Previsão de terceiro ano de inverno normal indica melhoria das reservas hídricas no RN

Foto: Heráclito Patricio/IGARN

O diretor-presidente do Igarn, Auricélio Costa, e o coordenador Técnico e de Planejamento, André Nunes, participaram nessa quinta-feira (16) de uma reunião em que o chefe de unidade Meteorológica da Emparn, Gilmar Bistrot, divulgou as previsões para a quadra chuvosa para os próximos meses do Rio Grande do Norte.

Segundo Gilmar Bistrot, a previsão para o RN em 2020 é de que as precipitações fiquem dentro da média (800 mm) ou até um pouco acima da média histórica para semiárido. Caso a previsão se confirme, a previsão é que as reservas hídricas potiguares possam terminar o inverno deste ano em uma margem de 40% da sua capacidade de armazenamento total.

Para o diretor-presidente do IGARN, Auricélio Costa, a confirmação pelos meteorologistas de mais um ano de inverno dentro do normal para o interior do Estado é positiva, pois a melhoria dos níveis dos reservatórios garante a maior tranquilidade na gestão das águas estaduais. “Com melhores reservas hídricas e a boa gestão dessas águas, poderemos ter mais tranquilidade para garantir o abastecimento da população dos municípios potiguares, da produção agropecuária, da indústria e lazer, com a condição de termos segurança hídrica para dois ou três anos com mais tranquilidade”, explicou.

Em 2019 o Rio Grande do Norte teve um inverno dentro da normalidade, o que possibilitou que as reservas hídricas potiguares tenham chegado à melhor marca dos últimos 8 anos. Desde 2018, primeiro ano após os seis anos de estiagem pelos quais o Estado passou, as reservas hídricas vem melhorando ano a ano.

Governo do RN tem previsão de pagar folha de novembro de 2018 até 15 de fevereiro

Foto: Ilustrativa

O secretário estadual de Planejamento e Finanças, Aldemir Freire, disse nesta quarta-feira(15), durante reunião com o Fórum de Servidores para discutir o pagamento de salários, que o Governo do Estado espera pagar até o dia 15 de fevereiro a folha de novembro de 2018 para os servidores que ainda não receberam os seus vencimentos daquele mês.

A previsão, de acordo com o secretário, depende de um empréstimo que o Governo do Estado negocia com o banco Daycoval. Ele, inclusive, disse que os últimos detalhes do acerto ainda estão sendo discutidos com a instituição financeira. Na sequência, informou que o governo vai pedir autorização da Secretaria de Tesouro Nacional para fechar o empréstimo.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Paulino disse:

    Parabéns governadora ,essas dividas foram do Robinson farias e Rosalba dente burro

  2. Salete Varella Barca disse:

    Que coisa triste é essa com nós aposentados..o pior que continuamos pagando depois de aposentados.ninguem ver isso.!crueldade..trabalhamos o tempo.

  3. Francisca Neuma Dantas disse:

    As mesmas desculpas. E haja empréstimos, e ainda não dar para pagar os atrasados. Será que como sindicalista ela, a governadora, aceitaria esse descaso? E em 2019 nós aposentados e pensionistas não tivemos um centavo de aumento. Acorda babões do governo estadual..

  4. Laudecir da Silva disse:

    Cada dia que passa a situação fica pior,principalmente para nós que somos aposentados, e ninguém se pronuncia a nosso favor,acho isso uma falta de consideração, já que passamos mais de 25 anos contribuindo e hoje somos os mais prejudicados.E quanto ao reajuste salarial quando vai ser pago?

  5. Jeam disse:

    Seria muito pior se Robinson tivesse continuado!! Ou Carlos Caloteiro ganhado!!
    Fátima tá fazendo aplausos!!

