Economia

FMI melhora previsão do PIB do Brasil e da economia mundial em 2020

Foto: Yuri Gripas / Reuters

A recessão causada pela pandemia será menos severa do que o esperado em 2020 graças à abertura de algumas economias avançadas, embora a reativação perca força, alertou o Fundo Monetário Internacional nesta terça-feira. Ao revisar seu “Panorama Econômico Mundial” o FMI espera agora uma contração do PIB mundial de 4,4% neste ano, abaixo da estimativa de junho, de 5,2%.

Para o Brasil e México, as duas principais economias da América Latina e ambos entre os cinco países com mais óbitos pelo novo coronavírus, o relatório estima quedas do PIB menores do que o esperado em meados do ano, de 5,8% e 9%, respectivamente.

Em junho, a estimativa era de queda de 9,1% para o Brasil. O FMI já havia divulgado esses números na semana passada em seu relatório periódico sobre a economia de seus membros, conhecido como Artigo IV. Em ambos os casos alertou sobre os riscos para o crescimento.

O novo coronavírus deixa mais de 1,07 milhão de mortes no mundo. Na Europa, França, Espanha e Inglaterra, diante de uma nova onda de infecções, multiplicam-se as medidas para evitar um confinamento generalizado, que pode ser devastador para a economia.

“Viver com o novo coronavírus é um desafio diferente, mas o mundo se adapta”, considerou a economista-chefe da agência, Gita Gopinath, em um blog que acompanha o último relatório de previsão econômica global (WEO) do FMI.

A revisão em alta reflete dados econômicos melhores do que o esperado no segundo trimestre, particularmente em economias desenvolvidas da Europa, nos Estados Unidos e na China, o berço do vírus.

Todas as regiões do mundo parecem ter um desempenho melhor do que o esperado, mas as economias emergentes e em desenvolvimento como um todo caem na exceção: para elas, a previsão piorou para um declínio coletivo de 3,3% em 2020.

O PIB dos Estados Unidos, maior economia mundial, cairá 4,3%, abaixo dos 8% estimados anteriormente, enquanto a economia da zona do euro recuará 8,3%.

“No entanto, esta crise está longe de terminar”, advertiu Gopinath.

Diante da imensa incerteza, o FMI mais uma vez revisou para baixo a expectativa de recuperação para 2021 (+5,2%, -0,2 ponto).

“A recuperação provavelmente será longa, desigual e incerta”, resumiu a economista, retomando termos já usados pelo organismo internacional.

Em relação à previsão anterior de junho, “a perspectiva piorou consideravelmente em alguns países emergentes e em desenvolvimento, onde as infecções estão aumentando rapidamente”.

Após a contração histórica de 2020 e a esperada reativação em 2021, o nível do PIB mundial deve ser um pouco superior ao de 2019, detalhou o Fundo.

A agência estima que, no médio prazo, as perspectivas serão medíocres, pois o distanciamento social provavelmente persistirá até o final de 2022, o que impede uma verdadeira recuperação.

Além disso, não se pode excluir um cenário pior, com a intensificação das infecções combinada com a desaceleração dos avanços na busca por tratamentos e vacinas, obrigando as autoridades a tomarem medidas mais duras.

Na Ásia, destaque para a China

A China, que teve uma forte e rápida reabertura e recuperação diante da pandemia, será a única economia a apresentar crescimento positivo em 2020, de 1,9% – quase o dobro da taxa prevista em junho -, e deve atingir crescimento de 8,2% em 2021, maior ritmo em quase uma década, disse o FMI.

Mas os mercados emergentes, exceto a China, terão uma contração de 5,7% em 2020, pior do que os 5,0% previstos em junho. O FMI disse que o vírus continua a se espalhar em grandes países, incluindo Índia e Indonésia, e essas economias são muito mais dependentes de setores duramente atingidos – incluindo turismo e commodities- bem como de remessas e de outras fontes de financiamento externo.

