Saúde

OMS: casos de Covid-19 se estabilizam mundialmente após dois meses de crescimento

Foto: Estadão/Conteúdo

O número de novos casos de Covid-19 relatados globalmente “parece ter atingido um platô” depois de aumentar por quase dois meses, disse a Organização Mundial da Saúde (OMS).

A OMS relatou mais de 4,5 milhões de novos casos e 68.000 novas mortes no mundo na semana passada – apenas um pequeno aumento em relação aos mais de 4,4 milhões de casos e 66.000 mortes relatadas na semana anterior.

O número acumulado de casos em todo o mundo agora é de mais de 211 milhões, com o total de mortes ultrapassando 4,4 milhões, de acordo com a atualização epidemiológica semanal da OMS.

Os novos casos globais parecem estar estáveis depois de aumentarem desde meados de junho, observou a OMS no relatório divulgado na segunda-feira.

O mundo havia visto anteriormente um platô de casos globais em maio, segundo a OMS, mas os surtos, em parte impulsionados pela variante altamente transmissível do Delta, se multiplicaram em muitos países nos últimos dois meses.

Os Estados Unidos relataram o maior número de novos casos na semana passada – 1,02 milhões, um aumento de 15% em relação à semana anterior – seguido pelo Irã, Índia, Reino Unido e Brasil.

O Pacífico Ocidental e as Américas registraram o maior aumento de casos na semana passada – 20% e 8%, respectivamente. O sudeste asiático e o Mediterrâneo oriental registraram um declínio nas infecções, enquanto que as outras regiões viram casos estagnados, de acordo com a OMS.

O aumento dos casos na região do Pacífico Ocidental foi parcialmente impulsionado pelo aumento do surto de Delta na Austrália. Durante a última semana, o registro de casos de um único dia no país atingiu repetidamente novos máximos, superando seu recorde anterior de agosto do ano passado.

As infecções também estão subindo na Nova Zelândia, apesar do país ter designado um novo lockdown nacional após confirmar apenas um caso de coronavírus transmitido localmente na semana passada. Na quarta-feira (24), foram relatados 62 novos casos, elevando o total do surto em andamento para 210.

Nos últimos dias, autoridades tanto na Austrália quanto na Nova Zelândia sugeriram uma mudança de abordagem ao lidar com o Covid-19, de tentar erradicar o vírus para eventualmente aprender a viver com ele.

Em um artigo de opinião publicado na mídia australiana no domingo, o primeiro-ministro Scott Morrison sugeriu o fim das restrições Covid-19 zero do país, dizendo que os bloqueios “são tristemente necessários por enquanto”, mas “não serão necessários por muito mais tempo”.

Ele disse que o governo australiano pretendia mudar seu foco de reduzir o número de casos para examinar quantas pessoas estavam ficando gravemente doentes com a Covid-19 e exigindo hospitalização.

Na segunda-feira, o ministro neozelandês de resposta ao Covid-19, Chris Hipkins, disse à emissora pública TVNZ que a variante Delta levantou questões sobre a viabilidade a longo prazo da estratégia de eliminação do coronavírus do país.

“Isso significa que todas as nossas proteções existentes começam a parecer menos adequadas e menos robustas”. Como resultado disso, estamos analisando muito de perto o que mais podemos fazer ali”. Mas isso levanta algumas questões muito grandes sobre o futuro de nossos planos”, disse ele.

Em seu relatório semanal, a OMS observou que o surgimento das variantes da Covid-19 que causam preocupação, incluindo a altamente transmissível variante Delta, e destacou a necessidade de aumentar a vacinação, bem como a importância de manter medidas de saúde pública e auxílio social.

O órgão citou um estudo de modelagem na Inglaterra, que mostrou que atrasar o relaxamento das medidas preventivas reduziu o pico das hospitalizações diárias em quase três vezes.

“O relaxamento das medidas de saúde pública e sociais deve, portanto, ser cuidadosamente e cautelosamente equilibrado contra os níveis de cobertura vacinal e a circulação de variantes de preocupação”, escreveu a OMS.

