Comportamento

CHAMARAM SÃO-PAULINOS DE VIADOS: Árbitro relata homofobia em Vasco x São Paulo e time carioca pode perder pontos

O árbitro Anderson Daronco relatou neste domingo na súmula da partida entre Vasco e São Paulo, pelo Campeonato Brasileiro, em São Januário, a ocorrência de um ato homofóbico praticado pela torcida do time carioca. No segundo tempo, parte do público presente entoou o canto “time de viado”, atitude que pode render punições, como a perda dos pontos conquistados dentro de campo.

A súmula, publicada no site da CBF, consta que o árbitro inclusive paralisou a partida para interromper o canto homofóbico. “Aos 19 minutos do segundo tempo, a partida foi paralisada para informar ao delegado do jogo e aos capitães de ambas as equipes a necessidade de não acontecer novamente e para informar no sistema de som do estádio o pedido para que os torcedores não gritassem mais palavras homofóbicas”, diz o texto.

Daronco conversou primeiramente com o técnico do Vasco, Vanderlei Luxemburgo, que prontamente se virou para as arquibancadas e pediu para os torcedores pararem com as manifestações. Dentro de campo, a equipe carioca venceu por 2 a 0, com gols no segundo tempo marcados por Talles Magno e Fellipe Bastos e se afastou das últimas posições na tabela.

A ocorrência de atos homofóbicos pode punir os clubes a partir desta rodada. Na segunda-feira, o Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) recomendou que as atitudes preconceituosas passassem a ser relatadas nas súmulas. Os casos podem render a perda de três pontos, pois devem ser enquadrados no artigo 243-G do Código Disciplinar (praticar ato discriminatório, desdenhoso ou ultrajante, relacionado a preconceito em razão de origem étnica, raça, sexo, cor, idade, condição de pessoa idosa ou portadora de deficiência).

Na última semana, o Estado procurou os 20 clubes da Série A. A maioria deles manifestou ser contra receber punição por atitudes da torcida e prometeu realizar campanhas de conscientização para não correr o risco de possíveis penalidades. Em nenhuma outra partida da rodada foi registrada até agora um outro incidente do mesmo tipo.

ESTADÃO CONTEÚDO

Opinião dos leitores

  1. Bom dia
    O Arbitro tem total razão.
    só acho que tirar os pontos já é de mais, logo contra o São Paulo? nosso futebol tem que se adaptar a isso, mais acho que uma perca de campo já era de bom tamanho.

  2. A que ponto o nosso futebol chegou, daqui a pouco vão proibir a torcida de gritar pelo seu próprio time.

  3. esse tal de homfobia fá estar virando putaria,
    os caras fazem passeata para dizer que são gays, tem até o dia do orgulho gay, e ai nimguem pode chamar de gay??????? tem quem entenda

  4. Interessante.
    As torcidas organizadas brigam e matam há décadas.
    A cbf nunca tomou uma medida enérgica, tanto q continuam brigando e matando.
    Agora chamar o outro de viado…
    Impressionante a abrangência dessa agenda distorcida lgbtqi+ (sigla q individualiza os integrantes do zoológico sexual atual e crescendo).
    Matar é menos relevante q chamar de viado.

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Comportamento

No Facebook, perfil de Bolsonaro ri de ofensa à primeira-dama da França

O perfil do presidente Jair Bolsonaro na rede social Facebook postou uma mensagem de risadas após um comentário ofensivo sobre a primeira-dama da França, Brigitte Macron, feito por um de seus seguidores. Bolsonaro e o presidente francês,  Emmanuel Macron, vêm trocando farpas desde que a crise de incêndios florestais do Brasil tomou as manchetes do mundo, na última semana.

Em um post em que falava da Amazônia, um dos seguidores da página do presidente postou uma montagem com duas fotos. Na de cima, Brigitte aparece atrás de Macron e, na de baixo, o presidente aparece com a primeira-dama do Brasil, Michelle Bolsonaro, à frente. Ao lado das fotos, há um texto dizendo “Entende agora pq Macron persegue Bolsonaro?” A página do presidente da República respondeu ao seguidor com “não humilha cara. kkkk”.

Macron tem sido uma das vozes mais ativas nas críticas internacionais às queimadas que estão ocorrendo na Floresta Amazônica. E se tornou alvo das queixas do governo brasileiro, sobretudo do grupo militar, que reclama de intervenção externa e ameaça à soberania na região.

ESTADÃO CONTEÚDO

Opinião dos leitores

  1. Onde tá a ofensa????? Se ele tivesse conhecido nossa primeira dama anterior (a Marcelinha)…Ô cabra véi de mal gosto…kkkkkkk mané

  2. ROSALBA E FATIMA TAMBEM SACO SERGIO UM POUCO DE MIGGE JAGUER E SERGUEI ROKEIRO BRASILEIRO ORA VAMOS DEIXAR DE HIPOCREZIA A MULHER E FEIA SACO O QUE FOI QUE ESSE MACRON VIU NELA SO PODE SER FEITIÇARIA OU ELA TEM MUITA GRANAAAAA !!!!!!!!! SO PODE E TENHO DITO!!!!!

  3. Lamentável tal atitude. Com todo respeito a mulher do mito, mas já imaginou a mulher de Macron, mostrando o Álbum de família da mulher do mito. A vó crakuda traficante, da mãe trambiqueira e dos irmãos e tios milicianos.

  4. Quando as pessoas de nível intelectual BAIXO não tem argumento geralmente partem para a agressão e/ou para ofensas da vida pessoal. O quem tem haver a esposa de Macron com o assunto em pauta (amazônia)? Absolutamente nada. A cada dia nosso maior representante revela o seu nível.

  5. Homi a primeira dama da França é desprevinida de beleza mesmo, tadinha, parece uma vassoura de agave.

  6. Será que ninguem entendeu a ira de MACRON… Tá bastante claro. Ele quer aumentar o território da FRANÇA na Am´perica do Sul. Afinal é o único europeu a ter fronteira com o BRSIL. Não votei, não gosto, abomino, sou PT até morrer más não sou burro. A França tá querendo mesmo pedaços da Amazonia Brasileira e se o Boso der azas eles entram.

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Política

Humorista Marcelo Madureira é expulso de carro de som após crítica a Bolsonaro

O humorista Marcelo Madureira foi expulso de um carro de som após fazer críticas ao presidente Jair Bolsonaro (PSL). Madureira falava durante protesto contra o projeto que endurece punições para situações de abuso de autoridade, realizado neste domingo (25), em Copacabana, zona sul do Rio de Janeiro.