A economia indiana deve registrar retração de 10,3% neste ano, mas em 2021 a previsão é de avanço de 8,8%.

Na zona do euro, recuperação mais fraca

O Fundo prevê um crescimento de 5,2% para a zona do euro em 2021, um resultado menor do que o anunciado em junho, de 4,4%, sinal de que a recuperação econômica será trabalhosa.

Mas também suavizou sua previsão de recessão para este ano a -8,3%, contra -10,2%.

De acordo com o FMI, a Espanha seria o país europeu em situação mais difícil, com uma queda do PIB estimada em 12,8% este ano. Enquanto isso, a Itália registraria queda de 10,6% e a França de 8,3%.

A Alemanha, a maior potência exportadora do continente, veria um retrocesso de 6% este ano, apontou o FMI, já que a demanda da Ásia permaneceu sustentada.

O FMI também indicou que as coisas poderiam ter sido piores e elogiou os países europeus pelo ambicioso programa de gastos para atenuar os impactos econômicos da pandemia, especialmente o pacote de recuperação de 750 bilhões de euros da UE, que considerou um bom sinal.

Também destacou as históricas medidas adotadas pelo Banco Central Europeu, que impulsionaram os mercados de valores e mantiveram decididamente os preços dos empréstimos de países altamente endividados, como a Itália, em níveis mínimos históricos.

“Essas medidas agressivas desempenharam um papel crucial no apoio à confiança e prevenção de uma maior amplificação do impacto da covid-19 através do sistema financeiro”, destacou o FMI.

Além disso, destacou a força do euro, principalmente em relação ao dólar americano. No período de abril a setembro, disse a instituição, “o euro se valorizou cerca de 4% devido às melhorias das perspectivas econômicas e ao aumento mais lento dos casos de Covid-19”.

Recessões profundas na América Latina

Para as economias da América Latina e do Caribe, o Fundo melhorou as estimativas para 2020, embora tenha alertado sobre “recessões profundas” em alguns países duramente atingidos pela pandemia de Covid-19.

O Produto Interno Bruto (PIB) regional vai recuar 8,1% neste ano, menos que os 9,4% previstos em junho, informou o organismo multilateral, acrescentando que panorama continua “precário” nas economias emergentes, “com muitos países latino-americanos gravemente afetados pela pandemia enfrentando recessões muito profundas”.

Entre os fatores para essa situação, o FMI menciona a disseminação contínua da Covid-19, o impacto da crise da saúde em setores-chave, como o turismo, e uma maior dependência de financiamento externo, incluindo as remessas.

Para 2021, o FMI projetou uma recuperação do PIB regional de 3,6%.

América Latina e Caribe é a região do mundo mais afetada pela pandemia declarada em março. Com mais de 10,1 milhões de casos e quase 370.000 mortes, é responsável por mais de um quarto das infecções e mais de um terço de todas as mortes por Covid-19 do planeta.

As projeções do Fundo também são ligeiramente melhores para o Chile (-6,0% em comparação aos -7,5% em junho). No entanto, pioraram para Argentina (-11,8% em comparação aos -9,9%) e Colômbia (-8,2% em comparação aos -7,8%).

A Argentina, em recessão desde 2018, enfrenta uma profunda crise econômica e social agravada especialmente pela pandemia. O país planeja negociar com o FMI um novo contrato de crédito em meados de novembro, depois que a agência lhe concedeu o maior empréstimo de sua história: US$ 57 bilhões, com desembolso de US$ 44 bilhões.

A Colômbia, em sua primeira recessão em duas décadas, aumentou no mês passado em US$ 6,5 bilhões sua linha de crédito flexível com o FMI que havia contratado em maio.

Para o Peru, o FMI manteve sua projeção de contração de 13,9% do PIB em 2020 em relação a 2019.

De longe, o maior colapso da América Latina ainda é o da Venezuela, mergulhada em um desastre econômico desde 2013. Para este país caribenho, o Fundo prevê uma contração de 25% do PIB, acima dos 20% estimados em junho.

Perdas de US$ 28 trilhões

Nesse contexto, é difícil para a economia mundial retornar à trajetória esperada antes da pandemia.

O FMI estima que a perda cumulativa do PIB para 2020-2025 será de cerca de US$ 28 trilhões, US$11 trilhões somente em 2020-2021.

“É um sério revés para a melhoria do padrão de vida” da população, alertou Gopinath.

Assim como o Banco Mundial, o FMI teme que essa crise encerre o progresso feito desde a década de 1990 na redução da pobreza no mundo e que a desigualdade esteja crescendo.

O fechamento das escolas, um sacrifício para gerações inteiras, acrescenta “mais um desafio”.

O volume de comércio de bens e serviços no mundo vai cair, e embora a queda seja menor que a esperada em 2020 e haja uma retomada em 2021, o número também é significativo para esse motor de crescimento: uma redução de 10,4% neste ano nos intercâmbios comerciais.

“Estes são tempos difíceis, mas há espaço para esperança”, acrescentou a economista do FMI.

“Os testes se intensificaram, os tratamentos estão melhorando e os testes de vacinas estão se desenvolvendo em um ritmo sem precedentes, alguns já no estágio final”.

A diretora-geral do FMI, Kristalina Georgieva, vem insistindo há várias semanas que é fundamental que todas as inovações sejam produzidas em grande escala para o benefício de todos os países.

“Este esforço deve incluir ajuda multilateral para distribuir doses (de vacinas) a todos os países a preços acessíveis”, acrescentou Gopinath.

Enquanto se espera por uma vacina, o FMI mais uma vez recomenda aos governos que mantenham a ajuda para os mais pobres e aumentem os gastos públicos com foco em projetos “verdes” geradores de mais empregos.

As reuniões do FMI e do BM são realizadas em formato virtual de 12 a 18 de outubro de 2020.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. PedrÓDIO, ataca mais uma vez. Se tiver a notícia de uma topada fatal na Gentil Ferreira, é capaz dele citar Lula, Venezuela e Maduro.

  2. Essas notícias matam mais ratos que chumbinho, o rato mor de nove dedos e a anta ficam chiando com ratos na ponta de uma vassoura. O Brasil tem tudo para dar certo, agronegócio pujante, sub solo rico em minérios, muita terra rica em opções turísticas e por aí vai, pena que a nossa classe política não ajude, assim como adoramos com gestores incompetentes e ladrões do património público. O bêbado e a anta , escancararam as nossas fronteiras para as drogas, principalmente para vizinhos ruins e ditatoriais como Venezuela e Bolívia, isso foi triste.

    1. As aulas de português com Ana, como estão?

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[VÍDEO] Multidão xinga Lula durante apresentação de Gusttavo Lima em Barretos


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi xingado por uma multidão neste sábado (22), durante o show do cantor sertanejo Gusttavo Lima, na Festa do Peão, em Barretos, interior de São Paulo. Adversário do petista, Flávio Bolsonaro (PL) esteve no evento e foi ovacionado pelo público.

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Primeiro sábado de campanha tem carreata histórica liderada pelo prefeito Felipe Menezes em Lajes

O primeiro sábado da campanha eleitoral foi marcado por uma grande mobilização política em Lajes. O prefeito Felipe Menezes reuniu apoiadores e realizou, neste sábado (22) , a maior carreata da história do município, levando uma multidão às ruas e transformando a cidade em um dos principais pontos de mobilização política da região.

A carreata contou com a presença do deputado estadual Gustavo Carvalho, candidato apoiado por Felipe Menezes para a Assembleia Legislativa. A parceria política entre os dois já vem da eleição anterior, quando Gustavo também recebeu o apoio do prefeito e se tornou o deputado estadual mais votado da história de Lajes.

