Polícia

PMRN prende filho do secretário de Segurança da PB com drogas em festa RAVE na Via Costeira

A Polícia do Rio Grande do Norte prendeu na manhã deste domingo o jovem Cláudio Felipe Lima, filho do secretário de Segurança da Paraíba, Cláudio Lima (foto), portando 20 comprimidos de Ecstasy e 10 de LSD, segundo informações da Polícia Civil do Rio Grande do Norte.

Ele estava no hotel Imirá participando de uma festa rave, e foi autuado em flagrante delito.

Cláudio Felipe foi levado para a delegacia do Plantão Sul, enquadrado no artigo 38 da nova lei anti drogas, mas já esta liberado, pois apesar da quantidade a autoridade policial entendeu que era para consumo.

Fonte: Cofemac

Opinião dos leitores

  1. Essas festas deveriam ser banidas. 48 horas de muita droga. A música é pretexto. Milhares de jovens alimentando o crime organizado. Um é preso e liberado. Se o governo não faz o papel dele a população faz e a violência se estabelece. Mas não se enganem qualquer um que fosse preso seria liberado imediatamente. Eram todos folhinha de papai.

  2. Tu me ajuda aqui que eu te ajudo ali. Estamos perdidos. Que polícia civil é essa? O macete é vitalizar nas redes sociais, ai num instante a secretaria de segurança dá prioridade pra investigar esse delegado. Coloca o nome desse delegado ai bg. A sociedade tem que saber.

  3. coloca o delegado para consumir isso numa noite… se achar que é para consumo… pela quantidade de droga pagou ate a hospedagem, transporte e consumo. Isso parece determinacao politica. Delegado deveria ser investigado. Pequeno traficante ou medio, trafico é crime.

  4. Delegado FRACO! Se ele consumisse essa quantidade de droga tava era morto, lógico que era para venda ou distribuição. Devia ter encaminhado este traficante para a PF.

  5. Esse tipo de festa tinha que ser banida no RN. Lugar de drogado é na cadeia, é o usuário que sustenta todo o sistema, pais lixo, sem lei.

  6. QUE ABSURDO!!!!

    20 COMPRIMIDOS PARA CONSUMO PRÓPRIO?

    SE ISSO FOSSE VERDADE ESSE JOVEM TERIA UMA OVERDOSE E MORRERIA COM CERTEZA

    ESSE DELEGADO QUE O LIBEROU DECE SER INVESTIGADO POR CORRUPÇÃO.

    OU O PODER JUDICIÁRIO MUDA OU O BRASILEIRO NUNCA VAI DEIXAR DE COMETER CRIMES

    O COSERTO DO BRASIL ESTÁ JUSTAMENTE NO FUNCIONAMENTO DO PODER JUDICIÁRIO, POIS HOJE EM DIA ESSE PODER JULGA 5% DOS PROCESSOS EXISTENTES

    E UMA GRANDE PARTE DOS PROCESSOS IS JULGADORES FAZEM COMO ESSE DELEGADO, NÃO FAZ NADA CONTRA O REU EM TROCA DE ALGO.

  7. Que belo exemplo!!!!!!!!, se não fosse filho do secretario de Segurança da PB tinha continuado preso. Esse Brasil parece que não tem jeito, sempre aquele "jeitinho".

    1. Acredito que não estava passando bem e venderam comprimidos errados, pega leve, a juventude em sua maioria é inconsequente, deixa a ressaca passar, que a família toma conta.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Jornalismo

VOTAÇÃO IMPEACHAMENT: Confiram os resultados por Estado e por Partido

O BG publica o resultado final do impeachment por estado e por partido.

ESTADO:

Dilma só ganhou no Amapá, no Ceará e na Bahia. No Piauí e no Acre, o placar ficou empatado.

No RN o placar foi 7X1 pró-impeachment.

Roraima: 7 a 1

Rio Grande do Sul: 22 a 8 (1 abstenção)

Santa Catarina: 14 a 2

Amapá: 3 a 4 (1 abstenção)

Pará: 10 a 6 (1 abstenção)

Paraná: 26 a 4

Mato Grosso do Sul: 5 a 3

Amazonas: 8 a 0

Rondônia: 8 a 0

Goiás: 16 a 1

Distrito Federal: 7 a 1

Acre: 4 a 4

Tocantins: 6 a 2

Mato Grosso: 6 a 2

São Paulo: 57 a 13

Maranhão: 10 a 8

Ceará: 9 a 11 (1 abstenção e 1 ausência)

Rio de Janeiro: 34 a 11 (1 abstenção)

Espírito Santo: 8 a 2

Piauí: 5 a 5

Rio Grande do Norte: 7 a 1

Minas Gerais: 41 a 12

Bahia: 15 a 22 (2 abstenções)

Paraíba: 9 a 3

Pernambuco: 18 a 6 (1 abstenção)

Sergipe: 6 a 2

Alagoas: 6 a 3

PARTIDO:

PT, PCdoB e PSOL fecharam 100% com Dilma.

Metade dos votos do PDT foi para o impeachment. O PSDB, O DEM, PRB, PPS, e PSL fecharam 100% com Temer.

Rede e PEN se dividiram.

PP: 38 a 4 (3 abstenções)

PDT: 6 a 12 (1 abstenção)

PSB: 29 a 3

Rede: 2 a 2

PMDB: 59 a 7 (1 ausência)

PSDB: 52 a 0

PSD: 29 a 8

PR: 26 a 10 (3 abstenções e 1 ausência)

DEM: 28 a 0

PRB: 22 a 0

PROS: 4 a 2

PSL: 2 a 0

PT: 0 a 60

PCdoB: 0 a 10

PPS: 8 a 0

PTN: 8 a 4

PSC: 10 a 0

SD: 14 a 0

PSOL: 0 a 6

PHS: 6 a 1

PV: 6 a 0

PEN: 1 a 1

PMB: 1 a 0

PTdoB: 2 a 1

Opinião dos leitores

  1. Dep. Zenaide foi a unica verdadeira representante deste estado, não digo isto pelo voto, mas digo pela coragem de falar o que os babões acovardados querendo aparecer na TV e mandar abraços e beijos para esposas, filhas, netas cachorros, papagaios em um momento tão serio. Parabéns Deputada, falou tudo.

    1. Esse voto vai custar um mandato, nunca mais ganha a eleição, para deputada federal.

  2. Parabéns aos deputados do RN e todos os outros de outros estados que em reconhecimento e respeito aos votos de seus eleitores votaram à favor do impeachment.Esses sim, merecem serem votados em 2018. Iremos guardar às votações no Senado, os senadores precisam respeitar os eleitores que o elegeram votando à favor do impeachment, porque nós brasileiros e brasileiras já não aguentamos mais esse desgoverno junto com a ptzada colocando-nos no fundo do poço com essa crise econômica e mais de dez milhões de brasileiros ficando desempregados.

    1. Essa é mais uma dos #SomosTodosCunha e com certeza vivia na Suécia dos trópicos nos anos 90, sem desemprego, inflação, sem apagão, nem país quebrado….

    2. Este é o motivo deste estado estar sempre na M_ _ _ _. Aplaudir estes caras que navegaram na correnteza, apagados e inúteis, perderam tudo para os estado vizinhos, todas as disputas com PE, CE, BA, PB nunca ganham nada.

  3. Com certeza esse voto do PDT vai influenciar nas eleições para prefeito foi um tremendo gol contra.

  4. Mas teve deputado daqui que só mudou no apagar das luzes. Esperou o máximo que pôde para mudar de opinião ao perceber a possibilidade do impeachment ser aceito. Assim fica fácil, brincar de gangorra.

  5. Vergonha essa dep. Zenaide Maia o que danado ela foi fazer em brasília 2018 vem ai.

  6. Bela resposta dos Deputados potiguares às injustiças praticadas pelos Governo do PT com o RN. Fomos esquecidos da Transnordestina; a transposição do Sâo Francisco não nos contempla na forma que deveria; mesmo com o petróleo, a tão sonhada refinaria não veio para cá, dentre tantas outras preterições em prol dos Estados vizinhos de Pernambuco e Ceará. Mas, hoje, a resposta dos representantes potiguares veio!!

    O RN deveria utilizar tal resultado inclusive turisticamente. Fomos o Estado nordestino que proporcionalmente mais votou pelo impeachment. Nossos concorrentes, o Ceará e a Bahia, adotaram caminho inverso. Os sulistas não gostaram e bem que poderiam receber tais dados, e criar uma empatia maior pelo RN em face dos outros Estados.

    1. Agora pega o q os tucanos fizeram pelo RN e o NE e compara com o governo do PT. Se for honesta terá vergonha do q escreveu.
      17 IFs te diz algo?
      Duplicação da 101 te diz algo?
      Ampliação da refinaria Clara Camarão te diz algo?
      Complexo da Arena das dunas te diz algo?
      Ampliação da UFRN e varios campi no interior te diz algo?
      Natal 100%Saneada te diz algo?
      Várias UPAs pela cidade te diz algo?
      ……

    2. Antes do PT Fernando de Noranha, varias empresas sairam do RN por incompetencia destes filhotes de deputados.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Jornalismo

Manifestantes pró e contra Dilma rejeitam Temer, aponta Datafolha

"GALERIA GOVERNO" - Multidão acompanha votação dos deputados sobre decisão do encaminhamento do impeachment da Avenida Paulista

A rejeição ao vice-presidente Michel Temer une os movimentos favoráveis e contrários ao impeachment, segundo pesquisa do Datafolha.

