Saúde

Bolsonaro promete divulgar relatório do TCU que questiona números da pandemia no país: “Não é conclusivo, mas disse que em torno de 50% dos óbitos por covid no ano passado não foram por covid”

Foto: Carolina Antunes/ Agência Brasil

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta segunda-feira (7/6) que um relatório do Tribunal de Contas da União (TCU) revelou que 50% das mortes registradas por covid-19 no Brasil foram por outras causas que não o vírus. A declaração foi dada a apoiadores na saída do Palácio da Alvorada.

“Não é meu. É do tal do TCU, questionando o número de óbitos no ano passado por covid. E ali, o relatório final, não é conclusivo, mas disse que em torno de 50% dos óbitos por covid no ano passado não foram por covid, segundo o Tribunal de Contas da União”, apontou.

O Correio questionou o TCU a respeito do levantamento. O Tribunal informou que não possui conhecimento sobre o documento e pediu prazo maior para apurar se há algum relatório sobre a informação.

Bolsonaro acrescentou que divulgará o documento nesta tarde. “Esse relatório saiu há alguns dias. Logicamente que a imprensa não vai divulgar. Já passei para três jornalistas com quem eu converso e devo divulgar hoje à tarde. E como é do TCU, ninguém queira me criticar por causa disso. Isso aí muita gente suspeitava. Muitos vídeos que vocês viram de Whatsapp, etc, de pessoas reclamando que o ente querido não faleceu daquilo. Está muito bem fundamentado, todo mundo vai entender, só jornalista não vai entender. O resto, todo mundo vai entender”, acrescentou.

Correio Braziliense

Opinião dos leitores

  1. esse presidente ja deu o que tinha que dar. Quem tem que pedir p/ sair é ele, é um perturbador da ordem a todo momento. So se mete em polêmica. Vai p/ porr* presidente chato e encrenqueiro, vai trabalhar seu incompetente cego pelo poder, so pensa no poder, ta nem aí p/ o povo, ele devia ter vergonha do mandato dele. Se não teve corrupção nao fez mais do que o seu dever. Mas o mandato se limitou a isso e a somente isso, presidente fraquissimo em relação a todo o resto! Um desbocado, mal educado e um falso patriota, isso sim, chega, que ja cansou, pede p/ sair, 2022 chegue logo p/ gente tirar esse incompetente!

  2. Na cabeça de Bolsonaro todo mundo que morre de covid é p atrapalhar a gestão dele. Todo mundo que reivindica algo é pq é contra ele. Todo mundo que fala de fatos ele vem com piada e achismos, sempre terceirizando a culpa.

  3. Chega a ser revoltante a falta de empatia com as vítimas desse cidadão. Pior ainda é quem defende.

  4. Se for pra chutar, o número de mortes real deve ser o dobro do oficial. Basta conversar com tabelião ou tabeliã de cartório (inclusive, gente que morre por síndrome respiratória grave sem o termo ‘covid’ porque não tem teste feito antes do óbito). Eu só não entendo como um ser desprezível desse não morre. Ele e o chefe de quadrilha de nove dedos.

    1. Tenha cuidado porque um bocado de otários inclusive você morreram, por desejarem a morte de outrem. Compre logo seu caixão para não deixar os parentes endividados.

  5. Omi mostre! Se o MINTO mostrar esse relatório que de fato indique isso que ele alega, eu até volto a tentar acreditar nele novamente…

  6. Mais uma mentira desse lixo.
    O TCU informou que não existe nenhum documento como esse em andamento.
    Esse esclerosado não tem o que fazer não? Não sabe fazer outra coisa, que não seja mentir.

  7. Quando ele viu que as mortes por falta de vacinas vão pra conta dele, já que apostou num remédio sem eficácia , vai mudar a narrativa de que não morreu tanta gente assim. É psicopatia em estado puro.

    1. O Brasil se transformou no país da desgraça pronta. A ignorância, o mal caratismo e a mentira passaram a ter validade e Nortear os rumos de uma nação, que como consequência perde respeito, moral e cidadania. O governo tem ministérios, mas segue as orientaçôes de um grupelho extra oficial, que é na verdade quem norteia o governo. Fazem parte desse grupelho os mais diversos tipos de irresponsáveis e incompetentes criaturas. Daí negam a pandemia, negam as vacinas, validam tratamento, contra a ciência, tramam ataques a pessoas e instituições, demitem ministros, enquadram militares. Um estágio para se tornado uma mafia que passará antes por uma mexicanização do paìs. Caminhamos a passos largos para nos tornarmos um paìs degraçadamente miliciano, como já é o estado do Rio de Janeiro. Agora, vão anunciar que mortes por covid, nao foram por covid, em mais um estudo tal qual da cloroquina para o virus, decidido pelo mesmo grupelho que dita o rumo do paìs. Logo, alguns meios jornalísticos, igualmentes associados a essa turma, cuidarão para que se torne verdade absoluta. Um paìs condenado a desgraça.

