Diversos

Nova auditoria sobre custos do Arena das Dunas aponta que Governo do Estado pagou a mais em 2020 e recomenda revisão do contrato

Foto:  Ney Douglas

A Controladoria Geral do Estado (CONTROL) concluiu uma nova auditoria sobre o Contrato de Concessão Administrativa nº 001/2011 – DER/RN, referente à Arena das Dunas Concessão e Eventos S/A, cujo objeto foi o levantamento dos custos de manutenção, gestão e operação do Estádio Arena das Dunas, no período de março a agosto de 2020.

O Governo paga à concessionária mensalmente a título de contraprestação de manutenção e gestão R$ 2.391.254,54. Esse valor corresponde à parcela variável da contraprestação mensal, na proporção de 15% segundo o contrato, que no geral importa em R$ 11,9 milhões.

O atual trabalho foi um desdobramento da auditoria anterior realizada pela CONTROL, finalizada no ano de 2020. Na oportunidade foi apontado uma necessidade de aprofundamento dos estudos sobre os custos de manutenção, uma vez que havia sido verificado que em outros estádios do mesmo porte o custo estava cerca de 40% do valor pago pelo Governo do RN. Um exemplo é a Arena Pernambuco, um estádio maior, cujo custo mensal era de cerca de R$ 900 mil.

O Tribunal de Contas do Estado, após conhecimento do primeiro relatório de auditoria da CONTROL, também requisitou ao Governo que a concessionária apresentasse a documentação referente a todos os contratos, notas fiscais e comprovantes de recolhimento de tributos correspondentes aos custos de manutenção do estádio Arena das Dunas, considerando o período de janeiro de 2014 a junho de 2020.

O objetivo da nova auditoria era levantar os valores com despesas de manutenção, gestão e operação informados pela concessionária. Para sua comprovação seria exigido documentos probatórios dessas mesmas despesas e finalmente haveria uma análise de convergência entre os valores informados e os valores efetivamente comprovados.

Conclusa a auditoria, apesar da concessionária apontar em relatórios gerenciais um gasto semestral de R$ 10.578.373,00, média de R$ 1,76 milhão por mês, a mesma apresentou apenas documentos probatórios de R$ 958.274,30 para o período, ou R$ 159,7 mil por mês. Esse valor atestado por notas fiscais corresponde a apenas 9% das despesas informadas em relatórios gerenciais da empresa.

A equipe de auditoria da CONTROL relatou no documento que a diretoria da concessionária requereu prazo para entrega dos documentos requisitados, mas apenas enviou “as demonstrações contábeis do exercício de 2020 com as despesas de forma global, contrariando o que foi solicitado e acordado em reunião”.

A não entrega de documentos por parte da concessionária também foi relatada pela equipe de técnicos do Tribunal de Contas do Estado em auditoria sobre os custos de construção do estádio. No Processo nº 2.813/2011 – TC, Informação nº 005/2016 – CAFCOPA, o corpo técnico do TCE enfatiza a falta de transparência e sonegação de informações por parte da empresa Arena das Dunas Concessão e Eventos S/A.

No relatório da primeira auditoria da CONTROL sobre a Concessão, apresentado em maio de 2020, também foi registrado que a contratada descumpriu com seu dever legal e contratual de prestar as informações solicitadas pelo poder concedente e que limitou as conclusões do trabalho pois “não há elementos que possam comprovar que os registros repassados ao poder público se mostram íntegros e abrangem todo o universo de informações do seu interesse”.

A CONTROL aponta que a não entrega de documentos infringe três clausulas do Contrato de Concessão administrativa nº 001/2011. Cita a Cláusula 13, que prevê a obrigação da empresa concessionária prestar informações relacionadas à concessão em questão. Além dessa, a Cláusula 29, denominada “Fiscalização”, que garante o direito de acesso por parte do Poder Concedente aos documentos necessários para a fiscalização do contrato, e também a Cláusula 46, dispondo ser obrigação da concessionária prestar todas as informações que sejam solicitadas pelo poder concedente, nos prazos e periodicidade determinada.

O relatório ainda relata que a obrigação de prestar informações ao poder concedente decorre também da Lei Federal nº 8.987/95, que dispõe sobre o regime de concessão e permissão da prestação de serviços públicos. No seu art. 31, inciso III, estabelece que a concessionária deve prestar contas da gestão do serviço ao poder concedente e aos usuários, nos termos definidos no contrato.

Conclui-se no relatório de auditoria da CONTROL, que por ter sido comprovado apenas 9% das despesas elencadas pela contratada, “há materialidade relevante o suficiente para recomendar ao gestor a adoção de medidas de revisão contratual, fundamentada na Cláusula 21.1, inciso V, na Cláusula 21.3, bem como a exigência contratual prevista pela Cláusula 26.1, que determina a revisão periódica do contrato, porém este instituto não foi utilizado até o momento da análise”.

Para o Controlador Geral do Estado, Pedro Lopes, a revisão contratual passa a ser cada vez mais necessária. “Pagamos R$ 2,3 milhões por mês por um serviço que a concessionária somente comprova R$ 160 mil; é nítido o desequilíbrio econômico em desfavor do Governo. O negócio tem que ser bom para os dois envolvidos, mas o pacto celebrado em 2011 só favorece a concessionária”, finaliza.

O Relatório Final de Auditoria – Custos Operacionais do Arena das Dunas pode ser lido clicando aqui.

Opinião dos leitores

  1. Quem engendrou essa engenharia financeira para construção desse elefante branco, deveria estar preso.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Brasil

PT ENCOLHEU: Partido chega a 2026 com menor número de candidaturas desde 1994

Foto: Jamile Santana/G1

O Partido dos Trabalhadores chega às eleições de 2026 com a menor quantidade de candidaturas de sua história recente. A legenda lançou 1.097 nomes para disputar vagas no Legislativo, o menor número desde 1994.

A redução também aparece na disputa pelos governos estaduais. O PT terá apenas 12 candidaturas próprias, igualmente o menor número desde 1994.

Embora o PT continue sendo uma das principais forças políticas do país, a queda no número de candidaturas mostra que o partido já não tem a mesma capilaridade eleitoral de décadas passadas.

Com informações do Poder 360

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Brasil

QUASE UM ‘PARTO’: PF levou mais de 7 meses para enviar a Mendonça quebra de sigilo de Lulinha

Foto: Reprodução/ Ilustração IA

A Polícia Federal levou mais de sete meses para enviar ao ministro André Mendonça os dados das quebras de sigilo de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A demora teria sido um dos motivos para o atrito entre a polícia e Mendonça, que é relator dos inquéritos do INSS e do Banco Master.

O magistrado determinou a derrubada dos sigilos fiscais, bancários e telemáticos do primogênito do chefe do Executivo em dezembro do ano passado, no âmbito da investigação sobre desvios de aposentados e pensionistas.

Diante da demora para encaminhar o resultado das diligências e devido a outras decisões da PF que incomodaram Mendonça, como a troca da coordenação da PF responsável pela apuração do INSS, o ministro mandou a polícia enviar a seu gabinete os dados brutos do caso, ou seja, a íntegra das quebras.

A Polícia Federal, no entanto, interpretou a decisão como uma invasão da autonomia investigativa da corporação. A PF chegou a acionar a Advocacia-Geral da União para estudar a apresentação de um recurso perante o STF (Supremo Tribunal Federal) para derrubar a ordem judicial, mas nenhuma medida jurídica foi concretizada.

Integrantes do governo federal, como o advogado-geral da União, Jorge Messias, entraram em campo para tentar apaziguar a relação do ministro com a cúpula da corporação.

Com informações da CNN

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Eleições 2026

DO PÚLPITO AO PALANQUE: R. R. Soares ultrapassa Bolsonaro e lança 5 filhos candidatos nas eleições

Foto: Reprodução

O missionário R.R. Soares, fundador da Igreja Internacional da Graça de Deus, consolidou um movimento inédito ao lançar cinco filhos para cargos eletivos no cenário político nacional. A estratégia familiar supera a representatividade de nomes tradicionais da política, como o ex-presidente Jair Bolsonaro, e visa expandir a influência evangélica nos legislativos estadual e federal.

