“É um dos países que menos caiu no mundo todo, então, tem esse lado positivo”, diz Bolsonaro sobre o PIB em 2020

O presidente Jair Bolsonaro minimizou nesta quarta-feira a queda de 4,1% do Produto Interno Brasileiro (PIB), dizendo que a previsão era de que a redução fosse de 10% e que outros países tiveram quedas maiores, o que seria um “lado positivo”. Bolsonaro ressaltou não ter detalhes sobre o resultado, horas após a divulgação dele.

— Desculpa, eu não tomei conhecimento da avaliação do PIB. O que eu posso falar para você que se esperava que a gente ia cair 10%, parece que caímos 4%. É um dos países que menos caiu no mundo todo, então, tem esse lado positivo — disse o presidente, após reunião com embaixadores do Golfo Pérsico, em Brasília.

VEJA MAIS: Com pandemia em 2020, tombos do PIB na Espanha, França, Alemanha e Japão foram ainda piores que o do Brasil

A queda do PIB brasileiro fez o país sair do ranking das dez maiores economias do mundo despois e 14 anos. O Brasil passou da 9ª para 12ª posição, tendo sido ultrapassado por Canadá, Coreia e Rússia. Vinte países ficaram à frente do Brasil no ranking de desempenho do PIB em 2020, entre eles, Taiwan que aparece na primeira posição, com um crescimento de 3,1%, seguida por China, com alta 2%, e Turquia (1,6%). Outros países acumularam quedas menores do que a registrada pela economia brasileira, como Coréia do Sul que teve retração de -1% e Nova Zelândia, de -1,6%.

O desempenho do ano passado veio em linha com as expectativas de mercado, que projetava queda de 4,2%. As projeções de 10%, citadas por Bolsonaro, foram feitas no início da pandemia de Covid-19.

Mesmo assim, foi a maior queda desde 1990, quando houve o confisco do presidente Fernando Collor de Mello. Naquele ano, o PIB brasileiro desabou 4,35%.

De acordo com Bolsonaro, o auxílio emergencial ajudou a “movimentar” a economia:

— O que que fez a economia movimentar? Em parte, o auxílio emergencial. Esse dinheiro quando vai para o município, ele roda a economia local que interfere na arrecadação de impostos municipais, estaduais e federais também.

O Globo

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Pixuleco disse:

    Desculpa para R …….., murcha , o Brasil está chegando ao fundo do poço .

  2. Santos disse:

    Presidente qur governa no grito.
    Vai comparar o efeito da queda do pib de um país rico à qurda do pid de um pais emergente?
    De cara saiu perdeu 3 lugares no ranking e os efeitos sociais devastadores estão aí e ainda irão piorar.
    Deus tenha misericórdia de nós.

  3. Vitor Araújo disse:

    Bolsonaro reeleito.

  4. João Soares disse:

    Só tem um detalhe, é o segundo em número de mortes, mas isso é so um detalhe. o PIB
    tanto legal, vidas não é problema. Bando de fdp

    • Guto disse:

      Seja mais honesto, o Brasil está em 24o em mortes por milhão. Não se pode comparar uma população de mais de 230 milhões com países onde esses números não chegam a 20 milhões. Lógico que qt maior a população mais mortes em números totais.

    • João Soares disse:

      Faça a conta em percentual guto, ai verá o quanto estamos atrasados em relação a vacinação, e isso se traduz em número de mortes, só isso. Não chegamos a 5% e tem muitos paises que já estão com mais de 50%. E isso está se refletindo no número de mortes.

  5. Samuel Uel disse:

    Bozo Fracassado.
    Nunca twm culpa de nada esse imundo.

  6. Tico de Adauto disse:

    Desgoverno em todas as áreas.

  7. Calígula disse:

    É verdade meu presidente.
    Torcemos pelo Brasil.
    MITO 2022

Com pandemia em 2020, tombos do PIB na Espanha, França, Alemanha e Japão foram ainda piores que o do Brasil

Foto: Cesar Manso/AFP/Getty Images

PIB da Espanha despencou 11% em 2020, maior queda desde a Guerra Civil

Muito dependente de setores, como turismo e de restaurantes, a Espanha sofreu mais com a pandemia do que outros países desenvolvidos, como França (-8,3%), Alemanha (-5%) e Estados Unidos (-3,5%).

A quarta economia da zona do euro afundou na primeira parte do ano, devido ao rígido confinamento imposto na primavera boreal (outono no Brasil) para conter a primeira onda do coronavírus. A medida incluiu duas semanas de paralisação total das atividades não essenciais.

O desconfinamento levou a uma forte reativação, mas o aparecimento precoce de focos e as consequentes restrições para controlá-los voltaram a frear o crescimento.

Crise sanitária provocou queda recorde de 8,3% no PIB da França em 2020

A França e a Espanha registraram uma recessão massiva em 2020 e quedas recordes do Produto Interno Bruto (PIB) em 2020 de 8,3% e 11%, respectivamente.

A epidemia de Covid-19 levou o governo a restringir a atividade econômica para frear as contaminações, resultando em graves perdas para o país. O consumo teve uma queda de 7,1% no conjunto de 2020. Já o investimento registrou um recuo de 9,8%.

A crise sanitária também perturbou as trocas comerciais. As exportações tiveram uma queda de 16,7% enquanto as importações baixaram em 11,6%.

PIB da Alemanha tomba 5% em 2020 ante ano anterior, na maior queda desde 2009

Altamente impactado pela crise do novo coronavírus, o Produto Interno Bruto (PIB) da Alemanha tombou 5% em 2020 em relação ao ano anterior, apontou a Destatis, agência oficial de estatísticas do país. Trata-se da maior queda desde 2009, quanto a economia do país encolheu 5,7%, na esteira da crise financeira mundial. Desde então, a Alemanha não registrava PIB negativo.

Segundo comunicado da Destatis, a crise da covid-19 deixou “marcas claras” em quase todos os setores da economia da Alemanha. “A desaceleração econômica foi particularmente evidente nos setores de serviços. Alguns registraram quedas mais severas do que nunca. Um exemplo é o setor combinado de comércio, transporte e hospitalidade, cuja produção , ajustada pelo preço, foi 6,3% menor do que em 2019”, aponta a instituição.

Terceira maior economia do mundo tomba 4,8% em 2020

A economia japonesa encolheu 4,8% no ano de 2020, segundo dados oficiais preliminares divulgados nesta segunda-feira (15). Foi a primeira retração desde a crise financeira de 2009.

Com informações do G1, UOL e Infomoney

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Cesar Bomone disse:

    Mas para os ESQUERDOPATAS somente o Brasil teve queda do PIB.
    Graças ao Presidente estamos conseguindo atravessar essa pandemia sem a destruição total da nossa economia. Apesar da mídia lixo trabalhar todo dia pelo FIQUE EM CASA, que usado sem critério só serve para destruir as empresas e os empregos, levando todos à miséria.

  2. Santos disse:

    É neh?
    Uma coisa são os efeitos considerando o peso da queda de 5% do PIB da Alemanha, um país Rico. Outra coida são os efeitos considerando o peso de uma queda de 4% do Brasil.
    Com esse presidente logo logo no Brasil só vai sobrar gemidos e ranger de dentes.

  3. Tico de Adauto disse:

    Descalabro esse governo na saúde, educação, segurança, meio ambiente e economia. Nunca antes na história desse país

    • Júlio disse:

      Assim como nunca antes na história desse país tivemos um presidente que arrombou o cofres públicos, como fez o Lulitro 51!

  4. Greg disse:

    A diferença que os países acima citados fizeram lockdow para freiar o vírus e agora já tem vacinação bem mais avançada que o Brasil, aqui ficou meia-boca e a vacinação está a conta-gotas…não temos luz no fim do túnel…lá tem.

  5. Calígula disse:

    P homem é bom, o homem é espetacular.
    MITO TEM RAZÃO
    MITO 2022

  6. Luiz Inácio disse:

    O fato é que país nenhum no mundo, fez o que o nosso presidente Bolsonaro fez aqui.
    Segurou o taco.
    Ô vêi macho da gota serena.
    É cru!!!

Ministério da Economia diz que resultado do PIB demonstra recuperação em ‘V’, mesmo com o maior tombo da atividade econômica da história do país com 2020 de pandemia

FOTO: MARCOS CORRÊA/PR – 05.02.2021

Mesmo com o maior tombo da atividade econômica da história desde 1996, a SPE/ME (Secretaria de Política Econômica do Ministério da Economia) afirmou em nota técnica que o resultado do PIB (Produto Interno Bruto) para 2020, divulgado nesta quarta-feira pelo IBGE, demonstra recuperação da economia na forma de “V”.

A expressão é comumente usada pelo ministro Paulo Guedes ao se referir à retomada da atividade econômica a partir do segundo semestre do ano passado.

Impactada pela pandemia do novo coronavírus, a soma de todos bens e serviços produzidos pelo Brasil desabou 4,1% em 2020, mesmo após registrar uma forte retomada no segundo semestre. Trata-se do primeiro encolhimento anual da economia brasileira desde a recessão encerrada em 2016 e o maior tombo da série histórica, iniciada em 1996.

Conforme avaliação da SPE, o rombo poderia ser bem maior. “O conjunto de ações de estímulo à economia durante a pandemia evitou que o PIB tivesse uma queda superior a 9%, conforme apontavam as previsões mais pessimistas.”

“Os resultados do PIB corroboram a recuperação das expectativas de melhora da atividade econômica ao longo do segundo semestre de 2020 e demonstram o acerto das medidas adotadas de enfrentamento à Covid-19 e a pronta reação da economia brasileira”, destaca.

Entre as medidas implantadas em 2020, às quais na avaliação da SPE evitaram um derrocada ainda maior na atividade econômica brasileira, estão o avanço na agenda de fortalecimento de marcos legais, com a aprovação de novas legislações referentes a saneamento básico, licitações e falências.

A SPE destaca ainda que a retomada no segundo semestre foi “vigorosa”, aumentando o nível da atividade econômica, o que abriu espaço para a construção de um maior crescimento em 2021. A atual previsão oficial é de crescimento do PIB de 3,2% neste ano.

Reformas

No entanto, a SPE alerta que para consolidar esse espaço de crescimento, é necessária a aprovação das reformas estruturais e medidas que viabilizem a consolidação fiscal.

Entre as reformas que o governo luta para aprovar no Congresso estão a tributária e administrativa. Mas antes delas, a equipe econômica precisa que o Senado aprove, nesta quarta (3), a PEC Emergencial, que viabilizará a criação do novo auxílio emergencial. O novo benefício, consenso entre oposição e governo, deve atender cerca de atingir 40 milhões de brasileiros, incluindo os do Bolsa Família, com valor de R$ 250.

Para reforçar a tese de que a atividade econômica está em recuperação, o Ministério da Economia se apoia, principalmente, no resultado do PIB referente ao quarto trimestre de 2020, que foi de crescimento 3,2% na comparação com o trimestre imediatamente anterior, com ajuste sazonal. O resultado representou o segundo aumento consecutivo.

“Tais dados demonstram a recuperação da economia na forma de ‘V’, aponta a SPE. […] A SPE lembra que as projeções para o PIB foram sendo ajustadas a partir da pronta resposta às medidas de combate aos efeitos da crise da Covid-19”, diz nota da secretaria do Ministério da Economia.

R7

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Carlos Brasileiro disse:

    De uma coisa até a esquerda há de concordar:
    Além do ataque do COVID ainda tem os comunistas agindo contra o crescimento do Brasil e dos brasileiros.
    Vergonhoso isso, né.

  2. Santos disse:

    Tomara!

  3. Tico de Adauto disse:

    Deve tá falando do banco q adquiriu carteiras “podres” do BB de vultosa monta por uma ninharia, não foi banqueiro Guedes?

  4. reinaldo disse:

    paulo guedes entende o que de economia?
    bolsonaro entende o que de administração?
    se eu fosse eles pedia pra ir cagar, saia de fininho!

  5. Raimundo disse:

    A economia a gente vê depois

ESTRAGOS DA PANDEMIA: PIB do Reino Unido tombou 9,9% em 2020, maior contração da história

O fechamento de bares, restaurantes, hotéis e outros serviços, assim como a paralisação de empresas vinculadas aos setores de arte e entretenimento, teve um peso negativo importante na economia AFP/AFP

O Produto Interno Bruto (PIB) do Reino Unido registrou queda de 9,9% em 2020, uma baixa sem precedentes, devido ao impacto da pandemia de coronavírus que paralisou setores inteiros durante meses. A informação é do Escritório Nacional de Estatísticas (ONS).

De acordo com a instituição, este é o maior retrocesso anual registrado desde o início das estatísticas sobre a economia britânica. A queda do PIB do ano passado foi mais que o dobro da contração de 2009, provocada pela crise financeira.

Em novembro, o confinamento em vigor na Inglaterra e as restrições em outras regiões britânicas provocaram uma nova queda do PIB de 2,3%. O fechamento de bares, restaurantes, hotéis e outros serviços, assim como a paralisação de empresas vinculadas aos setores de arte e entretenimento, teve um peso negativo importante na economia.

Com informações da Veja, G1 e Infomoney

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Jr Silva disse:

    Já podemos colocar culpa no nosso presidente?

  2. Joao Bolsonaro disse:

    BOZO GENOCIDA

EFEITO PANDEMIA: PIB do Brasil despenca 4,1% em 2020, informa IBGE

Setor de serviços foi o mais impactado em 2020 pelas medidas restritivas. — Foto: Marcelo Brandt/G1

O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil tombou 4,1% em 2020, segundo divulgou nesta quarta-feira (3) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Foi a maior contração desde o início da série histórica atual do IBGE, iniciada em 1996, superando a queda de 3,5% registrada em 2015.

“É o maior recuo anual da série iniciada em 1996. Essa queda interrompeu o crescimento de três anos seguidos, de 2017 a 2019, quando o PIB acumulou alta de 4,6%”, informou o IBGE.

Em valores correntes, o Produto Interno Bruto Brasileiro (PIB) chegou a R$ 7,4 trilhões. Já o PIB per capita (por habitante) em 2020 foi de R$ 35.172, com queda de 4,8% – a maior já registrada em 25 anos.

Entre os principais setores houve alta somente na Agropecuária (2%), enquanto que a Indústria (-3,5%) e os Serviços (-4,5%) registraram queda.

O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia.

Veja os principais destaques do PIB em 2020:

Serviços: -4,5%

Indústria: -3,5%

Agropecuária: 2%

Consumo das famílias: -5.5%

Consumo do governo: -4,7%

Investimentos: -0,8%

Exportação: -1,8%

Importação: -10,0%

“O resultado é efeito da pandemia de Covid-19, quando diversas atividades econômicas foram parcial ou totalmente paralisadas para controle da disseminação do vírus. Mesmo quando começou a flexibilização do distanciamento social, muitas pessoas permaneceram receosas de consumir, principalmente os serviços que podem provocar aglomeração”, avaliou a coordenadora de Contas Nacionais, Rebeca Palis.

Perspectivas e incertezas

O encolhimento do PIB em 2020 interrompeu uma sequência de 3 anos de crescimento tímido da economia e ocorreu antes do país ter conseguido se recuperar das perdas da recessão anterior, dos anos 2015-2016.

Economistas têm alertado para a perda do ritmo da atividade econômica com o fim dos programas de auxílio sem substitutos definidos e o aumento das incertezas em meio à situação ainda grave da pandemia, uma inflação “mais salgada”, desemprego elevado e persistentes preocupações com a trajetória do endividamento público – o chamado risco fiscal.

