Jornalismo

Paulo Marinho diz a interlocutores que tem provas para comprovar acusações contra Flávio Bolsonaro

O empresário Paulo Marinho disse a interlocutores que tem provas para comprovar as acusações que fez contra o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ). Marinho afirmou que o filho do presidente foi informado previamente por um delegado da Polícia Federal que o seu então assessor, Fabrício Queiroz, seria alvo de uma operação. A informação foi dita pelo próprio empresário ao jornal “Folha de S. Paulo”.

A pessoas próximas, Marinho relatou que, se for chamado para depor em uma eventual investigação, “apresentará provas mostrando que falou a verdade”. Também disse que não falaria nada se “não estivesse seguro” das informações.

A PF já afirmou que vai abrir uma investigação sobre o caso. O procurador-geral da República, Augusto Aras, também informou que vai avaliar com sua equipe se as acusações devem ser alvos de apuração no órgão.

BELA MEGALE – O GLOBO

Opinião dos leitores

  1. Em outras palavras, nem a polícia federal é de confiança, nenhum poder nesse Brasil é de confiança, estamos realmente a mercê de corruptos em todas as esferas, salvo algumas exceções…

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Economia

Para presidente do Fed, PIB dos EUA encolherá ‘facilmente’ de 20% a 30%

A crise provocada pela pandemia do novo coronavírus poderá fazer a economia dos Estados Unidos encolher “facilmente” entre 20% e 30% neste trimestre, afirmou o presidente do Federal Reserve (Fed, banco central americano), Jerome Powell, no domingo, 17.

Os dados mostram que 30 milhões de empregos foram destruídos na maior economia do mundo, após o fechamento de empresas em meio à crise da covid-19. “As cifras que conhecemos este trimestre, que termina em junho, serão muito, muito ruins. Haverá grande diminuição da atividade econômica, um grande aumento do desemprego”, declarou Powell ao programa 60 Minutos, da CBS.

Embora o desemprego possa alcançar um pico de 20% a 25%, um nível nunca visto desde a década de 1930, Powell disse que o país vai conseguir evitar outra depressão. “Acho que há uma boa possibilidade de que haja um crescimento positivo no terceiro trimestre”, relativizou, advertindo, no entanto, que voltar à normalidade pode levar tempo e que os Estados Unidos não verão uma recuperação completa até a descoberta de uma vacina contra a doença.

O Fed reduziu a taxa de referência para emprestar dinheiro e injetou bilhões de dólares no sistema financeiro e em programas destinados a apoiar pequenas e médias empresas, bem como governos estaduais e locais. Powell disse que o banco está preparado para fazer mais esforços no mesmo sentido e reiterou que será necessário mais gastos públicos para apoiar os trabalhadores e as empresas para permitir que a economia se recupere.

“Se permitirmos que as pessoas fiquem sem trabalho por longos períodos, se deixarmos as empresas fracassarem desnecessariamente, haverá prejuízos econômicos a longo prazo. A boa notícia é que podemos evitar isto se dermos mais apoio agora”, disse. A crise “chegou tão rápido e com tanta força que realmente não se pode expressar em palavras a dor que as pessoas sentem e a incerteza que reina atualmente”.

ESTADÃO CONTEÚDO

Opinião dos leitores

  1. Viva… Então todo esse dinheiro irá reaparecer nas economias expoliadas fo Terceiro Mundo. É o fim do capitalismo.

  2. Eles vão se recuperar rápido e virão mais fortes. A cultura, o povo é outro. Lá é fácil demitir e contratar. Mudarão paradigmas para não dependerem tanto da China. O que todos os países deveriam fazer.

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Economia

Vírus intensifica rivalidade e reproduz entre China e EUA clima de Guerra Fria

EUA e China vivem uma nova Guerra Fria? A pergunta foi levantada pelo historiador Odd Arne Westad em artigo na revista Foreign Affairs, no ano passado, e o termo voltou a ser usado por analistas nas últimas semanas. A pandemia de coronavírus colocou os dois países, que vinham ensaiando uma trégua diplomática, após um acordo comercial no fim de 2019, de novo em rota de colisão.

A pandemia escancarou o vácuo deixado pelos americanos, que não lideram uma resposta mundial à crise e preferiram apontar o dedo para os erros da Organização Mundial de Saúde. Do outro lado, a China busca espaço no tabuleiro internacional, enquanto enfrenta críticas com relação ao grau de transparência e à velocidade de resposta no início do surto.

Um relatório interno do Ministério da Segurança da China, publicado pela agência Reuters, no dia 4, afirma que a crescente hostilidade contra os chineses, provocada em parte pela retórica americana, havia chegado ao pior nível desde o massacre da Praça Tiananmen, em 1989. O texto concluiu que os EUA viam Pequim como uma ameaça econômica e de segurança.

Pessoas que leram o relatório disseram que ele foi encarado pela comunidade de inteligência da China como uma nova versão do telegrama do embaixador soviético Nikolai Novikov, de 1946, que enfatizava o perigo da ambição militar dos EUA, e até hoje é considerado um dos marcos da Guerra Fria.

“Eu sei que as pessoas se sentem desconfortáveis com o termo, mas acho que temos de ser honestos e chamar isso pelo que é. Este é o começo de uma nova Guerra Fria”, afirmou esta semana Clete Willems, ex-assessor da Casa Branca, em entrevista à emissora CNBC. “Se não formos cuidadosos, a coisa pode piorar.”

“Estamos no início de uma Guerra Fria”, disse Orville Schell, diretor do Centro de Relações EUA-China da Asia Society, em entrevista ao site Business Insider. “Estamos caminhando cada vez mais para a posição de adversários da China.”

O presidente americano, Donald Trump, tem usado a pandemia para reforçar as bases protecionistas de sua política comercial e argumentar que os EUA não podem depender de longas cadeias globais de produção, em um recado direto à China, que respondeu, em 2018, por mais de 40% da produção de insumos e equipamentos médicos do mundo.

Ao mesmo tempo, segundo analistas, a busca por espaço geopolítico entre EUA e China se diferencia em pelo menos dois aspectos da Guerra Fria entre americanos e soviéticos, durante a maior parte do século 20.

Primeiro, ao contrário da União Soviética, os chineses não têm como objetivo espalhar o comunismo pelo mundo. O conflito com Washington é econômico, não ideológico. Por fim, a diferença mais marcante é a rede de relações comerciais e de investimentos que embaralham a relação entre China e EUA – o que não havia entre americanos e soviéticos.

Um dos sinais de que a pandemia se tornaria uma disputa política foi a tentativa de Trump de colocar no coronavírus a alcunha de “vírus chinês”, enquanto Pequim adotava uma “diplomacia sanitária” agressiva.

O britânico Mark Malloch Brown, que foi vice-secretário-geral da ONU na gestão de Kofi Annan, espera que o medo generalizado de um confronto entre EUA e China provoque uma nova onda de valorização das respostas multilaterais. Apesar de se dizer esperançoso, ele acredita que um eventual fortalecimento do sistema internacional não será impulsionado pelos americanos, mesmo se Trump perder a eleição em novembro.

Os EUA assumiram papel de líderes na reorganização do mundo no pós-guerra, que passou pela criação da ONU e do sistema de Bretton Woods. A política de Trump e a aversão do presidente a organizações multilaterais, no entanto, colocaram a Casa Branca em atrito até com aliados e afastaram os EUA da posição de liderança na resolução de crises, no exato momento em que a China busca uma liderança mundial correspondente ao seu peso econômico.

Brown é atualmente conselheiro da consultoria de risco Eurasia e integrante do comitê externo do FMI de aconselhamento nas respostas à crise atual. Para ele, os EUA olham para a China como um rival, mas as ambições chinesas são mais moderadas do que o que os americanos fazem parecer.

“A China ambiciona competir com os EUA pela liderança global em áreas de baixo custo. No momento, vemos a entrega (pela China) de equipamentos de proteção individual e respiradores. Mas a China não está pronta nem tem o apetite para desafiar completamente os americanos neste sistema internacional”, afirmou Brown, em entrevista ao Estadão.

A seis meses da eleição presidencial americana, independentemente das discussões sobre o assunto, apontar a China como culpada e a OMS como leniente é conveniente para a retórica política de Trump. No Partido Republicano, uma cartilha de aconselhamento de estratégia eleitoral para candidatos ao Senado sugere culpar a China pela pandemia e não abordar com eleitores as ações tomadas pela Casa Branca para conter o vírus.

ESTADÃO CONTEÚDO

Opinião dos leitores

  1. Bloquei internacional já a china.
    Os países deveria cobra do governo chinês as mortes que estão acontecendo pelo mundo devido a irresponsabilidades desse fdp.

  2. A afirmação segundo a qual a China "não tem como objetivo espalhar o comunismo pelo mundo" é uma piada ridícula. Claro que tem. Basta ver o vídeo da reunião do PC chinês em que o psicopata Xi Jinping, admirador fanático do monstro genocida Mao Tse Tung, fala sobre dominação global.

  3. Já prestaram atenção que…falou em "GUERRA", falou nos EUA?!?
    Segunda guerra, guerra fria, guerra do Vietnã, guerra do golfo…
    Essa "praga" de país vive em eterno conflito, desde aquela que foi uma das mais sangrentas batalhas da história da humanidade, mas que ninguém comenta e muitos sequer tem conhecimento : (porque no quintal dos eua é proibido falar mal dos yankes)
    A guerra da Secessão, que foi entre os EUA e…os EUA!
    Isso mesmo. Norte contra Sul. Federados contra CONfederados.
    O banho de sangue que foi aquilo lá, foi algo monstruoso e se eles foram capazes de fazer com eles mesmos, imagine o que são capazes de fazer com os outros…
    As duas bombas atômicas sobre Hiroshima e Nagazaki são fichinha…
    Em tudo se metem, de tudo discordam e se acham a rainha da cocada.
    Pior que ainda existe BABÃO, PUXA-SAC0, LAMBE-BOTAS que endeusa aquela peste arrogante !!!
    Mas um dia a conta chega, viu??
    Não vá com os oín fechado não, que o buraco é mais embaixo !!!!

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Jornalismo

Advogado indicado para a defesa de Queiroz confirma ter sido procurado pelo ex-assessor de Flávio Bolsonaro

Indicado por Paulo Marinho para auxiliar Flávio Bolsonaro em sua defesa nas denuncias de rachadinha no gabinete da AL do Rio, o advogado Christiano Fragoso recomendou na reunião do então senador eleito e o empresário, que se arranjasse um advogado para Queiroz e indicou Ralph Hage Vianna.

Procurado pelo O GLOBO, o Advogado Ralph Hage Vianna admitiu ter sido procurado por Queiroz para atuar junto ao caso depois que o ex-chefe de segurança do senador foi intimado para depor no Ministério Público (MP) do Rio, em dezembro de 2018. Ele não seguiu na causa e preferiu não comentar detalhes para preservar o sigilo profissional.

Opinião dos leitores

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Jornalismo

Polícia Federal tinha conhecimento de irregularidades de Fabrício Queiroz antes das eleições de 2018

Relatório produzido pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) em janeiro de 2018 e enviado naquele mesmo mês ao Ministério Público Federal (MPF) e à PF já mostrava irregularidades envolvendo as movimentações financeiras de Fabrício Queiroz.

O relatório faz parte da documentação que deu origem à Operação Furna da Onça e trata sobre casos de transações fora do padrão de servidores da Assembleia do Rio de Janeiro (Alerj), onde Flávio Bolsonaro era deputado estadual antes de assumir a cadeira de senador.

 

Opinião dos leitores

  1. O importante é semear a narrativa de que Bolsonaro conduzia ou interferia os trabalhos do MJ, PF, MPF. Justiça do Rio antes de assumir, em pleno 2018…Ridículo.

    1. Também há a vertente que tenta esconder os desmandos do presidente e passar pano para todas as suas ações, a exemplo do lulopetismo. Ridículo.

  2. O coaf devia mostra também o relatório da família lula, não estou defendendo ninguém, existe um ditato popular que diz, mas o pau que da em chico tb deve bater em francisco.

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Política

JÁ NÃO ESCONDE MAIS: Miriam Leitão escreve os motivos e como deve ser o pedido de Impeachment de Jair Bolsonaro

A jornalista Miriam Leitão, em seu artigo neste domingo do O Globo, já não disfarça mais sua vontade e desejo. Nele, a jornalista discorre os motivos e como deve ser o pedido de Impeachment do Presidente Jair Bolsonaro. Segue: 

O presidente Jair Bolsonaro cometeu crimes de responsabilidade. Vários. Ele tem ameaçado a federação, tem infringido o direito social à saúde, ameaça o livre exercício do Poder Legislativo e do Poder Judiciário. Tanto a lei que regulamenta o afastamento do presidente, a 1079/1950, quanto a Constituição Federal estabelecem o que são os crimes de responsabilidade. Impeachment é um julgamento político, e quem estiver na presidência precisa apenas de 172 votos para barrá-lo. O inquérito na PGR investiga se ele cometeu outros crimes. Até agora os depoimentos e contradições enfraqueceram a defesa do presidente. O procurador-geral da República, Augusto Aras, pode querer muito arquivar o inquérito, mas os indícios aumentam a cada dia.

Bolsonaro pode enfrentar um processo de impeachment no Congresso, se o deputado Rodrigo Maia der início. Há elementos para embasar um pedido de interrupção de mandato por crime de responsabilidade. O Congresso pode fazer isso ou não. É processo longo e penoso. Mas se não ocorrer, a explicação não estará em falta de crime, mas sim em algum insondável motivo que pertence aos desvãos da política.

O artigo 9º da lei 1079 estabelece em seu inciso 7 que é crime contra a probidade da administração “proceder de modo incompatível com a dignidade, a honra e o decoro do cargo”. Decoro que ele quebrou inumeráveis vezes. No inciso 5, “infringir no provimento de cargos públicos, as normas legais”. O que está sendo revelado no inquérito da suspeita de interferência na Polícia Federal dá várias razões para se concluir que ele tentou ferir esse dispositivo da lei. O artigo 6º caracteriza os crimes contra o livre exercício dos poderes constitucionais. O primeiro inciso fala em “tentar dissolver o Congresso Nacional” ou “tentar impedir o funcionamento de qualquer das Câmaras”. O presidente Bolsonaro já participou de atos que explicitamente pedem o fechamento do Congresso, em faixas e palavras de ordem e nos motivos da convocação. Discursou dizendo que acreditava nos manifestantes e afirmou que as Forças Armadas estavam com eles, em clara ameaça ao país. No artigo 7º, a lei de 1950 define o crime contra o exercício dos direitos políticos, individuais e sociais. Nele, o inciso 9 indica: “violar patentemente qualquer direito e garantia individual.” Nesse ponto se enquadra a violação do direito à saúde, quando ele prega diariamente contra as medidas recomendadas por todas as autoridades sanitárias do mundo e todos os especialistas brasileiros em saúde pública.

No artigo 85 da Constituição Federal são considerados crimes de responsabilidade os atos do presidente que atentem contra: “a existência da União.” Bolsonaro foi do “aqueles governadores paraíba” até a conclamação dos empresários para jogar pesado contra os governadores porque “é guerra”. Isso atenta contra a União. “O livre exercício do Poder Legislativo e do Poder Judiciário”. Com as manifestações pedindo fechamento do Congresso e do Supremo, o que fez Bolsonaro? “O exercício dos direitos políticos, individuais e sociais”. Ele os fere insistentemente.

Mesmo se for arquivado, o inquérito na PGR pode fornecer elementos para sustentar um processo de impeachment. Interferir na polícia judiciária afeta o próprio livre exercício do Poder Judiciário.

A lei 1079/50 foi muitas vezes analisada durante o processo de impeachment da ex-presidente Dilma. Ela foi acusada pelo artigo 10, que define “os crimes contra a lei orçamentária”. A Constituição também, no artigo 85, fala dos crimes orçamentários. Depois que passa, fica na memória pouca coisa, o registro é de que ela errou no Plano Safra, baixou decretos de criação de despesa sem a prévia autorização do Congresso. Mas foi mais. As pedaladas são apenas a palavra que a crônica política criou. Dilma caiu porque arruinou a economia, criou uma recessão que perdurou por dois anos, fez uma escalada de desemprego, abriu um rombo nas contas públicas e usou os bancos públicos para pagar despesas orçamentárias. Ela fez gestão temerária na economia. Eu achava naquela época, acho agora.

Desconhecer os crimes muito mais graves cometidos pelo presidente Jair Bolsonaro é aceitar um perigo infinitamente maior. Não se trata de ameaça à economia. Agora é a democracia que corre riscos.

Opinião dos leitores

  1. Isto sim se pode chamar de jornalismo sério, de utilidade pública. A propósito, já dizia Millôr que jornalismo é oposição, o resto é armazém de secos e molhados.

  2. Eu vejo muitas pessoas no Brasil adeptos da ideologia politica-partidaria da esquerda ou da direita criticando,ofendendo a rede de televisão Globo,mas passam o dia inteiro assistindo o canal da Globo aberta e também na televisão por assinatura dos canais da globosat:Globo News,SporTV,premiere;canal de jogos de futebol,Multishow,GNT,viva e dos canais de filmes da Telecine e entre outros canais da empresa,entre 70 e 80 % dos brasileiros e brasileiras ligam e desligam a televisão assistindo os canais do grupo globo de mídia e telecomunicações.

  3. essa jornalista não tem credibilidade , pertence a tropa de choque dos bajuladores jornalistas da globo lixo que ainda não foram demitidos e fazem de tudo pra agradar seus patrões, talvez seja o seu desejo maior a queda do presidente para sua falida e sonegadora de impostos Rede globo lixo não fechar as portas , já que, devem mais de 44 milhões de impostos ao governo, e sabem que com Bolsonaro não haverá perdão, por isso desejam tanto sua queda, essa jornalista nada mais é do que uma pilantra.

  4. Está é uma militante e já foi presa por terrorismo, não fala com parcialidade deveria se ater a economia que é onde ela atua no jornalismo

  5. MANDA ESSA JORNALISTA ARRUMAR UMA LAVAGEM DE ROUPA, A DITADURA FOI UMA MÃE MESMO, O CHORO É LIVRE, VÃO SER OITO ANOS, ATURA OU SURTA.

  6. BG
    Coitada defendendo seus "patrões" caloteiros e defendendo seu emprego e do filho jornalista da lixo, ele curiosamente não usa seu sobrenome, mais sim Vladimir Neto.

  7. Esconder o quê??? Quem quer que ele fique é que parece morrer de vergonha (com razão!). Prova disso é a necessidade de se valer de indiretinhas e insinuações pra defender o indefensável .

  8. Coitada… até hoje fica na esperança que o Bolsonaro saia da presidência! Junte suas forças e inteligência para somar e não trazer mais ódio e discórdia! Respeitar a autoridade é nosso papel, uma vez que Seus permitiu que assim fosse!! Mas a Senhora Mirian é uma coitada induzindo as pessoas contra o presidente por não gostar da “linha Militar”!

  9. Está fácil de uma terrorista do passado ter credibilidade para preparar um documento que leve o Presidente ao impeachment ! Xupaaaaaa esquerdopatas, passamos 14 anos aguentando os desmandos do PT e aliados, não será agora que vagabundos corruptos da Lavajato ,
    Idealistas de merda, etc irão derrubar um Presidente que nunca se corrompeu .

  10. Não, não é "e o Lula não", é: desde quando comunista defende democracia? Comunista defendendo e falando em democracia é tão autentico quanto uma nota de 3 reais.

  11. Mais uma q caiu na real e está vendo a loucura q foi eleger esse energúmeno com a ajuda incondicional da mídia na época. Plantaram uma meia verdade dizendo q o PT era o partido mais corrupto do mundo (o antigo partido do energúmeno, PSC, tinha mais gente envolvida no lava jato q o próprio PT além de outros do Centrão q ele hoje é aliado), inflaram a população e de reboque veio o imbecil q em 30 anos como deputado nunca tinha produzido nada. Agora estamos numa sinuca de bico. O sujeito nao foi impichado ainda pois está fazendo via Guedes, o banqueiro, tudo q o mercado quer além de vender a alma e o suor dos brasileiros pro Centrão com a anuência de Rodrigo Maia.
    Falta de aviso nao foi.

  12. Já não esconde mais o que? Os únicos da imprensa que fazem de conta que Bolsonaro não será impichado, são as cavalgaduras que, mesmo diante da loucura total desse homem, continuam a apoia-lo. "E o Lula," vai dizer um minion aqui nessa caixa de comentários….kkkkk

    1. Abstinência de recursos público é grande , esperem sentados !!!

    2. Vão ter que esperar até 2022. Não adianta massacrar todo dia o sujeito. Não se faz impeachment sem apoio popular.
      Quer mostrar que o povo apoia isso, deixe de bater panela no conforto do lar e vá pra rua exigir a saída dele. Quero só ver kkkkkkk. Tem coragem não né? Kkkkk

    3. Lula faz parte do passado, tá no chão, tá morto.
      Nunca ninguém vai tirar dele o título de EX.
      Só e nada mais.
      Acabou!!!

    4. Não podemos é retroceder, temos é que avançar, o que foi tentado e não correspondeu as espectativas, jamais terão direito a voltar. Temos que escolher o novo, só que atos desabonadores desses gestores, terão que sofrer consequências.

    5. Parece que falar do pernicioso Lula, pelo menos para vc, não será preciso. No entanto, seria bom procurar saber quem é e o que fez Miriam Leitão.

    6. Flávio vc foi certeiro! O gado veio em peso….kkkkk Muitos são Robôs e uma mesma pessoa se passando por outras (hoje o gado nao passa de 25% da população).
      Escutam o nome Lula, o melhor presidente já eleito desse país, e enlouquecem. É pior que homem apaixonado….kkkkk
      Se preocupam tanto com o cara e fecham os olhos para a familícia que elegeram.

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Economia

Governo dá aval para revisão de contratos de estradas e aeroportos

O governo federal planeja revisar os contratos de concessão na área de infraestrutura devido à queda abrupta de demanda, provocada pelo avanço do novo coronavírus. A revisão será feita caso a caso e pode incluir até reajuste de tarifas cobradas dos usuários. As conversas já estão adiantadas com as operadoras de aeroportos privados, nos quais o movimento chegou a cair mais de 90% em abril. Concessionárias de rodovias igualmente registraram perdas significativas nas últimas semanas e devem ser contempladas.

A revisão é chamada tecnicamente de reequilíbrio econômico-financeiro dos contratos. Será permitido aumentar o período de concessão, reduzir a obrigação de investimentos, alterar os valores de outorga e até mesmo subir o valor das tarifas. Também será possível organizar uma combinação entre essas soluções. Cada contrato será avaliado separadamente pela respectiva agência reguladora.

Em abril, os voos domésticos transportaram 399 mil passageiros, queda de 94% ante igual período do ano passado, segundo dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Nas rodovias concedidas à iniciativa privada, o tráfego no mês passado foi 44% inferior a 2019, segundo a Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR).

Segundo a secretária de Fomento, Planejamento e Parcerias do ministério da Infraestrutura, Natália Marcassa, não será permitido ampliar o prazo dos contratos de concessões que estão no fim. É o caso da Via Dutra, que tem leilão previsto para este ano. O contrato com a CCR, que administra a rodovia, termina em 2021. Para concessões recentes, também não haverá extensão do contrato, porque isso teria pouco impacto para as empresas no curto prazo.

Para continuar lendo é só clicar aqui: https://oglobo.globo.com/economia/governo-da-aval-para-revisao-de-contratos-de-estradas-aeroportos-24432119

O GLOBO

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Política

SÓ VERDADE: Família virou uma ameaça ao mandato de Bolsonaro

Filho é mais ou menos como sarampo. Quando você tem, precisa cuidar direito. Do contrário, deixa sequelas para o resto da vida. Jair Bolsonaro moldou os filhos à sua imagem e semelhança. Criou problemas. Ao transformar o Planalto num puxadinho de casa, permitiu que os filhos influenciassem o rumo do seu governo. Desenvolveu um fascínio pelo caminho do brejo.

O primogênito Flávio Bolsonaro atribuiu ao “desespero de Paulo Marinho”, seu suplente no Senado, a revelação que borrifou gasolina na crise inaugurada com a saída de Sergio Moro do governo. Marinho disse ter ouvido do próprio Flávio que um delegado da Polícia Federal vazou com antecedência para os Bolsonaro a informação de que Fabrício Queiroz tornara-se alvo de investigação criminal.

Pode-se achar que Paulo Marinho decidiu comportar-se como delator porque ambiciona a poltrona de Flávio no Senado, como insinua o Zero Um. Ou porque tornou-se candidato do PSDB à prefeitura do Rio. Mesmo assim, o primogênito do presidente continua devendo explicações sobre os fatos que levaram o Ministério Público do Rio a anotar em documentos oficiais que funcionava em seu gabinete uma “organização criminosa”.

Houve um dia em que Bolsonaro poderia ter desarmado a bomba relógio da rachadinha, tomando a trilha da moralidade que prometera na campanha presidencial: 12 de dezembro de 2018. Já eleito, o capitão declarou numa de suas aparições ao vivo nas redes sociais o seguinte:

“Se algo estiver errado —seja comigo, com meu filho ou com o Queiroz— que paguemos a conta deste erro. Não podemos comungar com erro de ninguém. (…) O que a gente mais quer é que seja esclarecido o mais rápido possível, que sejam apuradas as responsabilidades, se é minha, se é do meu filho, se é do Queiroz. Ou de ninguém.”

Se tivesse continuado nessa linha, Bolsonaro arcaria com parte do custo da encrenca. Mas teria a oportunidade de definir quanto ele, o filho e o faz-tudo pagariam. Com a vantagem de realizar a assepsia antes da posse, blindando o mandato presidencial. O diabo é que o capitão decidiu dar marcha a ré. Com isso, enfiou a bomba dentro do seu governo. A tentativa de regatear elevou o custo.

Decorridos 17 meses, Flávio Bolsonaro já recorreu dez vezes à Justiça para tentar arquivar ou trancar a investigação. Obteve vitórias parciais que deram a falsa impressão de que seria possível até anular as provas. Mas acabou perdendo todas as apostas.

Nesse meio tempo, o caso agravou-se. Já era grave quando se restringia à suspeita de apropriação indevida de pedaços dos contracheques de assessores de Flávio. Subiu de patamar quando se descobriu que o filho mais velho do presidente tem apreço por milicianos. Complicou-se ainda mais com a suspeita de lavagem de dinheiro por meio da aquisição de imóveis.

Aliados mais fieis a Bolsonaro alegam em defesa da família que, ainda que as acusações se revelem verdadeiras, o estrago será pequeno se comparado com o mensalão e o petrolão. O argumento é tosco. A transgressão é proporcional ao tamanho do cofre ao qual o transgressor tem acesso. A honestidade, de resto, é como a gravidez. Nenhuma mulher pode estar um pouquinho grávida, como não se pode ser um pouco honesto.

As revelações de Paulo Marinho encostaram a rachadinha no inquérito sobre a interferência política de Bolsonaro na Polícia Federal. A Procuradoria-Geral da República mandou investigar. A Polícia Federal abriu novo procedimento.

Parlamentares de oposição peticionaram ao ministro Celso de Mello, do Supremo, pedindo que as delações não premiadas de Sergio Moro e de Paulo Marinho sejam esquadrinhadas num mesmo inquérito.

Simultaneamente, Moro sustenta que o combo anti-Bolsonaro precisa incluir também o inquérito sobre fake news, que corre no Supremo sob a relatoria do ministro Alexandre de Moraes. Nele, a PF roça os calcanhares de vidro de parlamentares bolsonaristas e do filho Zero Dois do presidente, Carlos Bolsonaro, braço digital da indústria de crises do Planalto.

A família tornou-se uma ameaça ao mandato presidencial de Bolsonaro. O que ajuda a explicar a avidez com que o presidente tenta remodelar o organograma da Polícia Federal, num derradeiro esforço para evitar o surgimento de alguma “sacanagem” capaz de “foder minha família toda ou amigo meu.”

O amigo Queiroz, a propósito, tornou-se a ausência mais presente na atual crise. Ainda ecoam nos subterrâneos de Brasília os áudios que o faz-tudo dos Bolsonaro permitiu que escoassem pelo WhatsApp em outubro do ano passado. Num deles, Fabrício Queiroz queixou-se de desamparo.

Ele declarou: “Não vejo ninguém mover nada para tentar me ajudar… O MP tá com uma pica do tamanho de um cometa para enterrar na gente.”

Ex-policial militar, Queiroz manteve com Bolsonaro uma amizade de 35 anos. Flávio serviu-se da assessoria do personagem por 11 anos. Agora, a despeito dos milhões de indícios em contrário, pai e filho acham que não devem nada a ninguém. Muito menos explicações.

Filho, como realçado no início do texto, é como sarampo. Quando você tem, precisa cuidar direito. Do contrário, sujeita-se às sequelas. Entre elas surdez, cegueira e redução da capacidade mental. No momento, seria muito arriscado para os Bolsonaro fazer ouvidos moucos, fechar os olhos ou fingir-se de maluco diante dos alertas do amigo Queiroz.

JOSIAS DE SOUZA

Opinião dos leitores

  1. Waldemir e Said . MEUS CAROS NÃO SEI MAIS O WUE FAÇO PARA QUE VOCÊS ACREDITEM QUE VOTEI NO MITO . SERÁ POSSÍVEL QUE UM CIDADÃO NÃO PODE SE ARREPENDER DE UM VOTO ? ESTOU MAIS ALIVIADO . ONTEM FIZ AS PAZES COM MINHA SOGRA POR TELEFONE PEDI DESCULPAS POR TER DEFENDIDO O BOZO COM UNHAS E DENTES . COM MEU CUNHADO DA PETROBRAS ESTÁ MAIS COMPLICADO , ELE AINDA ESTÁ MUITO CHATEADO PORQUE CHAMEI ELE DE MORTADELA . MAS VAI REINAR A PAZ NA FAMÍLIA . PARA SAID E WALDEMIR , ROGO MUITA LUZ E QUE ARREPENDIMENTO É IGUAL A CATAPORA DÁ E PASSA .

  2. O que acho muito engraçado é o fato que Bolsonaro vivia sem ataques quando era apenas um vereador, deputado federal , enfim durante toda sua vida pública. Mas, foi só ganhar as eleições para presidente a imprensa vem "revelando" "noticiando" como se fosse mais criminoso que Lula e a corja petista. Incrível, né! Por que será???

  3. O problema vai ganhando contornos cada dia mais graves . Está ficando cada vez mais complicado para o BOZO , votei nele e me arrependo , manter a carapuça de honestidade e probidade . Paulo Marinho , não seria louco de dizer o que disse se não tivesse cartas na manga . Me parece um movimento calculado e planejado . Nada cria mais pânico no BOZO , do que esse inquérito contra seu filho Flávio Bananinha pois ele sabe que aí está o caminho mais tortuoso para ele . Os defensores do MITO , votei nele e me arrependo , vão chamar Paulo Marinho de traidor , comunista ou de querer a cadeira do bananinha Flávio . O estribuchamento no entanto não vai adiantar se confirmado o que foi dito . Nesse meio de campo existe ainda o fator QUEIROZ . Esse cidadão deve está com muito medo . Ele é um arquivo vivo ainda intocável . Ninguém chega nele . Foi montada uma muralha de proteção intransponível até agora . O problema é que esse tipo de investigação é igual ao novelo da vovó, quando começa a ser puxado não para . Hoje o ministro Celso vai definir se libera a reunião na íntegra . Acho que nesse aspecto todos nós , estamos concordando . Libera Geral , vamos ouvir a gravação , pois uma das coisas mais defendidas pelo BOZO , votei nele e me arrependo , é a transparência . Depois vamos acompanhar o desenrolar das coisas . Tamô junto .

    1. Um petralha deste dkzer que votou em BOLSONARO e uma piada
      Voceis querem ganhar em cima de mentiras

    2. Essa ladainha dos ptistas de falar votei mais me arrependo já deu,vira o disco rapaz essa conversinha fiada não engana nem os mortadela imagina as pessoas de bem que quer o Brasil sem corrupção e outra coisa um suposto voto seu não fará falta alguma em 2022,não se preocupe pode continuar comendo seu pão com mortadela,aliás por sinal tá bem escasso ultimamente né? Porque será?

    3. Se alguém for contra o mito, o gado dele diz logo que é petista ou comunista. Esqueçam esse termo comunista, isso acabou, o comunismo se mostrou inviável e anacrônico. Essa coisa de comunista comedor de fígado de criança só existe na cabeça do mito e seus tolos.

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Judiciário

Relator da operação Furna da Onça diz que não houve adiamento da operação: ‘Deflagrada em momento mais oportuno’

O desembargador Abel Gomes, relator da Operação Furna da Onça no Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2), divulgou uma nota neste domingo em que explica o motivo pelo qual a Justiça Federal, o Ministério Público Federal (MPF) e a Polícia Federal (PF) entenderam em conjunto que não seria oportuno deflagrar a ação durante o período eleitoral de 2018.

De acordo com Gomes, a intenção das autoridades envolvidas nesse processo de tomada de decisão não foi “beneficiar quem quer que seja”, mas evitar a falsa percepção de que a operação tinha motivações políticas, uma vez que havia ocupantes de cargos eletivos entre os alvos. Para o magistrado, o desdobramento da Lava-Jato não foi adiado, mas realizado no momento julgado mais oportuno — a ação ocorreu em 8 de novembro daquele ano, 11 dias após o segundo turno das eleições.

As declarações de Gomes sucedem os relatos feitos pelo empresário Paulo Marinho, ex-aliado do presidente Jair Bolsonaro, em entrevista ao jornal “Folha de S. Paulo”. Marinho disse que o senador Flávio Bolsonaro, filho do presidente Jair Bolsonaro, soube com antecedência que a Operação Furna da Onça aconteceria. Fabrício Queiroz, seu ex-chefe de segurança de Flávio, teve movimentações financeiras suspeitas expostas a partir da investigação.

O empresário teria ouvido do próprio Flávio que a informação foi vazada por um delegado da PF, apoiador do presidente. O vazamento envolveria ainda a informação de que a operação teria sido postergada para não prejudicar o desempenho eleitoral de Bolsonaro no segundo turno das eleições à Presidência. Um relatório produzido pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) mostra que a PF já sabia de irregularidades envolvendo Queiroz antes das eleições.

“O fundamento foi que uma operação dirigida a ocupantes de cargos eletivos, deputados em vias de reeleição inclusive, como foi a Furna da Onça, não deveria ser deflagrada em período eleitoral, visto que poderia suscitar a ideia de uso político de uma situação que era exclusivamente jurídico-criminal, com o objetivo de esvaziar candidatos ou até mesmo partidos políticos, quaisquer que fossem, já que os sete deputados alvos da Furna da Onça eram de diferentes partidos”, afirmou Gomes.

Como exemplo de um dos aspectos jurídicos que embasou a decisão sobre o momento de deflagrar a operação, o desembargador mencionou o impedimento imposto pela legislação eleitoral a prisões em flagrante em dias que antecedem eleições.

Embora tenha negado motivações secundárias na deflagração da Furna da Onça somente após as eleições, o desembargador Abel Gomes defendeu que a denúncia sobre o vazamento da operação seja apurada “com urgência, com a devida instauração dos procedimentos cabíveis, dada a sua gravidade”. O magistrado afirmou que é importante que o delegado federal responsável pela atitude denunciada seja identificado “para que se afira se se trata de alguém que integrou a equipe policial que trabalhou nas investigações da Furna da Onça ou não”.

O GLOBO

Opinião dos leitores

  1. Mas vazar áudio da presidente Dilma bem como a delacao de Palocci no JN durante a campanha eleitoral podia, né? Que vergonha essa justiça e PF seletiva.
    Que esgoto se transformou aPF e a justiça desse país???

  2. Agora está claro, a operação foi adiada, e nesse intervalo, Flávio Bolsonaro tomou conhecimento, tanto que demitiu no período, os 2 envolvidos que estavam no seu gabinete

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Política

Moro aparece e diz esperar que acusações de Paulo Marinho sejam ‘totalmente esclarecidas’ e Carlos Bolsonaro chama ele de “chafurdento e porco”

O ex-ministro da Justiça Sergio Moro disse, por meio do seu perfil no Twitter, esperar que as acusações feitas pelo empresário Paulo Marinho contra o senador Flavio Bolsonaro (Republicanos-RJ) sejam “totalmente esclarecidas”.

O ex-juiz, que saiu do governo acusando Jair Bolsonaro de tentar interferir politicamente na PF (Polícia Federal), foi respondido por Marinho. “Com certeza serão”, escreveu o empresário no Twitter.

O vereador e filho do presidente, Carlos Bolsonaro (Republicanos-Rio), respondeu a mensagem de Moro. Disse que o ex-ministro é uma pessoa “estranha”. Segundo Carlos, o ex-juiz “força narrativas com a ‘imprensa’ 24h ao dia”. Ele ainda declarou que Moro “jamais mostrou provas [contra Bolsonaro] desde que pediu demissão”.

PODER 360

Opinião dos leitores

  1. Sei não, viu!
    Chega a ser engraçado… Pelo menos já admitem!
    Antes do PT se enraizar, falava sobre as promessas de campanha e questionava seu desejo pelo poder. Percebia que mais importante que ESTAR era FICAR. Agora o alerta já estava ligado. Impossível não perceber quando algo está errado. Bolsonaro nem bem chegou, já quer se PERPETUAR a qualquer custo.

  2. Petralha, bolsotralha, a tralha que for. Eu quero ver o pau comer e a justiça prevalecer. Basta de incompetência e falta de rumo. A ausência de explicações convincentes em tantos desvios no governo é um fato. Isso de dizer que não é o momento do impeachment devido à crise da covid19 é uma falácia. Pelo contrário, não será possível curar nosso povo com um charlatão anormal na presidência, guiado por sua família e amigos delinquentes. Tem muita ponta solta pra ser esclarecida: Marielle, Adriano do BOPE, Queiroz, COAF, atividades ilegais dos filhotes, e tantos outros. Vamos ver também de que lado ficarão os militares. Refiro-me aos honestos, não os que insistem em mentir e sujar seus nomes para tentar proteger esse criminoso que ocupa a presidência.

  3. Idiotas, vamos esperar o desenrolar dessa trama maldita contra o presidente, onde há um verdadeiro esquema para derrubar o governo, que não irão conseguir.
    Uma parcela muito grande do povo está com o presidente, e não pretende recuar. ???

    1. Calma petralha, vocês são da mesma láia da família Bolsonaro. Não esqueça, patife!

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Comportamento

Bolsonarista bate com bandeira na cabeça de repórter da Band em Brasília

Uma apoiadora do presidente Jair Bolsonaro bateu neste domingo (17.mai.2020) com o mastro de uma bandeira do Brasil na cabeça de uma repórter da Band TV que esperava para entrar ao vivo pela emissora.

Assista ao vídeo (5min58s). O trecho que mostra a agressão está aos 2min35s:

A repórter agredida foi Clarissa Oliveira, que relatou assim o episódio: “O que vimos aqui foi 1 tom bastante agressivo em relação à imprensa. Mais cedo, 1 pouco antes da chegada do presidente Jair Bolsonaro, a gente se posicionou para fazer uma entrada com vocês. Tivemos alguns problemas técnicos e acabamos saindo do ar 1 pouquinho. Nesse intervalo, uma das manifestantes, uma das apoiadoras ali do presidente Jair Bolsonaro, que circulava com uma bandeira criticando os profissionais de imprensa, se referindo aos jornalistas como ‘lixo’, balançava a bandeira e em determinado momento ela me acertou com a bandeira na cabeça. Logo em seguida, ela se desculpou, meio aos risos. Mas tive também a solidariedade de outros manifestantes que vieram me perguntar se estava tudo bem. A bandeirada não foi forte. Tudo segue aqui. Seguimos trabalhando normalmente”.

Clarissa fez 1 boletim de ocorrência numa delegacia de Brasília, assim como já fizeram outros jornalistas que foram agredidos por ativistas bolsonaristas em 3 de maio de 2020.

Mesmo durante a pandemia do novo coronavírus, os apoiadores de Bolsonaro têm ido à frente do Palácio do Planalto, na Esplanada dos Ministérios em Brasília para prestar apoio ao presidente.

Neste domingo (17.mai.2020), os manifestantes levaram 1 caixão com a imagem de Sergio Moro, pediram a retomada da atividade econômica e defenderam o uso da hidroxicloroquina como tratamento à covid-19.

PODER 360

Opinião dos leitores

  1. Os intocáveis , vivem denegrindo a imagens das autoridades legitimamente eleitas , depois ficam querendo carinho !

    1. Era uma trabalhadora ganhando seu pão, ô "cidadão de bem temente a Deus". E não apanhar não é carinho nem favor.

  2. Kkkkk isso só pode ser piada
    Agreçao essa imprensa sosa e inventar inverdades
    Entao fui agredido varias vezesquan ia noestadio do ABC e nos da tor?ida eram todos agredidos na hora do gol

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Política

Após revelações sobre clã Bolsonaro, Paulo Marinho pede proteção policial

O empresário Paulo Marinho (PSDB), suplente do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos) e pré-candidato à Prefeitura do Rio de Janeiro, informou, por meio de suas redes sociais, que pediu proteção policial.

O pedido ocorre após ele ter revelado que um delegado da Polícia Federal avisou ao senador Flávio, filho do presidente Jair Bolsonaro, sobre a existência da investigação do suposto esquema de “rachadinha” instalado na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). Marinho informou que fez o pedido ao governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), e foi atendido.

Segundo o empresário, o temor por sua vida e de seus familiares ocorre “em função de novas circunstâncias surgidas nas últimas horas”.

Em postagem na tarde deste domingo, o empresário ainda disse que sentiu necessidade de revelar o que sabia dos bastidores da campanha após a decisão tomada por Sergio Moro de deixar o Ministério da Justiça e de Segurança Pública, devido às interferências de Bolsonaro na Polícia Federal.

METROPOLES

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Saúde

Mandetta diz que pais só viveu 1/3 da crise e deverá ter pelo menos mais 12 semanas “duras” e que ampliação do uso da cloroquina pode provocar mortes em casa

A exigência do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), a ampliação do uso de cloroquina para pacientes com quadro leve do novo coronavírus pode elevar a pressão por vagas em centros de terapia intensiva e provocar mortes em casa por arritmia, afirma o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta.

Em entrevista à Folha, ele afirma que resultados iniciais de estudos que recebeu ainda no governo já indicavam riscos no uso do medicamento.

“Começaram a testar pelos [quadros] graves que estão nos hospitais. Do que sei dos estudos que me informaram e não concluíram, 33% dos pacientes em hospital, monitorados com eletrocardiograma contínuo, tiveram que suspender o uso da cloroquina porque deu arritmia que poderia levar a parada [cardíaca].”

Ele diz ver na pressão de Bolsonaro pela cloroquina uma tentativa de estimular o retorno das pessoas ao trabalho. Para Mandetta, contudo, o país atravessou até o momento apenas 1/3 da crise e deverá ter pelo menos mais 12 semanas “duras” adiante.

O ex-ministro avalia que a situação mais complexa hoje esteja no Pará. “É um estado que provavelmente vem agora com um número muito alto de casos, dobrando muito rápido e com sistema de saúde que vai ter que se desdobrar.”

O sr. foi demitido no meio da pandemia. Seu sucessor não durou um mês no cargo. Qual deve ser o impacto da queda de mais um ministro?  Este último mês foi perdido, sem nenhuma ação positiva por parte do ministério. Tinha pedido para toda a minha equipe que permanecesse e ajudasse o ministro [Nelson Teich].

O natural numa situação dessa é o novo ministro colocar a visão dele e pedir para a equipe executar. Mas o que assistimos foi a demissão de todo o segundo e o terceiro escalão do ministério, sem colocar ninguém no lugar. Isso é o pior dos mundos. O Ministério da Saúde está hoje uma nau sem rumo. Foram 30 dias de um ministério ausente.

A que o sr. atribui isso? Falta de habilidade política de Teich ou interferência de Bolsonaro? Não dá para saber porque eu não estava no dia a dia. Vi a entrada de um número grande de militares. Eles têm conhecimento de logística, de operações. Mas não trabalham com o SUS. O sistema de saúde dos militares é de hospitais próprios, de baixa resolutividade e com plano de saúde. Não vi ninguém com experiência com o SUS na equipe nova. O próprio ministro não tinha experiência.

Divergências com o presidente levaram à sua saída. O que mais o incomodou? Era muito difícil. O Ministério da Saúde começou a falar sobre coronavírus em janeiro. No começo não era uma grande pauta da sociedade, mas a gente fazia boletim todos os dias.

A primeira sensação que tive era que o governo não estava tão interessado no assunto e não estava dando a devida dimensão. Só quando estávamos com vírus e casos acontecendo, na segunda quinzena de março, é que perceberam que a sociedade inteira estava muito ligada no Ministério da Saúde como principal ponto de referência.

Nisso, governadores e prefeitos começaram a tomar medidas de redução de mobilidade nos grandes centros. Uma discussão feita no sistema de saúde havia quase 60 dias. Quando começam essas medidas e o presidente começa a fazer uma leitura diametralmente contrária ao discutido no SUS, ficou difícil.

É difícil coordenar um sistema como ministro se o presidente dá outra mensagem.

Entre os ministros, tentávamos arrumar a situação. Mas passava um dia, três dias, e novamente tínhamos uma situação contraditória [do presidente], seja de aglomeração ou ida a estabelecimentos comerciais. Ele claramente entendia que a crise econômica advinda da saúde era inaceitável, por mais que alertássemos que era uma doença muito séria e que o número de casos poderia surpreender.

Nunca falei e nem vou falar quais, mas tínhamos nos nossos estudos cenários de número de casos e óbitos. Nada do que está acontecendo hoje é surpresa para o governo federal.

Para continuar lendo click aqui: https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2020/05/ampliacao-do-uso-da-cloroquina-pode-provocar-mortes-em-casa-diz-mandetta.shtml

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. Caro Ricardo Lúcido, como estou de fora da briga idiota esquerdista-direitista, mais uma vez te digo para não dar atenção a esta mídia decadente. Mandela tem mais tempo de política que de Medicina. E vai um alerta: uma patente de minha esposa, lulista de carteirinha, teve que se render à hidroxicloroquina quando um ente querido foi contaminado. Graças a Deus, melhorou. Fica a lição. Quem lucra com essa briga?

  2. Esse Mandetta ainda dando palpite e só fala em pico. Parece um viciado em droga. Mas a droga ele já é. Va se preocupar com o seu processo de corrupção e deixe de fazer medo ao povo menos esclarecido, cabra conversador.

  3. Mandetta falou que iriam morrer 150 mil pessoas de Covid-19 e então os seus aliados estão emitindo atestados de óbito até de bandido que quem morre baleado. Esse país só tem jeito de uma forma. Fechando somente o STF , assim as "hienas" entram em polvorosa e se sentam nas duas poltronas feito alunos do primeiro grau quando recebem um carão da professora.

  4. Essa entrevista na folha , mostra a posição de um homem firme e de conhecimento no que fala . Rogo que o ex-ministro esteja errado na suas previsões , mas por outro lado vejo muita segurança e embasamento no que fala . O presidente , votei nele e me arrependo , tinha e tem total conhecimento da gravidade do problema . Subjugou dados , boicotou ações preventivas e humilhou o ministro de forma totalmente irresponsável . Mandetta aguentou muito no cargo . Hoje o ministério está literalmente tomado por militares e esses só vão ajudar a colocar a catástrofe no colo das forças armadas .

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Saúde

Coronavírus: RN registra 133 infectados e 3 mortes nas últimas 24h; casos confirmados são 3.137 e óbitos chegam a 139, de acordo com o Ministério da Saúde

Imagem: reprodução

De acordo com os dados disponibilizados pelo Ministério da Saúde neste domingo (17), casos confirmados no Rio Grande do Norte chegam a 3.137, são 133 a mais que no sábado.

O total de vítimas do covid-19 no RN chega a 139 – são 3 óbitos a mais que a atualização do boletim de sábado (16) da Sesap.

Até as 20h20, a Secretaria de Estado da Saúde Pública do RN-Sesap não havia publicado boletim atualizado.

Opinião dos leitores

  1. O CORONA VÍRUS E O UNIVERSO
    O homem é sem dúvida a maior criação divina.
    Andando a mil por hora, tornou-se senhor de si, animal dominante frente às outras espécies ditas irracionais.
    Explorador por natureza, devasta a terra no mesmo momento em que busca o domínio espacial; cria, recria e expande seus desejos e domínios.
    Máquinas realizadoras do imediato, passamos por cima de tudo e todos para atingirmos os objetivos. Os fins justificam os meios a todo custo, custando o que custar.
    Deus, em sua onisciência, mais que de repente declarou um LOCKDOWN terrestre e freiou o relógio da sociedade. Um minúsculo vírus desafia a humanidade nesse momento e coloca à prova o egocentrismo do ser.
    O humano voltou à caverna, confinou-se e agora convive mais com seu semelhante; deixou de ser o centro do universo e o universo passou a ser centro de tudo.
    Luis Klinger

  2. Conversa agora a pouco de um amigo que retornou de um plantão relata um quadro bastante preocupante . Na UPA em que trabalha muita gente com necessidade de atendimentos mais especializados sendo mandados para casa . Impressiona o número de jovens sem comorbidades que já apresentam sinais de avanço na patologia . Falando pelo telefone me relatou que está psicologicamente arrasado , mesmo já tendo muito tempo de urgência em seu currículo . Ao amigo desejei força e parabenizei pela luta . Agradeceu e me disse que gostaria hoje de uma boa noite de sono , coisa que não consegue a muitos dias , pelo impacto psicológico a que está submetido . Que Deus dê força a esses guerreiros .

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Economia

Segunda parcela do auxílio emergencial começa a ser paga a partir de segunda-feira (18)


Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

A partir desta segunda-feira (18 ), será liberada a segunda parcela do auxílio emergencial de R$ 600 a R$ 1.200 para beneficiários do Bolsa Família elegíveis a receber a ajuda. A ordem de pagamentos obedece o número do NIS, assim como ocorre todos os meses para quem tem direito ao programa.

Os outros trabalhadores informais, autônomos e microempreendedores individuais (MEIs) começam a receber na quarta-feira (20), de acordo com o mês de aniversário de cada um.

Após mais de duas semanas de atraso da previsão inicial de pagamento, na sexta-feira (15), o governo publicou o calendário de liberação da segunda parcela do auxílio emergencial no Diário Oficial da União.

O cronograma será dividido em três momentos:

Pagamentos e saques do Bolsa Família – de 18 a 29 de maio

Pagamentos virtuais e uso digital dos demais beneficiários – de 20 a 26 de maio

Saques e transferências dos demais beneficiários – de 30 de maio a 13 de junho

Só quem recebeu a primeira parcela até 30 de abril irá receber o segundo depósito dentro desse cronograma. Ainda não há previsão para a segunda parcela daqueles que tiverem o pagamento liberado após esta data.

A Caixa também lançou novas datas de pagamento para os pedidos que estavam “em análise” ou foram contestados e foram aprovados recentemente. Para essas pessoas, a primeira parcela só começa a ser paga na terça-feira (19), conforme a data de aniversário do trabalhador.

Valor

Opinião dos leitores

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Saúde

Coronavírus: Total de mortes no Brasil chega a 16.118, casos confirmados são 241.080; nas últimas 24h, 7.938 infectados e 485 óbitos registrados

Imagem: reprodução/Ministério da Saúde

O Ministério da Saúde divulgou neste domingo (17) o mais recente balanço dos casos de novo coronavírus no Brasil.

Os principais dados são:

16.118 mortes, eram 15.633 mortes no sábado (16).

Foram mais 485 novos registros de mortes acrescentados em 24 horas.

241.080 casos confirmados, eram 233.142 no sábado (16).

Foram 7.938 casos incluídos no balanço em 24 horas.

G1

Opinião dos leitores

  1. Isso é mentira mesmo. Você tem razão, estes números estão manipulados, mas não pela esquerda e sim pelo próprio governo federal. Incompetente e irresponsável.
    O número de casos e mortes é muito maior do esses.

  2. Por que Minas Gerais só tem 156 mortes, se é o segundo estado mais populoso do Brasil? Será que é porque Zema não é oposição ao Bolsonaro, ou lá tem vacina?
    É só uma pergunta

  3. Engraçado que esse povo não acredita no corona, mas acreditam na cloroquina para uma doença que eles não acreditam.

  4. Depois de leitos de UTI, a próxima crise será psiquiátrica, pq vai faltar vagas em hospício e manicômio!

    1. Cala tua boca vaca louca, se teu presidente manda tu comer exterco tu come seu imbecil

    2. Isso mesmo! O MITOmaníaco falou que não está morrendo ninguém, a terra eh plana e a cloroquina vai salvar a humanidade… E tem que acreditar nele senão o PT volta! Kkk

    3. Falou o zumbi de Lula.
      Para a esquerda, quanto mais mortes melhor.
      De quem é a culpa pelas mortes?
      O isolamento da população é responsabilidade dos governadores.

    4. Nos Estados Unidos estão perto de 100 mil mortes, é também à esquerda?? Vocês bolsominios são doentes!! Burros!!

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