Em meio à pandemia, Banco Central prevê PIB de -6,4% e impacto intenso em comércio e indústria em 2020

O Banco Central (BC) revisou sua projeção para a economia brasileira em 2020 e passou a projetar uma retração de 6,4% no Produto Interno Bruto (PIB). A previsão consta no relatório de inflação, divulgado nesta quinta-feira (25).

A expectativa anterior da instituição, divulgada em março deste ano, era de estabilidade no nível de atividade, ou seja, sem alta nem queda do nível de atividade.

O PIB é a soma de todos os bens e serviços feitos no país, independentemente da nacionalidade de quem os produz, e serve para medir o comportamento da economia brasileira.

A revisão da estimativa decorre dos impactos da pandemia do coronavírus, que têm interrompido a atividade econômica ao redor do mundo e aumentado o desemprego.

“A projeção para o PIB anual considera que o recuo no segundo trimestre será o maior observado desde 1996, início do atual Sistema de Contas Nacionais Trimestrais [do IBGE]”, informou o Banco Central.

A instituição acrescentou que esperar que essa contração do PIB no segundo trimestre deste ano “seja seguida de recuperação gradual nos dois últimos trimestres do ano, repercutindo diminuição paulatina e heterogênea do distanciamento social e de seus efeitos econômicos”.

Ao detalhar os componentes da estimativa para o PIB de 2020, o BC estimou crescimento de 1,2% da agropecuária, retração de 8,5% no nível de atividade da indústria e recuo de 5,3% no setor de serviços (com o comércio registrando uma contração de 10,8%).

Pelo lado da demanda, a estimativa é de uma queda de 7,4% no consumo das famílias e de 13,8% nos investimentos (formação bruta de capital fixo).

Para o mercado financeiro, o PIB terá uma contração de 6,50% neste ano

O Banco Mundial prevê uma queda de 8% no PIB brasileiro em 2020

O Fundo Monetário Internacional estima uma contração de 9,1% para a economia brasileira

Em 2019, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o PIB cresceu 1,1%. Foi o desempenho mais fraco em três anos. Nos três primeiros meses de 2020, foi registrada uma retração de 1,5% na economia brasileira.

Inflação e taxa de juros

O BC também informou que a sua estimativa de inflação para 2020, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), recuou de 2,6% (em março deste ano) para 2,4%.

Essa previsão considera a trajetória estimada pelo mercado financeiro para a taxa de juros e de câmbio neste ano e no próximo.

Em outro cenário, que considera taxa de juros (Selic) e câmbio estáveis, por sua vez, a previsão do Banco Central para a inflação oficial deste ano recuou de 3% para 1,9%.

As previsões estão abaixo das metas de inflação. Neste ano, a meta central de inflação é de 4% e terá sido oficialmente cumprida se o IPCA oscilar de 2,5% a 5,5%.

Quando as estimativas para a inflação estão em linha ou abaixo das as metas, o BC pode reduzir os juros.

Quando previsões estão acima da trajetória esperada, a taxa Selic é elevada.

Se a meta não é cumprida, o BC tem de escrever uma carta pública explicando as razões.

O mercado prevê que a inflação oficial fique em 1,60% este ano e em 3% em 2021.

Para 2021 e 2022, no cenário de mercado (Selic e câmbio projetados pelos bancos), o Banco Central projetou uma inflação de 3,2% nos dois anos. Em março, no relatório de inflação anterior, as duas projeções estavam em 3,2% e 3,3%, respectivamente.

Sobre a taxa básica de juros, que está na mínima histórica de 2,25% ao ano, o BC informou que o “espaço remanescente para a utilização de política monetária [novo corte nos juros] é incerto e deve ser pequeno”.

“Para as próximas reuniões, o Comitê vê como apropriado avaliar os impactos da pandemia e do conjunto de medidas de incentivo ao crédito e recomposição de renda, e antevê que um eventual ajuste futuro no grau de estímulo monetário será residual”, acrescentou.

G1

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. José Macedo disse:

    O que vai dificultar é resgatar as empresas falidas nesta pandemia que geraram milhões de desempregados, o governo conseguiu salvar 10 milhões de trabalhadores com medidas de ajuda a micro e pequenas empresas.
    Talvez o que ajude a diminuir a crise é a inflação baixa, juros baixo e superávit positivo, além de estímulo ao trabalho com investimentos do governo tendo como exemplo a lei de saneamento basico que gerará emprego em todo país.

  2. Cidadão pagador de impostos disse:

    Antes mesmo do coronavírus a economia já vinha desabando.

Com impacto do coronavírus, FMI prevê queda de 9,1% para o PIB do Brasil neste ano

Foto: Reprodução

O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro vai ser duramente afetado pelos impactos provocados pela pandemia de coronavírus e deve recuar 9,1% neste ano, segundo a nova projeção do Fundo Monetário Internacional (FMI) divulgada nesta quarta-feira (24).

Se confirmada a previsão do Fundo, o tombo da economia brasileira deverá será o maior em 120 anos, pelo menos. Em abril, o FMI estimava uma recessão de 5,3%.

A previsão do FMI também é mais pessimista que a de boa parte dos analistas brasileiros. No relatório Focus, do Banco Central, a projeção mais recente aponta para uma queda do PIB de 6,5%.

Os novos dados do Fundo publicados no relatório World Economic Outlook mostraram uma piora generalizada para a atividade econômica mundial, confirmando que os estragos econômicos da pandemia são mais intensos do que o previsto inicialmente. O FMI aponta, por exemplo, que o PIB global deve recuar 4,9% neste ano – a previsão anterior era queda de 3% -, com todas as regiões enfrentando um quadro de recessão.

“Pela primeira vez, projeta-se que todas as regiões experimentem um desempenho negativo (do PIB) em 2020. No entanto, existem diferenças substanciais entre as economias, refletindo a evolução da pandemia e a eficácia das estratégias de contenção”, escreveu o FMI em relatório.

Para as economias avançadas, o Fundo estima uma queda do PIB de 8%, enquanto as economias emergentes devem apresentar uma retração na atividade de 3%.

“A pandemia levou as economias para um grande lockdown, o que ajudou conter o vírus e salvar vidas, mas também desencadeou a pior recessão desde a Grande Depressão”, pontuou a economista-chefe do FMI, Gita Gopinath. “Vários países começaram a se recuperar. No entanto, na ausência de uma solução média, a força da recuperação é altamente incerta e o impacto nos setores e países desiguais.

Piora fiscal

Com o aumento dos gastos públicos realizado pelos governos para conter o avanço da pandemia, o FMI também atualizou as projeções para o envidamento dos países.

Segundo o Fundo, as medidas fiscais anunciadas pelos países já somam mais de US$ 10 trilhões, acima dos US$ 8 bilhões esperados inicialmente em abril. Com esse afrouxamento fiscal, o FMI estima que a dívida bruta global deverá chegar a 101,5% do PIB neste ano.

Para o Brasil, o FMI estima que a dívida bruta vai alcançar 102,3% do PIB neste ano, recuando para 100,6% do PIB em 2021. Nos últimos anos, a questão fiscal tem sido o principal entrave da economia brasileira. O tamanho do endividamento brasileiro é considerado alto para um país ainda emergente.

Desde o início da crise, no entanto, os economistas avaliam que o governo está correto em ampliar os gastos públicos para conter o avanço da pandemia, mas dizem que essa piora fiscal deve ser restrita a 2020.

Retomada mais tímida

O FMI também revisou as projeções de crescimento dos países para 2021. Na nova leitura, o Fundo ficou mais pessimista para a atividade global. Agora, a expectativa de crescimento do mundo é de 5,4% no ano que vem, abaixo dos 5,8% projetados em abril.

Para o Brasil, no entanto, há uma pequena melhora. Em 2021, a projeção para a economia brasileira é de avanço de 3,6%, acima dos 2,9% esperados no relatório passado.

O desempenho brasileiro deverá ficar abaixo da previsões do Fundo para as economias emergentes, que devem apresentar expansão de 5,9%. Já as economias avançadas devem crescer 4,8%.

“Em 2021, projeta-se que a taxa de crescimento para os países emergentes e economias em desenvolvimento se fortaleça para 5,9%, refletindo amplamente a previsão de recuperação para a China (8,2 por cento)”, escreveu o FMI.

G1

PIB brasileiro deve cair 5% em 2020 por coronavírus, diz Banco Mundial

Imagem: reprodução

O PIB (Produto Interno Bruto) do Brasil deverá ter retração de 5%, segundo projeção do Banco Mundial anunciada neste domingo (12) em relatório da instituição sobre os impactos econômicos do novo coronavírus na América Latina e no Caribe.

O PIB da região como um todo deverá cair 4,6%, desempenho que será liderado pela retração das maiores economias da região. Dos 26 países analisados pelo banco, apenas dois (Guiana e República Dominicana) não entrariam em recessão em 2020, de acordo com o estudo.

Entre os que apresentariam queda mais intensa de atividade econômica neste ano estão México (-6%), Argentina (-5,2%) e Equador (-6%), além do Brasil. O Banco Mundial afirma, porém, que as estimativas podem mudar diariamente a depender da evolução da pandemia.

Para 2021, a previsão atual do Banco Mundial de crescimento da região é de 2,6%, com estimativa de alta de no 1,5% para o PIB brasileiro.

O relatório diz que o impacto econômico da pandemia será forte agora dado o perfil da maioria dos países latino-americanos, muito dependentes da exportação de commodities. A demanda por esses produtos por parte das potências do G7 e da China deverá cair drasticamentem, de acordo com o estudo.

O banco diz ainda que o nível da atividade econômica da América Latina já sinais de “dramático declínio”, citando imagens de satélite que mostram diminuição dos níveis de dióxido de nitrogênio no subcontinente.

O banco defende que os programas sociais de proteção e assistência social na região “devem ser rapidamente ampliados e ter sua cobertura estendida” para mitigar os impactos da crise. O relatório cita como agravante a alta taxa de informalidade nos países do subcontinente.

“Empresas e setores estrategicamente importantes devem ter suporte explícito, em troca de manter o emprego de seus trabalhadores. As pequenas empresas podem ser alcançadas por meio de bancos e outros intermediários. As instituições financeiras podem ser incentivadas através do compartilhamento de riscos [de crédito com o governo] e garantias, de modo a garantir a disponibilidade de liquidez em um contexto de necessidades de capital”, diz o estudo.

Segundo o Banco Mundial, as medidas de restrição de circulação e isolamento social, tomadas por governos para reduzir a velocidade de expansão da pandemia, são mais eficazes se tomadas logo após a detecção dos primeiros casos da doença.

De maneira geral, diz o relatório, as medidas mais gerais e drásticas têm resultado menos casos da Covid-19 que as políticas com público-alvo mais restrito (como as que têm como foco apenas os grupos de risco da doença, por exemplo).

FolhaPress

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Santos disse:

    O PIB Brasil em 2018 cresceu 1,3% com relação a 2017. Segundo o novo governo, em 2019 a economia começou a recuperação, no entanto o PIB cresceu 1,1%, ou seja, cresceu menos.
    Imagine com uma economia global em recessão como será o PIB 2020?
    Só Deus pode nos salvar.

  2. François Cevert disse:

    A Lama de Brumadinho
    O Fogo na Amazonia
    Petroleo nas Praias do Nordeste e Sudeste
    Enchentes no Sudeste
    Seca no Sul
    Coronavirus
    Quem vai acabar com o Brasil é Bolsonero , não se enganem!!!

  3. Erika disse:

    Era Bolsonaro: Brumadinho, CT do Flamengo, Milicianos, Terraplanismo, Coronavírus, Recessão…
    2023 chegue logo!!!

    • Ricardo Carvalho disse:

      Era do partido que virou quadrilha: mensalão, petrolão, desfalques nos fundos de pensão, porto de Mariel com dinheiro do BNDES, metrô de Caracas com dinheiro do BNDES, várias obras com dinheiro do BNDES nas ditaduras africanas amigas…. ufa, lembra de mais alguma ladroagem?

  4. Lurdes disse:

    Mito! Mito!
    Dr Paulo em segundo lugar.
    Não em terceiro, o segundo e dr Moro.
    Kkkkkkkkk
    Só fera!!!
    Kkkkkkkk
    Quem não quiser cair, se deite.
    Kkkkkkkk

  5. Cidadão pagador de impostos disse:

    Esse governo Bolsonaro é só desgraça…
    Parece até q tá aliado c o capeta!

  6. Observando disse:

    Faz sentido. Paulo Guedes disse que podia ser queda de 4 por cento. Mas ministros da economia mentem quanto ao crescimento do PIB faz pelo menos uns 30 anos.