Analistas ouvidos pelo G1 avaliam que uma retomada em 2021 continua dependendo da vacinação em massa da população e do controle da pandemia, que já que já deixou mais de 257 mil mortos no Brasil e atingiu nos últimos dias o seu pior momento no país.

A média das projeções do mercado para o crescimento da economia brasileira em 2021 está atualmente em 3,29%, segundo a última pesquisa Focus do Banco Central. Os economistas já trabalham, porém, com a expectativa de retração no 1º trimestre e parte do mercado não descarta o risco de uma queda do PIB também no 2º trimestre, o que configuraria uma nova recessão técnica.

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Jailson disse:

    Desde que Bolsonaro foi eleito é só desgraça nessa país!!!
    É pacto com o demônio ctz!!

  2. Cesar Bomone disse:

    Os ESQUERDOPATAS se fazem de loucos, só eles não enxergam que em todos os países afetados pela Covid o PIB caiu. O Brasil não foi diferente, mas ao contrário de muitos países e das previsões feitas, nosso PIB caiu muito menos do que se imaginava.
    Além do que, a maior parte da queda do PIB se deve ao FIQUE EM CASA pregado por muitos governadores. A quebradeira não foi pior graças ao Presidente que teve coragem de lembrar da importância da economia para a vida de todos.

    • José Macedo disse:

      Cesar você chegou na frente dos meu comentários o PIB 👍👍despencou na época do lockdown, depois ficou só positivo em fevereiro teve superávit de mais de um bilhão.
      Podem espernear esquerdopatas, mas o país vai crescer, até mesmo com vocês e as midiaslixo jogando contra.

  3. Greg disse:

    Toque o berrante seu moço….

  4. Irany Gomes disse:

    E a China que criou e disseminou o vírus, rindo à toa com sua economia a todo vapor, sem mortes, sem restrições nenhuma para sua população de apenas 1,4 bilhão de habitantes!!!

  5. Santos disse:

    Agradeçam ao governo do Minto bolsonaro.
    Métiro exclusivamente dele.
    PIB 2019 inferior ao de 2018 e o de 2020 com a maior queda da série histórica.
    O buraco ainda é mais um pouco mais em baixo.
    É o xique xique entrando e os bolsonaristas pobres pedindo mais.

  6. J & J disse:

    Oi, tem gente festejando a queda do PIB brasileiro, é isso mesmo que li? ….hahaha sem noção grandão…hahahaha

  7. Joao Bolsonaro disse:

    O REINO UNIDO CAIU 9,9%. DA-LHE BOZO E PAULINHO!!! CHORA MAIS JUMENTADA!!! A EQUIPE ECONÔMICA DO BRASIL É INCRÍVEL 👉🏻👉🏻👉🏻👉🏻👉🏻

  8. DEL GADO disse:

    Ô VÉI ARROCHADO ESSE PRESIDENTE! O CARA TEM OZÓVO ROXO! PAULO GUÉDE NEM SE FALA.. OUTRO VÉI ARROCHADO DOZÓVO ROXO

Pandemia faz PIB dos EUA ter o pior resultado desde a Segunda Guerra

Foto: Shannon Stapleton/Reuters (23.jan.2020)

A economia dos Estados Unidos contraiu no ritmo mais forte desde a Segunda Guerra Mundial em 2020, uma vez que a Covid-19 devastou fornecedores de serviços como restaurantes e companhias aéreas, deixando milhões de norte-americanos sem trabalho e na pobreza.

O dado do Departamento do Comércio sobre o Produto Interno Bruto no quarto trimestre divulgado nesta quinta-feira também mostrou que a recuperação da pandemia perdeu força no final do ano em meio ao ressurgimento das infecções por coronavírus e esgotamento do alívio de quase US$ 3 trilhões do governo.

Na quarta-feira (26), o Federal Reserve deixou inalterada sua taxa básica de juros perto de zero e prometeu continuar injetando dinheiro na economia através de compras de títulos, destacando que o “ritmo da recuperação na atividade econômica e emprego se moderou nos últimos meses.”

O presidente Joe Biden apresentou um plano de recuperação no valor de US$ 1,9 trilhão, e pode usar o relatório do PIB junto a alguns parlamentares que relutaram diante do valor após o governo fornecer quase 900 bilhões de dólares em estímulo adicional no final de dezembro.

A economia contraiu 3,5% em 2020, pior desempenho desde 1946. Isso após crescimento de 2,2% em 2019, marcando o primeiro declínio anual do PIB desde a Grande Recessão de 2007-09. A economia caiu em recessão em fevereiro passado.

No quarto trimestre, o PIB cresceu a uma taxa anualizada de 4,0%. O vírus e a falta de outro pacote de gastos reduziram os gastos dos consumidores, e ofuscaram parcialmente o desempenho forte da indústria e do mercado imobiliário.

O crescimento do PIB no último trimestre ficou em linha com as projeções em pesquisa da Reuters junto a economistas.

A forte perda de força depois de expansão histórica de 33,4% entre julho e setembro deixou o PIB bem abaixo de seu nível do final de 2019.

Dado que o vírus ainda não está controlado, economistas preveem que o crescimento vai enfraquecer ainda mais no primeiro trimestre de 2021, antes de retomar velocidade conforme o estímulo adicional faz efeito e mais norte-americanos são vacinados.

CNN Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Japiense disse:

    Alguém lembra de Trump ?

  2. João Soares disse:

    Esta passando por dificuldades sim, como todos os países, principalmente os da Europa, que proporcionalmente tem muito mais mortes que os EUA.

  3. Neco disse:

    Em 2019 os EUA tinham chegado ao melhor nível de emprego em meio século. Vão chorar sangue de arrependimento.

Natal cai nove posições e tem 40º maior PIB entre municípios brasileiros, mostra levantamento do IBGE até 2018

Foto: IBGE

O portal G1-RN destaca nesta quinta-feira(17) que Natal perdeu nove posições no ranking do Produto Interno Bruto (PIB) dos municípios entre 2017 e 2018. Com R$ 23,8 bilhões, a capital potiguar tem o 40º maior PIB do país em 2018 – no ano anterior, ocupava o 31º lugar. O levantamento foi elaborado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e pelo Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte (Idema).

Entre os 100 maiores PIBs municipais, apenas Natal representa o Rio Grande do Norte no ranking. O PIB natalense corresponde a 0,34% de tudo que municípios brasileiros produzem. Os 167 municípios potiguares juntos somaram R$ 66,9 bilhões de PIB.

O Produto Interno Bruto (PIB) é o total de bens e serviços finais de um país, estado ou município. Também pode ser explicado como a soma dos valores adicionados pelas diversas atividades econômicas acrescida dos impostos sobre produtos e serviços.

Mossoró (R$ 6,5 bilhões), na 23ª posição, e Parnamirim (R$ 5,1 bilhões), na 28ª, estão entre os 30 maiores PIBs do Nordeste.

O Rio Grande do Norte tem cinco municípios entre os 30 menores PIBs da região: Viçosa (R$ 17,2 milhões) é o terceiro menor; João Dias (R$ 21,6 milhões), o 11º; Monte das Gameleiras (R$ 24,5 milhões) fica em 24º lugar; Francisco Dantas (R$ 25,1 milhões), em 28º; e Taboleiro Grande (R$ 25,5 milhões), na 29ª posição.

Natal, Mossoró, Parnamirim, Macaíba e São Gonçalo do Amarante são responsáveis por 57,5% do Produto Interno Bruto (PIB) do Rio Grande do Norte.

Em valores absolutos, os municípios com cinco maiores PIBs geraram R$ 38,5 bilhões em 2018. O grupo também concentra 46,2% da população potiguar.

Com acréscimo de informações do G1-RN

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. ricardo disse:

    Esse plano diretor ridículo e seu efeitos

  2. Luciana Morais Gama disse:

    Isso é pra gente não esquecer que basta de Alves! Taí o resultado.

    • Luciano disse:

      Se ligue, estude e leia, 2017 para 2018 em pleno governo de Robson com o apoio irrestrito do PT de Fátima e Mineiro, que era o líder do governador na assembleia, quando chegar os dados de 2020 você vai ver o que derrocada.

    • Manoel disse:

      E teu presidente levando a maior empresa do pais daqui.

Após PIB do 3º trimestre, governo diz que ‘escudo’ contra efeitos da pandemia deve ser ‘desarmado’

PIB trimestre a trimestre — Foto: Guilherme Luiz Pinheiro/G1

A Secretaria de Política Econômica do Ministério da Economia informou nesta quinta-feira (3) que o “escudo de políticas sociais” que foi criado para amenizar os impactos econômicos e sociais da pandemia deve ser “desarmado”.

Segundo a área econômica, o fim de auxílios governamentais abrirá espaço para a agenda de reformas estruturais e medidas de ajuste das contas públicas que, na visão da secretaria, são o “único meio para que a recuperação se mantenha “pujante”.

A avaliação foi divulgada após o anúncio nesta quarta-feira do resultado do Produto Interno Bruto (PIB) do terceiro trimestre, que registrou um crescimento de 7,7% na comparação com os três meses anteriores. Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Com isso, a economia brasileira saiu da chamada “recessão técnica”, caracterizada pelo tombo do PIB por dois trimestres seguidos.

“A forte recuperação da atividade, do emprego formal e do crédito neste semestre pavimentam o caminho para que a economia brasileira continue avançando no primeiro semestre de 2021 sem a necessidade de auxílios governamentais”, avaliou o Ministério da Economia.

Segundo o governo, a retomada da atividade e do emprego registrada nos últimos meses compensará a redução dos auxílios, previstos para terminar em dezembro deste ano.

“Outro fator positivo será a melhora das condições financeiras que continuarão impulsionando a atividade, principalmente com a retomada da agenda de reformas”, acrescentou.

De acordo com o Ministério da Economia, o fraco crescimento do PIB nos últimos anos é uma consequência da baixa produtividade, fruto da má alocação de recursos na economia brasileira.

“Desta forma, o único caminho que poderá gerar a elevação do bem-estar dos brasileiros serão medidas que consolidem o lado fiscal de nossa economia e corrijam a má alocação de recursos, aumentem a produtividade e incentivem a expansão do setor privado”, concluiu.

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Severino disse:

    Quem foi que mandou fechar tudo mesmo?

  2. Josias Do Frete disse:

    Até Dilma tinha feito um trabalho melhor nessa pandemia.
    Bolsonaro não preside nem quartel abandonado.

    • carlos disse:

      Josias do frete tu és uma anta igual a Dilma

    • Ricardo Carvalho disse:

      Saudades da época do mensalão e petrolão, né meu filho! kkkkkkkkkkkkkkk

    • PEDRO VERDADEIRO. disse:

      Josias tu fazias carreto onde Lulinha trabalhava? Teu ele gostavam de muita bos….., aquela Anta que esticava vento e elevou a mandioca a Deus, que não sabia somar 7 + 9, e foi quem pipocou nove dedos, não tinha raciocínio lógico para ser um camarão, esse bichinho que tem na cabeça, o que vc carrega na barriga.

    • Severino disse:

      Faria mais ou menos o que está se fazendo na Argentina. Melhor não….

    • F. Lucena disse:

      Será que o rabugento do pixuleco já virou freteiro???
      No mínimo ele tem mil codinomes comentando aqui no blog.
      Um derrotado.

    • Andre Vieira disse:

      PAH…👈👈👈2022

Maia diz que PIB abaixo do esperado reflete ‘desorganização do governo’, e chama meta flexível de ‘jabuticaba brasileira’

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e o ministro da Economia, Paulo Guedes Montagem/VEJA

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse nesta quinta-feira (3) que o resultado do Produto Interno Bruto (PIB), divulgado mais cedo pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), reflete o que chamou de “desorganização do governo”. Após queda recorde no segundo trimestre, quando a economia brasileira foi fortemente abalada pela pandemia, o PIB brasileiro avançou 7,7% entre julho e setembro de 2020, abaixo das expectativas do mercado e do governo .

“Do tamanho da desorganização do governo”, disse Maia sobre o PIB, que veio abaixo das expectativas do mercado.

Maia também criticou a proposta do governo, apresentada em abril, de adotar uma meta flexível como resultado das contas públicas no próximo ano. Isso vai ocorrer porque, para 2021, os técnicos da equipe econômica estão com dificuldades para fazer projeções, tendo em vista as incertezas do cenário causada pela pandemia, em que as previsões mudam a cada semana.

Para evitar revisões consecutivas do número caso a economia tenha um desempenho diferente do que o previsto hoje pelo governo, a decisão foi adotar uma meta flexível, que deve ser atualizada a cada dois meses, sem necessidade de autorização do Congresso. A autorização prévia dos parlamentares para essa mudança está no projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2021, que traz os parâmetros para o Orçamento, e que ainda não foi votado.

“O que está me deixando impressionado é essa coisa de meta flexível que o Paulo Guedes está inventando. A primeira promessa que fizeram foi acabar com déficit primário. Agora não querem meta para não ter que organizar contingenciamento”, disse Maia.

Uma meta flexível, na prática, acaba com o contingenciamento, o bloqueio de recursos dos ministérios que ajuda o governo a dosar despesas de modo a cumprir a previsão para o ano. O bloqueio de recursos é chamado tecnicamente de contingenciamento e ocorre todas as vezes em que há frustração de receitas.

Geralmente, os contingenciamentos existem porque a receita projetada pelo governo é menor do que a arrecadação que de fato aconteceu. Para atingir a meta fiscal fixada em lei, o governo bloqueia recursos e os libera na medida em que a situação melhora. Como não há meta, não há contingenciamento.

“Isso é uma sinalização muito ruim. A gente tem que aprovar a LDO com uma meta. Que o governo diga, como o Copom diz quando toma uma decisão sobre juros qual é a tendência, que haverá sempre o risco, pela incerteza, de que a meta possa se restabelecida durante a execução orçamentária. Agora, não ter meta, uma meta flexível, é uma jabuticaba brasileira”, afirmou Maia.

IG

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Klyber Macedo disse:

    Sujeito cretino, canalha!!!!!!!
    Pra quem não sabe, essa "coisa" é filho do Cesar Maia! Quem desgraçou o RJ!!

  2. Silvio. disse:

    Nhonhom Botafogo é um safado enrolado no processo.
    Fiquem em casa.
    Pra trabalhar não pode, mas pra correr atrás de candidatos a prefeitos e vereadores tá liberado né vagabundo.
    FDP

  3. Jailson disse:

    O governo Bolsonaro é um fracasso retumbante!!

  4. George disse:

    Oxe, vamos ficar em casa mr. Botafogo, com certeza a economia melhorará. #Hipocrita #Patife #Oportunista

  5. Ricardo Carvalho disse:

    Botafogo ou Nhonho, fique em casa, a economia a gente vê depois, vc faz parte desse time! Um sem votos, sabotador do País, um cafajeste que só pensa na volta dos mensalões e petrolões da vida. Cabra safado!

    • O Rei da Bravata disse:

      Eu fico aqui pensando como resolver a morte depois? Será que os 170 mil mortos terão uma segunda chance?

    • Paulo disse:

      Pergunte aos governadores.
      E os Black blocs que fizeram quebra quebra no Carrefour?

    • Paulo disse:

      O zumbi comunista é um parasita.

Após recessão, PIB brasileiro avança 7,7% no terceiro trimestre

Foto: Cris Faga/Estadão Conteúdo (24.set.2020)

A economia brasileira avançou 7,7% no terceiro trimestre de 2020 em relação ao trimestre anterior. O número foi divulgado nesta quinta-feira (3) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com o resultado, o país sai da recessão técnica após dois recuos nos trimestres anteriores.

Na comparação com o mesmo período de 2019, porém, há queda de 3,9%. Em números brutos, o PIB somou R$ 1,891 entre julho e setembro. No segundo trimestre, o Produto Interno Bruto foi de R$ 1,653 trilhão

O resultado vem muito abaixo da expectativa de analistas ouvidos pelo CNN Brasil Business, que projetavam crescimento de 9%.

Com o resultado, a economia do país se encontra no mesmo patamar de 2017, com uma perda acumulada de 5% de janeiro a setembro, em relação ao mesmo período de 2019.

A flexibilização das medidas de isolamento social para conter o avanço da Covid-19 impulsionou a atividade econômica entre julho e setembro. Além disso, a alta expressiva pode ser explicada pela base de comparação fraca, afinal, a economia brasileira encolheu 9,7% no segundo trimestre.

Entre os setores, o melhor desempenho foi da Indútria, que avançou 14,8%, enquanto os Serviços tiveram variação positiva de 6,3% e o Agronegócio recuou 0,5%.

Pelo lado da demanda, o consumo das famílias, que representa 65% do PIB, teve avanço de 7,6%. No segundo trimestre, o indicador havia caído 11,3%.

CNN Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Jailson disse:

    Queda de 4% em relação ao ano passado e resultado inferior ao esperado tanto pelo governo, quanto pelo mercado

  2. Manuel Marcelino Filho disse:

    Fica essa briga entre PTistas e Bolsonariatas e o povo lascado.

  3. Pedro disse:

    Daqui a pouco seremos a economia n º 1 do mundo….sqn…

  4. Manoel disse:

    Resultado abaixo do esperado pelo mercado.
    Voltamos ao nível de 2017.
    Incompetência é a marca desse governo.

    • Ricardo Carvalho disse:

      Manoel, fique em casa, a economia a gente vê depois, pandeminion!

    • Ricardo disse:

      Governos não fazem milagres,. Pegue o ranking dw crescimento dos demais paises

    • Pronto falei disse:

      Incompetente, é? Fala merda omi… um governo que fez tudo por todos e por todos os setores… poderia ter sido um desastre, caso o país fosse governo por incompetentes como a esquerda, ou João doria, ou um Ciro Gomes da vida.

  5. Calígula disse:

    Presidente Bolsonaro e o Ministro Paulo Guedes são competentes e honestos.
    PT RN onde foi parar os 5milhões dos respiradores?

Economia brasileira cresceu 7,5% no terceiro trimestre, aponta monitor do PIB da FGV

Monitor do PIB — Foto: Reprodução/Ibre

A economia brasileira registrou alta de 7,5% no terceiro trimestre, na comparação com os três meses anteriores, segundo dados do Monitor do PIB-FGV, divulgados pela Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta quinta-feira (19). Frente ao mesmo período de 2019, no entanto, o resultado é uma queda de 4,4%.

Segundo a FGV, em setembro o PIB teve uma alta de 1,1% ante o mês anterior. Já na comparação com o mesmo mês do ano passado recuou 2,3%.

“O forte crescimento de 7,5% da economia brasileira no 3º trimestre, reverte, em parte, a forte retração de 9,7% registrada no 2º trimestre deste ano, em função da chegada da pandemia de Covid-19 ao Brasil, a partir de março”, diz em nota o coordenador da pesquisa, Claudio Considera.

Ele ressalta, no entanto, que o crescimento não é suficiente para recuperar o nível de atividade econômica, que segue 5% abaixo do observado no 4º trimestre do ano passado.

De acordo com Considera, o setor de serviços ainda tem dificuldades para se recuperar – mesmo com a flexibilização das medidas de isolamento – por conta da elevada incerteza quanto ao futuro da pandemia.

Principais resultados

O Monitor do PIB apontou que no terceiro trimestre, em comparação com o mesmo período de 2019:

O consumo das famílias caiu 5,1%, com retração de 8,7% no consumo de serviços;

Os investimentos (formação bruta de capital fixo) tiveram queda de 2,2%, com recuo de 8,2% em máquinas e equipamentos;

A exportação teve alta de 1,7%; enquanto a importação encolheu 24,4%.

Perspectivas e projeções para 2020

O indicador da FGV ficou melhor que o apontado pelo Índice de Atividade Econômica (IBC-Br), do Banco Central (BC), que apontou uma alta de 1,06% no mês.

O mercado financeiro estimou, na segunda-feira (16), uma retração de 4,66% para a economia brasileira neste ano

Na terça (17), o governo brasileiro reduziu para 4,5% a expectativa de queda para o PIB de 2020

O Fundo Monetário Internacional (FMI) projeta um tombo do PIB de 5,8% em 2020.

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Carlos Araújo disse:

    Cresceu 7,5% em relação ao trimestre passado, mas quando comparado ao mesmo trimestre do ano passado teve queda 4,4%. É óbvio que quando se para a economia e ela retoma, terá crescimento em "V", o que não significa que teremos um PIB positivo neste trimestre. Alerta aos sonhadores, a inflação está de volta e vai levar parte de salário. Para os donos de empresa, não tem coisa melhor do que um trabalhador querendo trabalhar mais achando bom ganhar menos. Todos sonham em ser empresário e acordam com o despertador dizendo que hora de acordar para não chegar atrasado no trabalho.

  2. PEDRO VERDADEIRO. disse:

    Isso não é bom e agradável para os meninos do PT, na verdade, péssima notícia.

  3. Acorda Brasil disse:

    Que coisa.. parece um "V". Se não me engano um certo economista odiado pelas esquerdas (e foi o que mais infligiu derrotas aos bancos) falou em um recuperação em "V". Deus ajude o Brasil.

  4. PEDROCA Do Alecrim disse:

    Contribui para esse %.
    Casei, comprei uma bicicleta pra o meu MARIDO (pedalamos juntos), viajamos para Tambaba em lua de mel, etc. Ou seja, tenho orgulho em ter participado desses 7,5%

ECONOMIA BRASILEIRA VOLTA A CRESCER: ‘Prévia’ do PIB do Banco Central aponta alta de 9,47% no terceiro trimestre e saída da recessão

Foto: © Marcello Casal jr/Agência Brasil

A economia brasileira voltou a crescer no terceiro trimestre deste ano e, com isso, saiu da chamada “recessão técnica”. É o que indicam informações divulgadas nesta sexta-feira (13) pelo Banco Central.

Segundo o Índice de Atividade Econômica do BC (IBC-Br)– indicador considerado com uma “prévia” do resultado do Produto Interno Bruto (PIB) – a economia registrou um crescimento de 9,47% no terceiro trimestre, na comparação com os três meses anteriores.

O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia. Dois trimestres seguidos de queda do nível de atividade (registrados neste ano) representam uma recessão técnica, que foi superada, segundo indicam os números prévios do BC.

O resultado oficial do PIB no terceiro trimestre deste ano, porém, será divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) somente em 3 de dezembro.

Os resultados do IBC-Br, neste ano refletem os efeitos da pandemia do novo coronavírus, sentidos com maior intensidade na economia em março e abril. De maio em diante, os números mostram o início de uma retomada da economia, puxada, entre outros fatores, pelo auxílio emergencial.

Em análise recente, o BC informou que “programas governamentais de recomposição de renda têm permitido uma retomada relativamente forte do consumo de bens duráveis e do investimento”.