O instituto entrevistou manifestantes que participaram de atos contra e a favor do governo Dilma Rousseff neste domingo (17), em São Paulo.

Na avenida Paulista, onde foi promovido um protesto pela queda de Dilma, 54% dos entrevistados, de acordo com o Datafolha, disseram ser favoráveis ao impeachment também de Temer. Ele assumirá a Presidência caso o impedimento da petista seja confirmado no Senado.

A expectativa quanto a um eventual governo Temer também não é positiva: a maioria dos manifestantes da Paulista (68%) acredita que a gestão dele será regular ou ruim/péssima. Segundo estimativa do instituto, estiveram na avenida 250 mil pessoas.

A avaliação de Temer é ainda pior entre os manifestantes que estiveram no Vale do Anhangabaú (centro de São Paulo), onde foi realizado um ato contrário ao impeachment de Dilma, também neste domingo, com público estimado em 42 mil.

Entre esses manifestantes, 79% defendem que Temer também seja afastado e 88% entendem que o governo dele será ruim ou péssimo.

Segundo pesquisa do Datafolha feita em março, entre a população brasileira geral, 35% entendem que o governo do peemedebista será ruim/péssimo e outros 35% preveem que será regular.

O Datafolha ouviu 1.147 pessoas no Anhangabaú e 2.078 pessoas na região da avenida Paulista entre 15h e 22h. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, na pesquisa feita com os movimentos favoráveis a Dilma e de dois pontos percentuais no protesto contra a presidente

CUNHA

Outro fator que une os manifestantes do Anhangabaú e da Paulista é a cassação do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Na mobilização pró-Dilma, 94% disseram ser favoráveis ao afastamento do deputado federal, que conduziu o processo de impeachment até agora.

Na avenida Paulista, o índice foi parecido: 87% declararam apoio ao afastamento do congressista, que é réu no Supremo Tribunal Federal.

Em relação ao afastamento de Dilma, os resultados são opostos. Os manifestantes no Anhangabaú se mostraram céticos sobre a saída dela do cargo: 77% consideram que ela não acabará de fato afastada. Na avenida Paulista, a expectativa é a inversa: 94% creem que a presidente deixará o cargo.

A exemplo de grandes protestos anteriores, tanto na Paulista quanto no Anhangabaú o perfil dos manifestantes se manteve elitizado. Na manifestação pelo impeachment, 31% disseram ter renda superior a dez salários mínimos, enquanto na população do município o índice é de 11%.

No ato favorável à presidente, 61% declararam que possuem curso superior –na cidade de São Paulo o índice é de 28%.

Folha SP

Opinião dos leitores

  1. SEGUNDO O SOCIÓLOGO CHICO DE OLIVEIRA, DE ESQUERDA, EX-PETISTA, UM DOS FUNDADORES DO PARTIDO, DIZ QUE LULADRÃO NÃO TEM ESCRÚPULO. ELE DIZ QUE LULA É MUITO MAIS LIBERAL QUE FERNANDO HENRIQUE CARDOSO. ESSE NEGÓCIO DO PT DIZER QUE OS OUTROS PARTIDOS SÃO NEOLIBERAIS É FALÁCIA PARA CONFUNDIR A OPINIÃO PÚBLICA. ACORDA BRASIL!

  2. Agora thau processo de cassação de Cunha, Thau Lava a Jato, Thau Petrobrás-Pré-Sal, Thau direitos trabalhistas e previdenciários…
    Viva os empresários, viva a Rede Globo, viva a volta do Neoliberalismo…

  3. O mesmo trabalho de vigilância e fiscalização serve para o próximo que vier….Esse que estar não vale nada, infelizmente não estar escrito na testa quem presta e quem não presta, aguardemos para ver se esse vai ajustar o país para dias melhores, com mais perspectivas e desenvolvimento que tanto precisamos…

  4. Nada poderá ser pior que o PT. O Brasil começará a melhorar e, prá isso, temos que tirar essa quadrilha do poder.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Impeachment de Dilma é maior derrota de Lula

Por Josias de Souza

Ninguém declarou ainda, talvez por pena, mas o principal derrotado com o avanço do impeachment é Lula. Se o Senado ratificar a decisão da Câmara, mandando a presidente para casa mais cedo, Dilma fará as malas, avisará aos netos que está voltando para Porto Alegre e emitirá um aviso aos repórteres: “Vocês não terão mais Dilma Rousseff para chutar.” Lula não pode se dar ao luxo de sair de cena. Terá de se reinventar sem descer do palco. E com a Lava Jato a lhe roçar os calcanhares de vidro.

Depois de passar à história como primeiro presidente a fazer a sucessora duas vezes, Lula reescreve o verbete da enciclopédia como o único mandatário que é desfeito pela própria criatura. Dilma ajudou bastante, mas é Lula o principal responsável pelo desastre. Primeiro porque o petrolão, espécie de mensalão hipertrofiado, foi urdido na gestão dele. Segundo porque o fiasco econômico que estilhaça a presidência de Dilma é decorrência natural do mito da supergerente, um conto do vigário de Lula em que a maioria dos brasileiros caiu.

A reivenção de Lula será um triste espetáculo. Já estava habituado a derrotas. Perdeu três eleições presidenciais. E sempre levantou, sacudiu o pó e seguiu adiante. Mas dessa vez é diferente. Lula caiu do alto de sua empáfia. Por enquanto, comporta-se como o sujeito que, tendo despencado de um edifício de dez andares, ao passar pelo quarto piso, exclama: “Até aqui tudo bem.”

Quando notar que o chão se aproxima com a velocidade de um raio, Lula iniciará a fase da negação. Repetirá em público o que diz em privado desde o início do segundo reinado de madame: 1) “Dilma não ouve o que eu digo”; 2) “Quando ouve não faz.” As frases são injustas e inúteis. São injustas porque Dilma nunca escondeu a devoção que dedica ao criador. São inúteis porque, depois que Dilma terceirizou sua gestão ao criador, qualquer criança de cinco anos sabe que Lula enxerga no espelho a imagem de um culpado.

Ele chegou a esta condição por seus próprios deméritos. Por dois mandatos, abasteceu sua base congressual de propinas. O mensalão secou antes que a cúpula do PT fosse para a cadeia. Mas havia um insuspeitado petrolão. Deflagrada sob Dilma, a Lava Jato emparedou os corruptos. E mandou para cadeia os corruptores. A jazida mixou. Deu-se, então, o previsível: a interrupção do fornecimento regular de propinas converteu aliados em traidores.

Há na Câmara 102 deputados filiados a partidos de oposição. O impedimento de madame foi aprovado por uma massa de impressionantes 367 votos. Nessa conta há 265 silvérios. Quer dizer: os governos financiaram o que agora chamam de “golpe”. Dilma foi picada pelas serpentes “golpistas” que os esquemas da era Lula engordaram. A mais venenosa chama-se Eduardo Cunha.

Opinião dos leitores

  1. Um partido que muitos acreditaram e se decepcionaram foi jogado na lata do lixo por quem deveria cuidar.

    1. Não esqueça do Renan, caro petista. A Lava jato vai fazer a sua parte e ainda vai sobrar pro canalha de nove dedos e prá mais uma porção de bandidos vermelhos que estão assaltando o nosso Brasil. O PT foi a maior fraude política da história do nosso país.

    2. Esses são ruins lá não serve mais ao planalto e Renan, não é bandido, tem nove inquéritos contra ele, é mas ainda serve ao planalto, será q o PT vai dizer q Renan é bandido no dia da votação no senado como disse com cunha? Acho q não, a não ser q Renan declare seu voto contrário antes… são todos faria do.mesmo saco, não defendam ladrão nem de um lado nem.de outro, vamos passa o Brasil a limpo… isso não é torcida de time de futebol, estamos falando do futuro dos nossos filhos… se liguem não sejam massa de manobra enquanto esses libabais surupiam nossos impostos…

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Polícia

IMPEACHMENT: Fátima Bezerra diz que o sentimento é de luto, indignação diante dessa fraude e farsa

Fatima

Opinião dos leitores

  1. Só votei nessa criatura por falta de opção mesmo, afinal wilma guerreira é uma das responsáveis pela situação do nosso estado. Mas me arrependi também, devia ter votado nulo
    Fátima terá a resposta da sociedade nas próximas eleições

  2. É uma situação um tanto a se pensar…. Ora, como um partido que zela pelos trabalhadores desse país, tendo sua presidenta e um bocado mais de lutadores da causa, permite que quase 10 MILHÕES que pessoas fiquem desempregadas, sem perspectiva de que nd vá melhorar….que quebra um país de um jeito inimaginável…que quanto mais se busca por CORRUPÇÃO, mais se acha…. Senadora de ninguém, parece doida, obcecada por um líder que desonra uma nação já tão calejada com falas promessas de dias melhores…. Já deu, e não deu pra vcs…temos que mudar e mudar, até um dia que apareça algum que preste, ou que seja menos ruim….

  3. Não tenho como rebater as palavras da Senadora, afinal de golpe e de fraude ninguém entende mais que o PT.

  4. Infelizmente eu votei nessa mulher para Vilma não ganhar, um erro, deveriater votado nulo, esta senhora não é pelo povo e sim pelo PT

  5. Essa senadora decepcionou todo RN, está na hora dela voltar para Nova Palmeira PB. Os norte riograndenses não irão mais se iludir com suas mentiras, o PT junto com Dilma colocaram o país no fundo do poço.

  6. Na hora da votação o PT, e o PC do B votaram com raiva e ódio passaram a imagem de quem estavam doentes babando e espumando pareciam cachorros doentes querendo morder as pessoas, dessa forma não vão conquistar ninguém.
    Senadora votei na senhora mais na próxima eleição quero meu voto de volta.

  7. Essa maluca pensa que o povo vai na onda dela… Quer dizer que a Suprema Corte faz parte de um golpe? Quer dizer que a OAB NACIONAL faz parte de um golpe? Quer dizer que mais de 80% do ´povo brasileiro fazem parte de um golpe? Vai te catar Fátima, votei em você nunca numa organização criminosa que quer implantar no Brasil e América do Sul um falso e criminoso sistema politico, doando esmola para se manter no poder….

  8. Coitada dessa Senadora sempre eleita através do estelionato eleitoral provocado e patrocinado pela quadrilha do PT. A senhora não tem condições nenhuma de representar o nosso estado. Nunca mais será eleita e deveria inclusive ir embora do nosso estado.

  9. Vai permanecer de luto por muito tempo. O seu partido caiu depois de muitos, mas muitos erros, como o mensalão, o Petrolão, as mentiras de campanha, a inflação e o desemprego alto, a produtividade baixa e as pedaladas que levaram o país a um rombo financeiro de 60 bi. É pouco é? Agora quanto a Cunha e outros, acredito que Moro vai expulsa – lo de lá, como acredito na prisão do seu chefe.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Com 367 votos a favor e 146 contra, impeachment é aprovado na Câmara e segue para o Senado

A Câmara dos Deputados aprovou neste domingo o pedido de abertura de processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff, tornando seu afastamento da Presidência praticamente irreversível. Foram no total 367 votos a favor e 146 contra o impedimento, somando a este último grupo as abstenções.

A presidente é acusada pelas chamadas pedaladas fiscais e por ter editado decretos orçamentários sem autorização do Congresso. Dilma nega crime de responsabilidade e tem afirmado que o pedido de impeachment é uma tentativa de golpe.

Agora o pedido de abertura de processo de impedimento irá ao Senado, que poderá rejeitar e arquivar o caso ou autorizar a instalação do processo, cenário que implicaria no afastamento de Dilma do cargo por até 180 dias, período em que o vice-presidente Michel Temer (PMDB) assumiria a Presidência da República interinamente.

A avaliação geral é que, uma vez aprovado pela Câmara, é muito difícil que o governo consiga segurar o impeachment no Senado.

A Advocacia-Geral da União (AGU) poderá recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar barrar o impeachment a qualquer momento do trâmite do caso.

Se o processo chegar a ser julgado pelo Senado e Dilma for condenada, ela será a primeira presidente no Brasil a perder o cargo desde o impeachment do ex-presidente Fernando Collor de Mello, em 1992.

O processo de impeachment ocorre em meio à grave crise econômica e política, aumento do desemprego, inflação elevada e desequilíbrio das contas públicas.

Durante o dia, uma série de manifestações contra e a favor do governo Dilma ocorreram no país. Em Brasília, um muro de mais de 1 quilômetro de extensão no meio da Esplanada dos Ministérios para evitar confronto entre os manifestantes era um retrato da divisão do Brasil também nas ruas, não apenas no Congresso.

Reeleita em outubro de 2014 pela margem mais estreita desde a redemocratização do país, Dilma não vem tendo vida fácil desde o início do atual mandato.

Com baixíssima popularidade, fraco apoio do Congresso e tendo a operação Lava Jato, que investiga um esquema bilionário de corrupção, como um fator imponderável permanente, o governo está virtualmente paralisado, sem conseguir encaminhar qualquer agenda positiva no Congresso para tirar o país da recessão.

Na votação na Câmara, o Planalto perdeu votos que tinha como certos contra o impedimento de Dilma, inclusive do PDT, legenda que fechou questão para ficar do lado do governo.

Entre os votos comemorados pela oposição estão os dos deputados Nelson Meurer (PP-PR), considerado muito próximo ao governo, e do ex-ministro dos Transportes dos governos de Luiz Inácio Lula da Silva e de Dilma, Alfredo Nascimento (PR).

As deputadas peemedebistas Magda Moffato (GO) e Jéssica Sales (AC) entravam na conta do governo como indecisas e votaram a favor do impeachment, em exemplos do efeito manada que o Planalto temia na votação.

Ao longo da semana passada, partidos com número expressivo de deputados manifestaram apoio ao impeachment, entre eles PP e PSD. Mesmo dentro do Palácio do Planalto os ânimos foram esfriando à medida que a votação no plenário se aproximava.

Em um sinal de que antevia uma derrota na Câmara, o governo recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF) na última quinta-feira para tentar impedir a votação deste domingo, mas não teve sucesso.

Terra

Opinião dos leitores

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Polícia

Segurança Pública considera pacíficas as manifestações em Natal

A Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (Sesed) não registrou nenhuma ocorrência relacionada as manifestações populares deste domingo (17), em Natal. Durante todo o dia, o Gabinete de Gestão Integrada Estadual (GGI-E), órgão executivo composto por representantes do poder público das diversas esferas e por representantes das diferentes forças com atuação na área da segurança pública, esteve monitorando, em tempo real, por meio de sistemas de videomonitoramento e por profissionais velados do serviço de inteligência todos os acontecimentos que ocorriam nos locais de concentração.

A quantidade de pessoas que saíram às ruas para defender a permanência de Dilma Roussef, na Praça do Bairro do Mirassol, quanto àqueles que desejavam o impeachment da presidente, na Praça Cívica, no Bairro Petrópolis, foi semelhante variando entre 1.200 a 1.500. O horário de maior concentração de pessoas nestes locais foi entre às 17:30h e 18h.

Um efetivo de cerca de 450 profissionais extras, entre agentes de segurança pública e trânsito, foi disponibilizado pelos governos Federal, Estadual e Municipal especialmente para os eventos.

A Polícia Civil atuou com Delegacias Móveis completas, que funcionaram nas proximidades dos eventos, sendo compostas por delegados, agentes e escrivães, para registro de ocorrências. Além disso, equipes extras da Delegacia Especializada de Combate ao Crime Organizado (Deicor) também estiveram circulando nos eventos. O funcionamento das delegacias de plantão Zona Norte e Sul ocorreu normalmente.

A Polícia Militar contará com diversas unidades operacionais distribuídas em pontos estratégicos do percurso. O Comando de Polícia Rodoviária Estadual (CPRE), por exemplo, realizou barreiras nos perímetros das Praças onde foram deitas abordagens a veículos e pessoas em atitude suspeita. O Corpo de Bombeiros Militar participou com cerca de 30 militares especializados no atendimento pré-hospitalar e combate a incêndio.

A PRF manteve equipes de prontidão na BR 101 e reforçou barreiras nas rodovias que dão acesso à Natal. A STTU ficou responsável pelos desvios dos fluxos de trânsito, principalmente relacionados ao itinerário dos ônibus que trafegam naquelas áreas.

Opinião dos leitores

  1. Pelo menos não tinha direito a voto. Menos mal. Já os que votaram, o futuro responderá pelo golpe.

    1. Tchau, querida. E vocês, militantes petistas, aguardem novos desdobramentos da Lava Jato. Aconselho, também, a separar dinheiro prá participar de outras "vaquinhas" prá pagar multas de petistas condenados, igual fizeram com o Zé Dirceu, enquanto ele embolsava milhões em propinas, por palestras fictícias. Otários militantes.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Wagner diz que decisão da Câmara ameaça ‘interromper democracia’

O ministro chefe do gabinete da presidente Dilma Rousseff, Jaques Wagner, afirmou na noite deste domingo, por meio de nota, que a aprovação pela Câmara da continuidade do processo de impeachment ameaça “interromper 30 anos de democracia”. Para o ministro, o processo é um ‘”retrocesso” e uma “página triste virada pelos deputados”. Ele também disse confiar nos senadores, que deverão analisar o caso a partir de agora.

A Câmara alcançou às 23h08 deste domingo, os 342 votos necessários para que tenha prosseguimento no Senado o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Os senadores podem agora manter a decisão dos deputados e instaurar o processo ou arquivar as investigações, sem analisar o mérito das denúncias.

“Foi um retrocesso a instauração de processo de impeachment contra a Presidente da República, Dilma Rousseff, eleita por 54 milhões de votos e sem nenhum processo e crime de responsabilidade. De modo que a decisão da Câmara dos Deputados ameaça interromper 30 anos de democracia no país”, afirmou Wagner na nota.

“Digo que é um retrocesso porque se trata de um impeachment orquestrado por uma oposição que não aceitou a derrota nas últimas eleições, e que não deixou a presidenta governar, boicotando suas iniciativas e a retomada do desenvolvimento do país”, completou.

“Foi uma página triste virada pelos deputados que concordaram com argumentos frágeis e sem sustentação jurídica do relatório do deputado Jovair Arantes.”

Veja a íntegra da nota:

Foi um retrocesso a instauração de processo de impeachment contra a Presidente da República, Dilma Rousseff, eleita por 54 milhões de votos e sem nenhum processo e crime de responsabilidade. De modo que a decisão da Câmara dos Deputados ameaça interromper 30 anos de democracia no país.

Caberá ao Senado processar e julgar a presidente Dilma, que continua no cargo até o final do julgamento. Confiamos nos senadores e esperamos que seja dada maior possibilidade para que ela apresente sua defesa, e que lhe seja aplicada justiça. Acreditamos que o Senado, que representa a federação, possa observar com mais nitidez as acusações contra a presidenta, uma vez que atingem também alguns governadores de estado.

Foi uma página triste virada pelos deputados que concordaram com argumentos frágeis e sem sustentação jurídica do relatório do deputado Jovair Arantes.

Digo que é um retrocesso porque se trata de um impeachment orquestrado por uma oposição que não aceitou a derrota nas últimas eleições, e que não deixou a presidenta governar, boicotando suas iniciativas e a retomada do desenvolvimento do país.

Os deputados fecharam os olhos às melhorias dos últimos 12 anos, aos avanços, à inclusão social, índices históricos de crescimento econômico e à redução da pobreza.

G1/DF

Opinião dos leitores

  1. "Poeta" Comece a se preocupar com o seu pescoço…. Logo logo vc vai perder o foro privilegiado…. Aí já viu!!!!…vai sentar no colo do Dr Juiz de Curitiba… Kkkkk

  2. O que realmente ameaça a democracia brasileira é justamente o PT. Essa cambada comunista sonha em implantar por aqui uma ditadura de esquerda, aos moldes venezuelanos. Essa corja detesta a democracia e só faz uso dela prá tentar enganar o nosso povo. O PT foi a maior fraude eleitoral da história do Brasil.

  3. Melhorias camufladas. Veja as melhorias que esse troço vomita: Pedaladas com rombo de 60 bi nas contas public as, Petro bras falida, inflaçäo e desemprrgo Alta. Emfim um caos.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

HISTÓRICO: Maioria aprova em votação na Câmara seguimento em processo do impeachment de Dilma

A Câmara dos Deputados aprovou há pouco a abertura do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT). A barreira de 2/3 dos votos necessários da Casa para a continuação do rito foi atingida.

A votação continua, mas 342 parlamentares, entre os 513 da Casa, já votaram a favor.

A derrota na Câmara não significa o afastamento imediato de Dilma. A decisão dos deputados precisará ainda ser confirmada por maioria simples pelo Senado, o que deve acontecer até o início de maio.

Na primeira etapa do processo, que durou 43 horas, quase 120 deputados discursaram.

Em São Paulo, manifestação a favor do impeachment reuniu 250 mil pessoas na avenida Paulista, de acordo com o Datafolha. Ato contra a saída da presidente Dilma teve 42 mil pessoas no Vale do Anhangabaú.

O QUE ACONTECE AGORA

O processo seguirá para o Senado dias após a votação (possivelmente, entre 18 e 19 de abril) e uma comissão será formada para avaliá-lo. Só o Senado pode processar e julgar um presidente da República.

É preciso avaliar de novo?

Sim. O trabalho no Senado é diferente do que já foi feito, uma vez que a comissão da Câmara só avalia a admissibilidade, ou seja, se o processo tem condições ou não de seguir. A comissão do Senado deve se reunir entre os dias 21 de abril e 02 de maio. O parecer final é encaminhado ao plenário para uma nova votação. O processo só deve continuar se 41 dos 81 senadores (maioria simples) concordarem com ele.

E se o Senado aceitar o pedido?

A presidente é afastada por um período de 180 dias e o vice-presidente Michel Temer assume o cargo. Dilma recebe um prazo de 20 dias para apresentar nova defesa.

Dilma deve deixar o Palácio da Alvorada?

Não. Como explica Flávio de Leão Bastos Pereira, professor de Direito Constitucional do Mackenzie, a presidente não é obrigada a deixar a residência oficial durante o período que não exerce a presidência. Durante o afastamento, no entanto, ela recebe apenas metade de seu salário (que atualmente é de R$ 30.934,00).

E por quanto tempo o Senado pode julgar a presidente?

Os senadores dispõem de 180 dias para julgar se Dilma é responsável pelos crimes de responsabilidade apontados no processo. Se eles decidirem usar todo o tempo, o processo termina em outubro deste ano.

Como funciona a votação final?

A sessão é presidida pelo ministro do Supremo Tribunal Federal. O impeachment é aprovado se dois terços dos senadores (54 dos 81) votarem a favor. Se Dilma for condenada, perde o mandato e se torna inelegível por oito anos. Se for absolvida, volta automaticamente ao cargo e recebe o valor que deixou de receber enquanto estava afastada.

UOL, e Folha de SP

Opinião dos leitores

  1. Booooraaaa! Pra cima do senado! Faz as malas, Dilma. Vai pra caixa prego e não volte! E se Temer, pisar na bola… pra cima dele!

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Governo já reconhece oficialmente a derrota

Agora é oficial: governo acaba de reconhecer derrota na votação do impeachment. Acabam de me dizer dois ministros de Estado.

Blog do Moreno, O Globo

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

FOTOS: Veja como está a manifestação contra o impeachment neste momento em Natal

 

 

FOTOS: Via Certa

Opinião dos leitores

  1. Meia duzia de MILITONTOS com MICROCEFALIA e Amine sia total, Fora CORRUptUS, o Brasil tem Gente DECENTE,HONESTA e TRABALHADORA para soerguermos nossa PÁTRIA assaltada por uma MAFIA desqualificada e cínica.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

PT e ministros defendem que Dilma reduza mandato e lance ‘diretas já’

16104162Foto: Alan Marques – 13.abr.2016/Folhapress

O diretório do PT deve discutir na terça-feira (19) que Dilma Rousseff envie ao Congresso Nacional proposta de redução de seu próprio mandato e de convocação de eleições presidenciais ainda neste ano, junto das eleições municipais do país.

A ideia é que a presidente anuncie que abre mão de dois anos de mandato mesmo que chegue a ser inocentada de crimes de responsabilidade pelo Senado, que julgará se a petista é ou não inocente e se deve ser afastada em definitivo do cargo, consumando o impeachment.

No mesmo projeto, Dilma estabeleceria que, assim como ela ficou seis anos na Presidência, o sucessor, escolhido pelo voto direto, teria mandato de seis anos, sem reeleição.

Há pequenas variações em torno do tema. Alguns dirigentes do PT, por exemplo, acreditam que Dilma não deve incluir na proposta de eleições a sugestão de novo período para o mandato presidencial nem o fim da reeleição.

Outros têm dúvidas sobre a conveniência de a própria presidente figurar oficialmente como autora da proposta ou se o melhor seria ela apenas encaminhar a sugestão do partido, que seria assinada também por outras legendas.

A ideia de redução do mandato de Dilma e da convocação de “diretas já”, se aprovada no PT, pode ser levada oficialmente à presidente nos próximos dias.

A proposta conta com apoio entusiasmado de parlamentares do partido e até mesmo de ministros. Outras legendas já foram informadas e podem aderir a ela.

O discurso será o de que Dilma busca uma solução para a grave crise política que o Brasil atravessa, mas que não será resolvida por um presidente, Michel Temer, que não teria legitimidade por chegar ao poder por meio de um “golpe”, segundo os que defendem a tese, e de forma indireta.

Um presidente eleito diretamente teria legitimidade e maior apoio para comandar o país em situação tão delicada, defendem. Ao mesmo tempo, acreditam, a população não seria “excluída” da solução do problema, como ocorreria no impeachment.

“Quem foi às ruas contra o governo queria Temer na presidência e Eduardo Cunha como seu vice? O Temer não tem legitimidade. Ele se aproveitou de manifestações populares para assaltar o poder”, diz o senador Lindberg Farias (PT-RJ). “Ele tem 60% de rejeição e só 1% de votos. Se esse golpe contra a Dilma se confirmar, não tenho dúvida de que ele cai em seis meses, pela pressão da população por ‘diretas já’.”

Ele diz que a bancada do PT no Senado já discutiu a ideia e que a maioria dos parlamentares dá apoio a ela. Afirma também que já conversou com senadores do PDT e do PSB, por exemplo, e que um projeto de diretas teria o apoio de parlamentares de outros partidos.

A proposta também já é discutida na Câmara. O deputado Wadih Damous (PT-RJ) afirma que “as ‘diretas já’ são única solução para a crise que será agravada se vingar esse golpe contra a presidente”.

O deputado Alessandro Molon, da Rede, afirma que seguramente o partido “estaria aberto a discutir a conveniência da proposta, pois já vinha defendendo a realização de eleições”.

Mônica Bergamo, Folha de SP

Opinião dos leitores

  1. Ela já recebeu cartão AMARELO, só falta o vermelho para cair fora. Nada de encurtar mandato, fora pt.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

No Planalto, aliados reconhecem derrota com menos votos que previsto

O mapa de votações do Palácio do Planalto apontava derrota do governo quando o processo chegou ao Estado do Rio Grande do Norte. Pelos cálculos do governo, neste Estado, o governo deveria estar com 115 votos, mas conseguiu 95 no total, 20 votos a menos.

Com isto, a equipe da presidente Dilma já reconhecia que seria derrotada. Nas palavras de um assessor, apenas um milagre poderia mudar o placar, o que, pelas projeções, não teria condições de ocorrer. A expectativa é que o governo feche a votação com cerca de 140 votos favoráveis e o PMDB e a oposição com cerca de 360.

O Palácio do Planalto definiu que, neste domingo (17), quem irá se pronunciar pela presidente Dilma será o ministro José Eduardo Cardozo (Advocacia-Geral da União), responsável pela defesa da petista.

O governo deve entrar no STF (Supremo Tribunal Federal) contra o mérito do pedido de impeachment, mas ainda não está definido quando isto irá acontecer.

Folha Press

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *