vacina foram aplicadas entre janeiro e 30 de maio. Desse total, mais de 417 mil foram destinadas a profissionais da atenção primária à saúde.
De acordo com o Ministério da Saúde, o sistema de monitoramento registrou 3.703 notificações de pessoas que apresentaram sintomas semelhantes aos da dengue após a vacinação. Entre os registros, 42 casos apresentaram sinais de alerta considerados graves. Três que evoluíram para quadros graves e dois dos pacientes morreram. Um terceiro recebeu alta após internação.
O ministério afirma que ainda não é possível concluir que os casos foram causados pela vacina. Segundo a pasta, a proximidade entre a imunização e o surgimento dos sintomas não comprova, por si só, uma relação de causa e efeito.
As investigações analisam fatores como histórico clínico dos pacientes, doenças preexistentes, possíveis causas alternativas, qualidade dos lotes utilizados e eventuais falhas no processo de vacinação.
A suspensão não afeta a vacina contra a dengue atualmente oferecida pelo SUS para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos. A medida envolve exclusivamente o imunizante desenvolvido pelo Instituto Butantan.
Enquanto a apuração continua, estados e municípios foram orientados a interromper temporariamente a aplicação das doses já distribuídas, que permanecerão armazenadas até a conclusão das análises.
Em nota, o Instituto Butantan afirmou que a interrupção tem caráter preventivo e destacou que os eventos adversos graves representam uma parcela muito pequena do total de vacinados. A instituição informou ainda que continuará colaborando com o Ministério da Saúde e com a Anvisa durante as investigações.
O pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) disse nesta segunda-feira (8) que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se parece com “o chefe do PCC” durante evento com empresários, em São Paulo. As informações são da CNN.
“[A classificação] é a maior oportunidade que nós temos de acabar com esse poder paralelo, que é o que eles são. Então não tem que ter tolerância, tem que ter unidade da nossa parte. Aí você olha para o presidente do Brasil, ele pensa o contrário. Parece que ele é o chefe do PCC. Muitas pessoas começam a pensar nisso”, disse Flávio.
A declaração, feita durante o almoço do grupo Voto no Palácio Tangará, se deu pela postura contrária do Planalto diante da decisão dos Estados Unidos classificarem o PCC (Primeiro Comando da Capital) e o Comando Vermelho como organizações terroristas.
O posicionamento defendido pelo governo Lula é de que nenhum dos dois grupos têm motivações políticas ou religiosas, essenciais para a classificação de terrorismo, e que os Estados Unidos estariam ferindo a soberania do Brasil.
Engana-se quem pensa que as esposas dos jogadores de futebol da Copa do Mundo são ricas apenas por causa dos contratos dos maridos. Um ranking internacional divulgado dias antes do torneio começar, mostra que essas mulheres despertam grande interesse de fãs e do mercado e faturam alto com publicidade nas redes sociais. As mais bem pagas, chegam a cobrar mais de R$ 1 milhão por campanha.
O ranking foi divulgado pela Vantix Magazine e mostra que três brasileiras estão entre as que lucram mais alto. As informações são do portal O Tempo.
Bruna Biancardi, esposa e mãe das filhas de Neymar, ocupa a quinta posição global e é a brasileira mais bem paga. A influenciadora fatura cerca de R$ 775 mil por ação publicitária, segundo estimativas da publicação internacional.
Karoline Lima, namorada do zagueiro Léo Pereira e ex de Éder Militão, aparece em sexto lugar. A influencer que também atua como repórter da Tv Ronaldo registra ganhos estimados em R$ 295 mil por publicidade.
Duda Fournier, casada com Lucas Paquetá, completa a participação brasileira na nona colocação. A influenciadora cobra aproximadamente R$ 108 mil por ação.
O topo do ranking é ocupado por Georgina Rodríguez, mulher de Cristiano Ronaldo. Ela apresenta faturamento estimado em R$ 3 milhões por publicidade. Antonela Roccuzzo, casada com Lionel Messi, aparece na segunda posição. A argentina ganha cerca R$ 2 milhões por ação.
A atriz espanhola Ester Expósito, conhecida pelo trabalho na série “Elite”, da Netflix, figura na terceira colocação. Ela vive um romance com Kylian Mbappé e cobra aproximadamente R$ 1,2 milhão por publicidade.
A Vantix Magazine calculou os valores com base em dados da plataforma Lessie AI. A ferramenta utiliza inteligência artificial para monitorar e estimar quanto influenciadores cobram para divulgar marcas nas redes sociais.
Para chegar aos números, foi considerado o ponto médio entre as faixas mínima e máxima praticadas pelo mercado para cada perfil.
As companheiras dos jogadores de futebol também viraram documentário da TV Globo. O longa “Convocadas” tem feito sucesso nas redes sociais ao mostrar a vida e rotina de cinco mulheres que vivem com craques da seleção brasileira.
Os três casos graves investigados após a aplicação da vacina contra a dengue desenvolvida pelo Instituto Butantan ocorreram em profissionais da atenção primária à saúde, informou o Ministério da Saúde nesta segunda-feira (8). As informações são da CNN.
Entre os casos estão duas mortes e uma paciente que precisou de internação em unidade de terapia intensiva (UTI), mas se recuperou. Segundo a pasta, ainda não há evidências suficientes para comprovar uma relação de causa e efeito entre a vacinação e os episódios.
Os casos fazem parte de um conjunto de 42 eventos adversos graves registrados entre cerca de 500 mil doses aplicadas do imunizante, o que levou o governo federal a suspender temporariamente a estratégia de vacinação para aprofundar as investigações.
De acordo com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, aproximadamente 417 mil das 500 mil doses aplicadas no país foram destinadas a profissionais da atenção primária à saúde.
O grupo inclui agentes comunitários de saúde, médicos de família, enfermeiros e integrantes das equipes de Saúde da Família, considerados mais expostos ao risco de infecção pela dengue devido ao contato direto com a população.
“Nós temos profissionais de todo o Brasil que receberam a maior parte dessas 500 mil doses. A grande maioria das doses foi destinada a esses profissionais, que estão protegidos contra a dengue”, afirmou o ministro.
Além dos trabalhadores da saúde, o Ministério da Saúde também promoveu estratégias de vacinação em massa em Botucatu (SP), Nova Lima (MG), Maranguape (CE) e na região de Araguaína, no Tocantins.
Nessas localidades, pessoas de 15 a 59 anos foram convocadas para receber a vacina. Ao todo, cerca de 83 mil doses foram aplicadas nessas regiões.
Casos graves não ocorreram em cidades com vacinação ampliada
Segundo informações da coletiva, embora parte das 42 reações adversas graves tenha sido registrada nas cidades que participaram da estratégia ampliada, os três casos mais graves não ocorreram nesses locais.
“Dos três casos graves que levaram à internação, nenhum deles é das cidades da estratégia ampliada. Ocorreram na estratégia de vacinação dos profissionais da atenção primária à saúde”, disse.
O ministro também afirmou que nenhum dos dois óbitos investigados foi registrado nos municípios e regiões que receberam a vacinação ampliada.
“Não são nem das três cidades de vacinação ampla nem da região de Tocantins. Dessas quatro regiões, não tivemos nenhum caso de óbito com relação temporal à vacina”, afirmou.
De acordo com o governo federal, as localidades que participaram da vacinação em massa também não apresentaram a mesma proporção de reações adversas graves observada no conjunto nacional de vacinados.
O que se sabe sobre os casos
Segundo informações apresentadas pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI), um dos casos envolveu uma mulher de 39 anos que apresentou febre, dores musculares e náuseas seis dias após a vacinação. Ela evoluiu para um quadro compatível com dengue grave, precisou de internação em terapia intensiva e recebeu alta.
Outro caso foi o de uma mulher de 48 anos que desenvolveu sintomas de dengue grave com comprometimento neurológico 19 dias após receber a vacina. Ela morreu.
O terceiro caso envolveu um homem de 58 anos que apresentou sintomas cinco dias após a vacinação e evoluiu rapidamente para um quadro grave, também resultando em morte.
Segundo o Ministério da Saúde, todos os casos passaram por análise do Comitê Interinstitucional de Farmacovigilância de Vacinas e Outros Imunobiológicos (CIFAVI).
Investigações continuam
O governo federal informou que a suspensão temporária da vacinação tem caráter preventivo e permitirá aprofundar as investigações sobre os 42 eventos adversos graves registrados.
As análises serão conduzidas pelo Ministério da Saúde, Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Instituto Butantan, especialistas independentes e órgãos de vigilância estaduais e municipais.
De acordo com a pasta, os trabalhos irão avaliar possíveis fatores de risco em comum entre os pacientes, histórico clínico, condições de armazenamento e aplicação das doses, além de outras hipóteses que possam explicar os casos.
Até o momento, o Ministério da Saúde afirma que não há elementos suficientes para estabelecer uma relação causal entre a vacina e os dois óbitos investigados.
Veja pronunciamento do Butantan
“O Instituto Butantan informa que, seguindo orientação do Ministério da Saúde e da Anvisa, a vacinação contra a dengue será, de maneira preventiva, temporariamente interrompida para reavaliação da estratégia vacinal.
No momento, profissionais de saúde estavam sendo vacinados. A orientação ocorre em razão de alguns casos de reação adversa detectados, três deles com sinal de gravidade, em um universo de aproximadamente 500 mil vacinados, que podem ou não estar relacionados à vacinação. A medida visa garantir a segurança da população nas próximas etapas da vacinação.
O Instituto Butantan mantém seu compromisso e rigor absoluto com a ciência e a saúde da população e irá seguir trabalhando para apoiar o Ministério da Saúde e a Anvisa, fornecendo todas as informações disponíveis sobre a vacina, realizando novos estudos e acompanhando o trabalho de farmacovigilância dos vacinados. Cabe ressaltar que a vacina teve eficácia global de 79,6% e 89% contra a dengue grave em estudo publicado em revista científica internacional. Nos três municípios onde houve vacinação em massa da população – Botucatu (SP), Maranguape (CE) e Nova Lima (MG), o acompanhamento de farmacovigilância se mostrou positivo, sem casos importantes de reação adversa na população.
O Instituto Butantan, como já demonstrado em casos recentes, seguirá trabalhando com o mais absoluto rigor para aprofundar as informações sobre o uso da vacina para que, em se confirmando sua segurança, a vacinação possa ser retomada em breve, com toda a tranquilidade para a população atendida pelo SUS. O Instituto Butantan reafirma seu compromisso de entregar produtos seguros e eficazes para enfrentamento de problemas de saúde pública brasileira pelo SUS.”
A eleição presidencial do Peru ampliou sua repercussão internacional nesta segunda-feira, 8, depois que o empresário sul-africano Elon Musk publicou uma mensagem irônica sobre a velocidade da contagem dos votos no país.
O comentário foi uma resposta à informação de que o Peru havia conseguido contabilizar manualmente mais de 90% dos cerca de 27 milhões de votos ainda na noite da eleição, no domingo 7. “Isso porque uma fraude em larga escala leva tempo”, escreveu Musk, na rede social X.
A manifestação do homem mais rico do mundo ocorre em meio a uma disputa acirrada entre a conservadora Keiko Fujimori e o candidato de esquerda Roberto Sánchez. Depois de sucessivas mudanças na liderança da apuração, Sánchez passou à frente por uma margem estreita, mantendo o resultado em aberto.
Embora Musk não tenha apresentado evidências de irregularidades no processo peruano, a publicação rapidamente gerou debate nas redes sociais e reacendeu discussões sobre a confiabilidade nos sistemas eleitorais da América Latina.
Nos últimos anos, eleições realizadas na região foram frequentemente acompanhadas por denúncias, suspeitas ou questionamentos sobre transparência. O caso mais conhecido é o da Venezuela, onde pleitos conduzidos sob governos ligados ao chavismo têm sido alvo de críticas da oposição e de observadores internacionais. A Colômbia também entrou recentemente no mapa da desconfiança.
No Brasil, o tema ainda provoca divergências. Enquanto a Justiça Eleitoral sustenta que o sistema eletrônico é seguro e auditável, setores da oposição defendem mecanismos adicionais de verificação para ampliar a credibilidade no processo.
No caso peruano, as autoridades eleitorais afirmam que a votação transcorreu normalmente e rejeitam acusações de fraude. Ainda assim, a disputa apertada e o histórico de instabilidade política do país mantêm elevada a atenção sobre a apuração.
A Praia do Madeiro, localizada em Pipa, no litoral do Rio Grande do Norte, está entre as cem melhores praias do mundo, segundo o ranking Best Beaches in the World, divulgado nesta segunda-feira (8). O levantamento reúne destinos avaliados por especialistas em turismo de diversos países.
A lista, publicada pela plataforma The World’s 50 Best Beaches, é elaborada a partir da votação de um painel com mais de mil especialistas, incluindo jornalistas, influenciadores, blogueiros e profissionais do setor de viagens. A edição deste ano foi divulgada em celebração ao Dia Mundial dos Oceanos.
O Brasil emplacou 11 praias no ranking global, e a Praia do Madeiro aparece na 46ª colocação, sendo uma das representantes do Nordeste na lista. O destino potiguar é conhecido pelas falésias, águas mornas e pela presença frequente de golfinhos, o que o torna um dos pontos turísticos mais visitados do estado.
Além da praia potiguar, o ranking também inclui outros destinos brasileiros de destaque, como a Baía do Sancho (PE), em Fernando de Noronha, e a Praia de Copacabana (RJ). A lista completa reúne 100 praias ao redor do mundo, com avaliação baseada em critérios como beleza natural, preservação ambiental e experiência do visitante. As informações são do Portal 98 FM.
Confira todas as 11 praias brasileiras no ranking:
▪ 7º lugar: Praia de Atins, nos Lençóis Maranhenses (MA)
▪ 10º: Baía do Sancho, em Fernando de Noronha (PE)
▪ 24º: Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro (RJ)
▪ 44º: Ilha Do Amor, em Alter do Chão (PA) ▪ 46º: Praia do Madeiro, em Pipa (RN)
▪ 77º: Praia da Engenhoca, em Itacaré (BA)
▪ 78º: Praia do Bonete, em Ilhabela (SP)
▪ 79º: Praia do Rosa, em Imbituba (SC)
▪ 83º: Saco do Mamanguá, em Paraty (RJ)
▪ 85º: Praia de São Miguel dos Milagres, na Rota Ecológica dos Milagres (AL)
▪ 92º: Praia de Taipu de Fora, na Península de Maraú (BA)
O pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL), afirmou nesta 2ª feira (8.jun.2026) que o Brasil precisa adotar uma política mais rígida de combate ao crime, inspirada em medidas implementadas pelo presidente de El Salvador, Nayib Bukele (Nuevas Ideas, direita). A declaração foi dada durante o evento Brasil de Ideias Mulher – Especial Eleições, promovido pelo Grupo Voto, noticiou o Poder 360.
“Então a gente tem obrigação de tratar esses marginais violentos com uma legislação mais dura, sim. Esse foi um ponto… foi o que eu vi em El Salvador. Foi a razão pela qual eu fui até o governo dos Estados Unidos pedir que PCC e Comando Vermelho fossem classificados como terroristas”, afirmou Flávio Bolsonaro.
O chamado “modelo Bukele” é apontado por seus defensores como uma estratégia rigorosa de combate ao crime organizado, baseada na forte redução dos índices de violência em El Salvador. Seus críticos, por outro lado, afirmam que esses resultados foram alcançados à custa do enfraquecimento do Estado de Direito e das garantias individuais.
Desde a eleição de Nayib Bukele, em 2019, o número de homicídios caiu 97%, segundo dados oficiais, passando de 3.346 casos no ano anterior à sua posse para 114 em 2024.
Um dos símbolos da política salvadorenha é o Cecot (Centro de Confinamento do Terrorismo), inaugurado em 2023 e apresentado pelo governo como a maior prisão de segurança máxima das Américas, que ganhou projeção internacional pelas imagens de detentos divulgadas nas redes sociais.
Ao defender penas mais duras, Flávio disse que não tem que “ter pena”, por exemplo, de quem rouba celulares. Ele argumentou que criminosos avaliam as chances de punição antes de cometer delitos e que o endurecimento das leis poderia reduzir a criminalidade.
“Então acho que isso tem uma função educacional num primeiro momento, porque veem que a certeza da impunidade vai chegar ao fim. Qual é a conta que eles fazem? ‘Se eu roubar o celular aqui, qual o risco de eu ser preso? Nenhum. Se eu for preso, o que acontece comigo? Vou para audiência de custódia e sou liberado. Vou roubar’. Mas para isso a gente precisa de construir, sim, mais presídios”, disse o senador.
Não sou imparcial… Más acho quê esse repórter estrapolou na tática de conseguir alguma coisa… Acho inclusive ser ele merecedor de uma correição. Por exemplo… Uma camada de pau à lá Ten. Belmiro. E como diria um dos personagen de Chico Anízio, seria " JUSTO, JUSTÍSSIMO…
Jornalista da esquerda? Pode, está valendo, exercendo a democracia, vivendo a liberdade de expressão.
Se fosse jornalista da direita? Farsante, criminalizando a ética profissional, dissimulado, impostor.
Simples assim! A herança maldita de um país pelo avesso, onde vale tudo para retomar o poder.
Quem vai noticiar TODA CORRUPÇÃO REVELADA POR PALOCCI?
Quem vai investigar quem bancou financeiramente Adélio na tentativa de assassinato a Bolsonaro?
Que eu saiba quem investigou Adélio foi a Policia Federal e não encontrou nada, tendo sido comprovado que o Adélio é doido e agiu sozinho. Foi absolvido e recebeu uma Medida de Segurança, tendo sido internado em um Manicômio Judiciário.
Então você acha que a PF prevaricou? Sérgio Moro, chefe da PF, prevaricou também? Bolsonaro chefe do MF e da PF aceitou tudo isso?
Exato Victor, deve ter sido o mesmo pessoal que investigou a morte de Celso Daniel.
Adélio estava desempregado a 09 meses, nunca teve emprego fixo, não tinha qualificação profissional, mas possuía 02 celulares, 02 notebook, pagou o local onde estava adiantado, em dinheiro, frequentava curso de tiro com tudo pago.
Além do fato que alguém assinou o livro de visita no senado com o nome dele, para criar um álibi. Cujo senado até hoje não liberou as imagens das câmeras mostrando quem assinou o livro de visita no dia do atentado.
Revise seu conceito sobre prevaricar, pois está no poder não é sinônimo de tudo pode, salvo quando se tem uma ditadura e não numa democracia.
Mimimimi de bolsominion hehehe