Em nota, Hugo Manso relata o que ocorreu durante bate-boca na Câmara

Em nota, vereador Hugo Manso dá sua versão sobre a confusão gerada durante a audiência pública que discutia o Plano Municipal de Saúde, que o blog noticiou na postagem “Audiência pública termina em bate-boca na Câmara Municipal de Natal“. Para Hugo Manso, houve uma “reação violenta” por parte de participantes. O vereador também destacou que foi acusado de incentivar o “marxismo cultural” e “a sexualidade precoce”. Confira a nota na íntegra:

NOTA

Sobre a Audiência Pública do Plano Municipal de Educação, realizada na manhã desta quarta-feira,11, no Plenário da Câmara Municipal o Nosso Mandato do vereador Hugo Manso (PT) informa:

1 – Durante mais de três horas a Audiência transcorreu em clima democrático e ameno tendo como foco o debate sobre o Plano Municipal de Educação, matéria enviada pelo Executivo de Natal a Câmara de Vereadores para apreciação das comissões e posterior votação.

2 – Em sua intervenção, de pouco mais de cinco minutos, o vereador Hugo Manso falou da necessidade de ampliação da meta 1 do Plano que versa sobre a quantidade de vagas disponíveis na Rede Municipal para crianças de até 3 anos. O documento propõe 50%, Hugo apresentará uma emenda para ampliação.

3 – Nos momentos finais da Audiência Pública os vereadores Hugo Manso (PT) e Amanda Gurgel (PSTU) foram acusados por um dos inscritos de incentivarem nas escolas municipais o “Marxismo Cultural” e “a sexualidade precoce”.

4 – Uma das diretoras do Sindicato dos Trabalhadores da Educaçao (Sinte), que encontrava-se nas cadeiras externas, saiu em defesa dos parlamentares, alegando que no âmbito da educação esse argumentos estavam superados, pois as Diretrizes Curriculares Nacionais tratam do tema de maneira clara.

5 – Diante da reação violenta dos interlocutores que partiram para cima no sentido de intimidar a diretora do Sinte, Hugo, que estava no Plenário, diferentemente de Amanda que estava na mesa, fez um movimento no sentido de proteger a dirigente sindical.

6 – Diante do acirramento político a vereadora Eleika Bezerra, proponente da Audiência Publica, encerrou a sessão.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Ilza disse:

    Como acreditar nesse "povinho"? Nenhum deles me representam. Baixaria, ridículos!

  2. Alícia disse:

    Esse "POVINHO", Hugo, Amanda, sindicalista….. não me representa.

  3. Coelho disse:

    Preservem as nossas crianças. Deixem que tenham suas decisões particulares, ao seu tempo e sem interferências estranhas. Todo ser humano sabe quando está maduro para decidir. Sempre foi assim e sempre será. Deixem que nossas crianças se aconselhem com wuem eles congiem e elejam para conselheiro. Não as faça precoces e doentes, por se ver com responsabilidades e decisões adultas antecipadas. Poupem nossos filhos de doutrinamentos incompetentes.

  4. Jaufran Siqueira disse:

    1 – Realmente a audiência foi totalmente pacifica até que a militancia e o senhor vereador perderam o controle

    2 – Se for somar a quantidade de intervenções do vereador, acredito que chegaria aos 30min

    3 – Mencionei sim, inclusive a própria Amanda Gurgel em uma audiência anterior defendeu o marxismo cultural, logo não mentir.

    4 – Em defesa dos parlamentares? Ela me hostilizou e me xingou.

    5 – Os interlocutores partiram para cima? Fui parado ao descer da tribuna pela diretora do Sinte, e imediatamente. A única pessoa que partiu para cima foi o vereador que tentou intimidar um dos meus colegas

    6 – A vereador Eleika encerrou a audiência, pois não havia qualquer possibildiade de continuar diante da baixaria que o vereador e a diretora do Sinte promoveram.

  5. JOAO MARIA disse:

    realmente não fazem nada de futuro, vão pelos menos bater boca

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