Mês a mês e parcial do ano

De acordo com o IBC-Br, somente em setembro deste ano, a economia brasileira mostrou crescimento de 1,29% na comparação com agosto. O número foi calculado após ajuste sazonal. Esse foi o quinto mês seguido de crescimento do indicador, na comparação com o mês anterior.

Mesmo assim, os números do Banco Central também mostram que o nível de atividade ainda não voltou ao patamar de fevereiro, registrado antes da pandemia do novo coronavírus.

Com o crescimento registrado em setembro, o IBC-Br atingiu 136,34 pontos, abaixo do patamar de fevereiro, ou seja, de antes da pandemia (139,80 pontos).

No acumulado dos nove primeiros meses deste ano, o índice de atividade econômica registra queda de 4,93% – sem ajuste sazonal.

Em 12 meses até setembro de 2020, houve queda de 3,32% – também sem ajuste sazonal.

PIB x IBC-Br

Os resultados do IBC-Br são considerados uma “prévia do PIB”. Porém, nem sempre mostram proximidade com os dados oficiais do Produto Interno Bruto.

O cálculo dos dois é um pouco diferente. O indicador do BC incorpora estimativas para a agropecuária, a indústria e o setor de serviços, além dos impostos.

O IBC-Br é uma das ferramentas usadas pelo BC para definir a taxa básica de juros do país. Com o menor crescimento da economia, por exemplo, teoricamente haveria menos pressão inflacionária.

Atualmente, a taxa Selic está em 2% ao ano, na mínima histórica. O BC indicou, na ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), manutenção da taxa básica da economia nesse patamar nos próximos meses.

Expectativas

Na semana passada, os economistas das instituições financeiras projetaram uma queda de 4,80% para o resultado do PIB e 2020. Para o BC, a retração será de 5% neste ano.

Em setembro, o governo brasileiro manteve a expectativa de queda de 4,7% para o PIB de 2020. O ministro da Economia, Paulo Guedes, acredita que a economia esteja retomando em “V”, com forte alta após queda pronunciada, e estima um tombo menor, ao redor de 4% em 2020.

O Banco Mundial prevê uma queda de 5,4% da economia neste ano e, o Fundo Monetário Internacional (FMI) estima um tombo de 5,8% em 2020.

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Otávio disse:

    Ôôô véi duro da gota serena.
    Desde a sua entrada, duas recuperações.
    Uma na e herança maldita do PT ladrão.
    Outra no pós covid.
    Tamos juntos Presidente.

  2. Osvaldo disse:

    Vcs se baseiam em que ?Não estou querendo ser pessimista mas vcs enganavam antes hoje todos mundo tem um celular na mão, tem mas informação.

    • Dinho disse:

      Brasileiro é um povo diferente… a pessoa podendo tá torcendo à favor, torce contra. Cidadão, essas informações não podem ser inverídicas. Ache bom, pois sobra pra todos, inclusive pra vc, independente de partidos. O outro lá em baixo (Greg), diz que tá esperando desde Dilma. Rapaz, uma bagunça daquelas, tinha primeiro que arrumar a casa, e tava e continuará sendo feito, mas houve essa pandemia no meio do caminho. Vamos torcer a favor, pessoal.

  3. José Macedo disse:

    A economia subindo é bom para todos, traz credibilidade internacional e aumenta os investimentos estrangeiros e nacionais gerando mais emprego.

PIB: Pela 1ª vez desde maio, mercado financeiro estima tombo da economia brasileira menor que 5% em 2020

Foto: Reprodução

Os analistas do mercado financeiro reduziram novamente sua estimativa para o tombo da economia brasileira neste ano e, pela primeira vez desde maio, passaram a prever uma retração menor do que 5%.

A previsão de queda do Produto Interno Bruto (PIB) passou de 5% para 4,81% neste ano. A expectativa faz parte do boletim de mercado, conhecido como relatório “Focus”, divulgado nesta segunda-feira (26) pelo Banco Central (BC).

Os dados foram levantados na semana passada em pesquisa com mais de 100 instituições financeiras.

O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia.

Desde 14 de maio deste ano a previsão dos analistas dos bancos não ficava abaixo de uma contração de 5% para o PIB em 2020. No pior momento, em 30 de junho, os economistas chegaram a estimar uma queda de 6,6% para a economia em 2020.

Na última semana, o mercado também baixou, de 3,47% para 3,42%, a estimativa de expansão do Produto Interno Bruto para 2021.

A expectativa para o nível de atividade foi feita em meio à pandemia do novo coronavírus, que tem derrubado a economia mundial e colocado o mundo no caminho de uma recessão. Nos últimos meses, porém, indicadores têm mostrado uma retomada da economia brasileira.

Em setembro, o governo brasileiro manteve a expectativa de queda de 4,7% para o PIB de 2020.

O Banco Mundial prevê uma queda de 5,4% no PIB brasileiro e o Fundo Monetário Internacional (FMI) estima um tombo de 5,8% em 2020.

Em 2019, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o PIB cresceu 1,1%. Foi o desempenho mais fraco em três anos.

Após recuar 2,5% nos primeiros três meses deste ano (número revisado), o PIB apresentou um tombo de 9,7% no segundo trimestre deste ano – contra os três meses anteriores. Foi a maior queda desde que o IBGE iniciou os cálculos do PIB trimestral, em 1996.

Inflação

Ao mesmo tempo em que vê um tombo menor do nível de atividade neste ano, o mercado financeiro também projeta uma alta maior da inflação.

Segundo a pesquisa realizada pelo Banco Central, os analistas dos bancos subiram a estimativa de inflação deste ano de 2,65% para 2,99%. Essa foi a décima primeira alta seguida do indicador.

Em setembro, a inflação oficial do país avançou 0,64% e foi puxada pela alta nos preços de alimentos e da gasolina. Foi a maior alta para um mês de setembro desde 2003 – quando atingiu 0,78% – e a maior taxa do ano.

Apesar da alta, a expectativa de inflação do mercado para este ano segue abaixo da meta central, de 4%, e também do piso do sistema de metas, que é de 2,5% em 2020.

Pela regra vigente, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país, pode oscilar de 2,5% a 5,5% sem que a meta seja formalmente descumprida. Quando a meta não é cumprida, o BC tem de escrever uma carta pública explicando as razões.

A meta de inflação é fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para alcançá-la, o Banco Central eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia (Selic).

Para 2021, o mercado financeiro subiu de 3,02% para 3,10% sua previsão de inflação. No ano que vem, a meta central de inflação é de 3,75% e será oficialmente cumprida se o índice oscilar de 2,25% a 5,25%.

Taxa básica de juros

Após a manutenção da taxa básica de juros em 2% ao ano em setembro, o mercado segue prevendo estabilidade na Selic neste patamar até o fim deste ano.

Para o fim de 2021, a expectativa do mercado subiu de 2,50% para 2,75% ao ano. Isso quer dizer que os analistas passaram a prever uma alta maior dos juros no ano que vem.

Outras estimativas

Dólar: a projeção para a taxa de câmbio no fim de 2020 subiu de R$ 5,35 para R$ 5,40. Para o fechamento de 2021, avançou de R$ 5,10 para R$ 5,20 por dólar.

Balança comercial: para o saldo da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações), a projeção em 2020 subiu de US$ 57,56 bilhões para US$ 58 bilhões de resultado positivo. Para o ano que vem, a estimativa dos especialistas do mercado permaneceu em US$ 55 bilhões de superávit.

Investimento estrangeiro: a previsão do relatório para a entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil neste ano continuou em US$ 50 bilhões. Para 2021, a estimativa permaneceu estável em US$ 65 bilhões.

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. José Macedo disse:

    Esses resultados crescentes são ótimos para o país, geram maís confiança no país com maís empregos e investimentos externos.

FMI melhora previsão do PIB do Brasil e da economia mundial em 2020

Foto: Yuri Gripas / Reuters

A recessão causada pela pandemia será menos severa do que o esperado em 2020 graças à abertura de algumas economias avançadas, embora a reativação perca força, alertou o Fundo Monetário Internacional nesta terça-feira. Ao revisar seu “Panorama Econômico Mundial” o FMI espera agora uma contração do PIB mundial de 4,4% neste ano, abaixo da estimativa de junho, de 5,2%.

Para o Brasil e México, as duas principais economias da América Latina e ambos entre os cinco países com mais óbitos pelo novo coronavírus, o relatório estima quedas do PIB menores do que o esperado em meados do ano, de 5,8% e 9%, respectivamente.

Em junho, a estimativa era de queda de 9,1% para o Brasil. O FMI já havia divulgado esses números na semana passada em seu relatório periódico sobre a economia de seus membros, conhecido como Artigo IV. Em ambos os casos alertou sobre os riscos para o crescimento.

O novo coronavírus deixa mais de 1,07 milhão de mortes no mundo. Na Europa, França, Espanha e Inglaterra, diante de uma nova onda de infecções, multiplicam-se as medidas para evitar um confinamento generalizado, que pode ser devastador para a economia.

“Viver com o novo coronavírus é um desafio diferente, mas o mundo se adapta”, considerou a economista-chefe da agência, Gita Gopinath, em um blog que acompanha o último relatório de previsão econômica global (WEO) do FMI.

A revisão em alta reflete dados econômicos melhores do que o esperado no segundo trimestre, particularmente em economias desenvolvidas da Europa, nos Estados Unidos e na China, o berço do vírus.

Todas as regiões do mundo parecem ter um desempenho melhor do que o esperado, mas as economias emergentes e em desenvolvimento como um todo caem na exceção: para elas, a previsão piorou para um declínio coletivo de 3,3% em 2020.

O PIB dos Estados Unidos, maior economia mundial, cairá 4,3%, abaixo dos 8% estimados anteriormente, enquanto a economia da zona do euro recuará 8,3%.

“No entanto, esta crise está longe de terminar”, advertiu Gopinath.

Diante da imensa incerteza, o FMI mais uma vez revisou para baixo a expectativa de recuperação para 2021 (+5,2%, -0,2 ponto).

“A recuperação provavelmente será longa, desigual e incerta”, resumiu a economista, retomando termos já usados pelo organismo internacional.

Em relação à previsão anterior de junho, “a perspectiva piorou consideravelmente em alguns países emergentes e em desenvolvimento, onde as infecções estão aumentando rapidamente”.

Após a contração histórica de 2020 e a esperada reativação em 2021, o nível do PIB mundial deve ser um pouco superior ao de 2019, detalhou o Fundo.

A agência estima que, no médio prazo, as perspectivas serão medíocres, pois o distanciamento social provavelmente persistirá até o final de 2022, o que impede uma verdadeira recuperação.

Além disso, não se pode excluir um cenário pior, com a intensificação das infecções combinada com a desaceleração dos avanços na busca por tratamentos e vacinas, obrigando as autoridades a tomarem medidas mais duras.

Na Ásia, destaque para a China

A China, que teve uma forte e rápida reabertura e recuperação diante da pandemia, será a única economia a apresentar crescimento positivo em 2020, de 1,9% – quase o dobro da taxa prevista em junho -, e deve atingir crescimento de 8,2% em 2021, maior ritmo em quase uma década, disse o FMI.

Mas os mercados emergentes, exceto a China, terão uma contração de 5,7% em 2020, pior do que os 5,0% previstos em junho. O FMI disse que o vírus continua a se espalhar em grandes países, incluindo Índia e Indonésia, e essas economias são muito mais dependentes de setores duramente atingidos – incluindo turismo e commodities- bem como de remessas e de outras fontes de financiamento externo.

A economia indiana deve registrar retração de 10,3% neste ano, mas em 2021 a previsão é de avanço de 8,8%.

Na zona do euro, recuperação mais fraca

O Fundo prevê um crescimento de 5,2% para a zona do euro em 2021, um resultado menor do que o anunciado em junho, de 4,4%, sinal de que a recuperação econômica será trabalhosa.

Mas também suavizou sua previsão de recessão para este ano a -8,3%, contra -10,2%.

De acordo com o FMI, a Espanha seria o país europeu em situação mais difícil, com uma queda do PIB estimada em 12,8% este ano. Enquanto isso, a Itália registraria queda de 10,6% e a França de 8,3%.

A Alemanha, a maior potência exportadora do continente, veria um retrocesso de 6% este ano, apontou o FMI, já que a demanda da Ásia permaneceu sustentada.

O FMI também indicou que as coisas poderiam ter sido piores e elogiou os países europeus pelo ambicioso programa de gastos para atenuar os impactos econômicos da pandemia, especialmente o pacote de recuperação de 750 bilhões de euros da UE, que considerou um bom sinal.

Também destacou as históricas medidas adotadas pelo Banco Central Europeu, que impulsionaram os mercados de valores e mantiveram decididamente os preços dos empréstimos de países altamente endividados, como a Itália, em níveis mínimos históricos.

“Essas medidas agressivas desempenharam um papel crucial no apoio à confiança e prevenção de uma maior amplificação do impacto da covid-19 através do sistema financeiro”, destacou o FMI.

Além disso, destacou a força do euro, principalmente em relação ao dólar americano. No período de abril a setembro, disse a instituição, “o euro se valorizou cerca de 4% devido às melhorias das perspectivas econômicas e ao aumento mais lento dos casos de Covid-19”.

Recessões profundas na América Latina

Para as economias da América Latina e do Caribe, o Fundo melhorou as estimativas para 2020, embora tenha alertado sobre “recessões profundas” em alguns países duramente atingidos pela pandemia de Covid-19.

O Produto Interno Bruto (PIB) regional vai recuar 8,1% neste ano, menos que os 9,4% previstos em junho, informou o organismo multilateral, acrescentando que panorama continua “precário” nas economias emergentes, “com muitos países latino-americanos gravemente afetados pela pandemia enfrentando recessões muito profundas”.

Entre os fatores para essa situação, o FMI menciona a disseminação contínua da Covid-19, o impacto da crise da saúde em setores-chave, como o turismo, e uma maior dependência de financiamento externo, incluindo as remessas.

Para 2021, o FMI projetou uma recuperação do PIB regional de 3,6%.

América Latina e Caribe é a região do mundo mais afetada pela pandemia declarada em março. Com mais de 10,1 milhões de casos e quase 370.000 mortes, é responsável por mais de um quarto das infecções e mais de um terço de todas as mortes por Covid-19 do planeta.

As projeções do Fundo também são ligeiramente melhores para o Chile (-6,0% em comparação aos -7,5% em junho). No entanto, pioraram para Argentina (-11,8% em comparação aos -9,9%) e Colômbia (-8,2% em comparação aos -7,8%).

A Argentina, em recessão desde 2018, enfrenta uma profunda crise econômica e social agravada especialmente pela pandemia. O país planeja negociar com o FMI um novo contrato de crédito em meados de novembro, depois que a agência lhe concedeu o maior empréstimo de sua história: US$ 57 bilhões, com desembolso de US$ 44 bilhões.

A Colômbia, em sua primeira recessão em duas décadas, aumentou no mês passado em US$ 6,5 bilhões sua linha de crédito flexível com o FMI que havia contratado em maio.

Para o Peru, o FMI manteve sua projeção de contração de 13,9% do PIB em 2020 em relação a 2019.

De longe, o maior colapso da América Latina ainda é o da Venezuela, mergulhada em um desastre econômico desde 2013. Para este país caribenho, o Fundo prevê uma contração de 25% do PIB, acima dos 20% estimados em junho.

Perdas de US$ 28 trilhões

Nesse contexto, é difícil para a economia mundial retornar à trajetória esperada antes da pandemia.

O FMI estima que a perda cumulativa do PIB para 2020-2025 será de cerca de US$ 28 trilhões, US$11 trilhões somente em 2020-2021.

“É um sério revés para a melhoria do padrão de vida” da população, alertou Gopinath.

Assim como o Banco Mundial, o FMI teme que essa crise encerre o progresso feito desde a década de 1990 na redução da pobreza no mundo e que a desigualdade esteja crescendo.

O fechamento das escolas, um sacrifício para gerações inteiras, acrescenta “mais um desafio”.

O volume de comércio de bens e serviços no mundo vai cair, e embora a queda seja menor que a esperada em 2020 e haja uma retomada em 2021, o número também é significativo para esse motor de crescimento: uma redução de 10,4% neste ano nos intercâmbios comerciais.

“Estes são tempos difíceis, mas há espaço para esperança”, acrescentou a economista do FMI.

“Os testes se intensificaram, os tratamentos estão melhorando e os testes de vacinas estão se desenvolvendo em um ritmo sem precedentes, alguns já no estágio final”.

A diretora-geral do FMI, Kristalina Georgieva, vem insistindo há várias semanas que é fundamental que todas as inovações sejam produzidas em grande escala para o benefício de todos os países.

“Este esforço deve incluir ajuda multilateral para distribuir doses (de vacinas) a todos os países a preços acessíveis”, acrescentou Gopinath.

Enquanto se espera por uma vacina, o FMI mais uma vez recomenda aos governos que mantenham a ajuda para os mais pobres e aumentem os gastos públicos com foco em projetos “verdes” geradores de mais empregos.

As reuniões do FMI e do BM são realizadas em formato virtual de 12 a 18 de outubro de 2020.

O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Manoel C. disse:

    PedrÓDIO, ataca mais uma vez. Se tiver a notícia de uma topada fatal na Gentil Ferreira, é capaz dele citar Lula, Venezuela e Maduro.

  2. Pedro disse:

    Essas notícias matam mais ratos que chumbinho, o rato mor de nove dedos e a anta ficam chiando com ratos na ponta de uma vassoura. O Brasil tem tudo para dar certo, agronegócio pujante, sub solo rico em minérios, muita terra rica em opções turísticas e por aí vai, pena que a nossa classe política não ajude, assim como adoramos com gestores incompetentes e ladrões do património público. O bêbado e a anta , escancararam as nossas fronteiras para as drogas, principalmente para vizinhos ruins e ditatoriais como Venezuela e Bolívia, isso foi triste.

Projeção do Banco Central para queda do PIB no Brasil é reduzida de 6,4% para 5%; estimativa de crescimento da economia em 2021 é 3,9%

Foto: © CNI/José Paulo Lacerda/Direitos reservados

O Banco Central (BC) reduziu a projeção de queda da economia brasileira este ano. A estimativa de recuo do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, passou de 6,4%, previstos em junho, para 5%. A estimativa está no Relatório de Inflação, divulgado trimestralmente pelo BC.

No relatório, o BC lembra que o PIB recuou 9,7% no segundo trimestre de 2020, “repercutindo a magnitude da retração da atividade em março e, principalmente, em abril”. Segundo o Banco Central, há “perspectivas mais favoráveis para o terceiro trimestre, em linha com os indicadores domésticos disponíveis, as informações mais recentes sobre a pandemia e a evolução esperada da economia internacional”.

Para 2021, “ainda com incerteza acima da usual”, a projeção de crescimento é de 3,9%. “Ressalte-se que essa perspectiva depende da continuidade do processo de reformas e ajustes necessários na economia brasileira, condição essencial para permitir a recuperação sustentável da economia”, finaliza o Banco Central.

Agência Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Luciano disse:

    Enquanto isso na Argentina esquerdista apontada no começo da pandemia como modelo para o Brasil por ter feito o maior lockdown do mundo, a economia vai afundando, caiu 19% e metade da população está abaixo da linha de pobreza, ainda bem que Bolsonaro estava certo.

  2. Emmanoel do Nascimento Costa disse:

    To com Bolsonaro fez reforma de previdência colocando essa povo para trabalhar mais tá certo a vagabundagem é grande neste pais

  3. Pixuleco disse:

    Hô Véio Bom é Esse Presidente Bolsonaro e o Ministro Paulo Guedes. Nem com uma pandemia que abalou economias mundo afora o Brasil dando show.
    Mito 2022 até o talo.

    • 🐂 Do Bozo disse:

      Você fala essas coisas fora de casa? As pessoas zombam de você?

Mercado melhora previsão e passa a prever tombo de 5,11% no PIB de 2020

Os economistas do mercado financeiro melhoraram sua estimativa para a queda do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano, que passou de 5,31% para 5,11%.

A expectativa faz parte do boletim de mercado, conhecido como relatório “Focus”, divulgado nesta segunda-feira (14) pelo Banco Central (BC). Os dados foram levantados na semana passada em pesquisa com mais de 100 instituições financeiras.

O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia.

A expectativa para o nível de atividade foi feita em meio à pandemia do novo coronavírus, que tem derrubado a economia mundial e colocado o mundo no caminho de uma recessão. Nas últimas semanas, porém, indicadores têm mostrado o início de uma retomada da economia brasileira.

No mês passado, o governo brasileiro manteve a expectativa de queda de 4,7% para o PIB de 2020.

O Banco Mundial prevê uma queda de 8% no PIB brasileiro e o Fundo Monetário Internacional (FMI) estima um tombo de 9,1% em 2020.

Em 2019, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o PIB cresceu 1,1%. Foi o desempenho mais fraco em três anos. Nos três primeiros meses de 2020, foi registrada uma retração de 1,5% na economia brasileira.

Para 2021, a expectativa do mercado financeiro de crescimento do PIB foi mantida em 3,50%.

Inflação abaixo de 2%

Segundo o relatório divulgado pelo BC nesta segunda-feira, os analistas do mercado financeiro elevaram a estimativa de inflação para 2020 de 1,78% para 1,94%. Foi a quinta alta seguida do indicador.

A expectativa de inflação do mercado para este ano segue abaixo da meta central, de 4%, e também do piso do sistema de metas, que é de 2,5% em 2020.

Pela regra vigente, o IPCA pode oscilar de 2,5% a 5,5% sem que a meta seja formalmente descumprida. Quando a meta não é cumprida, o BC tem de escrever uma carta pública explicando as razões.

A meta de inflação é fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para alcançá-la, o Banco Central eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia (Selic).

Para 2021, o mercado financeiro subiu de 3% para 3,01% sua previsão de inflação. No ano que vem, a meta central de inflação é de 3,75% e será oficialmente cumprida se o índice oscilar de 2,25% a 5,25%.

Taxa básica de juros

Após a queda para a mínima histórica de 2% ao ano no começo de agosto, o mercado segue prevendo manutenção da taxa básica de juros da economia, a Selic, neste patamar até o fim deste ano.

Para o fim de 2021, a expectativa do mercado passou de 2,88% para 2,50% ao ano. Isso quer dizer que os analistas seguem estimando alta dos juros no ano que vem, embora em menor intensidade.

Outras estimativas

Dólar: a projeção para a taxa de câmbio no fim de 2020 permaneceu em R$ 5,25. Para o fechamento de 2021, ficou estável em R$ 5 por dólar.

Balança comercial: para o saldo da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações), a projeção em 2020 subiu de US$ 55 bilhões para US$ 55,15 bilhões de resultado positivo. Para o ano que vem, a estimativa dos especialistas do mercado avançou de US$ 53,35 bilhões para US$ 53,40 bilhões de superávit.

Investimento estrangeiro: a previsão do relatório para a entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil, em 2020, continuou em US$ 55 bilhões. Para 2021, a estimativa subiu de US$ 65,48 bilhões para US$ 66,48 bilhões.

G1