CNN Brasil

 

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

TRF anula condenações de Henrique Alves e Eduardo Cunha da Operação Sépsis

O TRF-1 (Tribunal Regional Federal da 1ª Região), no Distrito Federal, anulou nesta terça-feira (7) o processo que condenou o ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha (MDB-RJ) à sua maior pena criminal, e enviou os autos à Justiça Eleitoral.

Além de Cunha, também havia sido condenado no mesmo processo o ex-ministro e ex-presidente da Câmara Henrique Eduardo Alves (MDB-RN).

Cunha havia sido condenado em 2018 a 24 anos e dez meses de prisão pelo juiz Vallisney de Souza Oliveira, da 10ª Vara em Brasília, que o havia considerado culpado pelos crimes de corrupção ativa, lavagem de dinheiro e violação de sigilo funcional.

A acusação era de que houve desvios na Caixa Econômica Federal. A denúncia do Ministério Público Federal, baseada na Operação Sépsis, apontava um suposto esquema de pagamento de propinas milionárias ao grupo de Cunha, por parte de grupos empresariais, em troca da liberação de aportes do Fundo de Investimentos do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço), gerido pela Caixa.

Essas liberações, segundo a acusação, eram manipuladas por aliados de Cunha na Caixa, entre eles o ex-vice presidente do banco Fábio Cleto, primeiro a fechar acordo de delação premiada sobre o caso.

Por unanimidade, a terceira turma do TRF-1 acolheu pedido da defesa que afirmava que a Justiça Federal era incompetente para julgar o processo. Com isso, a ação foi anulada e os autos enviados à Justiça Eleitoral do Rio Grande do Norte. O relator é o juiz federal do TRF-1 Ney Bello.

Folhapress

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Prescrição no caso tríplex antecipa embate entre Lula e Moro para 2022

O pedido de arquivamento do processo contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no caso do tríplex de Guarujá (SP), emitido nesta segunda-feira (6) pelo MPF (Ministério Público Federal) sob o argumento de prescrição, paradoxalmente serve a discursos rivais na corrida presidencial de 2022.

Além do próprio Lula —que ganha mais um elemento para a narrativa de perseguição pela Operação Lava Jato e de inocência após a anulação de suas condenações pelo STF (Supremo Tribunal Federal)—, o ex-juiz Sergio Moro (Podemos) vê chance de reavivar a bandeira de combate à corrupção.

Moro disse, em evento em São Paulo na noite desta terça-feira (7) para lançar seu livro “Contra o Sistema da Corrupção”, que a decisão do MPF o entristece e voltou a chamar de “erro judiciário” as anulações no STF.

As reações iniciais à decisão reforçaram nesta terça o antagonismo entre os dois, no momento em que o candidato à reeleição, Jair Bolsonaro (PL), eleva o tom contra o ex-aliado Moro, em esforço para estancar a perda de eleitorado à direita para seu ex-ministro da Justiça.

No front petista, o tom de comemoração dominou falas e postagens em redes sociais de parlamentares e apoiadores do ex-presidente. Lula se limitou a reproduzir a manifestação de sua defesa, na linha de que o processo foi “inventado pela Lava Jato” e comprova a parcialidade do ex-magistrado.

Folhapress

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

CCJ da Câmara aprova anistia para candidaturas ‘laranjas’ de mulheres

Foto: Billy Boss/Câmara dos Deputados

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira, uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que anistia partidos que tenham descumprido o mínimo de verba eleitoral para mulheres.

Desde 2018, diversos partidos respondem a processos por candidaturas “laranjas” de mulheres, cuja verba foi desviada para eleger homens. A PEC 18, apreciada pela CCJ, diz que “não serão aplicadas sanções de qualquer natureza” a essas siglas.

A PEC estabelece ainda que não serão punidos partidos que não cumpriram a quantidade mínima de candidatas mulheres ou que não fizeram repasses proporcionais ao percentual de candidaturas de negros.

Em 2018, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou que no mínimo 30% da verba eleitoral deve ser utilizada para financiar campanhas de mulheres, o que também é o número mínimo de candidaturas femininas. Se houver mais candidatas, a verba deve ser maior, proporcionalmente.

