Por dia, quatro proprietários de veículos foram vítimas da ação de ladrões na região metropolitana de Natal durante o primeiro semestre deste ano. A média é baseada nos dados da Secretaria Estadual de Segurança Pública e Defesa Social (Sesed) e mostra que um carro é furtado ou roubado a cada cinco horas na Grande Natal. Os números da Subcoordenadoria de Estatística e Análise Criminal da Sesed mostram que no período entre janeiro e junho deste ano, 826 casos de furto ou roubo de veículos na Grande Natal foram registrados pelo Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp). Nessas ocorrências estão casos em que o carro, moto, caminhão ou ônibus foram tomados de assalto, levados de estacionamentos ou simplesmente arrombados, tendo os bandidos levado objetos de dentro do veículo.
A maioria dos casos, segundo o secretário adjunto de Segurança, o delegado federal Silva Júnior, acontece entre a quinta-feira e o sábado, principalmente à noite. Bairros com população de maior poder aquisitivo, como Lagoa Nova, Candelária e Nova Parnamirim, estão entre os de maior incidência nesses crimes. Porém, comunidades com maioria de moradores de baixa renda, como Vale Dourado e Felipe Camarão, também apresentam números altos nesses tipos de delito. Apesar disso, comparando-se aos seis primeiros meses de 2010, houve uma redução de 5,7% no número de ocorrências, quando foram registrados 876 furtos e roubos de veículos.
Recuperação
Apesar das estatísticas, Silva Júnior afirma que, em comparação com outros estados, o Rio Grande do Norte tem uma média baixa de ocorrências. Ele ressalta ainda que a taxa de recuperação de veículos pela Polícia é de 70%, número considerado muito bom por ele. O secretário adjunto atribui isso e também a redução no número de ocorrências em comparação ao mesmo período de 2010 às chamadas blitzen móveis.
“Nessas blitzen, as câmeras captam as placas e já apontam se o carro é roubado, otimizando o trabalho. Temos aumentado a frequência dessas ações e o resultado tem sido bom”. Segundo o secretário adjunto da Sesed, as barreiras policiais têm priorizado as saídas da capital potiguar, utilizadas pelos ladrões como rota de fuga. “A mais usada tem sido a BR-226, no trecho entre Natal e Macaíba”.
A redução da jornada de trabalho pode gerar impacto de até R$ 811 milhões para os municípios do Rio Grande do Norte, além da necessidade de contratar mais de 15 mil trabalhadores. É o que aponta um estudo da Confederação Nacional dos Municípios (CMN).
Em nível nacional, a CNM estima que as PECs podem gerar impacto superior a R$ 48 bilhões aos municípios brasileiros, com necessidade de contratação de até 770 mil servidores.
O maior impacto seria provocado pela PEC 8/2025, de autoria da deputada Erika Hilton, que propõe reduzir a jornada semanal de 44 para 36 horas e substituir a escala 6×1 pelo modelo 4×3.
Segundo a CNM, a proposta exigiria reposição de 15.222 vagas no estado e teria efeito um ano após a promulgação.
Outras propostas em tramitação também apresentam impactos semelhantes. A PEC 148/2015, do senador Paulo Paim, prevê redução gradual para 36 horas semanais e teria custo estimado em R$ 779 milhões no RN.
Já a PEC 221/2019, do deputado Reginaldo Lopes, também fixa jornada máxima de 36 horas e geraria impacto próximo de R$ 779 milhões.
Em contraste, o Projeto de Lei 1.838/2026, enviado pelo governo Luiz Inácio Lula da Silva, teria efeito bem menor sobre as contas municipais. O texto reduz a jornada para 40 horas semanais e altera a escala para 5×2, com impacto estimado em apenas R$ 75 mil no RN.
A CNM destaca que as PECs têm impacto mais amplo porque alteram a Constituição e atingem também servidores públicos estatutários. Hoje, cerca de 60% dos servidores públicos do país estão nos municípios.
Segundo a entidade, a rigidez da estrutura administrativa local dificulta adaptações rápidas e pode elevar custos operacionais das prefeituras.
As propostas seguem em tramitação no Congresso Nacional. A PEC de Reginaldo Lopes, à qual foi anexado o texto de Erika Hilton, está em análise em comissão especial da Câmara. Já a proposta de Paulo Paim aguarda votação no plenário do Senado.
Impacto da redução da jornada de trabalho para os municípios potiguares
Com o endividamento recorde no país, as famílias brasileiras têm observado menos dinheiro para o consumo além dos itens básicos, pagamento de impostos e dívidas.
O avanço do endividamento no Brasil tem reduzido cada vez mais o dinheiro disponível das famílias após o pagamento de despesas básicas, impostos e dívidas. Segundo levantamento da Tendências Consultoria, a renda que sobra no orçamento dos brasileiros caiu ao menor nível desde 2011.
Em fevereiro de 2026, apenas 21% da massa de renda das famílias permaneceu disponível após os gastos essenciais. No mesmo período do ano passado, o índice era de 23%.
O estudo considera rendimentos do trabalho, benefícios sociais, aposentadorias e outras fontes de renda, descontando despesas como moradia, alimentação, transporte, saúde, impostos e pagamento de juros e empréstimos.
A consultoria aponta que o peso das dívidas aumentou ao longo de 2025, impulsionado pela procura por linhas de crédito emergenciais, que costumam ter juros mais altos.
Dados da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo mostram que o percentual de famílias endividadas chegou a 80,9% em abril, novo recorde da série histórica. Já o Banco Central do Brasil informou que o comprometimento da renda com dívidas alcançou 29,7% em fevereiro.
Especialistas apontam a taxa de juros elevada e a situação fiscal do país como fatores que dificultam a redução do endividamento. Nesse cenário, o governo lançou uma nova versão do Desenrola, programa de renegociação de dívidas.
Apesar disso, entidades e economistas avaliam que a medida pode apenas aliviar temporariamente a situação das famílias, sem resolver o problema estrutural do endividamento no país.
O senador Rogério Marinho, líder da oposição no Senado, criticou a decisão do ministro Alexandre de Moraes que suspendeu a Lei da Dosimetria, aprovada pelo Congresso Nacional após a derrubada do veto presidencial.
Em nota oficial divulgada neste sábado (9), Marinho afirmou que a decisão monocrática de Moraes representa uma interferência do Judiciário sobre a vontade popular expressa pelo Legislativo.
“O povo falou pelo Congresso. Hoje, um único homem, não eleito, sem mandato e com interesse direto na causa, apagou isso com uma caneta”, declarou.
Na nota, Marinho também defendeu que a Câmara dos Deputados aprove com urgência a proposta de emenda à Constituição que limita decisões monocráticas capazes de suspender leis aprovadas pelo Congresso e afirmou que o país precisa discutir uma reforma do Judiciário a partir de 2027.
Leia abaixo a íntegra da nota:
NOTA OFICIAL
513 deputados. 81 senadores. Eleitos pelo povo brasileiro para representá-lo. O povo falou pelo Congresso.
Hoje, um único homem, não eleito, sem mandato e com interesse direto na causa, apagou isso com uma caneta.
Chama-se democracia representativa quando o povo governa por meio de seus eleitos.
Chama-se outra coisa quando um juiz governa sozinho acima de todos.
A decisão monocrática do ministro Moraes não suspendeu apenas uma lei. Suspendeu a vontade popular.
Cabe à Câmara reagir com firmeza e aprovar, com urgência, a PEC contra decisões monocráticas que suspendam leis aprovadas pelo Congresso.
E cabe ao povo eleger representantes corajosos para promover uma verdadeira e saneadora reforma do Judiciário em 2027.
O Congresso Nacional tem que ser respeitado. Não pode um único juiz derrrubar a decisão do Parlamento, isso é invasão de competência, é invasão de poderes e uma afronta à democracia! pic.twitter.com/NbUbYEHJtb
O senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), reagiu neste sábado (9) à decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal) de suspender a aplicação da Lei da Dosimetria até a votação no plenário da corte.
Flávio chamou a decisão de “canetada” e disse que a medida parece “um jogo combinado”, porque, segundo ele, Moraes teria dado o aval ao texto do relator do PL da Dosimetria, deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP).
O pré-candidato ainda disse que o ministro coloca “a credibilidade do Judiciário está na lata do lixo”.
“O próprio Paulinho da Força disse que o texto foi “autorizado” pelo Moraes. E agora, muito estranhamente, ele dá essa canetada. Eu não sei o fundamento, mas parece um jogo combinado. Mais uma vez a democracia fica abalada. Uma decisão do Congresso, em sua grande maioria, defendendo a lei da anistia, e, em uma canetada monocrática, um ministro revoga a decisão de nós, os verdadeiros representantes do povo. Nós não vamos nos acostumar, por isso a credibilidade do Judiciário está na lata do lixo”, afirmou.
Flávio disse ainda que Moraes “interdita o debate no Legislativo”.
A declaração foi dada em coletiva à imprensa antes do evento que reuniu apoiadores e filiados do PL em Florianópolis, em Santa Catarina, para o pré-lançamento das candidaturas do governador Jorginho Mello (PL-SC), que disputará a reeleição, e do ex-vereador Carlos Bolsonaro e da deputada Caroline De Toni, que concorrerão ao Senado.
O cantor Netinho contou, através das redes sociais, que foi diagnosticado novamente com câncer. A informação foi divulgada pelo neste sábado (9), quase um ano após a remissão da doença.
“Meu linfoma voltou, será feita uma biopsia para detectar qual tipo de tratamento será feito”, contou.
De acordo com o artista, que tem 58 anos, a doença foi detectada após uma ida até um hospital em Salvador para tratar um problema nos rins. Ao fazer os exames, o linfoma foi detectado.
No março do ano passado, Netinho divulgou que estava com câncer no sistema linfático e que passaria por tratamento com quimioterapia. Três meses depois, ele comemorou a remissão da doença.
Dessa vez, o artista ainda não sabe qual tipo de tratamento será feito, mas afirmou que cumprirá as recomendações médicas.
“Com toda positividade, alegria, mostrando para todo mundo como é que a gente vence as dificuldades. Cabeça erguida”, afirmou.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu a aplicação da Lei da Dosimetria até que o STF analise ações que questionam a norma. O ministro citou duas ações que questionam o constitucionalidade da lei, que devem ser julgadas pelo plenário da Suprema Corte.
Na prática, os condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023 terão que aguardar os ministros decidirem se a lei respeita as regras da Constituição Federal para obterem os benefícios da redução da pena.
O ministro está aplicando este entendimento a casos de condenados que já acionaram o STF pedindo a revisão da pena com base na Lei da Dosimetria. Até a última atualização desta reportagem, Moraes já havia decidido neste sentido em pelo menos dez execuções penais.
Aprovada em 2025, a lei permite a redução de penas de condenados pelos ataques de 8 de janeiro de 2023, incluindo a pena do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), condenado a 27 anos e três meses de prisão no julgamento da trama golpista, e aliados dele.
“A superveniência de interposição de ação direta de inconstitucionalidade e, consequentemente a pendência de julgamento em controle concentrado de constitucionalidade, configura fato processual novo e relevante, que poderá influenciar no julgamento dos pedidos realizados pela Defesa, recomendando a suspensão da aplicação da lei, por segurança jurídica, até definição da controvérsia pelo Supremo Tribunal Federal, com prosseguimento regular da presente execução penal em seus exatos termos, conforme transitado em julgado“, escreveu Moraes.
Ações questionam lei
As ações questionando a nova lei foram apresentadas pela Associação Brasileira de Imprensa (ABI) e pela federação PSOL-Rede. A regra começou a valer na sexta-feira (8) ao ser promulgada pelo presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).
