Jornalismo

Carrefour condenado a pagar indenização e pensão alimentícia a potiguar após esposa morrer no supermercado

Em decisão inédita no país, a Justiça aplicou multa diária a dirigentes de uma empresa caso eles insistam em descumprir decisão judicial.

O caso foi aqui mesmo em Natal. O Tribunal de Justiça deu ganho de causa a Paulo Lopes dos Reis, cuja mulher morreu após se acidentar na seção de frutas do Carrefour, em 2004.

A Justiça já havia decidido que Paulo deveria ser incluído na lista de beneficiários por pensão alimentícia do Carrefou. A decisão não vinha sendo cumprida, e, hoje, o TJ decidiu pela obrigatoriedade imediata do nome de Paulo na lista, além de indenização por danos morais no valor de R$ 260,8 mil

Não cabe recurso no caso da pensão. O Carrefour deverá ir ao STJ para recorrer do mérito do dano moral.

Segue dados do processo:

Dados do Processo

 

Processo:

0402905-29.2010.8.20.0001 (001.10.402905-7) Julgado

Classe:

Execução Provisória
Área: Cível

Local Físico:

30/09/2011 16:46 – Pilha para Prov. Publicação de Despacho – Est. 16

Distribuição:

Dependência – 27/08/2010 às 08:41
1ª Vara Cível – Natal

Valor da ação:

R$ 260.819,06

 

Partes do Processo

Requerente:

Paulo Lopes dos Reis
Advogado: Edson Gutemberg de Souza Filho
 

Executado:

Carrefour Comércio e Indústria Ltda
Advogado: Izaias Bezerra do Nascimento Neto
 

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Movimentações
Data   Movimento  
 

 

30/09/2011 Decisão Proferida
DECISÃO INTERLOCUTÓRIA Vistos etc… Trata-se de ação de execução provisória, onde às fls. 187, foi deferido em decisão de fl. 187 para o executado dar cumprimento a obrigação oriundo da condenação da sentença prolatada por este juízo para determinar, ao executado, que “o Carrefour Comércio e Indústria LTDA, provisoriamente, para, no prazo de 15(quinze) dias, cumprir o valor devido, no valor de 260.819,06(Duzentos e sessenta mil, oitocentos e dezenove reais e seis centavos), sob pena de sofrer penhora da quantia buscada ou de bens em suficiência ao cumprimento do débito. Intime-se, ainda, o executado, para incluir o nome da exeqüente em folha de pagamento como beneficiário de prestação alimentícia mensal no valor de 1.992,82(Um mil novecentos e noventa e dois reais e oitenta e dois centavos).” O executado interpôs agravo de instrumento da referida decisão sendo negado seguimento ao recurso pelo TJRN, por manifesta inadmissibilidade. Em decisão de fls. 288/292, foram rejeitados os pedidos formulados pela exceção de Pré-Executividade, bem como os embargos declaratórios , seguindo-se com a execução, sendo deferido o bloqueio on line através do Sistema Bacenjud, mas sem sucesso. Ocorre que, mesmo o executado ter sido regularmente intimado da referida decisão, como se vê em fls. 259, e sido imposta multa diária por descumprimento, até a presente data, não há notícia nos autos de cumprimento de tais determinações. Ao revés, a parte exequente, em fls. 313/315, informou a relutância do executado em incluir em sua folha de pagamento o nome do exequente para recebimento da pensão determinada judicialmente, requerendo em caráter de urgência o cumprimento da referida decisão, inclusive com nova tentativa de penhora on line com o novo CNPJ da empresa informado. É o que importa relatar. Decido. Com efeito, o mandado de fls. 259, não resta dúvida que o executado fora intimado para cumprimento de tais determinações, todavia manteve-se até o momento inerte. Decerto que tal atitude configura o descumprimento da ordem judicial, expressa no sentido de garantir o atendimento. Entender de modo diverso seria tornar inócuo o pronunciamento judicial que ordenou “incluir o nome da exeqüente em folha de pagamento como beneficiário de prestação alimentícia mensal no valor de 1.992,82(Um mil novecentos e noventa e dois reais e oitenta e dois centavos)”. A ausência de cumprimento da decisão interlocutória não encontra justificativa, eis que mesmo interposto agravo de instrumento contra a mesma, mas sem sucesso, de modo que a decisão encontra-se apta a produzir todos os seus efeitos, devendo ser fielmente cumprida. Tal circunstância evidencia o desprestígio por que passa o Poder Judiciário atualmente, quando toda e qualquer parte pretende resistir às suas ordens. Nesse contexto, urge a necessidade real de serem tomadas medidas enérgicas, capazes de repercutir, inclusive, sobre os próprios representantes da demandada à qual a ordem judicial é dirigida, sob pena de, em assim não sendo, tornar-se ineficaz o único o Poder capaz de garantir ao cidadão, de forma concreta, os seus direitos. Por isso, e visando ressaltar a autoridade ínsita ao poder Judiciário, evidencio que o descumprimento de qualquer ordem judicial é passível de ensejar a responsabilização criminal pelo delito de desobediência, como esclarece as seguintes ementas: “PROCESSUAL PENAL. “HABEAS CORPUS” PREVENTIVO. DESCUMPRIMENTO DE ORDEM JUDICIAL EMANADA DE AUTORIDADE COMPETENTE ATRAVES DO DEVIDO PROCESSO LEGAL. RECURSO ORDINARIO IMPROVIDO. I – JUIZ FEDERAL CONCEDEU LIMINAR EM AÇÃO CAUTELAR PARA QUE OS AUTORES LEVANTASSEM O FGTS PELA MUDANÇA DE REGIME JURIDICO. EMPREGADOS DA CEF, DESTINATARIOS DA ORDEM JUDICIAL, A PRETEXTO DE QUE O STF JA HAVIA DADO COMO CONSTITUCIONAL LEI QUE VEDAVA O LEVANTAMENTO DO FGTS EM TAIS CONDIÇÕES, SE RECUSARAM A CUMPRIR A ORDEM EMANADA DE AUTORIDADE COMPETENTE ATRAVES DO DEVIDO PROCESSO LEGAL. A CEF, RECEOSA DA DECRETAÇÃO DA PRISÃO DE SEUS RECALCITRANTES SERVIDORES, AJUIZOU AÇÃO DE “HABEAS CORPUS” PREVENTIVO. O TRIBUNAL “A QUO” DENEGOU A ORDEM. DAI O RECURSO ORDINARIO. II – TODO SISTEMA JURIDICO, COMO O NOME JÁ DENUNCIA, SE ACHA ESTRUTURADO EM PRINCIPIOS, OS QUAIS SE DENSIFICAM EM NORMAS QUE SE ENTRECRUZAM NA SUSTENTAÇÃO DO ARCABOUÇO DO PRÓPRIO ESTADO. NOSSO SISTEMA ATRIBUI AO JUDICIARIO, COM EXCLUSIVIDADE, O PODER DE SOLUCIONAR OS CONFLITOS DE INTERESSES NO CAMPO ESTRITAMENTE JURIDICO. ASSIM, O DESTINATÁRIO DA ORDEM JUDICIAL EMANADA DE JUIZ COMPETENTE ATRAVÉS DO DEVIDO PROCESSO LEGAL NÃO PODE, SOB QUALQUER PRETEXTO, DESCUMPRIR O DETERMINADO, AINDA QUE INVOQUE PRECEDENTE DA MAIS ALTA CORTE DE JUSTIÇA DO PAÍS. ELE TEM A SUA DISPOSIÇÃO, ATRAVES DE MECANISMOS CRIADOS PELO PROPRIO SISTEMA, COMO TENTAR IMPEDIR A EXECUÇÃO DA DECISÃO JUDICIAL QUE ELE REPUTA SUPERADA. O QUE NÃO PODE É SE POR A CAVALEIRO DO PROPRIO SISTEMA. III – RECURSO ORDINARIO IMPROVIDO.” (grifos acrescentados) (STJ – 6ªN Turma, RHC nº 2817/SP, Rel. Min. Adhemar Maciel, j. 13/12/1993, DJ 21/02/1994, pág. 2184) “MANDADO DE SEGURANÇA. Desobediência a ordem judicial. Ofício ao Ministério Público. Contempt of court. Não constitui ato ilegal a decisão do Juiz que, diante da indevida recusa para incluir em folha de pagamento a pensão mensal de indenização por ato ilícito, deferida em sentença com trânsito em julgado, determina a expedição de ofício ao Ministério Público, com informações, para as providências cabíveis contra o representante legal da ré. Recurso ordinário improvido.” (STJ – 4ª Turma, RMS 9228/MG, Rel. Min. Ruy Rosado Aguiar, j. 01/09/1998, DJ 14/06/1999, pág. 191). Comprovada a inobservância do mandamento judicial, cabível se torna a extração de cópia dos autos, na forma marcada pelo art. 40 do C.P.P., com seu envio ao Ministério Público, além da gravidade de tratar-se de verba alimentar, de modo que propicie a apuração dos fatos configuradores do delito, sem prejuízo das demais cominações cíveis cabíveis. Isto posto, determino a penhora na boca do caixa dado o elevado montante, atualizado em fls. 323/326, venha o oficial de justiça voltar a empresa ré e penhorar valores, tantas vezes e quantos dias sejam necessários, sempre acompanhado de reforço policial, com imediato depósito do montante junto ao Banco do Brasil, conta ser vinculada a este feito, devendo, também cuidar a Secretaria em oficiar à Superintendência daquela instituição bancária, para fins de autorizar e orientar a ação nesta fase de greve. Por derradeiro, com fundamento no § 5º, do art. 461, perante o retardo da inclusão do nome de credores em folha de pagamento, determino que o oficial de justiça ao momento do cumprimento da ordem identifique todo o quadro diretivo das Lojas Carrefour local, para fins de serem alcançados com a multa diária de R$ 300,00 (trezentos reais), multas pessoais e que por ora estabeleço para cada dirigente, que não afastam a já imposta para a parte devedora, uma vez que são detentores de poderes administrativos e com capacidade de incluir e excluir nomes em folhas de pagamento. Assim, ficam estabelecidos estes comandos para gerar efetivação de tutela específica, em favorecimento do resultado prático da ordem já imposta e inadvertidamente descumprida pela parte condenada. Publique-se e intime-se.

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Geral

[VÍDEO] WILLIAM WAACK: Debate entre Flávio e Lula degrada a campanha, mas não muda votos


Vídeo: Reprodução/CNN Brasil

Na reta final para a definição do segundo turno presidencial, o debate entre os candidatos Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi marcado por um tom considerado degradante e, em partes, grotesco. Contudo, na avaliação do jornalista William Waack em análise para a CNN, o confronto televisivo não aparenta ter sido decisivo a ponto de alterar de forma significativa o panorama da disputa eleitoral.

Segundo o levantamento do cenário atual, Flávio Bolsonaro mantém uma vantagem numérica reduzida, mas constante, sobre Lula nas pesquisas de intenção de voto mais recentes. De acordo com a análise, esse quadro não difere substancialmente daquele observado dias antes do primeiro confronto direto entre os candidatos. Embora Lula tenha buscado alguma recuperação em relação aos resultados iniciais do primeiro turno, o saldo final do debate não provocou uma reviravolta nas urnas.

A gente já conta em horas, não mais em dias, o que falta para a decisão do segundo turno, mas 120 do momento em que essa edição do WW está indo para o ar. A vantagem reduzida de Flávio, ela se mantém sobre Lula de acordo com as últimas quatro pesquisas. Essa vantagem, aguenta esse número de horas? Esse quadro deste momento, agora, desse instante, não era muito diferente do quadro de uns dois dias atrás”, comentou. 

Para Waack, a explicação para a estabilidade do eleitorado, mesmo diante de um espetáculo político considerado áspero reside em fatores econômicos de grande amplitude que pesam diretamente na percepção popular. Enquanto os debates focam em estratégias e embates de palanque, o cotidiano da população é guiado por três indicadores básicos e concretos: o custo do carrinho de supermercado, o endividamento bancário e a capacidade real de consumo.

Na visão de analistas políticos, quando a inflação corrói o poder de compra e o crédito aperta o orçamento familiar, o desgaste recresce sobre quem está no poder. A fórmula simples explica o clima de tensão, angústias e acusações que dominam os momentos finais da campanha.

Por outro lado, o analista aponta que uma parcela significativa do eleitorado pouco se orienta por conceitos técnicos tradicionais de macroeconomia, como PIB, déficit nominal ou buraco fiscal na hora de definir seu voto. Essa desconexão entre o debate técnico-ideológico e a realidade econômica do dia a ajuda a explicar por que embates altamente esperados acabam gerando forte repercussão retórica, mas geram impacto limitado na correlação de forças nas urnas.

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Deputada federal Duda Salabert aciona Conselho de Ética contra General Girão após ato político na UFRN terminar em pancadaria


Fotos: Arquivo/Câmara dos Deputados

A deputada federal Duda Salabert (PDT-MG) protocolou uma representação no Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara dos Deputados contra o deputado federal General Girão (PL-RN). A medida foi motivada pela participação do parlamentar potiguar em um ato político no campus da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), em Natal, que culminou em confrontos físicos e agressões entre estudantes e manifestantes.

De acordo com a parlamentar mineira, a presença e a conduta do deputado teriam incentivado o clima de tensão no ambiente universitário. Em publicação nas redes sociais, Duda Salabert classificou o episódio como inaceitável e destacou que instituições de ensino devem ser preservadas de atos de intimidação.

“É inadmissível que um parlamentar participe de um ato político dentro da UFRN, fomentando agressões físicas entre estudantes. A universidade é espaço de conhecimento, liberdade e democracia, não de intimidação e violência política. Mandato parlamentar não é licença para abuso de autoridade”, declarou a deputada.

No pedido encaminhado ao colegiado, Salabert solicita que o Conselho de Ética apure formalmente a responsabilidade de General Girão nos acontecimentos e determine se houve quebra de decoro parlamentar.

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Geral

TRAGÉDIA NA COLÔMBIA: Desabamento em mina de ouro clandestina deixa 14 mortos


Foto: Reprodução

Um grave acidente ocorrido nesta segunda-feira (19) resultou na morte de 14 pessoas, entre as quais 12 são mulheres. A tragédia aconteceu no município de Santa Bárbara de Iscuandé, no sudoeste da Colômbia. O desastre foi provocado pelo desabamento de uma mina de ouro que operava clandestinamente, sem os registros e licenças ambientais exigidos pelas autoridades locais.

O colapso das estruturas ocorreu na zona rural da cidade, mobilizando equipes de resgate e moradores da região nas buscas por sobreviventes. A atividade garimpeira não autorizada no local expunha diariamente dezenas de trabalhadores a condições extremas de vulnerabilidade e insegurança.

Diante do impacto do desastre, a Organização das Nações Unidas (ONU) na Colômbia fez um apelo urgente para que os órgãos do Sistema Nacional de Gestão do Risco de Desastres intensifiquem as ações de socorro na área afetada. A prioridade imediata é garantir o resgate e atendimento médico aos feridos, além de prestar assistência humanitária e psicológica às famílias das vítimas fatais.

As autoridades colombianas devem instaurar uma investigação para apurar as responsabilidades pelo funcionamento irregular do garimpo.

Com informações do Metrópoles

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Geral

IGOR GADELHA: Desafio real para Lula é abrir sigilo de suas visitas


Foto: Renato Pizzutto/Band

A campanha do presidente Lula (PT) apontou que a grande sacada do petista no debate da Band, no domingo (18/10), foi propor ao senador Flávio Bolsonaro (PL) o desafio de abrir seus sigilos bancário e telefônico.

De acordo com o colunista Igor Gadelha, do Metrópoles, Lula lançou o desafio porque sabe que, apesar de criativa, a proposta não teria tanto impacto para ele. Primeiro, pelo óbvio: o atual presidente da República é conhecido nos círculos políticos por sua aversão a celulares.

O petista não tem um aparelho pessoal nem WhatsApp, e só começou a fazer selfies com celular na campanha eleitoral após terminar o primeiro turno numericamente atrás do candidato do PL ao Palácio do Planalto.

Quando precisa acionar uma autoridade, Lula usa o aparelho de seus auxiliares, como fazia com Marco Aurélio Santana, o Marcola, ex-chefe de gabinete da Presidência, que não está incluído no desafio de Lula a Flávio.

Inócuo também é achar que a conta bancária do presidente da República revelará algum ilícito. Longe de acusar o presidente, mas qualquer deputado do baixo clero sabe que não se recebe propina em conta pessoal.

A ideia de que o acesso às contas pessoais revelaria alguma coisa é tão absurda quanto achar que um candidato declararia dinheiro irregular na prestação de contas à Justiça Eleitoral.

Uma movimentação bancária suspeita de uma pessoa politicamente exposta como Lula e seus familiares seria facilmente identificada por órgãos como o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).

O próprio sigilo bancário de Fábio Luís da Silva, o Lulinha, caiu nas mãos da CPMI do INSS e acabou vazando para a imprensa, sem grandes revelações, como destacou na época o advogado Marco Aurélio de Carvalho.

Mesmo sem grandes novidades em sua conta bancária, Lulinha acabou virando alvo de vários inquéritos no STF por sua relação suspeita com a lobista Roberta Luchsinger, a quem Lula chama de “picareta” e diz não ter conhecido.

Lula deveria abrir sigilos de suas visitas

E é justamente aqui que Lula deveria ser transparente. Enquanto promete abrir o sigilo de seu inexistente celular e de sua conta bancária, mantém fechados registros que, aí sim, poderiam ajudar a comprovar sua idoneidade.

Lula poderia, por exemplo, abrir a lista de visitantes do Palácio da Alvorada ao longo de seu mandato para provar que Luchsinger e outras personalidades, como Daniel Vorcaro, não eram assíduos na residência presidencial.

Também poderia abrir as listas de passageiros que embarcam com ele nos voos da Força Aérea Brasileira (FAB). Afinal, o eleitorado poderia saber quem teve acesso ao mandatário durante as horas de voo em viagens.

O desafio muito mais interessante, portanto, seria Lula cumprir a promessa feita em 2022, quando disse que acabaria com os sigilos de 100 anos impostos pelo governo Bolsonaro e daria mais transparência às suas atividades.

Igor Gadelha/Metrópoles

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Geral

Flávio Bolsonaro desmente narrativa petista e reafirma compromisso com o Bolsa Família


Foto: Breno Esaki/Metrópoles

Em meio à reta final da campanha presidencial, o senador Flávio Bolsonaro (PL) foi às redes sociais para desmentir narrativas do PT e esclarecer a proposta de modernização dos programas sociais do seu eventual governo. O candidato reiterou que o Bolsa Família não terá cortes e que a transição de dois anos no programa se aplicará exclusivamente aos beneficiários que conquistarem um emprego formal ou abrirem o próprio negócio, garantindo segurança financeira durante a inserção no mercado de trabalho.

A manifestação do senador ocorre em resposta às interpretações da oposição sobre declarações da coordenadora econômica da campanha, Daniella Marques, em entrevista à CBN Bahia na última segunda-feira (19). A ala governista aproveitou o episódio para tentar associar a proposta de ajuste fiscal do candidato do PL, que prevê a redução de R$ 200 bilhões em gastos públicos com foco na eficiência do Estado a eventuais prejuízos aos assistidos pelo programa.

Integrantes do entorno de Flávio ressaltam que o objetivo central das medidas econômicas é enxugar o inchaço da máquina estatal e combater desperdícios, preservando e fortalecendo os investimentos essenciais em assistência social. Segundo aliados, o plano do candidato busca aliar responsabilidade fiscal à valorização da autonomia dos cidadãos, incentivando a geração de empregos como a principal porta de saída da dependência estatal.

Reta final de campanha e preparação para debate

Nesta semana decisiva, Flávio Bolsonaro cumpre uma rotina intensa de compromissos para consolidar o apoio dos eleitores. Na quarta-feira (21), o candidato cumpre agenda em São Paulo e no Ceará, estado onde aliados trabalham para ampliar a votação no Nordeste.

Na sequência, o senador concentrará a agenda no Rio de Janeiro para se preparar para o último debate presidencial, transmitido pela TV Globo na próxima sexta-feira (23). O encerramento da campanha está previsto para o sábado (24), véspera da votação do segundo turno, com eventos estratégicos em Minas Gerais e no Rio de Janeiro.

Até o fim da disputa, a expectativa da campanha é intensificar o discurso de proteção às famílias de baixa renda, demonstrando que o equilíbrio das contas públicas é o caminho sustentável para manter o amparo social e impulsionar o crescimento do país.

Com informações do Metrópoles

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Mundo

Advogado da Trump Media rebate fala de Lula no debate e classifica como “recado mafioso”

Reprodução

Uma declaração dada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante o debate da TV Band repercutiu internacionalmente e gerou dura reação do advogado americano Martin De Luca, que atua na defesa de empresas ligadas ao grupo Trump Media & Technology Group e à plataforma Rumble.

No confronto de domingo (18), Lula afirmou que as investigações envolvendo o senador Flávio Bolsonaro (PL) poderiam avançar logo após o término do segundo turno, condicionando o andamento das apurações ao resultado das urnas.

De Luca reagiu publicamente e contestou a retórica petista. O jurista apontou que o mandato de Flávio no Senado Federal vai até 2027 independentemente do desfecho eleitoral e lembrou que procedimentos investigativos devem seguir rigorosamente critérios legais e técnicos, sem interferência ou conveniência do Palácio do Planalto.

Em tom irônico e incisivo, o advogado criticou o uso da maquina pública e da Justiça para perseguir opositores: “Entendemos. Prenda seus oponentes se não conseguir vencê-los nas urnas. Prenda os filhos deles também, por via das dúvidas”. De Luca acrescentou ainda que declarações do gênero soam para o mercado e a comunidade internacional como um verdadeiro “recado mafioso”.

Com informações do Metrópoles 

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Brasil

[VÍDEO] Economista detona fake news petista sobre Bolsa Família e Flávio desmente corte no programa


Após a campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) veicular acusações de que o candidato Flávio Bolsonaro (PL) pretendia “acabar com o Bolsa Família em dois anos”, o senador do PL e analistas econômicos foram a público para rebater a desinformação.

Em declaração gravada nesta segunda-feira (19), Flávio Bolsonaro negou categoricamente as alegações da chapa adversária e explicou o real funcionamento da proposta elaborada por sua coordenadora econômica, Daniella Marques.

Durante o programa Os Pingos nos Is, o economista Bruno Musa criticou a insistência de parte da imprensa e da oposição em alimentar boatos eleitorais sem checar os fatos.

” Está extremamente cansativo as pessoas adultas continuarem caindo na mesma mentira de que vai acabar o Bolsa Família (…). É infantil, é patético”, afirmou o economista.

Musa reforçou que o plano de governo é público e de fácil acesso para qualquer eleitor e criticou a cobertura midiática tendenciosa.

“Ficou muito claro o que ele falou: mesmo depois de conseguir emprego, você continua com o Bolsa Família por dois anos. A leitura é muito simples “, concluiu.

 

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Brasil

TAPETÃO ELEITORAL: Campanha de Lula pede cassação da chapa de Flávio por suposto favorecimento da Meta

Reprodução

A campanha do presidente Lula (PT) decidiu acionar o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para pedir a cassação da chapa de Flávio Bolsonaro (PL), sob a alegação de que a Meta teria favorecido o senador por meio de seus algoritmos e prejudicado a divulgação de conteúdos petistas.

Segundo a Folha, a ação aponta supostas falhas na distribuição de anúncios, recomendações de perfis e canais ligados a Flávio e diferenças de alcance entre as contas dos dois candidatos. A campanha alega abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação social.

O caso ocorre após decisões liminares do ministro Marco Bellizze determinarem que a Meta assegure tratamento isonômico aos candidatos e corrija problemas nas contas de anúncios de Lula. A campanha petista também pede acesso a informações sobre o funcionamento dos algoritmos e a mensagens internas da empresa.

A Meta nega favorecer candidatos ou interferir no processo eleitoral.

Com informações da Folha de São Paulo

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Brasil

QG de Lula espalha fake sobre Bolsa Família, mas esconde que Flávio dobra prazo de proteção ao trabalhador

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Na tentativa de criar pânico eleitoral na reta final do segundo turno, a campanha de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) passou a distorcer declarações da coordenadora econômica de Flávio Bolsonaro (PL), Daniella Marques, acusando o adversário de planejar “cortes” no Bolsa Família.

Nesta segunda-feira (19), o porta-voz do QG petista, senador Camilo Santana (PT), foi a público atacar a proposta de revisão de gastos. Camilo usou a fala de Daniella para alimentar a narrativa de que o programa social estaria sob ameaça.

A realidade das propostas, no entanto, desmente o discurso místico do PT. A medida desenhada pela equipe de Flávio Bolsonaro estabelece uma regra de transição de 2 anos para quem conseguir um emprego formal ou abrir o próprio negócio. Na prática, trata-se de um modelo de mais proteção ao beneficiário, que mantém o auxílio por até 24 meses enquanto busca a independência financeira — com retorno automático ao programa caso o empreendimento ou emprego não dê certo.

Enquanto o modelo atual mantido pelo governo Lula oferece proteção por apenas 1 ano, a proposta de Flávio estende essa garantia pelo dobro do tempo (2 anos) e desburocratiza a volta ao benefício.

 

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Política

Oposição reúne assinaturas para CPMI sobre Lulinha e Roberta Luchsinger

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A oposição já reuniu 83 assinaturas para criar uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) destinada a investigar suspeitas envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula (PT), e a empresária Roberta Luchsinger. A iniciativa é da deputada federal Coronel Fernanda (PL-MT), com apoio da senadora Damares Alves (Republicanos-DF).

O mínimo necessário para a instalação da comissão é de 198 assinaturas, sendo 171 de deputados federais e 27 de senadores.

A mobilização ganhou força após entrevista de Luchsinger à CNN, no sábado (17), quando a empresária afirmou que pretende negociar uma delação premiada e acusou Lula de proteger o próprio filho. A Polícia Federal investiga Luchsinger e Lulinha desde julho por suspeitas de favorecimento de empresas em órgãos do governo federal.

Com informações do Metrópoles

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