No projeto aprovado no Senado, é fixado o mínimo de 30%, sem a regra de que o valor deva aumentar conforme o número de mulheres. Também é determinado que 5% do fundo partidário seja usado em “criação e manutenção de programas de promoção e difusão da participação política das mulheres”.

Essa última previsão é flexível, já que a proposta determina que essa verba possa ser usada em eleições futuras em candidaturas de mulheres e acumulada “em diferentes exercícios financeiros”, sem determinar punição para o descumprimento da regra.

Na prática, a PEC altera o entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre o assunto, flexibilizando a regra para anos futuros e acabando com a punição para irregularidades nas eleições anteriores.

“Não serão aplicadas sanções de qualquer natureza, inclusive de devolução de valores, multa ou suspensão do fundo partidário, aos partidos que não preencheram a cota mínima de gênero ou de raça ou que não destinaram os valores mínimos correspondentes a essas finalidades em eleições ocorridas antes da promulgação desta Emenda Constitucional”, diz o texto.

O projeto, de autoria original do senador Carlos Fávaro (PSD-MT), ainda precisa ser analisado no plenário da Câmara dos Deputados para ser aprovado em definitivo.

O Globo

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

TSE diz que pode definir teto de gastos para as campanhas eleitorais de 2022

Foto: José Cruz/Arquivo/Agência Brasil

O plenário do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) decidiu que caso o Congresso não aprove uma lei determinando quais os limites dos gastos de campanha, a própria Corte poderá fazer por meio de resolução. Por 7 votos a 0, os ministros decidiram que cabe ao Legislativo normatizar sobre o tema, mas, que, na ausência de ação do parlamento, a Justiça Eleitoral poderá decidir.

Os ministros responderam a um questionamento da deputada Adriana Ventura (Novo). Nas eleições de 2018, o tema foi objeto de uma lei aprovada em 2017. Para o cargo de presidente da República, ficou regulamentado que o teto de gastos seria de R$ 70 milhões para o primeiro turno das eleições. Caso o pleito fosse para o segundo turno, como de fato ocorreu, seria acrescentado mais R$ 35 milhões.

Nas campanhas para deputado federal, o limite de gastos foi fixado em R$ 2,5 milhões, e para deputado estadual e distrital, R$ 1 milhão por campanha. Para senador e governador, os valores mudam de acordo com a população da região onde o candidato está concorrendo.

No último pleito, por exemplo, o limite foi de R$ 2,8 milhões para as campanhas de governador e senador em estados que tinham até 1 milhão de habitantes. “Por todos esses motivos, respondo afirmativamente ao presente questionamento, no sentido de que este Tribunal, no silêncio do legislador, pode, por meio do poder regulamentar que lhe foi atribuído por lei, definir o teto de gastos para campanha eleitoral”, escreveu o ministro Mauro Campbell. relator da ação no TSE.

A Constituição determina que leis que alteram a legislação eleitoral aprovadas há menos de um ano das eleições não valem para o pleito seguinte. O TSE não respondeu sobre prazos para o Legislativo definir o teto de gastos eleitorais.

R7

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Mundo

SUCUPIRA PERDE: Homem é preso cinco vezes em três dias por se parecer com fugitivo

Foto: reprodução/Global Times

Um chinês foi denunciado por moradores locais e preso cinco vezes em três dias por se parecer muito com um criminoso procurado. A situação chata ocorreu com um morador da província de Jilin, no nordeste da China.

Tudo começou quando um fugitivo chamado Zhu Xianjian escapou do sistema penitenciário, em 18 de outubro.

Autoridades locais inicialmente ofereceram uma recompensa de R$ 134 mil (150 mil yuans) por informações que levassem à prisão dele. Mas logo o valor subiu para R$ 624 mil (700 mil yuans).

A recompensa alta fez uma foto do rosto dele aparecer na TV e viralizar em redes sociais. E aí a vida de um sósia dele começou a ficar difícil.

O alvo das denúncias não apenas se parece com Zhu, como também raspa o cabelo, o que aumenta ainda mais a semelhança. Em três dias, ele foi denunciado e preso cinco vezes.

O pesadelo do homem inocente só terminou quando capturaram o verdadeiro Zhu, em 28 de novembro.

Segundo o South China Morning Post, Zhu é um prisioneiro norte-coreano que fugiu para a China e conseguiu escapar das autoridades por 41 dias, antes de ser recapturado.

O fato de ser um criminoso internacional pode ter contribuído para a recompensa alta. Zhu cumpria os dois últimos anos de uma pena de 11 anos, mas deve receber uma extensão por causa da fuga trabalhosa.

R7

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Congresso fecha acordo, e PEC dos Precatórios será promulgada fatiada; Proposta abre espaço para o pagamento de R$ 400 do Auxílio Brasil

Foto: Pedro França/Agência Senado

Os presidentes da Câmara, Arthur Lira (Progressistas-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), anunciaram na noite de hoje que o Congresso Nacional chegou a um acordo para PEC (Proposta de Emenda à Constituição) dos Precatórios, que será promulgada de forma fatiada.

A PEC modifica a regra de pagamento dos precatórios e altera o prazo de correção do IPCA sobre o teto dos gastos e abre espaço para o pagamento de R$ 400 aos beneficiários do Auxílio Brasil (antigo Bolsa Família) para cerca de 17 milhões de pessoas durante o ano de 2022, quando o presidente Jair Bolsonaro (PL) tentará a reeleição. No entanto, o número de beneficiados pode ser ainda maior. Pela MP (Medida Provisória) que cria o Auxílio Brasil, o benefício seria concedido a 20 milhões de famílias.

Durante coletiva de imprensa, realizada nesta terça-feira (7), Lira e Pacheco explicaram detalhes do acordo e quais serão os próximos passos.

UOL

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

“Petrobras não está na lista de privatização, pelo menos neste mandato”, diz Guedes

Foto: reprodução

O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta terça-feira (7) que a Petrobras não está na lista de privatizações do governo de Jair Bolsonaro, ao menos neste mandato.

“A Petrobras não está na lista de privatização, pelo menos nesse 1º governo”, disse Guedes, ao falar para investidores no GZERO Summit LatAm 2021.

O ministro disse que recebeu autorização do presidente Jair Bolsonaro para privatizar Correios, Eletrobras e subsidiárias da Petrobras que não estão no negócio principal da empresa neste governo. O aval não se estendeu à petroleira.

Bolsonaro, no entanto, falou da intenção de privatizar a Petrobras nas últimas semanas, em meio à alta dos preços dos combustíveis. “Estamos buscando uma maneira, da nossa parte, de ficar livre da Petrobras. Quem sabe aí partir para a privatização”, afirmou o presidente no início de novembro.

Guedes defende as privatizações e diz que o governo poderia usar os recursos arrecadados com a medida para abater a dívida pública e ajudar os mais pobres. Nesta 3ª (7.dez), falou ainda que a redução da pobreza deve ser um tema importante na campanha eleitoral de 2022.

“A opinião pública no Brasil está pronta para entender que o ciclo das grandes estatais acabou”, afirmou o ministro.

O czar da Economia disse que o governo de Jair Bolsonaro foi construído com base em uma aliança política de conservadores e liberais que deve ser mantida nas eleições de 2022. Para ele, é preciso terminar o trabalho liberal que foi iniciado em 2019 e interrompido pela covid-19, com reformas, privatizações e abertura da economia, sem abandonar os programas sociais.

Na conversa com investidores, Guedes também disse que está confiante no avanço das privatizações da Eletrobras e dos Correios em 2022. Disse ainda que não ficaria surpreso se houvesse avanços nas reformas econômicas, mesmo no ano eleitoral. O líder do governo na Câmara, Ricardo Barros (PP-PR), disse ao Poder360, no entanto, que as reformas tributária e administrativa devem ficar para depois das eleições.

Poder 360

Opinião dos leitores

  1. O Papo Guedes quer enrolar a quem? O governo do MINTOmaníaco das rachadinhas não privatizou NADA, não vendeu NENHUM patrimônio da União mas chegou a criar duas estatais ! Tá pior que o segundo governo de DilmAnta! E muitas estatais ele poderia extinguir ou privatizar por simples decreto… Haja gado burro pra acreditar nele ainda. Muuu

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Cidades

FOTOS: Adolescentes infratores fazem motim em centro socioeducativo em Parnamirim

Fotos: cedidas

Adolescentes infratores realizaram um motim na tarde desta terça-feira (7), no Centro de Atendimento Socioeducativo (Case) Pitimbu, localizado em Parnamirim, na Grande Natal. Com barras de ferro, os internos promoveram um quebra-quebra na unidade, mas nenhum deles conseguiu fugir.

De acordo com os agentes educadores, os adolescentes estavam em duas salas de aula – cinco internos em cada. Eles pegaram as barras de ferro dos cobogós e das cadeiras, além de pedaços de madeira, e conseguiram arrombar as grades das salas e o portão principal da unidade.

Os agentes educadores pediram a ajuda aos policiais penais da Penitenciária Estadual de Parnamirim, e conseguiram conter o motim, que durou uma hora e meia, sendo controlado às 17h30.

Além das salas de aula, a biblioteca e a sala dos instrumentos também foram depredadas – livros jogados ao chão e armários derrubados.

g1-RN

Opinião dos leitores

  1. “O nosso presidente” em uma entrevista ao Papinha na TV Ponta negra, quando pré-candidato, disse se eleito umas das coisas que iria lutar seria para reduzir a maioridade penal para 16 anos, a vontade seria pra 14 mais dificilmente passaria, então iria lutar para os 16. Até o momento não é do conhecimento que o mesmo tenha movido uma palha para realizar tal promessa.

  2. Como faz falta umas peias boa nesses hoje moleques. Com essa educação chibata, os hoje menores infratores, amanhã serão criminosos da pior espécie.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Tecnologia

Prefeitura lança programa “Mossoró Digital”

Os processos e serviços da Prefeitura de Mossoró estão mais modernos a partir do programa “Mossoró Digital”. A iniciativa, lançada nesta terça-feira (7), em solenidade no Teatro Municipal Dix-huit Rosado, informatiza os serviços disponibilizados à população e os processos internos da Prefeitura.

Durante a solenidade, a Prefeitura de Mossoró detalhou que, por meio de uma plataforma on-line, a população terá acesso a serviços diversos do Município, como a solicitação de alvará de funcionamento; impressão de boletos; requisição de licenciamento ambiental; envio de ofícios ao Município; e solicitação do Corte de Terra e da Carteira de Passe Livre para pessoas com deficiência. Já aos servidores da municipalidade, a plataforma permitirá acesso aos processos internos da Prefeitura.

Outro avanço oportunizado pelo “Mossoró Digital” será o acompanhamento em tempo real das solicitações efetivadas na plataforma. Ou seja, a população poderá aferir o andamento de suas demandas ao Município. Além disso, o sistema propiciará comodidade aos mossoroenses, que terão a possibilidade de oficializar as suas requisições sem precisar se deslocar aos setores competentes.

A economia de recursos públicos também está entre os benefícios possibilitados pelo “Mossoró Digital”. O Município estima uma economia anual superior a R$ 500 mil a partir da redução da compra de folhas de papel e do volume de impressões. Outro fator é avaliado positivamente pela Prefeitura de Mossoró. Trata-se da sustentabilidade, que será auferida por meio da diminuição do quantitativo de papéis utilizados em setores da estrutura municipal.

Prefeito Allyson Bezerra em fevereiro de 2021. Município estima uma economia anual superior a R$ 500 mil a partir da redução da compra de folhas de papel e do volume de impressões

Na solenidade, o prefeito Allyson Bezerra declarou que assumiu o Município com o objetivo de tornar a Prefeitura moderna. “Mossoró estava atrasada duas décadas no tocante ao uso da tecnologia em diferentes setores. Com 30 dias de governo, reuni-me com o secretariado e decidimos que a cidade precisava se digitalizar”, disse.

O chefe do Executivo municipal salientou que a tecnologia vai conferir mais agilidade ao serviço público e enalteceu a importância do programa “Mossoró Digital”. “O programa vai oferecer à sociedade a oportunidade de obter os serviços de forma virtual. Além disso, a população vai poder rastrear o atendimento de suas solicitações. São décadas de atraso que darão lugar à agilidade e à economia de recursos públicos”, concluiu.

Cláudio Azevedo, servidor municipal hoje cedido ao Legislativo mossoroense, tem 22 anos de trabalho na administração pública e avaliou de que forma o Mossoró Digital influenciará nos trabalhos da Prefeitura. “O ‘Mossoró Digital’ vai conferir mais celeridade e transparência ao serviço público”, ponderou.

Carolyne Oliveira Souza, secretária municipal de Governo, agradeceu aos servidores pelo suporte para a implantação do programa. “Com menos de um ano de governo, temos um sistema informatizado disponível. Agradeço aos servidores por terem ajudado a impulsionar o Município para a informatização, com uma plataforma que permite comunicação com diversas instituições”, enfatizou.

Kadson Eduardo, secretário municipal de Administração, destacou a importância do “Mossoró Digital” para a cidade. “Mossoró avança em tempo recorde. Hoje é um dia histórico. Nossa cidade mostra que é possível ter eficiência e compromisso com a população. Quando assumimos o Município, tudo era manual e moroso. Com o ‘Mossoró Digital’ essa realidade será mudada. Pelo sistema, os órgãos competentes serão notificados e vão adotar as providências necessárias, sem gastar papel e tonner para impressões. É mais transparência e eficiência para o serviço público. Agora, Mossoró viverá uma nova história e essa nova história é Digital”, finalizou.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Tecnologia

Governo e empresários assinam termo de concessão do 5G; Tecnologia estará disponível em todas as capitais até julho de 2022

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

O presidente Jair Bolsonaro e o ministro das Comunicações, Fábio Faria, assinaram na tarde de hoje (7) o termo de concessão de frequências para implementação da quinta geração de internet móvel, o 5G.

Representantes das dez empresas que arremataram os direitos de uso da tecnologia durante o leilão – que arrecadou cerca de R$ 47 bilhões – assinaram o documento. Diversas autoridades do governo também participaram da cerimônia, que aconteceu no salão nobre do Palácio do Planalto.

Durante discurso, o ministro Fábio Faria reafirmou o sucesso do certame, que foi finalizado sem nenhuma ocorrência judicial, ao contrário do que aconteceu em países vizinhos. Faria disse que o leilão realizado no Brasil foi “o maior leilão de radiofrequências do mundo”, e prometeu que os investimentos previstos como contrapartida nos termos do leilão serão a ferramenta de democratização da internet no Brasil.

“Tínhamos 50 milhões de pessoas sem acesso à internet no Brasil quando o governo assumiu. O que celebramos aqui, hoje, é que os 39 milhões restantes – [pessoas] sem celular e sem internet, sem poder estudar à distância, isoladas do mundo, muitas no Norte e no Nordeste, em comunidades rurais e indígenas – terão acesso”, disse Fábio Faria.

“Um médico em Harvard, ou no Japão, poderá operar alguém em Pau dos Ferros (RN). O que celebramos hoje é que somos os primeiros da América Latina. Vamos buscar empresas para abrir fábricas no Brasil. Talvez de chips, semicondutores – que estao em falta no mundo -. Vamos criar oportunidades de negócio para o Brasil com o 5G”, explicou o ministro.

Para o presidente Jair Bolsonaro, o 5G é uma oportunidade de reforçar a credibilidade do país perante o mercado internacional e de mostrar viabilidade e abertura para investimentos internacionais. “É um salto para as comunicações, bem como em internet das coisas. Para o comércio, isso não tem preço. É o aumento da qualidade dos serviços. Cada vez mais o povo lá de fora acredita na gente”, frisou o presidente.

“É o Brasil recuperando sua credibilidade internacional. O Brasil tem em torno de R$ 700 bilhões em investimentos em infraestrutura, e fez renascer o modal ferroviário, apesar da pandemia”, explicou Bolsonaro em relação às obras capitaneadas pelo ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *