Economia

EFEITO PANDEMIA: PIB do Brasil despenca 4,1% em 2020, informa IBGE

Setor de serviços foi o mais impactado em 2020 pelas medidas restritivas. — Foto: Marcelo Brandt/G1

O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil tombou 4,1% em 2020, segundo divulgou nesta quarta-feira (3) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Foi a maior contração desde o início da série histórica atual do IBGE, iniciada em 1996, superando a queda de 3,5% registrada em 2015.

“É o maior recuo anual da série iniciada em 1996. Essa queda interrompeu o crescimento de três anos seguidos, de 2017 a 2019, quando o PIB acumulou alta de 4,6%”, informou o IBGE.

Em valores correntes, o Produto Interno Bruto Brasileiro (PIB) chegou a R$ 7,4 trilhões. Já o PIB per capita (por habitante) em 2020 foi de R$ 35.172, com queda de 4,8% – a maior já registrada em 25 anos.

Entre os principais setores houve alta somente na Agropecuária (2%), enquanto que a Indústria (-3,5%) e os Serviços (-4,5%) registraram queda.

O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia.

Veja os principais destaques do PIB em 2020:

Serviços: -4,5%

Indústria: -3,5%

Agropecuária: 2%

Consumo das famílias: -5.5%

Consumo do governo: -4,7%

Investimentos: -0,8%

Exportação: -1,8%

Importação: -10,0%

“O resultado é efeito da pandemia de Covid-19, quando diversas atividades econômicas foram parcial ou totalmente paralisadas para controle da disseminação do vírus. Mesmo quando começou a flexibilização do distanciamento social, muitas pessoas permaneceram receosas de consumir, principalmente os serviços que podem provocar aglomeração”, avaliou a coordenadora de Contas Nacionais, Rebeca Palis.

Perspectivas e incertezas

O encolhimento do PIB em 2020 interrompeu uma sequência de 3 anos de crescimento tímido da economia e ocorreu antes do país ter conseguido se recuperar das perdas da recessão anterior, dos anos 2015-2016.

Economistas têm alertado para a perda do ritmo da atividade econômica com o fim dos programas de auxílio sem substitutos definidos e o aumento das incertezas em meio à situação ainda grave da pandemia, uma inflação “mais salgada”, desemprego elevado e persistentes preocupações com a trajetória do endividamento público – o chamado risco fiscal.

Analistas ouvidos pelo G1 avaliam que uma retomada em 2021 continua dependendo da vacinação em massa da população e do controle da pandemia, que já que já deixou mais de 257 mil mortos no Brasil e atingiu nos últimos dias o seu pior momento no país.

A média das projeções do mercado para o crescimento da economia brasileira em 2021 está atualmente em 3,29%, segundo a última pesquisa Focus do Banco Central. Os economistas já trabalham, porém, com a expectativa de retração no 1º trimestre e parte do mercado não descarta o risco de uma queda do PIB também no 2º trimestre, o que configuraria uma nova recessão técnica.

G1

Opinião dos leitores

  1. Os ESQUERDOPATAS se fazem de loucos, só eles não enxergam que em todos os países afetados pela Covid o PIB caiu. O Brasil não foi diferente, mas ao contrário de muitos países e das previsões feitas, nosso PIB caiu muito menos do que se imaginava.
    Além do que, a maior parte da queda do PIB se deve ao FIQUE EM CASA pregado por muitos governadores. A quebradeira não foi pior graças ao Presidente que teve coragem de lembrar da importância da economia para a vida de todos.

    1. Cesar você chegou na frente dos meu comentários o PIB ??despencou na época do lockdown, depois ficou só positivo em fevereiro teve superávit de mais de um bilhão.
      Podem espernear esquerdopatas, mas o país vai crescer, até mesmo com vocês e as midiaslixo jogando contra.

  2. E a China que criou e disseminou o vírus, rindo à toa com sua economia a todo vapor, sem mortes, sem restrições nenhuma para sua população de apenas 1,4 bilhão de habitantes!!!

  3. Agradeçam ao governo do Minto bolsonaro.
    Métiro exclusivamente dele.
    PIB 2019 inferior ao de 2018 e o de 2020 com a maior queda da série histórica.
    O buraco ainda é mais um pouco mais em baixo.
    É o xique xique entrando e os bolsonaristas pobres pedindo mais.

  4. Oi, tem gente festejando a queda do PIB brasileiro, é isso mesmo que li? ….hahaha sem noção grandão…hahahaha

  5. O REINO UNIDO CAIU 9,9%. DA-LHE BOZO E PAULINHO!!! CHORA MAIS JUMENTADA!!! A EQUIPE ECONÔMICA DO BRASIL É INCRÍVEL ??????????

  6. Ô VÉI ARROCHADO ESSE PRESIDENTE! O CARA TEM OZÓVO ROXO! PAULO GUÉDE NEM SE FALA.. OUTRO VÉI ARROCHADO DOZÓVO ROXO

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1ª Turma do STF rejeita recurso e mantém condenação de Eduardo Bolsonaro em caso de coação

Foto: TV Câmara/Youtube

A Primeira Turma do STF formou maioria para manter a condenação de Eduardo Bolsonaro a 4 anos e 2 meses de prisão por coação no curso do processo relacionado à tentativa de golpe de Estado. A pena inclui também 50 dias-multa, com cada dia equivalente a dois salários mínimos, e deverá ser cumprida inicialmente em regime semiaberto.

Além do relator, Alexandre de Moraes, votaram pela rejeição do recurso da Defensoria Pública da União (DPU) os ministros Flávio Dino, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia. Luiz Fux ainda não havia votado até a noite de sexta-feira (18).

De acordo o ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, Eduardo atuou nos Estados Unidos, inclusive junto ao presidente Donald Trump, para pressionar por sanções contra ministros do STF e contra o Brasil, com o objetivo de beneficiar o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Moraes afirmou ainda que as articulações ultrapassaram os limites da atuação política e representaram uma ameaça às instituições brasileiras. “Não é função de deputado federal brasileiro fazer lobby no exterior contra o próprio país. Isso não consta, desde a Constituição do Império até a atual, como função de deputado federal”, disse Moraes.

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STTU Natal: 120 vagas e salários iniciais de R$ 8 mil

O concurso da STTU Natal está avançando e prevê 120 vagas para Agente de Mobilidade Urbana, cargo de nível superior em qualquer área, com salário inicial de R$ 8 mil.

Enquanto o edital não é publicado, o IAP Cursos já inicia a preparação. No dia 22 de setembro, começa uma nova turma presencial voltada para o concurso, com aulas teóricas e uma preparação estruturada para quem deseja começar os estudos com antecedência e sair na frente.

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As inscrições já estão abertas. Saiba mais em iapcursos.com ou no WhatsApp (84) 98128-0434

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EDITORIAL FOLHA DE S. PAULO: Medida de Lula une pânico eleitoral e populismo gastador


Evaristo Sá/AFP

A 17 dias do primeiro turno da corrida presidencial, o governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reajusta o Bolsa Família em 15% — a primeira correção do benefício em três anos e meio. A medida custará R$ 22,7 bilhões em 2027, que não constam do projeto de Orçamento enviado pelo Executivo ao Congresso há menos de três semanas.

Os dados não deixam dúvida quanto ao propósito descaradamente eleitoreiro da medida, que une o pânico de Lula diante de uma disputa cada vez mais acirrada à sua convicção populista de que todo problema se resolve com mais gasto público — poucos dias atrás, ele qualificou de “babaquice” o controle orçamentário.

Para emprestar legalidade à benesse, o governo argumenta que se trata de mera reposição do INPC. A manutenção do poder de compra do benefício é sem dúvida correta e desejável; o problema está em postergá-la até às vésperas de uma votação, sem previsibilidade nem planejamento.

As regras existem para impedir que os ocupantes de cargos executivos usem a máquina pública para desequilibrar a eleição. Em 2024, o Supremo Tribunal Federal (STF) declarou inconstitucionais trechos da emenda constitucional que, no pleito anterior, permitiu a Jair Bolsonaro (PL) reajustar o mesmo Bolsa Família, à época chamado de Auxílio Brasil.

O precedente pode não se aplicar automaticamente a um reajuste, mas serve de todo modo para expor a anormalidade do que se faz agora. O casuísmo é provado pela falta de previsão nos Orçamentos deste ano e do próximo. Se a medida constituísse etapa normal e previsível de uma política pública, o dinheiro estaria reservado desde antes.

Agrava-se, com isso, a já calamitosa situação das contas. A peça orçamentária de 2027 —de responsabilidade de um presidente que considera equilíbrio fiscal “babaquice”— projeta oficialmente um superávit de R$ 18,6 bilhões, sem contar juros. Já a Instituição Fiscal Independente (IFI, ligada ao Senado), partindo de cenários mais realistas, calcula déficit de R$ 86 bilhões.

Sobre esse balanço depauperado recairá uma conta adicional vultosa, sem compensação clara. O país deve completar 14 anos de desequilíbrio fiscal iniciado sob Dilma Rousseff (PT) e de novo agravado sob Lula 3.

A dívida pública chegou a históricos 82,5% do PIB; os juros se mantêm entre os maiores do mundo há décadas, o que ajuda a explicar o pífio desempenho econômico do Brasil no período.

O populismo tem preço crescente. Famílias e empresas amargam endividamento recorde, e a atividade perde fôlego. Há risco concreto de uma recessão.

Não se discute a importância do Bolsa Família em um país tão desigual. Justamente por isso, seus beneficiários não podem ser tratados à base de clientelismo oportunista. O quanto governantes podem manipular a assistência aos pobres conforme o calendário eleitoral é uma questão a ser respondida pela Justiça.

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DATAFOLHA: Desconfiança no STF dispara, vai a 48% e atinge recorde


Divulgação/STF

A desconfiança em relação ao Supremo Tribunal Federal (STF) atingiu o maior patamar desde o início da série histórica, em 2012, alcançando 48% dos entrevistados que afirmam não confiar na corte, é o que mostra a última pesquisa do Datafolha. No levantamento anterior, realizado em março, a desconfiança diante do Supremo era de 43%.

O índice inédito marca a primeira vez em que o descrédito no Supremo supera numericamente o observado em outras três instituições que historicamente acumulavam maiores rejeições, patamares que já superaram 65%: a Presidência, o Congresso e os partidos políticos. Na pesquisa atual, os percentuais de desconfiança são de 42% para a Presidência, 45% para o Congresso e 45% para os partidos.

Impacto de crise interna e divisões

O aumento da desconfiança ocorre em meio a uma semana marcada por embates públicos no plenário do STF. Os ministros discutiram se Alexandre de Moraes deveria ser investigado devido a conversas suspeitas com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, apontadas em relatório apresentado por André Mendonça.

No recorte de confiança, 14% dos entrevistados dizem confiar muito no Supremo, enquanto 35% afirmam confiar um pouco. Na pesquisa anterior, esses índices registravam 16% e 38%, respectivamente.

A pesquisa do Datafolha ouviu 2.001 pessoas em 125 municípios entre os dias 15 e 17 de setembro de 2026. O levantamento, encomendado pela Folha de S.Paulo e pela TV Globo, está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-04029/2026, com margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Os dados apontam que a rejeição ao STF varia conforme o perfil socioeconômico e político.

O descrédito é maior entre os homens (54%) do que entre as mulheres (43%). A desconfiança sobe para 60% entre quem possui renda familiar superior a cinco salários mínimos. Já entre os que avaliam a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva como ruim ou péssimo, a rejeição chega a 75%.

Entre eleitores que declaram voto em Flávio Bolsonaro (PL) no primeiro turno, 69% afirmam não confiar no STF, frente a 22% de desconfiança entre os eleitores do presidente Lula.

Opinião dos leitores

  1. Confiança NENHUMA, fora todos, e novos criterios para adentrar a suprema corte, como ter sido Juiz de carreira idade no minimo 50 anos, vida particular e profissional ILIBADA, não ser nomeado por politicos e 10 anos de gestão, depois vai embora.

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[VÍDEO] Advogado de Vorcaro diz que ex-banqueiro poderia ter colaborado com delação se houvesse interesse da PF


Reprodução/SBT News

O advogado Sérgio Leonardo, que representa a defesa do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, afirmou nessa sexta-feira (18), em entrevista ao SBT News, que seu cliente teria plenas condições de contribuir de forma decisiva para o esclarecimento dos fatos e o restabelecimento da verdade se a Polícia Federal tivesse demonstrado “interesse” em uma possível colaboração premiada.

Segundo a defesa, até o momento não houve interesse para delação do ex-banqueiro. “Eu tenho certeza absoluta de que Daniel Vorcaro pode contribuir de forma decisiva para o esclarecimento dos fatos. Eu não tenho nenhuma dúvida disso”, comentou o advogado. 

Apesar de não ter firmado um acordo de delação, o defensor reforçou que o ex-banqueiro mantém a disposição de prestar esclarecimentos e detalhar informações nos diversos depoimentos previstos no âmbito das investigações.

Opinião dos leitores

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Rio Grande do Norte realiza maior evento do Brasil sobre saúde mental e prevenção do suicídio


Foto: Divulgação

O Rio Grande do Norte realizou, nesta semana, o que se consolida como o maior evento do Brasil dedicado à saúde mental e à prevenção do suicídio. A programação, realizada entre os dias 16 e 18 de setembro, reuniu profissionais de diferentes instituições e estados, especialistas, estudantes, professores e representantes das áreas de saúde, segurança pública, educação, assistência social, Justiça, imprensa, entre outros segmentos.

Com uma proposta que alia conhecimento técnico, reflexão e acolhimento, o evento trouxe ao Estado grandes nomes nacionais, como Monja Coen, Neury Botega, Karen Scavacini e Leandro Karnal, além do Coronel Diógenes Munhoz, do Corpo de Bombeiros Militar de São Paulo, referência nacional na abordagem técnica e humanizada a tentativas de suicídio.

A programação também contou com especialistas de destaque no Rio Grande do Norte, entre eles Débora Sampaio, Adriano Araújo e Euglena Lessa, ampliando o debate e promovendo a integração entre diferentes áreas que atuam direta ou indiretamente na promoção da saúde mental e na prevenção do suicídio.

Em Natal, na quarta-feira (16), o Teatro Riachuelo recebeu quase 2 mil participantes para um dia inteiro de palestras, debates e atividades voltadas à valorização da vida.

No dia seguinte, quinta-feira (17), profissionais participaram de uma atualização e nivelamento do Protocolo Nacional de Abordagem Técnica e Humanizada a Tentativas de Suicídio, realizado no auditório da FIERN. A atividade teve como objetivo atualizar conhecimentos e fortalecer a qualificação dos profissionais que atuam em situações de urgência e emergência.

A programação foi encerrada nesta sexta-feira (18), em Mossoró, no Teatro Dix-Huit Rosado, que ficou lotado para receber mais de 700 participantes. O público foi formado por profissionais, estudantes universitários, professores, gestores e representantes de instituições públicas e privadas.

Além da dimensão técnica e científica, o evento também teve um forte caráter social. O acesso à programação foi gratuito para a população, mediante ações de solidariedade, e foram arrecadados mais de uma tonelada de alimentos. Os recursos obtidos com as inscrições também foram destinados a instituições beneficentes que atuam na área da saúde mental.

Uma iniciativa que nasceu no Rio Grande do Norte

O projeto teve como idealizador e principal articulador de sua organização o Coronel Christiano Couceiro, do Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Norte. A iniciativa vem sendo construída a partir da integração entre instituições e da compreensão de que a prevenção do suicídio exige atuação conjunta, qualificação profissional e, sobretudo, capacidade de dialogar com a sociedade.

A realização do evento também evidencia uma perspectiva de gestão que ultrapassa a execução de uma programação. A proposta foi transformar o debate sobre saúde mental em uma grande mobilização social, reunindo conhecimento, profissionais, instituições, solidariedade e participação popular em torno de uma mesma mensagem.

Ao longo dos três dias, o evento manteve uma característica que se tornou uma de suas marcas: falar sobre temas sensíveis com responsabilidade, mas também com leveza, acolhimento e esperança.

Mais do que discutir a prevenção do suicídio, a programação colocou em evidência a importância de falar sobre a vida, fortalecer redes de cuidado e ampliar o diálogo sobre saúde mental.

Para o Rio Grande do Norte, a realização representa também o reconhecimento da capacidade do Estado de promover uma agenda nacional sobre um dos mais importantes temas de saúde pública da atualidade.

Entre os grande apoiadores estavam: o Sesc, FIERN, Sebrae, Complexo Severino Lopes, Nau, Mangay, Tabua de Carne, Zeh Cozinha, Tche, Tratoria, Clan, Sams, Santa Clara, Hospital Rio Grande, Viver Saúde, Incor e a Associação Médica do RN.

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Lula lidera intenções de votos em 6 dos 7 Estados com maior pobreza extrema


Foto: Ricardo Stuckert

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera as intenções de voto para a presidência em seis das sete unidades da Federação que registram as maiores taxas de extrema pobreza no Brasil. Em contrapartida, o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece na liderança apenas no Acre, que integra esse mesmo grupo.

Os dados referentes à extrema pobreza foram divulgados pelo Instituto Mobilidade e Desenvolvimento Social (Imds) na última quinta-feira (17). O cruzamento dessas informações com os levantamentos eleitorais mais recentes das principais empresas de pesquisa de cada estado foi realizado pelo site Poder360.

O Acre detém o índice mais elevado de extrema pobreza do país, alcançando 13,2%, estado onde Flávio Bolsonaro se posiciona à frente nas pesquisas. Nos outros seis estados que compõem o topo da lista de vulnerabilidade social, o atual presidente mantém a preferência do eleitorado.

Com informações da Revista Oeste e do Poder360

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  1. Lula cativa os pobres com bolsa família.
    Assim mantém o povo preso na dependência financeira.
    Não tem nenhuma interesse em modificar a situação, pois está governando e aumentando a dependência do bolsa família. Qualificação e emprego digno não é do interesse do PT. Um tipo moderno de voto do cabresto.

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PESQUISA GERP: Flávio Bolsonaro tem 50% contra 43% de Lula em cenário de 2° turno


EPA/Shutterstock/Reuters

Um levantamento divulgado na última quinta-feira (17) pela Gerp aponta o senador Flávio Bolsonaro (PL) na liderança de um eventual segundo turno para as eleições presidenciais, registrando 50% das intenções de voto, frente a 43% do atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Os eleitores que declararam votar em nenhum somam 6%, enquanto os que não sabem ou não responderam representam 1%.

A Gerp perguntou aos entrevistados: “E se a eleição de 2º turno fosse hoje e os candidatos fossem estes, em qual deles você votaria?”.

Eis como responderam:

  • Flávio (PL) – 50%;
  • Lula (PT) – 43%;
  • nenhum – 6%;
  • não sabem/não responderam – 1%.

No único cenário testado para o primeiro turno, Flávio Bolsonaro também aparece na frente, com 40% das intenções de voto, seguido por Lula, que pontua 37%. O levantamento conta ainda com os seguintes índices para os demais candidatos:

  • Augusto Cury (Avante): 7%

  • Ronaldo Caiado (PSD): 3%

  • Renan Santos (Missão): 2%

  • Romeu Zema (Novo): 1%

  • Pablo Marçal (PRTB): 1%

  • Wilson Grassi (Democrata): 0%

  • Rui Costa Pimenta (PCO): 0%

  • Samara Martins (UP): 0%

  • Hertz Dias (PSTU): 0%

  • Não sabe / Nenhum deles: 4% em cada categoria.

A sondagem foi realizada entre os dias 14 e 16 de setembro de 2026, com 2.400 eleitores ouvidos em todas as regiões do país. A margem de erro estimada é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, com um grau de confiança de 95,55%. Registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-00535/2026, a pesquisa teve custo de R$ 12.000, financiada com recursos próprios.

Com informações do Poder360

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  1. O Nordestão agora está parcelando a feira em 3 vezes. Somente isso deveria mudar o voto de muita gente com um cérebro.

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ADRIANA FERNANDES: Daniel Vorcaro já tem maioria no STF


Foto: Divulgação/STF

Um levantamento com base em mensagens e relatórios da Polícia Federal revela que seis dos dez ministros em atividade no Supremo Tribunal Federal (STF) tiveram, de forma direta ou indireta por meio de familiares, algum tipo de relação com Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master.