Para Felipe, a mobilização deste sábado demonstra a força de um grupo construído a partir da confiança da população.

“Lajes mostrou mais uma vez a sua força. Foi uma mobilização bonita e feita por pessoas que acreditam no trabalho e sabem reconhecer quem está ao lado do nosso município. Lajes tem que olhar pra frente, olhar para o futuro. Vamos construir esse futuro com quem ajuda nosso município. Estamos apenas começando”, destacou o prefeito.

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Primeiro debate presidencial da Band terá ausências de Lula e Flávio Bolsonaro


Arte / Metrópoles

A Band realiza na noite deste domingo o primeiro debate entre os candidatos à Presidência da República na corrida eleitoral. Marcado para as 20h (horário de Brasília), o confronto contará com a presença de quatro nomes no palco: Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo), Renan Santos (Missão) e Augusto Cury (Avante).

O atual presidente e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), sinalizou à emissora que não comparecerá ao encontro e não incluiu o evento em sua agenda de campanha. A decisão do petista impactou diretamente os planos de Flávio Bolsonaro (PL): sob a diretriz de participar apenas de debates que contem com a presença de Lula, a campanha do senador indicou sua ausência, embora auxiliares tenham retirado as credenciais na emissora. Diante disso, a Band confirmou que manterá os dois púlpitos vazios no estúdio.

Outro nome fora do debate é Pablo Marçal (PRTB), impedido de participar por decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), além de pressões exercidas por campanhas rivais em razão de questionamentos sobre a situação jurídica de seu partido.

Com a restrição do formato, o confronto direto concentrará os candidatos que buscam ampliar espaço e visibilidade no cenário nacional neste início oficial de campanha. 

Com informações do Metrópoles

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Move motoristas alcançou apenas 11% do total previsto após dois meses de lançamento


Ricardo Stuckert / PR

O programa de crédito voltado à renovação de frota para motoristas de aplicativo e taxistas, operado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), atingiu R$ 3,55 bilhões em financiamentos aprovados desde o lançamento da iniciativa no mês de junho. O montante representa cerca de 11% dos R$ 30 bilhões disponibilizados pelo governo na linha integrada ao programa Move Motoristas.

A linha tem como principal objetivo viabilizar a compra de veículos novos por profissionais cadastrados em plataformas digitais e cooperativas. Até o momento, 34.615 motoristas foram beneficiados, registrando um tíquete médio de R$ 103 mil por operação. O programa também contabilizou a participação de 1.910 mulheres, totalizando R$ 189 milhões em volume de crédito concedido.

Desafios de Adesão e Ritmo de Crescimento

Apesar do avanço financeiro, o programa ainda opera abaixo do potencial projetado inicialmente. O ministro da Fazenda, Dario Durigan, reconheceu a baixa adesão inicial e informou que o governo mantém diálogo com os bancos para tornar a linha mais atrativa às instituições financeiras. No entanto, o ministro avalia que o volume atual de crédito ofertado é “razoavelmente satisfatório”.

Em contrapartida, o BNDES aponta uma aceleração nos processos: o ritmo de aprovação mais que dobrou entre julho e agosto. O volume semanal de crédito saltou de cerca de R$ 300 milhões para R$ 700 milhões, ultrapassando a marca de 1.000 operações diárias e alcançando quase 1.8 mil municípios brasileiros.

Condições e Perfil Elegível

Para viabilizar o crédito a um público sem histórico tradicional empresarial, o sistema financeiro implementou adaptações tecnológicas e novos fluxos de análise de risco. As condições incluem: taxas de juros de até 0,91% ao mês para mulheres e até 0,99% ao mês para homens. Prazos para pagamento em até 72 meses, com carência de até seis meses para o início da amortização e isenção de cobrança de taxas adicionais de cadastro por bancos ou concessionárias, conforme diretrizes do Conselho Monetário Nacional (CMN).

Podem acessar a linha motoristas de aplicativo com cadastro ativo há pelo menos 12 meses, profissionais que cumpriram o requisito mínimo de corridas, taxistas e cooperativas regularizados, desde que o veículo novo adquirido custe até R$ 150 mil.

O BNDES estima que a iniciativa tem amplo potencial de expansão com a adesão de novos agentes financeiros, respondendo atualmente por quase metade do financiamento de veículos novos comercializados no país.

Com informações do Metrópoles

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Flávio Bolsonaro é ovacionado em Barretos e evita citar Lula em discurso


Joel Silva / Folha Press

Flávio Bolsonaro participou da tradicional Festa do Peão de Barretos, onde foi recebido com entusiasmo pelo público e ovacionado no palco principal. Vestindo chapéu e camiseta com cores do Brasil, ele foi cercado por apoiadores ao chegar ao evento e aproveitou a ocasião para fazer um discurso em defesa do agronegócio.

Durante a passagem pelo palco principal, Flávio esteve acompanhado por importantes figuras políticas, incluindo o governador de São Paulo e candidato à reeleição, Tarcísio de Freitas (Republicanos), o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e os candidatos ao Senado André do Prado (PL-SP) e Guilherme Derrite (PP-SP).

Apresentado pelo locutor Cuiabano como um nome de destaque no cenário nacional, Flávio discursou brevemente. Em sua fala, ressaltou os desafios enfrentados pelo setor produtivo: “Ultimamente, nosso agro tem sido muito atacado, tem ficado quase doente, mas não vamos abaixar a cabeça. Vamos resgatar o nosso agro. O agro vai voltar a ser um grande orgulho mundial”, declarou.

Embora não tenha mencionado diretamente o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ou criticado a gestão federal, o público presente na arena reagiu com manifestações políticas e gritos direcionados ao petista.

Após a saída do palco, em entrevista concedida à transmissão oficial do evento no YouTube, Flávio lamentou a ausência do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar.

A visita seguiu a estratégia política tradicionalmente adotada por Jair Bolsonaro em edições anteriores da festividade, buscando estreitar laços com o setor agropecuário e com eleitores do interior paulista. Logo após o discurso, Flávio deixou o local sob aplausos de apoiadores, enquanto o governador Tarcísio de Freitas permaneceu no evento para interagir com o público.

Com informações do UOL

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[VÍDEO] Vice-presidente do PT minimiza vida de luxo de Lulinha na Espanha: “Pequeno empresário” e “vida bem modesta”

Foto: reprodução/Metrópoles

O vice-presidente do PT, Washington Quaquá, minimizou neste sábado (22) as revelações sobre a vida de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, na Espanha.

Segundo informações divulgadas pelo Metrópoles, o filho do presidente Lula mora em um condomínio de luxo nos arredores de Madri, com aluguel estimado em R$ 18 mil por mês. Quaquá, porém, afirmou que Lulinha leva uma “vida bem modesta” e que os gastos são compatíveis com os de um pequeno empresário.

“A vida do Fábio é uma vida de um pequeno, nem médio, pequeno empresário brasileiro. É um aluguel de classe média”, afirmou Quaquá que também é prefeito de Maricá (RJ).

O dirigente petista também criticou o que chamou de “exagero da pauta policial na política brasileira” e disse que as investigações podem ter algum impacto na campanha de Lula, mas que isso tende a diminuir diante de denúncias que considera sem fundamento.

O Metrópoles também já mostrou que o imóvel fica no bairro de La Moraleja, região nobre de Madri, o mesmo onde mora o atacante brasileiro Vini Jr., que joga no Real Madrid. O condomínio integra um complexo de cerca de 40 mil m², com piscinas, spa, sauna, academia, coworking e outras áreas de lazer.

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ABC perde para o Uberlândia no primeiro jogo da semifinal da Série D

Foto: Guilherme Drovas/ABC F.C.

O ABC perdeu por 1 a 0 para o Uberlândia neste sábado (22), no Parque do Sabiá, em Minas Gerais, pelo jogo de ida da semifinal da Série D. Marcos Calazans, ex-jogador do Mais Querido, marcou o gol da vitória mineira.

Já garantido na Série C de 2027, o ABC agora precisa vencer por pelo menos dois gols de diferença no jogo de volta para avançar à final. Uma vitória Alvinegra por um gol leva a decisão para os pênaltis.

ABC e Uberlândia voltam a se enfrentar no domingo (30), às 17h, na Arena das Dunas, em Natal.

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[VÍDEO] Zema divulga jingle que em que promete ‘acabar com PT’ e mostra Lula e ministros do STF atrás das grades

 

O candidato do Novo à Presidência, Romeu Zema, divulgou neste sábado (22) um jingle de campanha que promete “acabar com o PT” e mostra o presidente Lula e os ministros do STF Gilmar Mendes e Alexandre de Moraes vestidos de presidiários atrás das grades.

Produzido com inteligência artificial, o vídeo usa uma paródia de “O nome dela é Jenifer” e também critica o chamado “jogo do tigrinho”, a influenciadora Virgínia Fonseca, as fraudes nos descontos do INSS e o aumento dos preços dos alimentos. A peça retoma ainda o discurso de Zema contra os chamados “intocáveis”, expressão usada pelo candidato para criticar integrantes do STF.

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Em sete dias de campanha, Pardal registra 71 denúncias eleitorais em 15 municípios no RN; Natal e Mossoró concentram maioria

Foto: Reprodução

O Rio Grande do Norte já soma 71 denúncias de possíveis irregularidades na propaganda eleitoral das Eleições 2026, segundo dados do painel do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) registrados até as 18h, deste sábado (22), consultados pelo BLOGDOBG.

Natal lidera, com 32 registros, seguida por Mossoró, com 18. Juntas, as duas cidades concentram 50 das 71 denúncias. São Gonçalo do Amarante aparece com 4 denúncias e Parnamirim com 3 ocorrências.

As denúncias foram registradas em 15 municípios. O uso irregular de carro de som, minitrio ou trio elétrico é a ocorrência mais frequente.

Candidaturas a deputado estadual concentram a maioria das denúncias, 35 no total. Partidos, coligações e federações receberam 11 denúncias.

Os registros não significam que as irregularidades tenham sido comprovadas. A análise e eventual aplicação de medidas cabem à Justiça Eleitoral.

O aplicativo Pardal começou a receber denúncias em 16 de agosto, início da propaganda eleitoral. O eleitor pode enviar fotos, vídeos, áudios e links pelo aplicativo, utilizando o e-Título ou uma conta Gov.br.

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[VÍDEO] Flávio pede votos para candidatos do PL ao Senado para “aprovar a anistia ampla, geral e irrestrita” e “libertar Jair Messias Bolsonaro”

O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro pediu neste sábado (22) votos para candidaturas do PL ao Senado para que seja possível aprovar uma “anistia ampla, geral e irrestrita” e “libertar Jair Messias Bolsonaro”. Durante evento no Maracanãzinho, no Rio de Janeiro, Flávio citou especificamente os nomes de Carlos Jordy e Carlos Portinho, afirmando que os dois serão necessários no Congresso

“Eu vou precisar do Jordy e do Portinho para aprovar a anistia ampla, geral e irrestrita aos perseguidos do 8 de janeiro. Eu vou precisar do Jordy e do Portinho para libertar Jair Messias Bolsonaro”, afirmou Flávio.

No evento, que marcou o lançamento da candidatura de Douglas Ruas (PL) ao governo do Rio, Flávio também defendeu a classificação de facções como PCC e Comando Vermelho e milícias como grupos narcoterroristas.

Opinião dos leitores

  1. O grande projeto de governo dele. Ele nao vai pro debate pq nao tem nenhum projeto pro país, lamentável.

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