Pudim com cocaína do Carrefour argentino causa furor nas redes sociais

 Os pudins comercializados pela marca Carrefour na Argentina com a menção “cocaína: 12 gramas” na lista de ingredientes exposta na embalagem movimentou as redes sociais nesta segunda-feira (6).

Com mais de 500 lojas na Argentina, o grupo francês pediu desculpas a seus clientes, alegando que “houve uma adulteração na etiqueta”.

“Foi uma brincadeira de mau gosto por parte de um funcionário da empresa que fornece os pudins da nossa marca”, explicou a empresa, em um comunicado.

“Desejamos transmitir tranquilidade aos nossos clientes, garantindo-lhes que não existe nenhum componente estranho nos pudins marca Carrefour como se mencionou nas redes sociais”, insistiu a rede.

A empresa reagiu tarde demais. “Do céu, Pablo Escobar deve ter pensado: por que não pensei nisso antes”, ironizou Gustavo Ramírez, no Facebook.

“Você quer se drogar barato? Compre pudim no Carrefour que vem com 12 gramas de cocaína”, escreveu Bel, no Twitter.

“Vem com surpresa: furor nas redes sociais pelo pudim com cocaína do Carrefour”, tuitou Mexofin.

Já Daniel Litovsky deu uma outra sugestão: “se você compra um pudim que diz que tem 12 gramas de cocaína e depois não tem, o Carrefour deveria indenizar você por venda enganosa”.

Folha

Brigada de incêndio controla fogo em terreno de supermercado na zona sul de Natal

Por interino

Parte de um terreno de um supermercado às margens da BR-101, na zona Sul de Natal, teve registro de queimada no início da tarde desta quarta-feira (11), e precisou da mobilização da brigada de incêndio do estabelecimento e o Natal Shopping para que as chamas fossem controladas.

No local, a fumaça foi grande e a rua lateral necessitou de interdição temporária para que as equipes dos dois estabelecimentos privados pudessem trabalhar com maior agilidade. Segundo o portal G1, que conversou com a brigada do Carrefour, o início do fogo pode ter sido provocado por um “piuba” de cigarro.

O Corpo de Bombeiros não esteve presente ao local e alegou número insuficiente de veículos para combate a ocorrência, que teve mais cinco registros no mesmo período. Os bombeiros, inclusive, alertam para a temporada de queimada, que se estende até fevereiro, e ainda sobre a mata seca, vulnerável a ação humana.

Empresário é assaltado dentro do estacionamento do Carrefour

Um empresário de 27 anos, natural de Santa Cruz, foi assaltado por volta das 16h desta sexta-feira (1), no estacionamento do Carrefour Zona Sul, dentro de seu veículo, enquanto aguardava o retorno de seu motorista, que havia saído para comprar um remédio na farmácia local.

Segundo a vítima, de identidade preservada, a ação dos bandidos foi muito rápida. De repente uma dupla surgiu em uma motocicleta, um dos bandidos apontou a arma e obrigou que baixasse o vidro. Na ocasião, foram levados documentos e pertences, entre eles dinheiro e uma corrente de ouro. Logo após, os acusados fugiram com destino ignorado.

Felizmente, apesar do trauma psicológico e insegurança no local, o empresário passa bem. Ele se encontra neste momento prestando queixa na delegacia.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Nilton Fonseca disse:

    Além disso existe uma quadrilha dentro da loja, furtando principalmente mulheres desacompanhadas, CUIDADO ! Pois o Carrefour não presta nenhuma assistência as vítimas….

  2. Angela Magna disse:

    No Carrefour quando você não é assaltado no estacionamento é roubado na loja mesmo.

Carrefour no RN é condenado ao pagamento de R$ 20 milhões por dano moral coletivo

A rede de supermercados Carrefour terá que pagar R$ 20 milhões por dano moral coletivo, conforme condenação decorrente de ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público do Trabalho no Rio Grande do Norte (MPT/RN) devido ao não atendimento às normas de saúde e segurança no trabalho. Dentre as determinações, a empresa foi condenada a elaborar e implementar  programa de prevenção de lesões por esforço repetitivo, pois foi provado pelo MPT/RN que não realiza tais medidas. Uma das exigências é a contratação de um embalador para cada operador de caixa, providência requerida na ação para evitar a sobrecarga de trabalho daqueles profissionais. A empresa ainda terá que pagar R$ 7 milhões por descumprir determinações da decisão liminar.

No processo, de nº 127700-29.2012.5.21-0001, as irregularidades foram demonstradas através de relatórios da Vigilância Sanitária de Natal (Covisa) e autos de infração da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE/RN), além de depoimentos colhidos em juízo. Relatório da Covisa comprovou que o  Carrefour permite até mesmo a entrada de promotores de vendas e trabalhadores terceirizados nas câmaras frigoríficas, sem sequer providenciar, ou exigir das empresas prestadoras de serviços terceirizados, o registro, nos exames médicos, de que os trabalhadores estão sujeitos a uma situação de risco no trabalho, decorrente da exposição ao frio. Além disso, foi constatado que nem todos os trabalhadores que ingressam nas câmaras frigoríficas têm à sua disposição os equipamentos de proteção individual adequados para tanto.

A procuradora regional do Trabalho Ileana Neiva, que assina a ação, ressalta que “a análise dos programas de saúde e segurança do trabalho da empresa revelou graves falhas na sua elaboração, como, por exemplo, a absurda regra de que os trabalhadores despedidos por justa causa não deveriam ser submetidos a exame médico demissional e a possibilidade de trabalhadores de diversos setores da empresa, inclusive promotores de vendas, ingressarem nas câmaras frigoríficas”.

Segundo a sentença, assinada pela juíza Jólia Lucena de Melo Rocha, da 1ª Vara do Trabalho de Natal, “impressiona a previsão discriminatória do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO) da empresa referente à desnecessidade de realização de exame demissional em caso de dispensa por justa causa.”

Assim, o Carrefour foi condenado a reelaborar o PCMSO, o Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA) e a Análise Ergonômica do Trabalho (AET) e a exigir, nos contratos de prestação de serviços terceirizados, que as empresas prestadoras de serviços observem as normas de saúde e segurança do trabalho. Também ficou estabelecido que o Carrefour deverá comprovar o cumprimento da sentença no prazo de  30 dias. A partir desse prazo, a empresa pagará multa diária no valor de R$ 15 mil por dia de descumprimento. Caso a imposição da multa diária de R$ 15 mil, não seja suficiente para a empresa cumprir a sentença, poderá ser determinada a interdição dos estabelecimentos do Carrefour que não estejam cumprindo as medidas impostas, em Natal.

Veja as obrigações que foram objeto da condenação:

· Elaborar e implementar o Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO), com o conteúdo previsto na NR 07, do Ministério do Trabalho e Emprego, definindo de maneira clara, detalhada e objetiva as medidas implementadas para o controle médico ocupacional dos trabalhadores;

· Elaborar relatório anual do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO), contendo, entre outros os dados estatísticos referentes à absenteísmo e suas principais causas na empresa, com divisão por setor; o número de Comunicações de Acidente de Trabalho (CAT), emitidas no período em questão, especificando causas e setores de trabalho dos empregados acidentados; as providências tomadas em relação aos empregados que retornaram de benefícios por doença profissional e acidente de trabalho, bem como comparação com dados do ano anterior;

· Elaborar e implementar o Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA), com as exigências da NR 09, do Ministério do Trabalho e Emprego, definindo de amaneira clara, detalhada e objetiva as medidas implementadas para a prevenção dos riscos ambientais existentes em cada setor da empresa;

· Incluir no Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA) dados estatísticos e comparativos sobre os riscos ambientais por setor, bem como em relação a acidentes e doenças ocupacionais registradas na empresa;

· Registrar o motivo do afastamento dos trabalhadores em seus prontuários médicos, incluindo o Código Internacional de Doenças (CID), nos casos de afastamento por doenças de trabalho;

· Manter registros de dados, estruturado de forma a constituir um histórico técnico e administrativo do desenvolvimento do PPRA e PCMSO, que deve ser mantido por período mínimo de 20 (vinte) anos;

· Incluir no Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO) ações preventivas de acidentes e doenças ocupacionais, com o cronograma de execução das ações indicadas, fazendo-se a comprovação do cumprimento dessas ações no relatório anual do PCMSO;

· Realizar exames médicos admissional, periódicos, de retorno ao trabalho, de mudança de função e demissional em todos os trabalhadores, neste último caso, qualquer que seja o motivo da rescisão do contrato de trabalho, com pedido, pelo médico examinador, de exames complementares específicos, custeados pela empresa, quando houver necessidade, com a observância dos prazos estabelecidos na NR 07, do Ministério do Trabalho e Emprego;

· Realizar treinamento específico para os operadores de caixa, periodicamente, durante a jornada de trabalho, presencial e com a participação dos integrantes do Serviço Especializado em Segurança e Medicina do Trabalho, da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho, do Coordenador do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional e dos responsáveis pela elaboração e implementação do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais;

· Manter, no mínimo, um ensacador a cada caixa em funcionamento, nos termos da Lei Municipal nº 209/2002, do Município de Natal, exceto nos Caixas de Pequenas Compras;

· Fornecer à Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA) todos os meios materiais necessários para a realização de sua missão, bem como apresentar-lhe todos os dados estatísticos que permita à CIPA discutir o Relatório Anual do PCMSO,em observância ao item 7.4.6.2 da NR 07, do Ministério do Trabalho e Emprego;

· Realizar treinamento anual com todos os trabalhadores, para aperfeiçoamento dos conhecimentos quanto aos riscos a que estão expostos e sobre o uso correto dos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e Coletiva (EPCs);

· Fornecer e substituir, periodicamente, todos os Equipamentos de Proteção Individual, em observância ao item 6.6.1 da NR 06, do Ministério do Trabalho e Emprego;

· Dotar as máquinas e os equipamentos da empresa de equipamentos de proteção coletiva, nos termos da Norma Regulamentadora nº 12, do Ministério do Trabalho e Emprego;

· Permitir que apenas os trabalhadores que estejam na relação de profissionais autorizados a entrar na câmara frigorífica exerçam qualquer tipo de serviço nesse ambiente, desde que estejam acompanhados de ordem de serviço específica e com os EPIs completos para o trabalho em ambiente artificialmente frio;

· Elaborar laudo técnico de condições ambientais com avaliação detalhada das condições ambientais de trabalho (agentes químicos, calor, frio, iluminação, ruído, ergonomia) e o grau de insalubridade a que estão expostos os empregados;

· Elaborar e implementar Programa de Prevenção LER / DORT, como parte integrante do PCMSO, definindo de maneira clara e objetiva as medidas implementadas para sua prevenção e também para a readaptação dos empregados que retornam de benefícios por doença profissional e acidente de trabalho;

· Elaborar Análise Ergonômica do Trabalho (AET), conforme previsto na Norma Regulamentadora nº 17, do Ministério do Trabalho e Emprego, com informações claras e objetivas, contendo dados relativos à organização do trabalho (horas extras, como se dão as pausas e substituições para ir ao banheiro, tomar água, etc. hierarquia, ordens de serviço) e medidas concretas para melhoria do processo de trabalho e do ambiente laboral;

· Incluir no Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA) e no Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO) a forma de divulgação dos referidos Programas aos seus empregados;

· Incluir os empregados temporários, de empresas contratadas e mão de obra terceirizada, aprendizes e estagiários nos Programas de Segurança e Saúde do Trabalho (SST) da empresa;

· Informar às empresas contratadas dos riscos existentes e auxiliar na elaboração e implementação do PCMSO nos locais de trabalho onde os serviços estão sendo prestados, conforme exige o item 7.1.3 da NR 07;

· Exigir que as empresas contratadas comprovem a realização de exames médicos, a adoção de medidas de proteção coletiva e o fornecimento de equipamentos de proteção individual, sob pena de rescisão do contrato de prestação de serviços.

MPT-RN

Carrefour da zona Sul é autuado por descumprir o Código de Defesa do Consumidor

17587A equipe de fiscalização do Instituto Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon Natal) autuou na manhã desta quarta-feira (11), o Supermercado Carrefour da zona Sul por inadequação ao Código de Defesa do Consumidor (CDC). Os fiscais encontraram no estabelecimento produtos sem a devida precificação e informação, infringindo o decreto federal 5903/06 e o artigo 6°, III do CDC, além de alguns alimentos vencidos, colocando de certa forma, em risco à saúde e segurança dos consumidores.

Segundo a chefe de fiscalização, Marília Brennand, a ação foi necessária para o estabelecimento se adequar ao código, e evitar possíveis danos e riscos para a população.

Em comemoração aos 23 anos do CDC completados nesta semana, o Procon Natal está realizando um trabalho de fiscalização intensivo, além de atividade de orientação itinerantes aos consumidores no calçadão da rua João Pessoa, Cidade Alta e na praça Gentil Ferreira no Alecrim.

Na segunda-feira (9), o Procon Natal suspendeu a atividade comercial das Lojas Maia, no Norte Shopping, localizado na zona Norte, por a falta de preço nos produtos, das condições de pagamento e de um exemplar do Código de Defesa do Consumidor.
As ações em comemoração ao aniversário do CDC serão encerradas nesta quarta-feira.

Engavetamento entre sete veículos é registrado na BR-101, próximo ao Carrefour

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Foto: Nilton Santos Junior

Mais um acidente foi registrado próximo ao Carrefour da Zona Sul, na BR-101.  E mais uma vez, um engavetamento. Na ocasião, na tarde desta segunda-feira (20), sete veículos se envolveram em colisões em consequência de uma freada brusca de um caminhão.

Segundo a Polícia Rodoviária Federal, o local do sentido foi no sentido Natal – Parnamirim, e apesar do número de veículos envolvidos, nenhuma ocupante saiu ferido. Com o acidente, o trânsito na área voltou a ficar completamente congestionado.

Carrefour terá que pagar R$ 1 milhão por dano moral coletivo

O Tribunal Regional do Trabalho no Rio Grande do Norte (TRT/RN) manteve condenação contra a empresa Carrefour Promotora de Vendas e Participações, consistente no pagamento de R$ 1 milhão por dano moral coletivo, além de multa no valor de R$ 450 mil pelo descumprimento de decisão judicial. O julgamento decorreu de recurso interposto pela empresa, no curso da Ação Civil Pública nº 0003900.71.2011.5.21.0009, ajuizada pelo Ministério Público do Trabalho. Na decisão, fundamentada no voto da desembargadora Maria do Perpétuo Socorro Wanderley, reconheceu-se a gravidade da conduta irregular da empresa, referente a não concessão do repouso semanal após o sexto dia de trabalho consecutivo, em prejuízo à saúde e à vida dos empregados.

Inconformada com a sentença de primeira instância, proferida em fevereiro desse ano, a empresa recorreu ao TRT/RN na tentativa de modificar a condenação que lhe foi imposta. O recurso objetivou, inicialmente, a exclusão ou redução da multa de R$ 450 mil aplicada à empresa, referente ao descumprimento da ordem judicial decorrente da decisão liminar, que havia determinado a obrigação de conceder o repouso semanal remunerado após o sexto dia consecutivo de trabalho. A determinação fixou o dever da empresa de dar ciência aos empregados da referida liminar, com a respectiva comunicação à Justiça do Trabalho até o dia 30 de janeiro de 2012, sob pena de multa diária de R$ 50 mil. No entanto, por omissão da empresa, tal comprovação somente ocorreu em 9 de fevereiro de 2012, ensejando a aplicação da multa.

Nas contrarrazões do Ministério Público do Trabalho, o procurador regional do Trabalho Xisto Tiago de Medeiros Neto destacou que “se nem mesmo o estabelecimento da multa no valor de R$ 50 mil por dia de descumprimento persuadiu ou sensibilizou o Carrefour a adimplir a ordem judicial, faz-se incongruente e absolutamente contraditória a pretensão da empresa de ser excluída a multa ou reduzido o seu valor”.

A decisão do TRT/RN, de acordo com o voto proferido pela desembargadora Maria do Perpétuo Socorro Wanderley seguido à unanimidade pelos demais magistrados da 2ª Turma, manteve a aplicação da multa, considerando que “a conduta da empresa somou ao já combatido desrespeito aos direitos de seus empregados, o desrespeito ao Poder Judiciário, e assim, a um só tempo, arrostando o ordenamento jurídico material e processual”.

Quanto à condenação pelo dano moral coletivo no valor de R$ 1 milhão, a Corte Regional enfatizou que as “condições de trabalho demonstradas nos autos, ao excluírem a pausa semanal, ofendem a dignidade dos trabalhadores, porque a ausência de repouso semanal gera desgastes físicos e psíquicos que comprometem sua integridade, o que está evidenciado em pesquisas acerca da saúde e segurança no cenário da relação de emprego”. Dessa forma, concluiu que a conduta da empresa trouxe inequívocos riscos à saúde e segurança da coletividade dos empregados, configurando uma prática ilícita reprovável e devidamente comprovada, materializando o dano moral coletivo, a ensejar a sua reparação.

Histórico

Antes de propor a ação, o MPT/RN instaurou Inquérito Civil e realizou audiência, propondo ao Carrefour a assinatura de Termo de Ajustamento de Conduta para cessar a prática ilícita, comprovada por meio de Relatório de Fiscalização da Superintendência Regional do Trabalho, tendo havido, porém, recusa da empresa. Diante disso, foi proposta a ação civil pública, requerendo o cumprimento da obrigação de fazer correspondente à concessão do repouso semanal aos empregados, após o sexto dia de trabalho na semana, além do pagamento de indenização de R$ 1 milhão por dano moral coletivo, diante dos prejuízos gerados à coletividade de trabalhadores ao longo do tempo. Na petição inicial, o procurador regional do Trabalho Xisto Tiago de Medeiros Neto assinalou ser “intolerável o desrespeito a direito fundamental da coletividade dos trabalhadores, com inequívocos riscos à saúde e segurança, constituindo-se a conduta da empresa em padrão comportamental a atingir todo o universo de empregados”.

Os argumentos e pedidos do MPT/RN foram acolhidos na sentença proferida pelo juiz do trabalho substituto da 9ª Vara, Cácio Oliveira Manoel, que antes concedera a medida liminar, diante da comprovação da irregularidade praticada pela empresa e das consequências danosas.

MP, Decon e Procon apreendem 2 toneladas de produtos impróprios para consumo no Carrefour da Zona Norte

Quatro funcionários do supermercado Carrefour estão neste momento prestando depoimento ao delegado Sílvio Fernando, da Delegacia do Consumidor (Decon). Eles estão sendo questionados sobre a apreensão feita pelo Ministério Público, Decon e Procons Municipal e Estadual de 2 toneladas de produtos impróprios para o consumo no Carrefour da zona Norte. Para se ter ideia do problema, produtos perecíveis que deveriam estar a 12ºC negativos foram encontrados armazenados a 5.9ºC

A ação conjunta foi realizada na tarde desta sexta-feira (4). Entre os produtos apreendidos estão carnes bovinas, carnes suínas, frangos, cortes de frango, produtos prontos congelados e pizzas.

A Decon quer ouvir ainda os depoimentos do gerente e do coordenador do setor de carnes do estabelecimento. O delegado tem em mãos três dvds com gravações sobre as condições do local. O Instituto Técnico-Científico de Polícia (Itep) fará a perícia no local. Os funcionários da empresa estão acompanhados de um advogado e não quiseram falar com a imprensa.

Mais detalhes em instantes

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Tacy_rn disse:

    Isso sem falar no péssimo atendimento, de ficarmos horas esperando na fila…

  2. p!!! disse:

    ♫ homem primata capitalismo selvagem ôôô!!!

  3. Jucielma disse:

    eu sabia que isso ia acontecer!!! não falo nada sobre os produtos industrializados, mas as carnes de lá é horrível!!! qdo chega em casa com a carne parece que esta podre o cheiro é horrível!!!! nunca mais comprei carne do carrefour!!

  4. Anonimo disse:

    Colocam os preços dos combustiveis do posto deles lá em baixo e a qualidade dos produtos do supermercado é essa.  Não tem formula magica, eles perdem de um lado e querem ganhar de outro.

Carrefour condenado a pagar indenização e pensão alimentícia a potiguar após esposa morrer no supermercado

Em decisão inédita no país, a Justiça aplicou multa diária a dirigentes de uma empresa caso eles insistam em descumprir decisão judicial.

O caso foi aqui mesmo em Natal. O Tribunal de Justiça deu ganho de causa a Paulo Lopes dos Reis, cuja mulher morreu após se acidentar na seção de frutas do Carrefour, em 2004.

A Justiça já havia decidido que Paulo deveria ser incluído na lista de beneficiários por pensão alimentícia do Carrefou. A decisão não vinha sendo cumprida, e, hoje, o TJ decidiu pela obrigatoriedade imediata do nome de Paulo na lista, além de indenização por danos morais no valor de R$ 260,8 mil

Não cabe recurso no caso da pensão. O Carrefour deverá ir ao STJ para recorrer do mérito do dano moral.

Segue dados do processo:

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Dilma manda o BNDES cair fora da trapalhada fusão do Pão de Açucar com o Carrefour

Melou…. Em conversa com o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, na sexta-feira, a presidente Dilma Rousseff decidiu que o banco não deve participar da aliança com Abílio Diniz para a compra de um pedaço do Carrefour, informa Ancelmo Gois em sua coluna no jornal O GLOBO desta terça-feira. A BNDESPar, braço de participações, injetaria pelo menos R$ 4 bilhões no negócio. Na avaliação de Dilma, o BNDES teria saído desgastado do episódio porque Diniz, aliado do PT nas últimas eleições e amigo do ex-presidente Lula, não teria deixado claro que o banco só investiria com o aval do sócio francês Casino.

Abílio Diniz te vira com teu problema. Ele não é nosso!!!

O repórter Elio Gaspari dedica pedaços de sua coluna, disponível na Folha, à incursão do BNDES pelas gôndolas companheiras de Abílio Diniz.

Os estômagos mais sensíveis devem adiar a leitura para depois da café da manhã. Mastigados à mesa, os textos convertem pão de açúcar em bolo de pimenta. Leia:

“No dia 25 de junho do ano passado, Geyze Diniz, mulher de Abilio, dono do Grupo Pão de Açúcar, recebeu um grupo de senhoras do andar de cima de São Paulo para que conhecessem Dilma Rousseff.

Salvo pelo champanhe Veuve Clicquot, foi um encontro frugal, brevemente abrilhantado pelo anfitrião.

Um ano depois, num salto triplo carpado, Abilio Diniz detonou sua sociedade com o grupo francês Casino e quer se associar ao Carrefour.

Diniz criou um império de 1.800 lojas, com 140 mil funcionários. No caminho, litigou com familiares e sócios. Sua nova briga é de gente grande. Ninguém tem nada com isso, muito menos a Viúva.

Usando o vocabulário do senador Aloizio Mercadante na louvação de seus aloprados, o governo deu ao BNDES a ‘missão heroica’ de amparar Diniz.

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BNDES vai ajudar o Pão de açúcar a ficar maior e o consumidor a ficar menor

– O Estado de S.Paulo

Mais uma vez o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) está pronto para se meter numa aventura perigosa, injustificável sob todos os pontos de vista e claramente estranha – para não dizer contrária – ao interesse público. A instituição poderá aplicar uma soma equivalente a até 2 bilhões no projeto de fusão dos Grupos Pão de Açúcar e Carrefour, anunciado ontem oficialmente em São Paulo e em Paris. Aquele valor apareceu num breve informe divulgado ontem pelo banco. A fusão, segundo a nota do BNDES, abrirá caminho para maior inserção de produtos brasileiros no mercado internacional.

A justificativa é tão frágil e tão ou mais absurda do que as alegações apresentadas para seu envolvimento nas incursões internacionais do Frigorífico JBS e no socorro a outros grandes grupos brasileiros. Mas há várias novidades na operação agora em estudo. Se for concretizada, o maior banco de desenvolvimento do mundo ajudará um grupo estrangeiro a unir-se a um nacional numa fusão potencialmente danosa ao consumidor, sujeita a restrições dos órgãos de defesa da concorrência e passível de contestação pelo grupo francês Casino, atual sócio do Pão de Açúcar.

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OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. bernadete m m costa disse:

    ola, amigos,
    ao ouvir e ler sobre esta noticia do BNDES ajudar o Abilio diniz fiquei indignada!
    Tem alguma forma de protestar pela internet, fazer listas, abaixo assinados, mandar pra Presidente, enfim nos mobilizar contra esta pouca vergonha?

Carrefour e Pão de Açucar caminham para fusão

Se concretizada, negociação dará origem a maior empresa brasileira do setor

O grupo francês Carrefour anunciou nesta terça-feira ter recebido uma proposta de fusão de ativos no Brasil com os da Companhia Brasileira de Distribuição (CBD), do grupo Pão de Açúcar.

A proposta foi formulada em 27 de junho pela empresa brasileira Gama, que pertence ao fundo BTG Pactual, com o apoio financeiro do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Caso a operação seja concretizada, a Gama se tornará um acionista de referência do Carrefour, número dois mundial do setor de distribuição com uma participação de 18% em seu capital.

No início da sessão na Bolsa de Paris, após o anúncio da proposta, a ação do Carrefour subia 1,64% a 26,88 euros, enquanto a do grupo Casino, seu principal concorrente, caía 3,02% a 63,91 euros.

“A operação será, a princípio, muito benéfica para o Carrefour, cujos resultados no Brasil são decepcionantes e que em 2010 perdeu a liderança na distribuição de alimentos para a CBD”, afirma uma nota de análisis do agente da Bolsa Aurel.

“As sinergias e as reduções de custos potenciais, combinada com a força de venda do novo conjunto, devem melhorar a rentabilidade da nova entidade”, acrescenta o texto.

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