Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (16) aponta que 50% dos entrevistados prefere a permanência do presidente em exercício, Michel Temer, até 2018. Para 32%, o melhor seria o retorno da presidente afastatada, Dilma Rousseff, ao cargo.
De acordo com o Datafolha, outros 4% disseram que nenhum dos dois deve continuar na Presidência e 3% afirmaram preferir a realização de novas eleições para a escolha de um novo presidente. Já 2% deram “outras respostas” e 9% disseram que não sabem.
A pesquisa foi realizada nos dias 14 e 15 de julho e entrevistou 2.792 pessoas em 171 municípios. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, considerando um nível de confiança de 95%. A pergunta feita aos entrevistados foi: “o que é melhor para o país?”
Ainda de acordo com a pesquisa, 58% das pessoas ouvidas defenderam o afastamento definitivo de Dilma. Já 35% disseram se opor à saída dela da Presidência. Outros 3% declararam ser indiferentes e 3% não opinaram.
Em pesquisa realizada pelo instituto em abril, antes da votação do afastamento de Dilma pela Câmara, 61% defendiam o impeachment e 33% eram contrários.
O Datafolha também fez a primeira pesquisa para avaliar a opinião dos brasileiros sobre o governo Temer. Dois meses após o peemedebista assumir o cargo, 42% dos entrevistados disseram que seu governo é regular. Para 31%, é ruim ou péssimo. Já 14% avaliaram como ótimo e bom. Outros 13% não souberam responder.
A aprovação de Temer, aponta o Datafolha, é semelhante à de Dilma no início de abril, pouco antes de seu afastamento, quando 13% opinaram que o governo da petista era ótimo ou bom. Já aqueles que, na mesma pesquisa de abril, avaliavam o governo Dilma como ruim ou péssimo eram 65%.
O Datafolha também perguntou aos entrevistados se eles sabiam o nome do atual presidente. Segundo a pesquisa, 65% responderam Michel Temer e 33% disseram não saber. Outros 2% deram outros nomes.
Se as eleições fossem realizadas por institutos de pesquisas, já viram o resultado, nè?
A cada eleição, vemos uma enchurrada de pesquisas, quase todas encomendadas, dando vitória a tudo quanto é cristão.
Depois de abertas as urnas, vem as surprezas e os tais institutos de pesquisa desaparecem até que esqueçamos delas e na próxima oportunidade reaparecem, atuando como instrumento de propaganda e marketing.
Depois dos pareceres técnicos do Senado e do relatório conclusivo do MPF, comprovando que não houve crime algum nas pedaladas de Dilma, os golpistas começam uma campanha de marketing para envolver os inocentes e fanáticos numa onda de que não precisa mais o sujeito ser eleito e cumprir as leis e a Constituição, basta uma pesquisa de opinião pra isso.
Onde é que vamos parar?
Na próxima vamos eleger o Presidente pelo Facebook?
NÃO TEM COMO CONFIAR NO DATAFOLHA, é um instituto totalmente voltado ao PT.
Se ele diz que 50% querem a permanência de Temer e 32% a volta de Dilma, pode escrever, os percentuais não correspondem a vontade das ruas, pesquisa tendenciosa ao PT.
Se fosse dizer algo, pelos movimentos das ruas isso está mais para: Fica Temer 80%, Volta Dilma 10% e 10% de indecisos. DATAFOLHA depois do PT, sem credibilidade.
A presidente afastada, Dilma Rousseff, comparou neste sábado a tentativa de golpe de Estado de ontem na Turquia com a decisão do Senado de separá-la do poder, substituindo-a provisoriamente pelo vice-presidente, Michel Temer, dentro do processo de impeachment.
“A tentativa de golpe na Turquia é preocupante. Um governo eleito não pode ser derrubado. Nem pela violência, nem pelas artimanhas jurídicas”, afirmou Dilma pelas redes sociais.
De acordo com Dilma, o presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, foi eleito democraticamente pelo povo turco, assim como ela foi pelos brasileiros. “O processo de impeachment no Brasil tem que ser repudiado. Democracia é preservar a vontade popular”, afirmou a presidente afastada em sua conta no Facebook.
O primeiro-ministro da Turquia, Binali Yildirim, disse hoje que o governo recuperou o controle do país depois da fracassada tentativa de golpe, que terminou com 161 mortos e 2.839 militares presos.
O governo do presidente interino, Michel Temer, divulgou um comunicado ontem no qual pediu às partes envolvidas que deixassem a violência de lado, mas defendeu o “pleno respeito às instituições e à ordem constitucional” na Turquia.
Vou desenhar para os COCHINHAS entender: TEMER, HENRIQUE, RENAN, CUNHA, SARNEY, AÉCIO, FHC, JUCÁ, JOSÉ AGRIPINO e SÉRGIO MACHADO todos soltos e no comando da equipe dos HONESTOS: os cochinhas alienados e golpistas.
É muito sem noção os COCHINHAS, querem a prisão da DILMA ( Presidenta eleita democraticamente ) enquanto a QUADRILHA do temer ( presidente interino e golpista ), fica solta. E para completar os PERITOS do SENADO juntamente com o MPF acaba de apurar que a PRESIDENTA DILMA não cometeu nenhum CRIME de pedalada, alegação principal do pedido do G O L P E, vamos desenhar para os COCHINHAS entender ???????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????
Pode mandar internar.
Ha Ha Ha.
Coitada, foi tão pressionada que perdeu o juízo e o bom senso.
Na verdade comoeço a pensar que ela nunca teve nem um, nem outro.
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Oh mulher sem noção, minha nossa… Causa espanto o quanto essa senhora é despreparada, mal assessorada, incompetente é fora de série… mas é isso mesmo o povo tem o governante que o representa… APRENDE A VOTAR BRASIL!!!!
E quando Henrique vai ser preso?
Quando a Mulher e filha de Cunha vão ser presas?
Quando o Aécio vai prestar esclarecimentos a PF?
Quando o Jucá será cassado?
Golpistas, aceitem o resultado das eleições. As vezes nosso candidato ganha, as vezes perde. É esse o jogo da democracia. Os eleitos governam e os derrotados fzem oposição. E só podem sair se houver "crime de responsabilidade doloso" do eleito.
Fora disso é Golpe. Não tem outro nome, e não importa a forma como é realizado, se com armas e tanques ou com judiciário e imprensa.
Golpe é golpe, e já sabemos até os motivos inconfessáveis: parar a sangria da LAVAAJATO.
Querem que eu desenhe?
Interna que o caso dessa senhora é muito grave. Ela não consegue mais juntar nada com coisa nenhuma.
Turquia = Brasil kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Agora variou de vez!! Cada coisa em seu devido lugar lá a situação é outra e foi tentativa de golpe de estado, aqui foi os mais variados erros tecnicos administrativos praticados e em desconforme com o que dita legislação razão principal de vosso afastamento, Senhora presidente tenha em mente que o fazer mal feito é diferente do realizar o bem feito.
Agora variou de vez!! Cada coisa em seu devido lugar lá é situação é outra e a tentativa de golpe de estado, aqui foi e é os mais variados erros tecnicos administrativos praticados e em desconforme com o que dita legislação razao principal de vosso afastamento, Senhora presidente tenha em mente que o faz mal feito é diferente do realizar do bem feito.
O novo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse neste sábado (16) que a Casa deverá funcionar apenas dois dias por semana no segundo semestre.
O deputado pretende fazer sessões às segundas e terças. Ele quer liberar os deputados para viajar e fazer campanha a partir de quarta-feira.
A gestão do novo presidente coincidirá com o período das eleições municipais, quando o Congresso costuma funcionar em ritmo reduzido.
“As campanhas eleitorais têm peso menor na segunda, terça e quarta-feira. Elas avançam mais na quinta e na sexta, e mais ainda no sábado e no domingo, quando os eleitores estão em casa”, disse Maia, ao chegar a um encontro regional do DEM no Rio.
Com mandato-tampão de seis meses, o deputado disse que dará prioridade à votação de medidas econômicas.
“Queremos terminar o ano votando a PEC do corte de gastos, o projeto do pré-sal, renegociação das dívidas dos Estados e avançando no debate da reforma da Previdência”, afirmou.
Ele defendeu o pacote de “medidas impopulares” que o presidente interino Michel Temer anunciou que enviará ao Congresso.
“Impopular é gastar mais do que você tem e o desemprego passar de 11 milhões de pessoas. No longo prazo, será popular. No curto prazo é necessário, o que gera polêmica”, disse.
Maia acrescentou que também pretende votar uma reforma política e projetos que melhorem o sistema de combate à corrupção.
São 513 picaretas fingindo que estão trabalhando pelo o Brasil e ainda tem a cara de pau de dizer que vai trabalhar apenas dois dias, esses sim são os verdadeiros parasitas do herário público e não os trabalhadores BRASILEIROS que trabalham cinco semanais com 40 horas por dia.
PENSE NUM EMPREGO BOM, DOIS DIAS NA SEMANA, ACHA DINHEIRO NA CONTA E MORDOMIAS PARA TODOS OS LADOS. NÉ BOM NÃO, POLITICA FEITA DE MANEIRA ERRADO PREJUDICA PARA DANADOL,.
Ai querem que o trabalhador passe a trabalhar 80 horas semanaism Tenha a santa paciência .
Trabalhar apenas dois dias por semana é uma afronta contra o trabalhador brasileiro.
São Paulo, DIS e Sevilla chegaram a um acordo verbal nesta sexta (15) para concretizar a transferência de Paulo Henrique Ganso. O negócio, porém, ainda não foi oficializado. “Estamos nos ‘finalmentes”’, disse ao blog Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, presidente do São Paulo, sem falar sobre os detalhes da operação.
O clube espanhol vai desembolsar pouco mais de 10 milhões de euros, e o pagamento deve terminar em 18 meses. A tendência é que o time brasileiro e a empresa fiquem com 4,5 milhões de euros cada. A DIS ainda pode manter uma participação nos direitos do jogador, por isso o clube do Morumbi pretendia uma fatia maior. O restante vai para pagamento de comissão pela intermediação do negócio e para o atleta. Por contrato, ele tinha direito a 10% do valor da transferência, mas havia sinalizado que não cobraria sua parte para facilitar a negociação.
A DIS tem 68% dos direitos econômicos de Ganso, ficando 32% com o São Paulo. Porém, o acordo sobre uma nova divisão de valores era a única solução para a venda ser realizada. Caso contrário, Ganso ficaria livre em setembro do ano que vem, podendo assinar pré-contrato com outro clube seis meses antes.
O presidente em exercício Michel Temer escolheu o engenheiro Ricardo Medeiros para comandar Furnas. A indicação foi feita pela bancada do PMDB de Minas, dando a largada para as nomeações no setor elétrico. Temer vai aproveitar os próximos 15 dias de recesso parlamentar para compor diretorias de estatais e o segundo escalão do governo.
Atualmente no cargo de diretor de Operação e Manutenção de Furnas, Medeiros substituirá Flávio Decat, que estava na presidência da empresa desde o primeiro mandato da presidente afastada Dilma Rousseff. Houve uma disputa pela vaga entre deputados do PMDB de Minas e do Rio. Temer afirmou, porém, que a indicação para a estatal, tradicionalmente, sempre ficou com a bancada mineira. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
A eleição de Rodrigo Maia (DEM-RJ) para a presidência da Câmara reposicionou a relação entre o Palácio do Planalto e os tucanos, tirou o senador Aécio Neves (MG), presidente do PSDB, da defensiva e abriu caminho para a formação de um consórcio de poder para as eleições de 2016 e 2018. Os principais líderes do Congresso apontam o político mineiro como o principal articulador da vitória da “antiga oposição” e o consequente isolamento do Centrão. Não por acaso, Maia decidiu visitar o tucano antes de Temer no dia seguinte à eleição. “A visita do Rodrigo (Maia) foi uma tentativa de recolocar Aécio no jogo”, disse o deputado Júlio Delgado (PSB-MG), que desistiu de disputar o mandato-tampão na Câmara a pedido do presidente do PSDB.
Para Delgado, o movimento por Maia “recolocou” Aécio no quadro da eleição presidencial de 2018. “O Rodrigo Maia valorizou o Aécio como o Temer havia valorizado o José Serra ao colocá-lo no ministério (das Relações Exteriores). Agora é o (governador) Geraldo (Alckmin) quem precisa se reposicionar”, disse o deputado do PSB.
Citado por delatores e investigado em dois inquéritos no Supremo Tribunal Federal na Operação Lava Jato, o senador mineiro, que nega irregularidades, enfrentou nos últimos meses o pior momento político desde a eleição presidencial de 2014 – quando foi derrotado no segundo turno por Dilma Rousseff.
Perdeu protagonismo no Congresso e pontos em pesquisas sobre intenção de votos para a eleição presidencial de 2018. Ele ainda rompeu com o principal aliado em Belo Horizonte, o prefeito Marcio Lacerda (PSB). Aécio também viu seu grupo político sofrer um golpe com a prisão de Nárcio Rodrigues, ex-presidente do PSDB mineiro, suspeito de envolvimento em desvio de verba pública. Aliados passaram a defender que ele voltasse suas atenções para Minas Gerais e desistisse do projeto presidencial. Máquina — Ao comandar a vitória de Maia, porém, Aécio deixou claro que ainda mantém intacto o seu principal ativo: o controle da máquina partidária e das bancadas do Congresso. “A eleição de Maia abriu a possibilidade de se aglutinar, com robustez, essas forças políticas – PSDB, DEM e PMDB – nos Estados.
Nesse processo ficou claro o protagonismo do presidente do PSDB”, afirmou Antônio Imbassahy (BA), líder da bancada tucana na Câmara. A estratégia de longo prazo montada pelo senador prevê a eleição de Imbassahy para o comando da Câmara em 2017 com apoio de Temer e da “antiga oposição”. Em seguida, quer trabalhar por um aliado com bom trânsito entre as correntes tucanas para suceder-lhe na presidência do PSDB. A disputa do comando partidário será decisiva para as pretensões dos presidenciáveis do partido. Políticos ligados a Serra e Alckmin, que também postulam a vaga de presidenciável tucano, relativizam a vitória política de Aécio. Em caráter reservado, dizem que o futuro dele “vai depender da Lava Jato”. Já o campo “aecista” do partido lembra que a Lava Jato atingiu políticos de todas as siglas e pode chegar a Serra.
O ministro nega envolvimento em irregularidades. No xadrez tucano de 2018, Serra ganhou posição ao assumir o cargo de chanceler. Amigos reconhecem que ele não tem a mesma influência de Aécio na máquina partidária, mas o cargo na Esplanada lhe garante visibilidade. O ministro também conta com a retaguarda do PSD, partido do aliado Gilberto Kassab, e de parte expressiva do PMDB que gostaria de tê-lo como candidato pela legenda ao Planalto. Assim como Serra, Geraldo Alckmin também conta com uma linha auxiliar, o PSB, que abriu as portas para ele disputar a Presidência. O governador e o ministro, porém, travam em São Paulo, berço do PSDB, uma disputa deflagrada pela escolha do empresário João Doria como candidato tucano à Prefeitura. A avaliação recorrente no PSDB é de que essa disputa deve contaminar a executiva da sigla. (Com Estadão Conteúdo)
Vândalos saquearam e atearam fogo na noite desta sexta-feira (15) na Escola Municipal Limírio Cardoso, em Parnamirim. De acordo com a PM, por volta das 22h os militares da Ronda Escolar foram informados do fato e, ao chegarem ao local, encontraram somente o resultado do vandalismo.
Este não é o primeiro caso de vandalismo em escolas públicas da cidade e parece não ser o último diante de tanta violência.
Ou seja, os vândalos são "the flash" aquele super herói q fazia tudo na velocidade da luz. Essa pm é uma vergonha. Os vândalos tiveram mais de duas horas pra levar tdo e a pm esperando eles terminarem o serviço e só depois apareceu.
Em 18 meses, a França sofreu três ataques mortais reivindicados por grupos extremistas e que fizeram 230 mortos e centenas de feridos. Símbolo da laicidade, comprometido na luta contra os extremistas, o país é um alvo preferencial.
