Um laudo técnico produzido pela acusação contra a presidente Dilma Rousseff no processo de impeachment em curso no Senado sustenta que “nenhuma fraude” é reconhecida pela petista por meio de aposição de assinatura, uma vez que o objetivo do governo afastado no julgamento do crime de responsabilidade é “precisamente o acobertamento”.
O texto, apresentado pela perita Selene Péres Nunes no final da tarde desta segunda, 4, à Comissão Especial do Impeachment, faz uma análise técnica de um laudo anterior feito por peritos do Senado na semana passada. A defesa também apresentou nesta segunda seu laudo em que atesta que o governo não cometeu “dolo” ao ter praticado as chamadas pedaladas fiscais, que embasaram o processo de impedimento contra a presidente afastada.
“A caracterização de eventuais infrações ou crimes dá-se a partir do momento em que são perpetrados e não quando são descobertos. O acobertamento pela via da omissão no registro de passivos dificulta o trabalho de auditoria e, longe de constituir leniente, é um agravante, pois representa indício de que se sabia da prática ilegal e, justamente por reconhecer sua ilegalidade, procurou-se ocultá-la”, diz o laudo.
Os peritos do Senado não comentaram se a conduta de Dilma caracterizou-se como dolo ou não.
O texto de 34 páginas da assistente de acusação diz que concorda com a quase integralidade do laudo pericial. O único ponto que há divergência refere-se à edição da Medida Provisória 704/2015, referente ao pagamento de passivos do Plano Safra. Enquanto o laudo dos peritos do Senado conclui que ela não foi editada para pagar as pedaladas fiscais, Selene considera que ela abriu espaço fiscal para o cometimento desse tipo de crime. “A MP 704/2015 alterou, de forma inconstitucional e ilegal, o espaço fiscal para as despesas”, diz o laudo da acusação.
Em sua conclusão, a perita diz que o laudo dos peritos do Senado contam a “história de um grave e sistemático desrespeito à Constituição e à legislação pátria, em particular à Lei de Responsabilidade Fiscal”. “Ante o exposto, concordamos com a quase integralidade do Laudo Pericial, excetuados os aspectos expressamente mencionados no item IV.A”, atesta ela, referindo-se à discussão sobre a MP do Plano Safra.
O publicitário Pedro Ratts fez uma palestra neste sábado, dia 2/7, para centenas de pré-candidatos a prefeito e vereador, presentes ao 4o Encontro Estadual do Partido Solidariedade, evento que reuniu mais de 700 pessoas no Hotel Praia Mar, durante todo o dia. O tema da palestra foi o Novo Marketing Político Na Era Digital, um novo momento em que vive o marketing político nesta era do digital e das redes sociais.
Na apresentação, Ratts repetiu o que já vem defendendo há algum tempo: que o meio digital está provocando mudanças profundas na forma de fazer política e, consequentemente, no marketing político como um todo. Afirma isso com a autoridade de quem fez o marketing político do quarto deputado estadual mais votado da Assembleia em 2014, deputado Kelps Lima, que hoje inclusive tem uma audiência digital maior do que a de todos os outros somada.
O uso do Facebook, o conhecimento das ferramentas digitais, o uso das videoselfies, a montagem de redes digitais e as novas estratégias foram o foco principal. “Pesquisa inédita do IBOPE, publicada pelo Estadão, revelou que a maioria dos eleitores hoje (51%) já recebe informações sobre política pelo Facebook, Twitter ou pelo WhatsApp. Mas ainda tem muito político e profissional de marketing que torce o nariz pra esta realidade” enfatizou Pedro Ratts.Existe uma série de segredos, macetes, dicas, bizus pra usar bem as redes sociais.
Você pensa que sabe tudo, mas vai se surpreender com o que pode ser feito. Um comício hoje em dia junta 300 pessoas? 500 pessoas? 1.000 pessoas? Você pode juntar quantidades semelhantes em eventos digitais. O digital junta mais gente!” complementa Pedro Ratts, pra finalizar dizendo que “não é à toa que a Ratts Ratis preparou um pacote especial de consultoria, de baixo custo, pra próximas eleições, e a procura está grande, todo dia pré-candidatos acessam ratts.com.br e agenda reunião”, concluiu. As fotos do evento são do gente boa e talentoso fotógrafo Canindé Soares. “A era dos grandes comícios, de candidatos deuses em palanques, acabou. Agora é a era das estratégias bem feitas e da aproximação nas redes sociais.
Após anunciar um esforço concentrado para compensar duas semanas sem votações, o presidente em exercício da Câmara, Waldir Maranhão (PP-MA), cancelou a sessão deliberativa convocada para esta segunda-feira (4).
O argumento é que não seria alcançado o número mínimo de deputados para realizar votações (257 parlamentares).
Nas últimas duas semanas, a Casa já ficou paralisada porque Maranhão decidiu liberar os deputados para comemorar as festas juninas nos seus estados, principalmente no Nordeste.
A medida teve repercussão negativa, e Maranhão tentou compensar marcando sessões para segunda, terça, quarta e quinta desta semana.
No entanto, no meio da tarde desta segunda, decidiu cancelar a sessão marcada para as 16h.
O líder do governo, André Moura (PSC-SEC) criticou a medida argumentando que a expectativa já era mesmo que o quórum fosse atingido só por das 18h, o que normalmente acontece quando as sessões são marcadas para segunda-feira, dia da semana em que os parlamentares começam a retornar dos seus estados para Brasília.
A expectativa do governo era que fossem votadas duas medidas provisórias que trancam a pauta.
“Começamos mal a semana. Isso é muito ruim para a opinião pública, para um governo que precisa deliberar e aprovar matérias para retomar o crescimento da economia. Todas as matérias são importantes em um momento extremamente delicado que enfrenta o país. Começamos a semana sem produzir nada”, disse Moura.
Tiririca está irado,
"Maranhão" passou a ser o palhaço da Câmara Federal…
Porém o contribuinte não vê graça alguma…
Chutem esse energúmeno da cadeira de Pte da Câmara…
Francês na TV5
É preciso saber outro idioma, como inglês ou espanhol, para aproveitar as aulas gratuitas do site da emissora francesa. Site: apprendre.tv5monde.com
Inglês na BBC
Exige algum conhecimento da língua. O curso gratuito da TV inglesa é de nível intermediário e inclui vídeos e áudios. Site: bbc.co.uk/learningenglish
Alemão na Deutsche Welle
O curso gratuito da TV alemã, com vídeos e podcasts, serve tanto para iniciantes quanto para quem quer treinar. Site: dw.com/en/learn-german/german-courses/s-2547
Japonês na NHK
São 48 lições gratuitas em forma de podcast, com texto abaixo do link de áudio. Site: www.nhk.or.jp/lesson/Portuguese
12 idiomas na Busuu
Além de línguas tradicionais, como inglês, francês e espanhol, o site gratuito oferece opções como russo, mandarim e polonês; há também versão paga com extras (R$ 31,49 ao mês). Site: busuu.com
4 idiomas no Duolingo
É possível aprender inglês, espanhol, francês e alemão. Funciona como um jogo. Grátis. Site: duolingo.com
14 idiomas no Babbel
Site oferece até sueco, turco, polonês e dinamarquês . O começo é de graça, mas depois é preciso pagar (R$ 23,95 por mês). Site: babbel.com
Um conterrâneo nosso, o Igor Barca, tem um projeto interessante na área do ensino on-line de línguas.
Lá ele apresenta diversas dicas sobre como aprender idiomas, bem como dicas para se preparar pra os grandes exames nacionais que exigem elevado conhecimento de linguas estrangeiras, como é o caso da diplomacia. Vale a pena conferir o site http://estudeidiomas.com/home/clube-de-frances/
Com sete meses em funcionamento, a Sala de Situação da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), alcançou, desde dezembro de 2015 (quando foi criada) até 29 de junho último, 1931 denúncias de focos do mosquito Aedes aegypti, transmissor de doenças como dengue, chinkungunya e zika vírus.
Tendo por objetivo intensificar a mobilização e o combate ao mosquito, a sala recebe denúncias por meio do número de telefone 199 – que contou com 950 denúncias – bem como do aplicativo de celular e do site do observatório do aedes (http://observatoriodadengue.telessaude.ufrn.br) – que juntos registraram 981 denúncias.
Após o recebimento da denúncia, a equipe a encaminha os dados para a secretaria de saúde do município responsável, e em seguida os agentes se dirigem até o local do foco para realizar a fiscalização. A técnica responsável pela sala, Thaisa Dulce, informa que houve uma queda no número de denúncias recebidas. “É importante que todos continuem com a vigilância em relação a focos do Aedes, além de permanecer com as boas práticas de prevenção, como não deixar água acumulada e parada, não deixar entulhos espalhados nos quintais de casa, manter caixas d’água e lixeiras sempre fechadas, encher com areia os pratos das plantas, entre outras”.
A Sala de Situação coordenada pela Sesap conta com integrantes de outros órgãos do Governo: Secretaria de Educação e Cultura (SEEC), Secretaria de Estado do Trabalho, da Habitação e Assistência Social (SETHAS), Secretaria Extraordinária de Juventude (SEJURN), Secretaria da Segurança Pública, da Defesa Social (SESED) e Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil (CEDEC), além de estudantes da UFRN.
Com 100 milhões de usuários, o WhatsApp se tornou o aplicativo de celular mais usado do Brasil. Desde o seu lançamento, em 2009, o mensageiro vem ganhando novas funcionalidades e conquistando o brasileiro. Entre as novidades recentes estão a criptografia ponta a ponta e as respostas para mensagens em grupos.
Algumas dúvidas frequentes sobre o app, porém, permanecem. Por exemplo: como o WhatsApp ganha dinheiro? Como funciona a segurança das fotos e vídeos? Pensando nisso, o TechTudo reuniu tudo o que você precisa saber sobre o queridinho dos brasileiros
(Foto: Anna Kellen Bull/TechTudo)
Significado do WhatsApp
Apesar de parecer óbvio para quem tem fluência no inglês, parte da população não sabe a origem da palavra WhatsApp. O nome é a junção do termo “What’s up?”, que significa algo como “o que está havendo?” ou “o que está rolando?”. Além disso, para escolher o nome do programa, eles aproveitaram a sonoridade da palavra “app”, que soa similar a “up” (para cima) e é a abreviação de “application program” (aplicativo).
A expressão “What’s up?” é muito utilizada pelos norte-americanos, como uma maneira informal de se comunicar com outras pessoas, podendo ainda ser escrita das seguintes formas: wassup, what up, waz up, wazzup, whassup e swa’up, entre outras maneiras.
O termo “What’s up” se popularizou em 1940, com o desenho animado Bugs Bunny, conhecido no Brasil como Pernalonga. O personagem usava um famoso bordão em que dizia ”Eh… What’s Up, Doc?”, que em português foi traduzido como “Eh… o que é que há, velhinho?”).
Apesar do trocadilho com a expressão americana, no Brasil o mais comum é falar o nome do mensageiro como se escreve, sendo algo semelhante a “Uátzap”. Há ainda quem diga “ZapZap”, que acabou se tornando outro comunicador que funciona com a tecnologia de um rival do WhatsApp, o Telegram.
Como o WhatsApp ganha dinheiro?
O Facebookcomprou o WhatsApp em fevereiro de 2014 por aproximadamente US$ 19 bilhões. Nove meses depois, o app já havia gerado uma receita de US$ 1,3 milhão. De onde vem esse dinheiro?
A resposta mais lógica seria a publicidade, porém o WhatsApp é fundamentalmente contra a exibição de anúncios. Em 2013, antes de pertencer ao Facebook, a empresa mudou sua política de cobrança e tornou o aplicativo gratuito por um ano, mas depois sujeito a uma taxa anual de R$ 2,32 (US$ 0,99). A medida foi tomada para que o app pudesse funcionar sem que fosse preciso implementar anúncios na plataforma.
Porém, em janeiro deste ano, um dos criadores e presidente-executivo do aplicativo, Jan Koum, afirmou que esta taxa vai deixar de existir.
“Conforme crescemos, descobrimos que essa abordagem não funcionou bem. Muitos usuários do WhatsApp não têm cartão de débito ou crédito e ficavam preocupados em perder acesso a seus amigos e família após seu primeiro ano”, disse Koum. “Nós não queremos que ninguém tenha sua comunicação cortada por causa de um problema de cartão de crédito”, disse o ucraniano.
Koum explicou que o app continuará evitando publicidade e spam, mas buscará um modelo de negócio para conectar pessoas e empresas. “Começando este ano, nós iremos testar ferramentas que permitam usar o WhatsApp para se comunicar com empresas e organizações. Isso pode significar falar com seus banco sobre se uma transação recente é fraudulenta ou com uma empresa aérea sobre um voo atrasado”, explicou.
Por que o WhatsApp foi bloqueado?
No início de 2015, o juiz Luiz Moura Correia, da Justiça do Piauí, determinou a suspensão temporária do WhatsApp em todo o Brasil. A decisão foi tomada após o aplicativo se recusar a dar informações sobre um inquérito policial que investigava um crime de pedofilia ocorrido em Teresina, capital piauiense. Porém, a decisão foi logo derrubada.
Depois disso, no final do mesmo ano, uma nova ordem judicial determinou o bloqueio do aplicativo por um período de 48 horas. O autor da ação não foi identificado. No entanto, as operadoras estimaram que se tratava novamente de uma investigação policial. O serviço foi restabelecido 12 horas após o bloqueio.
Em maio deste ano, o aplicativo voltou a ser suspenso no Brasil por 72 horas, por uma ordem da justiça. a medida ocorreu após a Justiça solicitar o compartilhamento de informações para uma investigação criminal, que foi recusada pelo Facebook.
Como funcionam os checks (ou tiques) do WhatsApp?
O WhatsApp usa três elementos para mostrar o status de uma mensagem. Quando ela está apenas com um tique cinza, isso significa que aquele texto, foto ou vídeo foi enviado para os servidores do aplicativo.
Quando está com dois tiques cinza, significa que a mensagem já chegou ao destinatário, mas ainda não foi lida. E, por fim, quando a conversa está com dois tiques azuis, é porque o contato visualizou a mensagem.
Atualização do WhatsApp permite ver confirmação de leitura na tela inicial (Foto: Felipe Alencar/TechTudo)
Além disso, se o usuário que enviou a mensagem pressionar a mensagem com os dedos e arrasta-la para o lado esquerdo, conseguirá visualizar a hora que a mensagem foi entregue e o momento exato que o contato leu.
No caso das mensagens de grupo, é um pouco diferente, pois os dois tiques somente irão aparecer quando todos os contatos lerem a mensagem.
Como funciona a criptografia no WhatsApp?
Em abril deste ano, o WhatsApp adotou uma nova forma de proteção das mensagens enviadas entre os usuários: a criptografia de ponta-a-ponta.
A criptografia é um conjunto de técnicas para esconder informação de acesso não autorizado. O objetivo do recurso é transformar um conjunto de informação legível, como um e-mail, por exemplo, em um emaranhado de caracteres impossível de ser compreendido (entenda mais sobre o que é criptografia).
Já no caso do WhatsApp, a criptografia de ponta-a-ponta assegura que somente você e a pessoa com que você está se comunicando podem ler o que é enviado e ninguém mais, nem mesmo o WhatsApp.
Segundo a empresa do mensageiro, com o recurso, as suas mensagens estão seguras com um cadeado e somente você e a pessoa que as recebe possuem a chave especial necessária para destrancá-lo e ler a mensagem. Além disso, cada mensagem que você envia tem um cadeado e uma chave.
Todo o processo acontece automaticamente, isto é, não é necessário ativar configurações ou estabelecer conversas secretas especiais para garantir a segurança de suas mensagens. Portanto, vale lembrar a criptografia está sempre ativada no mensageiro, porém, todos os envolvidos precisam estar usando a versão mais recente do WhatsApp. Não há nenhuma forma de desativar o recurso de criptografia.
Michel Temer foi aconselhado por governadores e ministros a fazer uma jogada arriscada: se tiver direito a uma nomeação para o STF, deveria indicar ninguém menos que Sergio Moro.
A “emenda da bengala” estendeu os mandatos na corte, mas não está fora do radar que algum dos magistrados resolva antecipar a aposentadoria, como Celso de Mello já cogitou.
Moro, que continua recusando em conversas recentes propostas de candidatura, não nega que seu sonho de vida é ser ministro da mais alta corte do país.
Essa bola foi cantada há muito, muito tempo. Todo o esquema pra tirar o poder tinha o escopo de tomada do poder com diversos "arranjos e acordos" com os participantes e colaboradores.
Quem é o Juiz Moro?
O pai do Juiz Moro foi o fundador do PSDB no Município de Maringá, no Paraná.
A esposa do Juiz Moro, Rosângela Moro é advogada do PSDB, Assessora do Governador do PSDB do Paraná, Beto Richa.
Rosângela Moro faz parte do escritório de Advocacia Zucolotto Associados em Maringá. O escritório defende várias empresas do Ramo do Petróleo, como: INGRAX com sede no Rio de Janeiro, Helix da Shell Oil Company, subsidiária nos Estados Unidos da Royal Dutch Shell, uma multinacional petrolífera de origem anglo-holandesa, que está entre as maiores empresas petrolíferas do mundo. A Shell é concorrente direta da Petrobras.
Além das empresas do Ramo de Petróleo, o escritório presta serviços para empresas de Farmácias e Clínicas Médicas. Uma em especial chamou a atenção, tirando as empresas do ramo de Petróleo. A Paranaense Perkons, empresa investigada pelo MPF por comandar a Máfia dos Radares no Sul do país, e nos estados de Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás e Distrito Federal.
interessante NÃO?
O lobby da fé vai vencendo resistências legislativas. Um movimento forte no Congresso Nacional pretende fazer valer em breve a inexigibilidade de alvará para abertura de templos religiosos, de qualquer crença.
Três vigilantes e um bombeiro civil foram presos em flagrante na última quarta-feira por tentativa de furto de nove notebooks no Centro Nacional de Tiro Esportivo do Complexo de Deodoro, palco da modalidade nos Jogos Olímpicos Rio-2016. A Polícia Militar recuperou todo o equipamento.
Os seguranças detidos são funcionários de uma empresa terceirizada, contratada para vigiar a arena, que está sob responsabilidade do Comitê Rio-2016 para a instalação de estruturas temporárias e acabamentos no estande das finais. Após sentir falta dos objetos, uma pessoa acionou os policiais, que chegaram a tempo de deter os quatro indivíduos.
São eles Luis Cláudio Esteves das Silva, de 33 anos, Marcello Rodrigues Medeiros da Silva, de 21 anos, Wallace Anderson Oliveira de Souza, de 23 anos, e Adonis Raphael Feld, de 27 anos. Todos foram autuados por furto qualificado e estão presos. O caso foi registrado na 33ª DP, em Realengo.
Seis dos equipamentos foram encontrados em mochilas dos detidos. O grupo informou que três notebooks estavam em suas residências, na Baixada Fluminense. Os policiais foram aos locais indicados e recuperaram o material.
Procurado pela reportagem, o Comitê Rio-2016 afirmou que se trata de um caso de polícia de dimensão pequena. Destacou ainda que a Força Nacional de segurança começa a operar em todas as instalações esportivas a partir desta terça-feira, quando faltará exatamente um mês para a cerimônia de abertura.
O caso aconteceu dois dias antes de as emissoras de televisão alemãs ARD e ZDF serem roubadas na cidade. Na ocasião, uma carreta com dois contêineres sem escolta foi abordada por bandidos na Avenida Brasil, quando se dirigia ao Parque Olímpico da Barra, onde ficarão seus estúdios de transmissão.
Todos os equipamentos, avaliados em R$ 1,5 milhão, foram recuperados horas depois em um galpão no município de Magé (RJ).
Policiais do 4º Batalhão de Polícia Militar (4º BPM) detiveram no início da tarde desta segunda-feira (4) no Pajuçara, na zona Norte de Natal, um homem identificado como Gleidson Ferreira Rodrigues, de 26 anos, acusado de realizada três assaltos durante a manhã desta segunda-feira (4). Os assaltos foram registrados nos bairros da Redinha e Lagoa Azul.
Os policiais saíram em diligências e visualizaram três suspeitos dentro do veículo, que ao perceberem a aproximação da PM, desceram do carro e empreenderam fugar, mas a polícia conseguiu prende o Gleidson.
Dentro do veículo, que foi abandonado no local, foram encontrados vários pertences das vítimas e o infrator detido foi levado à Delegacia de Polícia Civil, onde foi reconhecido pelas vítimas e autuado em flagrante pelos assaltos, ficando à disposição da Polícia Judiciária.
Vocês lembram da Boate Flash? Royal Salute? Pool Music Hall?
Dia 23 de Julho, após alguns anos inativo reassumo as pickups tocando músicas dos anos 80 nacionais e internacionais que ficaram na história e marcaram as nossas vidas.
A festa também terá a apresentação especial de Pedrinho Mendes com uma super banda com repertório especial da época relembrando bares que já não existem mais.
Será uma noite de reencontros, muita confraternização e uma seleção muito especial.
*23 de julho na PINK.*
*Informações e reservas no ZAP 99916-9926.*
Mesas e ingressos com entrega a domicílio gratuito.
Rapaz, lembrei agora das batucadas do então Pedro Mendes com Nonato Negão no antigo Bar "Boteco" (de saudosa memória ) q funcionou perto de onde se encontra o Restaurante Mama Itália início da Av Governador Sílvio Pedrosa na Praia de Areia Preta…
Depois de seis semanas seguidas em alta, a projeção de instituições financeiras para a inflação, medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), foi levemente reduzida ao passar de 7,29% para 7,27%. Para 2017, também caiu: de 5,50% para 5,43%.
As estimativas fazem parte de pesquisa feita todas as semanas pelo BC (Banco Central) e divulgada às segundas-feiras. Os cálculos estão longe do centro da meta de inflação de 4,5%. O limite superior da meta de inflação é 6,5%, este ano e 6% em 2017.
No último dia 28, o presidente do BC, Ilan Goldfajn, disse que alcançar o centro da meta de inflação, em 4,5%, em 2017, é uma expectativa ambiciosa e crível. Para Goldfajn, atingir esse objetivo é algo ambicioso porque a inflação em 2015 foi “mais que o dobro da meta”.
“O ano de 2015 foi de choque, inflação muito elevada, em parte devido à depreciação forte [do real], a inflação de [preços] administrados muito forte. Desde então, o objetivo do regime de metas tem sido fazer a convergência de volta para o centro da meta”, disse, ao divulgar o Relatório de Inflação.
Meta inflacionária
É função do BC fazer com que a inflação fique dentro da meta. Um dos instrumentos usados para influenciar a atividade econômica e, consequentemente, a inflação, é a taxa básica de juros, a Selic.
A conexão entre as diversas operações anticorrupção realizadas no Brasil mostram que os políticos estão no “topo da cadeia alimentar da propina” e a corrupção está alastrada de tal forma pelo país que é preciso a formação de uma “grande rede de combate à corrupção”, defendeu nesta segunda-feira o procurador Roberson Pozzobon, ao detalhar a 31ª Fase da Lava-Jato, realizada nesta segunda-feira pela Polícia Federal. Pozzobon afirmou que os acordos de delação e leniência são imprescindíveis para continuidade do combate à corrupção.
— A quem interessa o desmonte do instituto dos acordos? A quem investiga ou a quem é investigado por meio destes acordos? — indagou.
Além da corrupção de agentes públicos e políticos, pela primeira vez a Lava-Jato mostrou a corrupção privada, com o pagamento de R$ 18 milhões à construtora WTorre para que ela saísse da disputa e permitisse que o cartel, reunido no consórcio Novo Cenpes, assumisse a obra do Centro de Pesquisas da Petrobras (Cenpes).
Segundo a investigação, a WTorre Engenharia ofereceu R$ 40 milhões a menos para fazer a obra do centro de pesquisas da Petrobras, na Ilha do Fundão, mas recebeu R$ 18 milhões para não negociar o preço com a estatal e ficar fora do páreo. José Aldemário Pinheiro Filho, o Léo Pinheiro, então presidente da OAS, fez pessoalmente a proposta de propina a Walter Torre Júnior, sócio da empresa, e a Francisco Geraldo Caçador, executivo da empresa. Os dois foram levados a depor coercitivamente nesta segunda-feira, na 31ª Fase da Lava-Jato
Pozzobon afirmou que as quatro últimas grandes operações contra a corrupção que ocorreram no último mês mostram a conexão com os crimes investigados na Lava-Jato e a corrupção de agentes políticos.
— Em todas as operações o destinatário final eram agentes políticos. Eles estão no topo da cadeia alimentar da propina. O povo brasileiro não aguenta mais que eles flertem, namorem e casem com a corrupção. Precisamos que a crise política e a impunidade sejam enfrentadas, com reforma política e medidas contra a corrupção — disse.
O procurador afirmou que a corrupção está alastrada de tal forma no Brasil que não há mais como enfrentar o crime organizado de maneira desorganizada. Segundo ele, os órgãos envolvidos no combate à corrupção e a sociedade precisam formar uma grande rede de combate à corrupção, com uma malha próxima e forte o suficiente para que a “grande corrupção” não possa rompê-la.
CONEXÕES ENTRE AÇÕES
Nos últimos 30 dias foram desencadeadas quatro novas operações contra a corrupção no Brasil que não foram deflagradas pela força-tarefa da Lava-Jato em Curitiba, onde nasceu a investigação, mas estão interligadas a elas. A Operação Turbulência, deflagrada em Pernambuco, que investiga propinas nas obras do Rio São Francisco, usou informações do doleiro Alberto Youssef, que é delator da Lava-Jato, e uma das empreiteiras investigadas é a OAS, cujos dirigentes já foram condenados por fraudes na Petrobras.
Em São Paulo, a “Operação Custo Brasil”, que levou à prisão o ex-tesoureiro do PT Paulo Ferreira e o ex-ministro do Planejamento Paulo Bernardo, este último já libertado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), teve as investigações iniciadas na Lava-Jato, na 18ª Fase, quando o ex-vereador do PT e operador de propina Roberto Romano foi preso. Romano se tornou delator e ajudou a Polícia Federal e o Ministério Público Federal a identificarem provas.
No Rio, a “Operação Saqueador”, que investiga irregularidades da Delta Engenharia, teve como um dos operadores Adir Assad, que já foi condenado na Lava-Jato e também serviu para lavar dinheiro de propina das obras do Cenpes. As provas foram compartilhadas.
Em Goiás, a operação “Tabela Periódica”, que envolve crimes relacionados a obras da Valec, ocorreu com base em provas cedidas pela Camargo Corrêa, empreiteira flagrada na Lava-Jato e que assinou acordo de leniência.
Na operação de hoje, a Polícia Federal cumpriu 35 mandados de busca e apreensão em São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal. A ação, batizada pela PF de “Abismo”, tem como objetivo apurar fraudes em licitação, pagamentos de valores indevidos a servidores da Petrobras e o repasse de recursos a partido político em virtude do sucesso obtido por empresas privadas em contratações como o projeto de reforma do Centro de Pesquisas da Petrobras (Cenpes) que fica na Ilha do Fundão, no Rio, estimado em quase R$ 850 milhões e cujo valor real pago pela estatal, após 17 aditivos, chegou a R$ 1,8 bilhão. O esquema investigado envolveu diversas empresas que pagaram mais de R$ 39 milhões em vantagens indevidas para uma empresa participante do certame, a Diretoria de Serviços e o PT.
CORRUPÇÃO PRIVADA
Pela primeira vez, a Lava-Jato flagrou propina paga a empresa privada para que prevalecesse o interesse político e de um cartel num contrato de obra pública.
Depois da licitação, a Petrobras tem como praxe convocar a primeira colocada, para negociar o valor da proposta, a fim de obter um preço melhor. Os investigadores afirmam que ao não negociar com a Petrobras, WTorre abriu espaço para que o Consórcio Novo Cenpes, liderado pela OAS, renegociasse e reduzisse o preço para abaixo da proposta da empresa.
No despacho, o juiz Sérgio Moro afirma que, depois da licitação, foi marcada reunião com a WTorre para 19 de setembro de 2007, mas a empresa sequer enviou representantes. Quem foi negociar foi a OAS, que reduziu o valor de sua proposta e ficou com o contrato. A proposta inicial do consórcio era de R$ 897,9 milhões, acima dos R$ 858,3 milhões propostos pela W.Torre.
“Aceita a propina, a WTorre retirou-se do certame e o Consórcio Novo Cenpes acabou, de fato, negociando com a Petrobrás e reduziu sua proposta de preço, para R$ 849.981.400,13, e ficou com o contrato”, explicou o juiz Sérgio Moro em despacho que autorizou a condução coercitiva de Torres e Caçador.
De acordo com o juiz, a propina paga à WTorre foi relatada pelos executivos da Carioca Engenharia, na colaboração premiada e no acordo de leniência firmados no âmbito da Lava-Jato. Moro diz que a ausência da WTorre na reunião do dia 19 causa estranheza e constitui indício, ainda que circunstancial, que corrobora as informações da Carioca.
O contrato com a Petrobras foi assinado por José Carlos Vilar Migo, gerente de implementação para a obra do Cenpes. Além da OAS, participaram do consórcio Carioca Engenharia; Construbase, Construcap e Schahin Engenharia. Não há informação sobre como o consórcio pagou a WTorre. Segundo os delatores, o pagamento deveria ser feito pela OAS, a líder do consórcio.
Em nota, a WTorre afirmou que não participou das obras do centro de pesquisas da Petrobras, não recebeu ou pagou” a agente público ou privado” nenhum valor e que forneceu os documentos relativos a esta licitação às autoridades. A empresa afirmou que segue à disposição das autoridades para esclarecimentos.
Ódio. Integrantes da KKK queimam cruz e suástica nazista em ato pelo “orgulho branco” no estado da Geórgia em abril – AP/Mike Stewart
Nascida das cinzas do derrotado Sul após a Guerra Civil Americana, a Ku Klux Klan ressurgiu antes de perder a luta contra os direitos civis nos anos 1960. Então, as inscrições minguaram, o grupo se dividiu e alguns de seus integrantes foram para a prisão por uma série de assassinatos de negros. Muitos presumiram que o fantasma do ódio e da violência, tinha morrido, mas a KKK, com também é conhecida, ainda está viva e sonha em retornar a ser o que outrora foi: um império invisível da supremacia branca que espalha seus tentáculos pela sociedade.
Aos 150 anos de existência, a Ku Klux Klan está tentando se reformar para uma nova era. Integrantes ainda se reúnem sob o céu estrelado no meio da noite para pôr fogo em cruzes, e panfletos da KKK apareceram em subúrbios desde o Sul até o Nordeste dos EUA. E algumas organizações independentes estão se juntando a grupos maiores para ganhar força.
— Vamos trabalhar por uma Klan unificada ou uma aliança — diz Brent Waller, “mago imperial”, um título de liderança, dos “Cavaleiros Brancos Unidos de Dixie”, no estado do Mississippi.
Em uma série de entrevistas à agência de notícias “Associated Press”, seus líderes afirmam considerar que a política nos EUA está indo ao seu encontro, com uma mentalidade nacionalista de “nós contra eles” ganhando terreno em toda nação. Eles apontam, por exemplo, que interromper ou limitar a imigração — um desejo da Klan que data dos anos 1920 — é uma causa maior do que nunca. E destacam ainda que as inscrições aumentaram neste fim do segundo mandato do presidente Barack Obama, embora poucos deles forneçam números.
Se juntar à Klan é tão fácil quanto preencher um formulário — desde que você seja branco e cristão. Integrantes podem visitar uma loja on-line para comprar seus característicos roupões brancos de algodão por US$ 145, embora muitos se deem ao “luxo” de comprar a versão de US$ 165 feita de cetim.
Embora a Klan tenha aterrorizado minorias durante boa parte do século passado, seus líderes agora se apresentam ao público mais virulentos do que violentos. Lideranças de diversos grupos dizem ter regras contra a violência a não ser que seja em autodefesa, e mesmo opositores concordam que a KKK baixou o tom após vários membros irem para a prisão por ataques incendiários, espancamentos, atentados a bomba e tiros anos depois dos fatos terem ocorrido.
— Embora a Klan de hoje ainda esteja envolvida em atrocidades, ela não é de forma alguma tão violenta quanto a Klan dos anos 1960 — avalia Mark Potok, do Centro Legal para a Pobreza do Sul, grupo de advocacia que se dedica a acompanhar as atividades de organizações que considera extremistas. — Isso não significa, porém, que ela é um grupo benigno que não se engaja em violência política.
Hoje, alguns líderes da Klan falam com a imprensa abertamente, articulando planos ambiciosos que incluem construir força política. Alguns grupos fazem até convenções anuais para discutir estratégias que incluem eleger membros para cargos políticos locais e recrutar “sangue novo” via internet. É difícil calcular quanto integrantes tem a KKK nos EUA hoje, mas estimativas apontam para não mais de 6 mil, pouco frente os 2 milhões a 5 milhões que tinha nos anos 1920.
A Polícia Civil do Piauí colheu depoimento de Rodrigo Fernandes das Dores de Sousa, 27, irmão do ex-goleiro Bruno Fernandes, em que ele indica o local onde estariam os restos mortais de Eliza Samudio. A informação foi confirmada ao UOL nesta segunda-feira (4) pela assessoria da Polícia Civil do Piauí.
O depoimento foi colhido por meio de carta precatória pelo delegado Elídio Duarte, chefe da Delegacia de Polícia Interestadual do Piauí. Na fala ao delegado, ele teria indicado que os restos mortais da ex-amante de Bruno estariam em uma cidade do interior de Minas Gerais.
A assessoria de imprensa da polícia não soube informar qual foi o dia do depoimento, que ainda será enviado para averiguação.
O delegado-geral da Polícia Civil, Ridel Batista, disse que o pedido de depoimento foi feito pela Polícia Civil do Rio de Janeiro, que ainda investiga o caso. “Foi um depoimento solicitado pela polícia do Rio em que pegamos alguns fatos da investigação do desaparecimento da Eliza”, resumiu Batista, dizendo que não poderia passar mais detalhes sobre o caso, por exemplo detalhar a cidade onde estariam os restos mortais.
Sumiço
Eliza desapareceu em 2010. Desde então a polícia já tentou localizar seu corpo por diversas vezes. Bruno cumpre pena de 22 anos por ter sido condenado, em 2013, pela morte dela.
No mês passado, o jogador se casou com a dentista carioca Ingrid Calheiros, com quem iniciou relacionamento amoroso durante o processo.
O irmão de Bruno também é suspeito de crimes no Piauí. Em setembro do ano passado, foi preso por suspeita de estuprar uma adolescente em Teresina. Outros estupros também são atribuídos a ele, que está detido em Teresina à espera de julgamento.
Os trabalhadores que perderam o prazo para sacar o abono salarial do PIS/PASEP do ano-base 2014 terão uma nova oportunidade de receber o benefício entre 28 de julho e 31 de agosto de 2016.
A decisão foi anunciada pelo ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, na noite de sexta-feira (1º). Segundo ele, 1,2 milhão de trabalhadores deixaram de sacar o abono dentro do prazo, que se encerrou em 30 de junho deste ano.
A expectativa do Ministério do Trabalho é de que pelo menos 300 mil pessoas possam resgatar o benefício dentro do novo prazo. Foi a primeira vez que o período para saques do abono do PIS/PASEP foi prorrogado.
Até agora o governo pagou mais de 18 bilhões de reais a 22,27 milhões de trabalhadores, o que corresponde a 94,45% do total de pessoas com direito ao abono salarial do ano-base 2014.
Quem pode sacar?
Quem exerceu atividade remunerada durante pelo menos 30 dias em 2014 e recebeu até dois salários mínimos por mês nesse período tem direito de sacar o abono salarial do PIS/PASEP referente aquele ano. Tire aqui suas dúvidas sobre o benefício.
O valor do abono é de 880 reais e, para ter direito a ele, o trabalhador também deve estar cadastrado no PIS/PASEP há pelo menos cinco anos e ter tido seus dados informados corretamente pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (RAIS).
O PIS é o Programa de Integração Social e o PASEP é o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público. Eles são contribuições sociais feitas pelas empresas para financiar os benefícios do seguro-desemprego e do abono salarial.
O PIS é destinado aos funcionários de empresas privadas, regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) . Já o PASEP é destinado aos servidores públicos. Os recursos não sacados retornam ao Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).
Como sacar?
Para sacar o abono do PIS, o trabalhador que possuir Cartão Cidadão e senha cadastrada pode retirar o valor nos terminais de autoatendimento da Caixa Econômica Federal ou em uma Casa Lotérica.
Se a pessoa não tiver o Cartão Cidadão, ela poderá receber o abono em qualquer agência da Caixa mediante apresentação de documento de identificação.
Já os servidores públicos que desejam sacar o abono do Pasep precisam verificar se houve depósito na conta. Caso isso não tenha ocorrido, devem procurar uma agência do Banco do Brasil e apresentar um documento de identificação. Quem tiver dúvidas pode procurar mais informações no site do Ministério do Trabalho.
Veja respostas para suas dúvidas sobre o abono
1) Se eu não sacar o abono do PIS/PASEP referente ao ano de 2014 até o dia 30 de junho de 2016, o que acontece com o meu dinheiro? Nunca mais vou conseguir sacá-lo?
Caso o beneficiário não saque o abono salarial dentro do calendário anual de pagamentos, o valor é devolvido ao Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), e o mesmo só poderá ser sacado posteriormente por meio de ação judicial.
2) Não saquei o abono referente a anos anteriores, como 2013 e 2012, por exemplo. Posso fazer isso agora?
Abonos disponibilizados em exercícios anteriores dependem de autorização judicial para serem disponibilizados novamente.
3) Quando será pago o abono referente a 2015 e 2016? Onde consigo encontrar o calendário oficial?
O abono referente a RAIS ano base 2015 tem seu exercício de pagamentos iniciado em 1º de julho de 2016 e término em 30 de junho de 2017. Os pagamentos referentes ao ano base 2016 só serão definidos em 2017.
4) Trabalhador rural também tem direito ao abono?
Os trabalhadores que têm direito ao abono salarial são aqueles vinculados a empregadores contribuintes do PIS/PASEP —funcionários de empresas privadas, regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), e servidores públicos.
5) O que é o Cartão do Cidadão? Como posso tê-lo?
O Cartão do Cidadão facilita o acesso a benefícios sociais e trabalhistas. Ele pode ser usado em todos os canais de pagamento autorizados pela Caixa, em todo o país. O Cartão é para quem possui FGTS provisionado, rendimentos do PIS, abono salarial ou quem ainda esteja recebendo parcelas do seguro-desemprego.
Com ele, é possível agilizar e garantir mais segurança no processo de pagamento dos benefícios sociais. Todas as pessoas que possuem algum benefício social ou trabalhista para receber podem solicitar o Cartão do Cidadão pelo telefone 0800-726-0207 ou em qualquer agência da Caixa Econômica Federal.
6) Não tenho o Cartão do Cidadão. Consigo sacar o abono mesmo assim?
Sim, consegue. Se você não tiver o Cartão do Cidadão e for funcionário de uma empresa privada (PIS), poderá receber o abono em qualquer agência da Caixa Econômica Federal mediante apresentação de documento de identificação.
Se você for um servidor público (PASEP), deverá primeiro verificar sua conta para checar se o valor já foi depositado automaticamente.
7) Sou funcionário público, mas o abono não caiu automaticamente na minha conta. O que eu faço?
Se você for servidor público e o valor do abono salarial não tiver caído automaticamente na sua conta, será preciso procurar uma agência do Banco do Brasil e apresentar um documento de identificação para receber o benefício.
8) O mês que eu nasci interfere na data que eu posso sacar o meu benefício do abono?
Sim, para os beneficiários do PIS que recebem pela Caixa Econômica Federal. No caso dos beneficiários do PASEP, o número final do cadastro PASEP é o que influencia na data do pagamento.
9) Eu tenho direito ao abono, mas minha empresa não informou corretamente essas informações na Relação Anual de Informações Sociais (RAIS). O que fazer?
Você deve procurar o departamento de recursos humanos da empresa em que trabalha para que as informações sejam retificadas o mais rápido possível.
10) Trabalho com carteira assinada e sei que sou cadastrado no PIS/PASEP, mas não sei meu número de cadastro. Preciso disso para sacar o benefício ou apenas meu documento de identificação é suficiente?
Não é preciso saber essa informação. Você deve comparecer às agências da Caixa (PIS) ou do Banco do Brasil (PASEP) portando um documento de identificação. É possível se informar do número do PIS/PASEP na própria agência.
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