Com candidaturas divididas estrategicamente entre São Paulo e Rio de Janeiro, R. R. Soares aposta na base de fiéis e na presença televisa para garantir mandatos. As candidatura já estão alinhadas com partidos de centro-direita para a disputa eleitoral.

A presença dos familiares do religioso na política não é recente, mas ganha proporções inéditas com a entrada simultânea de todos os filhos homens de R. R. Soares na disputa por vagas na Câmara dos Deputados e em Assembleias Legislativas.

A tradição familiar na política, no entanto, vem de antes, com a projeção nacional do bispo Marcelo Crivella (sobrinho de sua esposa, Maria Magdalena), que já exerceu mandatos como senador, prefeito do Rio de Janeiro e deputado federal.

Com informações do portal NDMais

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Brasil

Plano de saúde dos senadores gera rombo de R$40 milhões, aponta colunista

Foto: Carlos Moura

É deficitário o plano de saúde de senadores, ex-senadores e, claro, dependentes de suas excelências. Todos se penduram na benesse que, sem escolha, é custeada pelo pagador de impostos. Levantamento do Ranking dos Políticos considerou a despesa ao longo de 2025, apenas de usuários do sangue azul, sem os servidores. São 79 senadores, 187 ex-senadores e mais 363 dependentes. A arrecadação foi de R$5.179.524,92. As despesas são bem maiores, R$40.476.846,63.

Os R$5 milhões vieram de contribuições dos beneficiários. Soma-se a esse valor a merreca de R$86 mil em coparticipação.

O rombo abarca indenizações e restituições, pagamentos a prestadores de serviços de saúde, tratamentos de longo prazo etc, etc, etc…

Na Câmara, a assistência consegue ser superavitária. Foram R$8,35 milhões em arrecadação contra R$8,22 milhões em despesas.

O custo por beneficiário da Câmara foi de R$520,88 por mês. No deficitário Senado, o valor salta para R$5.362,59.

Com informações da coluna Cláudio Humberto – Diário do Poder

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Brasil

“TAL PAI, TAL FILHO”: Caso Lulinha tem 68% de posts negativos contra Lula, diz VoxRadar

Foto: Reprodução

Dois em cada três comentários feitos nas redes sociais sobre as investigações envolvendo o filho mais velho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Fábio Luís Lula da Silva, renderam críticas ao petista, que tenta se reeleger para o quarto mandato. O levantamento do núcleo de dados da VoxRadar, feito em parceria com a CNN Brasil entre 13 e 19 de agosto, mostra que 68% dessas postagens são de teor negativo.

Entre o dia que a CNN informou a mudança de um endereço comercial de Lulinha na Espanha para uma área nobre em Madri até esta quarta-feira (19), quando a PF apontou que a empresária e lobista Roberta Luchsinger aparentava ter autorização para agir em nome do filho do petista, 64% dos comentários a respeito do caso apontavam Lula, Lulinha e o PT como culpados em manifestações como “tal pai, tal filho”, “quadrilha” ou “ladrão”.

Uma parcela negativa, mas que representa 4% do total, apresentou uma descrença institucional, traduzida na frase: “vai dar em pizza”, acusando o STF (Supremo Tribunal Federal) de blindar os envolvidos no caso. Em um espectro semelhante, uma parcela de 3.667 comentários demonstrou um desengajamento diante do assunto, diagnosticando que “direita e esquerda” roubam igual.

Apesar da maioria crítica, 17% dos internautas saíram em defesa do presidente Lula, destacanto o caráter do chefe do Executivo ao não pedir o arquivamento do caso, um apoio direcionado majoritariamente ao gesto do que ao mérito ou resultado do caso. Entretanto, apesar de serem minoria no volume de comentários, aqueles que se posicionam a favor se dividem entre uma postura de defesa do petista e um comportamento de contra-ataque.

Cerca de 8% daqueles que se colocaram a favor do presidente optaram pela forma de apontar as acusações dos adversários, relembrando casos relacionados ao concorrente de Lula ao Palácio do Planalto, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), seu histórico de acusações sobre rachadinhas e sua ligação com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

Com informações da CNN

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Eleições 2026

[VÍDEO] Michelle grava inserção com Flávio Bolsonaro e diz: “Vamos juntos resgatar o nosso Brasil

Imagem: Reprodução

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e o senador Flávio Bolsonaro gravaram inserções de campanha e vídeos conjuntos em Brasília para selar a união da direita nas eleições presidenciais de 2026, declarando: “Vamos juntos resgatar o nosso Brasil”.

Não há o áudio das falas – um dos jingles da campanha de Flávio é que embala a postagem –, mas ambos aparecem sorridentes e interagindo durante uma filmagem para a campanha, numa espécie de making of da gravação.

É possível perceber também que, na gravação, Flávio pede voto para a candidatura de Michelle ao Senado pelo Distrito Federal, enquanto ela pede voto para a candidatura presidencial dele, inclusive com os respectivos números de urna. A perspectiva é que o vídeo seja utilizado ao longo da propaganda eleitoral na televisão.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Candidatos do PSOL à Câmara dos Deputados criam ‘bancada da macumba’

Foto: Reprodução

Um grupo de seis candidatos do PSOL à Câmara dos Deputados anunciou a criação da “bancada da macumba”. A iniciativa reúne representantes de cinco estados brasileiros e tem como foco principal aumentar a presença de integrantes de religiões de matriz africana no Congresso Nacional.

O projeto é formado por Adriano Fiúza, do Distrito Federal, Mãe Su de Nanã, de São Paulo, Renato Fonseca, de Pernambuco, Wesley Mendes e Mãe Bernadete de Oxóssi, da Bahia, e Ariane Magalhães, do Rio de Janeiro. Todos eles disputam ativamente o cargo de deputado federal no pleito de outubro deste ano.

A principal finalidade da articulação é garantir que os praticantes dessas religiões participem de forma direta da criação de leis e da distribuição de orçamentos. Eles rejeitam a ideia de serem tratados somente como alvos folclóricos e exigem espaço nas decisões governamentais.

O grupo alega que a ausência de representatividade prejudica o segmento.

— Ninguém pode falar melhor por nós do que nós mesmos. Enquanto não tivermos macumbeiros e macumbeiras ocupando os parlamentos, continuaremos sendo lembrados de forma pontual — afirmaram, em nota conjunta.

A estrutura da equipe permite a integração de pessoas que não praticam as religiões de matriz africana, como educadores e estudiosos. Outros parlamentares também podem dialogar com a frente, bastando que apoiem de forma pública as propostas elaboradas em defesa desse público.

O diretório do partido confirmou apoio institucional à mobilização, contudo destacou que a ideia partiu dos próprios candidatos, sem interferência da cúpula partidária.

Com informações do Pleno News

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Mundo

Ex-assessor de Fauci se declara culpado nos EUA por conspiração para ocultar documentos sobre a Covid-19

Foto: Reuters

Um ex-assessor do especialista em doenças infecciosas Anthony Fauci declarou-se culpado, na terça-feira (19), de conspirar para burlar leis de acesso a registros públicos e ocultar documentos governamentais relacionados a financiamento de pesquisas e à pandemia de Covid-19.

David Morens, que trabalhou sob a supervisão de Fauci como funcionário de alto escalão no NIAID (Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas) durante a pandemia, admitiu a culpa pela acusação de conspiração durante uma audiência em um tribunal federal em Greenbelt, Maryland.

O homem de 78 anos havia sido indiciado em abril por acusações relacionadas ao que os promotores descreveram como um esquema para frustrar solicitações de registros públicos recebidas pela agência a partir de abril de 2020, referentes a subsídios de pesquisa sobre a COVID-19.

Ele pode enfrentar até cinco anos de prisão quando for sentenciado, em 12 de novembro.

“Ao declarar-se culpado hoje, o Dr. Morens assumiu a responsabilidade por seus atos e continuará a fazê-lo”, afirmou Timothy Belevetz, advogado dele, em um comunicado.

A admissão de culpa ocorreu depois que Fauci — que liderou o NIAID por 38 anos e tornou-se a face da resposta dos EUA à pandemia — compareceu a uma comissão do Senado no mês passado e invocou repetidamente seu direito de não se autoincriminar. Fauci também acusou o senador republicano Rand Paul, um adversário de longa data do Kentucky, de conduzir uma campanha “desequilibrada” para vê-lo preso.

Os promotores não acusaram Fauci de qualquer irregularidade relacionada ao caso de Morens. Ao depor perante uma comissão da Câmara dos Representantes dos EUA em 2024, Fauci minimizou a proximidade de sua colaboração com Morens e negou ter usado um endereço de e-mail particular para discutir assuntos governamentais.

As origens da Covid permanecem sem solução. O FBI afirmou em 2023 que um vazamento de um laboratório em Wuhan provavelmente causou a pandemia, uma alegação que a China classificou como totalmente desprovida de credibilidade.

Em janeiro de 2025, a CIA afirmou que um vazamento em laboratório era provável, embora com “baixa confiança”, enquanto outras quatro agências de inteligência dos EUA e o Conselho Nacional de Inteligência acreditam que o vírus provavelmente surgiu por meio de transmissão natural a partir de um animal.

Os promotores informaram que a admissão de culpa de Morens estava relacionada à decisão dos NIH (Institutos Nacionais de Saúde) de cancelar um subsídio de pesquisa sobre coronavírus em morcegos, com base em alegações de que a Covid-19 teria surgido do laboratório de Wuhan.

O laboratório sediado na China havia recebido um sub-repasse de recursos da empresa que fora contemplada com o financiamento.

Os promotores afirmaram que Morens se comprometeu a ajudar a restabelecer o financiamento para pesquisas sobre coronavírus em morcegos e a combater a narrativa de que a Covid-19 teria vazado de um laboratório.

Prevendo que suas comunicações poderiam ser solicitadas com base na Lei de Liberdade de Informação, Morens e outras pessoas combinaram de trocar mensagens usando a conta de e-mail pessoal de Morens, em vez de sua conta governamental, segundo os promotores.

Com informações da CNN

 

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Brasil

‘Alexandre de Moraes não tem limites e representa ameaça à democracia’, critica Glenn Greenwald

Foto: Evaristo Sá/AFP

O jornalista Glenn Greenwald afirmou que o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), atua sem limites e representa a principal ameaça à democracia brasileira. Durante entrevista ao Conversa com Augusto Nunes desta terça-feira, 18, ele criticou a proximidade entre integrantes da Corte e políticos e relatou pressões depois da publicação de reportagens sobre Moraes.

Greenwald abordou o assunto ao falar dos riscos que enfrentou ao longo da carreira. Segundo ele, nunca havia considerado deixar de fazer uma reportagem por medo das consequências. Isso mudou quando recebeu, em 2024, um arquivo com material proveniente do gabinete de Moraes.

Ele destaca que esta foi “a única vez que realmente teve um debate interno”, sobre publicar ou não o material, “porque Alexandre de Moraes não tem limites e a sociedade ou não consegue, ou não quer, impor limites sobre o abuso do poder dele”.

O material foi apurado em parceria com a Folha de S.Paulo e resultou na série de reportagens “Vaza Toga“, sobre os bastidores do gabinete do ministro. Entre as revelações citadas pelo apresentador estava a inclusão de Oeste entre os veículos examinados por auxiliares de Moraes.

 

Com informações da Revista Oeste

 

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

ACABOU O DINHEIRO: Governo Fátima deixa 367 projetos culturais do RN fora da Lei Câmara Cascudo; produtores questionam transparência na distribuição dos recursos

Foto: Reprodução/ IA

Dos 492 projetos apresentados à Lei Câmara Cascudo em 2026, apenas 125 foram aprovados. Outros 367 ficaram de fora por falta de recursos, segundo alegou a própria Secretaria de Estado da Cultura (Secult).

A situação atinge projetos que já fazem parte do calendário cultural potiguar. Entre os eventos que podem deixar de acontecer estão o Festival de Jazz, projetos da produtora Diana Fontes e o tradicional Festival de Quadrilhas.

De acordo com o Blog do Gustavo Negreiros, produtores culturais questionaram a transparência na distribuição dos recursos e levantaram suspeitas de que projetos ligados a aliados políticos do governo teriam recebido prioridade.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *