Finanças

Criptomoedas: entenda o que são e como elas têm mudado o mundo e ainda devem revolucionar a economia e os mercados

Até o século VII antes de Cristo, não havia dinheiro e a sociedade vivia a base de trocas. Foi aí que surgiu, por exemplo, a palavra salário: um pagamento feito com sal. De lá para cá, entretanto, as moedas evoluíram. Há algumas décadas, elas passaram a ser usadas em formato de plástico, após a criação e a popularização de cartões de crédito e débito.

Com o avanço da tecnologia, a ideia de armazenar dinheiro em formato virtual ganhou consistência. Diferentes soluções foram desenvolvidas, até que se chegou às criptomoedas — moedas digitais que não são reguladas por nenhuma entidade (bancos ou governos).

Isso significa que quem as usa pode fazer transações com total liberdade e privacidade: ou seja, sem a intervenção de mecanismos reguladores, já não há cédulas e as transações são feitas sem intermediários. O que garante o sigilo é a criptografia. Aliás, é daí que vem o nome desse dinheiro digital.

A valorização das criptomoedas começou em 2013. Isso porque as poupanças dos contribuintes da República do Chipre foram confiscadas e os bancos locais caíram em descrédito. Com isso, a população passou a buscar alternativas e chegou às moedas digitais.

O sucesso veio, justamente, porque elas não são controladas por bancos ou governos — o que as livra do risco de serem confiscadas. Por outro lado, suas oscilações constantes fizeram muitos a encararem como uma bolha.

Isso durou até 2016, quando a crise institucional e econômica global fez as atenções se voltarem novamente para elas. Desde então, sua valorização tem sido constante. Em 2016, uma bitcoin, por exemplo, valia US$ 443,57 e, em 2017, seu preço chegou a US$ 17.549,67.

O que é, de fato, uma criptomoeda?

De forma simples, as criptomoedas são dinheiro virtual — ou seja, códigos extremamente protegidos que podem ser convertidos em valores reais e usados em pagamentos. Em relação ao dinheiro físico, como o real ou o dólar, três características as diferenciam: a descentralização (já que independem de regulação), o anonimato e o custo zero da transação.

A primeira tentativa de criptomoeda chamava-se “b-money”. Criada pelo engenheiro de software Wei Dai, já tinha, entre suas características, a descentralização e o anonimato. Ela nunca foi amplamente utilizada, mas inspirou o surgimento do “bitgold”.

Ele também não teve muito sucesso, mas levou ao desenvolvimento da bitcoin. E foi aí que entrou em cena a tecnologia blockchain. Ela é o elemento central do processo: uma comunidade de usuários espalhados pelo mundo registra as transações. Assim, o banco de dados pode ser verificado pública e rapidamente, e a ação de hackers é dificultada.

Assim como o dinheiro físico, que tem número de série, marca d’água e outros itens de certificação, as criptomoedas usam criptografia para se manterem seguras. Em outras palavras, cada criptomoeda é única e tem seu próprio número de identificação. Por isso, somente quem tem essa informação consegue transferi-la.

Transações com criptomoedas garantem privacidade ao usuário, pois, em geral, não requerem informações pessoais. Há que argumente, entretanto, que, por essa característica, seu uso facilita atividades ilegais, como tráfico de drogas e armas.

Outro diferencial importante das criptomoedas é o custo zero de transação. Como não há interferência de órgãos reguladores, não há adição de taxas — diferentemente do que ocorre com o dinheiro convencional, que está vinculado a encargos definidos pelas instituições que o controlam.

Isso faz das moedas digitais uma ótima alternativa para transações internacionais, que normalmente são acrescidas de tarifas altas. Além disso, como elas não são reguladas, suas oscilações de preço são influenciadas apenas pela economia que as envolve. A visão dos desenvolvedores das criptomoedas é anarcocapitalista: ou seja, a economia é suficiente para organizar a sociedade.

O fato de não haver controle institucional sobre elas fez muitos as verem como um investimento arriscado. No início, eram tidas como investimento pouco atraente, mas sua alta eficiência fez que elas se destacassem em pouco tempo: a preservação dos dados e os registros criptografados fez até os bancos de interessarem por elas.

Como elas funcionam?

Tanto a cotação quanto a compra e a venda de moedas digitais acontecem anonimamente pela internet. Isso porque, como são digitais, elas são guardadas de forma diferente do dinheiro comum.

Para começar, elas são protegidas por uma chave de criptografia privada — o código necessário para efetuar as transações. Então, essas moedas são armazenadas em uma carteira virtual e administradas a partir de um computador pessoal ou de um dispositivo móvel.

Em outras palavras, não é possível ir ao banco e fazer uma retirada de criptomoedas. Todos os trâmites são totalmente digitais. E é a blockchain que garante sua segurança. De tão confiáveis, as criptomoedas passaram a chamar a atenção de grandes empresas, bancos e governos.

Na China, por exemplo, o governo quer bloquear o acesso a plataformas estrangeiras de criptomoedas e retirar seus aplicativos das plataformas móveis locais. O motivo? O país asiático pensa em criar uma moeda digital estatal própria.

Como não há emissão física dessas moedas, é preciso minerá-las — ou seja, encontrar a chave que criptografa os blocos (conhecidas como hash). Isso quer dizer que é necessário executar ações para validar e processar as transações que as envolvem.

De forma análoga a um trabalho convencional — que garante um salário no fim do mês —, a mineração, que não é uma tarefa fácil, remunera quem a desempenha e encontra blocos válidos. Nada mais justo, já que ela requer esforço e custo computacional.

O procedimento, em si, é simples: basta resolver cálculos matemáticos complexos no computador. A cada dez minutos, um novo problema que necessita deles é adicionado — quem chega à resposta correta é recompensado com criptomoedas.

Esse processo de alta complexidade é necessário para que seja possível escrever novos blocos de transações no registro. Ao adotá-lo, evita-se que criminosos criem blocos falsos e os adicionem à rede ou modifiquem os já existentes.

Qualquer um pode tentar achar as hashs, mas é pouco provável que um usuário comum seja capaz de encontrá-las e, consequentemente, minerar criptomoedas em casa com uma estrutura doméstica. Em geral, isso demanda investimento em servidores e computadores sofisticados que possam fazer o trabalho.

Quais são as principais criptomoedas?

Um levantamento do CoinMarketCap indica que já existem mais de 2,3 mil criptomoedas diferentes em circulação no mundo. Além da bitcoin, existem uma as chamadas altcoins, as alternativas a ela. Veja, a seguir, quais são as principais!

Bitcoin: foi a primeira moeda digital descentralizada do mundo. Em novembro de 2018, registrou aumento de 55% no volume de transações, com a criação de 30 mil novas carteiras.

Litecoin: tem as mesmas características da bitcoin. Seu processamento de blocos, entretanto, é quatro vezes mais rápido, ou seja, enquanto as transferências de bitcoin levam 10 minutos, com a Litecoin o tempo é de apenas 2 minutos e meio.

Ethereum: é a segunda maior criptomoeda do mundo. Apresentado em 2014, foi financiado como um projeto de crowdfunding. Hoje, tem capitalização de mercado de mais de US$ 40 bilhões.

Ripple: é um pouco diferente das demais, pois é tanto uma moeda digital quanto uma rede de pagamento aberta, com taxas e atrasos de processamento menores.

Siacon: considerada bastante promissora, não exige muita capacidade de processamento para ser minerada. Seus usuários reservam um espaço no computador para que as transações sejam processadas e, em trocas, recebem unidades dela.

Monero: promete total anonimato, já que oculta completamente o remetente, o destinatário e a quantia envolvida na transação. Recebe críticas por dar margem a negócios e transações ilegais.

Petro: proposta em 2018 pelo governo Venezuelano, tem o diferencial de ser emitida por um Estado. É “aceita como forma de pagamento de impostos, taxas, contribuições e serviços públicos nacionais” e tem como base o preço de um barril de petróleo.

As criptomoedas são reconhecidas no Brasil?

Embora não haja regulação específica dessas moedas digitais no Brasil, já há um projeto de lei relacionado a elas em tramitação. A ideia é incluí-las (assim como os programas de milhagem aérea) na categoria de arranjos de pagamento, que é supervisionada pelo Banco Central do Brasil (Bacen).

Paralelamente, os organismos reguladores do país já buscam enquadrá-las em alguns processos. A Receita Federal do Brasil (RFB), por exemplo, incluiu no guia sobre a Declaração de Renda da Pessoa Física de 2017, a necessidade de as moedas virtuais serem relatadas na Ficha de Bens e Direitos (como ativos financeiros). A partir de 1º de agosto de 2019, a orientação virou norma: pessoas físicas e jurídicas devem informar a RFB sobre operações realizadas com criptomoedas.

As criptomoedas têm, em geral, bom retorno graças a sua valorização. Apesar disso, há muitos riscos porque seu valor flutua descontroladamente: por isso, é importante se planejar antes de investir nelas e, claro, ficar atento às oscilações.

Outra desvantagem é que, por não serem reguladas, podem se tornar ilegais a qualquer momento. E mais: as casas de câmbio que as comercializam podem ser hackeadas. Então, uma boa prática é não investir mais de 5% do patrimônio nesse item.

E como será o futuro desse dinheiro virtual?

No Estado de São Paulo, já se discute a tributação de criptoativos. Segundo o projeto de lei 834/2019, de Thiago Auricchio (PL), eles devem ser sujeitos a cobrança de Imposto sobre Transmissão “Causa Mortis” e Doação de Quaisquer Bens ou Direitos (ITCMD).

Assim, a transferência deles deve ser tributada sempre que mudarem de proprietário. Isso pode evitar, por exemplo, que sejam usados para esconder movimentações financeiras. A justificativa é que, como esses ativos integram o patrimônio do indivíduo e têm conteúdo econômico, a transferência de titularidade deve ser tributada.

Enquanto isso, muitas empresas já estão de olho no segmento. Uma das maiores delas é o Facebook: em junho, a companhia anunciou a criação de uma plataforma exclusiva para atuar nesse nicho, a Calibra, e de uma moeda própria, a libra — que deve ter paridade com o dólar e estar disponível via Messenger e Whatsapp. O projeto foi lançado com o apoio de 27 parceiros — como Uber, PayPal, eBay, MasterCard, Visa, Spotify e outras —, mas pouco mais de um mês depois, a companhia o colocou em espera.

Isso porque o Congresso Americano decidiu analisar a iniciativa de forma ampla e, em seguida, foi apresentado um projeto de lei nos EUA para proibir grandes empresas de tecnologia de criarem moedas próprias. Essas companhias têm muitos clientes, o que muitas vezes as torna maiores que nações, e promovem inclusão digital e social. A libra, por exemplo, poderia capturar os mais de 1 bilhão de pessoas que estão fora do sistema bancário no mundo.

Então, mesmo com a resistência dos governos, é provável que essas corporações prossigam na criação de moedas virtuais. Se, por um lado, isso ameaça a hegemonia do dólar americano, países com moeda fraca (como a Argentina) podem ser beneficiados com uma moeda global. A libra pode ajudar a popularizar as criptomoedas a ponto de elas serem usadas no cotidiano. Assim, o dinheiro chegaria aonde nunca chegou antes, já que as transações serão mais baratas e os serviços de crédito serão ampliados.

Estima-se que 19% da população mundial já tenha ao menos uma delas em suas carteiras virtuais. Hoje, no Brasil, há mais cadastrados em corretoras de criptomoedas do que em corretoras da Bovespa — apesar disso, segundo a Kaspersky, apenas 13% entendem seu funcionamento.

Olhar Digital

 

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Geral

EUA e Irã chegam a acordo de paz, dizem Trump e primeiro-ministro do Paquistão; assinatura do tratado está marcada para dia 19 de junho

Foto: REUTERS/Dado Ruvic/Ilustração

Os Estados Unidos e o Irã chegaram a um acordo de paz, conforme informações confirmadas por Donald Trump e o primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif na noite deste domingo (14).

Em uma publicação na rede social X (antigo Twitter), Sharif declarou que “ambos os lados declararam o encerramento imediato e permanente das operações militares em todas as frentes, incluindo no Líbano”.

Ainda segundo o premiê paquistanês, a cerimônia oficial de assinatura do tratado está marcada para o dia 19 de junho, na Suíça.

Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, também publicou a informação em uma postagem na rede Truth Social.

“O acordo com a República Islâmica do Irã está agora concluído. Parabéns a todos!”, declarou Trump.

No texto, ele também determinou a liberação da rota marítima sem a cobrança de pedágios ou taxas e incentivou a retomada do transporte global de combustíveis. O Estreito de Ormuz é uma das vias mais importantes do mundo para o escoamento de petróleo.

“Autorizo a remoção imediata do bloqueio naval dos Estados Unidos. Navios do mundo, liguem seus motores. Deixem o petróleo fluir!”, afirmou.

O serviço de notícias do Irã (agência IRNA) também confirmou a informação do acordo de paz, replicando mensagens de Donald Trump e de Shebaz Sharif.

O vice-ministro das Relações Exteriores do Irã, Kazem Gharibabadi, afirmou à TV estatal iraniana que o cessar-fogo entrará em vigor ainda nesta noite. Segundo ele, as negociações para um acordo final durarão 60 dias e devem incluir o fim das sanções ao Irã, mecanismos para a reconstrução do país e formas de monitorar o cumprimento dos compromissos pelas partes envolvidas.

Gharibabadi acrescentou que Teerã responderá em caso de violações do acordo. As informações são da Reuters.

g1

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Vorcaro disse em delação rejeitada PF que contrato de R$ 129 milhões com mulher de Moraes não teve contrapartida

Fotos: Brenno Carvalho/O Globo e Ana Paula Paiva/Valor

Por Lauro Jardim – O Globo

Na proposta de delação premiada de Daniel Vorcaro rejeitada pela PF na semana passada constava, sim, o nome de Alexandre de Moraes num dos anexos.

Vorcaro admite que o contrato de R$ 129 milhões com Viviane, mulher de Moraes, tinha como objetivo se aproximar do ministro. Mas, garante, nenhuma contrapartida foi dada. Nenhum ato de ofício existe que comprometa Moraes. Pode ser.

O que compromete, no entanto, é um contrato assumidamente feito com o objetivo de criar boa relação com uma autoridade. E, pior, com um valor exorbitante e injustificável.

Lauro Jardim – O Globo

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SÉRIE D: ABC enfrenta o Altos-PI e o América encara o Fluminense-PI na 2ª fase da competição

Foto: Alex Régis

ABC e América encerraram suas participações na fase de grupos da Série D na tarde deste domingo (14) e também conheceram os adversários da segunda fase da competição.

O Mais Querido venceu o Maguary-PE na Arena das Dunas por 1 a 0, gol marcado por Edson. Com o resultado, o alvinegro terminou a primeira fase da Série D 2026 na liderança do grupo A8 e vai enfrentar o Altos-PI no primeiro mata-mata rumo à Série C 2027.

O América também vai encarar um adversário piauiense na próxima fase, o Fluminense. O Alvirrubro venceu o Sousa-PB por 2 a 0, na tarde deste domingo (14), com gols de Charles, em cobrança de pênalti, e Matheus Régis, encerrando a fase de grupos na segunda colocação do grupo A8.

As equipes potiguares jogam primeiro fora de casa e depois recebem em Natal seus adversários do Piauí para decidirem quem avança à terceira fase da competição. As datas e horários dos confrontos ainda serão definidos pela CBF.

O Laguna, outro clube potiguar na Série D 2026, terminou a primeira fase com apenas 2 pontos em 10 jogos e está eliminado do campeonato.

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5ª noite do São João de Natal reúne Matheus e Kauan, Xand Avião e Léo Foguete

5ª noite do São João de Natal reúne Matheus e Kauan, Xand Avião e Léo Foguete

O São João de Natal encerra neste domingo (14) o segundo fim de semana de programação na Arena das Dunas. A noite terá apresentações de Daniel Donato, Matheus e Kauan, Xand Avião e Léo Foguete.

A abertura da programação ficará por conta de Daniel Donato, levando ao palco um repertório voltado ao forró. Em seguida, a dupla Matheus e Kauan sobe ao palco com sucessos do sertanejo. Xand Avião será a terceira atração da noite, antecedendo o show de Léo Foguete, responsável por encerrar a programação deste domingo.

A estrutura do evento conta com praça de alimentação, Espaço PcD, monitoramento por câmeras e atuação integrada das forças de segurança.

O São João de Natal 2026 é apresentado por Esportes da Sorte e Brahma, com patrocínio de Cachaça Matuta e Ballantine’s.

PROGRAMAÇÃO SÃO JOÃO DE NATAL

19 de junho

* Israel Fernandes
* Raynel Guedes
* Bruno e Marrone
* Nattan

20 de junho

* Grafith
* Seu Desejo
* Jotavê
* Kadu Martins

21 de junho

* Messias Paraguai
* Simone Mendes
* Leonardo
* Giullian Monte

Polo Nélio Dias

26 de junho

* Roberto do Acordeon
* Michele Andrade
* Matheus Fernandes
* Cláudio Ney e Juliana

27 de junho

* Nathan Vinícius
* Alinne Reis
* Samira Show
* Raça Negra

28 de junho

* Chico Forrozeiro
* Zé Cantor
* Filho do Piseiro
* Toca do Vale

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Geral

Patrocínios de empresas estatais crescem 52,5%, e total de contratos chega a R$ 1,6 bilhão sob gestão Lula

O presidente da Caixa, Carlos Vieira, o então ministro André Fufuca, Lula e representantes do esporte paralímpico durante anúncio de patrocínio em São Paulo – Foto: Ricardo Stuckert/Divulgaçao Presidência

Sob influência do governo Lula (PT), as principais empresas estatais federais firmaram R$ 1,6 bilhão em novos contratos de patrocínio em 2025, um aumento de R$ 539,6 milhões (52,5%) em relação a 2024, já considerando a inflação.

A Caixa Econômica Federal liderou os investimentos, com R$ 652,1 milhões em contratos. Em seguida aparecem a Petrobras (R$ 527,7 milhões), o Banco do Brasil (R$ 289,2 milhões) e o BNDES (R$ 99,3 milhões). O maior crescimento proporcional foi do BNDES, que multiplicou por 15 o valor dos patrocínios em comparação com 2024.

Grande parte dos recursos foi destinada ao esporte.

Entre os principais contratos estão:

• R$ 160 milhões da Caixa para o Comitê Paralímpico Brasileiro;
• R$ 90 milhões para a Confederação Brasileira de Atletismo;
• R$ 80 milhões para a Confederação Brasileira de Ginástica;
• R$ 60 milhões do BNDES para a Confederação Brasileira de Judô.

As empresas afirmam que os contratos seguem critérios técnicos e estratégicos. Também destacam que muitos acordos são plurianuais, ou seja, os valores são registrados no momento da assinatura, mas os pagamentos são feitos ao longo de vários anos.

O governo federal informou que as decisões sobre patrocínios são de responsabilidade das próprias estatais, enquanto a Secom atua apenas na análise institucional e normativa dos contratos.

Com informações de Folhapress

Opinião dos leitores

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Justiça decreta prisão preventiva para os três homens envolvidos em morte de jovem durante salto de rope jump em SP

Foto: reprodução

A Justiça de São Paulo decretou a prisão preventiva de três homens envolvidos na morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, durante um salto de rope jump em Limeira (SP). A decisão foi tomada em audiência de custódia realizada neste domingo (14).

A jovem morreu após ser lançada de uma ponte de aproximadamente 40 metros sem estar presa à corda de segurança. Imagens registraram o momento do salto e a reação das pessoas ao perceberem a falha.

Segundo a Polícia Civil, os responsáveis pelo salto deixaram de realizar as verificações de segurança necessárias e assumiram o risco de provocar a morte da vítima. Por isso, foram autuados por homicídio com dolo eventual.

Maria Eduarda sofreu múltiplos traumas e morreu no local, apesar das tentativas de reanimação feitas por testemunhas e equipes de resgate.

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Álvaro Dias e Babá recebem apoios do Prefeito, vice e nove vereadores de Georgino Avelino

A passagem do pré-candidato ao Governo do Estado, Álvaro Dias, e seu vice Babá Pereira por Senador Georgino Avelino neste sábado (13) foi marcada não apenas pela participação nas festividades de Santo Antônio, padroeiro do município, mas também por uma importante demonstração de força política na região Agreste.

Ao lado do prefeito Antônio Freire e do vice-prefeito Jorge Motta, Álvaro e Babá receberam o apoio público da gestão municipal e da bancada de vereadores que compõe a base política local.

Participaram do ato os vereadores Odélio Inácio, Juscelino Régis, João Eduardo, Roseli Costa (Lika), presidente da Câmara Municipal, Diego do Peixe, Yago Santana, Valdemar Cirilo, Severina Bezerra e José Cosme, consolidando uma das mais expressivas manifestações de apoio político já registradas no município nesta pré-campanha.

Para aliados de Álvaro, a adesão do prefeito, do vice-prefeito e dos nove vereadores reforça o crescimento de sua pré-candidatura no interior do estado e amplia sua capilaridade política na região Agreste, onde o ex-prefeito de Natal vem intensificando agendas e articulações.

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Globo tem menor audiência de sua história em jogo da Seleção Brasileira na Copa, enquanto CazéTV bate recorde no YouTube

Imagem: divulgação

A estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026 registrou cenários opostos na televisão e no streaming. Enquanto a Globo teve a menor audiência de sua história em transmissões de jogos do Brasil em Copas do Mundo, com média prévia de 30,74 pontos na Grande São Paulo, a CazéTV bateu o recorde mundial de audiência simultânea no YouTube, alcançando pico de 12,3 milhões de espectadores.

O empate em 1 a 1 entre Brasil e Marrocos, disputado no sábado (13), marcou a pior audiência da Globo em partidas da Seleção em Mundiais desde o início das medições. O índice ficou abaixo do recorde negativo anterior, registrado na disputa de terceiro lugar da Copa de 2014, quando o Brasil perdeu para a Holanda e marcou 31,5 pontos.

Apesar disso, a emissora liderou com folga a audiência da TV aberta, concentrando cerca de 49% dos televisores ligados durante a partida. O SBT, que também transmitiu o confronto, registrou média prévia de 8,07 pontos e pico de 10,64 pontos, seu melhor desempenho na competição até agora.

CazéTV quebra recorde

Já no ambiente digital, a CazéTV alcançou um marco histórico. A transmissão da partida registrou pico de 12,3 milhões de espectadores simultâneos no segundo tempo, tornando-se a live mais assistida da história do YouTube. O canal passou a ocupar seis posições entre as dez maiores transmissões ao vivo já registradas na plataforma.

A audiência cresceu rapidamente ao longo da cobertura. Uma hora antes da partida, a transmissão reunia cerca de 947 mil espectadores. No início do jogo, o número saltou para 9,48 milhões e ultrapassou 12 milhões antes do intervalo, atingindo o recorde próximo ao apito final.

Além da Globo, o jogo também foi transmitido pelo SBT, SporTV, NSports e GeTV. O próximo compromisso da Seleção Brasileira será contra o Haiti, na próxima sexta-feira (19), às 21h30, na Filadélfia, nos Estados Unidos.

Opinião dos leitores

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VÍDEO: Veja como ficou local atingido por queda de helicópteros no RJ


Imagens divulgadas pelo Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro mostram os estragos causados pela queda dos helicópteros e pela explosão de uma das aeronaves no pátio de veículos.

Dois helicópteros colidiram e caíram na manhã deste domingo (14/6) no Recreio dos Bandeirantes, zona sudoeste do Rio de Janeiro. Seis pessoas morreram no acidente, que provocou incêndio e destruição em um pátio de veículos de uma concessionária da BYD, local da queda das aeronaves.

De acordo com os bombeiros, cinco vítimas estavam a bordo do helicóptero que explodiu. A sexta vítima era o piloto da outra aeronave envolvida no acidente. As identidades dos mortos ainda não foram divulgadas e a Polícia Civil revelou que, em uma primeira análise, os seis mortos eram homens.

A Força Aérea Brasileira (FAB) informou que investigadores do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) foram acionados para realizar a apuração inicial do caso.

Segundo a FAB, os trabalhos nesta fase incluem a coleta de dados, a preservação de vestígios e a verificação preliminar dos danos causados às aeronaves. O objetivo é reunir elementos que auxiliem na investigação sobre as circunstâncias da colisão.

Ainda conforme a FAB, os helicópteros envolvidos no acidente possuem as matrículas PP-MAC e PR-DJJ. As duas aeronaves estão com situação regular.

Metrópoles

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Carla Dickson amplia apoios em Coronel Ezequiel e fortalece projeto de reeleição no Trairi

A deputada federal Carla Dickson (PL-RN) recebeu neste sábado (13) importantes manifestações de apoio político no município de Coronel Ezequiel, fortalecendo ainda mais seu projeto de reeleição para a Câmara Federal.

Declararam apoio à parlamentar a primeira-dama Ana Jaciane, o vice-prefeito Rolinha e os vereadores Tereza Raquel e Irmão Benedito, em um gesto que reforça a confiança das lideranças locais no trabalho desenvolvido por Carla em favor dos municípios do Rio Grande do Norte.

Durante o encontro, a deputada agradeceu o apoio recebido e destacou a importância da união de forças em prol do desenvolvimento da região do Trairi. Carla também reafirmou seu compromisso de continuar trabalhando para levar investimentos, ações e melhorias para Coronel Ezequiel e para todo o estado.

“Recebo esse apoio com muita gratidão e responsabilidade. Nosso mandato tem sido construído ouvindo as pessoas, dialogando com as lideranças e buscando soluções para as necessidades da população. Seguiremos firmes, trabalhando por Coronel Ezequiel e por todo o Rio Grande do Norte”, afirmou.

A adesão da primeira-dama Ana Jaciane, do vice-prefeito Rolinha e dos vereadores Tereza Raquel e Irmão Benedito representa mais um importante reforço político à pré-candidatura de Carla Dickson, que vem ampliando sua base de apoio em diversas regiões do estado por meio de uma atuação marcada pela presença constante nos municípios e pela destinação de recursos e investimentos para as cidades potiguares.

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