    • Neto disse:

      Será mesmo? Fátima Bezerra só tem feito mentir descaradamente. Afirmou aos quatro cantos que: TODO DINHEIRO EXTRA QUE ENTRASSE NO CAIXA DO GOVERNO SERIA PARA PAGAR OS SALÁRIOS ATRASADOS. Entrou: 1,8 bilhão de empréstimo, venda da folha ao Banco do Brasil, cessão onerosa do pré-sal e antecipação dos royalties. E os salários atrasados, nada de quitá-los. Essa cidadã paraibana está acabando com os potiguares. Se com tantas rendas extras, tá fazendo desse jeito, imagina este ano de 2020 que as torneiras fecharam. Não dá para acreditar em suas palavras, pois nunca são cumpridas! Hospitais sendo fechados, falta de medicamentos, o não pagamento aos fornecedores e a violência voltando com força, infelizmente. Esses são os avanços do governo Fátima Bezerra. BG, espero que você publique este comentário.

  6. Matematica disse:

    O q era para dezembro, ficou para janeiro, e agora ficou para fevereiro.

  7. Pedro disse:

    Tem que lembrar as esses incompetentes que hoje tomam conta do estado, que todas essas folhas devem ser corrigidas financeiramente.

  8. Almir Dionísio disse:

    Precisamos de uma posição sobre dez/2018 e 13 salário/2018.
    Estamos ainda c esses salários atrasados.

  9. Francisco Alves disse:

    Onde está o dinheiro???
    Grande pergunta Rei. Tenho sofrido muito desde de que levei o cangapé do governo é fiquei sem receber salários e 13° terceiro.
    Contudo, o governo atual já ganhou a campanha com promessa de quitar esse passivo! A última promessa de quitação desse débito com servidor, foi aprovada pela AL no valor 1,8 bi em dezembro de 2019, e, até agora a cantiga é a mesma: ou seja, conversa pra boi dormir. O servidor do RN virou escravo de um governo mercenário e mentiroso.

  10. Ana Maria disse:

    Eu nunca vi tanta demora e desculpas para pagar um dinheiro que é nosso. Ano passado tinha: venda dos Royalties, pré sal e esse empréstimo para quitar as três folhas. Agora o empréstimo é só para para a Folha de novembro de 2018! Aja PACIÊNCIA!

  11. Zé Lopes disse:

    Você me paga cachorra!

  12. Rei disse:

    Pra onde foi o dinheiro da venda da folha ao BB, adiantamento de royalties, a esse mesmo banco e dinheiro da ceção onerosa do pré sal?

Governo aumenta para 2,40% previsão de alta do PIB em 2020

 Foto: Adriano Machado / Reuters

O Ministério da Economia elevou nesta terça-feira (14) a sua previsão para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2,32% para 2,40% em 2020. A projeção esta no Boletim Macrofiscal, divulgado pela Secretaria de Política Econômica.

Para o ano de 2019, cujo resultado ainda não foi divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a previsão da área econômica de crescimento passou de 0,90% para 1,12%.

O mercado financeiro, por sua vez, estima uma alta de 1,17% para o PIB de 2019, de 2,3% para 2020 e de 2,5% para 2021. As previsões foram colhidas pelo Banco Central na semana passada, em pesquisa com mais de 100 instituições financeiras.

“No segundo semestre de 2019, a economia brasileira apresentou sinais mais fortes de recuperação do ritmo de crescimento da atividade. Houve aumento do emprego e da renda, com consequente redução da taxa de desocupação”, informou o Ministério da Economia.

De acordo com a área econômica, as reduções da taxa básica de juros, atualmente na mínima histórica de 4,5% ao ano, devem começar a produzir efeitos na atividade econômica no primeiro semestre deste ano, “especialmente a partir do segundo trimestre”.

Inflação

Segundo o estudo da Secretaria de Política Econômica, a previsão para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial, a expectativa para este ano passou de 3,53% para 3,62%.

Na semana passada, o mercado financeiro estimou um IPCA de 3,58% para 2020.

A expectativa de inflação do mercado para este ano segue abaixo da meta central, de 4%. O intervalo de tolerância do sistema de metas varia de 2,5% a 5,5%.

A meta de inflação é fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para alcançá-la, o Banco Central eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia (Selic).

No ano passado, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do Brasil, fechou em 4,31%, acima do centro da meta para o ano, que era de 4,25%. Foi a maior inflação anual desde 2016.

Dívida pública

O secretário-especial de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues, informou que a área econômica passou a projetar uma dívida pública menor, na proporção com o Produto Interno Bruto (PIB), nos próximos anos.

