Economia

Guedes pede ao Congresso para ‘destravar’ privatizações para garantir retomada sustentável da economia brasileira

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O ministro da Economia, Paulo Guedes, pediu que o Congresso Nacional “limpe a pauta” e acelere as privatizações neste ano. Para ele, esta é a forma de garantir uma retomada sustentável da economia brasileira.

Guedes fez uma aparição surpresa na coletiva de imprensa da Receita Federal, que apresentou os dados da arrecadação brasileira em 2020 nessa segunda-feira (25/1). Na ocasião, voltou a dizer que a economia brasileira está se recuperando em V da crise da covid-19, mas ressaltou que o país precisa avançar com a vacinação em massa e com as reformas econômicas para transformar a recuperação cíclica atual, baseada em consumo, em uma recuperação sustentada, baseada em investimentos.

O ministro não comentou a renúncia de Wilson Ferreira Junior, que decidiu trocar a Eletrobras pela BR Distribuidora por entender que o clima não é favorável para a privatização da estatal neste ano. Porém, destacou que é preciso acelerar o projeto de privatizações. Ele ainda cobrou a votação dos marcos regulatórios que prometem trazer investimentos privados para o país.

Por conta disso, Guedes pediu para o Congresso Nacional “limpar a pauta” neste ano. “Vamos limpar a pauta. Está lá todo o destravamento da nossa retomada”, afirmou. O ministro reconheceu que foi preciso mudar a ordem de prioridades no ano passado, por conta da pandemia de covid-19, mas reclamou que há pautas importantes paradas tanto na Câmara, quanto no Senado.

Em outras ocasiões, Guedes já acusou o atual presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), de ter interditado a agenda de privatizações de estatais como a Eletrobras por conta de um acordo com partidos de oposição. Guedes também credita a Maia o travamento das discussões da reforma tributária, já que o presidente da Câmara não aceitou pautar uma proposta de recriação da CPMF. Porém, nesta segunda-feira, o ministro disse que o debate sobre a reforma tributária foi interrompido porque o governo não concorda com aumento de impostos.

Com a perspectiva de mudança no comando da Câmara e do Senado e por entender que “o Congresso é reformista”, Guedes disse, no entanto, que espera retomar a agenda de reformas assim que o Congresso retomar os trabalhos legislativos, o que deve ocorrer na próxima semana.

Com Correio Braziliense

Opinião dos leitores

  1. Nem toda estatal precisa autorizacao do congresso para privatizar. Lenga lenga. Incompetente.

  2. Reforma tributária no entender de Paulo Guedes se resume a tentar empurrar goela abaixo do contribuinte brasileiro a CPMF. Rediscutir a distribuição do bolo tributário, rediscutir o pacto federativo, para acabar com a dependência dos Estados e Municípios em relação ao Poder central, nem pensar.

  3. Isso eh só fingimento do Guedes… O MINTOmaníaco não mexe um dedo pra privatizar NADA! Sequer a TV estatal ele privatiza (pra privatizar essa TV que ele tanto criticava,basta um decreto do inepto: não precisa de autorização do congresso)… Como o MINTOmaníaco está distribuindo a rodo cargos pro Centrao ele não vai privatizar NADA!

  4. Nunca passara! O Congresso e o povo brasileiro não acredita mais em uma palavra do Guedes. Ele é fraco, não sabe dialogar. Colocasse hoje um feirante daria aula pra ele no ministério da economia.
    Governo sem credibilidade. Essas palavras são só para os ignorantes tontos que acreditam serem jogadores da bolsa.

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Saúde

Brasil aplica mais de 1,7 milhão de vacinas contra Covid em 24 h, 2ª maior marca

Foto: Erasmo Salomão/MS

O Brasil aplicou 1.731.662 doses de vacinas contra Covid-19 nesta quarta-feira (16). Esta é a segunda maior quantidade de doses aplicadas no período de 24 horas no país desde o início da campanha de vacinação, em janeiro deste ano.

Segundo dados das secretarias estaduais de saúde, foram aplicadas 1.438.035 da 1ª e 293.627 da 2ª dose.

Os maiores números de vacinação em um dia foram registrados em 23 de abril (1.744.001; 1ª posição) e em 8 de junho (1.646.495; antes o segundo maior valor, agora 3ª posição).

