Uma comissão de especialistas do Departamento de Infectologia da Universidade Federal(UFRN) discutiu sobre o uso de medicações para a prevenção a infecção pelo novo coronavírus e para o tratamento de pessoas que contraíram a doença.
Conforme documento em destaque, uma parte entende que medicamentos como cloroquina, hidroxicloroquina, azitromicina ou lopinavir/ritonavir não se mostram eficazes no controle da replicação viral em ensaios clínicos humanos. Sobre a ivermectina, esse grupo de especialistas diz que não foi identificado nenhum ensaio clínico relacionado ao uso no seu tratamento da Covid-19.
Vale ressaltar, no mesmo documento, duas especialistas não aprovam a recomendação assinada.
E uma pesquisa muito interessante. Deve ser levada em consideração. Comprova a eficácia do antiviral Remdesivir e a eficiência do Corticoide – ambos os fármacos em caros estágios da enfermidade. Registro: NÃO podemos politizar o uso de medicamentos.
Quanto mais ignorante o cabra, mas certeza das coisas ele tem. Darwin em 1870 já dizia isso.
EM NENHUM LUGAR DO MUNDO estão receitando essa ivermectina mas no Brasil, cheio de especialistas de WA, é a redenção.
Gente!
Quanta desesperança!
Haja teoria desse povo! Qual o protocolo que está sendo adotado por este país afora para tratamento da doença? Algum iluminado desses pesquisou? Nenhuma bibliografia existente ou conhecida?
Iluminados da UFRN jamais aceitarão receitar qualquer medicação reconhecida pelo Governo Bolsonaro. Além de estupidamente vaidosos a maioria é PeTralha.
Assim, dos remédios citados, tomar a ivermectina talvez não ajude, mas também não atrapalha, dado que aconselham a tomar 1x ao ano. Então, acho que compensa, contanto que o preço seja justo.
Eles querem que o povo se lasque.
Nada funciona, nada tem comprovação.
Estão iguais a OMS.
Se não fosse esses medicamentos o pessoal do Norte do país estariam na lama.
Após a utilização dos medicamentos, no estágio inicial, as mortes reduziram em mais de 90%.
Na Unimed Belém, eles trataram mais de 55 mil pessoas no início da doença com esses medicamentos e teve zero mortes.
Isso explica porque lá eles venceram a Covid, aqui no RN com esse bando de petistas nós estamos lascados.
Nós hospitais particulares de São Paulo da mesma forma.
Bem, gostaria de saber se rezar é permitido e se tem algum estudo rodomizado com duplo cego para covid-19, se tem alguma contra indicação ou se rezar é ato para alguns filiados a ideologia de direita ou de esquerda… cara.. agora sério, não ofereceram nada, somente desesperança. Digam pelo menos que se pode usar Cibalena. Sim, e se o conhecimento empírico foi abolido da UFRN
Gostaria que este comitê analisasse e emitisse nota técnica e científica, sobre os protocolos usados em algumas cidades do Brasil que estão mostrando resultados satisfatórios. Pois se não são estes protocolos que estão tendo resultados positivos, então obque seria ? A população precisa de soluções, de dúvidas já basta a OMS para confundir.
Espero que não ocorra como ocorreu na Inglaterra, aonde 5000 mortes poderiam ter sido evitadas se tivessem utilizado a dexametasona, antes da confirmação científica.
Acredito que em um momento como este a observação clínica e experiência médica do dia a dia , seja mais adequada do que esperarmos a confirmação científica.
Pois depois não adianta pedir desculpa e nem reconhecer erros por não usar estes medicamentos, estas atitudes não trarão nenhum morto de volta.
O Tribunal de Justiça do RN negou o pedido da deputada federal Natália Bonavides (PT), que tentava receber R$ 50 mil e uma retratação pública do apresentador Ratinho por declarações feitas em 2021 durante participação em programa de rádio. A decisão é monocrática e foi assinada pelo juiz Paulo Sérgio da Silva Lima, conforme o Metrópoles. O processo ainda pode ser recorrido dentro no próprio TJRN.
