Um homem abriu fogo contra um equipe do CPRE na tarde deste domingo, 17, na Via Costeira. De acordo com as informações, dois homens foram detidos e um outro conseguiu fugir em direção a área do hotel Vila do Mar.
Mais informações em instantes.
Um homem abriu fogo contra um equipe do CPRE na tarde deste domingo, 17, na Via Costeira. De acordo com as informações, dois homens foram detidos e um outro conseguiu fugir em direção a área do hotel Vila do Mar.
Mais informações em instantes.

O Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Celso de Mello negou neste sábado (16) o pedido do deputado federal Jean Wyllys para que o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), fosse impedido de votar na sessão que analisa a admissibilidade do pedido de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff.
Wyllys protocolou ontem (15) no STF o Mandado de Segurança 34139. Em seu pedido de liminar, o deputado alegava que, de acordo com o Artigo 17 do regimento interno da Casa, Cunha não pode votar, exceto por escrutínio secreto ou em caso de empate. O deputado fluminense citou reportagens de jornais para demonstrar que Cunha revelou sua posição ao adiantar que vai votar pela admissibilidade do processo de impeachment.
Na decisão, Celso de Mello não reconheceu o mandado de segurança e, consequentemente, considerou prejudicado o pedido de liminar.
Ao se pronunciar no plenário da Câmara, Wyllys disse estar constrangido de participar de um processo de impeachment comandado por um “réu que se comporta como gângster”, referindo-se a Cunha. Para o deputado, a tentativa de afastar Dilma é um ataque contra as eleições diretas. “A tentativa de perdedores ressentidos, conspiradores, traidores, da grande mídia, de forçar uma eleição indireta, ilegal e imoral não tem outro nome: é golpe, golpe parlamentar”, disse.
Agência Brasil
Tchau querida!!!!
Aceita que dói menos, Jean. Fora Dilma !!
O deputado Lázaro Botelho (PP-TO) pediu liminar ao segurança no Supremo Tribunal Federal (STF) para suspender a votação do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff no plenário da Câmara dos Deputados, que está ocorrendo na tarde deste domingo. O ministro Marco Aurélio Mello foi sorteado relator da ação e ainda não tomou uma decisão. O parlamentar propõe a unificação das ações de impeachment contra Dilma e Temer, ambas abertas na Câmara, já que ambos estariam sendo denunciados por “exatamente os mesmos crimes”.
Se Marco Aurélio concordar, será necessário paralisar a votação em plenário e devolver o processo para a Comissão Especial. O colegiado teria de elaborar e votar um novo parecer, incluindo as acusações contra a presidente e o vice, bem como suas defesas. Somente depois disso é que o caso seria votado no plenário da Câmara, colocando em risco não somente o mandato de Dilma, mas também o de Temer.
O procurador-geral da Câmara, o deputado Cláudio Cajado (DEM-BA), diz não temer impacto eleitoral negativo na Bahia, o maior reduto de resistência governista, por votar a favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff. No bolão de apostas que está sendo feito na Câmara, ele cravou que o impeachment será aprovado por 362 votos, mas admite que o suspense e a ansiedade hoje é grande. Cajado diz que independente do resultado, Dilma terá seu mandato cassado hoje.
— O impeachment passando ou não, Dilma estará impedida interna corporis. Lula vai assumir de fato e ela será afastada — diz Cajado.
Ele diz que a razão para Bahia ser reduto anti-impeachment são as verbas públicas destinadas ao estado.
— Não temo retaliações na Bahia. Qual a explicação de a Bahia ser um reduto contra o impeachment? A pressão do governador Rui Costa e do ministro Jaques Wagner. Isso é suficiente, serem baianos? Não. Os convênios e verbas públicas têm um peso grande. Eu tenho seis mandatos, quatro na oposição e nunca vou mudar de partido.
(Maria Lima – O Globo)
O líder do PT na Câmara, Afonso Florence (PT-BA), criticou o relatório a favor do impedimento da presidente Dilma Rousseff:
— Esse impeachment não tem crime de responsabilidade. Esse impeachment é golpe. Esse relatório é do golpe. Essa defesa do impeachment de que o Brasil vai melhorar pretende jogar o Brasil na incerteza porque os regimes de exceção se iniciam nesse discurso.
Golpe e ter o PT no Brasil
O líder do PSDB, Antonio Imbassahy, enfatizou as acusações de corrupção contra o governo, a crise econômica e afirmou aos colegas que restará a “vergonha” aos que defenderem Dilma.
— Cada um de nós terá a oportunidade de escolher de que forma seus filhos e netos irão se referir a vocês. Orgulho por terem dado ao Brasil a chance de um recomeço ou vergonha por vê-los com governo retrocesso, vale-tudo e mergulhado na corrupção —disse Imbassahy. — O PSDB votará pelo impeachment porque o Brasil não pode ser governado presidente da República desenganada, que maculou o voto que lhe foi confiado.
Tenho muito orgulho de defender Dilma. Mesmo que a Câmara dos Deputados aprove, tenho certeza que Dilma é inocente e os Deputados que votarem a favor do impitim é que são ladrões. A história há de mostrar a verdade, como em 64.
Esse é o discurso dos militantes petistas. Mas a "boquinha" tá acabando e o Brasil será passado a limpo. Depois do PT, sairá o Cunha. Renan Calheiros também terá sua vez (engraçado q os petistas falam mal do Cunham mas "esquecem" o Renan). O canalha de nove dedos irá prá cadeia, junto com outra porção de "cumpanhero", prá fazer companhia aos condenados desde o Mensalão.
erra da desinformação” nas redes sociais fez mais de 200 mil vítimas na semana que antecedeu o domingo de votação do impeachment, na Câmara dos Deputados.
Levantamento do Grupo de Pesquisa em Políticas Públicas de Acesso à Informação da USP, ao qual a BBC Brasil teve acesso, revela que três das cinco reportagens mais compartilhadas por brasileiros no Facebook entre terça-feira e sábado são falsas.
Apesar de ocuparem o topo do ranking de acessos, as matérias são desmentidas em notas oficiais ou reportagens publicadas pela imprensa (veja mais abaixo).
Criado pelos professores da USP Marcio Moretto Ribeiro e Pablo Ortellado, o grupo investigou o desempenho de 8.290 reportagens, publicadas por 117 jornais, revistas, sites e blogs noticiosos neste período.
Estatísticas
Os boatos presentes no “top 5” de compartilhamentos na rede social mais popular do país são os seguintes:
“Polícia Federal quer saber os motivos para Dilma doar R$30 bilhões a Friboi” , do site Pensa Brasil (3º lugar no ranking geral da semana, com 90.150 compartilhamentos)
“Presidente do PDT ordena que militância pró-Dilma vá armada no domingo: ‘Atirar para matar'” , do site Diário do Brasil (4º lugar, com 65.737 compartilhamentos).
“Lula deixa Brasília às pressas ao saber de nova fase da Lava-Jato. Seria um mandado de prisão?” , do site Diário do Brasil (5º lugar, com 58.601 compartilhamentos).
Procurado pela reportagem, o Diário do Brasil disse que a reportagem sobre o suposto presidente do PDT “não era exclusiva” e insiste que a notícia é real – ainda que o homem retratado na reportagem não seja presidente regional da legenda, que desmentiu o boato.
Sobre o suposto mandado de prisão contra Lula, o site diz que a reportagem original foi publicada em 10 de março, às vésperas da Operação Xepa – que não trouxe qualquer mandado contra o ex-presidente.
A reportagem fez novos questionamentos e perguntou por que a matéria foi republicada no dia 14, mas não teve resposta. O Pensa Brasil não respondeu aos questionamentos da BBC Brasil.
Os relatórios também mostram que os “virais falsos” atingem tanto a oposição quanto apoiadores do governo – na última semana, entretanto, os boatos contrários à presidente tiveram maior repercussão.
As estatísticas são divulgadas na página , recém-criada no Facebook.
O principal desmentido aos boatos campeões de audiência da semana vem do PDT, em nota oficial assinada por seu presidente no Distrito Federal, Georges Michel Sobrinho.
Repetida mais de 60 mil vezes, a reportagem falsa diz que um homem chamado José Silvio dos Santos seria o presidente do partido no DF e teria convocado militantes para atirarem em parlamentares neste domingo.
Santos, segundo o líder do partido, nunca exerceu cargos na legenda.
“O PDT torna público que este cidadão por não ter nenhuma autorização para se manifestar em nome da instituição, foi expulso do quadro de filiados do partido”, diz a nota.
Já a reportagem sobre a “doação de R$ 30 bilhões” pelo governo à Friboi foi desmentida, em entrevista à BBC Brasil, pelo próprio presidente da JBS, que controla o frigorífico – e não foi consultado pela publicação.
Notícias sobre a suposta doação circulam nas redes desde pelo menos 2014, com textos às vezes idênticos. A mais recente – reforçada por mais de 90 mil internautas – afirma que Dilma Rousseff teria “concedido anistia à divida de R$ 30 bilhões da Friboi com o BNDES”.
Veja o restante da matéria AQUI
Começou às 14h deste domingo, em clima de tumulto, a sessão que decidirá se a Câmara autoriza ou não a abertura de processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff. Caso o parecer favorável ao processo consiga 342 votos dos 513 deputados, o pedido de impeachment vai ao Senado
O relator do processo, Jovair Arantes (PTB-GO), que chegou a ser interrompido por parlamentares, disse que o processo foi conduzido com serenidade na Comissão Especial do Impeachment, que aprovou seu relatório a favor do abertura do processo na semana passada.
– Foram realizadas 11 sessões e ocorreram quase 50 horas de debate. Sua legitimidade foi assegurada pelo cumprimento das normas jurídicas existentes – disse Arantes.
Segundo ele, há indícios suficientes para indicar crimes de responsabildiade cometidos pela presidente, exclusivamente com base na denúncia de que Dilma realizou manobras fiscais. Para o relator, houve operação de crédito ilegal na demora de repasses a bancos públicos em 2015. De acordo com Arantes, esse valor chegou a R$ 13 bilhões no ano passado.
– Esse volume gigantesto aliado à demora do pagamento da dívida levou o Tribunal de Contas da União a afirmar que essa prática configura operação ilegal de crédito – ressaltou, acrescentando:
– O que me convenceu (a favor do impeachment) foi o efeito danoso na condução da economia. Nossa população foi enganada, não podemos minimizar esses atos. O Brasil está doente e o remédio não é outro se não a retomada da governabilidade e do crescimento econômico.
Na sequência, as lideranças das legendas falarão, com tempo que varia ente 3 e 10 minutos, de acordo com o tamanho das bancadas. Em seguida, os deputados serão chamados um a um para dizer o voto, obedecendo a ordem Norte-Sul, Sul-Norte, começando por Roraima e terminando por Alagoas. No mapa do presidente da Câmara, Eduardo Cunha, segundo aliados, a previsão é que o voto 342 em favor do impeachment seja dado por um deputado da Bahia ou da Paraíba.
Mais cedo, grupos de deputados com gritos contra e a favor do impeachment se encontraram e trocaram empurrões na entrada do plenário. Eles se agrediram verbalmente e houve confusão por alguns minutos. Com gritos de “democracia”, os parlamentares que votam a favor da presidente Dilma Rousseff deram início à marcha rumo ao plenário. Foram confrontados logo em seguida com o grito de “impeachment” dos oponentes de Dilma. O primeiro grupo também gritou que “não vai ter golpe”. Foram respondidos com a música “Está chegando a hora” e com gritos como “petrolão” e “mensalão”.
O Globo

Pupilo do senador Renan Calheiros (PMDB-AL), presidente do Congresso Nacional, o ex-senador Gim Argello (PTB-DF) foi preso nesta terça-feira (12) na 28ª fase da Operação Lava Jato.
O ex-senador é conhecido pela interlocução não só no Palácio do Planalto, mas também pelo acesso a muitas lideranças partidárias.
Entre os parceiros de Gim Argello está Renan Calheiros, que até agora tem feito o possível para barrar o avanço do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff.
A rede de relacionamentos liga Argello, Calheiros, Dilma Rousseff e Luiz Inácio Lula da Silva.
Além dos amigos Dilma e Lula, Renan e Argello têm outra coisa em comum: as encrencas com a Justiça. O cacique do PMDB, que já apareceu nas investigações da Lava Jato, responde a quase uma dezena de ações no Supremo Tribunal Federal. Entre as acusações estão a de lavagem de dinheiro e peculato. Por isso o presidente do Senado sabe que defender a permanência de Dilma é importante para a sua sobrevivência.
Muito próximo a Dilma (e graças a uma indicação do amigo Renan), Argello quase abocanhou um posto de ministro no Tribunal de Contas da União (TCU). Agora preso, o pupilo do presidente do Senado terá dificuldades. Segundo o procurador da República Athayde Ribeiro Costa, da força-tarefa da 28ª etapa da Lava Jato, o ex-senador adotou a “corrupção ao quadrado” – estratégia de crime que consistiu na prática de corrupção para encobrir outra corrupção. Acusado de tentar atrapalhar as investigações, foi levado para a carceragem da PF em Curitiba.
Quando era vice-presidente da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) da Petrobras no Congresso, Argello exigiu propinas para livrar as empreiteiras OAS e UTC Engenharia das investigações. As duas empresas formam o cartel instalado na Petrobras entre 2004 e 2014 para fraudar licitações bilionárias.
“Estamos diante de um caso de corrupção ao quadrado, corrupção qualificada. O caso revela grave atentado à República. O ex-senador obstruía as investigações das CPIs”, disse o procurador.
A parceria entre Argello e Renan é antiga. Argello era suplente e assumiu em 2007 a vaga deixada pelo ex-governador do Distrito Federal, Joaquim Roriz, que renunciou após acusação de participação em desvios em um banco de Brasília.Sua trajetória sempre foi ligada ao governo federal e a Renan.
Protestos da oposição e de funcionários do TCU forçaram Argello a desistir da indicação em abril de 2014. Além de ter se complicado na Lava Jato, o ex-senador é investigado em outra operação da PF, a Zelotes, que apura a suposta compra de medidas provisórias para beneficiar montadoras com incentivos fiscais.
IG

Dilma faz agradecimento a Michel Temer no dia da vitória no segundo turno das eleições de 2014: “companheiro de todas as obras”.
O escorpião q atravessou o rio no lombo do cavalo…
Em articulações madrugada adentro, o vice-presidente Michel Temer conseguiu virar o voto de parlamentares do PP e do PMDB horas antes da votação do impeachment no plenário da Câmara dos Deputados, o que instaurou um clima de pessimismo na equipe da presidente Dilma Rousseff.
Considerado até este sábado (16) como voto certo contra o impeachment, o deputado federal Dudu da Fonte (PP-PE) foi convencido por aliados do vice-presidente a abandonar o Planalto e apoiar o afastamento da petista.
Com a oferta do governo de assumir o Ministério da Integração Nacional caso o impeachment fosse barrado, ele vinha até sábado capitaneando estratégia favorável à presidente dentro na bancada do partido.
“Nós estamos juntos a favor do impeachment”, disse Fonte à Folha.
Além dele, segundo relatos de parlamentares do partido, o vice-presidente da Câmara dos Deputados, Waldir Maranhão (PP-MA), aliado de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), também estaria reconsiderando apoiar a petista.
A promessa feita ao governo era que os dois trariam pelo menos mais quatro votos no PP, além do deles, contra a saída da presidente.
No PMDB, o vice-presidente conseguiu o apoio de dois parlamentares que se consideravam indecisos: o ministro da Secretaria de Aviação Civil, Mauro Lopes (MG), e José Priante (PA).
Para o último, a vitória do impeachment “está garantida”. Nas contas do grupo de Temer, Dilma deve ter cerca de oito votos no partido, incluindo a abstenção do deputado federal Aníbal Gomes (CE).
TRAIÇÕES
Com as mudanças de última hora, o Planalto já reconhece contar com menos 172 votos para a votação deste domingo.
Em reunião na noite de sábado, o número fechado era de 170 votos. Com o revés, a ordem agora é tentar aumentar o número de ausências e abstenções ainda neste domingo.
No Palácio da Alvorada, a presidente passou a manhã em telefonemas para parlamentares da base aliada, sobretudo do PMDB. Ela tem contado com a ajuda dos ministros Marcelo Castro (Saúde) e Celso Pansera (Ciência e Tecnologia).
A equipe da petista admite que tem havido “traições” por parte da família do ex-presidente José Sarney, do presidente do PR, Alfredo Nascimento, e de governadores, como Robson Faria (PSD), do Rio Grande do Norte.
Informados sobre a mudança de posição de Dudu da Fonte, auxiliares da presidente reconheceram que a margem para uma nova reação ficou pequena.
O Planalto resolveu então intensificar o “varejo”, em busca de dissidentes, horas antes da votação, mas reconhece que a instabilidade aumento e o cenário é “muito difícil”.
Folha

O Judô Clube Nagashima foi o grande campeão do Torneio Bruno Tarcísio, realizado neste sábado (16), no ginásio do Colégio Maristella, em Natal. A equipe do professor Alexandre Magno ficou em primeiro lugar com 174 pontos, enquanto o Judô Clube Tomodachi foi o vice-campeão com 112. A Associação Desportiva Shiro Saigo terminou em terceiro lugar com 96 pontos. A competição promovida pela Federação de Judô do Estado do Rio Grande do Norte foi válida pela segunda etapa do Campeonato Estadual e serviu de seletiva para o Campeonato Brasileiro Sub-18 e Sub-21, classificando 25 judocas potiguares.
Nenhuma aposta acertou as seis dezenas do Concurso 1.809 da Mega-Sena, cujo sorteio foi realizado na noite deste sábado (16), em São Paulo. Assim, o prêmio principal acumulou e a loteria da Caixa Econômica Federal poderá pagar R$ 90 milhões na próxima quarta-feira (20).
Os números sorteados foram 09, 12, 23, 24, 46 e 54. Confira suas cartelas porque milhares de pessoas ganharam premiações secundárias acertando quatro ou cinco dezenas. Na Quina, 188 apostas levaram R$ 26.361,78, enquanto, na Quadra, 13.704 ganharam R$ 516,63.
IG

Pelo menos 14 mil agentes da Força Pública do Equador foram mobilizados depois que o país decretou estado de emergência devido a um terremoto de 7,8 graus na escala Richter, registrado na tarde de sábado (16) . Até o momento, dados oficiais indicam que há pelo menos 77 mortos e 558 feridos.
O estado de emergência se aplica a seis regiões administrativas do Equador – Esmeraldas, Manbí, Santa Elena, Guayas, Santo Domingo e Los Ríos – e permite a destinação de recursos financeiros, a mobilização de forças de segurança pública e a centralização de informações sobre os danos provocados, informou o vice-presidente Jorge Glas.
Na ausência do presidente Rafael Correa, que se encontrava em viagem oficial em Roma, Glas liderou o Comitê Nacional de Operações de Emergência, na capital Quito.
Os locais mais afetados são Pedernales e Portoviejo, em Manbí. Segundo Jorge Glas, o terremoto de ontem é considerado o mais forte desde 1979.
Até o momento, foram deslocados 10 mil agentes das forças armadas e 300 bombeiros a Manabí, dos quais 200 exclusivamente a Pedernales, além de 3,5 mil membros da Polícia Nacional para Manabí, Esmeraldas, Guayas e Santa Elena.
O governo também mobilizou recursos do Ministério de Transporte e Obras Públicas e do Ministério da Saúde para esses locais locais. Um hospital móvel foi montado em Pedernales.
O ministro do Turismo, Fernando Alvarado, informou que toda a força aérea nacional (aviões das empresas públicas Petroamazonas, PetroEcuador, Tame, helicópteros da Polícia e Forças Armadas) está pronta para se deslocar, conforme for necessário. Os aviões da Tame estão transportando policiais, médicos, bombeiros e membros da Cruz Vermelha para as áreas mais afetadas.
Segundo informações do vice-presidente, não exise alerta de Tsunami e as pessoas que evacuaram suas residências por precaução podem regressar, já que o alerta de prevenção emitido foi suspenso. Jorge Glas informou também que os organismos internacionais de assistência a emergências estão alertas; que nenhuma estrutura de represas foi afetada e que a energia em Manabí está sendo restabelecida paulatinamente.
Glas instou a população a manter calma e a buscar informações e alertas nos canais oficiais do Ministério de Segurança (www.seguridadec.gob.ec), na Secretaria de Gestão de Riscos (www.gestionderiesgos.gob.ec) e, em caso de emergência, informar pelo 911.
Agência Brasil

O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), negou que esteja conduzindo o processo de impeachment de Dilma Rousseff de olho no cargo de vice-presidente da República. Ele acusa as suspeitas de virem de pessoas que querem politizar o processo, até porque ele não será presidente da Casa após fevereiro de 2017.
“O presidente da Câmara não é sucessor de ninguém. Existe uma diferença: o vice-presidente da Republica é sucessor do presidente da República e substituto eventual. O presidente da Câmara, assim como o do Senado ou o do Supremo Tribunal Federal (STF), são substitutos eventuais. A sucessão do vice e do presidente jamais é o presidente da Câmara, do Senado ou do STF” afirmou, neste sábado (16), ao deixar o plenário para almoçar.
Para Cunha, as pessoas querem criar um constrangimento para tentar fazer um debate político de outra natureza, o que afirmou “repudiar”. “Acho que temos de colocar as coisas em seu devido lugar. Há uma denúncia grave, que é a mais grave do País: o crime de responsabilidade da presidente da República. E será apreciada a sua autorização para abertura de processo no plenário da Câmara dos Deputados. É sobre isso que a gente tem de discutir e é sobre isso que a presidente da República deveria falar”, rebateu.
O presidente da Câmara ressaltou ainda que não há a “menor possibilidade” de “qualquer adiamento” do processo de impedimento de Dilma e que a sessão do domingo (17) começará às 14h, com término no mesmo dia.
“Depois de entrar os discursos individuais dos deputados, bastando ter quatro oradores poderemos encerrar a discussão com um simples requerimento. Então vai acabar. A gente vai dosando de acordo com a vontade. Muitos querem falar. Não há nenhuma dúvida de que acabará essa discussão.”
IG

Fotos: Gustavo Negreiros
Realmente não vai ter golpe, vai ter impedimento mesmo. Fora corruptos.
Absurdo! Tentaram assassinar a queima roupa, representantes do Estado de Direito. Esses policiais são o braço forte e amigo, são heróis! Entram de serviço e não sabem se voltam vivos! Até quando?