Diversos

Dilma pretende unir esforços com outros estados para coibir o vandalismo nos protestos

TUK1510-EditA presidente Dilma Rousseff voltou a criticar a violência nas manifestações de rua e considerou “muito significativa” a reunião realizada ontem em Brasília, na qual foi decidida a criação de um grupo de inteligência formado pelo Polícia Federal e pelas secretarias de segurança do Rio e de São Paulo, para combater o vandalismo durante os protestos. Em entrevista concedida na manhã desta sexta-feira a duas rádios de Salvador, Dilma adiantou que pretende incluir todos os estados na ação anunciada após o encontro de ontem, que reuniu o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, e os secretários de segurança do Rio, José Mariano Beltrame, e de São Paulo, Fernando Grella.

— Nós devemos punir integralmente o uso da violência, e mais do que isso, o fato de que o uso dela se dá tampando a face das pessoas. Destrói o patrimônio público e privado, provoca ferimentos, machuca e mostra, não a civilização e a liberdade da democracia, mas a barbárie. Por isso, elas têm que ser coibidas. E têm que ser coibidas por todos os poderes — afirmou, completando: — Assim sendo, achei muito significativo o que nós fizemos ontem em Brasília. Nós fizemos ontem uma primeira reunião e pretendemos fazer isso em todos os estados. Essa reunião foi basicamente para definir ações coordenadas entre as polícias, definir métodos e formas de atuação.

A presidente voltou a enfatizar que manifestações pacíficas “são fundamentais”, mas que o uso de violência nos protestos será punido integralmente. E citou que, em vários lugares do mundo, o método para combater o vandalismo é “isolar os manifestantes, segregá-los e deixar claro quem são, prendê-los, obviamente, e processá-los”.

Durante a entrevista em Salvador, onde esteve para inaugurar a Via Expressão Baía de Todos os Santos, Dilma repetiu a palavra “fascista”, usada por um dos entrevistadores para qualificar o vandalismo registrado nas manifestações.

A aliança que sustenta o governo vai além do PMDB

Ao falar sobre política, após ser questionada sobre problemas na aliança entre PMDB e PT, Dilma destacou a importância da parceria, mas deixou claro que a sustentação política do governo não depende apenas do PMDB, numa espécie de recado aos dirigentes do partido do vice-presidente Michel Temer.

— A aliança (PT e PMDB) é muito importante para o governo federal. No entanto, não só só esses dois partidos que participam da aliança. Nós temos uma grande aliança partidária que sustenta o meu governo, seja do ponto de vista da governabilidade do parlamento, seja do ponto de vista também dando respaldo à gestão. Então, é uma aliança formada por um bloco de partidos. Agora, a política nacional do meu governo se sobrepõe a qualquer aliança regional. O que vale é a política nacional e a política de alianças nacional. Se houver problemas que podem interferir na aliança nacional, vão ser tratados como uma questão nacional, mas aí você tem que me dar o fato concreto. O fato concreto é que o que é regional tem que ser resolvido regionalmente.

O problema do Jaques Wagner é a alma baiana dele

Ao falar sobre a importância da Bahia, para justificar as idas frequentes ao estado, Dilma lembrou que, além de ser a quarta unidade da federação em população e em área do país, é governado pelo pestista Jaques Wagner, a quem Dilma chamou de “amigo”. Foi a deixa para um dos entrevistadores perguntar se, de fato, ela vai levá-lo para trabalhar em Brasília.

— Entre a minha vontade de querer levar ele para Brasília e ele ir para Brasília vai uma grande distância. Agora, sempre que eu puder tê-lo perto de mim, porque eu tenho grande admiração pelo governador e tenho uma amizade profunda, eu gostaria que ele fosse me ajudar sempre que possível lá em Brasília. Mas eu entendo as responsabilidades dele para com o povo baiano. O Jaques talvez seja o mais baiano de todos os baianos. E isso porque ele nasceu no Rio de Janeiro. Mas as eu acho que ele nasceu baiano, ele nasceu errado. Eu acho que ele nasceu aqui e levaram ele para lá (aos risos). O problema do Jacques é que a alma dele é baiana, né… Mas, voltando ao que a gente estava conversando…

O Globo

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Geral

[VÍDEO] PROFECIA ELEITORAL: Bolsonaro previu eleição de 140 parlamentares do PL com um ano de antecedência


Vídeo: Reprodução/Poder360

Com mais de um ano de antecedência, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) acertou com precisão o número total de congressistas que o Partido Liberal (PL) elegeria no primeiro turno das eleições de 2026.

Em entrevista concedida ao portal Poder360 em 15 de julho de 2025, em Brasília, Bolsonaro projetou que a legenda conquistaria cerca de 120 cadeiras na Câmara dos Deputados e pelo menos 20 vagas no Senado Federal.

À época, o ex-presidente também comentou sobre os parlamentares que se elegeram com seu apoio e acabaram o traindo. “A população está se conscientizando. Nós começamos lá atrás com o PSL, elegemos 50 deputados, mas teve uns 20 que traiu a gente. Depois elegemos 99 e tivemos uns 15 que traiu. Já melhorou. Eu tenho certeza, eu vou fazer uns 120 deputados federais na próxima eleição [2026]. O PL faz também pelo menos 20 senadores pelo Brasil”, estimou Jair Bolsonaro.

Com informações do Poder360

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MINISTÉRIO À VISTA?: Caiado é cotado para comandar a Agricultura ou Segurança em governo de Flávio Bolsonaro


Arte: Metrópoles

Nos bastidores da política nacional, empresários e interlocutores apontam o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado como um dos nomes cotados para assumir um ministério em uma eventual gestão do senador Flávio Bolsonaro (PL) na Presidência da República.

Caiado disputou o Palácio do Planalto no primeiro pleito presidencial, encerrando a disputa na quinta colocação com 2.605.148 votos, o que representou 2,18% dos votos válidos.

De acordo com apuração de bastidores, o ex-presidenciável recebeu duas propostas para integrar uma futura administração federal: uma voltada para a pasta da
Segurança Pública e outra para o Ministério da Agricultura.

Fontes do empresariado indicam que Caiado demonstrou maior afinidade e familiaridade com o setor agrícola. O ex-governador também é visto nos bastidores como o “padrinho político” do deputado federal Pedro Lupion (Republicanos-PR), que comanda a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA).

Apesar das especulações e das conversas em curso, aliados e conselheiros recomendaram que Caiado evite qualquer resposta definitiva no momento. A orientação visa afastar qualquer interpretação de que o apoio a Flávio Bolsonaro estaria condicionado à ocupação futura de cargos na Esplanada dos Ministérios.

Com informações do Metrópoles

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Geral

FUNDO ELEITORAL: Allyson gastou quase 3x mais que Cadu de Lula no 1º turno, mas teve menos de 1% de vantagem sobre o petista


Foto: José Aldenir

A disputa pelo Governo do Rio Grande do Norte no segundo turno entre Allyson Bezerra (União Brasil) e Cadu de Lula (PT) revela um contraste expressivo no uso de recursos públicos. Dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), obtidos por meio da plataforma DivulgaCandContas, mostram que Allyson gastou proporcionalmente quase três vezes mais recursos do Fundo Eleitoral por voto do que seu adversário na primeira etapa do pleito.

Enquanto a campanha de Allyson Bezerra contou com R$ 4.055.595,00 em verbas do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) de um total de R$ 4,7 milhões em receitas declaradas, a chapa de Cadu de Lula movimentou R$ 1.376.262,00 do fundo público, dentro de um total de R$ 1,742 milhão arrecadados.

O Raio-X do Custo por Voto

Allyson Bezerra (União Brasil)

Votos no 1º turno: 733.809 (36,94% dos válidos)

Recursos do FEFC: R$ 4.055.595,00

Custo por voto: R$ 5,53

Cadu de Lula (PT)

Votos no 1º turno: 718.300 (36,16% dos válidos)

Recursos do FEFC: R$ 1.376.262,00

Custo por voto: R$ 1,92

A divisão demonstra que a relação entre Fundo Eleitoral e votos de Allyson foi 2,88 vezes maior do que a registrada pela candidatura petista. Em termos práticos, para cada voto conquistado por Cadu Xavier, houve um aporte de aproximadamente R$ 1,92 em recursos públicos, ao passo que a campanha de Allyson registrou um custo unitário de R$ 5,53 por eleitor.

Distância nos Recursos, Empate Técnico nas Urnas

O dado econômico chama atenção sobretudo pela proximidade do resultado eleitoral. Apesar da diferença de cerca de R$ 2,67 milhões no volume de recursos públicos recebidos entre os dois candidatos, Allyson e Cadu encerraram o primeiro turno separados por uma margem estreita de apenas 15.509 votos.

Com o pleito polarizado, Allyson Bezerra e Cadu de Lula voltam a se enfrentar nas urnas no próximo dia 25 de outubro, quando os eleitores do Rio Grande do Norte definirão o novo chefe do Executivo estadual.

Com informações do Blog do Barreto

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Geral

Partido Novo decide pela neutralidade em 2° turno no RN e foca atuação em projeto nacional de Flávio Bolsonaro


Renato Cunha Lima, presidente do Novo no RN explicou os motivos que levaram a legenda a adotar neutralidade na disputa local de 2° turno. Foto: Reprodução/Yotube 98FM

O diretório estadual do partido Novo definiu sua postura para o cenário eleitoral e anunciou neutralidade na disputa pelo segundo turno entre Allyson Bezerra (União) e Cadu de Lula (PT) no Rio Grande do Norte. Em nota publicada nas redes sociais nessa terça-feira (6), o presidente estadual da sigla afirmou que o foco da legenda é colaborar com a ampliação de votos de Flávio Bolsonaro no Estado durante o 2° turno.

De acordo com o presidente estadual da legenda, Renato Cunha Lima, a decisão foi adotada por um princípio de coerência política. No primeiro turno, a sigla integrou a base de apoio à candidatura de Álvaro Dias (PL) e fez críticas públicas a ambos os projetos que agora disputam o executivo estadual.

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Eleições 2026

TSE nega fraude e esclarece pausa de 50 minutos na divulgação dos votos

Reprodução

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) explicou nesta terça-feira (6) a interrupção de cerca de 50 minutos na divulgação do resultado nacional do primeiro turno e negou qualquer impacto na votação.

Segundo a Corte, houve uma contenção no processamento de dados após um aumento no fluxo de informações. A atualização parou às 19h14, quando 64,81% dos dados haviam sido divulgados, e foi retomada às 20h04.

O TSE afirmou que a falha ficou restrita à visualização nacional na internet. Os boletins de urna continuaram sendo transmitidos e os dados por Estado seguiram normalmente.

Após vídeos nas redes sociais associarem a pausa a uma suposta fraude, o tribunal classificou a alegação como falsa e informou que abriu uma apuração técnica para evitar que o problema se repita no segundo turno.

Com informações da CNN Brasil

Opinião dos leitores

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Política

Flávio sinaliza oposição à reeleição de Alcolumbre e Motta na Presidência da Câmara e Senado

Senador Davi Alcolumbre, presidente do Senado, e o deputado Hugo Motta, presidente da Câmara dos Deputados — Foto: Ton Molina/FotoArena/Estadão Conteúdo

O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) sinalizou nesta terça-feira (6), durante evento em Goiânia (GO), que um eventual governo seu não deverá apoiar a permanência dos atuais presidentes da Câmara e do Senado, Hugo Motta (Republicanos-PB) e Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).

Ao comentar a nova composição do Congresso, que ampliou a presença da direita, Flávio destacou a possibilidade de construir maioria nas duas Casas para definir seus respectivos comandos.

“O Brasil já me deu um Congresso muito mais à direita do que ele já é hoje, com maioria no Senado para fazer o presidente do Senado, com maioria na Câmara para fazer o presidente da Câmara, para a gente mudar a Constituição”, afirmou.

A eleição dos comandos das duas Casas ocorre em fevereiro de 2027 e será estratégica para a relação de um eventual governo Flávio com o Congresso.

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Geral

URGENTE: Rogério Marinho passa mal após agenda com Flávio e é hospitalizado

Reprodução

O senador Rogério Marinho (PL-RN) passou mal nesta terça-feira (6) e foi hospitalizado enquanto retornava a Brasília após um compromisso de campanha em Goiânia (GO), onde estava o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL).

O mal-estar ocorreu durante o retorno à capital federal. De acordo com informações de pessoas próximas ao senador, ele foi ao hospital fazer exames por precaução.

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Judiciário

TÁ NAS MÃOS DE MORAES: PGR não vê impedimento para Flávio voltar a visitar Bolsonaro

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A Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestou nesta terça-feira (6) a favor de Flávio Bolsonaro (PL) voltar a visitar o pai, Jair Bolsonaro, antes do fim da suspensão de 90 dias imposta pelo ministro Alexandre de Moraes. Paulo Gonet apontou que não há fatos novos que justifiquem prolongar a restrição.

As visitas foram suspensas em 13 de julho, após Flávio divulgar uma carta do ex-presidente sobre a disputa presidencial. Na ocasião, Moraes considerou que houve descumprimento da proibição de Bolsonaro usar redes sociais, inclusive por meio de terceiros.

A defesa pede a antecipação da retomada do regime normal de visitas. Caso o pedido seja negado, solicita que Flávio possa fazer ao menos uma visita antes do término da suspensão, previsto para 11 de outubro, segundo os advogados.

O pedido foi apresentado após Flávio avançar ao segundo turno contra Lula (PT). O parecer da PGR ainda depende de análise de Moraes, responsável pela decisão final.

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Política

[VÍDEO] Lula concentra 72,6% dos votos nas cadeias


Um levantamento sobre a votação nas seções eleitorais instaladas em presídios trouxe um dado que chama atenção no primeiro turno: Lula concentrou 72,6% dos votos, enquanto Flávio Bolsonaro teve 23,3%.

Foram analisadas 243 seções eleitorais em unidades prisionais, que somaram 11.679 votos. Lula venceu em 214 delas, contra 25 vitórias de Flávio. Em outras quatro houve empate.

O resultado levanta um questionamento sobre o perfil do eleitorado que vota dentro do sistema prisional. Mas as seções não são compostas exclusivamente por presos: cerca de um em cada sete eleitores é funcionário do sistema penitenciário.

A legislação permite o voto de presos provisórios, que ainda não possuem condenação definitiva. Já pessoas condenadas com sentença transitada em julgado têm os direitos políticos suspensos enquanto durar a situação prevista pela Constituição.

Com informações do Brasil Paralelo

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Política

R$ 3,9 MILHÕES E MENOS DE 8 MIL VOTOS: Candidatas do União bancaram material com Cinthia de Allyson, denuncia o Blog do Dina

Reprodução

Dani Ribeiro e Nagila Diniz, candidatas a deputada federal pelo União Brasil, receberam juntas cerca de R$ 3,9 milhões do Fundo Eleitoral e somaram apenas 7.865 votos. De acordo com levantamento do Blog do Dina, as duas também contrataram material de campanha com o nome de Cinthia de Allyson, eleita deputada estadual e companheira do candidato ao Governo do Estado.

Dani recebeu R$ 2.513.160 do fundo eleitoral e teve 5.735 votos. Nagila recebeu R$ 1.433.985 e conseguiu 2.130. Considerando a receita total declarada, a proporção chegou a R$ 440 por voto para Dani e R$ 673 para Nagila, as maiores da disputa federal no RN, conforme o Blog do Dina.

Nas contas de Dani, nove lançamentos somam R$ 157.365 em materiais descritos como “DANI RIBEIRO + CINTHIA”. Nagila declarou outros R$ 18.675 em peças com os dois nomes. As campanhas também compartilham fornecedores com Allyson e Cinthia.

A reportagem ressalta que material conjunto pode ser registrado apenas nas contas de quem pagou. O Blog do Dina ressalta que as duas não eram “candidatas laranjas”, uma vez que fizeram campanha, mas serviram de “escora” para Cinthia de Allyson.

Nessa modalidade, prossegue a reportagem, a candidata recebe a fatia do fundo eleitoral que a lei reserva às mulheres, monta a estrutura e a estrutura sustenta o grupo.

A operação, segundo o blog, é completada pelos fornecedores da campanha, entre os quais está a 2HC, que pertence a Hélito Honorato, marqueteiro de Allyson. A agência aparece com contratos de R$ 1,5 milhão com Allyson, R$ 350 mil com Dani, R$ 200 mil com Nagila e R$ 150 mil com Cinthia, todos lançados em 16 de agosto. As quatro campanhas também compartilham advogados, gráfica, contadores e fornecedor de combustível.

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