Por conta de medidas de combate ao coronavírus, governo eleva estimativa de déficit para 5,55% do PIB


Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O secretário especial de Fazenda, Waldery Rodrigues, disse na noite esta quinta-feira (2) que o impacto primário das medidas anunciadas pelo governo é de R$ 224,6 bilhões, o equivalente a 2,95% do Produto Interno Bruto (PIB). Com isso, explicou, o déficit primário estimado para este ano é de R$ 419 bilhões, o correspondente a 5,55% do PIB, para o governo central.

O principal efeito é da medida de pagamento extraordinário de R$ 600, com impacto de 1,3% do PIB. O programa de desemprego, terá efeito de 0,68% do PIB. “O déficit será o maior da série, mas é justificável”, disse o secretário, prometendo que essa piora fiscal será circunscrita a 2020 e que a economia vai se recuperar.

O secretário especial da Receita Federal, José Tostes Neto, disse que o governo resolveu manter o cronograma de restituições do IRPF, que inicia-se em maio. A prioridade, como sempre, serão idosos e pessoas com necessidades especiais. O primeiro lote deve liberar R$ 2 bilhões.

Valor Econômico

EFEITO CORONAVÍRUS: Governo reduz a zero a projeção de crescimento do PIB em 2020

Técnicos da equipe econômica anunciam medidas para reduzir impactos do coronavírus Foto: Gustavo Raniere / Ministério da Economia

O governo reduziu para zero (0,02%) a projeção de crescimento da economia brasileira neste ano, por conta dos efeitos da pandemia de coronavírus na atividade econômica.

A revisão, divulgada nesta sexta-feira pelo Ministério da Economia, ocorre pouco mais de uma semana depois da pasta ter anunciado uma piora na projeção de expansão do Produto Interno Bruto (PIB) deste ano, de 2,4 para 2,1%. Naquele momento, os números do governo já estavam defasados em relação ao dados do mercado.

Bancos e consultorias já preveem um resultado muito fraco da economia brasileira este ano, com chance, inclusive, de uma nova recessão por causa da pandemia de coronavírus.

Apesar de ainda não prever resultado negativo no ano, o governo já trabalha com a possibilidade de o país registrar uma recessão técnica, caracterizada por dois trimestres consecutivos de retração do PIB.

— Esse cenário, infelizmente, já está sendo previsto (recessão ). Existe uma boa chance de termos um PIB não muito favorável no primeiro trimestre, e uma redução significativa no PIB do segundo trimestre. Mas, tomando as medidas, acreditamos que no segundo semestre vamos ser capazes de gerar uma retomada econômica para fecharmos o ano de uma maneira melhor — disse o secretário de Política Econômica, Adolfo Sachsida, responsável pelas projeções.

Sachsida destacou que o choque foi inesperado e sem precedentes. Para ele, é possível garantir o início de uma retomada a partir do segundo semestre, desde que seja mantido o compromisso com o teto de gastos, regra que limita o crescimento das despesas públicas:

— No mês de março ocorreram seis “circuit breakers” (parada de negociação) na Bolsa de Valores. Isso é algo absolutamente inéditos. Os efeitos da crise originados pela Covid-19 se espalharam de maneira muito rápida ao redor do mundo.

A FGV prevê que o ano termine com uma retração de 4,4% do PIB. Se confirmada, seria a maior retração registrada no país desde 1962, quando iniciou a série disponível no site do Banco Central.

O cenário simulado pela FGV considera que a economia brasileira sofrerá com efeitos de mesma magnitude que os registrados durante a crise financeira de 2008, dada a redução da atividade global, especialmente nas economias chinesa, europeia e americana. Também são considerados impactos domésticos similares aos registrados no pós-greve dos caminhoneiros, em maio de 2018.

Em 2019, a economia cresceu 1,1%. Em 2018, 1,3%.

Petróleo em queda

Para diminuir o impacto da pandemia de coronavírus na economia, o governo tem anunciado uma série de ações nos últimos dias. Ao todo, com as medidas anunciadas até agora, o impacto total é de R$ 180 bilhões, informou o governo.

O governo atualizou ainda outros parâmetros importantes para a economia.

A expectativa é que o barril seja negociado a uma média de US$ 41,87 ao longo do ano. Antes, a expectativa era de US$ 52,70. Hoje, o produto está na casa dos US$ 30, abaixo das previsões do governo. Essa redução fará o governo arrecadar R$ 9,4 bilhões a menos, neste ano, com petróleo.

O Ministério da Economia também subiu a previsão da cotação do dólar neste ano. Pela contas da pasta, a moeda americana terá uma cotação média de R$ 4,35. Antes, a estimativa era de um câmbio a R$ 4,20.

O governo reduziu ainda a projeção de inflação medida pelo IPCA em 2020. A estimativa é que a inflação fique em 3,05%. Antes, eram 3,12%.

Eletrobras fora

A equipe econômica reduziu em R$ 32,7 bilhões a previsão de arrecadação neste ano. A revisão foi feita principalmente porque o governo deixou de contar com a privatização da Eletrobras, que poderia render aos cofres públicos R$ 16,3 bilhões, como antecipou O GLOBO.

O governo também aumentou em R$ 6,3 bilhões a estimativa de despesas para o ano. Só em recursos extras para o Ministério da Saúde combater o coronavírus o impacto é de R$ 5,1 bilhões.

Com as novas estimativas, a equipe técnica calculou que seria necessário um contingenciamento de R$ 37,5 bilhões para adequar o Orçamento à meta fiscal de R$ 124,1 bilhões.

Esse bloqueio, no entanto, não será necessário porque o Congresso aprovou mais cedo o reconhecimento do estado de calamidade, que libera o país de cumprir essa regra fiscal.

O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Santos disse:

    Anota aí… -4,5

  2. David disse:

    Ainda melhor que 2015 que foi -3,6 e -3,8 em 2016 sem crise internacional.

  3. joao disse:

    Já iria ser zero…agora vai ser negativo…muito burro/incompetente esse governo..

  4. Observando disse:

    Semana passada diziam que seria uma queda de 2,5 para 2,1. Assim dizia Paulo Guedes. Agora dizem que vai ser zero. Entao acreditem. Vai ser PIB negativo. E ai vao dizer que para sair da crise é necessario mais reformas. Como a tributaria. Adivinha o que essa reforma tributaria vai fazer? Aumentar tributos sobre pobres para suprirem o prejuizo dos ricos.

PIB fecha 2019 com crescimento de 1,1% em relação a 2018; na comparação com o mesmo trimestre, houve elevação de 1,7%

Foto: Arquivo/Agência Brasil

O produto interno bruto (PIB), que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, fechou o ano passado com crescimento de 1,1% frente a 2018. O resultado foi alcançado após a variação do quarto trimestre de 2019, que teve alta de 0,5% na comparação com o período anterior.

Na comparação com o mesmo trimestre de 2018 houve elevação de 1,7%, o décimo segundo resultado positivo consecutivo após 11 trimestres de queda.

Os números foram divulgados hoje (4) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em valores correntes, o PIB atingiu R$ 7,3 trilhões no ano. Do total, R$ 6,2 trilhões se referem ao Valor Adicionado a preços básicos e R$ 1,0 bilhão aos Impostos sobre Produtos Líquidos de Subsídios.

Segundo o órgão, a agropecuária cresceu 1,3%, a indústria 0,5% e serviços 1,3%.

O PIB per capta variou 0,3% em termos reais e atingiu R$ 34.533 em 2019.

Agência Brasil

PIB: Levantamento diz que Estados e DF terão desempenho positivo em 2020, e apenas o RN terá queda

Apenas 12 Estados e o Distrito Federal deverão terminar 2020 com o Produto Interno Bruto (PIB) acima do nível pré-crise. Apesar das expectativas de maior expansão da atividade econômica neste ano, os demais Estados ainda precisarão de mais tempo para recuperar o tamanho de sua economia antes da recessão, em 2013 e 2014, segundo levantamento feito pela Tendências Consultoria Integrada. Nessa lenta recuperação, o PIB brasileiro fechará o ano 1% abaixo do nível pré-crise.

O resultado reflete – em boa medida – a grave situação fiscal dos Estados. Com despesas de pessoal elevadas e arrecadação fiscal ainda baixa, alguns governadores cortaram investimentos para fechar a conta no azul – estratégia também observada na esfera federal. Sem investimento de peso, elevado desemprego e alto endividamento das famílias, a saída da crise tem sido mais demorada que em outros períodos.

Entre 2014 e 2016, o PIB nacional encolheu 6,7% enquanto que entre 2017 e 2018 a taxa média de crescimento foi de 1,3%, destaca o economista da Tendências, Lucas Assis, responsável pelo trabalho. “O ano de 2019 foi decepcionante do ponto de vista econômico, com a frustração das expectativas de crescimento.

A previsão é de uma avanço de 2,1% do PIB nacional neste ano, mas ainda dependendo das notícias vindas do mercado internacional. De acordo com a Tendências, 26 Estados e o DF terão desempenho positivo em 2020. Apenas o Rio Grande do Norte terá queda no PIB.

Nesse cenário, Norte, Centro-Oeste e Sul serão as primeiras Regiões a superar o PIB pré-crise. Cada uma impulsionada por fatores específicos e locais. De acordo com o levantamento, o Norte deverá ser o destaque do ano, com crescimento de 3,2% do PIB, acima da média nacional. O desempenho será fortalecido pela retomada da Zona Franca de Manaus e pelo avanço da indústria extrativa, em especial do complexo da Vale S11D, no Pará. “Também vai contar a favor, a maior dinâmica da economia de Roraima por causa dos imigrantes venezuelanos”, diz Assis.

Veja mais: Secretário estadual do Planejamento critica levantamento nacional, diz que probabilidade do crescimento do PIB do RN ser negativa esse ano é “zero”, considerando bom momento da economia brasileira

No Centro-Oeste – Região que menos sofreu durante a crise econômica –, a expectativa é que a economia avance 2,4%, beneficiada pelo câmbio desvalorizado e pelo avanço da agropecuária. Apenas Goiás, que ainda vive intensa crise fiscal, continuará abaixo do nível pré-crise.

O mesmo ocorre no Sul do País. O Estado gaúcho será o único a não superar o patamar de antes da recessão. A atividade econômica da Região deve ter avanço igual à media nacional beneficiada pela recuperação da indústria e pela agropecuária, em especial pela soja e carne de frango.

Outra ponta

Sudeste e Nordeste ainda estarão longe de superar o nível pré-crise. Na Região mais desenvolvida do País, o PIB continuará 2,9% abaixo do início da recessão. Além do tombo da indústria, o Sudeste sofreu com os efeitos do rompimento da barragem de Brumadinho, que afetou Minas Gerais e Espírito Santo. Mas a previsão é otimista para este ano.

O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, diz que, depois de muitas providências, a situação começa a melhorar. No segundo semestre, está prevista a retomada das atividades da Samarco, paradas desde o acidente de Mariana, em novembro de 2015. Além disso, ele conta com a retomada econômica do País para aquecer os setores de siderurgia e cimento.

O ponto negativo de Minas – cuja economia continuará 3,5% abaixo do nível pré-crise – continua sendo a questão fiscal.

Pouco industrializada e altamente dependente de transferências federais, o Nordeste fechará o ano com o pior desempenho do País. O crescimento esperado é de 1,9%, abaixo da média nacional. “Um dos fatores que afeta a recuperação é que os Estados têm uma participação grande da administração pública e é pouco industrializado”, afirma Paula Yamaguti, economista do Itaú Unibanco.

A participação das transferências governamentais na massa total do Nordeste vem apresentando tendência de crescimento. “Ainda que tenha havido uma pequena redução em 2018 (de 0,3 ponto porcentual), essa participação tem apresentado crescimento médio positivo de 0,4 ponto porcentual ao ano”, diz Assis da Tendências.

Estadão

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Ivan disse:

    Estado governado por um tal de ¨forum dos servidores¨…ou seja, sindicatos estão mandando…esse é o resultado…

  2. Anti-Político de Estimação disse:

    Isso é resultado de DÉCADAS de desmandos administrativos promovidos pelas familias e grupos que se alternaram no poder. E se Fátima não levar a reforma adiante (engolindo o que falava antes) a situação se complica ainda mais.

    • M.D.R. disse:

      Tugo bem, têm que fazer as REFORMAS desde que ñ atropela os PELAGAS, SINDICATOS e organizações. Só que a GOVERNADORA , está tirando os direitos conquistados há anos. Sem dúvida uma grande T R A I D O R A.

    • Ceará-Mundão disse:

      O discurso dessa turma tá mudando MUITO. É "Gópi". Só invenção prá tirar os direitos dos "trabaiadô". Nunca pensei que essa política fosse ficar tão interessante. Kkkkkkkkkkk

  3. Rafael Pinheiro disse:

    Parabéns para a (des)Governadora. . .
    Fora Fátima

  4. Silva disse:

    Isso é intriga da oposição !!! Aqui no RN está tudo ótimo.

  5. djalma disse:

    Parabéns PT..

