9h – Gravação para o horário eleitoral
15h – Reunião com segmentos religiosos
16h – Caminhada nos bairros de Nazaré e Dix-Sept Rosado
19h – Reunião com moradores de Igapó
AGENDA ROGÉRIO MARINHO
07h30 – Reunião com o conselho administrativo do Sebrae
10h – Gravação do programa eleitoral
14h – Entrevista na SimTV
16h – Caminhada em Felipe Camarão
19h – Reunião no bairro das Quintas
19h30 – Lançamento da candidatura a vereador de Enildo Alves
AGENDA HERMANO MORAIS
10h30 – Sessão ordinária na Assembléia Legislativa
16h – Caminhada no Parque Floresta
19h – Reunião política com vereador no Parque Floresta
20h – Reunião política com vereador no Gramoré
Nesta quinta-feira, 13, a fachada da Embaixada dos Estados Unidos em Brasília exibiu pichações com críticas à política bélica do país. O Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) afirmou ser responsável pela ação. O grupo invasor de terras divulgou imagens de militantes com faixas, além de uma bandeira norte-americana alterada e queimada.
Entre as frases pichadas, uma se destacava: “Os EUA fazem guerra e lucram com a morte”. Segundo nota do MST, a manifestação integra a 17ª Jornada Nacional da Juventude Sem Terra e homenageia o centenário de Fidel Castro, ex-ditador cubano.
No local, funcionários da embaixada tentaram cobrir as inscrições durante a manhã. A pichação foi feita no muro lateral do prédio, no Setor de Embaixadas Sul, que atualmente passa por reformas. A segurança da área é supervisionada pelo 5º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal.
Após o Ministério Público Eleitoral (MPE) pedir ao TRE-RN que impeça o candidato do PT ao Governo do Estado Cadu Xavier de utilizar “Cadu de Lula” como nome de urna, a campanha reagiu e afirmou que não pretende abrir mão da associação com o presidente Lula.
Em nota divulgada nesta quinta-feira (13), a assessoria do candidato disse que o nome “não nasceu em um escritório ou em uma petição”, mas “nas ruas, no abraço da militância e no sentimento do povo do Rio Grande do Norte”.
O MPE argumenta que o nome escolhido pode provocar confusão no eleitor e sugerir um parentesco inexistente com o presidente Lula. A campanha informou que apresentará sua defesa jurídica no momento adequado e reforçou que seguirá “ao lado de Lula e da militância”.
Leia a íntegra da nota divulgada pela assessoria de Cadu Xavier:
O nome “Cadu de Lula” não nasceu em um escritório ou em uma petição: nasceu nas ruas, no abraço da militância e no sentimento do povo do Rio Grande do Norte que, há quase um ano, já nos chama assim.
Quem colocou o “de Lula” ao lado do Cadu foi o eleitor. Cadu é de Lula pelo projeto que defende, pelas bandeiras que carrega e pela história de transformação que une o Time que Cuida do povo, sempre como prioridade. Trata-se de vínculo de coração, de pertencimento.
A nossa defesa jurídica apresentará todos os argumentos técnicos no momento e fórum adequados. Mas a nossa maior defesa já tem sido feita: pelo povo e pelo próprio presidente Lula.
Seguimos firmes, ao lado de Lula e da nossa militância.
Coordenação de Comunicação e Marketing da Campanha de Cadu de Lula
A candidata do PT ao Senado, Samanda Alves, compartilhou nas redes sociais um vídeo feito com inteligência artificial (IA) associando o deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL), escolhido para ser vice na chapa presidencial do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), à acusação de crime sexual contra menores. O vídeo já teria ultrapassado 60 mil curtidas.
Alfredo Gaspar, no entanto, não é investigado oficialmente. O pedido de abertura da investigação foi feito pela Polícia Federal com base nas denúncias sem provas do deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) e da senadora Soraya Thronicke (PSB-MS). O inquérito sequer chegou a ser aberto ainda.
Além da gravidade da acusação sem provas, a legislação eleitoral estabelece restrições ao uso de inteligência artificial e deepfakes para disseminar conteúdo falso sobre candidatos.
Os Estados Unidos divulgaram nesta quinta-feira (13) um relatório acusando o Brasil e cerca de 40 países de ajudarem a China a burlar tarifas de importação americanas por meio de transbordo ilegal (transshipping, em inglês).
Intitulado “O Grande Esquema do Transbordo”, o documento classifica os países em diferentes níveis de ligação com Pequim.
O Brasil foi incluído no grupo de “Nível 2”, classificado como “Integração Econômica Significativa”, junto a países como Turquia, Vietnã, Tailândia, Indonésia e Malásia.
Segundo o relatório, esses países combinam volumes significativos de transbordo ilegal com integração a cadeias de oferta da China, plataformas de manufatura, sistemas logísticos e canais regionais de redirecionamento dos mercadorias.
Neste sentido, Brasília e Ancara atuam como “importantes plataformas regionais de produção e logística” ao também “simular a transformação” de produtos em diversas categorias para alterar sua origem declarada, acusa o relatório.
O Brasil é mencionado como parte dos “Corredores Latino-Americanos” para redirecionamento de produtos nos Oceanos Pacífico e Atlântico, armazenamento em entrepostos aduaneiros e montagem regional de componentes.
Um levantamento detalhado feito pelo Blog do BG a partir do Relatório de Gestão e Avaliação do Controle Interno da Câmara Municipal de Parnamirim (RN), referente ao ano de 2025, mostra os custos operacionais da frota de veículos do legislativo municipal.
No total, o consumo de combustível alcançou R$ 330.331,61. Quando somado às despesas com a locação dos veículos terceirizados, que totalizaram R$ 643.041,61, o custo total para manter a frota em circulação atingiu quase cerca de R$ 973 mil.
Setor Administrativo da Câmara tem o maior volume de gastos com combustível
A maior despesa registrada no relatório é do Setor Administrativo, que acumulou R$ 34.356,22 gastos em combustível ao longo do ano de 2025. O valor é referente a uma frota de 16 veículos que dão suporte aos diversos setores da Câmara Municipal, mas o relatório não detalha os setores específicos que utilizam a frota.
O Blog do BG tentou contato com assessoria da Câmara Municipal para esclarecer essas dúvidas, mas não conseguiu. O espaço segue aberto para qualquer esclarecimento.
Uma suposta ameaça de massacre em uma escola de Maxaranguape, no litoral norte do RN, está sendo investigada pela Polícia Civil. O boletim de ocorrência foi registrado na última segunda-feira (10) referente a uma publicação em uma rede social.
Após o registro, a Polícia Civil iniciou as investigações e identificou o autor da publicação. Os policiais realizaram o contato e identificaram que trata-se de um adolescente, de 14 anos. “Até o momento, a Polícia Civil trabalha com a hipótese de que a publicação tenha se tratado de um trote. As circunstâncias do caso seguem sendo apuradas pela equipe responsável”, apontou em nota.
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, determinou a correção imediata do registro de filiação do senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro ao PL, anulando sua filiação ao Partido Missão.
A decisão atende a um pedido de urgência da campanha e também determina que a Polícia Federal investigue o caso.
Flávio apareceu filiado ao Missão, partido que já tem Renan Santos como candidato à Presidência. A mudança impedia o registro da candidatura do senador, cujo prazo termina neste sábado (15).
O Missão afirmou que foi alvo de um ataque e tentou alertar Flávio. Já o TSE informou que não houve invasão do sistema de filiação e que a alteração foi feita por alguém da legenda.
Ao menos 786 candidatos registrados para as eleições de 2026 mudaram a informação de cor ou raça em relação ao que constava na Justiça Eleitoral em 2022. O número representa 4,5% das 17.413 candidaturas registradas até quarta-feira (12), segundo dados do TSE analisados pelo g1.
A mudança mais comum foi de branca para parda, em 308 casos. Em outros 262, candidatos passaram de parda para branca. Juntas, as duas alterações representam 72,5% dos registros identificados.
Entre os 786 candidatos, 419 se declararam pardos em 2026, 275 brancos, 76 pretos, nove indígenas e sete amarelos. A maioria das alterações ocorreu entre candidatos a deputado estadual, federal ou distrital, que concentram 753 registros, ou 95,8% do total.
A mudança na autodeclaração, isoladamente, não indica irregularidade. Entre as possíveis explicações estão erros de preenchimento, mudanças na percepção individual sobre cor ou raça e, em alguns casos, eventual interesse em acessar recursos destinados a candidaturas negras.
Nas eleições de 2026, partidos devem destinar pelo menos 30% dos recursos do Fundo Eleitoral e do Fundo Partidário a candidatos pretos e pardos. Quando há divergência entre a autodeclaração atual e registros anteriores, o candidato e o partido podem ser chamados pela Justiça Eleitoral para confirmar a alteração.
Mudanças por partido
O Republicanos lidera em número absoluto de candidaturas com alteração, com 75 casos. Em seguida aparecem PL, com 70, MDB, com 62, e Podemos, com 60.
A tentativa de associar diretamente o nome de Lula à candidatura de Carlos Eduardo Xavier, o Cadu, pode não chegar às urnas. O Ministério Público Eleitoral (MPE) pediu ao Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE-RN) que impeça o petista de utilizar “Cadu de Lula” como nome de urna. A decisão caberá ao TRE-RN.
Motivo
Para a Procuradoria Regional Eleitoral, a expressão pode confundir o eleitor e sugerir um parentesco inexistente com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O parecer foi assinado nesta quinta-feira (13) pelo procurador Fernando Rocha de Andrade.
O MPE destacou que Cadu e seus pais não têm “Lula” no sobrenome e afirmou não ter encontrado registros anteriores que indiquem que o candidato seja conhecido publicamente por esse nome. A Procuradoria cita ainda a regra do TSE que permite apelidos e outras designações, desde que não provoquem dúvida sobre a identidade do candidato.
Caso Cadu não apresente outra opção, o Ministério Público sugere que seja adotado “Cadu Xavier”, nome pelo qual ele já é conhecido.
A expressão “Cadu de Lula” faz parte da estratégia de campanha do candidato para reforçar sua proximidade política com o presidente. Cadu utiliza o nome em redes sociais e materiais eleitorais, enquanto Lula declarou apoio à sua candidatura durante visita ao Rio Grande do Norte, em julho.
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