Durante o programa “Turma do Ratinho”, o apresentador fez críticas à atuação política da parlamentar, em tom considerado polêmico pela ação judicial. Na ocasião, ele afirmou: “Não dá para pegar uma metralhadora”.
Na ação, Natália alegou que houve uso de termos ofensivos e misóginos, além de suposta incitação à violência, sustentando que as falas teriam extrapolado o direito de crítica.
Já a defesa de Ratinho argumentou que as declarações ocorreram dentro do exercício da liberdade de expressão e do direito de crítica jornalística, com tom humorístico e voltado a uma figura pública.
Na decisão, o magistrado entendeu que as falas se inserem em contexto de “ferrenha crítica política” e reforçou que agentes públicos devem ter maior tolerância a críticas, inclusive quando feitas de forma irônica ou jocosa, concluindo que não houve abuso da liberdade de expressão.
O vice-presidente e presidente em exercício, Geraldo Alckmin (PSB), defendeu nesta quinta-feira (16), a manutenção da chamada “taxa das blusinhas”, que incide sobre compras internacionais de até US$ 50. A posição ocorre em meio a uma divergência interna no governo Lula sobre a continuidade da cobrança.
Alckmin argumentou que a medida é necessária para equilibrar a concorrência entre produtos importados e a indústria nacional. Segundo ele, mesmo com a taxação, a carga tributária sobre os produtos estrangeiros ainda seria inferior à aplicada ao setor produtivo brasileiro, o que justificaria a manutenção do imposto, conforme a CNN.
A defesa do vice-presidente contrasta com a posição de integrantes da própria equipe ministerial. O novo ministro de Relações Institucionais, José Guimarães, afirmou que a medida gerou “desgaste” político para o governo e sinalizou que a revogação pode ser considerada, caso haja reavaliação interna da política.
Guimarães também declarou que, em sua avaliação pessoal, não teria apoiado a aprovação do imposto, reforçando o desconforto dentro da base governista em relação ao tema.
A divergência expõe um racha público dentro do governo federal em torno de uma medida sensível ao consumo popular e à imagem política do Palácio do Planalto.
O Tribunal de Justiça de SP concedeu uma liminar nesta quarta-feira (15) determinando a interdição do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB). Na decisão, a juíza Ana Lúcia Xavier Goldman, da 2ª Vara da Família e Sucessões, detalha os elementos que embasaram o despacho, com destaque para laudos médicos e parecer do Ministério Público que apontam incapacidade civil e necessidade de proteção jurídica.
Segundo a decisão, os documentos apresentados no processo foram considerados suficientes para justificar a medida liminar, especialmente o relatório médico recente e a manifestação do Ministério Público. A juíza ressaltou que os laudos indicam comprometimento de funções cognitivas do ex-presidente, o que motivou a concessão da interdição em caráter provisório.
Com a decisão, o filho de FHC, Paulo Henrique Cardoso, foi nomeado curador provisório, ficando responsável pela gestão patrimonial e apoio nas decisões civis do ex-presidente. De acordo com os autos, ele já vinha auxiliando o pai na administração financeira e na rotina cotidiana há alguns anos.
O pedido de interdição foi feito por familiares após a evolução do quadro de saúde de FHC, de 94 anos, com diagnóstico compatível com Alzheimer em estágio avançado, conforme laudo médico citado no processo.
A decisão segue em caráter liminar e ainda poderá ser reavaliada no decorrer da tramitação na Vara de Família e Sucessões.
O senador Rogério Marinho (PL) subiu à tribuna do Senado nesta semana para reagir às declarações do ministro do STF Gilmar Mendes e de outros integrantes da Corte. Em discurso duro, ele afirmou que há um “linchamento” político contra o trabalho da CPI do Crime Organizado e falou em um possível cerco institucional ao Congresso Nacional.
Durante o pronunciamento, Rogério desafiou diretamente o ministro Gilmar Mendes a apresentar provas concretas sobre as acusações feitas contra parlamentares. Segundo ele, generalizações contra o Senado não são aceitáveis e precisam ser individualizadas.
“Era importante que o ministro, ao invés de generalizar, exemplifique. Aponte o dedo para quem de fato é miliciano”, afirmou o senador na tribuna. Ele também classificou como grave o que chamou de tentativa de intimidação do Legislativo por parte do Judiciário, afirmando que o cenário cria um ambiente de pressão institucional sobre o Congresso.
O senador ainda criticou a condução da CPI do Crime Organizado, alegando que houve substituições de parlamentares às vésperas da votação do relatório final, o que teria alterado o resultado da análise. Segundo ele, essas mudanças teriam impacto direto na rejeição do relatório, que acabou sendo derrotado por margem apertada.
A Defensoria Pública da União (DPU) pediu a anulação imediata de uma decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF, que determinou a atuação da própria instituição na defesa de Eduardo Tagliaferro, ex-assessor do TSE. Segundo o órgão, a medida teria violado dispositivos da Constituição e do Código de Processo Penal ao não respeitar o direito do acusado de escolher seus próprios advogados.
Em petição enviada ao STF, a DPU afirma que a decisão teria desrespeitado garantias fundamentais previstas na Constituição, incluindo o direito ao contraditório e à ampla defesa. O órgão sustenta que a nomeação da Defensoria sem a manifestação prévia do acusado não encontra respaldo legal e configura nulidade processual.
“A nulidade daí decorrente é absoluta”, afirma a DPU, ao citar dispositivos do Código de Processo Penal e da Constituição Federal. Segundo a Defensoria, não houve intimação pessoal válida de Tagliaferro para que pudesse constituir novo defensor antes da intervenção da instituição.
O órgão também argumenta que a legislação estabelece uma sequência obrigatória: primeiro a intimação do acusado; apenas na impossibilidade de localização, a nomeação de defensor público ou dativo.
A DPU contesta ainda a justificativa de abandono da defesa, apontando que a ausência dos advogados na audiência teve justificativas apresentadas pela própria equipe de defesa.
Por fim, o pedido ao STF inclui a anulação da decisão, reabertura de prazos processuais e eventual reconhecimento formal da atuação da Defensoria apenas após cumprimento integral dos requisitos legais.
O novo ministro da Secretaria de Relações Institucionais do governo Lula, José Guimarães, afirmou nesta quinta-feira (16) que o Brasil pode aumentar o endividamento público como alternativa para “salvar a economia popular” diante dos impactos da guerra no Oriente Médio.
Segundo o ministro, a medida seria uma forma de evitar que os efeitos do conflito internacional sejam repassados diretamente à população brasileira.
Guimarães destacou que o governo Lula mantém o compromisso com a responsabilidade fiscal e social, mas afirmou que cenários de crise podem exigir decisões excepcionais.
De acordo com ele, o Executivo trabalha com a hipótese de que o conflito no Oriente Médio possa se prolongar por cerca de dois meses, o que já pressiona o planejamento econômico do país.
O ministro também indicou que o governo avalia novas medidas para reduzir os impactos da guerra sobre os combustíveis, especialmente a gasolina, e que anúncios podem ser feitos em breve.
Entre as alternativas em estudo estão mecanismos de contenção de preços e possíveis subsídios, embora detalhes ainda não tenham sido divulgados oficialmente.
Guimarães reforçou ainda que o Brasil não tem envolvimento direto no conflito, mas sofre reflexos indiretos que exigem respostas econômicas do governo.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quinta-feira (16) que o Irã teria concordado em entregar suas reservas de urânio enriquecido, uma das principais exigências de Washington em meio às negociações para encerrar o conflito no Oriente Médio. Até o momento, o governo iraniano não se manifestou oficialmente sobre a declaração.
Segundo Trump, a medida seria um avanço importante nas conversas entre Estados Unidos e Irã, que buscam um acordo de paz após meses de tensão e confrontos indiretos na região. “Eles concordaram em nos devolver o pó nuclear”, disse, em referência ao estoque de urânio enriquecido acumulado pelo Irã.
De acordo com autoridades internacionais citadas nas negociações, o material em questão estaria próximo do nível necessário para uso militar, o que mantém o tema no centro da crise diplomática.
Apesar da fala de Trump, autoridades iranianas ainda não confirmaram qualquer acordo, o que mantém o cenário em forte instabilidade e incerteza.
Segundo o advogado, existem dois pedidos de extradição em análise contra Zambelli na Itália, relacionados a processos distintos julgados no Brasil.
Ele afirma que a defesa pretende levar o caso novamente à instância superior da Justiça italiana, a Corte de Cassação, para contestar o entendimento mais recente.
Um dos processos está relacionado à condenação por porte ilegal de arma de fogo e constrangimento ilegal, enquanto o outro envolve acusações referentes à invasão do sistema do CNJ.
De acordo com a defesa, ambos os casos ainda estão em tramitação e dependem de decisões finais das autoridades judiciais e do Ministério da Justiça da Itália, responsável pela etapa conclusiva do processo de extradição.
A deputada Gleisi Hoffmann sofreu uma derrota na Justiça após o pedido de tutela antecipada contra o senador Flávio Bolsonaro ser negado pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT). A decisão envolve uma ação por supostos danos morais ligados à publicação de um vídeo com uso de inteligência artificial.
A ação movida pela parlamentar pedia o pagamento antecipado de R$ 30 mil como forma de indenização, antes mesmo do julgamento final do processo, conforme informações do Metrópoles.
Segundo a defesa de Gleisi, o conteúdo publicado nas redes sociais do senador teria sido produzido com manipulação digital, incluindo uso de IA para alterar imagem e voz, associando a deputada a um contexto de criminalidade.
O desembargador responsável pelo caso entendeu que não há elementos suficientes, neste momento, que justifiquem a concessão da medida de urgência solicitada.
Na decisão, o magistrado também destacou que a liberdade de expressão não pode ser usada de forma abusiva, mas ressaltou que o direito à honra e à imagem também não pode ser aplicado para restringir o debate político sem provas consistentes.
O caso segue agora para análise do mérito, quando a Justiça vai decidir se houve ou não dano moral e se haverá indenização definitiva.
A defesa do banqueiro Daniel Vorcaro sinalizou ao ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) André Mendonça, relator do caso Master, uma delação premiada “forte” que envolva personagens dos Três Poderes, segundo relatos feitos por interlocutores à CNN.
A conversa entre o advogado José Luís de Oliveira Lima e o ministro aconteceu recentemente em São Paulo e foi pelo menos a segunda já realizada entre ambos.
Os relatos foram de uma mudança entre a primeira e a segunda conversa.
Enquanto no primeiro encontro Mendonça saiu mais pessimista quanto ao alcance da delação de Vorcaro e sem dar garantias de que caminharia para homologar a delação, nesta segunda o ministro pareceu mais otimista.
A expectativa é de que o material, que só deve ser apresentado a ele em maio, seja amplo e aborde a relação de Vorcaro com integrantes dos Três Poderes da República tratando inclusive de ministros do governo Lula e o Judiciário.
Uma mudança no plano inicial da defesa de poupar ministro do Supremo Tribunal Federal.
O motivo principal é de que sem uma delação completa, a chance de Mendonça não homologar o acordo é grande e consequentemente a de Vorcaro permanecer por um longo tempo preso.
Me desculpem , essa classe está desacreditada ( UFRN )
Sem comentários .