  6. Manoel disse:

    E se Fátima não fizer a reforma da previdência (aquela que ela e o PT diziam que não precisava e votaram contra, lembram?), o problema do Estado irá piorar e muito… Os servidores e sindicatos não entenderam ainda que sem a reforma ficarão sem salários e sem aposentadoria???

  7. joaozinho disse:

    é gopi… vao culpar o bolsonaro???? ou a governadora que é resposanvel pelo estado? Estamos com problemas no nivel de educacao estadual, caos na saude estadual e na tal seguranca, onde so ha a sensacao, pq a realidade é pessima. Qualidade PT de administracao…. mas o povo gosta pq votou na maravilhosa esquerda, onde tudo é vertigem.

  8. Ceará-Mundão disse:

    Triste Rio Grande sem norte e sem sorte. É Gópi! Elegeram essa "coisa", agora aguentem. Aprenda a votar, povo potiguar. PT NUNCA mais!

  9. Guga disse:

    Que vexame. É gópi!

Governo aumenta para 2,40% previsão de alta do PIB em 2020

 Foto: Adriano Machado / Reuters

O Ministério da Economia elevou nesta terça-feira (14) a sua previsão para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2,32% para 2,40% em 2020. A projeção esta no Boletim Macrofiscal, divulgado pela Secretaria de Política Econômica.

Para o ano de 2019, cujo resultado ainda não foi divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a previsão da área econômica de crescimento passou de 0,90% para 1,12%.

O mercado financeiro, por sua vez, estima uma alta de 1,17% para o PIB de 2019, de 2,3% para 2020 e de 2,5% para 2021. As previsões foram colhidas pelo Banco Central na semana passada, em pesquisa com mais de 100 instituições financeiras.

“No segundo semestre de 2019, a economia brasileira apresentou sinais mais fortes de recuperação do ritmo de crescimento da atividade. Houve aumento do emprego e da renda, com consequente redução da taxa de desocupação”, informou o Ministério da Economia.

De acordo com a área econômica, as reduções da taxa básica de juros, atualmente na mínima histórica de 4,5% ao ano, devem começar a produzir efeitos na atividade econômica no primeiro semestre deste ano, “especialmente a partir do segundo trimestre”.

Inflação

Segundo o estudo da Secretaria de Política Econômica, a previsão para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial, a expectativa para este ano passou de 3,53% para 3,62%.

Na semana passada, o mercado financeiro estimou um IPCA de 3,58% para 2020.

A expectativa de inflação do mercado para este ano segue abaixo da meta central, de 4%. O intervalo de tolerância do sistema de metas varia de 2,5% a 5,5%.

A meta de inflação é fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para alcançá-la, o Banco Central eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia (Selic).

No ano passado, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do Brasil, fechou em 4,31%, acima do centro da meta para o ano, que era de 4,25%. Foi a maior inflação anual desde 2016.

Dívida pública

O secretário-especial de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues, informou que a área econômica passou a projetar uma dívida pública menor, na proporção com o Produto Interno Bruto (PIB), nos próximos anos.

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Gilvan disse:

    Em 2017 os economistas alardeavam que o Brasil melhoraria em 2018,a melhora não veio,depois falavam que a grande melhora viria em 2019,também não veio,agora projeta que 2020 será ótimo vamos ver.Combustivel aumentou mensalmente,planos de saúde subiram,carne aumentou,a reforma trabalhista não gerou empregos,a reforma da previdência é um fiasco,temos um governo mandado por um ministro,que está perdido,não temos muito o que esperar para 2020.

    • Raimundo disse:

      Não sei porque Maduro não convida Lula, Haddad ou Ciro para melhorar a economia da Venezuela, já que os três são "ótimos" administradores…

  2. Piano disse:

    CHUPA LULA!

Banco Central eleva estimativa para crescimento do PIB em 2019 e 2020 de 1,8% para 2,2%

Foto: Agência Brasil/EBC

O Banco Central (BC) aumentou a projeção para o crescimento da economia neste ano e em 2020. A informação foi divulgada nesta quinta-feira19) no Relatório de Inflação, feito trimestralmente.

A previsão para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, em 2019 passou de 0,9%, previsto em setembro, para 1,2%. Para 2020, a projeção para o crescimento do PIB foi revisada de 1,8% para 2,2%.

2019

Segundo o BC, o ajuste na projeção “repercute os resultados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para o terceiro trimestre do ano, a revisão da série histórica do PIB e o conjunto de informações setoriais disponíveis para o trimestre em curso”.

Para o crescimento do quarto trimestre deste ano, o BC destacou o impulso decorrente das liberações extraordinárias de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e do Programa de Integração Social (PIS)/Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep).

No âmbito da oferta, a previsão para a variação anual da agropecuária passou de 1,8% para 2%, “refletindo revisão das contas trimestrais e aumento da previsão de abates, em cenário de forte elevação dos preços de carnes”.

Segundo o BC, a projeção para o desempenho da atividade industrial passou de 0,1% para 0,7%, em decorrência dos aumentos nas estimativas para indústria extrativa (de -1,6% para -0,4%), indústria de transformação (de -0,2% para 0,2%) e, principalmente, construção civil (de 0,1% para 2,1%), setor que apresentou crescimento significativo ao longo dos últimos dois trimestres, revertendo tendência observada ao longo dos últimos anos.

A projeção de expansão da atividade do setor de serviços em 2019 foi ligeiramente revisada (de 1% para 1,1%), com destaque para elevações nas projeções para comércio (de 1,2% para 2%) e serviços de informação (de 2,5% para 3,5%). Em sentido oposto, as estimativas para outros serviços e administração, saúde e educação públicas foram reduzidas para 1,2% e -0,2%, na ordem, ante projeções anteriores de 1,6% e 0,1%.

A estimativa de crescimento para o consumo das famílias foi revista de 1,6% para 2%, enquanto para os investimentos (Formação Bruta de Capital Fixo – FBCF), de 2,6% para 3,3%. A estimativa para o consumo do governo foi revisada de -0,3% para -0,6%.

Para a exportação e importação de bens e serviços, as estimativas ficaram em -3% e 1,7%, em 2019, respectivamente, ante projeções anteriores de -0,5% e 1,9%.

2020

Para o BC, o maior impulso da economia em 2020 está condicionado ao cenário de continuidade das reformas e ajustes na economia brasileira.

Para 2020, as previsões para agropecuária, indústria e serviços foram revistas, respectivamente, para 2,9%, 2,9% e 1,7%, ante 2,6%, 2,2% e 1,4% no Relatório de Inflação anterior, divulgado em setembro. “A elevação na previsão da atividade no setor primário repercute os primeiros prognósticos para a safra de 20203 e as boas perspectivas para a pecuária. Na indústria e em serviços, a elevação nas previsões foi bastante disseminada entre atividades, repercutindo melhores perspectivas para os diversos setores da economia”, diz o BC.

O BC estima expansão de 2,3% para o consumo das famílias e de 4,1% para a FBCF, ante 2,2% e 2,9%, respectivamente, na previsão anterior. “Parte da alta na previsão para a FBCF está associada a prognóstico mais favorável para a construção civil”, destaca.

A projeção para o consumo do governo foi alterada de 0,5% para 0,3%. A estimativa para o crescimento das exportações foi revista de 1,7% para 2,5%, enquanto a projeção para as importações passou de 1,6% para 3,8%. “O aumento na previsão para as exportações está associado, entre outros fatores, a elevações nas estimativas de crescimento da produção agropecuária e extrativa mineral, setores voltados ao mercado externo. O aumento na projeção para as importações reflete as perspectivas favoráveis para a indústria de transformação e para a FBCF, com consequente aumento da demanda por insumos, máquinas e equipamentos, bem como o aumento na projeção para o consumo das famílias”, conclui o BC.

Agência Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. natalsofrida disse:

    Esse petralha acha que tapar o roubo do seu adestrador é fácil.

  2. Roberto disse:

    1,2% é um crescimento menor q nos 2 anos de governo Temer! Fracasso grande do governo Bolsonaro!

    • Rico disse:

      O mais importante tolinho desinformado, não é o valor previsto, é o crescimento, isso implica que deixamos a estagnação, agora é so crescimento, e é o constatado pelo mercado, inclusive o risco Brasil baixou, logo se tornou pais confiável.

    • Empresário Sofredor disse:

      Dilma:2014 -> 0,5%, 2015 -> – 3,5%, 2016 -> -3,5%
      Temer: 2017 -> 1% – > 1%.

      O Governo Bolsonaro está no caminho certo!

Crescimento de 0,6% do PIB coloca Brasil na 10ª posição entre 36 países

Foto: MARCELO THEOBALD / Agência O Globo

Com o avanço de 0,6% no terceiro trimestre do ano, o PIB brasileiro registrou o 10º melhor desempenho entre 36 países, segundo ranking elaborado pelo GLOBO com base em dados da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e da Bloomberg.

Nesse tipo de comparação, com relação ao 2º trimestre deste ano, o avanço de 0,6% registrado pelo Brasil é igual ao da Romênia e pouco maior que o da Colômbia (0,57%). A lista é liderada pelas Filipinas (alta de 1,6% no período), China (1,5%) e Polônia (1,3%). Na outra ponta aparecem México (estabilidade da economia nesse tipo de comparação), Noruega (crescimento de apenas 0,02%) e Japão (0,06%).

Já na comparação com o mesmo período do ano passado, o Brasil ficou na 43ª posição em um ranking de 54 países, de acordo com dados da agência de classificação de risco Austin Rating. Nesse tipo de comparação, o Brasil cresceu 1,2%, diante de uma média de 2,5% nas 54 economias analisadas e de 3,4% entre os países do chamado Bric (Brasil, Rússia, Índia e China)

Essa lista é encabeçada por Armênia (7,9% de avanço), China (6%) e Chile (3,3%). Na outra ponta ficaram Hong Kong (recuo de 2,9%), que passa por crise política e uma onda de protestos, e México (queda de 0,3%).

Pela projeção dos economistas, o Brasil deve fechar o ano crescendo cerca de 1% – embora alguns bancos e corretoras já tenham melhorado suas estimativas após o PIB do 3º trimestre ter vindo acima do esperado. A projeção fica na 43ª posição de uma lista de estimativas para 54 países, segundo a Austin. Para 2020, a projeção de crescimento do PIB brasileiro fica no 30º lugar.

— O Brasil entrou em uma severa recessão mais por influência de assuntos domésticos do que internacionais. Agora, o país precisa fazer grandes esforços, como a aprovação de outras reformas da agenda econômica, como a tributária e o pacto federativo, para recuperar o investimento e a capacidade de o Estado sanear suas contas. Embora com dificuldade, o Brasil caminha nessa direção — analisou Silvia Matos, coordenadora do Boletim Macro do FGV/Ibre.

O Globo

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Verdade disse:

    Essa galera parece que é míope. Basta ler o texto do blog que qualquer analfa vai perceber que o Pib Chines puxa o mundo todo.
    A locomotiva do mundo é um país "COMUNISTA".
    E agora zé? Aonde que liberalismo puxa a economia do mundo?

  2. H.M disse:

    Opa boa tarde BG, vai falar sobre a alta da gasolina quando? já estamos pagando 4,99 ..
    lembro que na época de Dilma, a gasola estava 3,79 / 3,89 e Uma parte de Natal estava usando adesivos de Dilma com a perna aberta.. E agora? vai ter adesivo Natal?

    #lulalivreeee

  3. natalsofrida disse:

    Vamos ser franco, prosperidade?
    Petralhada sem noção!

  4. Franco disse:

    PIB na era Dilma, atacada pela imprensa corporativa, era muito maior do que sob Bolsonaro
    A título de comparação, em 2011, também primeiro ano de governo de Dilma Rousseff (PT), a imprensa lhe infernizava pelo “pibinho” de 2,7% naqueles tempos de prosperidade.

    • Cidadão disse:

      😂😂 tempo d enganação.
      Tempo d pedalada. 🐴🐴
      Tempo d falcatruas.

    • Neco disse:

      E em dois anos de MENOS 3,5%.
      2014, em pleno ano de Copa crescendo quase zero.

CNC revisa projeção de crescimento do PIB de 2019 de 1% para 1,2%; taxa é a maior para um terceiro trimestre desde 2012

Foto: Arquivo/Agência Brasil

A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) revisou a projeção de crescimento para este ano do Produto Interno Bruto (PIB, que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país) de 1% para 1,2%.

De acordo com as Contas Nacionais, divulgadas hoje (3) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o PIB cresceu 0,6% no terceiro trimestre deste ano em relação ao trimestre anterior, mostrando evolução de 1,2% em comparação ao mesmo período do ano passado. Segundo a CNC a taxa observada é a maior para um terceiro trimestre desde 2012 (1,5%) e a mais elevada para qualquer período de três meses desde o primeiro trimestre de 2018 (0,7%).

“A gente revisou a projeção por conta de um resultado ligeiramente acima do esperado. O PIB não está bombando. Longe disso”, disse à Agência Brasil o economista da CNC, Fabio Bentes. Ele destacou que o crescimento do PIB per capita, isto é, por indivíduo, está muito baixo. “Crescer 1,2%, como a gente está esperando, significa distribuir pela população a taxa de crescimento muito próxima de zero”. Segundo Bentes, o resultado do terceiro trimestre surpreendeu os economistas da CNC.

Outro motivo que contribuiu para a revisão do PIB de 2019 é a grande possibilidade de que, no último trimestre, a economia cresça mais, “basicamente porque o consumo das famílias está se dando em um ritmo acima do crescimento da própria economia, ou seja, do consumo do governo, do setor externo”. A confiança para isso é dada pelos dados positivos relativos ao quarto trimestre do ano que já começam a sair, afirmou Bentes.

Fatores de impulso

Os economistas da CNC percebem nesse cenário que se abre três fatores claros que podem impulsionar a economia neste final de ano para um ritmo mais forte. O primeiro deles é a inflação baixa medida pelo Índice de Preços do Consumidor Amplo (IPCA), que é a menor dos últimos 21 anos, da ordem de 2,5%. “É uma inflação que em um primeiro momento corrói pouco e mais lentamente o poder de compra da população e abre espaço para quedas mais audaciosas na taxa de juros”.

O segundo fator envolve as condições de crédito. A CNC já detectou aumento na demanda por crédito, menos por conta da redução de juros de balcão e mais pela ampliação dos prazos. “Com prazos mais longos, as famílias conseguem encaixar mais facilmente uma prestação com financiamento no orçamento”.

O terceiro ponto é a liberação dos recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para o consumo. Os resultados apurados na Black Friday, por exemplo, mostram que os dados de consumo estão favoráveis e devem empurrar o consumo das famílias para cima no último trimestre. Para 2020, a expectativa é de que a taxa de juros básica (Selic) caia a 4,5% ao longo do ano. “Isso abre espaço para que o cenário positivo do ponto de vista do consumo perdure pelo menos até metade do ano”.

PIB de 2020

Por isso, a CNC espera expansão do PIB para 2020 de 2,2%. O economista da CNC admitiu que não é um crescimento espetacular. “É um crescimento abaixo da média mundial ainda, mas é um resultado melhor do que nos últimos três anos, já considerando 2019”, porque a economia cresceu 1,3% nos anos de 2017 e 2018 e agora deve evoluir 1,2% este ano. As expectativas do mercado para o PIB do próximo ano são de crescimento entre 2% e 2,5%.

Como a perspectiva para 2020 não prevê novas liberações de recursos, Bentes disse que o que contrabalanceia um pouco isso é a expectativa de que os juros caiam mais. “Só que não basta a Selic cair. É preciso estimular concorrência no mercado bancário”. O economista da CNC analisou que a Caixa Econômica Federal está trilhando esse caminho e puxando alguns bancos privados. A limitação dos juros do cheque especial a 8,5% ao mês, embora seja uma taxa muito elevada, pelo menos coloca algum teto nisso. “Que se estabeleça um teto mesmo porque a grande maioria da população não sabe o que significa uma taxa de 8,5% ao mês”.

Mercado de trabalho

Outro desafio não só para 2020, mas para a próxima década, é destravar o mercado de trabalho, sinalizou Bentes. “Mesmo com o crescimento que a gente teve até agora, a taxa de desemprego ainda está muito alta”. Isso vai depender de uma agenda de resgate da produtividade do trabalhador. “Não pode cortar gastos com educação”, asseverou Fabio Bentes. Caso esses problemas não sejam atacados, o economista acentuou que “a gente cresce 2,5% no ano e no outro cria um excesso de demanda na economia, aumenta a inflação e aí corta o ciclo de novo”. Por isso, enfatizou ser importante atacar os problemas estruturais de um mercado de trabalho mais produtivo, aumentar a concorrência bancária. “Acho que esses dois fatores terão efeito mais perene no ritmo de crescimento do PIB, nos próximos anos.

Agência Brasil

Bolsonaro celebra PIB e prevê mais crescimento

Foto: Carolina Antunes/PR

Jair Bolsonaro comentou nesta terça-feira(03) a alta de 0,6% do PIB brasileiro no 3º trimestre.

“Pode ser inesperado para analistas econômicos, mas, da nossa parte, sabíamos que viria uma boa notícia. E ela veio em boa hora”, afirmou.

“A equipe econômica diz que a previsão para o próximo trimestre é crescer. O Brasil está crescendo.”

O Antagonista

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Carlos Bastos disse:

    Doze milhões de desempregados, quinze milhões na informalidade e o Brasil está crescendo.

  2. Greg disse:

    Pibinho da Dilma era 2,0%

  3. Santos disse:

    0,6% que número significativo depois de tantas medias austeras.
    Parabéns!

PIB: economia brasileira cresce 0,6% no terceiro trimestre e ensaia recuperação

Crescimento foi puxado pela indústria e serviços. Foto: (Germano Luders/VEJA)

A economia brasileira apresentou alta de 0,6% no terceiro trimestre deste ano na comparação com o segundo trimestre, na série com ajuste sazonal, segundo dados do IBGE divulgados nesta quinta-feira, 29. Apesar do avanço, o resultado reflete a tímida retomada da atividade econômica do país, que registrou recuo de 0,1% no resultado do Produto Interno Bruto (PIB) de janeiro a março avanço de 0,4% no segundo trimestre. Em valores correntes, o PIB do 3º tri totalizou 1,842 trilhão de reais. Na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior, o crescimento é de 1,2%

O resultado do PIB aponta para um desempenho pior da economia brasileira em 2019 do que nos dois anos anteriores, quando o crescimento foi de 1,3% em 2017 e 1,1% em 2018. Segundo o mais recente Boletim Focus, do Banco Central, economistas estimam que o PIB deva avançar 0,99% neste ano. O Produto Interno Bruto é o principal indicador para medir o crescimento da economia de um país. O índice soma todos os bens e serviços finais produzidos em um determinado período de tempo na moeda corrente do local.

Há tempos a economia brasileira não apresenta um avanço significativo. Tanto em 2018 como em 2017, o PIB foi de 1,1%. Em 2016 e em 2015, a economia teve retração, de 3,3% e de 3,5%, respectivamente. Devido a sinais de desaceleração de indicadores econômicos desde o início deste ano, bancos e consultorias passaram a cortar sistematicamente as projeções de crescimento para este ano.

Os cortes das projeções levam em conta, principalmente, a falta de articulação do governo para acelerar a aprovação da reforma da Previdência no Congresso Nacional, além da dificuldade do Planalto em implementar medidas que possam estimular a atividade econômica. A aprovação de reformas, tanto da Previdência como tributária, adicionada a medidas de estímulos, poderiam trazer de volta a confiança de empresários e consumidores e, consequentemente, das decisões de investimentos.

Veja

 

Projeção de economistas para crescimento do PIB em 2020 sobe a 2,17%

Foto: Ilustrativa

Economistas elevaram a projeção do PIB para 2020 pela segunda semana consecutiva, segundo pesquisa Focus do Banco Central (BC) divulgada nesta segunda-feira e que reúne as estimativas das principais instituições financeiras do país. A nova previsão de crescimento para o ano que vem é de 2,17%.

Na semana passada, era de 2,08%, superando a projeção de 2% que vinha sendo apontada pelos analistas há algumas semanas, sem alteração.

Os economistas preevem ainda inflação sob controle, em 3,6% em 2020, e a Selic (a taxa básoca de juros) a 4,25% ao fim do ano que vem. Na semana passada, a projeção para os juros esram de 4,5%.

O BC reduziu a Selic nas últimas três reuniões e sinalizou que deve fazer mais um corte neste ano. Hoje, a taxa está em 4%. Os economistas ouvidos pela Focus preveem a taxa em 4,5% no fim de 2019, como já apontava a pesquisa na semana passada.

Outros indicadores para 2019 não sofreram alteração, como o PIB, cuja projeção foi mantida em 0,92%. A previsão de inflação foi revisada levemente para cima, a 3,33%, ante 3,31%.

O Globo

Bolsonaro comemora PIB e diz que Brasil está “saindo do buraco”

Foto: Marcos Corrêa/PR – 20.08.2019

O presidente Jair Bolsonaro comemorou nesta quinta-feira (29) em sua conta no Twitter o resultado do PIB (Produto Interno Bruto) anunciado mais cedo, que mostrou crescimento de 0,4% da economia no segundo trimestre, enfatizando que ele superou as estimativas e alegando que o desempenho mostra que o país está no caminho certo.

Mais cedo, o IBGE informou que a economia brasileira cresceu 0,4 por cento entre abril e junho em comparação com o primeiro trimestre do ano em meio à retomada do investimento.

Reuters

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. BOSCO disse:

    Oxente Tonhão ! Gostei ! Tu nem atacou nem defendeu. KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

  2. Rosi Sampaio disse:

    Saindo do buraco!!! E onde ele estava quando o Brasil estava indo para o buraco? Estava lá parasitando por 28 anos e agora vem pousar de herói da pátria. Portanto, ele também contribuiu para esse buraco. Ridículo esse homem! Não me representa…

    • Eduardo disse:

      Um tremendo PICARETA, durante a campanha disse que o contribuinte seria
      tributado a partir de cinco salários mínimos ao IMPOSTO DE RENDA , agora está com história de três salários.

  3. Vamos lá disse:

    Se cortar os privilégios do congresso nacional, judiciário nacional garanto que o Brasil cresce mais de 5%…. Quem tem coragem? Paulo Guedes? Bolsonaro? Estou no aguardo

  4. Sinope disse:

    Saindo do buraco? Não vou fazer kkkkkkkkkkkkk por respeito a faixa presidencial.

  5. Tonhão disse:

    Não vou defender nem atacar ninguém, mas devemos entender e fazer escolhas.
    Você vota no temperamental honesto ou no equilibrado corrupto?
    Você prefere o desbocado que diz a verdade ou o comedido que mente e vende promessa irrealizável?
    Você fica melhor com o político grosso que faz pelo povo ou o populista que saqueia os cofres públicos?
    Você prefere um grupo de ministros técnicos ou ministros comprometidos com o aparelhamento estatal?
    Política é acima de tudo escolha do seu representante.

    • ricardo moura disse:

      simples assim, infelizmente nesse pais o corrupto bandido aparece como bom moço.

  6. Alexandre disse:

    Doente mental…

PIB: Economia brasileira cresce 0,4% no 2º trimestre e evita recessão técnica

PIB da indústria cresceu 0,7% no 2º trimestre; fábrica de papelão ondulado para embalagens no interior de São Paulo — Foto: Fabio Tito/G1

O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresceu 0,4% no 2º trimestre, na comparação com os 3 primeiros meses do ano, segundo divulgou nesta quinta-feira (29) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em valores correntes, o PIB no segundo trimestre de 2019 totalizou R$ 1,780 trilhão.

O resultado foi puxado, principalmente, pelos ganhos da indústria (0,7%) e dos serviços (0,3%). Já a agropecuária caiu 0,4%. Pela ótica da despesa, a taxa de investimento avançou 3,2% e o consumo das famílias cresceu 0,3%. Já o consumo do governo recuou 1%.

O resultado, embora reforce a leitura de fraqueza da economia brasileira em 2019, veio até um pouco acima do esperado e afastou o risco de entrada do país em uma “recessão técnica”, caracterizada por dois trimestres seguidos de retração do PIB.

Variação trimestral do PIB — Foto: Rodrigo Sanches/G1

O IBGE revisou a queda do primeiro trimestre de 2019. Ao invés da queda de 0,2%, o recuo foi de 0,1%.

Na comparação com igual período de 2018, o PIB subiu 1% no 2º trimestre. No ano, a alta é de 0,7% em relação ao mesmo período do ano passado.

O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia.

Perspectivas para o ano

Para o resultado fechado do ano, a expectativa dos analistas do mercado financeiro é de uma alta do PIB de 0,80%, ante um avanço que no início do ano era estimado em 1,3%, segundo dados do boletim Focus do Banco Central. Para 2020, a previsão de crescimento passou de 2,2% para 2,1%.

Em 2018, a economia brasileira cresceu 1,1%, após alta de 1,1% em 2017, e retrações de 3,5% em 2015, e 3,3% em 2016.

Na visão dos analistas, o impacto de medidas como liberação do FGTS e PIS, e a perspectiva de aprovação da reforma da Previdência podem contribuir para alguma melhora do consumo e da confiança no 2º semestre. Por outro lado, a piora no cenário externo trouxe ainda mais incertezas para os próximos meses, em meio ao acirramento da guerra comercial entre China e Estados Unidos, piora da situação da Argentina e temores de uma nova recessão global.

G1