O Blog acaba de ter acesso ao laudo médico que constata o atual quadro clínico que mantém Carla Ubarana, ex-chefe do Setor de Precatórios do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN) e acusada de ser mentora e principal beneficiária de um esquema de pagamentos ilegais de precatórios, internada em um dos apartamentos da Casa de Saúde São Lucas.
No laudo, o médico psiquiatra confirma que ela foi examinada por ele e que ela apresenta um quadro depressivo caracterizado pela falta de apetite, lentidão mental e fortes tendências suicidas sob tratamento de remédios. Na análise, o médico aconselhou que ela seja mantida no hospital ou em casa. O médico vê o ambiente prisional como favorável ao suicídio.
“A transferência da paciente para um ambiente penitenciário pode vir a ter repercussões até fatais para seu quadro, no presente momento”, concluiu o psiquiatra que atendeu ela.

Problema dela!
Que se suicide!
#Vergolha
É brincadeira isso, engraçado que essas tendências só apareceram , no período dos desvios nada apareceu. Desculpe equipe médica, mais se fosse um pobre, teria essa possibilidade? Claro que não, é cadeia sim, se quer se matar o problema é dela, é o minimo que a justiça pode fazer é cumprir com a sua obrigação e prisão nela.
Suicida???? Não sou médico, mas duvido MUITO que isso possa minimamente começar a ocorrer.
Desânimo, tristeza, depressão, perda de apetite, é aceitável. A pessoa saiu de uma quase "cidadania francesa", de passeios a castelos suíços, de jantares caros, com pessoas puxando o saco deles justamente por terem posses (prática comum nesse rincão, e pode ter até contribuído para a roubalheira apontada), para um das posições de maior repúdio social. Deve estar mesmo muito para baixo. Mas isso impossibilitar de cumprir a prisão provisória ou internação cautelar (se, ao final, comprovada essa "demenciazinha"), acho inconcebível.
O Ministério Público deve estar requerendo uma perícia médica hábil a verificar a veracidade da situação.
Por outro lado, acredito que já seja tempo e que já existam provas mais que suficientes para a abertura de um processo administrativo disciplinar no TJRN a fim de apurar, e certamente condenar, Carla Ubarana à pena de demissão e ressarcimento ao erário.
Seria uma boa forma de melhorar a imagem do Judiciário.