Polícia

Segurança Pública considera pacíficas as manifestações em Natal

A Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (Sesed) não registrou nenhuma ocorrência relacionada as manifestações populares deste domingo (17), em Natal. Durante todo o dia, o Gabinete de Gestão Integrada Estadual (GGI-E), órgão executivo composto por representantes do poder público das diversas esferas e por representantes das diferentes forças com atuação na área da segurança pública, esteve monitorando, em tempo real, por meio de sistemas de videomonitoramento e por profissionais velados do serviço de inteligência todos os acontecimentos que ocorriam nos locais de concentração.

A quantidade de pessoas que saíram às ruas para defender a permanência de Dilma Roussef, na Praça do Bairro do Mirassol, quanto àqueles que desejavam o impeachment da presidente, na Praça Cívica, no Bairro Petrópolis, foi semelhante variando entre 1.200 a 1.500. O horário de maior concentração de pessoas nestes locais foi entre às 17:30h e 18h.

Um efetivo de cerca de 450 profissionais extras, entre agentes de segurança pública e trânsito, foi disponibilizado pelos governos Federal, Estadual e Municipal especialmente para os eventos.

A Polícia Civil atuou com Delegacias Móveis completas, que funcionaram nas proximidades dos eventos, sendo compostas por delegados, agentes e escrivães, para registro de ocorrências. Além disso, equipes extras da Delegacia Especializada de Combate ao Crime Organizado (Deicor) também estiveram circulando nos eventos. O funcionamento das delegacias de plantão Zona Norte e Sul ocorreu normalmente.

A Polícia Militar contará com diversas unidades operacionais distribuídas em pontos estratégicos do percurso. O Comando de Polícia Rodoviária Estadual (CPRE), por exemplo, realizou barreiras nos perímetros das Praças onde foram deitas abordagens a veículos e pessoas em atitude suspeita. O Corpo de Bombeiros Militar participou com cerca de 30 militares especializados no atendimento pré-hospitalar e combate a incêndio.

A PRF manteve equipes de prontidão na BR 101 e reforçou barreiras nas rodovias que dão acesso à Natal. A STTU ficou responsável pelos desvios dos fluxos de trânsito, principalmente relacionados ao itinerário dos ônibus que trafegam naquelas áreas.

Opinião dos leitores

  1. Pelo menos não tinha direito a voto. Menos mal. Já os que votaram, o futuro responderá pelo golpe.

    1. Tchau, querida. E vocês, militantes petistas, aguardem novos desdobramentos da Lava Jato. Aconselho, também, a separar dinheiro prá participar de outras "vaquinhas" prá pagar multas de petistas condenados, igual fizeram com o Zé Dirceu, enquanto ele embolsava milhões em propinas, por palestras fictícias. Otários militantes.

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Política

Wagner diz que decisão da Câmara ameaça ‘interromper democracia’

O ministro chefe do gabinete da presidente Dilma Rousseff, Jaques Wagner, afirmou na noite deste domingo, por meio de nota, que a aprovação pela Câmara da continuidade do processo de impeachment ameaça “interromper 30 anos de democracia”. Para o ministro, o processo é um ‘”retrocesso” e uma “página triste virada pelos deputados”. Ele também disse confiar nos senadores, que deverão analisar o caso a partir de agora.

A Câmara alcançou às 23h08 deste domingo, os 342 votos necessários para que tenha prosseguimento no Senado o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Os senadores podem agora manter a decisão dos deputados e instaurar o processo ou arquivar as investigações, sem analisar o mérito das denúncias.

“Foi um retrocesso a instauração de processo de impeachment contra a Presidente da República, Dilma Rousseff, eleita por 54 milhões de votos e sem nenhum processo e crime de responsabilidade. De modo que a decisão da Câmara dos Deputados ameaça interromper 30 anos de democracia no país”, afirmou Wagner na nota.

“Digo que é um retrocesso porque se trata de um impeachment orquestrado por uma oposição que não aceitou a derrota nas últimas eleições, e que não deixou a presidenta governar, boicotando suas iniciativas e a retomada do desenvolvimento do país”, completou.

“Foi uma página triste virada pelos deputados que concordaram com argumentos frágeis e sem sustentação jurídica do relatório do deputado Jovair Arantes.”

Veja a íntegra da nota:

Foi um retrocesso a instauração de processo de impeachment contra a Presidente da República, Dilma Rousseff, eleita por 54 milhões de votos e sem nenhum processo e crime de responsabilidade. De modo que a decisão da Câmara dos Deputados ameaça interromper 30 anos de democracia no país.

Caberá ao Senado processar e julgar a presidente Dilma, que continua no cargo até o final do julgamento. Confiamos nos senadores e esperamos que seja dada maior possibilidade para que ela apresente sua defesa, e que lhe seja aplicada justiça. Acreditamos que o Senado, que representa a federação, possa observar com mais nitidez as acusações contra a presidenta, uma vez que atingem também alguns governadores de estado.

Foi uma página triste virada pelos deputados que concordaram com argumentos frágeis e sem sustentação jurídica do relatório do deputado Jovair Arantes.

Digo que é um retrocesso porque se trata de um impeachment orquestrado por uma oposição que não aceitou a derrota nas últimas eleições, e que não deixou a presidenta governar, boicotando suas iniciativas e a retomada do desenvolvimento do país.

Os deputados fecharam os olhos às melhorias dos últimos 12 anos, aos avanços, à inclusão social, índices históricos de crescimento econômico e à redução da pobreza.

G1/DF

Opinião dos leitores

  1. "Poeta" Comece a se preocupar com o seu pescoço…. Logo logo vc vai perder o foro privilegiado…. Aí já viu!!!!…vai sentar no colo do Dr Juiz de Curitiba… Kkkkk

  2. O que realmente ameaça a democracia brasileira é justamente o PT. Essa cambada comunista sonha em implantar por aqui uma ditadura de esquerda, aos moldes venezuelanos. Essa corja detesta a democracia e só faz uso dela prá tentar enganar o nosso povo. O PT foi a maior fraude eleitoral da história do Brasil.

  3. Melhorias camufladas. Veja as melhorias que esse troço vomita: Pedaladas com rombo de 60 bi nas contas public as, Petro bras falida, inflaçäo e desemprrgo Alta. Emfim um caos.

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Política

HISTÓRICO: Maioria aprova em votação na Câmara seguimento em processo do impeachment de Dilma

A Câmara dos Deputados aprovou há pouco a abertura do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT). A barreira de 2/3 dos votos necessários da Casa para a continuação do rito foi atingida.

A votação continua, mas 342 parlamentares, entre os 513 da Casa, já votaram a favor.

A derrota na Câmara não significa o afastamento imediato de Dilma. A decisão dos deputados precisará ainda ser confirmada por maioria simples pelo Senado, o que deve acontecer até o início de maio.

Na primeira etapa do processo, que durou 43 horas, quase 120 deputados discursaram.

Em São Paulo, manifestação a favor do impeachment reuniu 250 mil pessoas na avenida Paulista, de acordo com o Datafolha. Ato contra a saída da presidente Dilma teve 42 mil pessoas no Vale do Anhangabaú.

O QUE ACONTECE AGORA

O processo seguirá para o Senado dias após a votação (possivelmente, entre 18 e 19 de abril) e uma comissão será formada para avaliá-lo. Só o Senado pode processar e julgar um presidente da República.

É preciso avaliar de novo?

Sim. O trabalho no Senado é diferente do que já foi feito, uma vez que a comissão da Câmara só avalia a admissibilidade, ou seja, se o processo tem condições ou não de seguir. A comissão do Senado deve se reunir entre os dias 21 de abril e 02 de maio. O parecer final é encaminhado ao plenário para uma nova votação. O processo só deve continuar se 41 dos 81 senadores (maioria simples) concordarem com ele.

E se o Senado aceitar o pedido?

A presidente é afastada por um período de 180 dias e o vice-presidente Michel Temer assume o cargo. Dilma recebe um prazo de 20 dias para apresentar nova defesa.

Dilma deve deixar o Palácio da Alvorada?

Não. Como explica Flávio de Leão Bastos Pereira, professor de Direito Constitucional do Mackenzie, a presidente não é obrigada a deixar a residência oficial durante o período que não exerce a presidência. Durante o afastamento, no entanto, ela recebe apenas metade de seu salário (que atualmente é de R$ 30.934,00).

E por quanto tempo o Senado pode julgar a presidente?

Os senadores dispõem de 180 dias para julgar se Dilma é responsável pelos crimes de responsabilidade apontados no processo. Se eles decidirem usar todo o tempo, o processo termina em outubro deste ano.

Como funciona a votação final?

A sessão é presidida pelo ministro do Supremo Tribunal Federal. O impeachment é aprovado se dois terços dos senadores (54 dos 81) votarem a favor. Se Dilma for condenada, perde o mandato e se torna inelegível por oito anos. Se for absolvida, volta automaticamente ao cargo e recebe o valor que deixou de receber enquanto estava afastada.

UOL, e Folha de SP

Opinião dos leitores

  1. Booooraaaa! Pra cima do senado! Faz as malas, Dilma. Vai pra caixa prego e não volte! E se Temer, pisar na bola… pra cima dele!

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Política

Governo já reconhece oficialmente a derrota

Agora é oficial: governo acaba de reconhecer derrota na votação do impeachment. Acabam de me dizer dois ministros de Estado.

Blog do Moreno, O Globo

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Política

FOTOS: Veja como está a manifestação contra o impeachment neste momento em Natal

 

 

FOTOS: Via Certa

Opinião dos leitores

  1. Meia duzia de MILITONTOS com MICROCEFALIA e Amine sia total, Fora CORRUptUS, o Brasil tem Gente DECENTE,HONESTA e TRABALHADORA para soerguermos nossa PÁTRIA assaltada por uma MAFIA desqualificada e cínica.

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Política

PT e ministros defendem que Dilma reduza mandato e lance ‘diretas já’

16104162Foto: Alan Marques – 13.abr.2016/Folhapress

O diretório do PT deve discutir na terça-feira (19) que Dilma Rousseff envie ao Congresso Nacional proposta de redução de seu próprio mandato e de convocação de eleições presidenciais ainda neste ano, junto das eleições municipais do país.

A ideia é que a presidente anuncie que abre mão de dois anos de mandato mesmo que chegue a ser inocentada de crimes de responsabilidade pelo Senado, que julgará se a petista é ou não inocente e se deve ser afastada em definitivo do cargo, consumando o impeachment.

No mesmo projeto, Dilma estabeleceria que, assim como ela ficou seis anos na Presidência, o sucessor, escolhido pelo voto direto, teria mandato de seis anos, sem reeleição.

Há pequenas variações em torno do tema. Alguns dirigentes do PT, por exemplo, acreditam que Dilma não deve incluir na proposta de eleições a sugestão de novo período para o mandato presidencial nem o fim da reeleição.

Outros têm dúvidas sobre a conveniência de a própria presidente figurar oficialmente como autora da proposta ou se o melhor seria ela apenas encaminhar a sugestão do partido, que seria assinada também por outras legendas.

A ideia de redução do mandato de Dilma e da convocação de “diretas já”, se aprovada no PT, pode ser levada oficialmente à presidente nos próximos dias.

A proposta conta com apoio entusiasmado de parlamentares do partido e até mesmo de ministros. Outras legendas já foram informadas e podem aderir a ela.

O discurso será o de que Dilma busca uma solução para a grave crise política que o Brasil atravessa, mas que não será resolvida por um presidente, Michel Temer, que não teria legitimidade por chegar ao poder por meio de um “golpe”, segundo os que defendem a tese, e de forma indireta.

Um presidente eleito diretamente teria legitimidade e maior apoio para comandar o país em situação tão delicada, defendem. Ao mesmo tempo, acreditam, a população não seria “excluída” da solução do problema, como ocorreria no impeachment.

“Quem foi às ruas contra o governo queria Temer na presidência e Eduardo Cunha como seu vice? O Temer não tem legitimidade. Ele se aproveitou de manifestações populares para assaltar o poder”, diz o senador Lindberg Farias (PT-RJ). “Ele tem 60% de rejeição e só 1% de votos. Se esse golpe contra a Dilma se confirmar, não tenho dúvida de que ele cai em seis meses, pela pressão da população por ‘diretas já’.”

Ele diz que a bancada do PT no Senado já discutiu a ideia e que a maioria dos parlamentares dá apoio a ela. Afirma também que já conversou com senadores do PDT e do PSB, por exemplo, e que um projeto de diretas teria o apoio de parlamentares de outros partidos.

A proposta também já é discutida na Câmara. O deputado Wadih Damous (PT-RJ) afirma que “as ‘diretas já’ são única solução para a crise que será agravada se vingar esse golpe contra a presidente”.

O deputado Alessandro Molon, da Rede, afirma que seguramente o partido “estaria aberto a discutir a conveniência da proposta, pois já vinha defendendo a realização de eleições”.

Mônica Bergamo, Folha de SP

Opinião dos leitores

  1. Ela já recebeu cartão AMARELO, só falta o vermelho para cair fora. Nada de encurtar mandato, fora pt.

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Política

No Planalto, aliados reconhecem derrota com menos votos que previsto

O mapa de votações do Palácio do Planalto apontava derrota do governo quando o processo chegou ao Estado do Rio Grande do Norte. Pelos cálculos do governo, neste Estado, o governo deveria estar com 115 votos, mas conseguiu 95 no total, 20 votos a menos.

Com isto, a equipe da presidente Dilma já reconhecia que seria derrotada. Nas palavras de um assessor, apenas um milagre poderia mudar o placar, o que, pelas projeções, não teria condições de ocorrer. A expectativa é que o governo feche a votação com cerca de 140 votos favoráveis e o PMDB e a oposição com cerca de 360.

O Palácio do Planalto definiu que, neste domingo (17), quem irá se pronunciar pela presidente Dilma será o ministro José Eduardo Cardozo (Advocacia-Geral da União), responsável pela defesa da petista.

O governo deve entrar no STF (Supremo Tribunal Federal) contra o mérito do pedido de impeachment, mas ainda não está definido quando isto irá acontecer.

Folha Press

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Política

Jean Wyllys cospe em direção a Bolsonaro

Deputado Jean Wyllys

O deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) cuspiu em direção a Jair Bolsonaro, do PSC fluminense, depois de dar o voto contrário à abertura do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT). O parlamentar, no entanto, errou o alvo.

A TV Câmara não exibiu o momento.

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Antes, quando estava ao microfone para declarar a posição, Wyllys condenou Bolsonaro por ter exaltado o coronel reformado Carlos Alberto Brilhante Ustra, reconhecido pela Justiça como torturador durante a ditadura militar.

http://noticias.band.uol.com.br/brasil/noticia/100000802659/jean-wyllys-cospe-em-direcao-a-bolsonaro-durante-votacao.html

UOL, via Band

Opinião dos leitores

  1. Jean Wyllys MINHA QUERIDA, tenha mais educação, vc não amarra as sandálias do Clodovil. Tchau linda! pode viajar e fique por lá.

  2. Esse imbecil deveria ter entrado na lista do Cel. Ustra. Aliás, esse coronel foi muito bonzinho, pois se tivesse baixado o cacete nessa corja do PT, não estaríamos passa do por isso tudo. Esse Jean é um tremendo recalcado.

  3. Parabéns Jean. Contra fascista q faz homenagem a corrupto e a torturador se age assim.

  4. fez certo jean, bolsonario exaltou cunha e homenageou um torturador da ditaura…. bolsonário merecia pior

    1. Ex-BBB, metido a intelectual e muito mal educado, aproveita teu último mandato.

    2. É um individuo DESQUALIFICADO para ter assento na Câmara dos deputados, não tem educação domestica.

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Política

VÍDEO: Manifestantes assistem bancada potiguar em votação na Câmara

VÍDEO: RepórterBG

Opinião dos leitores

  1. Vale lembrar que ela votou contra em pagamento pelo belissimo emprego pro irmão no Banco do Brasil.

    1. É meu amigo … uma professora votou contra. Agora veja quem votou a favor …
      Tem jeito não … RN, eterno curral.

    2. E é médica sabe mais do que ninguém do sucateamento da SAÚDE PÚBLICA BRASILEIRA onde a população está abandonada. O povo de São Gonçalo precisa anotar o nome dela para nas próximas eleições demiti-la.

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Política

VOTAÇÃO CÂMARA: Bancada do RN dá sete votos pelo impeachment de Dilma

Conforme antecipado pelos parlamentares, a bancada do Rio Grande do Norte na Câmara dos Deputados deu sete dos seus oito votos pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT). Votaram a favor os deputados federais Rogério Marinho (PSDB), Felipe Maia (DEM), Rafael Motta (PSB), Walter Alves (PMDB), Antônio Jácome (PTN), Fábio Faria (PSD) e Beto Rosado (PP). Já a deputada Zenaide Maia(PR), votou contra.

Opinião dos leitores

  1. Ela só esqueceu de dizer na hora do voto, que era, também, por causa do Emprego do irmão de Operador do PR no BB.

    1. Trairás são esses meliantes ptRALHAS, mentirosos, cinícos e dissimulados apoiados por uns pelegos que incharam a maquina pública Brasileira com este tipo de PARASITAS da pior especie, fora pt.

  2. Ela não estava com o filho doente? Fez o maior drama do mundo e já foi votar, houve um milagre grande.

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Política

‘Que Deus tenha misericórdia dessa nação’, diz Cunha ao anunciar voto

Ao ser anunciada a sua vez na votação do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) foi vaiado.

O presidente da Casa foi lacônico em seu voto. “Que Deus tenha misericórdia dessa nação. Eu voto sim”, disse. Após declarar o voto, Cunha foi aplaudido.

Cunha foi o voto de número 230 a favor do impeachment. Até o momento, 81 deputados se mostraram contrários ao prosseguimento do processo.

Folha Press

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Esporte

São Paulo sofre goleada e está fora do Paulista

Mesmo com mais um gol do atacante argentino Calleri, o São Paulo foi eliminado do Campeonato Paulista ao ser goleado pelo Audax por 4 a 1 na noite deste domingo (17), em Osasco, pelas quartas de final da competição.

Com a derrota, o time do Morumbi foi eliminado do torneio regional ao continuar sem vencer como visitante neste ano e tornou-se o primeiro clube grande a não avançar às semifinais.

Corinthians e Santos já estão classificados, enquanto o Palmeiras joga nesta segunda (18), contra o São Bernardo.

Agora, o time são-paulino voltará às suas atenções para o duelo decisivo diante do The Strongest (BOL), na altitude de La Paz, que valerá a sua classificação ou eliminação da Libertadores. O jogo será quinta-feira (21), às 21h45.

Já o Audax vai aguardar o vencedor da última partida das quartas de final para conhecer o seu adversário da próxima fase. As semifinais devem acontecer no final da semana que vem.

O JOGO

Audax e São Paulo fizeram um jogo bastante movimentado no primeiro tempo. Com boa troca de passes do time da casa e rápidos contra-ataques da equipe tricolor, o confronto teve várias chances no campo de ataque e os goleiros foram exigidos com frequência antes do intervalo.

Primeiro, o são-paulino Denis evitou dois gols certos do Audax em finalizações seguidas de Ytalo e Juninho, na pequena área, aos 8min. Logo em seguida, Sidão fez importante defesa em chute de cobertura de Ganso.

Com mais posse de bola, o Audax teve mais o controle da partida e conseguiu abrir o placar com Ytalo, em chute de fora da área, aos 26min.

Mas o São Paulo reagiu rapidamente e, ao fazer marcação pressão na saída de bola adversária, chegou ao empate. Aos 33min, Michel Bastos roubou a bola do zagueiro Bruno Silva e tocou para Calleri, que invadiu a grande área e fez 1 a 1.

Após a igualdade, o time do Morumbi conseguiu ter mais presença ofensiva e teve oportunidades de virar o placar. Porém, sofreu o segundo gol de Ytalo no jogo, após um vacilo na marcação em longo lançamento nas costas da defesa.

O Audax continuou melhor na etapa final e ampliou o placar já aos 5min, Aos 5min, quando Mike pegou rebote de uma bola na trave do goleiro Denis e chutou cruzado para fazer 3 a 1.

Depois, o São Paulo continuou com muitas dificuldades na criação das jogadas e só ameaçou a defesa adversária em jogadas de bola parada. Nem as entradas de Centurión e Alan Kardec melhoraram a produção ofensiva são-paulina.

E, em um rápido contra-ataque, os são-paulinos ainda levaram mais um gol antes do apito final. Aos 24min, após lançamento nas costas de Mena, Juninho pegou rebote do goleiro Denis e selou a goleada.

Folha Press

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