Política

Governo publica exoneração de Moro e republica a de Valeixo sem a assinatura do ex-ministro

Foto: reprodução

O “Diário Oficial da União” publicou nesta sexta-feira (24) a exoneração de Sergio Moro do cargo de ministro da Justiça.

Também foi republicado o decreto de exoneração de Maurício Valeixo do cargo de diretor-geral da Polícia Federal.

Desta vez, a exoneração não é assinada por Moro, como havia sido publicada na madrugada desta sexta. Valeixo foi demitido por decisão do presidente Jair Bolsonaro, que assina a exoneração com os ministros Walter Souza Braga Netto (Casa Civil) e Jorge Oliveira (Secretaria-Geral).

Leia a íntegra dos dois decretos publicados no “Diário Oficial”:

Exoneração de Moro
DECRETO DE 24 DE ABRIL DE 2020

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, caput, inciso I, da Constituição, resolve:

EXONERAR, a pedido,

SERGIO FERNANDO MORO do cargo de Ministro de Estado da Justiça e Segurança Pública.

Brasília, 24 de abril de 2020; 199º da Independência e 132º da República.

JAIR MESSIAS BOLSONARO

Exoneração de Valeixo
DECRETO DE 23 DE ABRIL DE 2020 (*)

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA , no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, caput, inciso XXV, da Constituição, e tendo em vista o disposto no art. 2º-C da Lei nº 9.266, de 15 de março de 1996, resolve:

EXONERAR, a pedido,

MAURÍCIO LEITE VALEIXO do cargo de Diretor-Geral da Polícia Federal do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Brasília, 23 de abril de 2020; 199º da Independência e 132º da República.

JAIR MESSIAS BOLSONARO

Walter Souza Braga Netto

Jorge Antonio de Oliveira Francisco

(*) Republicado por ter constado incorreção, quanto ao original, na Edição do Diário Oficial da União de 24 de abril de 2020, Seção 2.

G1

Opinião dos leitores

  1. Esta republicação serve apenas para corroborar a acusação de Sérgio Moro segundo a qual teve a própria assinatura fraudada. Um doce para quem adivinhar o nome do fraudador.

  2. Primeiro Moro afirma que não concordou com demissão, aparece documento oficial com sua assinatura!
    Presidente afirma que houve consentimento de Moro, depois republicam documento sem assinatura!
    Acredito que está claramente evidenciado quem é o mentiroso!!!!!

    Só lembro uma coisa: " Eu avisei!!"kkk

    #fiqueemcasa

  3. Depois dessas notícias de hoje me veio a minha memória a lembrança de nomes como o ex. Deputado Ulisses Guimarães, o ex. Governador Eduardo Campos, do ex. Ministro do STF Teori, sei não viu Sérgio Moro, se eu fosse o senhor tomava muito cuidado.

  4. Segundo o Jornal Nacional, Sergio Moro, que passou um ano e meio servindo de capacho pro Jair, escudo pro Gabinete do Ódio e garoto-propaganda de governo fascista, agora foi alçado ao status de herói nacional porque brigou com o ex-chefe.

    Nenhuma surpresa.

    1. Não, não é estranha, é obrigatória. A assinatura eletrônica de Moro foi fraudada. E isso é crime.

    2. Pra mim não é estranho, e sim é a confirmação de que houve um crime na primeira publicação que foi com uma sssinatura que o dono simplemente nega ter assinado!!!

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Política

Moro tem áudios de conversas com Bolsonaro

Imagem: reprodução

O ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Sergio Moro dispõe de uma série de mensagens de áudio e de texto trocadas com o presidente Jair Bolsonaro ao longo dos quase 14 meses em que participou do governo, desde que largou a toga e os processos penais da Lava-Jato.

Boa parte das acusações feitas por Moro contra Bolsonaro, que em seu discurso de despedida deixou margem para entendimento de que o presidente cometeu crimes de responsabilidade, está amparada em material que, no limite, pode ser usado como prova documental.

Em seu pronunciamento, Moro apontou indícios de ao menos seis tipos de crimes que podem ter sido cometidos por Bolsonaro no exercício do cargo, de acordo com avaliações de criminalistas ouvidos pela reportagem.

Com a experiência de 22 anos na magistratura federal, é de se esperar que Sergio Moro não faça acusações com base em ilações, mas sim fundamentadas em indícios mínimos que tipifiquem eventuais condutas ilícitas por parte do presidente.

A acusação de que Bolsonaro tentou – e ainda tenta – controlar a Polícia Federal (PF) para ter acesso a investigações sigilosas, inclusive as que tramitam sob segredo no Supremo Tribunal Federal (STF), é considerada uma das mais graves e foi tema de conversas entre os ministros da mais alta Corte, como revelou mais cedo o Valor.

O Planalto já pode estar na mira do inquérito das Fake News que tramita no STF, que chegou à identidade de financiadores de ataques nas redes sociais à oposição a Bolsonaro.

Valor Econômico

Opinião dos leitores

  1. Correio da Manhã 24 de abril de 2020

    MORO, O CALCULISTA

    Por Cláudio Magnavita *

    Quando o então juiz Sergio Moro resolveu deixar 20 anos de magistratura e aceitar um cargo em um governo eleito por uma onda de direita, que ele próprio ajudou criar, sabia bem onde estava se metendo.

    O convite foi aceito por representar um degrau, ou melhor, uma verdadeira escadaria ao Olimpo do poder. Deixou o aquário em que estava confinado em Curitiba, com uma imagem pública muito maior do que a função que ocupava, para o primeiro escalão do Governo Federal. Sem dúvida um degrau importante .

    Neste caso há um paradoxo: ele fez muito mais para combater a corrupção como juiz da Lava Jato no Paraná do que como Ministro da justiça. Com a sua saída, houve na prática uma retração das ações. No ministério, nestes 14 meses, e tendo o comando da Polícia Federal, que grande ações de combate à corrupção foram feitas?

    O clima do lavajatismo foi fundamental para a eleição do Bolsonaro. Indiretamente, Moro foi seu principal eleitor. Para quem quiser conhecer realmente Sérgio Moro é só seguir as redes sociais da sua esposa, Rosangela. Esta tudo lá, ou estava. A postagem de apoio ao Mandetta foi apagada, por exemplo.

    As redes sociais da primeira dama da Lava Jato é o espelho da vaidade do casal. Aliás, este um dos poucos pecados capitais do agora ex-ministro.

    Os seus bastidores e forma agir fora dos holofotes foram revelados depois pelo The Intercept Brasil. O conteúdo foi duro e respaldou tudo que vinha sendo levantado pela esquerda saqueadora.

    Por duas vezes, Moro detonou a candidatura de Lula: quando vazou o áudio da nomeação do ex-presidente para a Casa Civil, o que lhe daria foro privilegiado, e quando, como confessou agora na coletiva da sua demissão , o superintendente da Polícia Federal desacatou a ordem de liberar Lula, expedida por um juiz, classificado na mesma coletiva por Moro ser incompetentemente. Foi uma manobra que manteve o candidato preso.

    Para o casal Sérgio Moro, os próximos passos são previsíveis, como o sub-texto das suas sentenças nas quais mandava mensagens subliminares e certeiras. Técnica que usou agora na sua fala para acertar flechas verbais no Presidente. Tudo medido e minuciosamente pensado, inclusive nos desdobramentos jurídicos e políticos.

    Apesar de terminar dizendo que vai procurar emprego, ele vai aceitar um dos inúmeros convites que possui para lecionar no exterior e ganhar dinheiro honestamente fazendo palestras, aliás como Lula fazia e o procurador Dellagnol resolveu fazer. Vai fazer um pé de meia de R$ 10 a 20 milhões, muito mais do que ganharia em toda uma vida como magistrado, e se preparar para 2022.

    Ele sai no melhor momento que poderia sair. Com Bolsonaro em conflito com parte da mídia e com os presidentes da Câmara e do Congresso, e sufocado pelo descarrilhamento financeiro do Governo, causado pela pandemia.

    Busca agora novos degraus: o do enriquecimento lícito e o da disputa de 2022. Faz o contraponto ao presidente, ganha a simpatia da mídia de oposição. Assim, cada frase de efeito da coletiva foi pinçada pela GloboNews e estarão no Jornal Nacional etc.

    O verdadeiro Sérgio Moro iremos conhecer no dia da assinatura da sua ficha de filiação partidária. Moro candidato é o pesadelo dos governadores João Dória e Wilson Witzel. O ex-juiz carioca vira imitação paraguaia junto de um Moro candidato.

    O curioso é que, ao acusar o Presidente de querer saber detalhes de investigações e até acesso a relatórios de inteligência, o ex-ministro fala sobre práticas que o The Intercept Brasil revelou, e que ocorriam em Curitiba. Moro teve, como juiz e com seus homens de ouro, o comando e o acesso à Polícia federal que nenhum outro Ministro da Justiça possuiu.

    Além de ter se colocado no mercado, dizendo que vai procurar emprego (ele tem direto a quarentena, como ex-ministro), de agradecer ao Presidente e, na frase final, quebrar a senha do futuro: "continuarei à disposição do país". Parte agora para os degraus mais importantes da sua vida. Passos milimetricamente calculados na trajetória de continuar a construir a imagem de herói nacional. Para ele estava na hora de sair, este Governo já lhe deu o que tinha de dar.

    * Cláudio Magnavita é diretor de redação do Correio da Manhã

    https://www.jornalcorreiodamanha.com.br/coluna-magnavita/1747-coluna-magnavita-moro-o-calculista

  2. Sempre admirei Moro,mas fazer gravações isso é pura canalhice,já fez com má intenção para usar adiante

  3. Sei não mas do jeito que a coisa está, eu sendo o ex. Juiz Sérgio Fernando Moro, pederia para ele e seus familiares garantias de vida urgentemente, na minha opinião depois do que aconteceu hoje ele corre serio risco de vida.

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Política

PSL pede impeachment de Jair Bolsonaro

Foto: Wagnes Pires/Futura Press/Estadão Conteúdo

A líder do PSL na Câmara dos Deputados, a deputada federal Joice Hasselman (PSL-SP), protocolou na noite de hoje um pedido de impeachment do presidente Jair Bolsonaro.

O partido argumentará que houve crime de falsidade ideológica na informação publicada no Diário Oficial da União sobre a exoneração “a pedido” do ex-diretor-geral da Polícia Federal, Maurício Valeixo, o que o ex-ministro da Justiça Sergio Moro negou.

O PSL também defenderá “notória tentativa de intervenção de Bolsonaro na Polícia Federal, valendo-se das prerrogativas de Chefe de Estado, com o fim de obter informações sensíveis e privilegiadas de uma instituição cuja independência deve ser pilar do Estado Democrático de Direito, havendo, inclusive, a tentativa de interferir em investigações correntes”.

O pedido foi feito com base nas acusações de Moro a Bolsonaro, durante coletiva de imprensa desta manhã que anunciou a sua exoneração.

UOL

Opinião dos leitores

  1. Como é que pode, o presidente criar um crise atrás de outra sozinho? O momento que mais precisamos de união de pensamentos pois tdos estamos com a saúde correndo risco, independente de raça, opção sexual, gênero e posição social, o camarada.
    CHEGA! É O FIM. SE É PATRIOTA, PEDE LICENÇA E SAI!

  2. Bolsonaro dizer que a pessoa dele ligou pra o diretor da PF, pra ele pedir exoneração, é piada. Se ele quisesse, ele era quem ligava pra Bolsonaro. Coisa sem lógica a conversa de Bolsonaro, pior era querer que a PF mandasse todo dia o resultado das operações em curso, nem o ditador da coreia ousaria tanto. Ômi, pede pra c**** e saia.

    1. O pior foi fazer a PF ir em Mossoró para saber do traficante se o filho dele tinha namorado a filha do preso…..pauta para o Fofocalizando.

    2. Pois é Lurdes também achei estranho esse pedido dele 'escutar' um condenado pra saber se a filha tinha do cara tinha sido namorada do 04 uma verdadeira palhaçada pra encobrir as ligações da #Familicia com o crime organizado, muito fraca e cheia de enrolação essas declarações dele.

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Saúde

Coronavírus: Caern recupera respiradores e umidificadores para uso no Hospital da PM


Foto: Paulo Freire

A Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern) entregou, na tarde desta quinta-feira (23), oito respiradores e três umidificadores para o Hospital da Polícia Militar (HPM) em Natal/RN. Os equipamentos, que pertencem ao Governo do Estado, foram consertados com orçamento próprio da Companhia.

A ação faz parte de uma mobilização da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), da Federação do Comércio de Bens Serviços e Turismo do Rio Grande do Norte (Fecomércio), da Associação Comercial e Empresarial do Rio Grande do Norte (ACRN) e da Federação das Associações Comercias do Rio Grande do Norte (Facern) para apoiar o Estado no enfrentamento da pandemia do Coronavírus.

Opinião dos leitores

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Economia

Dólar sobe a R$ 5,668 e bate recorde em dia de demissão de ministro

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

Num dia de nervosismo no mercado brasileiro, o dólar comercial ultrapassou a barreira de R$ 5,60 e fechou no maior valor nominal – sem considerar a inflação – desde a criação do real. A moeda encerrou esta sexta-feira (24) vendida a R$ 5,668, com alta de R$ 0,14 (+2,54%). O euro comercial foi vendido a R$ 6,116, fechando acima dos R$ 6 pela primeira vez na história.