Ele reclamou de um suposto acordo com o ministro do STF Gilmar Mendes para paralisar a Lava Jato.

“Não tenho medo de vaias. Votei no Bolsonaro e vou criticar todas as vezes que for necessário”, disse ele, em discurso. “Como justificar uma aliança do Jair Bolsonaro com o Gilmar Mendes para acabar com a Operação Lava Jato? É isso que está acontecendo.”

O discurso foi interrompido aos gritos de “fora” e “desce daí”. O humorista foi escoltado pela Polícia Militar até entrar em um táxi.

Numa rede social, Madureira disse que “voto não é cheque em branco” e criticou outras medidas de Bolsonaro, como a interferência na Polícia Federal e o discurso sobre a área ambiental. “Uma meia dúzia de pessoas que não sabem o que é democracia acham que me intimidam. Eu Rio disso”, afirmou.​

Ao menos 19 estados e o Distrito Federal realizaram neste domingo manifestações contra o projeto de lei contra abuso de autoridade, que foi aprovado pelo Congresso e aguarda sanção do presidente Bolsonaro.

Foram registrados atos em todas as regiões do país. No Sudeste, ocorreram em São Paulo, Rio, Minas Gerais e Espírito Santo. No Sul, houve manifestações no Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina, enquanto no Centro-Oeste os atos foram realizados em Goiás e no Distrito Federal.

Já no Nordeste, houve manifestações em Pernambuco, Paraíba, Piauí, Bahia, Maranhão, Rio Grande do Norte, Sergipe e Alagoas. No Norte, Pará, Amazonas e Tocantins sediaram protestos.

Em São Paulo, o ato na avenida Paulista, no centro da cidade, contou com um boneco gigante do ex-juiz Sergio Moro (atual ministro da Justiça) com a frase “Mexeu com o Moro, mexeu com o povo brasileiro”.

No último dia 14, a Câmara aprovou projeto que torna mais rígidas as punições para agentes públicos, como juízes e promotores, que cometam abuso de autoridade.

A proposta é alvo de polêmicas. De um lado, procuradores, juízes e policiais afirmam que pode abrir margem para punir quem combate o crime organizado e a corrupção. De outro, advogados e entidades de defesa dos direitos humanos argumentam que o projeto evita abusos e não pune quem age corretamente.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. A democracia no Brasil está por um fio: não se pode mais cobrar nem criticar o Presidente. Muito preocupante.

    1. Faça o seguinte, entre numa universidade e grite, eu votei no Bolsonaro pra vc ser espancado por professores e outros débil mentais emaconhados, ai vc vai saber o que ñ é democracia!

  2. Que coisa…Um dia vc tá lá, de boa, alimentando os corvos. No outro, os bichinhos furam seus olhinhos…Quem poderia imaginar uma coisa dessas, não é mesmo?

  3. Não é "achar que vai se beneficiar", ele tem razão ao citar que voto não é cheque em branco, essa é a diferença em quem não é fanático, de quem consegue enxergar os desvios do PT, e as manobras de Bolsonaro, para livrar o filho das investigações, e tirar do caminho, todos que se opõem a sua centralização e autoritarismo ,aliás o método utilizado pelo Bolsonaro e seus seguidores , parece muito com o do PT, que é denegrir quem é contra seus interesses.

  4. Ele ja cumpriu o papel dele. Agora será descartado como lixo. O mesmo acontece com Deltan, que Eduardo Bolsonaro e o mega super power filosofo conselheiro terraplanista Olavo, agora criticam e chamam de esquerda. Aconteceu com Lacerda no golpe de 1964, apoiou e achou que iria se beneficiar, foi perseguido do mesmo jeito.

    1. O papel desenvolvido por eles foi a favor do Brasil, e continuará sendo, caso bolsonaro usar mecanismos que prejudique o país e os brasileiros, com certeza será combatido ele e todos os ladrões de ontem e de hoje. O importante é defender o pais desses espíritos do mal

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Finanças

MORATÓRIA PRECATÓRIOS: Senado negocia pacto que atinge 1 milhão de credores

O Senado Federal prepara uma moratória no pagamento de precatórios com potencial para prejudicar mais de um milhão de credores no país.

A medida é uma das contrapartidas negociadas pelo governo Bolsonaro (PSL) no chamado pacto federativo para aprovar a reforma da Previdência no Legislativo.

Pelo acordo costurado pelo presidente do Senado, Davi Acolumbre (DEM-AP), será prorrogado de 2024 para 2028 o prazo para que estados, o Distrito Federal e os municípios quitem suas dívidas.

Se aprovada, será a sexta moratória, incluindo a concedida pela Constituição de 1988 que estabeleceu um prazo de oito anos para a quitação. A última foi há menos de dois anos, ocasião em que o limite foi de 2020 para 2024.

Precatório é uma ordem de pagamento que o Judiciário emite ao cobrar dívidas dos entes públicos após condenações definitivas.

Podem ser alimentares, quando são referentes a salários, aposentadorias, pensões e indenizações por morte e invalidez, ou de natureza comum, decorrentes de situações como desapropriações de imóveis e tributos.

O CNJ (Conselho Nacional de Justiça) estima, em uma avaliação preliminar, que a dívida total em precatórios some R$ 141 bilhões. A OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) contabiliza em mais de 1 milhão os credores na fila de espera dos pagamentos.

Fila que, além de longa, costuma ser muito lenta, demorando décadas frequentemente. Há caso de pessoas que aguardam pelos depósitos desde os anos 80.

Nas listas disponibilizadas pelo Judiciário é bastante comum observar situações em que os credores originais faleceram e seus filhos e até mesmo netos continuam na fila para receber os valores.

O aposentado Mario Lucio Nogueira, 66, aguarda o pagamento de um precatório do seu pai, morto em 2008. A ação contra o Estado de São Paulo foi iniciada em 1991 e gerou precatório em 2014.

Pelos seus cálculos, deve render mais de R$ 100 mil à família, quando for pago. “Meu pai era da extinta guarda civil e se aposentou como tenente”, conta. “Não fizeram a devida correção salarial, ele entrou na Justiça e ganhou.”

Segundo o Tribunal de Justiça, o precatório que Nogueira e seus dois irmãos aguardam está na posição 5.626 da fila de pagamento.

“Alguns escritórios já quiseram comprar o precatório. Há cerca de três anos, ofereceram pagar R$ 17 mil para cada um de nós, mas não aceitamos, porque o valor que temos para receber é bem maior”, diz.

O advogado Flávio Brando classifica a demora nos pagamentos como “terror institucional”. “Ninguém aguenta mais ver seus idosos morrendo sem receber seus legítimos créditos”, afirma Brando.

A emenda que autoriza o novo adiamento nos pagamentos, do senador José Serra (PSDB), foi assinada por 29 dos 81 senadores.

A justificativa é a continuidade da crise fiscal e a dificuldade que estados e municípios enfrentam para equilibrar seus orçamentos.

“Os gestores precisam garantir a prestação de serviços públicos básicos à sociedade, como educação, segurança e saúde”, afirma o texto.

Nas listas disponibilizadas pelo Judiciário é bastante comum observar situações em que os credores originais faleceram e seus filhos e até mesmo netos continuam na fila para receber os valores.

O aposentado Mario Lucio Nogueira, 66, aguarda o pagamento de um precatório do seu pai, morto em 2008. A ação contra o Estado de São Paulo foi iniciada em 1991 e gerou precatório em 2014.

Pelos seus cálculos, deve render mais de R$ 100 mil à família, quando for pago. “Meu pai era da extinta guarda civil e se aposentou como tenente”, conta. “Não fizeram a devida correção salarial, ele entrou na Justiça e ganhou.”

Segundo o Tribunal de Justiça, o precatório que Nogueira e seus dois irmãos aguardam está na posição 5.626 da fila de pagamento.

“Alguns escritórios já quiseram comprar o precatório. Há cerca de três anos, ofereceram pagar R$ 17 mil para cada um de nós, mas não aceitamos, porque o valor que temos para receber é bem maior”, diz.

O advogado Flávio Brando classifica a demora nos pagamentos como “terror institucional”. “Ninguém aguenta mais ver seus idosos morrendo sem receber seus legítimos créditos”, afirma Brando.

A emenda que autoriza o novo adiamento nos pagamentos, do senador José Serra (PSDB), foi assinada por 29 dos 81 senadores.

A justificativa é a continuidade da crise fiscal e a dificuldade que estados e municípios enfrentam para equilibrar seus orçamentos.

“Os gestores precisam garantir a prestação de serviços públicos básicos à sociedade, como educação, segurança e saúde”, afirma o texto.

O estado tem uma dívida em precatórios estimada em cerca de R$ 15,7 bilhões. O orçamento de 2019 é de R$ 57,8 bilhões. O adiamento do prazo de quitação dos precatórios para 2028 aliviaria o cronograma de desembolsos.

O advogado Marco Antonio Innocenti, presidente da Comissão de Estudos de Precatórios do Instituto dos Advogados de São Paulo, diz que, em vez de apoiar nova moratória, estados e municípios deveriam fazer a lição de casa.

“Há atualmente muitos instrumentos que podem ser utilizados para a liquidação dos débitos sem prejuízo para os serviços públicos”, afirma.

Innocenti diz, por exemplo, que a legislação permite o uso de depósitos judiciais (valores envolvidos em litígios, retidos pelo Judiciário até a sentença) para o pagamento de precatórios, bem como a possibilidade de deságios em acordos para a antecipação dos pagamentos.

Para o advogado Flávio Brando, a solução do problema dos precatórios passa pela securitização das dívidas, com o lançamento de títulos no mercado financeiro.

“Uma nova moratória será um indicativo de insegurança jurídica, desordem nas contas públicas e incapacidade gerencial quando existem soluções de mercado”, afirma Brando. “A imagem do país ficará arranhada”.

Presidente da Comissão de Precatórios da OAB, Eduardo Gouvêa afirma que a entidade recorrerá ao Supremo Tribunal Federal caso a nova moratória seja aprovada. “Como naquela frase atribuída a Albert Einstein, ‘insanidade é continuar fazendo sempre a mesma coisa e esperar resultados diferentes’”, afirma.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. O Estado pode tudo! Pode lhe acusar, lhe condenar e lhe prender, mas não precisa de pagar o que deve a vc. Não precisa de nenhuma certidão prá provar que é honesto. Nós deveríamos ser o estado, mas somos apenas idiotas úteis.

  2. Mas, os penduricalhos dos homens da lei, aparece dinheiro para pagar, além de que , quando é o contrário, onde o povo deve ao Governo, tem que pagar em prazo curto e com correções.

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Política

No Twitter, Eduardo Bolsonaro faz críticas a Deltan Dallagnol

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) publicou neste domingo, 25, tweets em que sugere que o procurador da República Deltan Dallagnol esteja ligado a grupos de esquerda e a organizações não-governamentais (ONGs). O parlamentar compartilhou um vídeo em que o escritor Olavo de Carvalho afirma que o combate à corrupção está sendo utilizado para “restaurar a fama e o prestígio moralizante da esquerda”.

“Vejam o que o senhor Deltan está fazendo com o dinheiro da Petrobrás, está levantando as ONGs de esquerda para um novo assalto ao poder”, diz Olavo no vídeo compartilhado por Eduardo Bolsonaro. A referência é ao projeto do fundo da Operação Lava Jato que receberia parte da multa de R$ 2,5 bilhões da Petrobrás em ações nos Estados Unidos.

Olavo comentava outro vídeo, do youtuber Lilo, que questionava o fato de o comitê gestor da coalizão Unidos contra a Corrupção ser formado por organizações como o Instituto Ethos e o Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral. Na visão de Lilo e Olavo, as duas instituições defendem pautas associadas à esquerda.

“O Lilo fez um vídeo mostrando uma breve pesquisa sobre o Deltan Dallagnol. São conexões com ONGs e grupos de esquerda, não se trata da opinião do Lilo, são fatos. Agora Olavo explica o porquê disso tudo, veja que curioso”, escreveu Eduardo.

Opinião dos leitores

  1. Esse rapaz não tem a devida estatura moral e intelectual necessárias para se ocupar um cargo tão importante como o de Embaixador brasileiro nos EUA. Espero que o País não precise passar por mais essa vergonha.

  2. Tal qual o ditador Stalin, da ex-URSS, quem não rezar pela cartilha vai ser expurgado. Mandado para a Sibéria. O próximo é Moro. Vivemos a época da loucura…

  3. Esses caras estão se pelando de medo de perderem o poder pro herói Sérgio Moro.
    Se segure na sela!!!

  4. Deltan para a PGR. Kkkkkkkkkkkkkkk. Olavo presidente 2022. Kkkkkkkkk. Moro na cadeia. Kkkkkkkkkkk. É um hospício. Lula para vice de Olavo. Kkkkkkkk. Unidos para reconstruir.

  5. Deixa de ser imbecil Eduardo Bolsonaro!

    Vc é um ventríloco de um louco!

    E uma porra dessas ainda vai ser embaixador… Impressionante

  6. Quem entende isso????????quem diabos é o pensador nessa joça????o que fizemos de nosso país ??? que Severino Cavalcante piorado é esse?????

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Política

Davi se aproxima de Renan e trata ex-adversários como conselheiros no Senado

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), renovou sua roda de aliados, afastando-se de alguns nomes que o ajudaram a chegar ao comando do Legislativo e aproximando-se de ex-adversários como Renan Calheiros (MDB-AL), seu antagonista na disputa pelo comando da Casa no início de 2019.

A mudança no círculo mais próximo incomodou alguns antes vistos como conselheiros de confiança de Davi.

“Já cumpri este papel [de conselheiro], o ajudei nesta eleição. Agora tenho sido menos procurado e, consequentemente, menos ouvido. Não sou afeito a ficar paparicando o poder”, disse o líder da oposição no Senado, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), presença frequente ao lado de Davi ao menos até antes do recesso do meio do ano.

Apesar de dizer que ainda mantém uma relação pessoal com seu colega de bancada do Amapá, Randolfe afirma que Davi costumava ouvir mais no primeiro semestre o grupo que o levou à presidência como o nome anti-Renan.

Hoje, o aliado de outrora o vê como um político mais alinhado ao presidente Jair Bolsonaro (PSL) e ao MDB, sigla que enfrentou em fevereiro.

“Não é um bom caminho ele se aproximar umbilicalmente com o presidente Bolsonaro e ter como única interlocução o MDB. Me preocupa [a aproximação com nomes do MDB] porque quero que o Davi dê certo”, afirmou Randolfe.

O líder da oposição integra um grupo pluripartidário de 21 senadores intitulado “Muda, Senado! Muda, Brasil”, que se considera independente.

São parlamentares de 9 dos 17 partidos com representação na Casa: PSD, Podemos, Cidadania, Rede, Patriota, PSB, PP, PSDB e PSL.

Eles tentam abrir um diálogo com o presidente do Senado para pressioná-lo a destravar uma pauta com temas ligados ao Judiciário: pedidos de impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal e CPI da Lava Toga, que teve um requerimento de criação rejeitado, outro engavetado e um terceiro está em fase de coleta de assinaturas.

Integrantes do grupo também cobram uma promessa de Davi ao ser eleito: voto aberto em todas as situações.

“Queremos sentar com ele, mas ele está adiando. Não dá mais para esperar. Isso está incomodando. Esperamos que haja esta sensibilidade porque já tivemos paciência no primeiro semestre”, afirmou o senador Eduardo Girão (Podemos-CE).

Girão foi um dos principais articuladores dos senadores que se reuniram, no início do ano, para escolher um candidato capaz de enfrentar Renan, então desgastado entre o eleitorado por ser associado à “velha política”.

“Se estivermos próximos a ele, não vai ter só o lado tradicional, haverá opinião diferente”, disse o senador Plínio Valério (PSDB-AM), que também integra o grupo.

Folhapress

Opinião dos leitores

  1. Vou dizer uma coisa, essa folha de São Paulo é pior que rapariga de cabaré de quinta categoria, pense num jornal fuxiqueiro da cota serena. Vão gostar assim de fuxico na casa do satanás homi.
    P. Q Pa RIO!!

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Saúde

Uso de celular com cabeça inclinada pode causar lesão na cervical

Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que pelo menos 37% da população brasileira, cerca de 60 milhões de pessoas, convivem com a dor gerada pela má postura ao manusear os smartphones. O número já é mais do que a média mundial que é de 35%.

Segundo pesquisa da Fundação Getúlio Vargas (FGV), os celulares ativos já somam 230 milhões no Brasil, um crescimento de 10 milhões em comparação com 2018 .O Brasil tem mais dispositivos digitais do que brasileiros, uma média de dois smartphones, notebooks, computadores ou tablets por habitante.

Por isso, profissionais da saúde estão alertando os usuários com relação à postura ao utilizar os aparelhos. Se não for corrigida, pode gerar dor crônica e lesões que podem até precisar de cirurgia.

A ortopedista do Grupo Notedrame Intermédica, Liége Mentz-Rosano, explicou que o uso do celular faz com que a pessoa fique em uma posição viciosa, levando o pescoço a fazer uma flexão, que eleva o peso carregado pela região.

“Quando ficamos em uma posição neutra de zero graus, é exercida uma força de cinco quilos. À medida em que vamos dobrando o pescoço e fazendo uma curva, o ângulo aumenta e a pressão exercida ao chegar em 30 graus será de 18 quilos. Aos 60 graus, chega em 30 quilos”, destacou.

Segundo Liège, isso leva à sobrecarga nos discos, que são como borrachinhas entre cada vértebra, que servem como amortecedores para evitar lesões quando são feitos movimento de impacto, além de serem fundamentais para a mobilidade.

“Essas lesões causadas pelo uso excessivo do celular podem levar à degeneração do disco, que vai formando uma barriga, que nada mais é do que a hérnia de disco. Essas hérnias podem resultar na compressão dos nervos, ocasionando perda de força, formigamento braços, artrose precoce nas pessoas mais jovens, degeneração não só no disco, mas na parte óssea”, disse Liége.

A médica explicou ainda que muitas vezes as lesões da cervical podem levar o indivíduo a sentir dores fortes de cabeça, sem associar os fatos. “Muitas vezes as pessoas têm dor de cabeça e não sabem que é do pescoço. Temos inclusive, visto um aumento grande na incidência de pessoas mais jovens, adolescentes, jovens adultos e até crianças que relatam dor no pescoço e dores de cabeça por conta da lesão.”

Prevenção
Liége reforçou que a prevenção é a melhor forma para evitar esses problemas. Além de manter a postura correta ao manusear o celular, levando-o a uma posição neutra em que se consiga olhar discretamente para baixo, utilizar apoios, ou transferir os aplicativos possíveis para o computador, é preciso fazer exercícios de fortalecimento e alongamento de uma a mais vezes por dia. “Quando fortalecemos a musculatura anterior e posterior, fortalecemos as estruturas do pescoço. Isso protege e ajuda na correção postural.”

De acordo com o responsável técnico de hospital Anderson Benine Belezia, há diferentes métodos de imagem para avaliar a coluna cervical. O primeiro é uma radiografia simples da região, exame simples pelo qual é possível avaliar as estruturas ósseas e ver sinais que podem sugerir problemas no disco intervertebral. O segundo é uma tomografia computadorizada, que tem a maior capacidade de avaliação das estruturas ósseas. Já o terceiro, a ressonância magnética é o que tem melhor capacidade de avaliação de danos nos discos interverterias (hérnias principalmente), podendo avaliar eventuais compressões nervosas e da medula com maior precisão que outros métodos.

“Nos três exames, o médico radiologista avalia as alterações presentes ou não, correlacionando com os dados clínicos informados pelo médico solicitante ou pelo próprio paciente, e fornece uma descrição detalhada dos achados de imagem que poderão nortear o tratamento e manejo clínico ou cirúrgico do paciente”, explicou Belezia.

A nutricionista Jessica Ramos contou que tem o hábito de utilizar o celular de 12 a 15 horas por dia. Foi depois de concluir seu mestrado – momento em que teve mais tempo para ficar no celular – que começou a sentir mais dores no pescoço, irradiando para o ombro e braço. “Até meus dedos doem ao digitar. Eu acredito que esteja associado ao uso excessivo do celular. A médica me pediu para fazer alguns exames e me passou medicações leves. Agora estou tomando mais cuidado com a postura, tentando usar o fone de ouvido nas ligações e quando mando mensagem colocar a postura mais ereta possível”, disse.

Agência Brasil

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Meio Ambiente

Bolsonaro pede que PF investigue “dia do fogo” após pecuarista lançar suspeitas sobre ICMBio

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) pediu neste domingo (25) que o ministro Sergio Moro (Justiça) determinasse a investigação do “dia do fogo” pela Polícia Federal.

Ficou conhecido por esse nome o dia 10 de agosto, quando houve uma explosão de focos de incêndio no sudoeste do Pará. Fazendeiros do entorno da BR-163 anunciaram nesta data queimadas na região.

O caso já estava sendo apurando pelo Ministério Público Estadual do Pará em Novo Progresso. Há dez dias, o órgão afirmou ter acionado a Polícia Civil e já ter ouvido três pessoas. Somente neste domingo o governo Bolsonaro anunciou apuração sobre o tema.

“Sim, fui contatado hoje mesmo pelo presidente Jair Bolsonaro sobre o fato e solicitando apuração rigorosa. A Polícia Federal vai, com sua expertise, apurar o fato. Incêndios criminosos na Amazônia serão severamente punidos”, escreveu Moro no Twitter neste domingo.

A manifestação do governo Bolsonaro sobre o “dia do fogo” coincide com a publicação neste domingo de uma reportagem do Globo Rural. O texto traz uma declaração de uma pecuarista identificada como Nair Brizola, do município de Cachoeira da Serra. Sem mostrar fotografias ou outras evidências materiais, ela diz ter visto carros do ICMBio sendo usados para atear fogo no local.

O ICMbio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade) é um órgão governamental vinculado ao Ministério do Meio Ambiente.

“Esse povo, se eles veem você, eles já vêm armado, já manda você parar, já toma seu celular. Você não pode fazer nada. As caminhonetes que eles andam fazendo esse terror todo, está escrito ICMbio. O presidente Bolsonaro tá certo quando diz que essas Ongs estão botando fogo,” diz trecho da reportagem.

A publicação do Globo Rural foi replicada também pelo ministro Ricardo Salles (Meio Ambiente).

“O presidente Jair Bolsonaro determinou abertura de investigação rigorosa para apurar e punir os responsáveis pelos fatos narrados”, escreveu Salles em sua conta do Twitter.

Além da declaração da pecuarista, a reportagem diz que “sindicalistas, produtores rurais, comerciantes e grileiros, combinaram através de um grupo de WhatsApp incendiar as margens da BR163, rodovia que liga essa região do Pará aos portos fluviais do Rio Tapajós e ao Estado de Mato Grosso”, diz o texto.

Segundo o texto, a intenção deles era “mostrar ao presidente Jair Bolsonaro que apoiam suas ideias de ‘afrouxar’ a fiscalização do Ibama e quem sabe conseguir o perdão das multas pelas infrações cometidas ao Meio Ambiente.”

Questionado sobre o objetivo da apuração, Salles disse à Folha que a intenção do governo é apurar o episódio como um todo, não interessando quem possa ser o autor dos incêndios.

“O presidente disse que queria apuração para apurar o dia do fogo. Não é pré-determinado. Não importa quem seja [o autor]. Quem for identificado vai ser punido”, disse.

Segundo o ministro, o papel do Ministério do Meio Ambiente é auxiliar a PF nas investigações. Ele disse que a apuração considerará todas as hipóteses e que podem ser investigados tanto os produtores rurais quanto agentes do Ibama e do ICMBio.

O senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) também usou as redes sociais para tratar do caso. Ele publicou a reportagem destacando a declaração em que a produtora rural lança suspeitas sobre agentes do ICMBio.

“É o ICMBio [órgão do governo federal]. Tinha uma moto preta colocando fogo em tudo aqui. E eles foram na minha propriedade com essa moto amarrada em cima da caminhonete deles. Tava escrito lá na porta”, escreveu o senador, filho mais velho do presidente Bolsonaro.

“Isso aí, ministro Ricardo Salles. Caso se confirme essa aberração, ficará evidente que o boicote ao governo existe e vem de pessoas infiltradas nos próprios órgãos oficiais. Siga firme na missão!”, complementou Flávio.

Folhapress

Opinião dos leitores

  1. E vejam os comentários por aqui mesmo. Os caras torcem descaradamente contra o Brasil. Todo mundo (de bem) sabe que essa baboseira ambientalista é apenas fachada para esconder os verdadeiros interesses. Usam até fotos falsas. Os dados provam que os focos de queimadas eram muito mais numerosos nos governos do agora presidiário, com Marina ministra. Até a Globo divulgou esses dados. Mas os mentirosos irresponsáveis continuam a tentar denegrir a imagem do nosso país apenas para atacar o atual governo. É uma vergonha.

  2. Atrás de TODA vagabundagem, canalhice, safadeza, pilantragem neste país, se investigar direito, vai achar essa corja de esquerda. Irresponsáveis, anti-patriotas, mal-intencionados, desonestos (inclusive intelectualmente), essa cambada é de dar nojo.

  3. Incompetente e incoerente, sempre busca culpados onde nao existe, para poder esconder a incompetência e loucura…..VAGABUNDO OPORTUNISTA, METICULOSO, ATE HOJE NAO APRESENTOU UM PLANO PARA O GOVERNO, VAI SAIR ALGEMADO COMO BANDIDO MILICIANO

  4. O correto é botar esses incendiários pra apagar esse fogo assoprando com a boca até apagar, se não cadeia de 200 anos pelas mortes de animais que causaram, bando de fdp. Ou Vão pra Venezuela desgraçados.

  5. Se provar? quem se ache em culpa seja punido, mas se nao…..??? se for só balela…. seja punido tsmbem …!!!

  6. "Vou tirar esses fiscalzinhos de cima de vocês"
    Pelo visto cumpriu a promessa e agora o mundo está vendo resultado.
    É isso que da votar num despreparado e estúpido que não entende de nada é só fala besteira o dia todo.

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Meio Ambiente

Grupo usou whatsapp para convocar “dia do fogo” no Pará

Foto: Emiliano Capozoli/Revista Globo Rural

Em Altamira, no Pará, município que lidera o número de incêndios e desmatamentos no Brasil, o Distrito de Cachoeira da Serra, um dos polos agrícolas mais disputados pelos agricultores, ainda repercute a maior queimada da história do Pará, que aconteceu no dia 10 de agosto. Essa data vai ficar lembrada para sempre por aqui como o “Dia do Fogo”.

Já se sabe que mais de 70 pessoas – de Altamira e Novo Progresso — entre sindicalistas, produtores rurais, comerciantes e grileiros, combinaram através de um grupo de whatsApp incendiar as margens da BR-163, rodovia que liga essa região do Pará aos portos fluviais do Rio Tapajós e ao Estado de Mato Grosso. A intenção deles era mostrar ao presidente Jair Bolsonaro que apoiam suas ideias de “afrouxar” a fiscalização do Ibama e quem sabe conseguir o perdão das multas pelas infrações cometidas ao Meio Ambiente.

A pedido do Ministério Público de Novo Progresso, o Delegado Daniel Mattos Pereira, da Polícia Civil, já ouviu algumas pessoas ligadas ao “Dia do Fogo”, até agora ninguém foi preso.

As delegacias dos municípios de Castelo dos Sonhos e Novo Progresso receberam inúmeras denúncias de produtores rurais que se dizem prejudicados pelas queimadas.

Muitos perderam cercas, pastagens, lavouras e animais, tudo devorado pelo fogo. Depois que a denúncia do “Dia do Fogo” veio a público, uma nova versão circula por toda a região. A pecuarista Nair Brizola, de Cachoeira da Serra, faz eco a uma história que ouvimos em toda parte. Ela nos procurou quando circulava pela estrada da “Bucha”, onde nossa equipe documentava uma queimada.

–“Vocês são do meio ambiente?”, gritou ela de dentro de sua caminhonete.
-“Não. Somos jornalistas.”
– “Que ótimo. Que ótimo,“ diz em seguida.
– “Quem está colocando fogo por aqui?”, pergunto a ela
– “É o ICMBio [a sigla se refere ao Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade]. Tinha uma moto preta colocando fogo em tudo aqui. E eles foram na minha propriedade com essa moto amarrada em cima da caminhonete deles. Tava escrito lá na porta”

Sem saber que nossa conversa estava sendo gravada, dona Nair continua:

– “Esse povo, se eles veem você, eles já vêm armado, já manda você parar, já toma seu celular. Você não pode fazer nada. As caminhonetes que eles andam fazendo esse terror todo, está escrito ICMbio. O presidente Bolsonaro tá certo quando diz que essas Ongs estão botando fogo,” completa ela.
– “Mas, ele andou falando também que pode ser os fazendeiros”, interrogo.
-“Não vou dizer que um ou outro não está fazendo isso, mas esse fogo que colocaram ai na beira da estrada, não é dos fazendeiros.”

Globo Rural

Opinião dos leitores

  1. PT É UMA FACÇÃO CRIMINOSA QUE JA TINHA ANUNCIADO TOCAR FOGO NO PAÍS, E PASSOU DA HORA DE CRIMINALIZAR ESQUERDISMO NA POLÍTICA (COMUNISMO APENAS COM OS BENS PRIVADOS)

  2. Um governo que transfere um pesquisador oceanografo de Fernando de Noronha para o sertão do Nordeste.

  3. É, parece que o Bolsonaro estava certo, né? E pra quem não quiser depender dos "analistas", vejam os dados do próprio INPE e concluam se aumentou ou não: queimadas. dgi. inpe. br

  4. O jararaca já dizia lá atrás que ia tocar fogo nesse País.
    Acham pouco ter quebrado
    Povinho perigoso

  5. Esse presidente sempre pregou a destruição do meio ambiente, se assim continuar deve ser julgado por crime contra a humanidade pelo tribunal de Haia.

  6. Pode investigar, vc está coberto de razão Olímpio. Infelizmente, os órgãos federais, incluindo o ICMBio, Ibama dentre outros estão enfestados de pragas que carcomem qualquer Ser que pense diferente deles!

  7. Cambada de canalhas safados, não basta ter deixado esse país um inferno, querem afundar mais ainda…. oh raça do cão essa…

  8. Mas não era mentira do INPE, da NASA, da ONU… ???????????
    Agora é verdade e querem arranjar um culpado que não sejam os próprios fazendeiros Bosonaristas apoiados pelas medidas antipreservacão e de incentivo ao desmatamento e as queimadas, com um Ministro antiambientalista atacando quem defender as reservas florestais, indígenas e parques ecológicos.
    Deixem de ser HIPÓCRITAS!

  9. Essas pragas da esquerda acabaram com o país, agora querem destruir o governo Bolsonaro para que nada dê certo pro Brasil.

    1. Foi Lula quem incentivou o desmatamento? Procure ver nos pronunciamentos da campanha, quem empoderou os agricultores, os grileiros, os que desmatam….

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Política

Nem casamento anima Lula a ir para o semiaberto

Enquanto aguarda a definição do julgamento dos embargos de declaração no caso do tríplex no STJ, Lula segue dizendo que não quer sair da cela para ficar em regime semiaberto.

O petista quer a absolvição ou a anulação da sentença.

Segundo seus interlocutores, seria o primeiro caso de condução coercitiva para progressão de regime.

Opinião dos leitores

  1. Solta esse vagabundo, o regime semi aberto é pior que o feixado. Vai estar solto sem poder fazer nada, ir a lugar nenhum, pode soltar esse ladrão que ele não rouba mais, nem ele nem a corja dele, é um zero a esquerda, só quem dá corda a esse delinquente e os seus seguidores emprenhados pelos ouvidos, os que comiam dinheiro público.

  2. Nao quero nada com politica, mas solta ele pra ver se esses safados que ai estao se sustentam????????…. ficam loucos…!!!!

  3. O bicho ainda chupa aquele confeito que até já não vende mais o "xibiu", aquele que é docinho e azedinho ao mesmo tempo!

  4. RINDO ATÉ 2040 …esse vagabundo ladrao condenado vai apodrecer na cadeia,não vale a merda que caga

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Diversos

Juvino Barreto recebe pocket show do Cavaleiros do Forró


O Instituto Juvino Barreto receberá um pocket show da Cavaleiros do Forró. Será um momento especial para levar amor, carinho e alegria para a turma da melhor idade.

O evento acontecerá na próxima segunda-feira (26 de Agosto), a partir das 15h e faz parte da comemoração dos “aniversariantes do mês”.

A entrada é franca. Quem puder levar 1kg de alimento não-perecível e/ou produtos de higiene, será super bem vindo para ajudar o instituto.

Opinião dos leitores

  1. BG, viu a matéria da revista Globo Rural desse domingo?
    Grupo de umas 70 pessoas combinaram o "dia do fogo" no Pará.

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Economia

País desenvolve tecnologia para lavouras mais resistentes ao calor

Foto: Elza Fiúza/Agência Brasil

Contornar os efeitos do calor na lavoura tem ocupado os pesquisadores da Embrapa no desenvolvimento de técnicas de plantio, manejo e novas cultivares que garantam a produtividade. É o que acontece, por exemplo, com duas novas variedades criadas de alfaces crespas (folhas verdades) que já estão sendo comercializadas.

A alface registrada como BRS Leila leva mais tempo para florescer e suporta dez dias a mais sob temperatura acima dos 25°C, limite máximo que a hortaliça original tem sua produção favorecida. No caso da BRS Mediterrânea, o metabolismo da planta, ao contrário, é mais precoce e atinge o ponto de colheita sete dias antes do que o tipo mais comum plantado no Brasil e fica menos exposta ao calor.

A elevação das temperaturas repercute na plantação de alface e de outras culturas porque, com mais calor, se intensifica a “evapotranspiração”, termo que reúne a evaporação da água armazenada na planta e a transpiração do solo, que causa deficiência hídrica no cultivo. Temperatura do ambiente e água, junto com a recepção de luz e o gás carbônico, são fatores que alteram a fotossíntese, a capacidade da planta transformar a energia solar em energia química e se desenvolver.

Agência Brasil

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Meio Ambiente

Amazonas oficializa pedido, e sete estados já autorizam Forças Armadas no combate a queimadas

O estado de Amazonas oficializou para o governo federal o pedido de atuação de homens das Forças Armadas no combate a queimadas na região.

Com isso, sete estados da Amazônia já liberaram o emprego das tropas federais: Amazonas, Acre, Rondônia, Roraima, Mato Grosso, Pará e Tocantins.

Na sexta-feira (23), o presidente Jair Bolsonaro assinou um decreto autorizando as Forças Armadas a atuarem no combate ao fogo na região da Amazônia Legal, que compreende os sete estados da região Norte, além de Maranhão e Mato Grosso. Para a medida passar a valer, é preciso que o governador de cada estado solicite oficialmente a ajuda federal.

A ação das tropas federais na Amazônia começou no sábado (24), na região de Porto Velho, capital de Rondônia. Além do uso de homens das Forças Armadas, o governo enviou aviões de combate ao fogo para a região.

As queimadas na floresta amazônica geraram uma crise para o Palácio do Planalto nos últimos dias. A política ambiental de Bolsonaro gerou críticas no Brasil e no exterior. Na sexta-feira (23), depois de uma semana de desgaste, o presidente, além de acionar as tropas federais, fez um pronunciamento em rádio e TV dizendo que terá tolerância zero com crimes ambientais.


G1

Opinião dos leitores

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Meio Ambiente

G7 acorda sobre ajuda à Amazônia “o mais rápido possível”

Foto: Reuters/Agência Brasil

Chefes de Estado e governo do G7 que participam de sua 45ª conferência de cúpula acordaram sobre o envio de ajuda aos países afetados pelos incêndios na Região Amazônica “o mais rápido possível”, declarou neste domingo (25/08) o chefe de Estado francês, Emmanuel Macron.

Ele acrescentou que os líderes das maiores potências econômicas avançadas estão se aproximando de um consenso sobre como ajudar a extinguir o fogo e reparar os danos resultantes. Trata-se de encontrar os mecanismos apropriados, tanto técnicos quanto financeiros, acrescentou, e “tudo depende dos países da Amazônia”, que compreensivelmente defendem sua soberania.

“Mas o que está em jogo na Amazônia, para esses países e para a comunidade internacional, em termos de biodiversidade, oxigênio, a luta contra o aquecimento global, é de tal ordem, que esse reflorestamento tem que ser feito”, advertiu.

Embora 60% da Região Amazônica se situe no Brasil, a maior floresta do mundo também se estende por oito outros países: Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana, Peru, Suriname, Venezuela, e até mesmo o departamento ultramarino da França, Guiana Francesa.

Na qualidade de atual presidente do G7, Macron colocara os incêndios amazônicos no topo da agenda da cúpula, após declará-los emergência global. Numa iniciativa controversa, ele também ameaçou não ratificar o acordo de livre-comércio assinado entre a União Europeia e o Mercosul (Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai), devido às “mentiras” do presidente Jair Bolsonaro quanto a seu real comprometimento climático e ambiental.

Opinião dos leitores

  1. Daqui a pouco nao abrirei mais esse BLOG, ESTA INSUPORTAVEL VER A FOTO DO VAGABUNDO BOLSOTRALHA, PEDINDO QUE SE FILIEM NO PSL ….PARTIDO DOS SOLDADOS LADROES……AFFFFFFFFFF ESSE DINHEIRO VEM DE ONDE MESMO PARA BANCAR O BLOG…???

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Turismo

Notícias sobre queimadas fazem turista cancelar hospedagem em hotéis da Amazônia

Quando os proprietários de hotéis de selva na Amazônia começavam a respirar aliviados porque o fantasma do vírus da zika deixou de espantar turistas estrangeiros em massa, o noticiário internacional levou as cenas de florestas queimadas às telas de seus principais clientes. De acordo com Ricardo Pedroso, presidente da Amazonas Cluster de Turismo — uma associação local que reúne 13 hotéis—, nos últimos dias, os pedidos para cancelar reservas começaram a chegar.

Pedroso relata ter recebido nesta sexta-feira (23) a ligação de uma turista espanhola que, mesmo já tendo desembarcado em Manaus, estava com medo de chegar ao hotel reservado.

Caio Fonseca, sócio do Juma Amazon Lodge, afirma que foi procurado por operadoras de turismo estrangeiras perguntando se seu hotel teria sido prejudicado pelo incêndio. Segundo ele, as queimadas são comuns durante o período de seca, mas a repercussão das declarações do presidente Bolsonaro amplificaram o problema.

Para David Israel, diretor-presidente do Amazon Ecopark, o problema vai passar junto com o período de seca.”Alguns podem até vir pensando ‘Vamos logo, antes que acabem com a Amazônia’”, diz o hoteleiro.

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Judiciário

STF nunca teve ministro processado ou afastado por crime comum ou de responsabilidade

Ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) foram alvos de 33 pedidos de impeachment nos últimos dez anos no Senado, segundo levantamento feito pela Folha, mas nenhuma das denúncias seguiu adiante.

Das três principais casas da Praça dos Três Poderes, em Brasília (Presidência, Congresso e STF), o Supremo é a única que nunca perdeu um integrante a partir de uma denúncia de crime comum ou de responsabilidade.

A Presidência já teve dois impeachments concluídos, o de Fernando Collor em 1992 e o de Dilma Rousseff em 2016.

Jader Barbalho (MDB-PA) renunciou à presidência do Senado em 2001 em meio a um escândalo de desvios de verbas. Renan Calheiros (MDB-AL) renunciou à presidência do Senado em novembro de 2007 para impedir uma cassação por quebra de decoro.

O STF, que tem essa denominação desde 1890, se mantém a salvo de investigações, cassações ou renúncias estratégicas para evitar processos.

Ao longo dos 128 anos de história do tribunal, nunca ministros foram alvo de investigação ao tempo em que exerceram seus cargos, conforme especialistas consultados pela Folha e o próprio STF.

O episódio mais parecido é de 1969, na fase mais arbitrária da ditadura militar, quando três ministros (Victor Nunes Leal, Hermes Lima e Evandro Lins e Silva) foram aposentados à força.

Em protesto, o presidente do tribunal, Antonio Gonçalves de Oliveira, renunciou. Nesses casos, contudo, não houve nenhuma investigação preliminar, somente uma decisão unilateral dos militares.

Há dois caminhos para investigar um ministro do Supremo, segundo a Constituição: na hipótese de crime comum, por exemplo, corrupção ou homicídio, o próprio STF; no caso de crime de responsabilidade, o Senado.

Entre os crimes de responsabilidade estão proferir julgamento quando, por lei, seja suspeito na causa, exercer atividade político-partidária e “proceder de modo incompatível com a honra, dignidade e decoro de suas funções”.

Para o advogado Modesto Carvalhosa, a ausência de processos na história do tribunal “retrata a autoproteção das autoridades”.

“É um país só relativamente democrático, onde as leis e a Constituição só existem para os mortais, para o povo. As autoridades não são atingidas pela lei. No cenário atual, um ministro do Supremo em hipótese alguma será atingido pela lei”, disse Carvalhosa.

Nos últimos anos, ele foi o autor de cinco pedidos de impeachment contra quatro ministros do STF: Gilmar Mendes (duas vezes), Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski. Nenhum dos casos foi à frente.

Um foi arquivado pelo ex-presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), e quatro permanecem parados na Casa, após pareceres da Advocacia do Senado terem recomendado a não continuidade das denúncias.

Dos 33 pedidos de impeachment registrados no Senado na última década contra ministros do STF, 17 foram protocolados de janeiro de 2018 até a última sexta-feira (23).

Com a eleição do presidente Jair Bolsonaro, acirraram-se as críticas aos ministros, principalmente ligadas a decisões que tomaram no curso da Lava Jato e retaliações a auditores da Receita Federal.

Em março, ganharam o apoio inédito do partido do presidente. Onze deputados federais do PSL e mais duas pessoas pediram o impeachment de Celso de Mello, Luís Roberto Barroso, Edson Fachin e Alexandre de Moraes porque deram decisão que, segundo os parlamentares, acolheu um pleito da comunidade LGBT. O pedido está na área técnica do Senado.

O advogado Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, que já atuou na defesa de diversos políticos sob investigação no STF, defende que o Senado continue filtrando as denúncias que chegam contra ministros do tribunal.

“É muito bom que esse filtro seja feito não como uma proteção individual para proteger A ou B, mas como garantia da preservação da harmonia entre os Poderes. É bom que os ministros do Supremo saibam que existe essa possibilidade de impeachment, mas também que eles tenham a certeza de que não será usado porque deram uma decisão jurídica contrária a um grupo político”, afirma.

No campo dos crimes comuns, o STF também nunca teve nenhum ministro sob investigação. A Constituição e o Regimento Interno do STF preveem que casos do gênero devem ser processados e julgados pelo próprio plenário do Supremo, mas não há legislação sobre o rito do processo.

O ex-ministro e ex-presidente do STF Sepúlveda Pertence (1989-2007) ressalta que “seria muito simplificador” dizer que uma investigação no STF seria exclusivamente tocada pelo tribunal.

“O processamento contra o ministro é de competência do tribunal. Agora, é claro que essa investigação deve ser encaminhada, no meu entender, à Procuradoria-Geral da República para legitimação de eventual ação penal. E haveria um relator no Supremo que não o acusado, obviamente”, afirmou Pertence, que também foi procurador-geral (1985-1989).

Pertence também entende que a Procuradoria, desde que iniciada a investigação, poderia se valer da ajuda da Polícia Federal. “Uma vez esgotadas as investigações, se de fato surgir algo concreto, aí sim o caso seria encaminhado ao plenário do Supremo, conforme a Constituição e o Regimento Interno.”

Em notas à Folha, o STF e a PGR concordaram que, na hipótese de investigação sobre crime comum, é necessária a participação da PGR.

A Procuradoria também teria o poder de apresentar eventual denúncia. Para a PGR, “caberia a um outro membro da própria Corte [STF] conduzir a investigação, com a participação do procurador-geral da República, que poderá representar pela abertura de investigação, requerer diligências, promover o arquivamento ou denunciar”.

O Supremo informou que “não há registros de julgamento contra ministro do STF” por crime comum na história do tribunal.

Folhapress

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