Esporte

(FOTOS) – Nova Ronda? Conheça a musa brasileira estreante do UFC que é ex-judoca

Luana Pinheiro sonha seguir os passos de Ronda Rousey — Foto: reprodução/Instagram

Quando judô e MMA são colocados lado a lado na mesma frase, o nome de Ronda Rousey é uma das primeiras lembranças que surgem na mente dos fãs de artes marciais. A americana, que fez história ao se tornar a primeira campeã do UFC, inspirou muitas outras mulheres e meninas ao redor do mundo. Uma delas é a judoca brasileira Luana Pinheiro, fã da peso-galo que optou por seguir os passos da estrela e trocar o quimono pelas luvas. Pouco mais de quatro anos após a migração, a paraibana conquistou seu maior desejo na última semana, quando foi contratada por Dana White no Contender Series ao nocautear Stephanie Frausto no round inicial.

— Comecei a acompanhar a Ronda porque ela vinha do judô e estava no UFC. Ela entrava, derrubava e pegava o braço de todo mundo. Eu ficava impressionada. Todos os meus amigos iam em algum bar, restaurante ou na casa de alguém para poder assistir. Eu ficava olhando e pensava: “Ninguém se reúne para ver minha luta de judô. Será que isso não é mais legal? Eu quero isso, quero que todo mundo saia daqui e vá me ver, quero todos os meus amigos torcendo por mim”. Nas competições de judô, tem um monte de lutas acontecendo ao mesmo tempo, você é só mais um. No MMA é tudo focado em você, todo mundo te assistindo. Então decidi que queria aquilo. Se a Ronda tinha conseguido por que eu não poderia? — comenta Luana, em entrevista ao Combate.com.

Luana Pinheiro começou a praticar judô ainda na infância, por influência dos pais — Foto: Reprodução/Instagram

Luana Pinheiro, hoje com 26 anos, nasceu em João Pessoa, na Paraíba, numa família em que o judô está no DNA: a mãe e os cinco irmãos são faixas-pretas, e o pai, coral. Por isso, a lutadora começou a praticar a arte marcial japonesa aos dois anos. Ela buscou outras modalidades – praticou natação, ginástica olímpica, futsal, surfe, handebol e balé – mas o judô acabou prevalecendo.

— Teve uma época em que eu estava querendo surfar, ficava de corpo mole no judô, e meu pai ameaçava jogar minha prancha fora. Eu ficava o dia inteiro na praia e à noite estava acabada. Eu me dei conta de que precisava treinar e me dedicar mais quando tinha 10 anos e ganhei minha primeira seletiva para ir ao (campeonato) sul-americano. Isso acabou sendo depois que eu fiquei mais velha. No começo não tem como, você é uma criança e quer fazer um milhão de coisas, tem energia para isso ainda. Depois de velha é que tem de escolher apenas uma porque o corpo já não aguenta.

Após se formar no colégio, surgiu a primeira grande mudança em sua vida: no início de 2012, uma oportunidade de treinar no Minas Tênis Clube, em Belo Horizonte, fez com que a jovem de 17 anos deixasse a família e fosse morar numa cidade distante.

— Eu fiquei feliz porque estava saindo de casa, que é o sonho de qualquer adolescente. Estava naquela “pilha” de poder sair de casa sozinha, na hora em que eu quisesse. Porque lá (no Minas) você mora numa república, até tem hora para voltar, mas não tem de ficar avisando aonde vai. Fiquei feliz de início, mas os meses foram passando e fui vendo que não seria tão legal assim. Quando chega o final de semana, por exemplo, você fica sozinha, não tem o que fazer. Como a gente convive muito com o pessoal que treina, também fica enjoado um do outro. Eu queria ver minha mãe, minha família… e não podia, eu só tinha que ficar sozinha num quartinho.

Em Belo Horizonte, Luana ainda chegou a iniciar duas graduações, em Fisioterapia e Arquitetura, ambas não concluídas. As obrigações acadêmicas eram difíceis de serem conciliadas com o dia a dia de treinamentos e, como atleta do Minas, a judoca já garantia seu rendimento apenas com o esporte.

— A gente viaja muito no judô, tem muita competição, e quando eu mudei para Arquitetura tinha muito trabalho para fazer. E todos os meus trabalhos eram individuais, eu não conseguia fazer um trabalho em grupo porque ninguém podia ir na minha casa e meus amigos também moravam em outra cidade. Eu não tinha como tirar um dia para fazer só o trabalho da faculdade, tinha que treinar sempre. O treino era o principal, a faculdade era um extra que eu tinha que arrumar tempo. Então várias vezes já fiquei estudante até seis horas da manhã quando tinha prova.

Em 2015, após perder a seletiva de classificação para as Olimpíadas do Rio, Luana tomou a decisão de migrar para o MMA, um desejo que já vinha crescendo em sua mente. A atleta já não sentia mais a mesma empolgação na prática do judô e não estava animada para encarar mais um longo ciclo olímpico em busca da classificação para Tóquio 2020. No Natal, revelou aos pais o desejo de começar nas artes marciais mistas. As primeiras reações não foram muito favoráveis, e Luana lembra que escutou perguntas como “você está maluca?” e “Já brigou na rua, já tomou um soco na cara?”.

— Minha mãe não curtiu muito a ideia, mas não iria me proibir. Eu estava indo embora de lá, fui me despedir do meu pai, e ele falou que tinha um presente para mim. Ele me deu uma luva de boxe, mesmo não curtindo muito a ideia. Até hoje ele não gosta muito, porque, como ele veio do judô, ainda tem muito essa coisa de usar só a técnica, de ter a disciplina, sem agressividade. Então me deu essa luva de boxe, falou que não curtiria muito mas que me apoiaria se eu quisesse – afirma Luana, que já havia conhecido Cristiano “Titi”, seu primeiro mestre no MMA.

— Antes de eu ir para João Pessoa de férias já tinha conhecido o sensei Titi. Toda semana tinha um treino de chão lá no Minas e ele é quem ia passar umas dicas para a galera. Ele tinha me convidado para fazer um treino de jiu-jítsu, eu fui e perguntei se lá tinha MMA também. Pedi para fazer um treino mas ele disse que o sensei Floriano (do judô) não deixaria. Não tinha como eu fazer um treino de MMA e depois ir pro Minas se me machucasse. Então já fui para casa com essa ideia e quando voltei para Belo Horizonte já estava decidida que queria lutar MMA.

No início de 2016, então, Luana começou sua jornada no MMA na equipe BH Rhinos, liderada pelo mestre “Titi”. Naturalmente, sua maior dificuldade no início foi em absorver as técnicas da trocação.

– No judô eu já era uma menina agressiva. Eu já derrubava e não parava até a menina encostar as costas no chão e o árbitro parar. No judô eu já tinha esse ímpeto de bater, mas não podia. E no MMA eu poderia bater em alguém com toda a minha força e seria normal, estava no esporte, ninguém iria me chamar de maluca. Então foi uma coisa que gostei muito, de poder extravasar, mostrar minha força. Foi difícil. No primeiro treino o sensei já me colocou para fazer boxe com queda, chamou uma menina do jiu-jitsu… a gente começou a trocar soco e eu não sabia nem socar direito, era quase uma briga de rua (risos). O meu instinto, quando chegava perto, já era de abraçar e derrubar de qualquer jeito. É uma coisa que vem de mim.

Com cerca de seis meses de treinamento, em outubro de 2016, Luana fez sua estreia no MMA. Ela optou por não competir na modalidade amadora e já fazer a primeira luta no profissional: “Como assim vou apanhar e não vai valer nada?”, diz. A mãe e a irmã da peso-palha viajaram de João Pessoa a Belo Horizonte para assistir ao confronto, e as colegas de equipe dos tempos de judô também se fizeram presentes. Com arena lotada, Luana viveu uma emoção que ainda nunca havia sentido na vida.