O projeto de lei foi vetado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), mas o veto foi derrubado pelo Congresso Nacional na última semana.
A ABI pede que a lei seja suspensa até seu julgamento e que o tribunal a considere inconstitucional nos seguintes pontos:
a permissão para que crimes contra a democracia “inseridos no mesmo contexto” não tenham as penas somadas;
a possibilidade de redução de pena de delitos praticados em contexto de multidão.
dois incisos que alteram a progressão de Regime prevista na Lei de Execução Penal.
“A lei impugnada, da mesma forma, compromete a integridade do ordenamento jurídico, na medida em que banaliza os ataques à democracia e desorganiza o sistema penal e de execução da pena”, diz a ação.
A Federação PSOL-Rede – que também pede a suspensão e eventual anulação da lei – afirma que a finalidade do texto é “incompatível com a Constituição Federal, na medida em que instrumentaliza a atividade legislativa para enfraquecer seletivamente a tutela penal do Estado Democrático de Direito e beneficiar agentes envolvidos em graves ataques às instituições republicanas.”
A Federação Iraniana de Futebol confirmou neste sábado (9) que a seleção do país disputará a Copa do Mundo FIFA 2026, mas afirmou que os países-sede precisarão atender exigências feitas pela delegação iraniana.
Em comunicado, a federação iraniana afirmou que “nenhuma potência externa pode impedir o Irã de disputar uma Copa para a qual se classificou com mérito”.
Tensão política e segurança
A posição foi anunciada em meio à tensão provocada pela guerra no Oriente Médio e após autoridades do Canadá negarem entrada ao presidente da federação iraniana, Mehdi Taj, por supostos vínculos com o Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica, grupo classificado como organização terrorista pelo governo canadense.
A participação iraniana passou a ser questionada após o agravamento do conflito no Oriente Médio, iniciado em fevereiro após ataques envolvendo Estados Unidos e Israel.
Apesar disso, o secretário de Estado americano, Marco Rubio, afirmou que os jogadores iranianos serão bem-vindos, mas ressaltou que integrantes ligados ao CGRI ainda poderão ter entrada barrada.
O presidente da FIFA, Gianni Infantino, confirmou que o Irã disputará normalmente suas partidas nos Estados Unidos.
Exigências do Irã
Segundo Mehdi Taj, o governo iraniano apresentou dez condições para participar do torneio.
Entre os pedidos estão:
garantia de emissão de vistos;
respeito à bandeira e ao hino iraniano;
segurança reforçada em aeroportos, hotéis e deslocamentos;
autorização de entrada para jogadores e membros da comissão técnica com histórico de serviço militar ligado ao CGRI.
Taj citou nominalmente os jogadores Mehdi Taremi e Ehsan Hajsafi.
Jogos da seleção iraniana
A seleção iraniana pretende instalar sua base em Tucson, no Arizona.
Na fase de grupos, o Irã enfrentará:
Nova Zelândia, em Los Angeles, no dia 15 de junho;
A federação formada por PT-PCdoB-PV entrou no Supremo Tribunal Federal com uma ação para derrubar a chamada Lei da Dosimetria, aprovada pelo Congresso após a derrubada do veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A nova lei altera critérios de cálculo e cumprimento de penas para crimes contra o Estado Democrático de Direito e pode reduzir punições de condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro.
Pedido ao STF
A ação foi encaminhada ao presidente do STF, Edson Fachin, com pedido de liminar para suspender imediatamente os efeitos da norma.
Na petição, os partidos afirmam que a lei representa um retrocesso na proteção institucional da democracia e viola princípios constitucionais.
O texto também sustenta que a mudança:
não adequa a pena à gravidade dos crimes;
seria desnecessária;
e causaria prejuízos maiores à proteção democrática do que os benefícios alegados.
A federação argumenta ainda que a lei teria sido elaborada para beneficiar um grupo específico de condenados.
Moraes será relator
O ministro Alexandre de Moraes foi sorteado relator das ações que questionam a validade da Lei da Dosimetria.
Além da federação PT-PCdoB-PV, também apresentaram ações contra a norma a federação PSOL-Rede e a Associação Brasileira de Imprensa.
As ações alegam que a legislação cria tratamento mais brando para crimes cometidos contra a ordem democrática.
O que muda na lei da Dosimetria
A norma altera regras sobre:
progressão de regime;
remição de pena;
cálculo das condenações.
Entre os principais pontos:
proibição da soma de penas para crimes da mesma natureza;
possibilidade de progressão ao semiaberto após cerca de 16,6% da pena cumprida.
A nova legislação tem impacto direto sobre condenados pelos ataques às sedes dos Três Poderes em 8 de janeiro de 2023 e pode beneficiar réus investigados ou condenados por crimes ligados à tentativa de golpe de Estado.
Esses maconheiros deviam ser contra quem roubou a Petrobrás e hoje é presidente desse país de bosta.. só sabem fumar maconha e cheirar pó.. mas a merda do Brasil é assim.. tenho vergonha de dizer que sou brasileiro e nasci em uma terra de vagabundos…
Esses maconheiros deviam ser contra quem roubou a Petrobrás e hoje é presidente desse país de bosta.. só sabem fumar maconha e cheirar pó.. mas a merda do Brasil é assim.. tenho vergonha de dizer que sou brasileiro e nasci em uma terra de vagabundos…
O instituto Veritá publicou neste sábado (9) pesquisa com o cenário da disputa para o Governo do RN.
Álvaro Dias lidera no cenário estimulado com 36,9%, considerando os votos válidos. Allyson Bezerra aparece em segundo, com 32,4%. Na sequência, Cadu Xavier com 28,3%. Brancos e nulos somam 19,1%.
A pesquisa Veritá foi realizada de 4 a 8 de maio de 2026, com 1.220 eleitores e tem 3 pontos percentuais de margem de erro. Registro no TRE-RN 04097/2026
As apostas online, conhecidas como bets, já alcançam adolescentes brasileiros. Pesquisa da Ipsos, encomendada pela Unico (empresa de identidade digital), mostra que 11% dos jovens entre 10 e 17 anos fizeram apostas em 2025. Desse total, 9% afirmaram ter apostado nos últimos quatro meses do ano.
Meninos de 16 e 17 anos lideram apostas
O maior número de apostadores está entre meninos de 16 e 17 anos:
20% disseram já ter feito apostas online.
Entre as meninas, o maior crescimento ocorreu na faixa de 14 e 15 anos:
14% afirmaram já ter apostado.
Já entre meninas de 10 a 13 anos, 4% disseram ter usado bets ou jogos como o “tigrinho”.
Falhas na verificação de idade
Segundo Luis Felipe Monteiro, CEO da Unico na América Latina, o principal problema é a fragilidade dos sistemas de verificação etária na internet.
De acordo com ele, muitas plataformas permitem o acesso apenas com a confirmação de que o usuário é maior de 18 anos, sem mecanismos efetivos de checagem.
Curiosidade e “dinheiro fácil” impulsionam apostas
A pesquisa aponta que os principais motivos para apostar são:
curiosidade: 41%;
possibilidade de ganhar dinheiro fácil: 34%.
Influenciadores digitais e mídia tiveram impacto menor na decisão, com 9%.
O levantamento ouviu 1.200 jovens entre 10 e 17 anos, entre agosto e setembro de 2025.
ECA Digital tenta reduzir riscos
Especialistas avaliam que o Estatuto da Criança e do Adolescente Digital pode ajudar a reduzir riscos ligados ao vício em apostas e plataformas digitais.
A legislação entrou em vigor em março e determina que plataformas adotem mecanismos para evitar uso excessivo, compulsivo ou problemático por crianças e adolescentes.
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