No total, 58.351.653 pessoas receberam pelo menos uma dose da vacina contra a Covid no país —24.136.412 delas já receberam a segunda dose do imunizante. O total de doses aplicadas passa de 82 milhões.

FolhaPress

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Saúde

Remédio da Pfizer reduz em 37% risco de morte por Covid-19, revela estudo feito no Brasil

Foto: GI/Getty Images

Uma pesquisa realizada pelo Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa, vinculado ao Hospital Israelita Albert Einstein, revela que a administração do medicamento ​tofacitinibe reduz em 37% o risco de morte em pacientes hospitalizados por causa da Covid-19.

Comercializado como Xeljanz, o medicamento atualmente é indicado para o tratamento de artrite reumatoide, artrite psoriásica e retocolite ulcerativa.

O estudo (veja aqui) desenvolvido pelo Einstein em parceria com a Pfizer, farmacêutica que produz o tofacitinibe, foi realizado em um grupo de 289 pacientes adultos internados em 15 centros de tratamento espalhados por todo o país.

Os resultados demonstraram menor incidência de óbitos ou falência respiratória por causa do novo coronavírus entre pacientes que receberam o fármaco (18.1%) em comparação aos que receberam o placebo (29.0%). A pesquisa observou os participantes pelo período de 28 dias e administrou o tofacitinibe por via oral.

Considerado padrão-ouro (randomizado, duplo-cego e com grupo controle), o estudo foi publicado nesta quarta-feira (16) na revista médica The New England Journal of Medicine, uma das mais prestigiadas internacionalmente. Ele foi realizado no Brasil pela Academic Research Organization (ARO) do Einstein, em parceria com a Pfizer global.

O médico e coordenador do estudo, Otavio Berwanger, afirma que o tofacitinibe foi administrado no segundo estágio da evolução da Covid-19. Ele sucede a manifestação dos primeiros sintomas e ocorre quando o sistema imunológico começa a produzir uma resposta inflamatória exacerbada —é neste ponto em que órgãos como o pulmão e os rins são lesionados.

“O sistema imune é ativado ao entrar em contato com o vírus. Só que, em alguns pacientes, essa ativação vai além da conta. É aí que a gente tem uma ‘tempestade inflamatória’”, explica Berwanger. “O tofacitinibe age modulando o seu sistema imunológico para prevenir que você faça essa tempestade. Se usado no momento apropriado, ele evita a lesão do pulmão, mas principalmente a falência respiratória [quando há necessidade de ventilação mecânica] e óbitos”, segue.

O médico destaca que o medicamento foi usado nos três primeiros dias após a internação dos pacientes. Todos os participantes haviam recebido o diagnóstico de infecção pelo coronavírus por meio do RT-PCR, e a maioria apresentava pneumonia por causa Covid-19, identificada em exames de imagem.

Os testes com o tofacitinibe foram conciliados com corticoides, ou seja, não interferiram no tratamento padrão já adotado pelos hospitais em combate à doença.

Os eventos adversos observados naqueles que receberam o medicamento foram similares aos dos pacientes que tomaram placebo, o que faz com que seu uso seja considerado seguro pelos pesquisadores.

“Não é cura, não é bala de prata, não é o que vai resolver tudo. Soluções mágicas não encontram respaldo na ciência. Mas 37% de redução no contexto que a gente está é muito importante”, comemora o médico Otavio Berwanger. “É um paciente que sai mais cedo do hospital, uma família que não perde um ente, é um leito de UTI desocupado, um paciente que pode ser desenvolvido para a sociedade recuperado.”

Mônica Bergamo – Folha de S. Paulo

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Política

Bolsonaro com agenda confirmada no RN em 24 de junho

O presidente Jair Bolsonaro vem ao Rio Grande do Norte na próxima quinta-feira (24). Bolsonaro deve desembarcar em Mossoró e de lá parte para visitar a barragem de Oiticica, em Jucurutu.

Em seguida, irá até Pau dos Ferros para assinatura do contrato que garantirá a execução de obra complementar a transposição das águas do São Francisco para o RN.

Opinião dos leitores

  1. Seja bem vindo Presidente Bolsonaro, o povo de bem do RN, vai te receber de braços abertos. Eu estarei em Jucurutu.

  2. “E O MITO NOS DEU A VIDA, AS SEMENTES E AGORA NOS MANDA ÁGUA BENTA”.
    Ô Capitão arretado…..BOTA PRA LASCAR EM NOVE DEDOS (N9).

  3. Kkkkkkk, esse ômi não trabalha, é uma vagabundagem desgraçada. Por isso que o país não anda e a economia afundando. Pra ter uma idéia, houve uma pequena melhora, agora comparado com ano passado, ano do pico da economia.

    1. Esse é louco ! Só pode !! Desgraçado é vc, que vem aqui comentar fake news, e ódio

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Saúde

24,1 milhões receberam as 2 doses da vacina contra a Covid-19 no Brasil, 11,40% da população

Foto: Geraldo Bubniak

Mais de 24 milhões de brasileiros estão totalmente imunizados após tomarem as duas doses de vacinas contra a Covid. Os dados do consórcio de veículos de imprensa, divulgado às 20h desta quarta-feira (16), apontam que um total de 24.136.412 pessoas já tomaram a segunda dose de imunizantes desde o começo da vacinação. Isso corresponde a 11,40% da população.

De ontem para hoje, a primeira dose foi aplicada em 1.438.035 pessoas e a segunda dose em 293.627, com um total de 1.731.662 doses aplicadas neste intervalo. É o dia com o maior número de aplicações de primeira dose desde o início da vacinação e o segundo dia com mais doses aplicadas em 24 horas, somando a primeira e a segunda.

primeira dose foi aplicada em 58.351.653 de pessoas, o que corresponde a 27,56%% da população.

Somando a primeira e a segunda doses, 82.488.065 vacinas foram aplicadas.

Total de vacinados, segundo os governos, e o percentual em relação à população do estado:

  • AC: 1ª dose – 164.031 (18,34%); 2ª dose – 64.973 (7,26%)
  • AL: 1ª dose – 846.130 (25,25%); 2ª dose – 306.192 (9,14%)
  • AM: 1ª dose – 1.095.808 (26,04%); 2ª dose – 512.423 (12,18%)
  • AP: 1ª dose – 154.504 (17,93%); 2ª dose – 62.067 (7,2%)
  • BA: 1ª dose – 4.243.404 (28,42%); 2ª dose – 1.639.809 (10,98%)
  • CE: 1ª dose – 2.317.836 (25,23%); 2ª dose – 1.089.714 (11,86%)
  • DF: 1ª dose – 827.003 (27,07%); 2ª dose – 327.822 (10,73%)
  • ES: 1ª dose – 1.314.441 (32,34%); 2ª dose – 472.475 (11,63%)
  • GO: 1ª dose – 1.870.340 (26,29%); 2ª dose – 679.083 (9,55%)
  • MA: 1ª dose – 1.806.452 (25,39%); 2ª dose – 568.569 (7,99%)
  • MG: 1ª dose – 5.567.390 (26,15%); 2ª dose – 2.754.141 (12,93%)
  • MS: 1ª dose – 1.024.994 (36,48%); 2ª dose – 391.677 (13,94%)
  • MT: 1ª dose – 765.263 (21,7%); 2ª dose – 299.401 (8,49%)
  • PA: 1ª dose – 1.643.619 (18,91%); 2ª dose – 802.095 (9,23%)
  • PB: 1ª dose – 1.037.198 (25,68%); 2ª dose – 470.393 (11,65%)
  • PE: 1ª dose – 2.612.701 (27,17%); 2ª dose – 1.011.614 (10,52%)
  • PI: 1ª dose – 805.125 (24,54%); 2ª dose – 308.440 (9,4%)
  • PR: 1ª dose – 3.387.241 (29,41%); 2ª dose – 1.286.357 (11,17%)
  • RJ: 1ª dose – 3.975.655 (22,89%); 2ª dose – 1.737.377 (10%)
  • RN: 1ª dose – 930.641 (26,33%); 2ª dose – 391.815 (11,09%)
  • RO: 1ª dose – 360.121 (20,05%); 2ª dose – 142.574 (7,94%)
  • RR: 1ª dose – 114.614 (18,16%); 2ª dose – 63.281 (10,03%)
  • RS: 1ª dose – 3.964.426 (34,71%); 2ª dose – 1.643.042 (14,38%)
  • SC: 1ª dose – 2.223.259 (30,66%); 2ª dose – 767.001 (10,58%)
  • SE: 1ª dose – 634.466 (27,36%); 2ª dose – 217.837 (9,39%)
  • SP: 1ª dose – 14.330.266 (30,96%); 2ª dose – 5.987.674 (12,94%)
  • TO: 1ª dose – 334.683 (21,05%); 2ª dose – 138.556 (8,71%)

Quantas doses cada estado recebeu até 16 de junho

  • AC: 366.560
  • AL: 1.601.270
  • AM: 2.508.031
  • AP: 293.370
  • BA: 7.186.400
  • CE: 4.251.138
  • DF: 1.402.100
  • ES: 2.171.940
  • GO: 3.277.010
  • MA: 3.324.900
  • MG: 11.374.476
  • MS: 1.447.560
  • MT: 1.443.980
  • PA: 3.637.280
  • PB: 1.832.690
  • PE: 4.520.100
  • PI: 1.532.570
  • PR: 6.075.960
  • RJ: 9.613.446
  • RN: 1.739.600
  • RO: 723.298
  • RR: 282.720
  • RS: 7.130.896
  • SC: 3.671.940
  • SE: 1.065.190
  • SP: 23.748.981
  • TO: 681.250

Origem dos dados

  • Total de doses: números divulgados pelos governos estaduais.
  • As informações sobre população prioritária e doses disponíveis são do Ministério da Saúde.
  • As estimativas populacionais são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

G1

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Economia

Banco Central eleva taxa de juros em 0,75 ponto, a 4,25% ao ano

Foto: Adriano Machado/Reuters

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) voltou a subir, nesta quarta-feira, 16, a taxa básica de juros da economia brasileira, passando a Selic de 3,50% para 4,25% ao ano. Esta é a primeira vez desde 2015 que o colegiado aumenta a Selic em três reuniões seguidas. O novo acréscimo de 0,75 ponto percentual já era esperado pelo mercado financeiro e dá continuidade à política de reajuste da taxa de juros após quase seis anos de cortes ou congelamentos em patamares reduzidos.

O colegiado já havia ajustado a Selic com a mesma magnitude em março e maio, elevando a taxa de 2% para o atual patamar. A nova alta deixa os juros no mesmo estágio de fevereiro de 2020. O avanço da Selic ocorre em meio à escalada da inflação, que foi a 8,06% nos 12 meses encerrados em maio, bastante cima do teto da meta de 5,25% perseguida pelo Banco Central — com centro de 3,75% e piso de 2,25%.

Analistas chegaram a estimar que a autoridade fosse lançar mão de um avanço de 1 ponto percentual na Selic para evitar que as pressões inflacionárias deste ano contaminem as expectativas para 2022, quando o BC terá a meta de 3,50% — com variação de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. O mercado financeiro estima que a Selic encerre 2021 a 6,25% ao ano, segundo o Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira, 14. A próxima reunião do colegiado será entre os dias 3 e 4 de agosto.

Em nota, o Copom afirmou que deve fazer um novo aumento de 0,75 ponto percentual no próximo encontro, elevando a Selic para 5% ao ano, mesmo patamar de outubro de 2019. “Contudo, uma deterioração das expectativas de inflação para o horizonte relevante pode exigir uma redução mais tempestiva dos estímulos monetários.

O Comitê ressalta que essa avaliação também dependerá da evolução da atividade econômica, do balanço de riscos e de como esses fatores afetam as projeções de inflação”, informou o comunicado. A autoridade monetária nacional também afirmou que deve promover a normalização da taxa básica de juros para o patamar considerado neutro, que, segundo analistas, é próximo de 6,5% ao ano.

“Esse ajuste é necessário para mitigar a disseminação dos atuais choques temporários sobre a inflação.” O colegiado ainda afirmou em nota que a pressão inflacionária está mais forte do que o esperado, e que os fatores de risco estão na elevação das commodities e no risco fiscal brasileiro. “Apesar da melhora recente nos indicadores de sustentabilidade da dívida pública, o risco fiscal elevado segue criando uma assimetria altista no balanço de riscos, ou seja, com trajetórias para a inflação acima do projetado no horizonte relevante para a política monetária”, informou.

Jovem Pan

Opinião dos leitores

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Judiciário

STF marca julgamento sobre regulamentação de imposto sobre grandes fortunas

Foto: Evaristo Sa/AFP

O Supremo Tribunal Federal (STF) vai começar a julgar, no próximo dia 25, a ação apresentada pelo Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) que pede o reconhecimento da omissão do Congresso Nacional em regulamentar o imposto sobre grandes fortunas.

O caso foi pautado após a liberação do caso, nesta quarta-feira (17), pelo ministro Marco Aurélio Mello, relator da ação proposta pelo partido. O decano, que se aposenta do Supremo em 5 de julho, será o primeiro a votar. O julgamento, porém, só terminará em 2 de agosto, em razão do recesso do Judiciário.

“A crise é aguda. Sem qualquer previsão de o Tribunal voltar às sessões presenciais, há de viabilizar-se, em ambiente colegiado, a jurisdição”, disse o ministro no despacho dirigido à presidiência em que solicitou a inclusão do processo na pauta.

No plenário virtual, os ministros depositam seus votos sem que haja debate em tempo real sobre as teses. Caso algum outro ministro peça vista ou destaque do processo, o julgamento será suspenso ou levado para a sessão do plenário telepresencial, em que os ministros proferem seus votos oralmente.

Segundo o PSOL, “como é fartamente sabido, o Brasil é um dos países com os maiores índices de desigualdade socioeconômica do mundo, notadamente em matéria tributária”.

Na ação, que chegou ao STF em 2019, o partido alega que a Constituição prevê sete impostos federais e todos estão regulados, exceto o que incide sobre alta renda. Ainda segundo o partido, desde a Constituição de 1988 o parlamento “deixa de dar eficácia a uma ordem constitucional”.

“De acordo com pesquisa recentíssima realizada pela Urbach Hacker Young International Limited, o nosso país cobra 32% a menos de impostos sobre a alta renda, em comparação com os países do G7, ou seja, os sete países mais industrializados do mundo. Isto, porque a alíquota máxima de taxação da renda no Brasil é de 27,5%, enquanto que nos países do G7 ela é de 47,9% ao ano”, argumenta a sigla.

O Globo

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Saúde

Brasil antecipa 7 milhões de doses e vai receber 15 milhões de doses da Pfizer em julho

Foto:  REUTERS/Dado Ruvic

O Ministério da Saúde anunciou nesta quarta-feira (16) a antecipação no recebimento de 7 milhões de doses da vacina contra a Covid-19 produzida pela farmacêutica Pfizer para o mês de julho.

De acordo com a pasta, o Brasil deveria receber 8 milhões de doses do imunizante no próximo mês, mas conseguiu negociar a chegada de mais 7 milhões de vacinas, totalizando 15 milhões de doses em julho.

“Conseguimos hoje uma resposta da Pfizer atendendo a solicitação do presidente da República de uma antecipação de sete milhões de doses da Pfizer para o mês de julho. Então, receberíamos oito milhões de doses no mês de julho e vamos receber quinze milhões de doses da vacina Pfizer no mês de julho, o que contribuirá para acelerar a campanha de vacinação”, afirmou o ministro Marcelo Queiroga.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. Parabéns ao presidente e toda a equipe da saude, mas ainda falta muito, torço para um país livre dessa doença e que Jesus abençôe a todos.

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Geral

Ex-aluno do IFRN aprovado em 3 universidades na França faz rifa para ajudar a custear estudos

Imagem: reprodução/Instagram

O estudante Arthur Moraes, ex-aluno do IFRN, foi aprovado em três universidades na França e para custear seus estudos resolveu rifar um Kindle.

Ele pretende viajar em breve para fazer duas graduações na  Université de Paris, um na área de Tecnologia da Informação e outra em japonês.

Além da Univesité de Paris, instituição que escolheu para realizar as graduações, ele também foi aceito na Université de Sorbonne Paris Nord e na Université de Strasbourg.

O currículo de Arthur é dos bons. Com apenas 19, fala inglês, francês, espanhol, japonês e noruguês.

Foi aprovado em 1º lugar quando passou para estudar Geologia no IFRN. Também foi finalista da Olimpíada Nacional de História e medalhista da Olimpíada Brasileira de Geografia.

Atualmente, o Arthur está trabalhando, porém sua renda não é suficiente e por isso resolveu fazer o sorteio através do Instagram.

Abaixo, os passos para ajudar o estudante e participar da rifa/sorteio:

 

 

 

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Judiciário

Justiça arquiva ação movida por procuradora do MPT contra Flávio Rocha

Foto: Evaristo Sá/AFP

A 4ª Turma do Tribunal Regional Federal da 5ª Região negou, por unanimidade, o recurso apresentado pelo Ministério Público Federal contra a decisão que havia livrado, em abril, o empresário Flávio Rocha, dono da Riachuelo, de um processo por calúnia e injúria.

Os desembargadores acolheram os argumentos da defesa de Rocha, feita pelo advogado Erick Pereira. O relator do caso, desembargador Rubens Mendonça Canuto Neto, classificou os embargos apresentados pelo MPF como descabidos. Segundo ele, o recurso foi motivado por “mero inconformismo com o teor da decisão embargada, pretendendo rediscutir matérias já apreciadas, sem demonstrar ambiguidade, obscuridade, contradição ou omissão”.

Relembre o caso

O caso começou em 2018, quando Flávio Rocha foi às redes sociais para criticar uma ação proposta pela procuradora Ileana Neiva Mousinho, do Ministério Público do Trabalho, contra a empresa têxtil Guararapes, que é de Rocha e tem a propriedade da Riachuelo. Rocha se referiu à procuradora como “louca”, “perseguidora” e “exterminadora de empregos”.

Radar – Veja

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Clima

Chuvas no RN ficam 30,4% abaixo do esperado no período de fevereiro a maio

Foto: Elisa Elsie

As análises da unidade instrumental de Meteorologia da Empresa de Pesquisa do Rio Grande do Norte (Emparn) registram que período chuvoso de 2021 (que compreende os meses de fevereiro a maio) no interior no estado foi 30,4% abaixo do esperado.

A expectativa era de uma média de chuvas em torno de 526,2 milímetros (mm), porém foi volume médio observado foi de 369,2 mm no período.

“O período chuvoso no RN foi marcado pela presença do Fenômeno La Niña no Oceano Pacífico, associados às condições do Oceano Atlântico, com temperaturas quentes na bacia tropical norte e frias na bacia tropical sul, dificultou a ocorrência de chuvas no Estado. Como resultado deste cenário observaram-se desvios negativos em todas as regiões do Rio Grande do Norte”, avaliou o chefe da unidade, o meteorologista, Gilmar Bristot.

Municípios localizados ao logo da Costa Branca, Região da Borborema, Trairí, Mato Grande e todo o Litoral Leste, foram os locais com maiores déficits.

Inverno no Hemisfério Sul

O inverno no hemisfério sul começa na próxima segunda-feira (21), às 00h32. Para a região do Nordeste do Brasil o período é marcado com  a maior ocorrência de chuvas na faixa litorânea e o início do período seco no interior do estado e a diminuição das temperaturas nas regiões serranas.

Bristot avalia que a previsão é de que ocorram chuvas abaixo do normal no início da estação (junho) como já vem sendo constatado pelas análise, devendo ocorrer maiores volumes a partir da última semana de junho, seguindo até agosto se houverem mudanças nas condições climáticas do Oceano Atlântico Sul.

“As atuais condições apresentadas pelo Oceano Atlântico Sul não estão favoráveis para uma maior  ocorrência de chuvas no momento devido a intensidade e posição do sistema de Alta Pressão que tem oscilado muito devido ao não estabelecimento ainda do período mais frio no hemisfério Sul, o que tem mantido a condição de vento soprando de sul (vento mais frio e seco).  A expectativa é que as condições de chuva deverão normalizar na última semana de junho, julho e agosto”, completou.

Previsão de volume médios de chuvas para o período de junho a setembro de 2021.

*Oeste- 85,1 mm

*Central- 73,0 mm

*Agreste- 226,9 mm

*Leste- 506,5 mm

*Nomenclatura adotada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE

 

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