— No judô, se perder, já tem outra luta na próxima semana, pode disputar repescagem… No MMA é a sensação de estar indo para a guerra, instinto de sobrevivência: se eu não matar, vou morrer. Tem uma luta em que a Ronda derruba a adversária no kochi guruma, segura no honke zagatame, fica socando, olha pro árbitro e o árbitro acaba (contra Alexis Davis). Minha intenção era fazer igual. Começou a luta, caí por cima da menina, encaixei no honke zagatame e fiquei batendo… olhei para o árbitro e ele não parava, a menina começou a se mexer e pensei: “Meu deus, eu achei que fosse acabar aqui”. E minha mãe gritando de desespero do lado de fora (risos). Foi bom para fazer três rounds de porradaria, de loucura. Foi um teste para eu saber se era aquilo que eu queria mesmo – contou Luana que, em 2018, por intermédio do namorado, o também lutador Matheus Nicolau, migrou para a academia Nova União, no Rio de Janeiro.

Com nove lutas no cartel e quatro anos de experiência no MMA, Luana atingiu o grande objetivo de todo lutador no último dia 10, ao nocautear Stephanie Frausto no Contender Series, em Las Vegas (EUA), e ganhar um contrato com o UFC.

— Entrar no UFC sempre foi o meu objetivo, nunca estive satisfeita nos outros eventos porque a Ronda estava lá (no UFC). Era algo que eu queria e não ia sossegar até conquistar. Pode ter sido cedo, mas foi uma coisa que eu batalhei para isso. Com certeza tem muitos atletas duros que estão há tempos no MMA e não têm essa oportunidade. Principalmente para homem, porque tem mais, mas acho que para mulher tem menos concorrência — diz Luana, que ganhou elogios de Dana White após o duelo.

— Fiquei feliz demais. A minha missão na luta era agarrar, derrubar, trabalhar o jiu-jítsu, o ground and pound… mas acabou que foi completamente diferente do que eu estava prevendo. Fiquei feliz ainda mais ainda por ele (Dana White) ter falado que queria ver meu judô no UFC. É bom para mim porque as meninas sempre esperam que eu vá agarrar como uma louca, mas já estou vindo de dois nocautes. Então, são mais armas para as adversárias se preocuparem.

Apesar de se tornar cada vez mais versátil dentro do cage, Luana avalia que pode levar certa vantagem sobre as adversárias do UFC impondo suas variadas técnicas do judô. A comparação com Ronda Rousey deve se tornar inevitável caso a paraibana tenha sucesso dentro no Ultimate – mas isto está longe de incomodar a peso-palha, na realidade, é motivo de orgulho.

— Logo quando eu migrei para o MMA era isso… Ronda, Ronda, Ronda… depois deu uma diminuída e agora está voltando. E eu realmente conheci o MMA por conta dela. Eu migrei para o MMA por conta dela. Então, é isso mesmo. E eu curto, quem não ser comparada com a Ronda? — conclui.

Globo, via Combate

Opinião dos leitores

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

Presidente do PT cobra nome de Lula em materiais de campanha e ameaça pedir devolução do fundo eleitoral a candidatos a deputado

Foto: Ricardo Stuckert

O presidente nacional do PT, Edinho Silva, determinou que candidatos a deputado pelo partido incluam Lula e os demais candidatos majoritários apoiados pela legenda em seus materiais de campanha. Em caso de descumprimento, ele defendeu até ações por infidelidade partidária e a devolução de recursos do fundo eleitoral.

Edinho tomou conhecimento da circulação em grupos petistas de materiais de campanha sem o nome ou o número de Lula e, em alguns casos, sem candidatos a governador e ao Senado apoiados pelo partido.

Em áudio enviado à Executiva Nacional, Edinho afirmou que a eleição de Lula deve ser prioridade e que os materiais precisam refletir as decisões coletivas do PT. A Executiva aprovou resolução orientando que as candidaturas proporcionais incluam Lula e os candidatos majoritários nas peças impressas e digitais, além de ações de rua e redes sociais.

“Se a nossa militância informar a direção do PT sobre a existência de materiais que não traduzam a nossa tática eleitoral, eu penso que temos […] que encaminhar ações por infidelidade partidária, pedindo a devolução do Fundo Eleitoral”, afirmou Edinho.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

Mendonça diz à PF que não conseguiu acessar celular de Vorcaro e pede suporte técnico

Foto: Rosinei Coutinho/STF

O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), pediu neste sábado (19) auxílio técnico à Polícia Federal para conseguir acessar o conteúdo de um dos celulares de Daniel Vorcaro apreendidos pela corporação.

Em ofício enviado ao diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, Mendonça afirmou que seu gabinete não conseguiu acessar os dados armazenados no material entregue pela polícia.

O ministro do Supremo atribui o problema a possíveis dificuldades técnicas ou até a algum defeito no material fornecido pela corporação.

“Até o presente momento, seja por dificuldades de ordem técnica operacional, seja por algum tipo de defeito contido na mídia entregue, este Gabinete não logrou êxito em obter acesso efetivo ao material ali contido, permanecendo os respectivos dados e informações indisponíveis ao exame e análise deste juízo”, diz Mendonça no ofício.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

[VÍDEO] Estudante de medicina é flagrada praticando furto em loja de luxo em Natal

Uma estudante de medicina de uma universidade particular foi flagrada por câmeras de segurança praticando furto em uma loja de alto padrão no bairro de Lagoa Nova, em Natal.

O item levado sem a efetuação do pagamento foi um conjunto fitness. A peça, de uma marca premium, teria valor aproximado de R$ 1 mil.

As imagens registraram a movimentação da estudante dentro do estabelecimento e o momento em que ela saiu com a mercadoria.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

[VÍDEO] ”ESSE PREFEITO É UM LADRÃO”: Vídeo gravado pela PF dentro da Dismed revela conversa sobre gestão de Allyson

Um vídeo gravado pela Polícia Federal dentro da Dismed Distribuidora de Medicamentos, em Mossoró, divulgado pelo Blog do Dina, revela diálogos que integram a investigação da Operação Mederi.

A gravação, feita em maio de 2025, mostra uma conversa entre Oseas Monthalggan Fernandes Costa, sócio da Dismed, com um interlocutor identificado nos autos como “Nenen”. Em um dos trechos, Oseas faz uma comparação hipotética: “se eu fosse prefeito […] esse prefeito é ladrão, quem rouba é ele, pode falar, não me importa não”. Na sequência, contrapõe a situação ao comportamento atribuído ao então prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra, mencionando o cuidado para que “ninguém” soubesse.

Em outro momento, “Nenen” orienta Oseas sobre como abordar Poliana Rezende Dantas, então diretora financeira da Secretaria Municipal de Saúde, para discutir o volume de compras de medicamentos. Ele compara Mossoró com José da Penha: “José da Penha consome cem mil por mês […] como é que Mossoró em um mês só consome trezentos mil?”. Em seguida, a conversa aponta que o volume mensal de Mossoró poderia chegar a pelo menos R$ 500 mil.

Segundo o Blog do Dina, a Polícia Federal registrou que o diálogo demonstraria “familiaridade” com a então diretora e confiança de que ela seria receptiva aos argumentos apresentados.

A Operação Mederi segue em investigação.

Com informações do Blog do Dina

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

[VÍDEO] Recém-inaugurado, Mirante do Mar vira novo point de Natal e recebe famílias e turistas no fim de tarde

O primeiro sábado após a inauguração do Mirante do Mar, na Avenida Getúlio Vargas em Natal, já mostrou o potencial do novo espaço como ponto de encontro da cidade. Ao longo do fim de tarde, crianças, famílias, moradores e turistas ocuparam o espaço para apreciar a bela vista do litoral natalense e o clima agradável.

Inaugurado na sexta-feira (18) pelo prefeito Paulinho Freire, o Mirante do Mar passa a integrar o roteiro turístico da capital potiguar. O espaço oferece vista para as praias centrais e a Ponte Newton Navarro, além de estrutura acessível para receber natalenses e turistas.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

[VÍDEO] Em Santa Catarina, Lula diz que agro deveria “se ajoelhar” a ele

Durante agenda em Florianópolis neste sábado (19), o presidente Lula (PT), candidato à reeleição, afirmou que o agronegócio deveria “se ajoelhar” diante dos recursos destinados pelo governo ao setor. No palanque, Lula chamou Gelson Merísio (PSB), candidato ao governo de Santa Catarina, e sugeriu que ele reúna “o pessoal do agronegócio” no estado para perguntar “por que eles não gostam” deles.

“Por que eles [agro] não gostam de nós? Porque o problema contra nós, acho que é uma questão de pele, porque sou nordestino ou porque eu sou pobre. Porque se dependesse de dinheiro do governo, eles tinham que não só votar, mas se ajoelhar para mim, porque nunca houve tanto dinheiro para a agricultura como agora”, disse o petista.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

Não é só Mossoró: Cabo Deyvison atrai multidão em Apodi e Assú e confirma tendência de fenômeno eleitoral

ApodiApodi

Assú

O crescimento da candidatura de Cabo Deyvison à Câmara Federal já ultrapassa os limites de Mossoró. Nos dois últimos eventos realizados pelo candidato, em Apodi na quinta-feira (16) e Assú nesta sexta-feira (17), uma multidão saiu às ruas para acompanhar as mobilizações, reforçando a força de uma candidatura que vem ganhando espaço em diferentes regiões do Rio Grande do Norte.

Em Apodi, Cabo Deyvison foi recebido por uma grande quantidade de pessoas e participou de uma mobilização que movimentou a cidade. O cenário se repetiu em Assú, onde uma nova multidão acompanhou o candidato pelas ruas, demonstrando que o nome do vereador mossoroense vem conquistando espaço para além de sua principal base eleitoral.

A sequência de eventos fortalece a percepção de que Cabo Deyvison deixou de ser uma candidatura concentrada em Mossoró e passou a construir uma presença estadual.

“Eu fico muito feliz em chegar às cidades e encontrar as pessoas nas ruas. Isso mostra que a nossa mensagem está chegando. Não estamos fazendo uma campanha apenas por uma eleição, mas por um projeto para representar o Rio Grande do Norte e defender quem trabalha, quem produz e quem quer viver em paz”, afirmou Cabo Deyvison.

O desempenho nas ruas acontece paralelamente ao crescimento do candidato nas pesquisas de intenção de voto. Cabo Deyvison vem aparecendo entre os nomes mais citados nos levantamentos divulgados no Estado, aumentando a expectativa em torno de uma votação expressiva.

A segurança pública permanece como uma das principais bandeiras da candidatura. Cabo Deyvison ganhou projeção ainda maior após sobreviver a um atentado praticado por criminosos que, segundo a investigação policial, tinham o próprio vereador como alvo. Na ação, seu amigo e profissional da comunicação Alyson Diego foi assassinado.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

[VÍDEO] Lula debocha de Flávio e diz que quer ganhar as eleições para manter Jair Bolsonaro na cadeia

O presidente Lula (PT) afirmou neste sábado (19) que quer ganhar as eleições para manter o ex-presidente Jair Bolsonaro na cadeia. “A ideia do outro [Flávio Bolsonaro]: ‘Eu quero ganhar as eleições para tirar meu pai da cadeia’, disse Lula em tom de deboche. “E eu quero ganhar para manter ele na cadeia”, completou, esbravejando.

Bolsonaro foi condenado em setembro de 2025 a 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe de Estado. O ex-presidente cumpre pena domiciliar por tempo indeterminado levando em consideração suas condições de saúde.

Flávio já afirmou que tem como projeto, caso seja eleito, anistiar os condenados envolvidos no processo da chamada trama golpista, julgado pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

Fertilidade e suplementos: será que existe um atalho em cápsulas?

Quando o assunto é melhorar a fertilidade, é fácil se deparar com uma longa lista de vitaminas, antioxidantes, coenzimas e suplementos que prometem preparar o organismo para uma gravidez. Mas o que realmente tem respaldo científico?

Esse foi um dos temas discutidos no CBRA 2026, realizado em Recife, acompanhado pelos médicos e embriologistas da DNA Fértil como parte do programa de atualização continuada da equipe.

Para o Prof. Gustavo Mafaldo, ginecologista com atuação em Reprodução Humana, uma das mensagens mais importantes é simples: “Na fertilidade, não existe atalho em cápsula. Suplementar não substitui cuidar da saúde como um todo.”

As evidências apresentadas reforçam a importância de olhar primeiro para a base. Um padrão alimentar saudável, com destaque para características da Dieta Mediterrânea — vegetais, frutas, fibras, leguminosas, azeite, peixes e alimentos pouco processados — apresenta evidências mais consistentes em saúde reprodutiva do que a utilização indiscriminada de diversos suplementos isolados.

Isso não significa que vitaminas, antioxidantes ou outras substâncias não tenham espaço na reprodução humana. Em situações específicas, a suplementação pode ser indicada para corrigir deficiências nutricionais ou como estratégia complementar individualizada. O problema começa quando suplementos passam a ser prescritos como se fossem capazes, isoladamente, de melhorar a qualidade dos óvulos, dos embriões ou garantir maiores chances de gravidez.

O mesmo cuidado vale para os chamados “imunonutrientes”. A ideia de modular o sistema imunológico para favorecer a implantação embrionária é atraente, mas isso não significa que seu uso rotineiro para todas as mulheres que desejam engravidar esteja respaldado por evidências robustas.

Segundo o Prof. Gustavo Mafaldo, “antes de acrescentarmos cápsulas, precisamos perguntar se os pilares fundamentais estão sendo cuidados.”

Para quem está se preparando para uma gravidez espontânea ou para uma fertilização in vitro, esses pilares continuam sendo conhecidos: alimentação equilibrada, atividade física regular, sono adequado, saúde metabólica e correção das deficiências nutricionais quando identificadas.

A suplementação pode ajudar a ajustar detalhes importantes quando existe uma indicação. Mas ela não substitui a base sobre a qual a saúde reprodutiva é construída.

A mensagem trazida do CBRA é, portanto, menos complicada do que muitas prateleiras de suplementos fazem parecer: na reprodução humana, mais cápsulas não significam necessariamente mais fertilidade.

Como resume o Prof. Gustavo Mafaldo: “A suplementação pode complementar. A saúde, porém, é construída todos os dias.”

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

[VÍDEO] “Ele tentou comprar o voto dos mais pobres. Ele tá achando que o pobre é bem otário”, diz Flávio Bolsonaro ao criticar Lula

O candidato do PL à presidência da República, Flávio Bolsonaro, afirmou que o presidente Lula (PT) vê os pobres como “otários”, ao comentar a decisão do governo de aumentar o Bolsa Família de R$ 600 para R$ 691. As declarações ocorreram durante comício em Joinville, em Santa Catarina, neste sábado, 19.

“E ele tentou comprar o voto dos mais pobres. Mas não tem jeito. Ele tá achando que o pobre é bem otário”, disse Flávio que em seguida ouvir gritos de “Fora Lula” do público presente.

“Não é, o povo pobre é esperto. O povo pobre quer trabalhar, o pobre quer oportunidade, não quer migalha”, completou.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *