Política

Deputado renuncia à presidência do PR ao votar a favor do impeachment

O deputado Alfredo Nascimento (PR-AM) anunciou, ao votar na sessão deste domingo (17) da Câmara a favor do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, que renunciou à presidência nacional do partido.

A orientação da Executiva Nacional do PR (Partido da República), da base governista, foi pelo voto contra o impeachment. Mas a Executiva não estipulou punição para os parlamentares que votassem a favor.

“Presidente, como sabe vossa excelência, eu presido nacionalmente o Partido da República. E numa reunião da executiva do nosso partido, realizada de forma democrática, majoritariamente o partido resolveu encaminhar pelo ‘não’. Em respeito ao meu partido, em respeito aos meus colegas parlamentares, eu quero comunicar a esta Casa que renuncio ao meu mandato de presidente nacional do Partido da República porque entendo meu voto de forma diferente”, declarou Nascimento ao votar.

Alfredo Nascimento, ex-senador, foi ministro dos Transportes em 2011, primeiro ano do primeiro mandato de Dilma na Presidência da República. Naquele ano, Nascimento foi o primeiro a deixar o governo na chamada “faxina ética”, em que acusados de irregularidades eram demitidos.

No último dia 11, o deputado Maurício Quintella Lessa (PR-AL) renunciou à liderança do partido na Câmara por defender o impeachment. O sucessor na liderança, Aelton Freitas (PR-MG), assumiu o comando da bancada e anunciou apoio à presidente.

G1

Opinião dos leitores

  1. A SENHORA TA VOTANDO CONTRA O POVO POQUE TEM RABO PRESSO SE NAO VOTA A FAVOR JOAO MAIA PEDEM AMAMADINHA MAIS 2018 VEM AI NUNCA MAIS A SENHORA SE ELEGEM

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Polícia

Homem é preso na Paulista após cortar pato inflável da Fiesp

presopatoPoliciais militares prendem suspeito de furar pato de borracha inflável na entrada do prédio da Fiesp, na Av. Paulista – Agência O Globo

Um homem foi detido por policiais militares na avenida Paulista, na manhã deste domingo, acusado de cortar o pato gigante inflável da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). O pato é usado como símbolo da campanha contra aumento de impostos intitulada “Não vou pagar o pato”.

Segundo a Polícia Militar, o acusado portava uma faca e teria cortado o pato inflável por volta das 8h30m. Ele foi levado, algemado, ao 78º DP, no bairro do Jardins, zona sul da cidade.

A Fiesp disse que a entidade tem quatro patos e confirmou que um deles foi atacado pelo acusado. O principal tem 112 metros de altura e já está colocado na Avenida Paulista, em frente à sede.

Também em São Paulo, manifestantes contrários ao impeachment se reúnem no Anhangabaú, centro da cidade. O protesto é organizado por movimentos sociais como a Central Única dos Trabalhadores (CUT), o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) e a Central de Movimentos Populares (CMP).

O ex-senador secretário de Direitos Humanos, Eduardo Suplicy, acompanha o discurso de lideranças de entidades que apoiam o ato, que reúne nesta tarde milhares de pessoas no Centro de São Paulo.

Manifestantes penduraram em um viaduto um boneco enforcado do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB), em um viaduto ao lado do carro do som (foto), com a placa “Cunha 171: corrupto e golpista”.

A leitura do voto do relator pro-impeachment e o discurso de líderes partidários na sessão do impeachment no Congresso Nacional não são transmitidos nos telões instalados no Vale do Anhangabaú. Organizadores alegam problemas técnicos de áudio. No lugar dos discursos, uma banda de forró toca pra multidão pró-Dilma.

O Globo

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esporte

Flamengo bate Bangu, conquista última vaga e pega Vasco nas semis do Carioca

Valeu pela classificação. Vitória de 3 a 0 sobre o Bangu, na tarde deste domingo, em Macaé, garantiu ao Flamengo a última vaga nas semifinais do Campeonato Carioca. Seu adversário será o Vasco, campeão da Taça Guanabara. Os gols do triunfo foram marcados por Marcelo Cirino, no primeiro tempo, Guerrero e Jorge, na etapa final. A outra semifinal será entre Fluminense e Botafogo. O time cruzmaltino joga pela vantagem do empate no duelo em jogo único.

Com informações do Globo Esporte

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esporte

Vasco vence o Fluminense em clássico e conquista 12ª Taça Guanabara

CgRxFS0WIAEeIrvO Vasco conquistou a 12ª Taça Guanabara da sua história. Neste domingo (17), o time cruzmaltino venceu o Fluminense por 1 a 0, na Arena da Amazônia, em Manaus, pela última rodada da segunda fase do Campeonato Carioca.

O gol de Riascos garantiu o título e a vantagem do empate ao time de São Januário na semifinal do Campeonato Carioca.

Com o resultado, o adversário do Vasco (17 pontos) será o Flamengo, que somou 12 pontos e encerrou a Taça Guanabara na quarta colocação.

Já o Fluminense pega o Botafogo e também pode empatar para chegar à final e manter vivo o sonho do título.

FLUMINENSE
Diego Cavalieri; Wellington Silva, Marlon, Renato Chaves (Nogueira) e Giovanni; Edson, Douglas, Gerson, Marcos Junior (Higor Leite) e Osvaldo; Fred (Magno Alves)
T.: Levir Culpi

VASCO
Martín Silva; Madson, Luan (Rafael Vaz), Rodrigo (Diguinho) e Henrique; Marcelo Mattos, Julio dos Santos (Eder Luis), Andrezinho e Nenê; Jorge Henrique e Riascos
T.: Jorginho

Estádio: Arena da Amazônia, em Manaus (AM)
Árbitro: João Batista de Arruda
Auxiliares: Jackson Lourenço Massarra e Diego Luiz Couto Barcelos

Renda: R$ 2.214.000
Público: 28.291 pagantes
Cartões amarelos: Douglas, Fred, Renato Chaves e Edson (F); Jorge Henrique e Marcelo Mattos (V)
Cartões vermelhos: Edson (F); Marcelo Mattos (V)
Gol: Riascos, aos 20min do segundo tempo

Folha Press

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

VÍDEO: Deputada Zenaide Maia justifica voto contra o impeachment; veja

Opinião dos leitores

  1. Que argumentos fajutos! Tenha vergonha Deputada! A única parlamentar da bancada potiguar a votar contra o pedido de impeachment da Presidenta Dilma. Os potiguares não esquecerão seu posicionamento, viu? Nunca mais será eleita pra nada! Seu irmão deixará logo, logo a diretoria que ganhou em troca do seu voto no BB. Vai sair com rabinho entre as pernas!

  2. Tem coerência! Tem meu voto nas próximas eleições. Votei em Fábio Farias, perdi meu voto.

  3. Colocar gente despreparada no poder só dá nisso. Vc vota não pq seu irmãozinho não quer perder a boquinha do Banco do Brasil. Aproveite pra mamar bem muito pq em breve vc vai dançar e seu irmão tb.

  4. Assim como na gestão de Fernando Collor, João Maia, irmão da Dep. Zenaide Maia; continua na espreita. Pois era banqueiro e auxiliar da então Ministra da Economia de Collor; a famigerada Zélia Cardoso. Hoje está na godela! Sem mandato, está se lambendo pra assumir definitivamente na vice presidente do Banco do Brasil.
    mas, teremos eleições já, já. E ai dra. Zeneide, não terá mais o meu voto.
    Tenha vergonha! E faça como o presidente do seu partido, que em respeito aos que lhe elegeram, e não seja conivente com esse bando de ladrões que junto com essa presidente desequilibrada, acabem de vez com o nosso Pais.

  5. Não foi pelo RN e sim pelo emprego do irmão que não vai durar, no máximo em junho ele vai cair
    Quero ver ela se reeleger

  6. A senhora vota pela garantia do cargo comissionado do seu irmão. Em 2018 iremos agradecer a senhora. Aguarde

  7. Uma pessoa que esta na contra mão da história da liberdade e da independência do Brasil, de um sistema corrupto e desastroso…
    Primeiro sua origem e sua história na politica nunca foi de democracia clara… É apenas uma "gananciosa" pela ofertas oferecida pelo atual sistema comandado pelo maior corrupto e sua cria, com interesse pessoal e familiar nunca em nome do Brasil… Seu nome ficará na história e será punido pelo povo potiguar e brasileiro…

  8. Não temos o "puder" de quê mesmo heim? Seria o "puder" de arranjar um emprego para o mano desempregado numa Diretoria do Banco do Brasil? Aproveita pq não volta mais ao Congresso na próxima eleição.

  9. Avisem essa "dona" que quem está pedindo a saída da presidenta é a maioria dos brasileiros. Inclusive aqueles que votaram nele e agora estão insatisfeitos.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Grupo anti-impeachment hostiliza equipe da TV Globo em SP; Grupos pró-impeachment querem levar deputados para junto de manifestantes

Um grupo de manifestantes contra o impeachment hostilizou uma equipe da TV Globo na tarde deste domingo (17) no vale do Anhangabaú, região central de São Paulo.

O local concentra os grupos que se opõem à saída da presidente Dilma Rousseff (PT).

A reportagem flagrou a situação, por volta das 15h. Tudo começou quando a repórter Sabina Simonato foi reconhecida por manifestantes, embora o microfone que carregava estivesse sem identificação da emissora.

Ela foi seguida por cerca de 20 manifestantes, a maioria vestido de vermelho, enquanto andava próxima ao metrô Anhangabaú (linha 3-vermelha); também estavam com ela um cinegrafista e um auxiliar -um homem, aparentemente um segurança, caminhava atrás o grupo.

Gritos contra a emissora (“Não vai ter golpe”) eram entremeados com ofensas pessoais (“prostituta”,”filha da puta” e “vagabunda”). Em meio à confusão, uma mulher gritou: “Não xinga!”.

Procurada, a TV Globo não quis se manifestar.

Grupos pró-impeachment querem levar deputados para junto de manifestantes

Os líderes de movimentos de rua que comandaram atos a favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff pretendem levar deputados oposicionistas ao gramado, para junto dos manifestantes, após o resultado da votação.

Líderes do MBL, Renan Santos e Kim Kataguiri acompanham a sessão de votação no Salão Verde da Câmara. Os dois foram “tietados” por deputados da oposição pouco antes de os parlamentares entrarem para o plenário e fizeram coro ao lado da oposição quando houve confronto de gritos de guerra com a ala que é contra o afastamento da petista.

“Esse cara virou muito voto”, comentou Renan ao abraçar o deputado Beto Mansur (PRB-SP). O parlamentar se notabilizou por fazer a leitura do longo relatório da comissão especial que foi favorável ao impeachment.

Questionado se com o possível afastamento da petista grupos como o MBL perderiam a função, Renan rechaçou. “A política se tornou um espetáculo e nós fazemos parte dele. O impeachment é um palco. Vão haver outros”, disse.

Folha Press

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Judiciário

Ministro do STF nega três ações que tentavam paralisar impeachment

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Marco Aurélio Mello rejeitou neste domingo (17) três ações que tentavam paralisar o processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, que está em votação no plenário da Câmara.

Marco Aurélio rejeitou a concessão de uma liminar (decisão provisória) pedida pelo deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) para determinar que o processo de Dilma e o pedido de afastamento do vice-presidente, Michel Temer, fossem analisados conjuntamente pela Câmara. Portanto, ele queria que o processo voltasse para a comissão especial que discutiu a denúncia contra Dilma.

Em sua decisão, Marco Aurélio afirmou que os casos precisam ser analisados separadamente.

“Descabe a paralisação do processo de impedimento instaurado contra a chefe do Poder Executivo, considerada a denúncia formalizada contra o vice-presidente da República. No caso, há de observar-se a autonomia das apurações e dos atos praticados pelos agentes políticos”, afirmou Marco Aurélio.

“O procedimento em trâmite na Câmara dos Deputados já conta com instrução finalizada, parecer da Comissão Especial e votação do plenário marcada para a tarde do dia de hoje 17 de abril de 2016”, completou.

São necessários 342 votos favoráveis para que o processo seja enviado ao Senado.

Marco Aurélio determinou que a Câmara dê continuidade ao pedido de impeachment de Temer que havia sido rejeitado pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), mas, numa manobra, parte dos líderes da Casa não indicou integrantes para a comissão especial e com isso travaram o processo. A Câmara recorreu da decisão de Marco Aurélio.

Neste domingo, o ministro do STF negou seguimento a um pedido do PDT para reconhecer a possibilidade de desvio de poder ou de finalidade praticado pelo presidente da Câmara dos Deputados na qualidade de órgão responsável pelo recebimento de denúncia por crime de responsabilidade contra a presidente.

O partido alegava a inconstitucionalidade da interpretação dada pelo presidente da Casa a diversos dispositivos do Regimento Interno da Câmara e pede a decretação da nulidade do recebimento da denúncia que deu origem ao procedimento de impeachment.

O PDT argumentou que Cunha vinha praticando “uma sucessão de atos maculados por desvio de finalidade, em explícita violação a preceitos fundamentais da República”, como os princípios republicanos da legalidade, do devido processo legal, da moralidade e da impessoalidade, com “a nítida intenção de atingir fim não previsto ou em lei”.

A última ação rejeitada foi um habeas corpus pedido por um cidadão também para trancar o processo de impeachment de Dilma na Câmara. O ministro entendeu que não era cabível esse tipo de ação para discutir o caso.

Folha Press

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Temer só falará após decisão do Senado; Henrique Alves acompanha votação com vice-presidente

O vice-presidente Michel Temer não fará nenhum pronunciamento após a decisão da Câmara sobre o impeachment. Caso ele seja aprovado, sua intenção é falar ao país somente depois que o Senado der início ao julgamento da presidente Dilma. Até lá sua intenção é manter-se em silêncio.

Seus assessores mais próximos afirmam que antes disso, Temer não teria o que dizer, na medida em que ainda não terá o poder em suas mãos. O vice está agora no Jaburu, assistindo à sessão da Câmara em que será votado o impeachment, ao lado dos ex-ministros do governo Dilma Eliseu Padilha e Henrique Alves.

Ilmar Franco, O Globo

Opinião dos leitores

  1. Henrique foi o mais coerente do PMDB. Entregou o Ministério imediatamente. Sempre foi amigo do Vice Presidente. Não existe incoerência.

  2. Esse Henrique Alves, é um oportunista de carteirinha, isso bota azar até em jogo de castanha.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Judiciário

Marco Aurélio nega pedido de suspensão da votação do impeachment

2016-900743519-201604051501563445.jpg_20160405Ministro Marco Aurélio nega pedido de liminar para suspender votação do impeachment – André Coelho / Agência O Globo

O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou, neste domingo, liminar ao deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), que queria suspender a votação do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff no plenário da Câmara dos Deputados. Para o parlamentar, a interrupção seria necessária para incluir-se a denúncia contra o vice-presidente Michel Temer no mesmo processo. O ministro decidiu que as duas ações devem tramitar separadamente. Para ele, é necessário “observar-se a autonomia das apurações e dos atos praticados pelos agentes políticos”.

O parlamentar queria a unificação das ações de impeachment contra Dilma e Temer, ambas abertas na Câmara, já que ambos estariam sendo denunciados por “exatamente os mesmos crimes”. Marco Aurélio afirmou que a junção dos dois processos não seria possível. E lembrou que a acusação contra Dilma já está adiantada, com relatório aprovado pela Comissão Especial e votação no plenário da Câmara já em andamento.

Reginaldo Lopes queria que a Comissão Especial elaborasse e votasse novo parecer, incluindo as acusações contra a presidente e o vice, bem como suas defesas. Somente depois disso é que o caso seria votado no plenário da Câmara, colocando em risco não somente o mandato de Dilma, mas também o de Temer.

Na ação, o parlamentar argumenta que, julgando os dois processos em conjunto, a decisão da Casa seria mais coerente, já que as denúncias referem-se aos mesmos fatos. “Nunca se imaginou, nem mesmo para efeito de argumentação hipotética, a possibilidade de dois denunciados (um presidente e um vice-presidente da República) serem acusados do mesmo fatos, no mesmo momento, com duas tramitações simultâneas de processos de impeachment”, diz o mandado de segurança.

A denúncia contra Dilma foi recebida pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), em dezembro do ano passado. Em 11 de abril, a Comissão Especial aprovou o relatório recomendando o recebimento da denúncia. A denúncia contra Temer ainda está em fase inicial de tramitação. O processo chegou à Câmara em janeiro deste ano e ainda não foi formada uma Comissão Especial para analisar o caso.

No mandado de segurança proposto ao STF, Reginaldo Lopes reclama do tratamento diferenciado entre os dois processos. “Enquanto o impeachment de Michel Temer se arrasta a passos de tartaruga, o de Dilma Rousseff caminha a galopes de leopardo, e tem data para terminar, com sessões inclusive aos sábados e domingos!”, protestou.

Para o parlamentar, o processo contra a presidente tramitou de forma muito apressada na Câmara, sem dar ao processo a devida importância de suas consequências. Segundo a ação, Dilma tem o direito “de ser julgada segunda critérios minimamente justos, isto é, ser julgada com base em normas jurídicas, e não apenas em caprichos e preferências”.

O Globo

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Diversos

‘Para dar opinião bunda, melhor não dar’, diz Anitta sobre crise política

30out2015---eleita-pela-revista-vip-como-a-mulher-mais-sexy-do-mundo-anitta-ja-escolheu-a-melhor-imagem-da-edicao-especial-que-chegou-as-bancas-nesta-sexta-feira-30-na-foto-publicada-em-1446234295554_600x600“Gente, tá todo mundo me pedindo ingresso. Gente que nem conheço”, desabafou Anitta, jogando-se em um sofá no camarim da casa de shows Barra Music, no Rio. Naquela noite de quinta-feira (7), ela estreava a turnê de “Bang”, seu terceiro álbum.

Os pedidos chegavam via WhatsApp em seu smartphone Samsung, patrocinadora da cantora. Anitta não pode teclar no iPhone.

Ao seu lado, uma mesa com frios, frutas e água. De dieta, não encostou nos petiscos e pediu comida japonesa. Pede para as assistentes –devorando escondidas cheesebúrgeres com batata frita– comerem fora de suas vistas. Anitta não pode comer fast food.

No camarim, encontrou uma lata de refrigerante vermelha. Mas ela é patrocinada pela Pepsi. Anitta não pode tomar Coca-Cola.

Codinome de Larissa de Macedo Machado, ela manda em 40 funcionários –checa a informação em uma planilha no smartphone. Ninguém manda em Anitta (com exceção, é claro, da Samsumg, da Pepsi e da dieta).

Empresária de si própria desde 2014, ela dá a palavra final em tudo: do cenário e direção musical da turnê à maneira como o maquiador deve pincelar sua pálpebra. Dirige ela mesma seu Range Rover branco, de R$ 200 mil.

“Boa parte do tempo você me vê no celular. Tenho aqui todos os grupos da minha empresa”, mostra, deslizando o indicador pela tela do WhatsApp. “E todos os meus patrocinadores, com que falo pessoalmente.”

O aparelho é o maior protagonista de sua rotina –ri ao receber uma mensagem de áudio do pai, dizendo que ela merecia um Oscar pelo clipe de “Essa Mina É Louca”, lançado em janeiro.

Anitta não revela quanto recebe das patrocinadoras. Mas cobra R$ 50 mil para aparecer em um post publicitário em suas próprias redes sociais.

BOCÃO

Em março, a cantora dominou as manchetes de fofoca, após um preenchimento labial. Nas redes, foi apelidada de “bico de pato”. Além dessa intervenção estética, já remodelou o nariz, fez lipoaspiração e diminuiu o tamanho dos seios.

Ela diz não se sentir digna de tal espaço no noticiário. “Era irrelevante. Gente, aquela era a semana da crise política. E a capa era eu? Como a capa não era a crise política?”, sobre a qual diz não ser capaz de opinar.

“Não conheço a história da política, não me interesso, não gosto. Não estudei a vida da Dilma para saber se ela fez X, Y ou Z. Não estudei a vida do Lula. Não estudei a vida do PSDB. Se der opinião, estarei indo pela cabeça de outras pessoas, que nem sei se estudaram. Prefiro nem falar. Se for para dar opinião bunda, é melhor não dar.”

Hoje com 23 anos, despontou há três com o hit “Show das Poderosas”. No clipe, cantava e rebolava com o braço estendido para o alto, numa coreografia replicada à exaustão Brasil afora–de festas infantis a baladas gay.

Há seis anos, quando foi descoberta pela produtora Furacão 2000, cobrava R$ 300 por show. Hoje, R$ 120 mil.

Anitta é a única mulher a figurar entre os 20 canais mais populares no YouTube brasileiro. Tem 871 milhões de visualizações, e ostenta 12,3 milhões de seguidores no Instagram.

Um capital valioso para Multishow, que a contratou para apresentar a terceira temporada do “Música Boa ao Vivo”, no lugar do pagodeiro Thiaguinho.

Estreou na terça (12), cantando com Jorge & Mateus e o grupo Sorriso Maroto. Ousou: quer provar que canta mais do que pop e funk, e se arriscou em “A Rã”, de João Donato e Caetano Veloso.

Resultado: encabeçou a lista de assuntos mais comentados no mundo inteiro no Twitter e liderou a audiência entre os canais por assinatura, com 1,7 milhão de espectadores (com exceção dos canais infantis, eternos campeões).

Estrategista, Anitta não gasta bala à toa. Prefere “dar um tiro certeiro do que vinte”. Criada em Honório Gurgel, periferia do Rio, cursou ensino médio técnico em administração (“meu pai dizia que arte era coisa de gente rica e eu não ia conseguir emprego tão cedo”) e negou um emprego na Vale do Rio Doce, onde estagiou, para apostar na fama.

A jogada mais recente foi aproveitar o falatório sobre o preenchimento labial: lançará uma linha de batons que deixam a boca maior. Anitta pode tudo.

NA TV
Música Boa ao Vivo
QUANDO ter., às 20h30, no Multishow

Folha Press

Opinião dos leitores

  1. Ela sabe que se der a opinião bunda; ou seja, a favor do impitim, a Globo nunca mais chama ela. Assim, é melhor ficar calada mesmo.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Empresários liberaram jatos para deputados: Ex-ministro Eliseu Padilha diz que impeachment tem 370 votos seguros

O ex-ministro Eliseu Padilha (PMDB-RS), um dos principais articuladores do vice-presidente Michel Temer (PMDB-SP), disse à coluna que não teme que muitos deputados, na última hora, faltem à sessão de hoje e que o grupo pró-impeachment já se organizou para resolver imprevistos.

Um dos principais problemas, o atraso ou mesmo o cancelamento de voos a Brasília, foi solucionado, segundo ele, graças a empresários que colocaram aeronaves executivas à disposição para buscar parlamentares onde fosse necessário.

Padilha dizia que o impeachment já tinha 370 votos seguros.

Ao ser questionado se alguns deputados não poderiam ter problemas para chegar a Brasília, ele disse: “Nós temos aviões para buscá-los”.

Em seguida, explicou que empresários a favor do impeachment disponibilizaram suas aeronaves para o caso de alguma eventualidade.

“Mas até agora não soubemos de nenhum caso [de parlamentar que precisasse de transporte]”, afirmou.

Ele disse também que as contas do grupo de Temer variam de 365 a 375. Por isso, ele tirou uma média para cravar que no mínimo 370 votam hoje pelo impedimento de Dilma.

Mônica Bergamo, Folha de São Paulo

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Jornalismo

Veja FOTOS do ato contra o impeachment em Natal

IMG-20160417-WA0024IMG-20160417-WA0023

FOTOS: Via Certa/FOTO 5 e 6 – RepórterBG

Opinião dos leitores

  1. O PT é o partido dos estudantes que não estudam, dos trabalhadores que não trabalham e dos intelectuais que não pensam. Mas a "boquinha" dessa cambada tá acabando. E a Lava Jato ainda vai prender muito "herói" e "guerreiro" petista. Aguardemos.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *