Finanças

Criptomoedas: entenda o que são e como elas têm mudado o mundo e ainda devem revolucionar a economia e os mercados

Até o século VII antes de Cristo, não havia dinheiro e a sociedade vivia a base de trocas. Foi aí que surgiu, por exemplo, a palavra salário: um pagamento feito com sal. De lá para cá, entretanto, as moedas evoluíram. Há algumas décadas, elas passaram a ser usadas em formato de plástico, após a criação e a popularização de cartões de crédito e débito.

Com o avanço da tecnologia, a ideia de armazenar dinheiro em formato virtual ganhou consistência. Diferentes soluções foram desenvolvidas, até que se chegou às criptomoedas — moedas digitais que não são reguladas por nenhuma entidade (bancos ou governos).

Isso significa que quem as usa pode fazer transações com total liberdade e privacidade: ou seja, sem a intervenção de mecanismos reguladores, já não há cédulas e as transações são feitas sem intermediários. O que garante o sigilo é a criptografia. Aliás, é daí que vem o nome desse dinheiro digital.

A valorização das criptomoedas começou em 2013. Isso porque as poupanças dos contribuintes da República do Chipre foram confiscadas e os bancos locais caíram em descrédito. Com isso, a população passou a buscar alternativas e chegou às moedas digitais.

O sucesso veio, justamente, porque elas não são controladas por bancos ou governos — o que as livra do risco de serem confiscadas. Por outro lado, suas oscilações constantes fizeram muitos a encararem como uma bolha.

Isso durou até 2016, quando a crise institucional e econômica global fez as atenções se voltarem novamente para elas. Desde então, sua valorização tem sido constante. Em 2016, uma bitcoin, por exemplo, valia US$ 443,57 e, em 2017, seu preço chegou a US$ 17.549,67.

O que é, de fato, uma criptomoeda?

De forma simples, as criptomoedas são dinheiro virtual — ou seja, códigos extremamente protegidos que podem ser convertidos em valores reais e usados em pagamentos. Em relação ao dinheiro físico, como o real ou o dólar, três características as diferenciam: a descentralização (já que independem de regulação), o anonimato e o custo zero da transação.

A primeira tentativa de criptomoeda chamava-se “b-money”. Criada pelo engenheiro de software Wei Dai, já tinha, entre suas características, a descentralização e o anonimato. Ela nunca foi amplamente utilizada, mas inspirou o surgimento do “bitgold”.

Ele também não teve muito sucesso, mas levou ao desenvolvimento da bitcoin. E foi aí que entrou em cena a tecnologia blockchain. Ela é o elemento central do processo: uma comunidade de usuários espalhados pelo mundo registra as transações. Assim, o banco de dados pode ser verificado pública e rapidamente, e a ação de hackers é dificultada.

Assim como o dinheiro físico, que tem número de série, marca d’água e outros itens de certificação, as criptomoedas usam criptografia para se manterem seguras. Em outras palavras, cada criptomoeda é única e tem seu próprio número de identificação. Por isso, somente quem tem essa informação consegue transferi-la.

Transações com criptomoedas garantem privacidade ao usuário, pois, em geral, não requerem informações pessoais. Há que argumente, entretanto, que, por essa característica, seu uso facilita atividades ilegais, como tráfico de drogas e armas.

Outro diferencial importante das criptomoedas é o custo zero de transação. Como não há interferência de órgãos reguladores, não há adição de taxas — diferentemente do que ocorre com o dinheiro convencional, que está vinculado a encargos definidos pelas instituições que o controlam.

Isso faz das moedas digitais uma ótima alternativa para transações internacionais, que normalmente são acrescidas de tarifas altas. Além disso, como elas não são reguladas, suas oscilações de preço são influenciadas apenas pela economia que as envolve. A visão dos desenvolvedores das criptomoedas é anarcocapitalista: ou seja, a economia é suficiente para organizar a sociedade.

O fato de não haver controle institucional sobre elas fez muitos as verem como um investimento arriscado. No início, eram tidas como investimento pouco atraente, mas sua alta eficiência fez que elas se destacassem em pouco tempo: a preservação dos dados e os registros criptografados fez até os bancos de interessarem por elas.

Como elas funcionam?

Tanto a cotação quanto a compra e a venda de moedas digitais acontecem anonimamente pela internet. Isso porque, como são digitais, elas são guardadas de forma diferente do dinheiro comum.

Para começar, elas são protegidas por uma chave de criptografia privada — o código necessário para efetuar as transações. Então, essas moedas são armazenadas em uma carteira virtual e administradas a partir de um computador pessoal ou de um dispositivo móvel.

Em outras palavras, não é possível ir ao banco e fazer uma retirada de criptomoedas. Todos os trâmites são totalmente digitais. E é a blockchain que garante sua segurança. De tão confiáveis, as criptomoedas passaram a chamar a atenção de grandes empresas, bancos e governos.

Na China, por exemplo, o governo quer bloquear o acesso a plataformas estrangeiras de criptomoedas e retirar seus aplicativos das plataformas móveis locais. O motivo? O país asiático pensa em criar uma moeda digital estatal própria.

Como não há emissão física dessas moedas, é preciso minerá-las — ou seja, encontrar a chave que criptografa os blocos (conhecidas como hash). Isso quer dizer que é necessário executar ações para validar e processar as transações que as envolvem.

De forma análoga a um trabalho convencional — que garante um salário no fim do mês —, a mineração, que não é uma tarefa fácil, remunera quem a desempenha e encontra blocos válidos. Nada mais justo, já que ela requer esforço e custo computacional.

O procedimento, em si, é simples: basta resolver cálculos matemáticos complexos no computador. A cada dez minutos, um novo problema que necessita deles é adicionado — quem chega à resposta correta é recompensado com criptomoedas.

Esse processo de alta complexidade é necessário para que seja possível escrever novos blocos de transações no registro. Ao adotá-lo, evita-se que criminosos criem blocos falsos e os adicionem à rede ou modifiquem os já existentes.

Qualquer um pode tentar achar as hashs, mas é pouco provável que um usuário comum seja capaz de encontrá-las e, consequentemente, minerar criptomoedas em casa com uma estrutura doméstica. Em geral, isso demanda investimento em servidores e computadores sofisticados que possam fazer o trabalho.

Quais são as principais criptomoedas?

Um levantamento do CoinMarketCap indica que já existem mais de 2,3 mil criptomoedas diferentes em circulação no mundo. Além da bitcoin, existem uma as chamadas altcoins, as alternativas a ela. Veja, a seguir, quais são as principais!

Bitcoin: foi a primeira moeda digital descentralizada do mundo. Em novembro de 2018, registrou aumento de 55% no volume de transações, com a criação de 30 mil novas carteiras.

Litecoin: tem as mesmas características da bitcoin. Seu processamento de blocos, entretanto, é quatro vezes mais rápido, ou seja, enquanto as transferências de bitcoin levam 10 minutos, com a Litecoin o tempo é de apenas 2 minutos e meio.

Ethereum: é a segunda maior criptomoeda do mundo. Apresentado em 2014, foi financiado como um projeto de crowdfunding. Hoje, tem capitalização de mercado de mais de US$ 40 bilhões.

Ripple: é um pouco diferente das demais, pois é tanto uma moeda digital quanto uma rede de pagamento aberta, com taxas e atrasos de processamento menores.

Siacon: considerada bastante promissora, não exige muita capacidade de processamento para ser minerada. Seus usuários reservam um espaço no computador para que as transações sejam processadas e, em trocas, recebem unidades dela.

Monero: promete total anonimato, já que oculta completamente o remetente, o destinatário e a quantia envolvida na transação. Recebe críticas por dar margem a negócios e transações ilegais.

Petro: proposta em 2018 pelo governo Venezuelano, tem o diferencial de ser emitida por um Estado. É “aceita como forma de pagamento de impostos, taxas, contribuições e serviços públicos nacionais” e tem como base o preço de um barril de petróleo.

As criptomoedas são reconhecidas no Brasil?

Embora não haja regulação específica dessas moedas digitais no Brasil, já há um projeto de lei relacionado a elas em tramitação. A ideia é incluí-las (assim como os programas de milhagem aérea) na categoria de arranjos de pagamento, que é supervisionada pelo Banco Central do Brasil (Bacen).

Paralelamente, os organismos reguladores do país já buscam enquadrá-las em alguns processos. A Receita Federal do Brasil (RFB), por exemplo, incluiu no guia sobre a Declaração de Renda da Pessoa Física de 2017, a necessidade de as moedas virtuais serem relatadas na Ficha de Bens e Direitos (como ativos financeiros). A partir de 1º de agosto de 2019, a orientação virou norma: pessoas físicas e jurídicas devem informar a RFB sobre operações realizadas com criptomoedas.

As criptomoedas têm, em geral, bom retorno graças a sua valorização. Apesar disso, há muitos riscos porque seu valor flutua descontroladamente: por isso, é importante se planejar antes de investir nelas e, claro, ficar atento às oscilações.

Outra desvantagem é que, por não serem reguladas, podem se tornar ilegais a qualquer momento. E mais: as casas de câmbio que as comercializam podem ser hackeadas. Então, uma boa prática é não investir mais de 5% do patrimônio nesse item.

E como será o futuro desse dinheiro virtual?

No Estado de São Paulo, já se discute a tributação de criptoativos. Segundo o projeto de lei 834/2019, de Thiago Auricchio (PL), eles devem ser sujeitos a cobrança de Imposto sobre Transmissão “Causa Mortis” e Doação de Quaisquer Bens ou Direitos (ITCMD).

Assim, a transferência deles deve ser tributada sempre que mudarem de proprietário. Isso pode evitar, por exemplo, que sejam usados para esconder movimentações financeiras. A justificativa é que, como esses ativos integram o patrimônio do indivíduo e têm conteúdo econômico, a transferência de titularidade deve ser tributada.

Enquanto isso, muitas empresas já estão de olho no segmento. Uma das maiores delas é o Facebook: em junho, a companhia anunciou a criação de uma plataforma exclusiva para atuar nesse nicho, a Calibra, e de uma moeda própria, a libra — que deve ter paridade com o dólar e estar disponível via Messenger e Whatsapp. O projeto foi lançado com o apoio de 27 parceiros — como Uber, PayPal, eBay, MasterCard, Visa, Spotify e outras —, mas pouco mais de um mês depois, a companhia o colocou em espera.

Isso porque o Congresso Americano decidiu analisar a iniciativa de forma ampla e, em seguida, foi apresentado um projeto de lei nos EUA para proibir grandes empresas de tecnologia de criarem moedas próprias. Essas companhias têm muitos clientes, o que muitas vezes as torna maiores que nações, e promovem inclusão digital e social. A libra, por exemplo, poderia capturar os mais de 1 bilhão de pessoas que estão fora do sistema bancário no mundo.

Então, mesmo com a resistência dos governos, é provável que essas corporações prossigam na criação de moedas virtuais. Se, por um lado, isso ameaça a hegemonia do dólar americano, países com moeda fraca (como a Argentina) podem ser beneficiados com uma moeda global. A libra pode ajudar a popularizar as criptomoedas a ponto de elas serem usadas no cotidiano. Assim, o dinheiro chegaria aonde nunca chegou antes, já que as transações serão mais baratas e os serviços de crédito serão ampliados.

Estima-se que 19% da população mundial já tenha ao menos uma delas em suas carteiras virtuais. Hoje, no Brasil, há mais cadastrados em corretoras de criptomoedas do que em corretoras da Bovespa — apesar disso, segundo a Kaspersky, apenas 13% entendem seu funcionamento.

Olhar Digital

 

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PESQUISA PODERDATA/AYA: Moraes tem 57% de desaprovação; Mendonça, 36%

Foto: Antonio Augusto/STF

Pesquisa do PoderData/Aya divulgada nesta quinta-feira (17) mostrou que o trabalho do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), é desaprovado por mais da metade dos entrevistados.

Aprovação do trabalho de Alexandre de Moraes:

  • Desaprova: 57%
  • Aprova: 33%
  • Não sabe: 11%

O levantamento também mostrou a avaliação do ministro André Mendonça.

Aprovação do trabalho de André Mendonça

  • Desaprova: 36%
  • Aprova: 50%
  • Não sabe: 14%

Aprovação do trabalho do STF

A pesquisa também aferiu a percepção da população sobre o STF. A desaprovação do trabalho da Corte é de 53%.

  • Desaprova: 53%
  • Aprova: 30%
  • Não sabe: 17%

Metodologia

De 13 a 16 de setembro, o PoderData entrevistou 3.000 pessoas por ligação. A margem de erro é de 1,8 ponto percentual, com taxa de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no TSE em 11 de setembro com o número BR-00360/2026.

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OPERAÇÃO AGRADO 2: Polícia afasta 5 servidores e cumpre 20 mandados em investigação de fraude no Detran-RN

Cinco servidores públicos foram afastados das funções e 20 mandados de busca e apreensão são cumpridos nesta quinta-feira (17), em Natal, Mossoró e Fortaleza. A ação faz parte da Operação Agrado 2, da Polícia Civil do RN, que investiga um esquema de fraudes e favorecimento ilícito em procedimentos do Detran-RN.

A investigação apura irregularidades em trâmites administrativos e a liberação indevida de veículos mediante pagamento de vantagens ilícitas.

Além das buscas e do afastamento dos cinco servidores, a Justiça determinou monitoramento eletrônico de quatro suspeitos e oito medidas que proíbem investigados de acessar, frequentar ou se aproximar das dependências do Detran-RN.

Os investigados são suspeitos de corrupção ativa e passiva, inserção de dados falsos em sistemas, falsidade ideológica e organização criminosa.

Durante as buscas, a Polícia Civil apreende documentos, dispositivos eletrônicos e outros materiais que serão analisados no decorrer da investigação.

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TRÁFICO E AMEAÇAS: Candidato a deputado é preso com drogas durante investigação de crimes eleitorais no RN

O candidato a deputado federal Wender Andrade, de 27 anos, foi preso em flagrante por suspeita de tráfico de drogas nesta quinta-feira (17), em Alexandria, no Alto Oeste potiguar. A prisão ocorreu durante buscas da Polícia Civil em uma investigação sobre ameaças contra eleitores e candidatos da região.

Segundo a Polícia Civil, Wender também é investigado por possível participação em uma organização criminosa e seria responsável, entre outras funções, pelo armazenamento de drogas destinadas ao grupo.

Durante buscas em endereços ligados ao candidato, nas zonas urbana e rural de Alexandria, os policiais encontraram dois tabletes e porções fracionadas de substância semelhante à maconha, além de dinheiro em espécie.

Os mandados foram expedidos pela 41ª Zona Eleitoral. A investigação apura ainda ameaças contra eleitores e candidatos, inclusive pelas redes sociais. A suspeita é de que as ações tenham ocorrido no contexto da atuação do grupo criminoso e com o objetivo de interferir no processo eleitoral.

Wender Andrade ficou à disposição da Justiça. As investigações continuam para apurar a participação dele na organização criminosa, as ameaças de natureza eleitoral e a possível atuação de outros envolvidos.

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ATLASINTEL: Mais uma pesquisa divulgada nesta quinta mostra Flávio à frente de Lula no 2º turno

Foto: Reprodução e Ricardo Stuckert/PR

Mais uma pesquisa divulgada nesta quinta-feira (17) mostra Flávio Bolsonaro (PL) numericamente à frente do presidente Lula (PT) em um eventual segundo turno. Na AtlasIntel, Flávio tem 47,2% das intenções de voto, contra 46,8% de Lula.

A diferença entre os candidatos é de 0,4 ponto percentual. Brancos, nulos e indecisos somam 6%. No levantamento anterior do instituto, Flávio tinha 46,4% e Lula, 46,2%.

A AtlasIntel ouviu 5.018 eleitores entre os dias 11 e 16 de setembro, por recrutamento digital. A margem de erro é de um ponto percentual, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

Contratada pela Bloomberg, a pesquisa está registrada no TSE sob o protocolo BR-06221/2026.

Opinião dos leitores

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GERP: Flávio chega a 50% contra 43% de Lula em cenário de 2º turno

Fotos: Reprodução

Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 50% das intenções de voto contra 43% do presidente Lula (PT) em um eventual segundo turno da eleição presidencial, segundo pesquisa Gerp divulgada nesta quinta-feira (17). A diferença é de sete pontos percentuais.

Outros 6% afirmaram que não votariam em nenhum dos dois candidatos, enquanto 1% não soube responder.

O Gerp ouviu 2.400 eleitores por telefone entre os dias 14 e 16 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-00535/2026.

Opinião dos leitores

  1. Vamos ganhar do time desse corrupto no primeiro turno.
    É assim que o brasileiro tem que agir, não exister outra maneira de varrer tudo que está acontecendo pro lixo.

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COMBATE AO TRÁFICO: Operação cumpre mandados de prisão em Canguaretama e Vila Flor

Fotos: Divulgação/MPRN

Dois mandados de prisão preventiva e quatro de busca e apreensão foram cumpridos nesta quinta-feira (17) em Canguaretama e Vila Flor. A ação faz parte da Operação Dédalo, deflagrada pelo Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) contra um grupo suspeito de tráfico de drogas e associação para o tráfico.

Durante as buscas, foram apreendidos celulares, drogas e dinheiro em espécie. O material será analisado pelo MPRN para identificar possíveis novos envolvidos e outros crimes relacionados ao grupo.

A operação contou com apoio da Polícia Militar e é um desdobramento da Operação Ícaro, realizada anteriormente pelo MPRN.

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PODERDATA/AYA: Flávio tem 46% e Lula 44% em cenário de 2º turno

Fotos: Carlos Moura/Agência Senado e Ricardo Stuckert/PR

Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 46% das intenções de voto contra 44% do presidente Lula (PT) em uma eventual disputa de segundo turno, segundo pesquisa PoderData/Aya divulgada nesta quinta-feira (17). Com margem de erro de 1,8 ponto percentual, os dois estão tecnicamente empatados. Brancos e nulos somam 8%, e 2% não souberam responder.

Na comparação com a rodada anterior, divulgada em 10 de setembro, os dois oscilaram para baixo: Flávio passou de 47% para 46%, enquanto Lula foi de 45% para 44%.

O levantamento também testou um segundo turno entre Lula e Augusto Cury (Avante). Cury aparece com 45% e Lula, com 42%, também em empate técnico. Em um confronto entre Flávio e Cury, o senador registra 43%, contra 36% do escritor.

A pesquisa ouviu 3 mil eleitores entre os dias 13 e 16 de setembro, por telefone. A margem de erro é de 1,8 ponto percentual, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. O levantamento foi feito com recursos próprios e está registrado no TSE sob o número BR-00360/2026.

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Ponta Negra Aruã Boutique Suites: o ativo pé na areia para quem busca renda passiva à beira-mar

Endereço pé na areia em Ponta Negra e operação profissional de locação: o Ponta Negra Aruã Boutique Suites já ultrapassou 65% de adesões em Natal (Fotos: Divulgação)

Existe um dilema que todo investidor conhece. A renda fixa perdeu o brilho com a queda dos juros. O imóvel de temporada rende, mas cobra o preço em trabalho: reserva, limpeza, manutenção, tudo no colo do dono. É aí que entra o Ponta Negra Aruã Boutique Suites, único lançamento pé na areia da Praia de Ponta Negra do momento. O investidor compra o apartamento à beira-mar e a Quarto à Vista assume toda a locação por temporada, em sistema de condomínio. O imóvel trabalha sozinho e o dono só recebe: renda passiva de verdade, sem virar um segundo emprego. E o mercado entendeu rápido. Em pouco tempo, as adesões já passaram de 65%.

A localização é o que dá lastro à tese. Ponta Negra é o cartão-postal de Natal e um dos destinos mais buscados do Nordeste, com fluxo turístico distribuído ao longo do ano, não concentrado em uma única alta temporada. Um endereço pé na areia nessa praia não se repete: a faixa de orla é finita e já ocupada, o que torna o ativo escasso por natureza. Escassez de oferta somada a demanda turística constante é a base que sustenta a expectativa de ocupação e de valorização ao longo do tempo.

O produto conversa com essa lógica. Com projeto do arquiteto Flávio Góis, são 102 unidades nas metragens de 22, 27 e 52m², faixa que começa com um tíquete de entrada enxuto e amplia o público de investidores, com vista para o Morro do Careca e acesso direto ao calçadão. A estrutura de piscina, academia, restaurante e rooftop reforça o apelo de hospedagem e ajuda a manter a atratividade do apartamento na plataforma de locação.

“O investidor de hoje quer previsibilidade e um ativo que ele entenda de verdade. Um pé na areia em Ponta Negra, com operação profissional cuidando de tudo, é um dos poucos ativos que combina tijolo, localização escassa e renda recorrente”, afirma Marcelo Pereira, diretor da MVP. “Ultrapassar 65% de adesões em tão pouco tempo mostra que o investidor entendeu na hora o valor de um endereço que não se repete.”

A MVP Incorporações é a nova frente da MVP Engenharia, que soma 19 anos de atuação no Rio Grande do Norte, com participações em obras como o Natal Shopping, o Vila Galé Touros, o Condomínio Jardins de Amsterdã e a Ponte Estadual Mapa da Pipa (PEMP). Essa bagagem em construção é parte do argumento de investimento: reduz o risco de execução, um dos pontos que o investidor de imóvel na planta mais pondera. O Ponta Negra Aruã Boutique Suites é o único lançamento pé na areia de Ponta Negra do momento e o primeiro da grife, cujo nome traduz o encontro do mar com a natureza.

Mais informações: @mvpincorporacoes
WhatsApp: 84 2030-2323

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ELEIÇÕES 2026: Blog do BG e Meio Dia RN divulgam nesta quinta-feira (17) a nova pesquisa do Instituto Perfil sobre a disputa eleitoral no RN

Foto: José Aldenir/Agora RN / João Gilberto/ALRN e Divulgação

O Blog do BG divulga nesta quinta-feira (17) a quarta pesquisa de intenção de votos, feita em parceria com o Instituto Perfil, que mostra como está a disputa eleitoral no RN.

O levantamento será divulgado a partir das 12h30 no programa “Meio Dia RN” na 96 FM e publicado simultaneamente no Blog do BG.

Essa é a quarta pesquisa realizada pelo Blog do BG em parceria com o Instituto Perfil. O levantamento apresentará o cenário atualizado da disputa pelo Governo do Estado, as duas vagas ao Senado, os cargos de deputado federal e estadual e a Presidência da República.

A pesquisa ouviu 1.600 eleitores, em todas as regiões do Rio Grande do Norte, entre os dias 12 e 15 de setembro de 2026, com margem de erro de 2,45 pontos percentuais e intervalo de confiança de 95%. O levantamento está registrado sob os números TSE BR-02304/2026 e TRE-RN RN-08335/2026.

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CLIMÃO: Aliados de Lula veem elogio a Moraes como “erro estratégico” na campanha eleitoral petista

Interlocutores próximos ao presidente Lula (PT) avaliaram como um “erro estratégico” o elogio feito por ele ao ministro Alexandre de Moraes, do STF, durante um podcast nesta quarta-feira (16). A avaliação é de que a declaração gerou desconforto entre aliados em plena campanha eleitoral.

Na entrevista, Lula tentou se distanciar de Moraes ao lembrar que não foi responsável por sua indicação ao Supremo. Na sequência, porém, afirmou que o ministro “prestou grandes serviços à democracia do Brasil”.

De acordo com a analista de Política da CNN Brasil Jussara Soares, foi justamente o elogio que incomodou aliados do presidente, que consideram a fala prejudicial à estratégia eleitoral.

Opinião dos leitores

  1. Ninguém cresce ao lado desses parasitas petistas. Onde o PT põe a mão, é desunião e destruição!!

  2. Este senil, ignobil, ebrio precisa ser extirpado do poder junto com sua mafia. Dia 04 de outubro se aproxima e é a hora de botar essa gente para fora do poder.

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