Diante desse cenário, a colunista Adriana Fernandes, do jornal Folha de São Paulo, destaca que o ex-banqueiro já teve articulação com a ‘maioria’ dos ministros do Supremo. Embora em diferentes graus e contextos, a lista inclui os ministros incluem: Alexandre de Moraes, Dias Toffoli, André Mendonça, Kassio Nunes Marques, Luiz Fux e Gilmar Mendes. Fora dos registros, por enquanto, figuram Flávio Dino, Cármen Lúcia, Edson Fachin e Cristiano Zanin. Fora do STF, os diálogos extraídos do celular do ex-banqueiro também apontam proximidade com Benedito Gonçalves, ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

O episódio mais recente envolve o ministro Gilmar Mendes. De acordo com as mensagens, o empresário Francisco Feitosa, ex-cunhado do magistrado, foi contratado em 2024 por Vorcaro para atuar em interesses do Banco Master relacionados ao setor de universidades privadas. Em nota, Gilmar afirmou que nunca tratou dessa pauta com o banqueiro ou com Feitosa, ressaltando que seus votos na Corte foram alinhados aos interesses do governo, e não das instituições de ensino.

Para investigadores, a rede de contatos reflete a estratégia adotada por Daniel Vorcaro para consolidar teses jurídicas favoráveis aos seus negócios, com forte ênfase no mercado de precatórios, títulos de dívidas judiciais.

Utilizando o desgaste gerado na Suprema Corte, a defesa do ex-banqueiro já protocolou pedidos para a revogação de sua prisão preventiva, fundamentando o pleito justamente na instabilidade instalada no cenário político e jurídico. Enquanto o impasse se arrasta, o escândalo do Banco Master segue redesenhando os bastidores do poder em Brasília.

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VALE TUDO PELA REELEIÇÃO: Governo Lula avalia se pode lançar nova versão do Desenrola no período eleitoral para perdoar dívidas antigas


Presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o Ministro da Fazenda, Dário Durigan.

Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil)

O governo federal analisa a viabilidade jurídica de lançar ainda neste ano, durante o período eleitoral, uma nova versão do programa Desenrola, que visa reduzir o endividamento das famílias brasileiras por meio da aquisição governamental de dívidas antigas. O principal entrave sob análise é a legislação eleitoral, que proíbe a distribuição gratuita de bens, valores ou benefícios pela administração pública em anos de eleição.

A equipe governista argumenta que o Desenrola já opera em sua segunda fase neste ano, a discussão atual introduz uma modalidade inédita: a compra direta ou indireta de débitos, por meio de estatais, com elevados deságios concedidos pelos bancos credores.

Embora a decisão final ainda não tenha sido tomada, a proposta favorita da área técnica prevê que o Tesouro Nacional adquira as dívidas e promova o cancelamento imediato, resultando em um perdão efetivo do débito. O foco do programa são dívidas antigas, predominantemente contraídas durante o período da pandemia, com prazos entre dois e cinco anos, de baixo valor unitário e com baixa perspectiva histórica de recuperação pelos credores tradicionais. Cenários indicam descontos esperados entre 95% e 97% na compra dos títulos.

Na visão da equipe econômica, caso isso se confirme, a medida tem potencial para reduzir em até 50% o estoque de inadimplência e o número de endividados no país. Como a operação gera despesa primária, seja pelo cancelamento ou pela contabilização como ativo a receber, a viabilização também depende de abertura de espaço no orçamento.

As discussões foram antecipadas ao jornal Extra pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, que destacou o objetivo de apresentar uma alternativa capaz de mitigar o estoque de endividamento sem provocar impactos drásticos nas contas públicas. Caso os pareceres jurídicos liberem a execução da medida durante o calendário eleitoral, o governo ainda precisará definir o cronograma de lançamento, avaliando se a iniciativa ocorre antes ou depois do primeiro turno.

A articulação em torno do novo Desenrola ocorre em um momento em que o Palácio do Planalto busca alternativas para melhorar a percepção popular e recuperar pontos na aprovação governamental.

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