    2. Bolsovirus, meu amigo sábias palavras, falou tudo! Tenho nada a acrescentar. na verdade, ate tenho. Tem gente que pega covid e nao comunica que pegou. Entao com toda certeza o numero dos que pegaram a doença é muito maior, muito mesmo, essa doença altamente contagiosa

    1. Esse verme é um canalha, foi 50% a mais!!! Não tinha testes e morreram muitos de covid19 sem os exames. Que diabo o TCU têm com isso???? Só engana o gado .

    2. Que cuuunversa bonita Geraldo. Todos, absolutamente TODOS, que morreram no país a partir de abril de 2020 foram testados para COVID mesmo que nitidamente a morte não teria relação alguma com COVID. Imagina se fizesse isso quanto ao vírus da gripe. A verdade eh q muita gente, mas muita mesmo, morreu com covid e não DE covid, entrando nas estatísticas de forma completamente equivocada.

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VÍDEOS: Thiago Mesquita diz que vereador do PT, Daniel Valença, mente ao dizer que agentes da Prefeitura quebraram materiais de comerciantes da Redinha

Imagem: reprodução

O secretário da Thiago Mesquita Meio Ambiente e Urbanismo de Natal (Semurb), Thiago Mesquita lamentou e fez duras críticas ao vereador Daniel Valença após o petista divulgar um vídeo no qual se afirma que a Prefeitura estaria “expulsando o povo, quebrando o material do pessoal, jogando o material do pessoal fora”, quando na verdade, foram os comerciantes que destruíram os próprios materiais, durante ação de fiscalização da Semurb.

“Lamento muito as publicações do Sr Daniel Valença, Vereador do Município de Natal que ao reproduzir vídeos com informações mentirosas falando que nossos agentes quebraram os materiais e que a Semurb não respeitou um prazo inventado de 5 dias, contribui para veiculação da desinformação e vai de encontro a um acordo judicial e as leis de Uso e Ocupação do Solo”, escreveu Thiago Mesquita em uma publicação no Instagram.

LEIA TAMBÉM: Semurb diz que fiscalização na Redinha cumpriu ordem judicial e comerciantes que causaram problemas já haviam sido notificados

Veja abaixo o vídeo publicado por Daniel Valença e as imagens divulgadas pelo secretário Thiago Mesquisa que motram os próprios comerciantes promovendo o quebra-quebra:

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Semurb diz que fiscalização na Redinha cumpriu ordem judicial e comerciantes que causaram problemas já haviam sido notificados


Imagem: reprodução

O secretário de Meio Ambiente e Urbanismo de Natal, Thiago Mesquita, afirmou que a ação de fiscalização realizada neste sábado (28) na Praia da Redinha seguiu rigorosamente determinação judicial e ocorreu dentro da legalidade.

De acordo com o titular da Semurb, a operação foi executada pela equipe de fiscalização ambiental em cumprimento a um acordo firmado na 4ª Vara Federal, que limita a permanência de apenas 10 quiosqueiros autorizados na área.

Ainda segundo Mesquita, todos os comerciantes que tiveram materiais apreendidos já haviam sido notificados diversas vezes sobre a irregularidade. A última notificação, conforme informou, ocorreu no dia 12 de março, quando também foram autuados e alertados sobre a proibição da continuidade das atividades.

O secretário destacou que, mesmo cientes da situação, alguns trabalhadores resistiram à ação e chegaram a danificar os próprios equipamentos durante o protesto. “Há registros em vídeo feitos pelos próprios manifestantes que mostram que não houve qualquer agressão por parte dos agentes públicos, nem participação deles na quebra dos materiais”, afirmou.

A Semurb também relatou que houve episódios de obstrução da fiscalização e danos ao patrimônio público, incluindo a queima de tambores de lixo pertencentes à Companhia de Serviços Urbanos de Natal, além da geração de poluição ambiental com a queima de resíduos em via pública.

Diante dos desdobramentos, o órgão informou que poderá intensificar as autuações contra os envolvidos, especialmente por descumprimento de notificações, enfrentamento à fiscalização e danos ao patrimônio público.

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Morre o empresário Arnon César, aos 72 anos

Foto: reprodução

Faleceu neste sábado (28), em Natal, o empresário Arnon Sávio, aos 72 anos, em decorrência de problemas no coração.

Arnon foi um dos pioneiros no Rio Grande do Norte no setor automotivo, inicialmente representando a marca Mitsubishi, e depois à frente de lojas multimarcas.

Gente muito boa, amigo desde os tempos de Genipabu, deixa viúva e três filhos. Entre eles o amigo Arnon César. Ficam o nosso sentimento a todos.

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Aneel mantém bandeira verde e conta de luz fica sem taxa extra em abril

Foto: Pxhere/Reprodução

A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) anunciou que a conta de luz continuará sem cobrança extra em abril.

Agência manteve a bandeira tarifária verde para o próximo mês. Com isso, os consumidores brasileiros não vão pagar custos adicionais nas faturas de energia elétrica.

Volume de chuvas em março garantiu um nível satisfatório nos reservatórios das usinas hidrelétricas. Esse cenário reflete uma geração favorável de energia no país.

Situação hídrica evita o uso intenso de usinas termelétricas. Essas usinas têm um custo de operação mais alto, o que encareceria a conta para o consumidor final.

Bandeira verde está em vigor desde o início do ano. O regime de chuvas se manteve em um patamar favorável durante todo o primeiro trimestre.

A Aneel reforça o pedido para o consumo responsável por parte da população. A agência afirma que a economia evita desperdícios e ajuda na sustentabilidade do setor elétrico brasileiro.

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Moraes nega pedido da defesa de Bolsonaro para ‘livre acesso’ de filhos à casa do ex-presidente durante prisão domiciliar

Foto: Rosinei Coutinho/STF

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, negou neste sábado (28) o pedido da defesa de Jair Bolsonaro para liberar o acesso irrestrito dos filhos à casa onde ele cumpre prisão domiciliar.

A defesa pediu o fim das restrições de visitas para os filhos que não moram com ele. Moraes, no entanto, manteve as regras já estabelecidas e afirmou que o pedido não tem “viabilidade jurídica”.

Atualmente, têm autorização de visita os filhos Flávio Bolsonaro, Carlos Bolsonaro e Jair Renan Bolsonaro, que não moram na residência. Já Eduardo Bolsonaro ainda não teve o pedido analisado. As visitas continuam limitadas a quartas-feiras e sábados, nos horários: 8h às 10h, 11h às 13h e 14h às 16h.

Além disso, a defesa informou ao STF a lista de pessoas que atuam na casa. Segundo o documento, trabalham no local 8 motoristas e seguranças, além de duas empregadas domésticas, uma manicure e um piscineiro.

Bolsonaro deixou o hospital em Brasília na sexta-feira (27) e passou a cumprir prisão em casa por 90 dias, por questões de saúde. Ele foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe.

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Dupla distrai vendedores para praticar furtos em óticas de Natal; pelo menos duas lojas já foram alvo

Um furto foi registrado por volta das 9h30 deste sábado (28) na Ótica Tirol, na esquina da avenida Afonso Pena com a rua Ceará-Mirim, em Natal.

Segundo informações, duas pessoas — uma mulher e uma mulher trans — entraram na loja e, enquanto uma distraía o vendedor, a outra furtou dois óculos. A ação foi registrada pelas câmeras de segurança.

De acordo com relatos, a mesma dupla também teria atuado em outra loja, a Ótica Alany, na Cidade Alta, onde cerca de cinco óculos foram levados.

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Fachin rejeita pedido de CPI do Crime Organizado para manter quebra de sigilo de empresa de Toffoli

Foto: Antonio Augusto/STF

O presidente do Supremo Tribunal Federal, Luiz Edson Fachin, rejeitou nesta sexta-feira (27) um pedido da CPI do Crime Organizado para manter a quebra de sigilo da empresa Maridt Participações S.A, ligada ao ministro Dias Toffoli.

A quebra de sigilo havia sido aprovada pela CPI, mas foi anulada pelo ministro Gilmar Mendes. A comissão recorreu, pedindo a suspensão dessa decisão, mas o pedido foi negado por Fachin.

Na decisão, Fachin afirmou que não cabe ao presidente do STF revisar decisões de outros ministros, já que não existe hierarquia entre eles. “Não se admite, como regra, pedido de suspensão de decisão proferida por ministro do STF”, disse.

A empresa investigada tem ligação com a família de Toffoli. O ministro reconheceu que faz parte do quadro societário, mas disse que a administração é feita por parentes.

A Maridt teve negócios com um fundo gerido pela empresa Reag, ligada ao Banco Master. Um dos pontos dessa relação envolve o resort Tayayá, no Paraná, do qual a empresa foi sócia até o ano passado.

O presidente da CPI, Fabiano Contarato, criticou a decisão e disse que ela limita o avanço das investigações. “A CPI adotará as medidas recursais cabíveis”, afirmou.

Segundo ele, a comissão seguirá atuando para tentar retomar a quebra de sigilo e dar continuidade às apurações.

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Moraes proíbe sobrevoo de drones nas proximidades da casa em que Jair Bolsonaro cumpre prisão domiciliar

Foto: Adriano Machado/Reuters

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, proibiu o sobrevoo de drones em um raio de 100 metros da casa onde o ex-presidente Jair Bolsonaro cumpre prisão domiciliar.

A decisão entrou em vigor neste sábado (28). Quem descumprir a regra poderá responder civil e criminalmente.

Moraes determinou que a Polícia Militar do Distrito Federal pode abater e apreender drones que sobrevoarem a área, além de prender em flagrante os responsáveis.

Segundo o ministro, a medida foi tomada após relatos da PMDF sobre a presença de drones nas proximidades da residência.

Na decisão, Moraes afirmou que o sobrevoo em áreas residenciais viola a privacidade e pode representar risco à segurança. “O sobrevoo próximo a residências configura flagrante violação ao direito constitucional à intimidade e privacidade.”

Ele também destacou que a prática pode ser enquadrada como violação de domicílio e até como risco à segurança do transporte aéreo.

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IMPUNIDADE: Nove a cada dez casos de estupro de vulnerável terminam sem resolução no Brasil

Foto: Luis Lima Jr/FotoArena/Estadão Conteúdo

A maioria dos casos de estupro de vulnerável no Brasil não chega a uma decisão final da Justiça. Levantamento com 40,5 mil processos encerrados entre 2020 e janeiro de 2026 mostra que 93% dos casos não passaram da fase inicial, ou seja, nove a cada dez casos ficam impunes.

Apenas 2,8% resultaram na execução da pena ao fim do julgamento. Nos casos de estupro em geral, o cenário é ainda mais crítico: 97% também ficam presos nessa etapa inicial.

Considerando processos mais recentes, entre janeiro de 2025 e janeiro de 2026, mais de 70% dos réus seguem sem condenação em um universo de 102 mil ações. Desse total, 11,4% foram absolvidos e 60% nem tiveram sentença.

Como funciona o problema

A chamada fase inicial é onde o juiz analisa provas e decide se condena ou absolve. É também o único momento em que novas provas podem ser incluídas.

Apesar de haver prazos legais, decisões podem demorar mais de 1 ano para serem publicadas. Em muitos casos, o processo nem chega a essa etapa final.

Principais motivos para interrupção

Entre as causas mais comuns estão:

  • morte do réu;

  • prescrição do crime;

  • falta de provas;

  • abandono ou desistência da vítima;

  • duplicidade de ações.

Dificuldades nas investigações

Especialistas apontam falhas na investigação e sobrecarga do sistema como fatores centrais. Há também dificuldade na produção de provas, especialmente quando o agressor é próximo da vítima.

Além disso, delegacias nem sempre têm estrutura adequada, e policiais enfrentam pressão e falta de suporte.

Dados gerais do problema

  • O Brasil tem 325,7 mil processos relacionados ao crime desde 2020;

  • 3 em cada 4 casos de estupro são de vulneráveis;

  • 24% dos casos julgados em 2025 tiveram condenação;

  • 4,2% tiveram condenação parcial;

  • A prisão definitiva, quando ocorre, leva em média 3,6 anos;

Perfil das vítimas e subnotificação

Mulheres são 84% das vítimas, com 66,5 mil denúncias registradas em 2025 e 2026 — média de 157 por dia.

Mesmo assim, a maioria dos casos não chega à polícia. Um estudo aponta cerca de 822 mil estupros por ano no país, mas apenas 8,5% são denunciados.

Desigualdade no atendimento

O acesso à Justiça varia conforme a região. Estados como Distrito Federal (717 casos por 100 mil habitantes) e Mato Grosso do Sul (401) lideram em número de processos.

Especialistas destacam que faltam políticas públicas padronizadas, o que dificulta o atendimento às vítimas e o andamento dos processos.

Com informações de Folha de S. Paulo

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