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Gilvan disse:

    Em 2017 os economistas alardeavam que o Brasil melhoraria em 2018,a melhora não veio,depois falavam que a grande melhora viria em 2019,também não veio,agora projeta que 2020 será ótimo vamos ver.Combustivel aumentou mensalmente,planos de saúde subiram,carne aumentou,a reforma trabalhista não gerou empregos,a reforma da previdência é um fiasco,temos um governo mandado por um ministro,que está perdido,não temos muito o que esperar para 2020.

    • Raimundo disse:

      Não sei porque Maduro não convida Lula, Haddad ou Ciro para melhorar a economia da Venezuela, já que os três são "ótimos" administradores…

  2. Piano disse:

    CHUPA LULA!

Carnatal e Festival Halleluya: previsão de calor e ausência de chuva entre esta sexta e domingo

Foto: Reprodução/Clima Tempo

Entre esta sexta(13) e domingo(15) a capital potiguar está fervendo com dois grandes eventos, reconhecidos pelo país, e que atraem multidões: o Carnatal e o Festival Halleluya. Para isso, o potiguar e turista que se encontra na capital potiguar está de olho no tempo.

Segundo o Clima Tempo, maior site de meteorologia do Brasil, o destaque é para a possível ausência de chuva no período, com temperaturas que podem chegar aos 32º, e previsão de mínima, quanto acontecem os eventos, em 24º.

Em 1ª discussão, Câmara Municipal de Natal aprova Lei Orçamentária para 2020 com previsão de R$ 3,17 bilhões

O plenário da Câmara Municipal de Natal aprovou em primeira discussão, na sessão ordinária desta quarta-feira (13), o Projeto de Lei n° 254/2019 que trata sobre a Lei Orçamentária Anual (LOA), que estima a receita e fixa a despesa do Município para o exercício financeiro de 2019. A matéria poderá receber emendas e a votação em segunda discussão está prevista para começar no dia 28 de novembro.

A peça orçamentária para 2020 da capital potiguar prevê uma receita de R$ 3.174.155.966,00 com despesas de igual valor. Segundo justifica o Executivo, para chegar a essa previsão, levou-se em consideração, entre outros fatores, a crise financeira dos últimos anos, além da dificuldade de ampliar a capacidade de investimento.

“Ficou estabelecido um prazo para encaminhamento de emendas que vai até o dia 25 de novembro, a fim de oferecer tempo hábil para os parlamentares estudarem o projeto e definirem as demandas pelas quais vão focar. Em tempo: a participação da população é fundamental nesse processo, por isso peço a todos que acompanhem atentamente os debates”, afirmou a vereadora Nina Souza (PDT).

Governo eleva previsão de crescimento do PIB de 2019 para 0,9%; expectativa para a inflação do ano cai de 3,62% para 3,26%

Foto: Arquivo

O Ministério da Economia elevou sua projeção para o crescimento da economia brasileira em 2019. Segundo o governo, o PIB deve avançar 0,9% este ano.

Na avaliação anterior, divulgada em setembro, a expectativa era de um crescimento de 0,85%. O dado foi divulgado nesta quinta-feira e consta no Boletim Macrofiscal da Secretaria de Política Econômica da pasta, o último do ano.

Em seu boletim de outubro, o Fundo Monetário Internacional ( FMI ) melhorou a projeção do PIB brasileiro para 0,9% este ano, mas previu uma expansão menor em 2020.

Esta é a segunda vez que o ministério da Economia eleva a previsão de crescimento do PIB, depois de quatro cortes consecutivos nas estimativas. O orçamento de 2019 foi elaborado sob a previsão de que a economia cresceria 2,5% este ano.

Em março, o número caiu para 2,2%, em maio para 1,6%, em julho, para 0,81%, até que, em setembro, o governo elevou a projeção para 0,85%.

As projeções são semelhantes às do Boletim Focus, do Banco Central, que semanalmente ouve economistas para avaliar as expectativas do mercado financeiro para o cenário econômico brasileiro. De acordo com o último relatório, divulgado na segunda-feira, o PIB do ano deve crescer 0,92%.

Na terça-feira, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central BC apontou crescimento do PIB no terceiro trimestre , indicando que deve haver aceleração nos próximos meses.

A expectativa do governo para o PIB de 2020 também avançou. Há dois meses, o crescimento esperado estava em 2,17%. Agora, a projeção é de 2,32%.

Expansão do crédito e criação de empregos

Na avaliação do Ministério da Economia, a melhoria das projeções se deve, entre outros fatores, à expansão do crédito e ao aumento da criação de empregos formais , bem como à trajetória de redução dos juros da economia.

Ainda segundo a pasta, os sinais de recuperação têm conexão direta com a percepção de continuidade do ajuste das contas públicas pelo mercado.

O destaque foi para os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), que registrou a criação de mais de 157 mil vagas formais em setembro. Na seara do crédito, o governo deu ênfase ao crescimento do crédito livre, isto é, das linhas em que as condições são negociadas entre as partes, e não obedecem à nenhuma diretriz do governo.

Também em setembro, o saldo das operações de crédito no país cresceu 5,8% na comparação com o mesmo mês do ano anterior. Decompondo o número, o saldo das operações no crédito livre avançou 13,1%, enquanto o crédito direcionado pelo governo recuou 2,4%.

Liberação de recursos do FGTS

Segundo o subsecretário de Política Macroeconômica, Vladimir Kuhl Teles, o aquecimento do setor de construção civil, sobretudo no estado de São Paulo, e o salto do setor de serviços, diretamente impactado pela liberação dos recursos do FGTS , têm peso importante na melhoria das projeções.

– Isso indica que expectativa das pessoas, ao demandarem pela compra de imóveis, é de não perder emprego. E o setor de serviços vem crescendo substancialmente tanto pelo impacto do FGTS quanto pela redução da inflação. A inflação baixa também vem estimulando o comércio varejista, principalmente o setor de supermercados – disse.

De acordo com o secretário de Política Econômica da pasta, Adolfo Sachsida, embora a retomada do crescimento econômico possa parecer lenta diante da redução dos investimentos públicos, ela é mais dinâmica na seara privada – o que permite, segundo ele, um crescimento econômico sustentável, e não um “voo de galinha”.

– O mix de crescimento foi alterado. Hoje, é o setor privado que puxa o crescimento. Você abandonou um sistema onde o governo escolhia setores, escolhia os campeões, e puxava o crescimento. O crescimento agora vai para onde ele é mais eficiente. Em outras palavras isso é crescimento de longo prazo, não é voo de galinha.

Cálculos do governo mostram que, no segundo trimestre deste ano, a demanda do setor privado teve mais peso no PIB do que a demanda do setor público. Sob a ótica do crescimento interanual, o PIB privado cresceu 1,69%, e o público recuou 1,56%.

Sachsida minimizou, no entanto, o resultado abaixo do esperado no leilão da cessão onerosa, ocorrido nesta quarta-feira, ao ser questionado sobre a expectativa do mercado privado, sobretudo o internacional, em relação à economia brasileira.

– Há indício claro de confiança do setor privado (no Brasil). Antes de dizer que é o setor privado que não quer vir (para o país), tem que olhar se o desenho do leilão foi adequado – disse.

Inflação revisada

Ainda de acordo com as previsões do governo, a inflação será menor em 2019. A projeção, que estava em 3,62%, agora é de 3,26%, principalmente por conta da descompressão dos preços dos alimentos.

O número permanece dentro do intervalo de tolerância para a inflação, entre 2,75% e 5,75%, mas fica abaixo da meta central fixada pelo governo para 2019, que é de 4,25%.

O Globo

Vai curtir o feriado desta quinta no RN e emendar na sexta? Confira previsão do tempo em dias de “influência de brisa” e “umidade proveniente do mar”

Reprodução: Emparn

A Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte(Emparn) destaca a “influência de brisa” e “umidade proveniente do mar” como responsáveis pelo tempo quente e pancadas de chuvas na faixa litorânea leste entre esta quarta-feira(02) e sexta-feira(04). Conforme quadro em destaque, programe-se para o feriadão de Mártires de Cunhaú e Uruaçu a partir desta quinta-feira(03).

Regiões leste e agreste do RN com previsão de pancadas de chuvas nesta primeira semana da Primavera

Foto: Ilustrativa

Por influência do vento e da umidade provenientes da região oceânica (sistema de brisa), o Leste e o Agreste do RN vão continuar registrando pancadas de chuvas nesta primeira semana da Primavera.

Em Natal, a temperatura varia entre 23ºC e 29,ºC; e no interior em algumas regiões serranas, como Serra de Martins e Serra de Santana, as mínimas oscilarão entre 21º C a 23ºC.

Previsão da semana: predominância de céu parcialmente nublado a claro em todo o RN e ocorrências de pancadas de chuvas fracas e isoladas no Leste do Estado.

Com previsão de conclusão para o fim de 2021, obras do ‘Gancho de Igapó’ são iniciadas e interdições no trânsito começam em novembro

Foto: DER-RN

Orçada em cerca de R$ 39 milhões, com recursos federais do Ministério da Infraestrutura, as obras de readequação do ‘Gancho de Igapó’, na Zona Norte de Natal, foram iniciadas e as interdições nas vias que passam pelo local serão iniciadas em novembro. A informação foi confirmada nesta quarta-feira (11) em uma reunião entre representantes das instituições envolvidas na intervenção urbana.

Estão dentro do pacote a construção de um viaduto, a adequação da rotatória já existente e a construção de um túnel em “Y”, da Avenida das Fronteiras para São Gonçalo do Amarante e Natal. O serviço foi iniciado pelas marginais, no entanto, a partir do mês de novembro, será necessário fazer desvios nas rotas dos veículos que circulam na região. Carros e motos serão desviados pelo binário das ruas Henrique Dias e Santa Luzia.

Os ônibus e vans do transporte alternativo terão faixa exclusiva para circulação. Segundo os representantes, nas próximas semanas outras reuniões como essa serão realizadas para adequar o projeto, com o objetivo de minimizar os transtornos, principalmente para o usuário do transporte público e para os comerciantes da área.

A previsão é de concluir os trabalhos em dezembro de 2021.

Com acréscimo de informações do G1-RN

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. manezinho disse:

    O acesso do aeroporto consegue ficar pior…

  2. Assis disse:

    Essa obra com passos de tartaruga só vai terminar em 2040, isto é uma vergonha.

Previsão da Emparn é de céu parcialmente nublado com pancadas de chuvas fracas entre esta segunda e domingo em Natal, região e interior; confira cada dia

A semana começa com predominância de céu parcialmente nublado a claro em todo o Estado e possibilidades de ocorrências de pancadas de chuvas fracas e isoladas no Leste do Estado devido a atuação do sistema de brisa e essa condição predominará durante toda a semana. Essa é a previsão da Unidade de Instrumental de Meteorologia da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN), para o período de 9 a 15 de setembro. Segundo o meteorologista Gilmar Bristot, as temperaturas, tanto as máximas como as mínimas deverão se manter próximo das normais que deverão variar na capital entre as mínimas de 22º C, as máximas de 29,0º C. Para o interior nas regiões serranas, as mínimas poderão chegar a 21ºC e as máximas a 35ºC.

Para a semana as revisões são as seguintes: Hoje (09/09), céu parcialmente nublado a claro em todo o Estado com pancadas de chuvas fracas e isoladas na região leste. Amanhã (10/09), também com céu parcialmente nublado a claro em todo o Estado com pancadas de chuvas fracas e isoladas na região leste. Na quarta-feira (11/09), o céu permanece parcialmente nublado a claro em todo o Estado com pancadas de chuvas fracas e isoladas na região leste. A quinta-feira (12/09) será de céu parcialmente nublado a claro em todo o Estado com possibilidades de pancadas de chuvas fracas e isoladas na região leste.

Na sexta-feira (13/09) o céu fica parcialmente nublado a claro em todo o Estado, com possibilidade de pancadas de chuvas fracas e isoladas na região Leste. O sábado, dia 14, será de céu parcialmente nublado a claro em todo o Estado, com possibilidade de pancadas de chuvas fracas e isoladas na região Leste. O domingo, dia 15, será de céu parcialmente nublado a claro em todo o estado, com chuvas fracas e isoladas na região Leste.

Chuvas

O fim de semana, da sexta-feira (06) até a manhã desta segunda-feira (09), foi marcado por chuvas nos municípios de Boa Saúde, Tangará, São Gonçalo e Natal, entre outros do Agreste e Leste do RN.

Com redução de estimativa de inflação, previsão de crescimento da economia sobe para 0,87% neste ano

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

O mercado financeiro aumentou a projeção para o crescimento da economia e reduziu a estimativa de inflação para este ano. Segundo o boletim Focus, pesquisa divulgada todas as semanas pelo Banco Central (BC), a previsão para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – foi ajustada de 0,80% para 0,87% em 2019.

Segundo a pesquisa, a previsão para 2020 permaneceu em 2,10%. Para 2021 e 2022 também não houve alteração nas estimativas: 2,50%.

Inflação

A estimativa de inflação, calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo caiu de 3,65% para 3,59%, este ano. Para os anos seguintes não houve alterações nas projeções: 3,85%, em 2020, 3,75%, em 2021, e 3,50%, em 2022.

A meta de inflação, definida pelo Conselho Monetário Nacional é 4,25% em 2019, 4% em 2020, 3,75% em 2021 e 3,5% em 2022, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 6%. Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.

Quando o Comitê de Política Monetária aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Para o mercado financeiro, ao final de 2019 a Selic estará em 5% ao ano. Para o final de 2020, a estimativa segue em 5,25% ao ano. No fim de 2021 e 2022, a previsão permanece em 7% ao ano.

Dólar

A previsão para a cotação do dólar ao fim deste ano subiu de R$ 3,80 para R$ 3,85 e, para 2020, de R$ 3,81 para R$ 3,82.

Agência Brasil

 

Previsão de crescimento econômico no país aumenta; estimativa de inflação cai

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

O mercado financeiro aumentou a projeção para o crescimento da economia e reduziu a estimativa de inflação para este ano. Segundo o boletim Focus, pesquisa divulgada todas as semanas pelo Banco Central (BC), a previsão para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – foi ajustada de 0,81% para 0,83% neste ano.

Segundo a pesquisa, a previsão para 2020 também subiu, ao passar de 2,1% para 2,2%. Para 2021 e 2022 não houve alteração nas estimativas: 2,5%.

Inflação

A estimativa de inflação, calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), caiu de 3,76% para 3,71%. Não houve alteração nas estimativas para os anos seguintes: 3,90%, em 2020, 3,75%, em 2021, e 3,5%, em 2022.

A meta de inflação, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), é 4,25% em 2019, 4% em 2020, 3,75% em 2021 e 3,5% em 2022, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 6%. Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.

Quando o Comitê de Política Monetária (Copom) aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Para o mercado financeiro, ao final de 2019 a Selic estará em 5% ao ano. Para o final de 2020, a estimativa permanece em 5,5% ao ano. No fim de 2021 e 2022, a previsão segue em 7% ao ano.

Dólar

A previsão para a cotação do dólar ao fim deste ano subiu de R$ 3,75 para R$ 3,78 e, para 2020, de R$ 3,80 para R$ 3,81.

Agência Brasil

 

Mercado volta a reduzir previsão de crescimento do PIB de 2019

Analistas do mercado financeiro ouvidos pelo Banco Central voltaram a reduzir a previsão de crescimento da Produto Interno Bruto (PIB) em 2019, de 0,82% para 0,81%.

Os números foram divulgados nesta segunda-feira (12), na pesquisa conhecida como Focus, em que o BC ouviu na semana passada especialistas de mais de 100 instituições financeiras.

A previsão do PIB não caía desde a pesquisa divulgada no dia 29 de julho.

Os especialistas também diminuíram a previsão de inflação para o ano, de 3,80% para 3,76%.

Outro indicador divulgado nesta segunda pelo Banco Central, o Índice de Atividade Econômica (espécie de prévia do PIB), registrou retração de 0,13% no segundo trimestre. Como o primeiro trimestre registrou queda no PIB, o resultado do segundo, se confirmado, colocará o país em recessão técnica.

2020 e 2021

Os economistas dos bancos mantiveram a previsão de crescimento do PIB para 2020 em 2,10% e a previsão de crescimento do PIB em 2021 em 2,50%. A previsão de inflação para 2020 ficou em 3,90% e para 2021, em 3,75%.

Taxa de juros

Na última semana, os analistas do mercado financeiro reduziram mais uma vez a previsão da Selic para o final de 2019. Segundo dados do boletim, os economistas esperam que a taxa básica de juros encerre o ano em 5,00%. Na semana passada os economistas esperaram uma Selic de 5,25% no final de 2019.

Para o fim de 2020, a estimativa do mercado financeiro para a Selic fique em 5,50% ao ano.

Câmbio, balança e investimentos

Os analistas ouvidos pelo relatório Focus não mexeram na projeção da taxa de câmbio para o fim de 2019, que ficou estável em R$ 3,75 por dólar pela terceira semana consecutiva. A previsão do dólar para o fechamento de 2020 também não foi alterada ficando em R$ 3,80 pela 14ª semana seguida. Já a previsão para 2021 subiu de R$ 3,85 para R$ 3,86.

Para o saldo da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações), em 2019, os analistas reduziram a previsão de superávit de US$ 52,6 bilhões para US$ 52 bilhões.

Para o ano que vem, a estimativa dos especialistas do mercado passou de US$ 47,43 bilhões para US$ 47,6 bilhões.

A previsão do relatório para a entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil, em 2019, ficou estável em US$ 85 bilhões. Para 2020, a estimativa dos analistas caiu de US$ 85,56 bilhões para US$ 85,28 bilhões.

G1

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Walsul disse:

    O que está preso levou o país da 13a. para a 6a. maior economia do mundo e reduziu o número de desempregados a um dos menores da história, não bastasse, ainda reduziu a pobreza. Não precisaria fazer mais nada para ser o maior presidente da história, mas fez muito, muito mais. Por isso foi preso, para não termos mais pobres nos aeroportos, viajando ao exterior, indo a restaurantes, empregados com ganhos salariais reais, filhos de pobres nas universidades e direito a cagar todos os dias. Hoje até o direito de cagar todos os dias vão perder. Quero saber o que os minions vão fazer com diarreia. Eu como sou comunista (aquele que vaga todo dia) faço todo dia. Aliás, o bolsonaro e seus familiares também são comunistas, eles podem todo dia. Olha a que nível temos que chegar pra mostrar a realidade pra vcs idiotizados. Tudo pautado por alguém que só tem merda na cabeça e não é camarão, mas vc a chamam de mito. Idiomerdas!

    • jonas disse:

      e a corrupção ! ele deu com uma mão e tirou com a outra, institucionalizou a corrupção, que assaltaram os cofres publico, essa situação que estamos passando hoje e tudo graças o roubo que fizeram, infelizmente ficou esse doido que ta na presidência, mais o povo ta achando melhor assim !!!

    • Eu disse:

      Esse mi mi mi é antigo

      Muda o disco

  2. joao disse:

    Corta mais, corta mais…babacas…Presidente BURRO!

    • Eu disse:

      Sabido é o que está preso.

    • Dilermando disse:

      É burro também, e tá preso! A diferença é que esse foi eleito pra fazer diferente e melhor, não pra fazer o que ele vem fazendo. Diga-se de passagem, dia sim, dia não…

Céu nublado e pancadas de chuvas no RN neste fim de semana, especialmente, no litoral e região Agreste; veja previsão

A Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte(Emparn) informa que a previsão do tempo para este fim de semana, entre esta sexta-feira (09) até domingo(11) é de céu parcialmente nublado a claro com possibilidades de pancadas de chuvas fracas no litoral Leste e Agreste e parcialmente nublado a claro nas demais regiões do RN. Confira abaixo.

Reprodução/Emparn

Chuvas com maior intensidade deverão ocorrer neste sábado e domingo pelo Estado, destaca Emparn; veja previsão

A empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte(Emparn) destaca possibilidade de pancadas de chuvas pelo estado a partir desta sexta-feira(07), com maior volume entre sábado(08) e domingo(09). Confira abaixo previsão em municípios potiguares:

Reprodução: Emparn

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Anti-Comunista disse:

    VAI CHOVER UM DILÚVIO DE NOÉ PODE PREPARAR BOTE, CANOA, LANCHA, BARCO,….