O JUSTIÇA POTIGUAR destaca nesta quinta-feira(27). O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) incluiu na pauta do plenário virtual, a partir do dia 5 de março, o julgamento do mérito do resultado da Lista Tríplice para vaga de desembargador do Tribunal Regional do Trabalho da 21ª Região (TRT-RN), suspensa desde o mês de setembro de 2019, após ser acolhida liminar do advogado Eduardo Rocha, contra o voto do desembargador e presidente do TRT-RN, Bento Herculano, que desempatou a disputa para o segundo nome votando em Marisa Almeida, sua ex-mulher e mãe de sua filha, que estava empatada com Eduardo Rocha. A lista ainda consta com Marcelo Barros no primeiro nome e Augusto Vale em terceiro.
O relator do caso é o conselheiro Mário Guerreiro e a expectativa é que o resultado final do julgamento seja conhecido até o dia 13 de março. Os conselheiros irão avaliar se o voto de Bento Herculano foi viciado para contaminar o resultado final da lista que será encaminhada para o presidente Jair Bolsonaro escolher o próximo desembargador. A decisão poderá manter a lista ou até mesmo determinar uma nova votação.
SUSPEIÇÃO no direito é apenas uma palavra solta que não tem qualquer sentido ou deva ser levada a sério. Depois que Toffoli e Lewandowski nunca se sentiram suspeitos de julgar ações e tomar decisões que envolve o ex patrão deles, o PT, qual o magistrado deve respeitar a previsão legal de impedimento para julgar qualquer processo? Isso sim é liberdade, uso da vontade, livre exercício da razão, sem regras ou restrições a ordem e a imparcialidade. Não estou julgando, apenas me lembrando dos fatos, sem qualquer outra conotação
O PT concordou com as regras do debate presidencial da TV Globo, incluindo a previsão de manter vazio e identificado o lugar de um candidato ausente, mas posteriormente recorreu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para suspender a medida. O encontro seria realizado na noite desta quinta-feira (1º), no Rio de Janeiro.
O documento com as regras foi discutido com representantes das campanhas de Lula (PT), Flávio Bolsonaro (PL), Ronaldo Caiado (PSD) e Augusto Cury (Avante). Todos assinaram a ata com as condições propostas pela emissora.
Pelo acordo, caso um candidato convidado não comparecesse, seu lugar permaneceria vazio e identificado com uma placa. No momento em que faria uma pergunta, o púlpito receberia destaque e o mediador informaria que o candidato não estava presente. A regra também permitia que participantes dirigissem perguntas ao ausente.
Após Lula informar que não participaria do debate, o PT foi ao TSE contra a regra. A ministra Estela Aranha atendeu ao pedido e suspendeu as disposições relativas aos candidatos ausentes. Ela considerou que permitir perguntas sem possibilidade de resposta ou contraposição poderia gerar desequilíbrio entre as candidaturas. Também apontou que a exposição reiterada do lugar vazio poderia produzir efeitos além da simples informação sobre a ausência.
No mesmo dia, o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou, a pedido do deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP), que a Globo incluísse Renan Santos (Missão) no debate. A emissora cancelou o encontro e afirmou que as decisões do STF e do TSE “causaram insegurança jurídica e representam uma interferência indevida”.
Ao lado do prefeito Givago Barreto, Juninho reuniu uma multidão, mostrando a força de uma campanha que está totalmente consolidada em todo o Rio Grande do Norte.
Caraúbas parou para receber Juninho Saia Rodada. Ao lado do prefeito Givago Barreto, o candidato a deputado federal reuniu uma multidão pelas ruas da cidade, em uma demonstração de força, entusiasmo e confiança na vitória.
O recado das ruas foi direto: ao lado do povo Juninho, vai se tornar Deputado Federal. O comício de ontem em Caraúbas, reforça um movimento que vem ganhando espaço em diferentes regiões do Rio Grande do Norte e chega à reta final com ainda mais intensidade.
“Estamos vendo uma campanha que cresce porque tem o povo ao lado. Juninho tem nosso apoio e está preparado para representar Caraúbas e o Rio Grande do Norte em Brasília. Estamos juntos até a vitória”, destacou o prefeito Givago Barreto.
Com a energia das ruas e uma militância cada vez mais mobilizada, Juninho Saia Rodada segue avançando rumo ao objetivo de conquistar uma vaga na Câmara dos Deputados.
O Meio Dia RN desta sexta-feira (2) começa pontualmente ao meio-dia com dois temas no centro do debate político. O programa vai abordar a crise da liberdade de expressão, a censura no Brasil e o que apresenta como uma sociedade “refém do STF”, discutindo o cenário atual e questões envolvendo a atuação do Supremo Tribunal Federal.
Outro destaque será a disputa pelas vagas de deputado estadual e federal. O programa vai apresentar e detalhar um estudo sobre os possíveis eleitos, analisando o cenário nominata por nominata e os nomes que aparecem com chances de conquistar uma cadeira na Câmara dos Deputados.
O Meio Dia RN vai ao ar a partir do meio-dia, pela 96 FM, e também pode ser acompanhado pelo YouTube da emissora.
A candidatura de Getúlio Rêgo à Assembleia Legislativa recebeu o apoio do escritor e ex-deputado estadual Valério Mesquita, da professora Betânia Ramalho e do ex-deputado federal Ney Lopes de Souza.
Os três destacaram a trajetória, a experiência e o compromisso do candidato com o Rio Grande do Norte.
Valério Mesquita relembrou a convivência com Getúlio na Assembleia Legislativa e afirmou que ele “dignificou o mandato parlamentar”. Também declarou que sua família apoia o retorno do ex-colega ao Legislativo.
Betânia Ramalho ressaltou a importância de Getúlio na Assembleia. “A Assembleia Legislativa não é a mesma sem o senhor”, afirmou.
Ney Lopes destacou a competência e a experiência do candidato. “O Estado tem uma excelente oportunidade de levar novamente para a Assembleia o nome à altura do deputado Getúlio Rêgo”, declarou.
Além dos apoios, a campanha destaca o desempenho de Getúlio na pesquisa Potiguar/Via Certa, na qual aparece em terceiro lugar entre os nomes da nominata.
O levantamento ouviu 1.200 eleitores entre 25 e 28 de setembro de 2026, com margem de erro de 2,83 pontos percentuais e nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada sob os números RN-04828/2026 e BR-03649/2026.
Durante entrevista ao Flow, na noite desta quinta-feira (1º), o presidente Lula (PT) falou sobre alimentação ao comentar o consumo de carne e afirmou: “Se não tem carne, come ovo. Se não tem ovo, come salada”. A declaração foi feita enquanto o petista abordava alternativas de alimentos diante da falta de determinados produtos.
As decisões dos ministros Estela Aranha, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), e Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que antecederam o cancelamento do debate presidencial da TV Globo, provocaram uma sequência de críticas entre colunistas do Estadão. As análises questionam a mudança das regras às vésperas do encontro e seus efeitos sobre a disputa eleitoral.
Eliane Cantanhêde escreveu que TSE e STF “salvam Lula e matam o principal debate” e lembrou que o presidente Lula já havia confirmado que não compareceria, enquanto Flávio Bolsonaro também desistiu na última hora. Para a colunista, as duas decisões deixaram o cenário em “zero a zero para Lula e Flávio”.
Raquel Landim foi na mesma direção ao afirmar que “Lula escolheu o púlpito vazio e foi protegido pelo Judiciário”. Segundo ela, o presidente teve a oportunidade de apresentar suas propostas em horário nobre e compará-las às dos concorrentes, mas decidiu não comparecer “por cálculo político”.
Ricardo Corrêa chamou atenção para outra consequência. Na avaliação dele, o episódio pode esvaziar o interesse das emissoras em realizar debates nos próximos processos eleitorais diante da possibilidade de regras acertadas com as campanhas serem derrubadas posteriormente por decisões judiciais.
A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), conhecida como bancada do agronegócio no Congresso, declarou apoio à candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência da República. O anúncio foi feito às vésperas do primeiro turno das eleições.
Em nota, a FPA afirmou que a decisão reflete a “convergência das diretrizes do plano de governo do candidato com as prioridades, necessidades e demandas urgentes do setor”. A entidade também disse acreditar que, a partir de 2027, será possível alcançar no Congresso soluções para um ambiente econômico de “estabilidade, previsibilidade e prosperidade”.
A decisão antecipa um posicionamento que a bancada costumava deixar para uma eventual segunda etapa da eleição. Meses antes do pleito, o presidente da FPA, deputado federal Pedro Lupion (Republicanos-PR), havia afirmado que a tradição do grupo era evitar uma definição no primeiro turno.
O apoio ocorre apesar da candidatura de Ronaldo Caiado (PSD), historicamente ligado ao agronegócio. Produtor rural e ex-presidente da União Democrática Ruralista (UDR), Caiado buscou durante a campanha se apresentar como representante do setor.
Em 2022, a FPA declarou formalmente apoio à reeleição de Jair Bolsonaro (PL), pai de Flávio, na disputa contra Lula (PT), no segundo turno.
A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), a Associação Nacional de Editores de Revistas (Aner) e a Associação Nacional de Jornais (ANJ) manifestaram “profunda indignação” com as decisões judiciais que levaram ao cancelamento do debate presidencial da TV Globo, previsto para a noite desta quinta-feira (1º).
Em nota conjunta, as entidades citaram uma “intervenção judicial nas regras previamente definidas” e afirmaram que as decisões representam uma “agressão à liberdade de imprensa” por forçarem a condução do debate em desacordo com regras acertadas havia meses entre a emissora e os partidos.
As associações se referem às decisões da ministra Estela Aranha, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que proibiu a exibição de um púlpito vazio com o nome do presidente Lula (PT), que não participaria do debate, e a formulação de perguntas que seriam dirigidas ao petista. Posteriormente, o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a participação do candidato Renan Santos (Missão).
“As entidades entendem que a interferência não se trata apenas de uma imposição de obrigações, sem previsões em lei, contra uma emissora privada. É, sobretudo, uma agressão à liberdade de imprensa”, diz trecho da nota.
Abert, Aner e ANJ também afirmaram que os “excessos judiciais” prejudicaram o direito dos cidadãos de ter acesso às propostas dos candidatos que já haviam sido convidados e confirmado participação no debate.
Veja a nota na íntegra:
A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (ABERT), a Associação Nacional de Editores de Revistas (ANER) e a Associação Nacional de Jornais (ANJ) se solidarizam com a TV Globo e manifestam profunda indignação com a intervenção judicial nas regras previamente definidas que levou ao cancelamento do último debate presidencial do primeiro turno.
As entidades entendem que a interferência não se trata apenas de uma imposição de obrigações, sem previsões em lei, contra uma emissora privada. É, sobretudo, uma agressão à liberdade de imprensa ao forçar a condução do debate em desrespeito a regras acordadas há meses entre a emissora e os partidos.
Infelizmente, os excessos judiciais atropelaram o direito de os cidadãos terem acesso às propostas dos candidatos que, conforme prevê a lei eleitoral, já tinham sido convidados e se dispuseram a participar do debate.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE EMISSORAS DE RÁDIO E TELEVISÃO (ABERT)
ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE EDITORES DE REVISTAS (ANER)
O jornal O Globo publicou o editorial “Sem liberdade não há debate”, no qual critica as decisões judiciais tomadas às vésperas do último debate presidencial e aborda os efeitos das determinações sobre a realização do encontro entre os candidatos. O programa, previsto para a noite desta quinta-feira (1º), acabou cancelado pela emissora. A seguir, o Blog do BG reproduz o editorial na íntegra.
Sem liberdade não há debate
Diante da interferência política da Justiça e das violações à Constituição e à liberdade de imprensa, a TV Globo tomou a única decisão cabível: cancelou o debate entre candidatos à Presidência da República previsto para hoje. Atendendo a uma demanda do PT, a ministra Estela Aranha, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou horas antes do debate que a Globo retirasse do palco o púlpito reservado ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que havia desistido de participar, e que impedisse os demais candidatos de dirigir perguntas ao púlpito vazio, como determinavam as regras. De acordo com a ata da reunião que estabeleceu tais regras, assinada por representantes de todas as campanhas – inclusive a de Lula –, caso algum candidato decidisse não comparecer, o púlpito ficaria vazio, e os demais teriam direito a dirigir uma pergunta por bloco ao ausente.
Não foi a única decisão da Justiça a intervir no debate. Na última terça-feira, o ministro Kassio Nunes Marques, presidente do TSE, já havia determinado a inclusão do candidato Romeu Zema (Novo), adotando uma interpretação elástica da lei eleitoral, segundo a qual partidos com mais de cinco parlamentares têm direito a participar (o Novo tinha três no início da atual legislatura, mas a decisão considerou os cinco logo antes do início da campanha). Por fim, o ministro Gilmar Mendes determinou, também horas antes do debate, a inclusão do candidato Renan Santos (Missão), ainda que ele não satisfizesse às exigências acordadas previamente.
Indicada ao cargo pelo próprio Lula, a ministra Estela Aranha criou um desequilíbrio em favor do candidato petista, em detrimento dos demais postulantes ao Planalto. Depois da decisão, o candidato Flávio Bolsonaro (PL), cuja presença estava confirmada, também anunciou sua desistência.
Regras prevendo o púlpito vazio também foram adotadas noutros debates na atual campanha e em campanhas anteriores, e não apenas pela Globo. Em todos, foram respeitadas sem queixas. Tanto que, no primeiro debate deste ano, organizado pela Band, Lula e Flávio faltaram, e o espaço reservado a ambos ficou vazio diante das câmeras. No primeiro turno na eleição de 2006, o mesmo Lula deixou de comparecer ao debate da Globo – e perguntas foram dirigidas ao púlpito vazio pelos candidatos adversários. Por que as mesmas regras não deveriam valer nesta eleição?
Em sua liminar, a ministra argumenta que “a medida tem potencial para causar situação de desequilíbrio entre os participantes, conferindo espaço autônomo para referências a candidato ausente sem observância da dinâmica dialética que caracteriza o instituto do debate eleitoral”. Ora, trata-se de uma alegação sem nexo. Para observar a “dinâmica dialética”, bastaria a Lula comparecer ao debate. Sua ausência em nada evitaria citações a seu nome. Quem fez mal a si mesmo foi o próprio Lula.
O debate existe para informar o eleitor sobre ideias e propostas num ambiente jornalístico livre, não numa entrevista controlada. Todos os candidatos deveriam comparecer. Desistir de debater e entrar com o pedido de liminar junto ao TSE demonstra desrespeito não apenas com o documento firmado estabelecendo as regras, mas também com o eleitor. E mancha as até agora limpas credenciais democráticas do próprio Lula. Não há condição de realizar um debate livre se a Justiça intervém horas antes numa afronta à liberdade de imprensa. A politização perniciosa que tem acometido os tribunais superiores no Brasil justifica plenamente a decisão da Globo.
Romeu Zema (Novo) criticou o cancelamento do debate presidencial da TV Globo e afirmou que o país vive uma situação de “vergonha nacional”.
O candidato criticou as decisões judiciais tomadas pouco antes do debate e afirmou que o Judiciário está “fazendo política” no Brasil. Zema também disse que regras estabelecidas anteriormente deveriam ser cumpridas.
“Quem está perdendo é o Brasil, é a nossa democracia”, afirmou. Zema ainda acusou a Justiça de atuar para beneficiar o presidente Lula (PT) e falou em um cenário de insegurança jurídica.
Nessa lista tríplice eu torço para que o América vença nos pênaltis.
SUSPEIÇÃO no direito é apenas uma palavra solta que não tem qualquer sentido ou deva ser levada a sério. Depois que Toffoli e Lewandowski nunca se sentiram suspeitos de julgar ações e tomar decisões que envolve o ex patrão deles, o PT, qual o magistrado deve respeitar a previsão legal de impedimento para julgar qualquer processo? Isso sim é liberdade, uso da vontade, livre exercício da razão, sem regras ou restrições a ordem e a imparcialidade. Não estou julgando, apenas me lembrando dos fatos, sem qualquer outra conotação