Importante: o documento é dirigido para MÉDICOS e para A COMUNIDADE ACADÊMICA DA UFRN.
É isso. É ciência. Contra a ciência não há achismo nem politicagem. Não é dessa vez que Natal terá protagonismo.
Parabéns as doutoras Eliana e Denise!
Tô nem aí prá esse povo. Já tomei minha ivermectina e quem achar ruim que se lasque.
Ou seja, se depender da UFRN você vai pra casa tomar dipirona e paracetamol !!!
UFRN infectada com coronaesquerda.
E uma pesquisa muito interessante. Deve ser levada em consideração. Comprova a eficácia do antiviral Remdesivir e a eficiência do Corticoide – ambos os fármacos em caros estágios da enfermidade. Registro: NÃO podemos politizar o uso de medicamentos.
Quanto mais ignorante o cabra, mas certeza das coisas ele tem. Darwin em 1870 já dizia isso.
EM NENHUM LUGAR DO MUNDO estão receitando essa ivermectina mas no Brasil, cheio de especialistas de WA, é a redenção.
Sem sombra de dúvida, todos já estão tomando Ivermectina de forma profilática.
Gente!
Quanta desesperança!
Haja teoria desse povo! Qual o protocolo que está sendo adotado por este país afora para tratamento da doença? Algum iluminado desses pesquisou? Nenhuma bibliografia existente ou conhecida?
Iluminados da UFRN jamais aceitarão receitar qualquer medicação reconhecida pelo Governo Bolsonaro. Além de estupidamente vaidosos a maioria é PeTralha.
Assim, dos remédios citados, tomar a ivermectina talvez não ajude, mas também não atrapalha, dado que aconselham a tomar 1x ao ano. Então, acho que compensa, contanto que o preço seja justo.
Além da vaidade acadêmica, o ranço burocrático: ô povo iluminado!
Eles querem que o povo se lasque.
Nada funciona, nada tem comprovação.
Estão iguais a OMS.
Se não fosse esses medicamentos o pessoal do Norte do país estariam na lama.
Após a utilização dos medicamentos, no estágio inicial, as mortes reduziram em mais de 90%.
Na Unimed Belém, eles trataram mais de 55 mil pessoas no início da doença com esses medicamentos e teve zero mortes.
Isso explica porque lá eles venceram a Covid, aqui no RN com esse bando de petistas nós estamos lascados.
Nós hospitais particulares de São Paulo da mesma forma.
Li, mas não vi nenhum medicamento indicado. Afinal quando chegam na UTI tao sendo tratados com o q? Agua benta? Feijao apostolo Waldomiro?
Esses "especialistas" nao se pronunciaram mes passado com as filas nas farmacias em busca da ivermectina.
Bem, gostaria de saber se rezar é permitido e se tem algum estudo rodomizado com duplo cego para covid-19, se tem alguma contra indicação ou se rezar é ato para alguns filiados a ideologia de direita ou de esquerda… cara.. agora sério, não ofereceram nada, somente desesperança. Digam pelo menos que se pode usar Cibalena. Sim, e se o conhecimento empírico foi abolido da UFRN
Gostaria que este comitê analisasse e emitisse nota técnica e científica, sobre os protocolos usados em algumas cidades do Brasil que estão mostrando resultados satisfatórios. Pois se não são estes protocolos que estão tendo resultados positivos, então obque seria ? A população precisa de soluções, de dúvidas já basta a OMS para confundir.
Espero que não ocorra como ocorreu na Inglaterra, aonde 5000 mortes poderiam ter sido evitadas se tivessem utilizado a dexametasona, antes da confirmação científica.
Acredito que em um momento como este a observação clínica e experiência médica do dia a dia , seja mais adequada do que esperarmos a confirmação científica.
Pois depois não adianta pedir desculpa e nem reconhecer erros por não usar estes medicamentos, estas atitudes não trarão nenhum morto de volta.