Saúde

Ministro da Saúde diz que se número de distribuição de vacinas está errado no RN é por única culpa do Governo do Estado

Foto: Reprodução

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, rebateu o post de esclarecimento do Governo do Estado, que diz que é fake o quadro da pasta em que mostra a distribuição de vacinas enviadas pelo Governo Federal aos estados. Nesse ranking, o Rio Grande do Norte aparece em último lugar.

Segundo o ministro, o Estado está sim em 27º. Ele assim resume: “A informação é baseada nos registros efetuados no sistema do Ministério da Saúde. A responsabilidade pela inserção dos dados logo após a distribuição dos lotes aos municípios é do Governo do RN. Portanto, se está errado é porque o RN não atualizou os dados em nossa base”.

Opinião dos leitores

  1. Da a impressão que está funcionando assim, os municípios atrasam o cadastramento das doses aplicadas e o estado cobra a atualização das informações, mas em contra partida o estado que era para atualizar os números das entregas no sistema do governo federal (SUS) também não atualiza com presteza e rapidez.

  2. Tomei minha vacina e só foi incluída no sistema quase um mês depois, eu não consigo entender como não se usa esses cadastros para controle de quem se vacinou e de que ainda falta vacinar, identificar quem não tomou segunda dose entre outras. Fiz o cadastro no primeiro dia em que foi permitido no sistema, mas no dia em que fui me vacinar isso não serviu, deveria ter alguém alimentando o sistema

  3. Isso é incompetência, do governo do RN, ao invés de se preocupar com o esquema vacinal, fique fazendo política sebosa usando as vacinas. Eu particularmente acredito do Ministro da Saúde e não nesse governo PeTista enrolado.

    1. Falou o aluno da excelentíssima prufeçôra Fátima GD, kkkkkkkkkkkkkkk

  4. O excelentíssimo Ministro da Saúde Queiroga tá coberto de razão. A maior culpada pela má distribuição das vacinas no RN, chama-se Fátima Bezerra, também chamada de Fátima Cadeado.

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Política

Emílio Odebrecht teria fornecido carne de paca servida por Janja a Lula, diz jornal

Foto: Reprodução

A carne de paca servida no almoço de Páscoa ao presidente Lula teria sido fornecida pelo empresário Emílio Odebrecht, segundo informação publicada pelo jornal O Globo. O prato foi preparado pela primeira-dama, Janja, e divulgado em vídeo nas redes sociais.

De acordo com a reportagem, o empresário — ligado ao setor de construção — costuma presentear o presidente com o animal algumas vezes por ano. Odebrecht também se apresenta como criador de pacas, um mercado considerado restrito no Brasil.

A divulgação do preparo do alimento gerou questionamentos nas redes sociais sobre a origem da carne. No país, a caça de animais silvestres é proibida e configura crime ambiental, com previsão de multa e detenção. Já a comercialização é permitida apenas quando proveniente de criadouros autorizados pelo Ibama.

Diante da repercussão, a primeira-dama afirmou que a carne utilizada veio de um “produtor legalizado”. Janja citou reportagens sobre a criação regular do animal, mas não informou, naquele momento, quem teria feito o fornecimento. Procurado, o Palácio do Planalto não comentou o caso, segundo o jornal.

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Saúde

Natal sediará evento nacional de destaque em oncologia ginecológica

Foto: Divulgação

A capital potiguar será palco de um importante encontro científico voltado a oncologia ginecológica. O Board Review EVA Natal 2026 reunirá especialistas do Brasil para discutir avanços, desafios e novas abordagens no tratamento dos tumores ginecológicos.

Promovido pelo Grupo Brasileiro de Tumores Ginecológicos (EVA), o evento congrega médicos oncologistas que atuam diretamente no diagnóstico, tratamento e pesquisa dessas doenças, fortalecendo a troca de conhecimento e a atualização científica na área.

O encontro será realizado no dia 25 de abril, no Hotel Majestic, em Natal. A coordenação local é da médica oncologista e pesquisadora Sulene Cunha. O evento também contará com a presença da presidente do EVA, Andréa Gadêlha, referência nacional na área.

A programação inclui temas relevantes e atuais, como oncogenética — que analisa a influência da hereditariedade no desenvolvimento do câncer — além de discussões sobre os impactos emocionais e espirituais do diagnóstico oncológico. Outro destaque será o debate sobre fertilidade em pacientes com câncer, um tema cada vez mais presente na prática clínica e nas decisões terapêuticas.

O Board Review EVA Natal 2026 reforça o protagonismo da capital potiguar no cenário médico-científico e amplia o acesso dos profissionais da região às mais recentes discussões na área da oncologia ginecológica.

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Judiciário

VÍDEO: Gilmar diz que relator “esqueceu dos seus colegas milicianos” ao incluir ministros em CPI do Crime Organizado

Imagens: Reprodução/Metrópoles

O ministro Gilmar Mendes, do STF, criticou nesta terça-feira (14) o relatório da CPI do Crime Organizado, que propôs o indiciamento de integrantes da Corte. Durante sessão, o ministro afirmou que o relator, senador Alessandro Vieira (MDB-SE), “esqueceu dos seus colegas milicianos”.

A declaração foi feita na Segunda Turma do STF. Segundo Gilmar, a inclusão do nome dele no relatório causou “curiosidade”. “Quando vi o meu nome inserido nessa tal lista de indiciados, por parte do senador relator, neste caso, eu disse: é curioso. Ele [Alessandro Vieira] se esqueceu dos seus colegas milicianos. Decidiu envolver o Supremo Tribunal Federal por ter concedido um habeas corpus”, afirmou.

O ministro também criticou o foco da comissão. De acordo com ele, a CPI foi criada para investigar o crime organizado, especialmente após confrontos no Rio de Janeiro, mas não avançou sobre facções ou milícias. “Só esse fato narrado já demonstra o quanto nós descemos muito da escala das degradações”, disse.

Ainda segundo Gilmar Mendes, a comissão “não promoveu sequer a quebra de sigilos de milicianos ou integrantes de facções que controlam territórios no Rio de Janeiro”. Ele acrescentou: “É chocante. Por isso, causa perplexidade que o relator da CPI, oriundo das fileiras policiais, não tenha dirigido suas apurações para aqueles que, abandonando o dever público, cruzaram para o lado das milícias”.

O ministro Dias Toffoli, também citado no relatório, reagiu durante a sessão. Segundo ele, o documento é “completamente infundado, sem base jurídica, sem base em verdade factual e com um único e nítido sentido de obter votos”. Toffoli ainda classificou o relatório como “aventureiro”, “antidemocrático” e afirmou que se trata de “abuso de poder”.

Opinião dos leitores

  1. O Cara falou no envolvimento de políticos com o jogo do bicho, agora vem com essa de miliciano., ele como autoridade, não poderia pedir a prisão desses bandidos? É só uma dúvida.

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Judiciário

CRÍTICA: Toffoli chama relatório de CPI de ‘aventureiro’ e fala em cassação eleitoral de ‘quem ataca instituições’

Foto: Gustavo Moreno/STF

O ministro Dias Toffoli, do STF, afirmou nesta terça-feira (14), durante sessão da Segunda Turma, que o relatório final da CPI do Crime Organizado pode ter repercussões eleitorais, incluindo eventual inelegibilidade de envolvidos.

Segundo Toffoli há indícios de uso político do documento. “Não podemos deixar de nos furtar a cassar eleitoralmente aqueles que abusaram, atacando as instituições, para obter voto e conspurcar o voto do eleitor. Porque é disso que se trata, quando surge um relatório aventureiro desse. É tentativa de obter votos”, declarou.

Ainda de acordo com Toffoli, o relatório apresentado pela comissão é “completamente infundado”, sem base jurídica ou respaldo em fatos, e teria como objetivo influenciar o eleitorado.

Mais cedo, conforme informações divulgadas pela própria CPI, o senador apresentou o relatório final com pedidos de indiciamento de ministros do STF, incluindo Toffoli, Alexandre Moraes e Gilmar Mendes, além do procurador-geral da República, Paulo Gonet.

Durante a mesma sessão, segundo o STF, o ministro Gilmar Mendes também criticou o relatório e classificou o indiciamento de magistrados da Corte como um “erro histórico”, apontando possível ausência de base legal.

De acordo com o relatório da CPI, os pedidos de indiciamento se baseiam em condutas consideradas incompatíveis com o exercício das funções, como suspeição em julgamentos e possíveis conflitos de interesse. O documento ainda deverá ser analisado nas instâncias competentes.

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Geral

Eduardo Bolsonaro falta a interrogatório no STF; processo avança

Foto: Reprodução

O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro não compareceu ao interrogatório marcado no STF na tarde desta terça-feira (14). A informação foi divulgada pela CNN. A audiência foi conduzida pelo gabinete do ministro Alexandre de Moraes e durou pouco mais de dois minutos.

De acordo com a emissora, além de Eduardo, a defesa — que está sob responsabilidade da Defensoria Pública da União (DPU) — também não esteve presente no ato.

Segundo informações do processo, Eduardo Bolsonaro é réu por obstrução de Justiça e coação no curso do processo. A denúncia foi recebida pela Primeira Turma do STF em novembro do ano passado, após manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR).

Conforme a PGR, o caso está relacionado a suposta coação contra a Suprema Corte durante a tramitação de ação penal envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro e aliados, após as eleições de 2022.

Em voto citado no processo, o ministro Alexandre de Moraes apontou, segundo os autos, existência de materialidade e indícios de autoria nas condutas atribuídas ao ex-deputado. A defesa de Eduardo Bolsonaro não havia se manifestado publicamente até a última atualização.

Opinião dos leitores

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Geral

Governo troca membros da CPI para tentar barrar relatório que pede impeachment de ministros do STF e do PGR

Foto: Edilson Rodrigues

Aliados do governo se articularam nesta terça-feira, 14, para barrar o relatório final da CPI do Crime Organizado que pede o indiciamento e a abertura de processo de impeachment contra três ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e contra o procurador-geral da República, Paulo Gonet.

Os governistas conseguiram mudar parte dos integrantes do colegiado. Saíram três senadores que votariam a favor do documento e entraram no lugar deles outros três parlamentares orientados a dar voto contrário.

A mobilização atendeu a uma pressão de integrantes do STF que acabaram como os principais alvos do relatório do senador Alessandro Vieira (MDB-SE). Prevista para a manhã desta terça, a reunião convocada para apresentação e votação do relatório chegou a ser adiada para esta tarde.

A CPI tem 11 senadores titulares, dos quais dez votam, e sete suplentes. Com as mudanças, o placar previsto é de quatro votos favoráveis ao texto de Alessandro Vieira e seis contrários.

Saíram: Sérgio Moro (PL-PR), Wellington Fagundes (PL-MT), Jorge Kajuru (PSB-GO) e Marcos do Val (Avante-ES). Moro, Kajuru e Do Val eram titulares e votariam a favor do relatório.

Entraram: Beto Faro (PT-PA), Marcos Rogério (PL-RO), Soraya Thronicke (PSB-MS) e Teresa Leitão (PT-PE). Os dois petistas e Soraya se tornaram titulares e vão votar contra o texto de Alessandro Vieira.

As substituições se deram a partir de pressão do governo sobre os líderes dos blocos partidários que indicam os membros da CPI.

No caso de Sérgio Moro, por exemplo, ele fazia parte do bloco Parlamentar Democracia quando era filiado ao União Brasil. Como migrou ao PL para disputar a eleição a governador do Paraná, a liderança do bloco, composto por MDB, PSDB, Podemos e União, aproveitou para retirá-lo hoje, e com isso Moro perdeu o assento na CPI.

O líder do bloco era Efraim Filho (União-PB), que também migrou para o PL. A determinação da troca se deu por meio de Eduardo Braga (MDB-AM), aliado do governo e líder do MDB no Senado, o maior partido do bloco.

O PSB e o PSD formam o bloco Resistência Democrática, liderado pela senadora Eliziane Gama (PSD-MA), aliada do governo. Soraya é governista e a entrada dela no lugar de Kajuru garante um voto a mais conforme os interesses do Palácio do Planalto.

O pedido de indiciamento contra ministros do STF é inédito na história das CPIs do Congresso.

Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

  1. Depois o Lula diz que não tem nada haver com essa roubarelha.
    Deixa investigar o que é que tem?
    Mascaras caindo, estão todos enrolados até o pescoço na corrupção.
    Resumindo.
    Triste, muito triste.
    Nunca vamos ser um país decente para o povão brasileiro, no máximo uma esmola.
    Acorda pessoal.
    Vcs são ricos e não sabem.

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Geral

Papa Leão XIV faz alerta para risco de democracias deslizarem para uma “tirania majoritária” após críticas de Trump

Foto: Host Broadcaster via Reuters

O Papa Leão XIV alertou nesta terça-feira (14) para o risco de democracias deslizarem para uma “tirania majoritária”, em uma carta divulgada pelo Vaticano dois dias depois do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ter atacado o pontífice nas redes sociais.

Leão XIV, escrevendo aos participantes de uma reunião no Vaticano sobre o uso do poder em sociedades democráticas, disse que as democracias permanecem saudáveis ​​apenas quando estão enraizadas em valores morais.

“Sem essa base, (a democracia) corre o risco de se tornar uma tirania majoritária ou uma máscara para o domínio das elites econômicas e tecnológicas”, disse o pontífice na carta.

O texto, divulgado enquanto o papa realizava uma viagem de 10 dias por quatro países africanos, não se dirigia diretamente aos EUA nem mencionava nenhuma democracia específica.

Trump criticou duramente o papa Leão XIV, chamando-o de ” terrível ” na noite de domingo (12), depois que o pontífice se tornou, nas últimas semanas, um crítico cada vez maior da guerra entre EUA e Israel contra o Irã.

Leão XIV disse à agência de notícias Reuters na segunda-feira (13) que planejava continuar criticando a guerra, apesar dos comentários de Trump.

Na carta desta terça-feira (14), o papa disse que a Igreja Católica ensina que o poder não pode ser visto como um fim em si mesmo, “mas como um meio ordenado para o bem comum”.

“Isso implica que a legitimidade da autoridade não depende da acumulação de força econômica ou tecnológica, mas da sabedoria e da virtude com que é exercida”, disse Leão XIV.

O papa também encorajou os líderes das sociedades democráticas a evitarem qualquer tentação de acumular poder.

“A temperança… demonstra ser essencial para o uso legítimo da autoridade, pois a verdadeira temperança refreia a autoexaltação desmedida e atua como um guarda-corpo contra o abuso de poder”, disse ele.

CNN Brasil

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Geral

Antes de cobrar resultado do seu filho, entenda isso

Com a divulgação das primeiras notas do ano letivo, muitas famílias entram em estado de alerta. Mais do que os números em si, esse momento costuma gerar dúvidas sobre como interpretar os resultados e quais caminhos seguir a partir deles.

Para Victor Cornetta, especialista em tendências educacionais e CEO da Kaizen Mentoria, as primeiras avaliações cumprem um papel importante: revelar, de forma prática, como o processo de aprendizagem está acontecendo.

“As primeiras provas funcionam como um diagnóstico. Elas mostram que, muitas vezes, ainda não existe um método estruturado de estudo, não por falta de dedicação, mas por ausência de direcionamento claro sobre como aprender”, explica.

Esse cenário pode gerar insegurança tanto nos estudantes quanto nas famílias, principalmente quando não há clareza sobre o que, de fato, precisa ser ajustado. Sem essa leitura, é comum que surjam tentativas diferentes de correção, nem sempre alinhadas com a real necessidade.

“Quando não existe um método bem definido, o esforço nem sempre se converte em resultado. E isso pode gerar ruído no processo, porque todos estão tentando ajudar, mas sem um caminho estruturado”, reforça Cornetta.

Nesse contexto, as notas baixas deixam de ser um problema isolado e passam a ser um ponto de partida para ajustes mais estratégicos.“Quando o alerta vem cedo, a chance de corrigir a rota é muito maior. O erro é esperar o problema crescer para só agir no final do ano”, afirma.

A proposta da Kaizen Mentoria está justamente em apoiar esse processo desde o início, com a construção de um método de estudo personalizado, organização de rotina e desenvolvimento de autonomia, respeitando o perfil de cada aluno.

Mais do que buscar resultados imediatos, o foco está em criar consistência ao longo do tempo e tornar o aprendizado mais eficiente e sustentável. Em um cenário educacional cada vez mais exigente, compreender que desempenho está diretamente ligado à forma como se estuda, e não apenas ao quanto se estuda, pode transformar completamente a trajetória acadêmica ao longo do ano.

Interessados podem agendar uma reunião com um dos diretores da Kaizen e entender, na prática, como a mentoria impacta os resultados: https://bit.ly/kaizenmentoriabg 

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Geral

VÍDEO: Relator diz que mirou ministros do STF porque decisões limitaram atuação da CPI do Crime Organizado

Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

O relator da CPI do Crime Organizado, Alessandro Vieira (MDB-SE), afirmou que decidiu concentrar os indiciamentos em ministros do STF e no procurador-geral da República, Paulo Gonet, após decisões judiciais que, segundo ele, dificultaram o avanço das investigações.

Segundo o senador, a comissão enfrentou “decisões sucessivas negativas do STF”. Em entrevista no Senado, ele disse que essas limitações impediram a CPI de aprofundar apurações sobre crime organizado e influenciaram a escolha de focar nos crimes de responsabilidade.

“A CPI esgota seu prazo hoje. Vocês acompanharam as dificuldades que nós enfrentamos, as restrições, decisões sucessivas negativas do STF e a falta de pessoal”, diz o relator.

“Na introdução do tópico que fala de indiciamento, a gente deixa clara a escolha que fazemos. O indiciamento por crime comum exige um conjunto probatório mais robusto. Vou dar um exemplo didático: eu precisaria ter quebras de sigilo mais robustas para identificar o crime de corrupção”, afirmou Alessandro Vieira (MDB-SE), relator da CPI.

Segundo o relator, a escolha por crimes de responsabilidade foi uma estratégia jurídica

Vieira pediu o indiciamento de Toffoli, Moraes e Gilmar Mendes, além do procurador-geral da República. O relatório sugere que eles cometeram crimes de responsabilidade.

Ele explicou que esse tipo de infração pode ser investigado e julgado diretamente pelo Senado, ao contrário dos crimes comuns, que dependeriam de apuração pelo próprio STF ou pela Procuradoria-Geral da República.

Essa justificativa aparece em um capítulo específico do relatório dedicado aos indiciamentos. No documento, Vieira afirma que a CPI enfrentou “barreiras políticas e institucionais” e decidiu concentrar os pedidos em autoridades que estariam fora do alcance dos meios tradicionais de investigação criminal.

Com informações de UOL

Opinião dos leitores

  1. A corrupção adentrou os tribunais, esses protegem os corruptos, criminosos r até traficantes, pois a mídia fala diuturnamente que os tribunais soltam esses criminosos e o povo inocente suando pra trabalhar e pagar altos impostos e sendo roubados com a cumplicidade desses monstros criminosos vestidos de autoridades cometendo crimes contra nação, destituir todos e prendê-los

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Geral

Com DNA de Bolsonaro e Rogério Marinho, conclusão do Túnel Major Sales impulsiona integração hídrica no Nordeste

A infraestrutura hídrica do Nordeste atingiu um novo marco com a conclusão da escavação do Túnel Major Sales, no Ramal do Apodi — uma das obras estratégicas viabilizadas durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro, com participação decisiva do então ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho. A dupla foi responsável por retomar o projeto, que havia sido abandonado na gestão do PT. O empreendimento beneficiará cerca de 750 mil pessoas em 54 municípios, sendo 35 do Rio Grande do Norte.

O túnel possui 6.577 metros de extensão e representa a etapa mais complexa do projeto, ao estabelecer a ligação entre a Paraíba e o RN. A obra integra o conjunto de investimentos priorizados na gestão Bolsonaro, quando houve aceleração e garantia de recursos para projetos estruturantes de segurança hídrica no Nordeste, sob coordenação direta de Rogério Marinho à frente do ministério.

A conclusão da escavação permite o avanço para as próximas fases, como o revestimento e finalização da estrutura. O progresso abre caminho para a chegada das águas do Rio São Francisco ao oeste potiguar, consolidando uma política de segurança hídrica que ganhou impulso decisivo a partir de 2019. Cabe destacar que a bacia do piranhas Assu hoje é beneficiada pelas águas do velho Chico graças à conclusão do eixo norte da transposição, entregue por Bolsonaro e Rogério marinho em fevereiro de 2022.

O Ramal do Apodi, considerado uma das principais ramificações do Projeto de Integração do Rio São Francisco (PISF), simboliza o esforço de integração regional e a priorização de obras capazes de transformar a realidade do semiárido. Durante sua gestão no Ministério do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho foi responsável por tirar o ramal do Apodi do papel e dar início às obras em 2021. Pois quando assumiu a pasta, a obra nem mesmo estava mais incluída entre as ações da transposição do São Francisco.

O Túnel Major Sales integra o Trecho IV do Ramal do Apodi, conectando o Reservatório Caiçara, na Paraíba, ao Reservatório Angicos, no Rio Grande do Norte. A estrutura terá capacidade de transportar até 20 metros cúbicos de água por segundo, ampliando o abastecimento e garantindo maior segurança hídrica para municípios do Rio Grande do Norte, Paraíba e Ceará.

Opinião dos leitores

  1. Rogério marinho é o grande orgulho do RN e Bolsonaro o melhor presidente do Brasil, fala a verdade, mostrava a verdade por isso foi preso, não roubou e nem deixou roubar , por isso tá preso, reconstruiu o País que o pt quebrou , por isso tá preso, pois os tribunais e os políticos são na grande maioria bandidos criminosos , corruptos e assassinos de inocentes

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