Citando informações enviadas por serviço de inteligência de um país “amigo”, autoridades da Áustria afirmam que capitais europeias estão em alerta para ataques terroristas neste fim de 2015.
A polícia austríaca comunicou, neste sábado (26/12), que o serviço de inteligência de um país “amigo” alertou diversas capitais europeias sobre a possibilidade de tiroteios ou ataques com bombas nos dias que precedem o Ano Novo. A informação levou corporações policiais em todo o continente a reforçarem suas medidas de segurança.
“Os nomes de vários agressores potenciais foram mencionados. Eles foram checados, mas até agora a investigação com base nessas análises não produziu resultados concretos”, disse a polícia de Viena, em comunicado. A ameaça ganha significado maior pelo fato de seis semanas atrás 130 pessoas terem sido mortas em atentados coordenados em Paris.
“Nas vésperas do Natal um aviso foi enviado a numerosas capitais europeias por um serviço de inteligência ‘amigo’, segundo o qual ataques com explosivos ou tiroteios poderiam ocorrer em áreas de grande aglomeração entre o Natal e o Ano Novo.”
No comunicado, a polícia austríaca não revelou a que país o serviço de inteligência pertence, mas pediu aos cidadãos compreensão pela necessidade de acirrar os controles de segurança no país.
As medidas adicionais incluem a monitoração de áreas de grande concentração, “especialmente em eventos e centros de trânsito”, bem como controles intensivos de identidade e maior atenção a objetos que possam transportar explosivos, tais como bolsas ou quadros de bicicletas.
Um porta-voz do Ministério alemão do Interior explicou que não comentaria sobre situações específicas por “razões operacionais”. “A Alemanha ainda está na mira do terrorismo jihadista”, lembrou. No entanto, o país reviu e adaptou suas medidas de segurança onde era necessário, após os ataques de Paris.
Um grave acidente foi registrado na manhã deste sábado (26) na BR 427, nas proximidades do Sítio Umari, já na zona rural da cidade de Caicó. Quatro adultos e duas crianças morreram devido ao impacto da colisão do caminhão modelo D10 GM de placas GGR 0981 e o veículo modelo Fiat Bravo de placas NYN 3270.
Segundo as primeiras informações da PRF, os dois veículos colidiram frontalmente e duas pessoas morreram antes da chegada do socorro médico.
Com a chegadas equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), Corpo de Bombeiros Militar e Polícia Rodoviária Federal, mais quatro óbitos foram confirmados, totalizando seis vítimas fatais. Uma pessoa ainda está em estado grave no Hospital Regional.
É imperioso que essas informações cheguem ao Ministério da Justiça para que possa averiguar o que está ocorrendo nas BRs potiguares. Duas grandes carnificinas (12 óbitos) em menos de 48h nas nossas estradas e até agora não se viu autoridades federais se pronunciando sobre o caso. Só aqui se viu isso nesse feriado. Será mera coincidência ou será que, de fato, está faltando uma fiscalização mais efetiva nas nossas estradas por parte dos PRFs?
Bom seria se as vítimas do trânsito processassem o Ministério da Justiça pelo sucateamento e desvalorização que lança uma das mais eficientes instituições que é a PRF.
Hoje tem-se postos fechando por falta de efetivo. Os que ainda estão abertos trabalham abaixo do mínimo. A carreira hj é a de menor salário entre as de nível superior ganhando menos q os agentes penitenciários federal de nível médio.
Resultado está aí.
A Federação de Judô do Estado do Rio Grande do Norte (FJERN) vai realizar na próxima segunda-feira, dia 28, a festa de premiação dos melhores atletas e clubes na temporada 2015. O evento será realizado no Colégio Maristella, às 18h30. O presidente da FJERN, Tibério Maribondo, fez uma avaliação e considerou o ano positivo para o judô potiguar. “Acredito que foi um ano vitorioso, que teve um aumento de participação nos eventos Estaduais, um crescimento de aproximadamente de 20% na Copa Natal, evento de caráter Regional que em 2016 deverá crescer ainda mais”, comentou.
Tibério destaca os resultados nacionais obtidos pelos atletas e equipes como as principais conquistas em 2015. “Destaque para a conquista do título de campeão Brasileiro Regional no mês abril em João Pessoa-PB, as dez medalhas conquistadas nos Campeonatos Brasileiros, o título de Campeão Geral da Copa Teresina pela Associação desportiva Shiro Saigo, o tricampeonato da Copa Fortaleza pelo Judô Clube Nagashima, o título nacional conquistado pelo IFRN, nos Jogos Nacionais entre todos os Institutos Federais e também a classificação de dois atletas para a seleção brasileira de categorias de base”, ressaltou o presidente da FJERN.
Os atletas do judô para cegos do Rio Grande do Norte também tiveram um 2015 de muitas conquistas. “Tivemos Halyson Bôto, Abner Oliveira e Arthur Silva na seleção brasileira que conquistaram medalha de bronze por equipes nos Jogos Mundiais da IBSA, em Seul, na Coréia do Sul. Depois no Parapan de Toronto trouxeram duas medalhas para o Brasil e o nosso estado com Abner Oliveira (ouro) e Arthur Silva (bronze)”, relembra Tibério. Para coroar a brilhante temporada do judô para cegos, em novembro, a Associação de Deficintes Visuais do Rio Grande do Norte (ADEVIRN) conquistou o 3° lugar geral no Grand Prix Infraero, evento nacional que teve a participação de 250 atletas, com representantes de 15 estados e 28 instituições.
Diante de centenas de apelos de estudantes feitos pelas redes sociais, o Ministério da Educação (MEC) comunicou que as notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) vão sair no dia 8 de janeiro.
” Nós entendemos a ansiedade de vocês e não poderíamos passar o Natal sem divulgar a data do resultado do #Enem2015 !”, diz um “post presente” do MEC publicado nas páginas do ministério no Facebook e no Twitter. “Aproveitem as festas, dia 8 de janeiro está logo ali”.
Além da seleção para vagas em instituições públicas, por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), com a nota do Enem, o estudante de baixa renda pode tentar uma vaga na educação superior por meio do programa Universidade para Todos (ProUni), que oferece bolsas de estudos em instituições particulares de educação superior.
O resultado do exame também é requisito para receber o benefício do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), participar do programa Ciência sem Fronteiras e ingressar em vagas gratuitas dos cursos técnicos oferecidos pelo Sistema de Seleção Unificada da Educação Profissional e Tecnológica (Sisutec). Para pessoas maiores de 18 anos, o Enem pode ser usado ainda como certificação do ensino médio.
A chuva já desabrigou e desalojou mais de 6, 5 mil pessoas na fronteira oeste do Rio Grande Sul. Reflexo do mau tempo, com volume acumulado de mais de 500 milímetros de água em menos de uma semana, 32 municípios sofrem prejuízos por causa da enchente, a pior deste ano na região.
Milhares de pessoas desalojadas precisaram de solidariedade para passar o Natal e, conforme orientação da Defesa Civil, terão que ficar o ano-novo em abrigos ou casas de amigos e familiares.
A Ponte Internacional da Concórdia, que é elo entre o Brasil e o Uruguai por Quaraí e Artigas, foi interditada por 22 horas, pois o rio alcançou a marca de 14 metros, considerada preocupante para a segurança local.
A Defesa Civil informou que 12 prefeituras decretarem situação de emergência: Liberato Salzano, Trindade do Sul, Nonoai, Santo Ângelo, São Miguel das Missões, Guarani das Missões, Roque Gonzales, Cândido Godói, Uruguaiana, Quaraí, Passa Sete e Não Me Toque. As equipes de Defesa Civil seguem vistoriando áreas de risco e prestando suporte técnico para as prefeituras. [
Sem receita para honrar seus compromissos, o governador Luiz Fernando Pezão não apenas está raspando o cofre do estado como apelou, sem sucesso, ao Judiciário e ao Legislativo, para usar de forma emergencial recursos dos fundos dos dois poderes. Segundo fontes do GLOBO, o Tribunal de Justiça do Rio alegou que o dinheiro, que é destinado às despesas de custeio da corte, não pode ser usado para pagamento de pessoal. Mesmo sendo aliado de Pezão, o presidente da Assembleia Legislativa (Alerj), Jorge Picciani, também fechou as portas e afirmou que não adianta mais o governo recorrer a medidas “paliativas” para enfrentar a crise. Os fundos do TJ e de Alerj têm um total de R$ 668 milhões.
Segundo Picciani, o Executivo tinha a intenção de usar os recursos da Alerj, que tem saldo de R$ 190 milhões, para fazer caixa e aliviar a inadimplência com fornecedores, prestadores de serviços e até ajudar a pagar a segunda parcela do 13º dos servidores.
– Eu disse que não é possível (emprestar dinheiro do fundo). Esses recursos não resolvem a situação do estado, e eu não vou contaminar a minha administração. O governo tem é que cortar despesas. O que adianta o Eduardo Paes (prefeito do Rio) dar R$ 100 milhões para pagar a dívida da saúde? É uma solução política para o problema hoje, mas daqui a três meses o estado não tem mais dinheiro de novo – disse Picciani.
O orçamento previsto para o pagamento de pessoal e o custeio da Alerj este ano foi de R$ 929 milhões. As sobras de recurso são depositadas no fundo. Parte desse dinheiro deverá ser usada, por exemplo, na reforma do prédio do Banerjão, no Centro, para onde a sede do Legislativo será transferida no ano que vem.
Já o Fundo Especial do Tribunal de Justiça é constituído por 20% das receitas de taxas e custas de processos. Por ano, o fundo movimenta cerca de R$ 800 milhões, dos quais R$ 478 milhões estão disponíveis hoje, de acordo com levantamento feito pelo deputado Luiz Paulo Corrêa da Rocha (PSDB). Somente para 2016, ele deve receber R$ 812 milhões. Há pouco mais de um mês, a Alerj aprovou uma medida que pode ajudar ainda mais a reforçar o caixa do TJ, ao autorizar reajustes nos valores de várias taxas judiciais.
A legalidade sobre o uso dos fundos, se podem ser destinados ao pagamento de pessoal, por exemplo, é motivo de controvérsia. O desembargador aposentado Marcus Faver, ex-presidente do Tribunal de Justiça do Rio, ressaltou que a Lei 2524/1996, de criação do Fundo Especial do TJ, veta o emprego de recursos para honrar salários:
– A existência do fundo é uma garantia de que o Judiciário tem autonomia de gestão em relação ao Legislativo. O empréstimo de recursos ao estado é possível e já ocorreu em diversas situações. Na década passada, por exemplo, isso aconteceu nos governos Rosinha e Benedita da Silva. O Judiciário foi ressarcido com créditos dos royalties do petróleo – contou Faver.
PICCIANI SUGERE PARCELAMENTO
Por sua vez, Luiz Paulo defende a tese de que os recursos dos dois fundos, do Legislativo e do Judiciário, podem ser emprestados para o estado honrar quaisquer compromissos, com salários ou pagamento de fornecedores:
– Uma vez que os recursos são emprestados, eles vão para o caixa único do estado. Não há como determinar como esses recursos serão usados. Havendo acordo, o empréstimo pode sair. Em 2014, o Tribunal de Justiça emprestou R$ 400 milhões ao estado.
A assessoria do governo do estado não confirmou os pedidos de empréstimo.
Na busca por recursos, Pezão baixou um decreto na quinta-feira transferindo para o tesouro R$ 41 milhões de dois fundos especiais do estado. Ele justifica que esse valor não seria usado este ano. Desses R$ 41 milhões, R$ 36 milhões são do Fundo de Recuperação Econômica dos Municípios, que financia projetos principalmente em cidades do interior. Os R$ 5 milhões restantes vêm de um fundo reservado para concessão de microcrédito.
A relação entre o governador Pezão e o Judiciário azedou esta semana após decisões desfavoráveis ao governo. Na quarta-feira, Pezão disse que recorrerá das liminares que determinam o pagamento dos salários antecipados da Justiça e do Ministério Público, e a aplicação de 12% do orçamento na Saúde.
– (A Justiça) pode mandar também um carro-forte com recurso (dinheiro) junto. Eu não tenho recursos para pagar – ironizou o governador, em entrevista na quinta-feira.
Por nota, o TJ manifestou “estranheza acerca das declarações” do governador. Disse ainda que seu objetivo foi assegurar o cumprimento da Constituição.
Ao comentar a crise, o presidente da Alerj, que comanda a base de sustentação do governo na Assembleia, defende o rompimento de todos os contratos com Organizações Sociais (OS) e empresas terceirizadas, com as quais a dívida já chega a R$ 3 bilhões. Para ele, a saída é decretar emergência em todo estado, e não só na Saúde. Em tom crítico, ele disse que esse instrumento permitiria ao governo firmar um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o Ministério Público e lançar mão de contratações temporárias por dois anos.
– O decreto permitiria que os funcionários dessas empresas e Organizações Sociais fossem contratados diretamente pelo governo, o que reduziria muito os gastos, já que não seria preciso pagar as taxas de administração e os encargos. Por exemplo, um médico que custa R$ 8 mil à OS, acaba custando R$ 22 mil para o estado. O governo não tem mais capacidade financeira para arcar com isso – disse o presidente da Alerj.
Picciani propôs que a dívida com fornecedores e prestadores de serviços seja parcelada:
– Defendo que o governo peça uma carência de 6 meses para quitar os débitos e parcele dívidas em 30 meses.
A Caixa Econômica Federal realiza, na noite deste sábado (25), o sorteio do Concurso 1.774 da Mega-Sena, cujo prêmio principal está estimado em R$ 6 milhões. As apostas podem ser feitas em qualquer casa lotérica do País, até às 19h.
Além da premiação milionária, para quem acertar seis dezenas do concurso, a Mega-Sena ainda entrega prêmios secundários para quatro ou cinco números – respectivamente, na Quadra e na Quina da loteria.
O presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG) divulgou ontem nota criticando a edição pelo governo federal da Medida Provisória (MP) 704, que trata das fontes de recursos para cobertura de despesas primárias obrigatórias e pagamento da Dívida Pública Federal (DPF). “Vemos, mais uma vez, e lamentavelmente, o governo Dilma fazer uso de truques contábeis – o uso do superávit financeiro da conta única do Tesouro Nacional – para pagar outros truques contábeis que foram as pedaladas fiscais”, afirma Aécio.
Pela MP 704, publicada na quinta-feira, o superávit financeiro das fontes de recursos decorrentes de vinculação legal existentes no Tesouro Nacional em 31 de dezembro de 2014 poderá ser destinado à cobertura de despesas primárias obrigatórias no exercício de 2015.
Ela estabelece ainda que os valores de concessões de crédito realizadas por força de lei ou medida provisória pagos pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) à União serão destinados exclusivamente ao pagamento da DPF.
Para o tucano, Dilma repete “o mesmo truque” utilizado em dezembro de 2014, quando foi editada a MP 661, que estabelecia em um de seus artigos que “o superávit financeiro das fontes de recursos existentes no Tesouro Nacional poderá ser destinado à cobertura de despesas primárias obrigatórias”. “Este ano, portanto, o governo Dilma volta a editar a Medida Provisória autorizando o uso do saldo financeiro da conta única do Tesouro Nacional para pagar tanto despesas primárias quanto as pedaladas fiscais”, diz o tucano.
Na quinta-feira, o governo anunciou que iria colocar em dia dívidas de R$ 10,9 bilhões com FGTS e de R$ 15,1 bilhões com o BNDES, por conta das pedaladas fiscais.
O presidente do PSDB lembra que a nova MP foi publicada às vésperas do Natal, assim como as MPs que mudaram o seguro-desemprego e as pensões, no ano anterior. “É um governo que pede um novo voto de confiança aos investidores, mas que, na manhã seguinte, volta a se aproveitar de um momento em que a imprensa e a sociedade estão desmobilizadas para publicar atos polêmicos”, ataca.
“O recado está claro: tudo indica que o governo federal usará novamente uma manobra fiscal para fazer frente às suas despesas. O saldo financeiro da conta única do Tesouro Nacional deveria ser usado, no entanto, apenas para o pagamento de dívida pública, como estabelece a Lei 11.943, de 28 de maio de 2009”, completa o senador.
Aécio destaca que, para fazer uso de recursos da conta única para pagar despesas atrasadas, seria necessário que o governo tivesse arrecadação superior à despesa primária, “o que não é o caso”, aponta. “De acordo com as boas práticas contábeis, despesas primárias (despesas não financeiras) devem ser pagas com a receita de impostos e contribuições.
Quando o governo não tem recursos suficientes para pagar suas despesas não financeiras, pede recursos emprestados ao mercado por meio da emissão e vendas de títulos públicos, uma operação que aumenta a dívida bruta e a líquida no ato do pagamento das despesas não financeiras que deu origem ao aumento da dívida”, emenda na nota.
Ao final da mensagem, o tucano fala que falta bom senso ao governo petista. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
O aparente otimismo de Dilma é apenas para não demonstrar que a merda está cobrindo no Brasil por causa de seu maldito governo.
O desastre do governo PTista derrubou todos os indicadores da economia brasileira e de outras áreas como saúde e educação.
O governo do PT que iniciou com um apedeuta (aquele ex-operário que gosta de tirar onda de grande entendedor dos problemas brasileiros e de grande intelectual), é sinônimo de corrupção, mentira, pilantragem, falcatrua, canalhice, arrogância, imoralidade, descaso, delinquência, desesperança, incompetência, burrice, má fé, pobreza, sordidez e fome.
Costuma com frequência mudar a metodologia para melhorar os indicadores e mudar as leis para encobrir os seus erros.
Mente constamente para a população para dizer que tirou milhões da linha da pobreza, mas na verdade baixou a linha da pobreza e passou a considerar classe média quem ganha R$300,00.
Diz que diminuiu o desemprego, mas apenas passou a considerar como empregado aquele que recebe o bolsa família ou aquele que não procura emprego.
Esse é o governo da farsa, da mentira e da manipulação.
Os militares do passado conheciam muita bem a índole dessa gente.
O Plano Nacional de Educação (PNE), apesar de sancionado em 2014 pela presidente Dilma Rousseff, continuou no holofote em 2015. Isso porque cidades e Estados tinham até 26 de junho de 2015 para implementar seus próprios planos. E o que se viu foi a reprodução do conservadorismo que fez com que, nesses âmbitos locais, os dois temas vetados no PNE também fossem excluídos: identidade de gênero e sexualidade nas escolas.
A retirada foi resultado da pressão das bancadas religiosas, que alegaram que trazer o tema à tona deturparia os conceitos de homem e mulher, destruindo o modelo tradicional de família. Além disso, argumentaram que a discussão do assunto seria dever dos pais e não da escola.
Educadores e ativistas de direitos humanos se manifestaram, mas sem sucesso. Em entrevista, Luiz Ramires Neto, mais conhecido como Lula Ramires, mestre em Educação pela Universidade de São Paulo (USP) e coordenador da ONG Corsa (Cidadania, Orgulho, Respeito, Solidariedade, Amor), classifica a retirada dos temas do PNE como um retrocesso e avisa: fechar os olhos para a questão de gênero é deixar intacta a diferença que ainda existe entre homens e mulheres.
A escola não dá conta nem da matemática e do português ! Querem encher a cabeça de nossas crianças com essas ideologias criadas e defendidas por uma minoria. A perpetuação da humanidade sempre irá se basear na concepção de homem e mulher. Um par não gera a vida !
E viva a família!!! Essa foi uma tapa na cara dos que querem empurrar a homossexualidade goela abaixo da sociedade. Família é homem e mulher, o resto é dupla
o homem com seus desafios de entender o meio em que vivemos tenta se manifestar numa área impossível de ser desvendada a essência da criação do criador o próprio homem, quando um animal se reproduz nasce macho ou fêmea, porque devemos mudar quando se trata de nosso ser vivente e dominante deste planeta
Que texto asqueroso, amigo! Poderia ter escolhido um que não tratasse do tema apenas repetindo clichês de "progressista" babaca (e, no fundo, autoritário)! Você tem certeza que quer seus filhos sendo moldados sexualmente pelas escolas?
A crise na aviação brasileira já se reflete nos programas de fidelidade, que reduzem a emissão de milhas quando o tráfego de passageiros cai. Multiplus e Smiles, controladas respectivamente por TAM e Gol, registraram queda no acúmulo de pontos originados por passagens aéreas no terceiro trimestre. Além da redução da demanda por voos entre brasileiros, as empresas de milhagem têm como desafio disputar número menor de pontos nos cartões de crédito dos bancos, impactados negativamente pela alta do dólar.
Quando um cliente voa na TAM, na Gol ou nas empresas parceiras, como a Delta, pode acumular pontos Multiplus ou Smiles. Quando isso ocorre, as aéreas compram os pontos dos seus programas de fidelidade, gerando receitas às empresas de milhagem. As regras de acúmulo variam mas, geralmente, o cliente que paga a maior tarifa ganha mais pontos.
A demanda por passagens nacionais acumula quatro meses seguidos de queda até novembro e retornou ao nível de 2013, segundo a Associação Brasileira das Empresas Aéreas. Os números aparecem nos programas de milhagem. A Smiles perdeu 21,7% da emissão de passagens da Gol no terceiro trimestre e a Multiplus, 6,4%.
Segundo o presidente da Smiles, Leonel Andrade, o recuo se deve a mudanças nas regras de acúmulo do programa com a Gol, que mudaram a base de comparação, e também pela retração no volume de viagens no Brasil. Já o presidente da Multiplus, Roberto Medeiros, ressalta que o maior impacto vem do corte de viagens corporativas. “As empresas cortaram gastos com viagens e seus funcionários acumulam menos milhas”.
Apesar da queda, os brasileiros estão intensificando trocas de milhas por passagens aéreas – os resgates subiram 0,2% na Multiplus e 3,3% na Smiles no terceiro trimestre. Em sentido contrário, as aéreas estão reduzindo a oferta de voos. A TAM cortou 10% da oferta em voos nacionais no segundo semestre e pode fazer novos cortes em 2016. A Gol prevê corte de até 4% na oferta do segundo semestre e mais 4% a 6% no primeiro semestre de 2016.
Andrade e Medeiros ressaltam que os clientes ainda conseguirão trocar pontos por passagens nas controladoras e nas aéreas estrangeiras parceiras. O motivo é que os assentos disponíveis nos aviões da Gol podem ser comprados com milhas do Smiles, situação que se repete na TAM, com a Multiplus. “Hoje, o Smiles ocupa apenas 8% dos assentos da Gol. Nossas projeções mostram que podemos ser mais relevantes”, diz Andrade.
“A TAM cortou os voos em que não há demanda, seja do passageiro que compra com dinheiro ou pontos. A empresa tem espaço no avião disponível para os clientes Multiplus”, diz Medeiros. A Multiplus responde por 15% das passagens vendidas pela TAM.
Multiplus e Smiles nasceram ancoradas nos programas de fidelidade das companhias aéreas que as controlam, mas são empresas independentes, que têm nos bancos as maiores fontes de faturamento. Os bancos pagam para trocar os pontos do cartão de crédito dos clientes por Multiplus ou Smiles. Essa lógica, no entanto, impõe novo desafio desde a valorização do dólar.
O estoque de pontos acumulados nos cartões de crédito tende a diminuir, já que o cliente gasta em real, na maioria das vezes, mas o cálculo do ponto é feito pelo valor convertido em dólar. Ou seja, com a alta do dólar, os brasileiros acumulam menos pontos gastando o mesmo valor em real.
A Multiplus já sentiu retração no volume de pontos acumulados pelos clientes nos parceiros além da TAM – queda de 10,4% no terceiro trimestre na comparação com igual período de 2014. “O dólar já afetou as emissões. Antes, um cliente que gastava R$ 10 mil no cartão podia acumular 4 mil pontos. Hoje, acumula algo como 2,5 mil pontos”, diz Medeiros.
O executivo diz que o contexto reforça a importância do varejo como parceiro da Multiplus. Varejistas como Ponto Frio, Netshoes e Livraria Cultura oferecem pontos como atrativos para vender determinados produtos ou fidelizar clientes. Segundo Medeiros, o varejo responde por 13% do acúmulo de pontos Multiplus, número que era praticamente zero há três anos. “Queremos também aumentar os pontos que as pessoas acumulam em gastos do dia a dia, como corrida de táxi e supermercado”, diz.
A Smiles ainda teve um crescimento na emissão de pontos dos parceiros além da Gol (bancos, varejistas e companhias aéreas estrangeiras) de 24,4% no terceiro trimestre ante igual período de 2014. “Nosso desafio será, de fato, maior em 2016 para fazer essa conta continuar a crescer”, diz Andrade. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
A nova voz do Brasil foi eleita na noite desta sexta-feira (26) na final do “The Voice Brasil” e o grande vencedor foi Renato Vianna. O paulista disputou o prêmio com Ayrton Montarroyos, Junior Lord e Nikki e venceu com 56% dos votos do público depois de cantar a música “Por Enquanto”, de Renato Russo.
O resultado deu o que falar na web, foram desde pedidos apaixonados de casamento até piadas sobre o fato de Renato já ter participado do programa de calouros do Raul Gil. “Essa voz rouca do Renato Vianna… Casa comigo, nunca te pedi nada”, tweetou uma internauta. “Parabéns pro Renato Vianna que agora vai dividir o anonimato com o Sam Alves, Ellen Oléria e a dupla sertaneja”, brincou outro. Veja outros tweets.
Logo que recebeu o prêmio, Renato fez seus agradecimentos. “Só tenho a agradecer primeiramente a Deus, segundo a minha família. Faço isso por eles. Meus pais, meus irmãos e a minha namorada também”. O vencedor também mencionou o elenco de apresentadores e os técnicos, em especial o seu, Michel Teló, que já chega com o ganhador em seu ano de estreia no programa.
Em sua conta do Facebook, Renato agradeceu aos fãs e internautas que votaram com uma frase simples, mas que mostrou como ele está feliz. “Ganhamossssssssssssssssssssssssssssssssssssss!!!!!!!! Valew pessoal”, escreveu.
Depois de terminar 2015 com a maior queda nas vendas em quase 30 anos, o mercado automotivo brasileiro se prepara para adotar uma estratégia arriscada em 2016: deixar o veículo mais caro no momento em que o consumo se retrai, o desemprego sobe e o crédito tende a ficar mais restrito. Embora o reajuste seja uma decisão de cada montadora, todas as marcas passam, segundo analistas e executivos do setor, por uma forte pressão de custos.
Uma projeção feita pela consultoria Tendências aponta que os preços dos veículos novos deverão subir em 2016 no mesmo ritmo da inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor, da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (IPC-Fipe), pondo fim a um período de 10 anos em que a variação sempre ficou em nível mais baixo.
Na previsão da consultoria, os veículos novos deverão ter aumento de 5,8% em 2016, a mesma estimativa para o IPC. Para este ano, a expectativa é de que os preços dos carros subam 5,4%, abaixo dos 8,4% previstos para a índice geral. A última vez em que houve queda dos veículos foi em 2012, de 5%. À época, as montadoras ainda contavam com a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), que deixou de vigorar em 31 de outubro de 2014.
Responsável pelo levantamento da Tendências, o economista Rodrigo Baggi diz que a pressão de custos já havia atingido as montadoras neste ano, em razão da forte depreciação do câmbio e do aumento da energia. “O aperto nas margens já aconteceu. Uma parte do reajuste não foi feito porque as montadoras não queriam perder volume de venda”, avalia.
A expectativa do setor é de que as vendas tenham uma queda menor no ano que vem. Segundo a Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), o volume de veículos novos vendidos em 2015 deve cair 27% em comparação com 2014, para 2,53 milhões de unidades. A retração esperada para 2016 é de 5%.
Para o diretor de pesquisas econômicas da consultoria GO Associados, Fábio Silveira, o câmbio será novamente o principal vilão dos custos das fabricantes. “Tivemos uma acentuada depreciação do câmbio em 2015, mas só uma parte foi repassada ao consumidor, porque ainda havia estoque com o câmbio mais apreciado. A outra parcela vai ser repassada no ano que vem. Será algo que as montadoras não vão conseguir segurar, caso contrário, fecham o negócio”, diz Silveira.
Por questões de estratégia de mercado, as montadoras que lideram as vendas no Brasil evitam abrir o jogo em relação à política de preços. No entanto, admitem que a pressão de custos seguirá em 2016. “O preço é algo que será definido pela dinâmica do mercado, mas existe uma forte pressão de custos”, disse o vice-presidente de relações institucionais da Ford, Rogelio Golfarb, em evento realizado pela montadora neste mês. Em um congresso, dois meses antes, ele já havia afirmado que “lucro é coisa do passado”.
Mais sensíveis ao câmbio, as importadoras são mais abertas em relação a reajustes. A Kia Motors já trabalha com um cenário de alta dos preços. “Comprar carro importado no Brasil hoje é como comprar dólar a R$ 2,30, porque ninguém repassou”, disse o presidente da empresa no Brasil, José Luiz Gandini.
Para aliviar o custo da mão de obra, algumas montadoras aderiram ao Programa de Proteção ao Emprego (PPE), medida do governo federal que permite a redução das jornadas dos trabalhadores em até 30%, com diminuição salarial no mesmo nível. Entre as companhias estão a Volkswagen, a Mercedes-Benz e a Ford. A chinesa Chery, que instalou sua fábrica no Brasil no ano passado, teve de trilhar o caminho contrário, realizando em 2015 dois reajustes salariais superiores à inflação.
Segundo o vice-presidente da companhia chinesa no Brasil, Luis Curi, será inevitável realizar uma “adequação dos custos sofridos” em 2015. “O porcentual seguirá duas diretrizes: acompanhar os reajustes do mercado e chegar o mais perto possível da incidência dos aumentos que impactaram os nossos custos”, afirma. Desde que chegou ao Brasil, a montadora não encontrou vida fácil. A fábrica instalada em Jacareí, no interior de São Paulo, tem capacidade para produzir 50 mil veículos por ano, mas só deverá produzir algo próximo de 5 mil. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
A Polícia Civil investiga mais uma denúncia de abuso de poder envolvendo policiais de uma Unidade de Polícia Pacificadora (UPP). Quatro jovens que voltavam de uma festa na comunidade Santo Amaro, no Catete, na madrugada dea sexta-feira (25), denunciaram na 6ª DP (Cidade Nova) que foram torturados e roubados por oito PMs da UPP Coroa, Fallet e Fogueteiro. Eles voltavam de moto em Santa Teresa. A blitz terminou com uma mulher baleada. Os PMs foram presos administrativamente.
Dois irmãos, de 23 e 20 anos, mostraram na delegacia ferimentos nas pernas e nos braços, segundo eles provocados com faca quente pelos policiais. Ambos relataram ter recebido socos no nariz. Um adolescente de 17 anos contou que teve o cabelo incinerado com isqueiro, o saco escrotal queimado com faca quente e ainda foi obrigado a praticar sexo oral em um amigo enquanto um PM filmava a cena na rua.
“Abordaram a gente de forma agressiva, esquentaram a faca e cortaram a gente. Queimaram o cabelo dele (jovem de 17), obrigaram dois amigos a fazerem um vídeo explícito. Gravaram rindo e xingando. Falaram que quando pegarem a gente na rua de novo vão matar. Tudo porque a gente estava sem capacete na moto. Eles alegaram que estavam com raiva por estarem de serviço no Natal”, contou o rapaz de 23 anos.
Segundo eles, todos foram obrigados a ficar nus na rua e os policiais ainda bateram nas orelhas de um garoto de 13 anos, que também prestou depoimento, e no peito de um quinto rapaz, de 21, que teria ido a um hospital com falta de ar. Os jovens disseram que o caso aconteceu na Rua Prefeito João Felipe, e que voltavam para casa, no Rio Comprido.
O comando da UPP Coroa, Fallet e Fogueteiro determinou que os agentes fossem apresentados à delegacia. Os nomes dos PMs acusados não foram divulgados. Segundo a Coordenadoria de Polícia Pacificadora, após prestarem depoimento, eles foram presos administrativamente e estão à disposição do comando da UPP. As armas dos PMs foram apresentadas ao delegado. No âmbito militar, foi aberta uma averiguação sumária para apurar os fatos.
Jovens estariam com mais de R$ 400 na saída de baile
Os jovens disseram ao DIA que tiveram dinheiro e pertences roubados pelos policiais. “Roubaram R$ 470 meus, nossas sandálias, bonés e meu cordão”, acusou o rapaz de 20 anos. “Levaram R$ 400 do ‘X’ e o cordão dele, meu boné, os bonés dele e do outro que foi para o hospital”, disse o de 17.
As vítimas contaram que um policial atirou quando uma moto passou em alta velocidade pelo local. A Polícia Civil confirmou que uma mulher foi baleada, socorrida e prestou depoimento após receber alta do hospital. As circunstâncias do tiro não foram informadas. A 6ª DP informou que as vítimas foram encaminhadas para exame de corpo de delito e as armas dos policiais, apreendidas para perícia. Na tarde de sexta-feira (25), agentes fizeram diligências em busca por informações e imagens de câmeras de segurança.
Parentes com medo de represálias Primo dos irmãos de 20 e 23 anos, o técnico de informática Carlos Henrique Araújo, de 32 anos, disse que os garotos estão com medo de retaliações. “Os policiais disseram que, mesmo que eles fossem para a delegacia, iriam matá-los”, afirmou.
De acordo com Araújo, todos os garotos moram com os pais e nenhum deles tem passagem pela polícia. A Polícia Civil não quis confirmar se eles têm ou não anotações criminais justificando não fornecer informações de vítimas.
Em frente à 6ª DP, um homem que se identificou apenas como “Geraldo, subcomandante da UPP Coroa”, fotografou, com um celular, a equipe do DIA enquanto os jovens concediam entrevista. Afirmou que iria “qualificar” os repórteres.
Recentemente o Portal no Ar, de forma brilhante publicou denúncia do colegiado do Ministério Público do Estado em desfavor do procurador Rinaldo Reis.
Acontece que a resposta dele foi o contrário do que se esperava.
Vejam o texto abaixo, Apurem e cumpram com o seu papel de denunciarem!!!
O presente mágico de Rinaldo Reis, o Procurador Geral de Justiça:
Numa época em que o Ministério Público do Rio Grande do Norte teria que ser o fiel fiscalizador do bem público, o Procurador-Geral de Justiça Rinaldo Reis, de forma mais que debochada deu uma resposta ao aos membros do Colégio de Procuradores, que recentemente ocupou a mídia cobrando dele atos que colaborassem em reduzir despesas, polêmica que está marcada para ser discutida na próxima sessão extraordinária a acontecer no próximo dia 29/12/2015.
Acontece que a resposta foi surpreendente, sabe qual foi a iniciativa do procurador-geral? É de deixar morrendo de inveja qualquer empresário que ora enfrenta dificuldade diante da crise financeira pela qual passa o país. Ele simplesmente liberou 1 milhão e meio para um presente especial aos promotores e procuradores do Ministério Público. É isso mesmo: UM MILHÃO E MEIO! Que serão divididos em um presentinho de mais de R$ 7.000,00 (sete mil reais), pouquinho menos de R$ 7.500,00 para cada membro.
Ficou muita claro agora a advertência do presidente do sindicado dos trabalhadores do ministério público, quando o procurador alegou a crise para não conceder o reajuste salarial aos trabalhadores, que estava sendo recomendado pelo colegiado em pouco mais de 9% e Rinaldo Reis só concedeu 6%.
Em complemento, ele editou uma Resolução recomendando redução de despesas e mandou espalhar cartazes por todos os prédios do Ministério Público, mandando economizar, energia, água, papel e outros materiais. Toda essa economia, pra que? Para sobrar dinheiro para, entre outros, esse presentinho de R$ 7.000,00 (sete mil reais), pouquinho menos de R$ 7.500,00 (inclusive para ele próprio!) e para reajustar os salários dos promotores que, certamente no próximo mês já acontecerá.
Ficam algumas revoltantes perguntas:
1) Com que moral ficam esses promotores que vivem a recomendar redução de despesa em outros órgãos, inclusive nas miseráveis prefeituras do interior?
2) Pra que servem os órgãos de controle interno que deveriam cobrar o cumprimento das normas do Tribunal de Contas do Estado? Dentro do Ministério Público do RN tem um desses que não controlam e não recomendam nada. Pra que servem?
3) Com que cara ficam os servidores honestos que estavam preocupados em economizar tudo pensando no bem comum? Essa tem resposta: cara de palhaço.
4) Qual será o próximo prêmio de Rinaldo Reis aos seus promotores eleitores? Podem ficar certo que já está programado. E o Departamento Financeiro pronto liberar! Não é a toa que um dos gerentes do Ministério Público revelou que a Diretora de Finanças, em reunião de gestores foi aclamada, como “a fada”, e com muita razão: do nada, ela usou a varinha mágica para descobrir que facilmente poderia liberar Um milhão e meio, assim de forma surpresa. Dinheiro é coisa que ali não falta. A menos que se trate de funcionários…
Interessante que a AMPERN – Associação dos Membros do MP, através do seu presidente veio a público, defender o procurador e desqualificar as recomendações do colegiado, quanto ao limite prudencial e ao risco de cumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal,o que o procurador-geral, inclusive já havia feito.
Ora, para quem não sabe, o atual presidente da AMPERN, é partidário e sucessos de Rinaldo Reis, que por sua vez é ex-presidente da AMPERN, e foi exatamente lá que ele construiu as suas bases eleitorais para chegar ao poder.
Resumindo: os promotores, por bondade cristã de Rinaldo Reiis, receberam em dezembro: salário antecipado + 13º salário e de quebra, esse presentinho de quase R$ 7.500,00.
Para eles, em plena época de crise, esse sim será um farto e feliz natal.
Uma verdadeira “Chuva de bala” foi registrada na noite desta sexta-feira (25) na cidade de Mossoró, onde três pessoas foram alvejadas em ocorrências distintas.
Na primeira ocorrência, Antônio Araújo da Silva, de 57 anos foi atingido por uma bala perdida, na região da coxa, após um casal em uma motocicleta passar no Bairro Sumaré realizando vários disparos. Ele foi socorrido a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de São Manoel, onde recebeu atendimento médico. Segundo informações da Polícia Militar, o casal tinha acabado de realizar um assalto naquele bairro e saíram efetuando disparos a esmo, enquanto fugiam do local. Os suspeitos do crime não foram localizados.
Horas depois, mais duas pessoas foram baleadas em regiões diferentes da cidade, sendo uma identificada como José Alex Amâncio, de 36 anos, que foi alvejado com um tiro no pescoço, próximo a sua residência na Rua João Cordeiro no Bairro Santo Antônio, sendo socorrido a UPA daquele bairro.
Já na Avenida Abel Coelho, no Bairro Abolição IV, Pedro Plácido da Silva, de 32 anos, foi atingido com um tiro no ombro direito, após reagir a um assalto. A vítima trafegava em uma motocicleta, quando foi surpreendida por dois assaltantes, reagindo a ação dos criminosos, que após atirarem, fugiram com destino ignorado.
Todas as ocorrências foram registradas na Delegacia de Plantão de Mossoró. As vítimas dos atentados, que passam bem, deverão ser ouvidas pela Polícia Civil, que vai investigar os casos.
Com informações de fotos de fimdalinha.com.br e Portal 190RN.com
O Comando de Polícia Rodoviária Estadual (CPRE) intensificou as fiscalizações de trânsito no litoral potiguar nesta sexta-feira (25) com barreiras policiais na rota das praias do litoral Sul da Região Metropolitana, em Tibau, na Região Oeste do RN e na cidade de Jucurutu, no Seridó. Nestes locais, dezenas de veículos, entre carros e motocicletas, foram abordados. Algumas infrações foram devidamente registradas e o trabalho de orientação e prevenção contra acidentes massificado durante as operações.
No Litoral Sul da Grande Natal e em Tibau não houve registro de ocorrências, já em Jucurutu, o 3º Distrito do CPRE notificou 10 condutores, sendo quatro por embriaguez, com o recolhimento da Carteira de Habilitação. Também foram flagrados condutores sem habilitações, sem capacete e com o veículo acima do limite de passageiros permitido por lei.
A telefonia móvel nasceu da necessidade de falar em movimento. Essa funcionalidade mudou radicalmente nos últimos tempos. A generalização dos smartphones, ou telefones inteligentes capazes de se conectarem à Internet, e o aparecimento das redes sociais e aplicativos de mensagens instantâneas, como o WhatsApp, revirou essa funcionalidade básica de telefonia. A Internet está devorando a telefonia móvel no mundo, e, no Brasil, as operadoras brasileiras tiveram uma prova acachapante de sua perda de hegemonia com a comoção provocada pela interrupção por quase 13 horas do WhatsApp, em punição pelo não cumprimento de uma medida judicial brasileira.
As mensagens de texto há tempos se tornaram um anacronismo. E agora chega a vez dos telefonemas. Trata-se uma tendência global. Essa mudança de hábitos, que desloca o usuário de um universo analógico e individualista para outro digital e socializado, tem uma dupla consequência empresarial e sociológica. No caso do Brasil, também jurídica e geopolítica: afinal, como deve ser a relação dessas empresas globais de aplicativos —o WhatsApp foi comprado pelo Facebook— com as justiças nacionais?
Seja como for, quanto maior a economia na comparação entre as tarifas tradicionais de telefonia e o uso de aplicativos como WhatsApp, mais rápida é a transição, e foi exatamente isso que aconteceu no Brasil. No âmbito dos negócios, as operadoras veem suas receitas tradicionais com tráfego de voz desabarem e tentam compensar essa queda com faturamento por uso de dados. Por ora, o balanço é negativo porque os planos de tarifas fixas de dados móveis se mostram mais acessíveis que a receita com as chamadas, sujeitas a despesas extras, como o custo de sua realização. Mas o fenômeno mais desestabilizador para as contas das empresas é o wi-fi, que passou a ser o principal recurso de navegação para os dispositivos móveis.
As operadoras estão sempre no topo da lista de reclamações do Procon.
Os abusos são constantes e recorrentes.
Os aplicativos são muito bem vindos, pois estão proporcionando aos seus usuários uma redução significativa dos custos com comunicação.
Será que as operadoras de telefonia também irão querer acabar com o Viber e com o Skype?
Na realidade o WhatsApp se trata apenas de uma evolução da tecnologia que diminuiu drasticamente as receitas das operadoras com o serviço de envio de mensagens curtas e com o serviço de voz.
É a mesma coisa do e-mail ter acabado com o envio de cartas e de fax. Será que os Correios irão querer acabar com o e-mail por causa disso?
Não. Passou a criar outras opções para competir e aumentar as suas receitas.
É o que devem fazer as empresas de celular. Criar alternativas.
Uma dessas alternativas seria atuar como um provedor de internet, barateando seus serviços para haver uma adesão maciça da população.
As empresas de celular têm que correr contra o tempo, pois além de perder receita com SMS e serviço de voz futuramente também irão perder receita com a venda de chip.
É sabido que empresas com Apple e Samsung estão trabalhando para acabar com o chip de celular.
Já pensou se o Google resolver se tornar um operador global de telefonia celular?
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