A bolsa operou o dia inteiro em queda, mas despencou depois do anúncio da demissão do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro. O índice Ibovespa, da B3, a bolsa de valores brasileira, caiu 5,45%, fechando aos 75.331 pontos, no menor nível desde 6 de abril. Por volta das 12h30, o índice chegou a cair 9,5%, ameaçando o acionamento do circuit breaker, quando as negociações são interrompidas por meia hora quando o recuo supera os 10%.

Em relação ao dólar, a cotação começou o dia em torno de R$ 5,55, mas aproximou-se de R$ 5,70 após a demissão do ministro. Na máxima do dia, por volta das 14h50, a moeda chegou a ser vendida a R$ 5,74.

A alta poderia ter sido maior caso o Banco Central (BC) não tivesse intervindo no mercado. A autoridade monetária fez quatro leilões de venda direta de US$ 2,175 bilhões das reservas internacionais e dois leilões de venda com compromisso de recompra de US$ 700 milhões. O BC fez ainda leilões de contratos novos de swap (venda de dólares no mercado futuro), mas o resultado não foi divulgado. A divisa acumula alta de 41,25% em 2020.

Além da renúncia de Moro, o mercado está sendo influenciado pela perspectiva de queda dos juros. Na última quarta-feira (22), o presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, disse que o cenário para a Selic (taxa básica de juros) mudou depois da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom). Juros mais baixos tornam menos atrativos os investimentos em países emergentes, como o Brasil, estimulando a retirada de capitais por estrangeiros. As tensões políticas internas também interferiram no mercado.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. “Para o dólar passar dos 5 reais, o governo tem que fazer muita besteira” Guedes, P.

    Dólar comercial hoje 5,70 e o dólar turismo 6,00 reais, novo recorde histórico.
    É…parece que tá fazendo muita besteira então!!!

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Saúde

Coronavírus: Mais de 27 mil pessoas já se curaram no Brasil

Imagem: reprodução

De acordo com o último boletim divulgado nesta sexta-feira (23) pelo Ministério da Saúde, do total de casos confirmados, 27.655 pessoas são consideradas recuperadas do coronavírus, correspondendo a 52% dos casos diagnosticados. Segundo o próprio ministério, o número é uma estimativa sujeita a revisão.

Agência Saúde

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Política

PF segue ‘alinhada aos princípios republicanos mais nobres’, diz Valeixo em carta de despedida

Imagem: reprodução

Após ser exonerado do cargo de diretor-geral da Polícia Federal, o delegado Maurício Valeixo deixou uma carta agradecendo aos colegas que atuaram durante sua gestão à frente da PF e afirmando que deixa a função “com a certeza de que a Polícia Federal segue forte, unida e alinhada aos princípios republicanos mais nobres”.

Valeixo foi demitido nesta sexta-feira (24) pelo presidente Jair Bolsonaro. O episódio culminou na saída do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro do governo. O agora ex-ministro acusou o presidente da República de atuar politicamente no trabalho da Polícia Federal. Enquanto o presidente Jair Bolsonaro afirmou que o ex-ministro teria usado a saída de Valeixo como moeda de troca para indicação ao STF.

Confira a carta na íntegra:

“Prezados policiais federais, servidores administrativos, servidores contratados, colaboradores, colegas,

Na oportunidade em que deixo a função de Diretor-%u200B%u200BGeral da nossa Polícia Federal, venho expressar minha mais profunda gratidão a todos que fizeram parte e colaboraram com a gestão que ora se encerra.

Nos meus 23 anos de atividade nesta instituição, sempre pautei minha conduta pelo trabalho e profissionalismo, e tive a felicidade de atingir o posto mais alto reservado a um policial federal.

Ao chegar à Direção Geral pude reafirmar minhas convicções sobre as virtudes do órgão, ao encontrar uma organização com sólidos valores éticos e institucionais, construídos por décadas de atuação dedicada e firme dos que me antecederam.

A nossas PF de hoje é a soma do esforço diário de cada um dos valorosos servidores que por aqui passaram nesses longos 76 anos de história, não importando seus cargos, funções ou lotações, pois o que nos faz fortes é o conjunto, é a unidade de ideais e de objetivos.

Neste momento, meus sentimentos não poderiam ser outros do que gratidão e reconhecimento.

Obrigado pelo apoio que recebi de todos no enfrentamento das mais diversas batalhas, não importando de onde viessem os desafios e os perigos inerentes a nossa árdua atividade.

Deixo o cargo com a certeza de que a Polícia Federal segue forte, unida e alinhada aos princípios republicanos mais nobres.

Recebi essa missão com grande entusiasmo e expectativa, e encerro esse ciclo com orgulho de ter feito parte dessa trajetória.

Sigamos fortes e em frente em nome da nossa Polícia Federal.

Muito obrigado.

Maurício Leite Valeixo
Delegado de Polícia Federal”

*Com informações do Diário de Pernambuco

Opinião dos leitores

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Política

Confira a íntegra do pronunciamento do presidente Jair Bolsonaro sobre a saída de Sérgio Moro do Ministério da Justiça

O presidente Jair Bolsonaro fez um pronunciamento no final da tarde desta sexta-feira (24) no qual afirmou que o ex-ministro da Justiça e Segurança Sergio Moro disse a ele que aceitaria a substituição do diretor-geral da Polícia Federal, mas somente em novembro, depois que fosse indicado para uma vaga de ministro do Supremo Tribunal Federal.

Mais cedo, nesta sexta, Sergio Moro anunciou demissão do cargo porque, segundo o ex-ministro, Bolsonaro tentou interferir politicamente na Polícia Federal ao decidir demitir o diretor-geral da Polícia Federal, Mauricio Valeixo. Moro não aceitou.

Resumo

No pronunciamento, em resposta, à manifestação de Sergio Moro pela manhã, Bolsonaro afirmou que:

– Sergio Moro condicionou a substituição de Mauricio Valeixo à indicação dele, Moro, para ministro do STF; após o pronunciamento do presidente, Moro contestou essa afirmação;

– não tem de pedir autorização a ninguém para trocar algum ocupante de cargo no Poder Executivo;

– pedia a Moro, mas nunca obteve, um relatório diário das atividades da PF para poder tomar decisões de governo;

– durante a gestão de Moro, a PF estava mais preocupada em investigar o assassinato da vereadora Marielle Franco, do Rio de Janeiro, que o atentado sofrido por ele durante a campanha eleitoral;

– se Moro queria ter independência e autoridade deveria se candidatar.

STF

“Mais de uma vez, o senhor Sergio Moro disse para mim: ‘Você pode trocar o Valeixo sim, mas em novembro, depois que o senhor me indicar para o STF'”, declarou Bolsonaro.

A partir de novembro, com a aposentadoria do ministro Celso de Mello, o presidente da República terá de indicar um novo ministro para o tribunal.

Após o pronunciamento de Bolsonaro, Moro escreveu em uma rede social: “A permanência do Diretor Geral da PF, Maurício Valeixo, nunca foi utilizada como moeda de troca para minha nomeação para o STF. Aliás, se fosse esse o meu objetivo, teria concordado ontem com a substituição do Diretor Geral da PF”.

Crítica ao ‘ego’ do ex-ministro

Para Bolsonaro, Moro tem compromisso “com o próprio ego”, “consigo próprio” e “não com o Brasil”.

Antes de fazer o pronunciamento, o presidente da República afirmou em uma rede social que iria restabelecer “a verdade” na fala à imprensa.

“Sabia que não seria fácil. Uma coisa é você admirar uma pessoa. A outra é conviver com ela, trabalhar com ela. Hoje pela manhã, por coincidência, tomando café com alguns parlamentares eu lhes disse: ‘Hoje, vocês conhecerão aquela pessoa que tem compromisso consigo próprio, com seu ego e não com o Brasil'”, declarou.

Bolsonaro fez a manifestação no Palácio do Planalto, de pé, acompanhado de ministros do governo.

“Hoje, essa pessoa vai buscar essa maneira de botar uma cunha entre eu e o povo brasileiro. Isso aconteceu há poucas horas”, disse, em referência a Moro.

O ex-ministro assumiu em 2019 o posto de ministro da Justiça e da Segurança Pública a convite de Bolsonaro. Para isso, renunciou à carreira de 22 anos como juiz federal – ele era o responsável pelos processos da Operação Lava Jato na Justiça Federal em Curitiba.

Polícia Federal

Bolsonaro disse no pronunciamento que pedia a Moro um relatório diário sobre atividades da Polícia Federal, a fim de poder tomar decisões.

“Sempre falei para ele: ‘Moro, não tenho informações da PF. Eu tenho que ter, todo dia, um relatório do que aconteceu, em especial nas últimas 24 horas, para poder decidir o futuro da nação’. Nunca pedi a ele o andamento de qualquer processo, até porque a inteligência, com ele, perdeu espaço na Justiça, quase que implorando informações. E assim eu sempre cobrei informações dos demais órgãos de inteligência do governo, como a Abin, que tem à frente um delegado da PF”, declarou.
Ele afirmou que não precisa de autorização para trocar qualquer ocupante de cargo no Executivo.

“Falava-se em interferência minha na PF. Oras bolas, se posso trocar ministro, por que não posso, de acordo com a lei, trocar o diretor da PF? Não tenho que pedir autorização para ninguém para trocar diretor ou qualquer outro que esteja na pirâmide hierárquica do Poder Executivo”, declarou.

Segundo o presidente, a Polícia Federal se preocupou mais em identificar os autores do assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ) que investigar o atentado que ele, Bolsonaro, sofreu durante a campanha eleitoral.

“A PF mais se preocupou com a Marielle do que com o seu chefe supremo. Eu acho que todas as pessoas de bem no Brasil querem saber – entendo senhor ex-ministro, entre o meu caso e o da Marielle, o meu está muito menos difícil de se solucionar”, afirmou. “Acredito que a vida do presidente da Republica tem significado. Isso é interferir na Polícia Federal?”, complementou.

Sobre a acusação de Moro, segundo a qual Bolsonaro pediu para trocar o diretor-geral da PF a fim de ter acesso a investigações e inquéritos, o presidente contestou. “Nunca pedi para ele para que a PF me blindasse onde quer que fosse”, disse.

Em um trecho do pronunciamento, Bolsonaro reforçou que a indicação do diretor-geral da PF cabe a ele e que, se um dia ele se “submeter a qualquer subordinado”, deixará de ser presidente.

“Acertamos, como fiz com todos os ministros: ‘Vai ter autonomia no seu ministério’. Autonomia não é sinal de soberania. A todos os ministros, e a ele também, falei do meu poder de veto. Os cargos-chave teriam que passar pelas minhas mãos e eu daria sinal verde ou não. Para todos os ministros, isso foi feito. Mais de 90% dos que passaram, dei sinal verde”, declarou.

‘Candidato’

Bolsonaro disse ainda não ter “mágoa” de Moro, mas ressaltou que, aos deputados, disse que eles iriam saber quem não o quer “na cadeira presidencial”.

O presidente afirmou também que, se Moro gostaria de ter “independência e autoridade”, deveria ser candidato.

“Eu não posso conviver – ou fica difícil a convivência – com uma pessoa que pensa bastante diferente de você”, acrescentou.

G1

Opinião dos leitores

  1. O problema é que boa parte do eleitorado de JB não votou nele propriamente, mas contra o PT. Poderia ter sido o “bode Zé” que teria sido eleito. Então, mesmo assim acho melhor o bode Zé que elegemos do que antes o PT.
    Agora é esperar a outra eleição para escolhermos um presidente de verdade.

    1. Esperar coisa nenhuma. Tá na hora de tirar o bode da sala. Demorou muito.

  2. Lula assiste o governo de bolsonaro se destruir por conta dele mesmo, lamentável ver que a ambição do homem por poder é mais valiosa que a palavra.

  3. Já conheci muita gente burra, mas estamos diante de um tipo de burrice muito específica, intensa, convicta, orgulhosa, com salpicadas de confusão mental, delírios de grandeza, ignorância opcional, loucura, pilantragem e incompetência profunda e generalizada. Estamos perdidos.

  4. Foi eleito uma vez pra nunca mais, vá pro diabo que o carregue com o seu arsenal de boas intenções. Presidente, você não passa de um VAGABUNDO que não faz nada a não ser fritar politicamente e atrapalhar quem sempre quis trabalhar. As molecagens suas e dos seus filhos foram longe demais, vai dar de bandeja o próximo mandato pros petralhas, BEM feito asno incompetente.

    1. Você não tem noção do que escreve, ninguém vota mais em ladrões não véi. petralhas nunca mais

  5. O presidente abiscoitado entrou num 8 com um pronunciamento de gente pequena e quase que não consegue sair.
    Como sempre, se calado é um pouco sensato.
    Quando fala abre-se uma fossa com fedentina insuportável.

  6. Sinceramente, eu voltei em Bolsonaro, mas, acho um "cagada" o que ele fez, e o pior, é se fazer de vítima, quando se sabe que é o contrário, o hômi parece que está numa disputa de jogo de palito, já está na hora dele se ajeitar.

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Política

Moro tem provas de acusações feitas contra Bolsonaro, diz jornal

Foto: reprodução

O ex-ministro da Justiça Sergio Moro teria provas documentais das acusações que fez contra o presidente Jair Bolsonaro, em pronunciamento no qual anunciou sua saída do governo e acusou Bolsonaro de interferir politicamente na Polícia Federal, segundo informações publicadas no blog do Fausto Macedo, do jornal O Estado de São Paulo.

Leia a matéria completa no site Justiça Potiguar.

Opinião dos leitores

  1. Pode se preparar Bozo. Qualquer dia desses, os homens de preto vão amanhecer nas residências da sua FAMILÍCIA.

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Política

Moro nega que permanência de Valeixo na PF tenha sido moeda de troca para nomeação no STF

Após pronunciamento do presidente Jair Bolsonaro. O ex-ministro Sérgio Moro se manifestou em seu perfil no Twitter para negar que a permanência de Maurício Valeixo no Polícia Federal tenha sido usada como moeda de troca para nomeação no STF. “se fosse esse o meu objetivo, teria concordado ontem com a substituição do Diretor Geral da PF”, escreveu Moro.

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Judiciário

Alexandre de Moraes determina que delegados de inquéritos das fake news sejam mantidos

Imagem: reprodução

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes determinou, nesta sexta-feira (24), que o comando da Polícia Federal mantenha no posto os delegados que trabalham em duas frentes de investigação na Corte.

Uma delas apura ofensas, ameaças e “fake news” contra ministros do Supremo, e a outra envolve a organização e financiamento de atos com pautas antidemocráticas.

Moraes é relator dos dois casos, e responsável por coordenar as investigações junto à Polícia Federal. A decisão foi tomada horas após o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, pedir demissão do cargo e apontar supostas tentativas de interferência do presidente Jair Bolsonaro no trabalho da PF.

No pronunciamento, Moro disse que Bolsonaro admitiu que a mudança na diretoria-geral da PF (entenda abaixo) tinha como objetivo nomear alguém que passasse informações de inquéritos à Presidência da República.

Segundo Moro, Bolsonaro disse que tinha preocupação com essas investigações em curso no Supremo. “Também não é uma razão que justifique a substituição, é até algo que gera uma grande preocupação”, disse Moro.

Em pronunciamento no fim da tarde, no Palácio do Planalto, Bolsonaro negou as afirmações de Sergio Moro e disse que jamais agiria para interferir em investigações. “Nunca pedi para ele para que a PF me blindasse onde quer que fosse”, disse.

Sem interferência

Na prática, a decisão de Alexandre de Moraes tenta “blindar” as investigações, independentemente de quem assuma o comando da PF ou do Ministério da Justiça.

O inquérito que apura ataques ao STF, conhecido como “inquérito das fake news”, foi aberto em março de 2019, e o prazo para conclusões das investigações é em junho, podendo ser prorrogado. Essa linha de investigação já identificou que ao menos 12 perfis em redes sociais que atuam na disseminação de informações de forma padronizada contra ministros do tribunal.

Isso significa, por exemplo, que esses perfis encaminham o mesmo tipo de mensagem, da mesma forma, na mesma periodicidade. Agora, os técnicos cruzam informações para tentar localizar financiadores desses perfis.

O inquérito contra a democracia foi aberto nesta semana por Moraes após manifestações de domingo (19) em todo o país e que tinham entre os manifestantes defensores do fechamento do Congresso, do STF e da reedição do AI-5, o ato institucional que endureceu o regime militar.

O caso tem deputados federais entre os alvos, o que justifica a competência do STF para a apuração. No domingo (19), o presidente Jair Bolsonaro discursou em um dos atos, em frente ao Quartel-General do Exército, em Brasília, mas ele não está entre os alvos do pedido da Procuradoria-Geral da República. No dia seguinte ao ato, Bolsonaro defendeu Congresso e STF “abertos e transparentes”.

G1

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Política

Bolsonaro diz que Moro aceitaria demissão de Valeixo depois de ser indicado para o STF

Imagem: reprodução/YouTube

Mais cedo, nesta sexta, Sergio Moro anunciou demissão do cargo porque, segundo o ex-ministro, Bolsonaro tentou interferir politicamente na Polícia Federal ao decidir demitir o diretor-geral da Polícia Federal, Mauricio Valeixo. Moro não aceitou.

“Mais de uma vez, o senhor Sergio Moro disse para mim: ‘Você pode trocar o Valeixo sim, mas em novembro, depois que o senhor me indicar para o STF'”, declarou Bolsonaro.

Com informações do G1

Opinião dos leitores

  1. Claro que depois de deixar o ministério por quaisquer motivos, dentre eles tomar posse como ministro do STF, Moro não teria mais poder decisório nem como influir na pasta. O Capetão precisa formular uma pegadinha mais inteligente.

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Política

Bolsonaro diz que Moro fez “acusações infundadas”

Image: reprodução/Youtube

Jair Bolsonaro disse que as revelações de Sergio Moro em seu pronunciamento de despedida do cargo de ministro da Justiça foram “infundadas”.

“Ele resolveu marcar uma coletiva e fez acusações infundadas. Eu lamento. Para muitos, vai deslustrar sua tão defendida biografia”, afirmou Bolsonaro.

“Se ele quer ter independência, como eu tenho, poderia ter vindo candidato em 2018. Agora, eu não posso conviver, ou fica difícil a convivência, com uma pessoa que pensa bastante diferente de você.”

O Antagonista

Opinião dos leitores

  1. Moro sabe mais do que ninguém a parte que lhe cabe numa acusação, qual seja, o ônus da prova. Mas novas pesquisas vêm por aí, o Capetão não perde por esperar: vai dar Moro na cabeça.

  2. O curioso é que o presidente confirmou duas coisas que Moro falou: 1) Valeixo foi demitido e não exonerado a pedido; 2) Ele (Bolsonaro) queria mesmo saber relatórios de processos conduzidos pela PF.
    E não rebateu nenhuma outra acusação de Moro, principalmente a gravíssima acusação de uso ilegal da assinatura eletrônica do ministro.

  3. Deixo uma reflexão forte para o dia de hoje:

    "Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará" João 8:32? acabou a mamata kkkkkkkkkkk

  4. Acorda Ojuara (ou Araujo). Cegueira tem limites! Tá agindo como os petistas, só que às avessas! Hilário!

  5. A petralhada toda contava com o fim do governo, se ferraram. Jogou no lixo a justificativa de Moro, e Bolsonaro cresceu mais ainda.

    1. Dentre todas piadas que escutei hoje, essa foi a melhor, kkkkk chora não gado!

    2. Que país vc vive Ojuara, ou melhor que discurso vc assistiu Ojuara???
      Volte a realidade, volte a ser o Zé Araújo!!!

      E o gado…..muuuuuuuuuuuuu!!!!!

    3. Se você acredita nisso só tem duas opções: é inocente ou burro. Qual delas é?

  6. Pela primeira vez, vi o presidente sereno, tranquilo e sem errar muito no português. Destruiu a justificativa de Moro.

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Política

Bolsonaro: ‘Nunca pedi para blindar ninguém da minha família’


Depois de citar uma série de casos divulgados pela imprensa, os quais, segundo o presidente, na tentativa de envolvê-lo em algum ilícito, Jair Bolsonaro afirmou, “nunca pedi para blindar ninguém da minha família”.

Opinião dos leitores

    1. Sério! Cegueira tem limites! Tá parecendo o petismo, só que às avessas!

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Política

“No dia que eu tiver que me submeter a qualquer um subordinado meu, eu deixo de ser o presidente”, diz Bolsonaro

Imagem: reprodução/YouTube

“No dia que eu tiver que me submeter a qualquer um subordinado meu, eu deixo de ser presidente”, disse Bolsonaro sobre a relação com ministros e indicação para cargos. E completou, “jamais pecarei por omissão”.

Opinião dos leitores

  1. O Presidente mais uma vez conversando M e mentindo com a maior cara de pau. Muito blá blá blá para justificar o injustificável! Chega a ser engraçado! Kkkkkkkk

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Judiciário

Aras pede inquérito sobre Bolsonaro no Supremo

Augusto Aras acaba de enviar ao Supremo um pedido para investigar possível tentativa de Jair Bolsonaro de interferir em investigações da Polícia Federal. A primeira providência será um depoimento de Sergio Moro.

O inquérito vai analisar se estão configurados os crimes de falsidade ideológica, coação no curso do processo, advocacia administrativa, prevaricação, obstrução de justiça, corrupção passiva privilegiada, denunciação caluniosa e crime contra a honra.

Segundo a PGR, a investigação partirá das declarações de Sergio Moro. Por isso, o ex-ministro também poderá ser investigado caso tenha acusado falsamente o presidente.

“A dimensão dos episódios narrados revela a declaração de Ministro de Estado de atos que revelariam a prática de ilícitos, imputando a sua prática ao Presidente da República, o que, de outra sorte, poderia caracterizar igualmente o crime de denunciação caluniosa”, aponta o procurador-geral”.

O procurador-geral quer que Moro “apresente manifestação detalhada sobre os termos do pronunciamento, com a exibição de documentação idônea que eventualmente possua acerca dos eventos em questão”.

“Uma vez instaurado o inquérito, e na certeza da diligência policial para o não perecimento de elementos probatórios, o procurador-geral da República reserva-se para acompanhar o apuratório e, se for o caso, oferecer denúncia”, conclui Augusto Aras no pedido.

O Antagonista

Opinião dos leitores

  1. Vôts! nenhum comentário ainda?
    A debandada dos que defendiam com propriedade foi grande.

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