Esses atentados, cujo caráter espetacular ou inédito marcaram os espíritos, como o mais recente ataque com um caminhão em Nice, também foram acompanhados de várias tentativas frustradas.
No Sahel ou no Oriente Médio, a França está na linha de frente na luta contra grupos extremistas. É o segundo maior contribuinte para as operações aéreas da coalizão internacional liderada pelos Estados Unidos contra o grupo Estado Islâmico (EI) no Iraque e na Síria.
Seus caças-bombardeiros na Jordânia e nos Emirados Árabes Unidos bombardeiam regularmente os centros de comando, fábricas de explosivos e depósitos de armas do EI.
Na véspera do ataque de Nice, o presidente François Hollande anunciou o envio ao Oriente Médio do porta-aviões Charles de Gaulle, símbolo do poder militar francês.
A França declarou “guerra” desde os ataques de novembro de 2015 em Paris (130 mortos), planejados, segundo as autoridades, no coração da máquina político-militar do EI no Iraque e na Síria.
Como em novembro, François Hollande prometeu na sexta-feira aumentar a pressão sobre o inimigo. “Vamos continuar a atacar aqueles que nos atacam em nosso próprio solo, vamos caçá-los em suas tocas”, frisou.
No Sahel, a França está na linha de frente com a operação Barkhane (3.000 homens) contra os grupos extremistas que continuam a realizar atentados de Uagadugu aos Grandes Lagos, e contra as forças de paz.
Para o historiador de religiões Odon Vallet, a laicidade “à la francesa”, que levou à proibição do véu islâmico nas escolas francesas em 2004 e nas ruas em 2010, também pode ser um poderoso veículo de motivação.
“Para eles, a laicidade à la francesa é incompatível com o Islã”, diz ele.
A visão francesa da liberdade de expressão, que permite uma crítica mais ampla da religião, também colocou o país no visor dos extremistas. Os ataques contra a redação da revista satírica Charlie Hebdo em janeiro de 2015 foram realizados em resposta à publicação de caricaturas do profeta Maomé.
Cinco milhões de muçulmanos vivem na França, país que abriga as maiores comunidades muçulmana e judaica na Europa. Esta última foi especialmente visada por ataques. O risco de tensão ou conflito é mais aparente na França do que em outros países europeus.
Apesar dos esforços para a sua integração em um país predominantemente católico, os muçulmanos estão sujeitos a muitas formas de discriminação, especialmente no momento de procurar emprego, minando a sua integração.
O governo turco afirmou neste sábado ter conseguido controlar completamente a tentativa de golpe militar que criou um cenário de caos no país desde a noite de sexta-feira. Após o aeroporto de Istambul ter sido fechado na noite passada, os voos estão sendo retomados. Novos tiroteios foram registrados nesta manhã, após confrontos terem feito 265 mortos e 1.440 feridos, segundo o governo — o Exército cita 194 mortos. Na madrugada, os turcos responderam ao pedido do presidente, Recep Tayyip Erdogan, de sair às ruas para resistir. Alguns comandantes militares foram mantidos reféns pelos insurgentes, segundo o ministro turco dos Assuntos Europeus, Omer Celik.
Após, na noite de sexta-feira, militares afirmarem ter tomado o poder para proteger a ordem democrática e a manutenção dos direitos humanos, o primeiro-ministro, Binali Yildirim, chamou os insurgentes de terroristas. Ele acusou o grupo militante curdo PKK de participar da iniciativa contra o governo. Chamando a tentativa de golpe de uma mancha negra na democracia turca, o premier disse que a pena de morte não seria descartada como punição aos rebeldes, embora atualmente não esteja prevista na Constituição.
O Ministério de Interior da Turquia, Efkan Ala, ordenou a destituição de cinco generais e 29 coronéis desde o início da tentativa de golpe. Mais de 2,8 mil militares já foram presos pelas forças de segurança turcas. Além disso, autoridades turcas removeram neste sábado 2.745 juízes dos seus cargos, além de cinco membros do alto conselho judicial do país.
Segundo os militares rebeldes, as tradições seculares do país foram corroídas pelo governo de Erdogan, que tem adotado medidas autoritárias contra a liberdade de imprensa e perseguido jornalistas e juízes. Em comunicado enviado por e-mail e veiculado por canais de TV turcos, os revoltosos anunciaram o toque de recolher e a aplicação da lei marcial. Redes sociais como Facebook e Twitter, e sites como YouTube tiveram as operações suspensas.
A Caixa Econômica Federal irá realizar neste sábado (16) o sorteio do concurso 1.838 da Mega-Sena, na cidade de Barreiras, na Bahia. Caso haja vencedor, o sortudo deve receber o montante de R$ 25 milhões.
Com o valor total da premiação, é possível aplicar o dinheiro em uma caderneta de poupança e receber mais de R$ 176 mil em rendimentos mensais ou comprar 50 casas no valor de R$ 500 mil cada.
O concurso faz parte da Mega Semana de Férias – que teve sorteio também na terça e quinta-feira. A aposta simples da Mega-Sena custa R$ 3,50 e pode ser feita até as 19h em qualquer uma das 13 mil lotéricas espalhadas pelo País.
O Ministério da Educação (MEC) discute um novo modelo para o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). A reformulação deverá garantir a sustentabilidade do programa e ampliar o número de vagas ofertadas, de acordo com o ministro da Educação, Mendonça Filho. A expectativa é que o novo modelo, chamado pelo ministro de “Fies Turbo”, possa ser lançado em 2017.
“Inauguramos um processo de discussão envolvendo as instituições privadas de ensino e esse processo nos levará a uma revisão completa, profunda e sustentável do Fies. Esse novo Fies demandará um processo de discussão de 6 a 8 meses”, explicou em entrevista coletiva o chefe do MEC.
O Ministério da Educação espera que a discussão sobre o novo projeto conte com a participação das instituições privadas de ensino, do Banco do Brasil e da Caixa Econômica, especialistas e acadêmicos. Mendonça Filho citou também a possibilidade de participação de bancos privados na reformulação no programa.
Mendonça Filho informou ainda que o MEC estuda ainda a ampliação da oferta de vagas do Programa Universidade para Todos (ProUni) com a mudança dos critérios para a ocupação de vagas remanescentes. “Queremos modificar a regulação com relação ao uso de vagas do ProUni utilizando vagas remanescentes que estão disponíveis e que, até então, não são utilizadas tendo em vista o critério regulatório atual”, disse.
O ministro destacou que é preciso ampliar o percentual de estudantes na educação superior para alcançar as metas do Plano Nacional de Educação (PNE).
BG, gostaria de pegar o gancho desta matéria relacionada com educação, para destacar a situação que passa a escola municipal de Parnamim, alvo de vândalos ao longo de toda esta semana. Mais revoltante que ver a população, sem instrução, agir desta maneira, depredando o patrimônio público e prejudicando o direito à educação de vários alunos, é ver a total negligência do 3 Batalhão da PM, situado em Parnamirim, comandando pelo Ten. Cel. Dimas, que falou que não atuaria no caso, porque não foi feito BO, mesmo com boa parte da imprensa dando destaque ao caso desde a última quarta-feira. Ora, a PM não precisa ser chamada por alguém para atuar, em especial, em situações de flagrante. Lamentável não atuar.
Além de medidas administrativas dentro da PM, acredito que o MP, que exerce o controle externo da PM, deveria atuar, e a Procuradoria Municipal de Parnamirim deveria ingressar com alguma ação regressiva de danos contra os agentes públicos que se mostraram negligentes.
Na esteira da Operação Lava Jato, ganham força no Congresso projetos que visam mudar as regras da delação premiada, instrumento que permitiu vir à luz o mega esquema de corrupção que se perpetuou na Petrobras e em outras esferas do poder público. Alvo de oito inquéritos no Supremo Tribunal Federal (STF) relacionados ao petrolão, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), éum dos principais defensores de que a lei passe por adaptações – e que isso aconteça o mais rápido possível. Se depender do novo presidente da Câmara dos Deputados, no entanto, as medidas não vão sair do papel ainda neste ano. “Sempre há críticas, mas há resultados com a delação. Fazer uma mudança agora não poderia ser positivo”, afirmou Rodrigo Maia (DEM-RJ), eleito com 285 votos na madrugada de sexta-feira. Filho do ex-prefeito Cesar Maia, Rodrigo está em seu quinto mandato na Câmara e foi um dos principais articuladores do impeachment de Dilma Rousseff. Dois meses após o afastamento da petista, chegou ao mais alto posto da Casa graças a uma surpreendente aliança com partidos ligados a Dilma, como o PT e o PCdoB. Confira os principais trechos da entrevista a VEJA.
Quais são as prioridades nesses sete meses de gestão? Serão a pacificação da Câmara e a manutenção de um diálogo permanente, condições básicas para que se possa construir uma agenda com impacto no futuro. Vamos aproveitar os próximos quinze dias de recesso e organizar algumas agendas em conjunto com os partidos e o governo, sempre dialogando com o Senado, para que a gente possa colaborar com a superação da crise. Nós temos de tentar avançar rápido nas agendas econômicas que já estão colocadas. Precisamos também discutir como ficará o sistema político-eleitoral brasileiro. É uma preocupação que o presidente Renan [Calheiros, do Senado] também tem, assim como Aécio [Neves, senador e presidente do PSDB]. Nós temos um sistema eleitoral com um custo muito parecido ao anterior [quando era permitido o financiamento privado] e uma receita bem menor. É necessário pensar como se constrói um modelo em que o financiamento seja compatível com a despesa e também tentar criar algumas propostas, entre elas a cláusula de desempenho e fim de coligação na eleição proporcional. O sistema político-eleitoral está na ordem do dia de todos. Para a sociedade, o sistema político faliu.
Como o senhor avalia as propostas de Michel Temer para a economia? O papel do presidente da Câmara é tentar encontrar consensos em temas prioritários. A agenda econômica é prioritária. Nós vamos dialogar com os partidos para que se consiga construir consenso tanto na PEC do teto dos gastos públicos quanto na reforma da Previdência, quando ela chegar. A PEC do teto não resolve todos os problemas, mas é importante. Nós também precisamos de reformas estruturais. Por isso se discute a reforma da Previdência e outros temas que podem vir a debate na Câmara, no Senado e em conjunto com o governo.
A imposição de um limite dos gastos não pode engessar o Orçamento? Não adianta querer gastar mais do que se tem. É por isso que os Estados brasileiros estão com muita dificuldade de pagar salários. Vai engessar gasto? Mas e se não tiver dinheiro? Não vai nem se executar o que tem. Estamos em um momento em que a questão fiscal pode ir para o descontrole da relação dívida-PIB, e aí os salários, com a inflação alta, não vão valer nada e a capacidade de pagamento vai diminuir muito. Não adianta tratar de despesa se não houver uma receita correspondente. Está sendo limitado o gasto a uma referência da inflação, e isso é importante. O que não se pode é achar que os aumentos de impostos vão resolver todos os problemas. O brasileiro não tem mais condições de pagar impostos. A renda da família já está comprometida e o endividamento das empresas é brutal. Então, não adianta transferir mais responsabilidade para a sociedade. O Estado está inchado, gasta mais do que deve, tem um déficit na ordem de 150 bilhões de reais. O governo precisa chegar a um déficit zero. A sociedade hoje já não acredita em discurso fácil e já sabe que um governo irresponsável gera atraso de salário de servidores, como estamos vendo no Rio Grande do Sul e no Rio de Janeiro. Há exemplos muito claros de que a irresponsabilidade tem sequelas. A irresponsabilidade fiscal do governo anterior gerou mais de 11 milhões de desempregados. Nós que acreditamos que o equilíbrio das contas públicas é uma questão de princípio temos de mostrar que esse não é um debate ideológico. Não ter as contas organizadas gera milhões de desempregados.
O senhor diz que o aumento de impostos não resolve o problema. Qual tratamento dispensaria à CPMF? O governo tem a prerrogativa de encaminhar a matéria. Mas, se eu for consultado, vou dizer que o ambiente para aprovar a CPMF é muito difícil. O governo pode ter uma derrota muito grande. O resultado, no meu ponto de vista, seria nulo. Pode-se até ter arrecadação por meio da CPMF, mas a renda das pessoas é uma só. Se tirar, pela CPMF, uma parte da renda do trabalhador e das empresas, eles vão deixar de pagar outro imposto. Não adianta. A sociedade está endividada e não tem renda líquida para entregar mais ao governo.
Os projetos sobre mudanças nas regras da delação e os que tratam sobre abuso de autoridade, defendidos por Renan Calheiros, terão guarida na Câmara? Não haverá mudanças na Lei da Delação. Eu não pretendo tratar, nesse meu curto espaço de tempo, de mudanças nessa lei. A outra matéria eu não conheço o mérito.
As mudanças na delação, então, não vão ser pautadas? Não acho que é um tema que deva ser pautado na minha gestão. Sempre há críticas, mas há resultados com a delação. Fazer uma mudança agora não poderia ser positivo. Talvez não seja o momento adequado.
Não pode haver um mal-estar com Renan? Não acredito. Nossa relação é transparente e de muita lealdade.
A lei de abuso de autoridades pode criar punições para vazamentos de informações. O senhor concorda? Essa questão é sempre complicada. Às vezes é vazada uma conversa que não tem relação com a investigação. Essa questão precisa, sim, ser preservada e os próprios órgãos de investigação precisam ter essa preocupação com cada cidadão. Deve-se construir junto com o Ministério Público e a Polícia uma restrição e mostrar de forma clara para aqueles que investigam que não se deve fazer qualquer tipo de vazamento antes de estar claro se há indícios para pedidos de inquérito. É a imagem da pessoa que está em jogo.
O vazamento da conversa entre Lula e a Dilma estaria equivocado? Não. A conversa tinha relação com a investigação. Agora, se era o momento adequado, não quero entrar no mérito. Mas a conversa do Lula com o Eduardo Paes não tinha relação e acho que não cabia o vazamento dessa parte. Quando tem foco na investigação é uma coisa. Quando não tem nada a ver com a investigação, apenas gera desgaste.
O senhor tem nas mãos o futuro de Eduardo Cunha. Acredita que ele vai ser cassado? A minha impressão é a de que a situação dele hoje é muito ruim na Câmara dos Deputados. Pelo resultado na CCJ [Comissão de Constituição e Justiça, que recusou seus últimos recursos], acho que não é fácil [ser absolvido]. O processo será colocado em plenário possivelmente no mês de agosto e com a certeza de um quórum correto para que não pareça que eu esteja beneficiando ou prejudicando o Eduardo. Esse tipo de matéria não pode ser votado com o quórum baixo.
Se o senhor votasse, qual posicionamento teria sobre a perda do mandato de Cunha? Todos os indícios são para a cassação.
O senhor foi eleito presidente da Câmara com o apoio de deputados do PT, partido historicamente adversário do DEM. Não há um constrangimento? Essa não é uma eleição ideológica. É para presidir os trabalhos e acontece em um momento em que a relação dentro da Casa é péssima. Acho muito positiva a possibilidade de eleger alguém que tem diálogo com todos os partidos. O Marco Maia (PT), quando foi candidato, recebeu o apoio do PSDB e do DEM. E ninguém deixou de ser oposição porque o elegeu. A eleição da presidência da Câmara não tem relação com o Executivo, quando se faz eleição no seu campo próximo. Na Câmara, você está elegendo um presidente que vai comandar os trabalhos da Casa. Em nenhum momento foi prometido ao PT que a presidência seria instrumento de uma pauta ideológica de esquerda. De forma nenhuma. Foi prometida a garantia do direito à minoria. Acho que todos concordam que a minoria precisa ter seus espaços garantidos, e é o que dizem a Constituição e o Regimento Interno da Casa. Senão é ditadura: um grupo governa, faz tudo sozinho e toma as decisões sem ninguém para fiscalizar e criticar o governo.
Então foi uma aliança de ocasião? Foi uma aliança como em tantas outras eleições da Câmara em que se tentou construir um projeto para derrotar outro projeto.
Derrotar Eduardo Cunha? O Eduardo Cunha não está no jogo. Havia várias candidaturas. A minha conseguiu representar a que agregou mais, gerou mais confiança no trato dos acordos e que tem histórico de cumprimento naquilo que combina.
Há, na Câmara, vários deputados investigados na Lava Jato e, nos bastidores, fala-se do receio de que Eduardo Cunha feche um acordo de delação premiada. O senhor percebe esse clima de tensão? Eu não tenho nenhuma informação sobre isso. Eu não vejo nenhum problema, se essa for a decisão dele. Mas pode ser que alguns tenham receio.
O senhor foi envolvido na Operação Lava Jato após aparecer em troca de mensagem com o Léo Pinheiro, ex-presidente da OAS, pedindo doações. Pedi doação de campanha e está registrada na campanha do senador César Maia. Está tudo declarado e foi oficial.
O fim do financiamento privado evita que doações feitas por empresas investigadas sejam vinculadas a esquemas de corrupção? Uma coisa é pedir financiamento para uma empresa. Outra é trocar um voto ou pegar um percentual de um contrato. Eu pedi uma doação. Sou um deputado de partido de oposição, a doação está declarada na conta do meu pai e isso tudo está sendo esclarecido. Acho que não há nenhum problema entre o setor público e o privado. O problema é quando se gera uma promiscuidade, uma relação de troca. Isso sim está errado.
A comissão do impeachment de Michel Temer está parada por falta de indicação de membros. O senhor vai tomar alguma providência? Essa decisão foi resolvida no Supremo. Não cabe, nesse caso, ao presidente substituir os partidos na indicação dos seus membros. Se os partidos não quiserem indicar, não há o que fazer.
Ao se encerrar no horário 0h deste sábado (15), a campanha de financiamento coletivo criada para bancar as viagens pelo Brasil da presidente afastada, Dilma Rousseff, atingiu a marca de R$ 770 mil. O valor equivale a 54% a mais da meta inicial estabelecida – R$ 500 mil.
Segundo o site da campanha, 11,4 mil pessoas participaram da campanha, lançada no último dia 29 de junho.
Do total arrecadado, as criadoras da “vaquinha virtual” terão de deixar 13% do total para a administração do Catarse, dona da plataforma digital, e pagar 4% em impostos.
As criadoras da plataforma no site Catarse são duas antigas amigas da presidente afastada. Guiomar Lopes e Celeste Martins lutaram na ditadura militar ao lado de Dilma.
No vídeo de apresentação da iniciativa, elas afirmam que a ferramenta é uma forma de viabilizar a continuidade da luta pela democracia. “Achamos importante abrir uma conta onde as pessoas pudessem fazer doações e haver disponibilidade de recursos que a presidenta pudesse usar para as suas viagens,” disse Guiomar.
No início de junho, quando Dilma já havia sido afastada pelo Senado, ela sofreu restrições de uso de aviões da Força Aérea Brasileira (FAB) para se deslocar pelo Brasil. Desde então, Dilma só pode recorrer às aeronaves oficiais para viajar entre Brasília e Porto Alegre, onde mora sua família.
Militantes do PT estão repassando o dinheiro q receberam pra protestarem contra o impeachment, nada mais q isso ou a propina está sendo ratiada nas bases
Claro que essa Vaquinha é uma mentira para o PT lavar dinheiro sujo. Quando tem vaquinha virtual para ajudar crianças com doenças sérias que precisam de cirurgia no exterior, não chega nem a 20 mil reais! Será que o povo é tão ruim assim?!!!
Não sou contra, ela tem todo direito de movimentar seus aliados para ajudar nas suas viagens, porém, sou favorável que veja quem fez as doações, estão as mesmas legal perante a RFB
Otarios??, burrinhis?? Nao se iludam isso é lavagem de dinheiro. Ta na hora de aoarecer outro Sergio Moro e um promotor de coragem orabinvestigar esses "doadores" … quem sao??? A origem do $$$?? Essa modalidade de doacao deve imperar nas eleicoes. So nunca pensaram nisso pra ajudar ao povo…
Acusado de envolvimento em esquema de corrupção e desvio de recursos na Caixa, o empresário Alexandre Margotto negocia um acordo de delação premiada com investigadores da Procuradoria-Geral da República. Ele informou a investigadores ter detalhes sobre tratativas de políticos e autoridades que frequentavam o escritório em São Paulo que mantinha com o corretor Lúcio Funaro, entre eles o atual ministro da Secretaria de Governo, Geddel Vieira Lima, ex-vice-presidente de Pessoa Jurídica do banco público.
Preso no início do mês, na Operação Sépsis, uma das fases da Lava Jato, Funaro é apontado como operador do deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) no esquema.
Margotto é acusado pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, de receber parte das propinas pagas por empresas a Cunha e Funaro, em troca da liberação, pela Caixa, de investimentos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). Alvo de mandado de busca e apreensão na Sépsis, ele também foi sócio do ex-vice-presidente de Fundos e Loterias do banco Fábio Cleto, cujo acordo de colaboração baseou a denúncia oferecida pela PGR ao Supremo Tribunal Federal. Conforme investigadores ouvidos pelo Estado, as tratativas para a delação estão em fase inicial.
Geddel confirma as visitas ao escritório da dupla, mas não dá detalhes dos assuntos que tratou com o corretor, a quem chama de “um conhecido”. “Ia por cortesia. Não foram tantas vezes”, afirmou o ministro, que foi vice da Caixa de março de 2011 a dezembro de 2013. Antes, foi ministro da Integração Nacional no governo Lula, de 2007 a 2010.
Além das visitas ao escritório em São Paulo, Geddel afirma que se encontrou com Funaro na capital federal. Os encontros, afirma, eram “circunstanciais”. “Eu o conheci em Brasília. Ele estava sempre em Brasília”, disse o ministro.
Geddel afirma não se recordar com exatidão do que tratava no escritório de Funaro, tampouco das datas e do número de vezes em que esteve no local. Afirmou também que o corretor nunca lhe fez pedidos relativos ao banco público. “(Queria) saber de mercado, como é que estava: ‘como vai, tudo bem?’. Nem me recordo se era vice-presidente da Caixa.”
No correr do tempo foi ficando cada dia mais claro que a verdadeira motivação de toda motivação para tirar Dilma do Poder, criminalizar o Lula e o PT, não era a corrupção.
Hoje, com a corrupção esborrotando nos salões do Palácio do Planalto e inúmeros Ministros envolvidos em todo tipo de crime, vemos como a indignação continua dirigida aos mesmos objetivos.
E mesmo diante das conclusões da perícia técnica do próprio senado ou das conclusões do MPF afirmando categoricamente que as pedaladas não são definitivamente crimes, o silêncio ecoa como um símbolo contundente da Hipocrisia e falsidade de uma pseudo sociedade de consumo que vive de aparências e segue feito uma manada de zumbis as manipulações da rede Globo e suas afiliadas, conjugadas e grandes articuladoras desse golpe descarado.
Lamentável! Uma Vergonha!
O professor franco-argelino Adlène Hicheur, que trabalhava como pesquisador do Instituto de Física da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), foi deportado sumariamente na noite desta sexta-feira. Ele foi detido e levado escoltado pela Polícia Federal até o Aeroporto Internacional Tom Jobim/Galeão, onde embarcou às 22h25 num voo para a França. Hicheur foi condenado em Paris a cinco anos de prisão, em 2009, por ligações com terroristas. Hicheur, que chegou ao Brasil em 2013, tinha vínculo com a UFRJ até este mês. Em nota, a universidade revelou que foi surpreendida pela ação. Nem o Ministério da Justiça, nem a Polícia Federal quiseram comentar o assunto.
No texto, a UFRJ afirmou que o professor visitante Adlène Hicheur era pesquisador do Instituto de Física e estranhou a ação: “Manifestamos extrema preocupação com a ação, anunciada sem apresentação de justificativas claras e atenção a princípios democráticos básicos, como direito à defesa”. Ainda segundo a universidade, “o pedido de renovação de contrato do professor — que vencia este mês — foi analisado pelos vários colegiados da UFRJ e aprovado na universidade”.
A reitoria também informou que o “professor desenvolveu na UFRJ novas linhas de pesquisa, assim como deu continuidade a trabalhos já em andamento quando da sua contratação”. Dentre os trabalhos científicos realizados, segundo a universidade, “podem ser destacados artigos e descobertas importantes para a Física de Partículas”.
A notícia de que o professor franco-argelino estava sendo deportado foi confirmada primeiro pela Associação dos Docentes da universidade, mobilizando até mesmo o reitor da UFRJ, Roberto Leher, que tentou impedir a ação, acionando um grupo de advogados.
Interessante: 35% não conhecem o interino, mas 50% querem que ele fique.
Confuso isso???
Quem vai voltar é LULA em 2018
Agora pode espernear kkkkkkk
Se as eleições fossem realizadas por institutos de pesquisas, já viram o resultado, nè?
A cada eleição, vemos uma enchurrada de pesquisas, quase todas encomendadas, dando vitória a tudo quanto é cristão.
Depois de abertas as urnas, vem as surprezas e os tais institutos de pesquisa desaparecem até que esqueçamos delas e na próxima oportunidade reaparecem, atuando como instrumento de propaganda e marketing.
Depois dos pareceres técnicos do Senado e do relatório conclusivo do MPF, comprovando que não houve crime algum nas pedaladas de Dilma, os golpistas começam uma campanha de marketing para envolver os inocentes e fanáticos numa onda de que não precisa mais o sujeito ser eleito e cumprir as leis e a Constituição, basta uma pesquisa de opinião pra isso.
Onde é que vamos parar?
Na próxima vamos eleger o Presidente pelo Facebook?
Não dá para confiar no Datafolha. Dados não correspondem à realidade. O mais estranho é acharem que a gente acredita nessas pesquisas.
esse data folha ate o dono se vende por uma dose de 51
Pesquisa não confiável.
Pode refazer a pesquisa de novo que esses 50% vai pra 95% pela permanência do Presidente em exercício.
Querer a volta de Dilma só os petistas !
Querem a voltar a roubar ! Vcs eram para estar todos os presos comunistas
NÃO TEM COMO CONFIAR NO DATAFOLHA, é um instituto totalmente voltado ao PT.
Se ele diz que 50% querem a permanência de Temer e 32% a volta de Dilma, pode escrever, os percentuais não correspondem a vontade das ruas, pesquisa tendenciosa ao PT.
Se fosse dizer algo, pelos movimentos das ruas isso está mais para: Fica Temer 80%, Volta Dilma 10% e 10% de indecisos. DATAFOLHA depois do PT, sem credibilidade.