Vou tentar traduzir aqui nossos dezoito anos de trabalho num texto curto, na esperança de que você leia até o fim. Expressar em poucas palavras o que significa ver a empresa que leva os meus dois sobrenomes completar dezoito
anos hoje.
Entre acertos e erros, bem mais acertos do que erros, conquistamos nosso espaço no mercado. Ajudamos pequenas marcas e se tornarem grandes e grandes marcas a se tornarem ainda maiores. Criamos marcas novas, criamos conceitos fortes e colocamos boas ideias na rua. Não vou citar nenhuma em específico, pois todas foram importantes e não caberiam aqui.
É gostoso saber que fizemos um bom trabalho, que construímos uma história respeitada no mercado. Passamos por cinco presidentes da república, cinco governadores de estado e cinco prefeitos de capital e superamos ainda várias crises econômicas.
Vimos a internet explodir e as mídias sociais tomarem conta do meio. Assistimos à transformação dos veículos, alguns nascendo e outros morrendo. Vimos, enfim, a propaganda mudar completamente nestes dezoito anos. Com-ple-ta-men-te.
Mas vimos também uma coisa não mudar em nada durante todo este tempo: a força descomunal de uma grande ideia. Ratts Ratis Comunicação. Dezoito anos de criatividade, talento e trabalho. Acredite, muito trabalho! E estamos prontos para os próximos dezoito.
Obrigado a Deus, à minha família, aos clientes e a todos os colaboradores que por aqui passaram e nos tornaram mais felizes.
A Caixa Econômica Federal anunciou nesta terça-feira (8) redução de até 1 ponto percentual nas taxas de juros para os financiamentos imobiliários com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimos (SBPE). A menor taxa passou de 8,5% ao ano para 7,5% ao ano e a maior: de 9,75% ao ano para 9,5% ao ano. As novas taxas será válidas a partir da próxima segunda-feira (14).
A redução é válida para crédito com saldo devedor atualizado pela Taxa Referencial (TR) no âmbito do Sistema Financeiro de Habitação (SFH) e do Sistema Financeiro Imobiliário (SFI). O SFH é voltado para os financiamentos de imóveis de menor valor e tem parte das unidades financiadas com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). O SFI é destinado a imóveis mais caros, sem cobertura do FGTS.
Esta é a segunda redução de juros anunciada pela Caixa. Em junho, o banco reduziu em até 1,25 ponto percentual as taxas de juros para financiamentos pelo SBPE, além de alternativas de renegociação. Segundo a Caixa, mais de 114 mil clientes já regularizaram dívidas, o que correspondeu a mais de R$ 10,1 bilhões de crédito renegociado.
Em agosto, a Caixa também anunciou a criação de linha de financiamento imobiliário com saldo corrigido pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Nesse financiamento, a taxa mínima é o IPCA mais 2,95% ao ano e a máxima, o IPCA mais 4,95% ao ano.
A Caixa lidera o mercado de financiamento imobiliário, com 69% de participação no mercado. Em 12 meses encerrados em junho, a carteira de crédito habitacional do banco cresceu 3,6%, chegando a R$ 452,3 bilhões.
Leilão da BR-364/365, realizado em 27 de setembro, foi o primeiro do governo Bolsonaro no setor de rodovias — Foto: Divulgação/Ministério da Infraestrutura
Apesar das persistentes incertezas sobre o processo de venda de estatais, a agenda de privatizações e concessões avançou em 2019 e foi ampliada. Somados os projetos iniciados ainda no governo Michel Temer e os anunciados na gestão do presidente Jair Bolsonaro, o número atual de ativos listados para serem oferecidos em leilões para a iniciativa privada está em 119, contra 69 no começo do ano.
Levantamento do G1 a partir dos dados disponibilizados pelo Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) mostra que 29 leilões já foram realizados em 2019 e que outros 22 estão previstos para ocorrer até o final do ano.
O avanço das parcerias com a iniciativa privada e a privatização de estatais e serviços de aeroportos, rodovias, ferrovias, portos, entre outros ativos, é tratada pelo governo como fundamental para aumentar o nível de investimentos no país e também para liberar recursos públicos, uma vez que União e estados passam por uma gigantesca crise financeira em meio ao rombo das contas públicas.
Dos 119 projetos da carteira atual, 56 são concessões, sobretudo na área de transportes e energia, e 16 são privatizações (venda de controle ou desestatização), mas praticamente todas as estatais listadas ainda estão em fase de estudos, sem cronograma ou modelagem definidos e dependem também de aval do Congresso.
O PPI reúne também projetos de arrendamento, PPPs (parceria público-privadas), investimento cruzado, prorrogações de contratos e parcerias para conclusão de obras inacabadas.
Além de ampliar a lista de estatais a serem privatizadas, incluindo empresas como Correios, Telebras e Ceagesp, o governo também anunciou projetos em áreas novas como parques nacionais, o licenciamento ambiental de 4 novas hidrelétricas, obras em seis rodovias, a desestatização de portos públicos e estudos para viabilizar a conclusão de obras como a da usina termonuclear de Angra 3.
O que já saiu do papel e foi anunciado
Em 2019, já foram tirados do papel 29 projetos de transferência de ativos para a iniciativa privada, incluindo 12 aeroportos, 13 terminais portuários, leilões de energia e de óleo e gás, além da concessão da ferrovia Norte-Sul e da BR-364/365, realizado na última sexta-feira (27). Segundo o governo, com esses leilões já foram contratados mais de R$ 11 bilhões em investimentos a serem realizados ao longo das próximas 3 décadas, garantindo também uma arrecadação de cerca de R$ 6 bilhões aos cofres públicos.
Dos leilões que já foram realizados este ano, praticamente todos foram formatados ainda no governo anterior. Em janeiro, o Mapa das Privatizações do G1 mostrou que 15 projetos foram concluídos no ano passado e que 69 foram herdados pela gestão atual. Desta carteira, 27 ativos foram leiloados em 2019, 38 seguem em andamento e 4 foram retirados do PPI (a venda da participação da Infraero nas concessões de Guarulhos, Galeão, Confins e Brasília será conduzida diretamente pela estatal).
O governo Bolsonaro, por sua vez, anunciou a inclusão de outros 83 projetos. Em maio, o Conselho do PPI anunciou a inclusão de 59 e, em agosto, outros 24, além de estudos para desenvolver com estados e municípios projetos para creches, presídios, saneamento básico, iluminação pública e cabotagem.
Paralelamente, a Petrobras também tem avançado com seu programa de venda de ativos e subsidiárias com o objetivo de reduzir sua dívida, e estatais como BNDES, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal também já anunciaram que pretendem colocar à venda parte das suas subsidiárias ou participações em outras empresas.
Balanço divulgado nesta quinta-feira (4) pelo Ministério da Economia informou que, considerando os desinvestimentos feitos diretamente pelas estatais, a União já levantou em 2019 R$ 96,2 bilhões (US$ 23,5 bilhões) em privatizações, desinvestimentos, concessões e venda de ativos neste ano. O valor ultrapassa a meta estabelecida pelo governo, de US$ 20 bilhões em 2019. A pasta não soube informar, no entanto, quanto do total efetivamente já entrou no caixa da União.
Próximos leilões
O cronograma do programa de privatizações e concessões prevê a conclusão de mais 22 projetos até o final do ano. Se isso for efetivado, o número de projetos concluídos em 2019 deve passar de 50.
Nesta quinta-feira (10), será realizado o leilão da 16ª Rodada de licitações de blocos exploratórios de petróleo e gás. O mais aguardado do ano, porém, é o megaleilão do excedente da cessão onerosa, com o qual o governo espera arrecadar R$ 106,5 bilhões. O leilão está marcado para 6 de novembro, mas ainda não há uma definição sobre a divisão dos recursos com estados e municípios.
Além da arrecadação com bônus de outorga, o governo esperar garantir com o leilão US$ 1 trilhão em investimentos ao longo dos próximos 35 anos. “É o maior leilão de óleo e gás já feito no mundo em termos de potencial de exploração de petróleo, de recursos investidos e de arrecadação com as áreas”, disse em entrevista ao G1 a secretária especial do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), Martha Seillier.
Veja abaixo os próximos leilões previstos:
16ª Rodada da ANP – leilão de 36 blocos em bacias marítimas: marcado para 10 de outubro;
Geração de energia nova A-6: 18 de outubro;
Direitos minerários de Palmeirópolis (TO): 21 de outubro;
Loteria instantânea Exclusiva (Lotex): 22 de outubro (será a 3ª tentativa após o governo não atrair interessados em licitações anteriores);
Rodada do excedente da cessão onerosa: 6 de novembro;
6ª Rodada de Partilha do pré-sal: 7 de novembro;
PPP da Rede de Comunicações integrada do Comaer: 9 de dezembro;
12 lotes de linhas de transmissão de energia: 19 de dezembro
Renovação das ferrovias Rumo Malha Paulista, Estrada de Ferro Vitória-Minas e Estrada de Ferro Carajás: assinatura de contrato prevista para o 4º trimestre.
O PPI foi criado em 2016 e desde então já foram leiloados 153 projetos, que já garantiram uma arrecadação de mais de US$ 52 bilhões para o governo, além de uma estimativa de mais de R$ 264 bilhões em investimentos, de acordo com os números oficiais.
Novas áreas e mudanças para próximos leilões
Segundo Martha Seillier, que assumiu em julho a chefia do PPI, o objetivo é transformar o programa em uma “fábrica de projetos” e prospectar novas áreas para parcerias com a iniciativa privada.
“A carteira é um fluxo. O ideal é conseguir tirar projetos da carteira e incluir outros. Até agora o grande enfoque era transportes, energia e óleo e gás. A ideia é evoluir numa curva de aprendizado, leilão após leilão, também em outros setores, para chegar ao nível de fábrica de projetos”, afirma a secretária.
A perspectiva é que governo inclui mais estatais no grupo das que poderão ser vendidas. Segundo ela, uma nova reunião de qualificação e anúncio de novos projetos deve ser realizada ainda neste ano. “Já temos na carteira pilotos para a estruturação de PPPs de creches, estamos em tratativas com o Ministério da Saúde para termos PPPs de hospitais e estamos estruturando com os governos estaduais PPPs para presídios, iluminação pública e resíduos sólidos”, adiantou.
O governo Bolsonaro também anunciou mudanças na modelagem dos próximos leilões de aeroportos e rodovias. Na próxima rodada de aeroportos, prevista para o final de 2020, os 22 terminais foram divididos em 3 blocos. Ou seja, os investidores terão que fazer ofertas para assumir a administração de todos aos ativos de cada bloco. Já na área de rodovias, o governo irá introduzir um modelo híbrido, que prevê também o pagamento de outorga ao governo.
Para 2020, o PPI projeta tirar ao menos outros 45 projetos do papel, incluindo leilões de 22 aeroportos, 6 rodovias, 4 ferrovias, 3 direitos minerários. Veja quadro abaixo:
Expectativas e incertezas
Analistas e economistas consultados pelo G1 destacam que, apesar das promessas do governo Bolsonaro e da equipe do ministro Paulo Guedes de acelerar a agenda de concessões e privatizações, ainda há inúmeras incertezas. Essas são em relação não ao cronograma dos projetos como também de viabilidade econômica e de capacidade de articulação e negociação para superar os obstáculos políticos e conseguir apoio do Congresso Nacional.
O advogado especialista em infraestrutura e Direito Administrativo, Maurício Zockun, lembra que o tempo médio para levar um projeto à leilão costuma levar entre 1 ano e meio a 3 anos. Esse tempo depende não só de estudos de viabilidade como, também, audiências públicas, aprovação do Tribunal de Contas da União e, em alguns casos, autorização legislativa.
“Todos esses grandes projetos que o Bolsonaro e o Paulo Guedes estão tentando levar adiante só devem sair de 2021 em diante”, avalia.
Por decisão do Supremo Tribunal Federal, é proibida a privatização de estatais sem aprovação do Congresso. Há casos ainda, dependendo do setor, em que a desestatização depende até mesmo mudança na Constituição, como é o caso dos Correios, que detêm por lei o monopólio da prestação do serviço postal no país.
“Os investidores estão com apetite e têm interesse nesses projetos. O receio é que o ambiente político acabe atrapalhando um pouco digamos a fome econômica. Essa instabilidade, com a cada hora ele [Bolsonaro] se esbarrando com o Congresso, cria um ambiente não amistoso para o investimento”, afirma Zockun.
O especialista em infraestrutura e sócio do escritório VGP Advogados, Fernando Vernalha, avalia que será difícil o governo concluir toda a carteira de projetos neste mandato.
“O avanço dessa agenda dependerá, em boa medida, da qualidade de interlocução do governo com o Congresso. Outro fator que pode dificultar esse agenda é a participação do TCU na aprovação dos estudos e na condução das privatizações. Como se tem visto com os últimos projetos de concessão, o TCU tem sugerido uma série de adaptações no conteúdo dos documentos, o que acarreta atrasos no cronograma inicialmente concebido”, diz Vernalha.
Alberto Sogayar, sócio da área de infraestrutura do L.O. Baptista Advogados, vê um ambiente de negócios “muito favorável” para o avanço da agenda de privatizações, mas destaca que muitos dos projetos sequer possuem a modelagem de licitação definida. Para o especialista, as estatais com maior potencial de atratividade são Eletrobras, Porto de Santos, Ceagesp e Serpro.
Já a privatização dos Correios (ECT) é apontada pelos analistas como a mais complexa.
“A privatização da ECT exigiria não apenas a atualização de algumas leis que tratam do serviço postal e da própria empresa, mas a alteração da própria Constituição. Isso tornaria o programa de desestatização da empresa moroso e com maior dependência do Congresso, Daí que as chandes de que esse processo se conclua ainda dentro do mandato atual são pequenas”, diz Vernalha.
Segundo a secretária especial do PPI, os comitês técnicos para avaliar as alternativas para empresas como Correios, Telebras, Serpro e Dataprev estão sendo estruturados e deverão apresentar o primeiro relatório de trabalho num prazo de 6 meses. “Após os estudos, os projetos voltam para o conselho de ministros para que eles tomem a decisão em relação a cada uma delas. Por isso é difícil falar hoje de cronograma”, diz.
E os cargos dos partidos??? E a gestão orçamentária da empresa, vai sair das mãos dos políticos? Nosso congresso jamais permitirá isso!!!! Querem alienar nosso país, essas empresas são patrimônio do povo!!! kkkkkkk
Um incêndio na zona rural do município de Portalegre, distante 366 km de Natal, persiste desde o sábado(05). Moradores da região registraram, conforme fotos durante o dia no último fim de semana, as chamas devastando matas. O Corpo de Bombeiros esteve no local durante todo o domingo(06).
Na noite dessa segunda-feira(07), de acordo com imagem cedida, as chamas voltaram a ganhar força. Pelas redes sociais, a prefeitura informa que bombeiros militares e civis, além de voluntários, realizam o trabalho de combate ao fogo. Sua origem, até o o o momento, ainda não foi confirmada.
Muito estranho esse tanto de incêndios que estão acontecendo no Brasil e no nosso RN, isto está me cheirando a treta política. Precisa ser apurado com transparência e isenção.
Carro da vítima de assalto ficou com marcas de tiros, após tiroteio entre assaltantes e policiais na Grande Natal — Foto: Acson Freitas/Inter TV Cabugi
Um assaltante foi baleado e acabou preso após uma perseguição policial que aconteceu na noite dessa segunda-feira (7) entre Natal e Ceará-Mirim, na região metropolitana da capital. Dois comparsas dele conseguiram fugir. A ocorrência foi destaque no portal G1-RN. De acordo com a reportagem, os criminosos renderam uma mulher que chegava em casa após o trabalho, no bairro Nova Natal, Zona Norte da capital, e roubaram o carro dela. A vítima informou que os homens usavam uma pistola.
Segundo a reportagem, a equipe da Polícia Militar foi acionada e houve perseguição. Já no município de Ceará-Mirim, os criminosos começaram uma troca de tiros com os policiais, na região conhecida como Cohab, perto do Hospital Percílio Alves.
Ainda segundo a reportagem, após ser atendido no hospital de Ceará-Mirim, o assaltante foi levado pra o Hospital Dr. José Pedro Bezerra, conhecido como Hospital Santa Catarina. Liberado pela equipe médica depois do atendimento, o homem acabou preso em flagrante por roubo, levado para a Delegacia de Plantão.
O carro da vítima foi recuperado com várias marcas de tiros.
O destino dos R$ 9,8 milhões descontingenciados pelo Governo Federal tem destino certo: a bancada federal decidiu que o valor referente a emendas parlamentares será enviado para as obras de revitalização da região da Redinha.
Em abril deste ano, o Governo havia bloqueado 21,6% de todas as emendas parlamentares deste ano. Para evitar o corte em áreas essenciais, como segurança pública, e a paralização de obras como a Barragem de Oiticica, parte dos recursos para a Redinha foi contingenciada, com o compromisso dos parlamentares de que o valor fosse restaurado assim que possível.
“Nós estivemos unidos em busca de uma solução pra essa obra tão importante para Natal. A destinação desse recurso desbloqueado para a Redinha teve apoio unânime dos parlamentares do Rio Grande do Norte”, afirmou Rafael Motta, coordenador da bancada.
A construção de um mercado modelo e um calçadão, além da reforma do Clube da Redinha é uma demanda antiga dos moradores da região e tem potencial de alavancar o turismo na zona norte da capital.
A bancada já havia priorizado R$ 8,5 milhões no primeiro semestre para as obras. Com o desbloqueio do recurso, o complexo turístico receberá mais de R$ 18 milhões.
Agora para a urbanização, saneamento e calçamento da Redinha Nova ninguém libera nada uma PRAIA totalmente esquecida por todos e sem falar que ela é de Extremoz (uma piada) e é frequentada pela população de NATAL é a praia de todos que moram na Zona Norte na verdade
Parabéns ao Jair Bolsonaro, sempre enchendo de dinheiro os cofres do estado. Enquanto isso, a Governanta Fátima Bezerra pratica oposição irresponsável censurando a realização das promessas de campanha do presidente.
Só comentando também : esse dinheiro vem das EMENDAS PARLAMENTARES da bancada federal do RN, e não do Governo Federal diretamente.
E outra coisa, é dinheiro que pertence a nós mesmos, contribuintes, e não a político algum.
Minuto da Câmara no ar trazendo os assuntos mais importantes debatidos na semana que passou, na Câmara Municipal de Natal, disponibilizado nesta terça-feira(08).
A revisão do Plano Diretor voltou a ser debatida na Câmara Municipal. Dessa vez em audiência pública realizada por iniciativa do vereador Sueldo Medeiros (PHS), que abordou as Zonas de Proteção Ambiental (ZPA). O vereador destacou a importância da discussão. Essa e outras notícias, você acompanha no Minuto da Câmara, o seu resumo semanal do trabalho realizado no legislativo municipal de Natal.
A informação privilegiada sobre a queda da taxa de juros Selic, vendida pelo ministro Guido Mantega ao banco BTG, de André Esteves, operou um “milagre” em 2011: da noite para o dia, entre 31 de agosto e 1º de setembro, o Fundo Bintang, administrado pelo BTG, saltou de 252,84% de rentabilidade acumulada para 335,76%. O ex-ministro Antonio Palocci confessou à Polícia Federal que a mutreta rendeu a Lula 10% dos lucros do BTG e R$9,5 milhões à campanha de Dilma, em 2014. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
Em menos de três meses, conforme Palocci, o patrimônio do Fundo Bintang cresceu “vertiginosamente” de R$20 milhões para R$38 milhões.
O esquema é investigado na operação “Estrela Cadente”, 66ª fase da Lava Jato, deflagrada quinta (3) pela PF e Ministério Público Federal.
Enquanto o BTG faturava milhões em um dia, a rentabilidade do CDI, atraente aplicação no mercado financeiro, foi de 11,81% para 11,84%.
Os detalhes da venda de informações privilegiadas ao BTG estão no Anexo 9 (VIª parte) da delação de Palocci, à qual tivemos acesso.
O santo Lula devia silenciar Palocci o coroinha, o que ele está fazendo é desmoralizante, por sinal, nada tão estranho ao partido, já morreram Celso Daniel , Toninho do PT, e outros menos perigosos. Com essa é outras relações, finda essa história de INTECEPT, teses juridicas, defesa safada de Gilmar solta Mendes, Lewandowski trapalhão, Toffoli enrolado e por aí vai.
pra defender politico corrupto o povo se mata. Vejam aí a defesa dos Bolsonaros, o povo se matando pra defender, a população não aprende, gosta é de sofrer.
Ah ladrão. O molusco se agarrou em todo canto q tinha dinheiro
Com certeza o maior ladrão da História, esse encantador de burros, só os cegos da gota que não querem ver, se não tiram sua Cri a anta que engarrafa a vento com certeza hoje nao Tinha mais nada no pais
Que órgão público ou ministério, esse CANALHA do luladrão não usou de rapinagem pra roubar dinheiro do povo sofrido brasileiro? Até na casa dele ele foi desonesto com a esposa.
Para sustentar a sua proposta de reforma administrativa, o Ministério da Economia realizou um diagnóstico detalhado da situação do funcionalismo, mostrando que o atual modelo não atendeu às necessidades da população, mesmo com uma carga tributária na faixa de 35% do Produto Interno Bruto (PIB), a mais elevada entre os países emergentes.
A partir da constatação de que a qualidade dos serviços públicos nas áreas de saúde, educação e segurança deixa muito a desejar, o estudo, obtido com exclusividade pelo Estado, aponta as enormes distorções existentes no sistema e traz comparações de gastos e de eficiência com outros países.
Um dado que revela por si só a extensão das distorções é o que aborda os salários médios dos servidores. Enquanto o rendimento médio mensal na iniciativa privada é de R$ 1,96 mil, o do funcionalismo federal chega a R$ 11,84 mil, seis vezes mais.
De acordo com o estudo, houve um crescimento de 34% no número de funcionários ativos do Poder Executivo de 2003 a 2018, de 532 mil para 712 mil. Ao mesmo tempo, os servidores tiveram um ganho real (acima da inflação) de 53%, em média, nos salários no mesmo período, com impacto perverso nas contas públicas. A média, porém, mascara os benefícios polpudos recebidos em certas carreiras e cargos. Segundo o estudo, o aumento real superou os 200% em várias funções e houve um caso em que o salto alcançou 311% em termos reais.
O crescimento das despesas com pessoal também teve impacto significativo no nível de investimento do governo. A diferença entre o volume de investimento e as despesas com salários da União e das empresas públicas federais passou de R$ 187 bilhões em 2003, em valores corrigidos pelo IPCA (índice de inflação oficial), para R$ 277 bilhões em 2018 –48% a mais.
Pelo diagnóstico, os gastos do governo com pessoal alcançam 12,8% do PIB, contra 10,3% na União Europeia, 10% nos Estados Unidos, 8,7% no México e 7,9% no Chile. Os funcionários públicos, porém, representam uma parcela relativamente pequena do emprego total, de cerca de 12%. Na Noruega, onde o número de servidores chega a 35% do total de empregados, o gasto com pessoal fica em torno de 13% do PIB, apenas pouco superior ao do Brasil com quase o triplo de funcionários em termos relativos.
Na média, entre os países que fazem parte da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o número de servidores supera os 20% do total de trabalhadores, mas as despesas com pessoal ficam na faixa de 11%, abaixo das do Brasil. Além disso, a eficiência dos gastos é sofrível no País. Segundo um levantamento do Fórum Econômico Mundial, o Brasil recebe nota 1,9 nesse quesito, o Chile, 3, o Reino Unido, 4,2, e os Estados Unidos, 5,9.
Agora, as distorções não se limitam aos gastos e aos salários. Elas se revelam também na gestão do pessoal. De acordo com o estudo, há nada menos que 117 carreiras diferentes e 2 mil tipos de cargos no governo federal.
Em média, 33% dos servidores chegam ao topo da carreira em 20 anos, enquanto no setor privado apenas um pequeno grupo de trabalhadores bem-sucedidos consegue atingir o topo da pirâmide, normalmente na fase final da carreira.
Se você nivelar todos os salários somando-os e dividindo pelo quantitativo de servidores isso será uma verdade.
Mas se você dividir a categoria dos servidores entre os servidores de primeira, de segunda e de terceira categoria qualquer cego verá que o percentual divulgado é uma grande mentira.
Os servidores de primeira categoria são aqueles servidores das carreiras tipicas de Estado. Promotores, Auditores, Procuradores, Ministros do Trabalho, Juízes Federais.
No meio dessas carreiras temos os cargos Técnicos especializados como Médicos, Engenheiros, Advogados, Contadores, todos de Nível superior.
Ai vem a ralé do PST e PCCS.
Pra fazer justiça , nivelar sem separar, as categorias, as injustiças continuarão a existir pois os menores salários receberam os menores reajustes ou não receberam reajustes nenhum.
ESSA É A VERDADE.
Sou servidor público federal (EXECUTIVO) e meu salário não chega a 5 mil… faz cinco anos que não tenho reajuste (aumento nem pensar)… como pode haver ganho real de 53% se as perdas salariais no período citado já somam mais de 30%???
Mais uma mentira da vergonhosa imprensa brasileira!
OBS: Essa média salarial dever do JUDICIÁRIO ou do LEGISLATIVO.
Só pode ser matéria paga porque todos sabem que quem está destruindo o país além dos políticos, são os funcionários do judiciário e legislativo. Aí sim, com uma média salarial de R$11.000 00 o problema que eles fazem de propósito confundindo quem não entende e terminar por generalizar os funcionários públicos como um todo tivessem ou ganhassem altos salários.
Isso é uma grande mentira para enrolar os bestas, veja o pessoal da saúde do nosso Estado, faz mais de cinco anos que não tem reajuste nos seus salários.
Entendi, a intenção dessa matéria. Quer dizer que a busca constante pela melhoria da eficiência e aumento nos lucros das empresas privadas, não significa ganho real significativo dos "colaboradores" trabalhadores da iniciativa privada!
como sempre, o governo arranja uns matemáticos para mostrar esses tipos de cálculos e o fazem sempre mostrando que o servidor é sempre o culpado…. sempre caçam o servidor público… ms pq não fazem isso com os políticos tb, que não batem ponto, pouco trabalham e tem renda extremamente superior a um servidor público? Vão cortar o salário da tua mãe…
A maioria dos servidores do município de natal tem um salário de R$ 725,00, sem contar que as progreçoes, quinquênio entre outros direitos estão sendo negados pelo prefeito Álvaro Dias.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes voltou a criticar a Operação Lava Jato e defendeu um combate à corrupção “sem personalismo” no País. Em entrevista nesta segunda-feira, 7, a jornalistas no programa Roda Viva, da TV Cultura, Gilmar disse que os membros da operação usaram a opinião pública para criticar decisões do Supremo que foram de encontro aos interesses de procuradores e apontou “abusos” da força-tarefa.
“A Lava Jato tem melhores publicitários do que juristas, eles usam isso”, alfinetou Gilmar. “Eu torço não só para a Lava Jato, para todas as operações, para que de fato nós continuemos combatendo a corrupção, agora sem esse personalismo, sem a necessidade, talvez, de forças-tarefa.”
Como exemplo de abuso de autoridade, Gilmar citou mais de uma vez o caso do auditor fiscal Marco Aurélio Canal, da Receita Federal, preso na última quarta-feira, 2 acusado de cobrar propinas de réus e delatores da Lava Jato em troca de suspensão de multas do Fisco. Em mais de uma oportunidade, o ministro o citou como o responsável por elaborar o dossiê dados fiscais seus e de sua mulher, Guiomar Feitosa. O ministro também criticou o procurador Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa da Lava Jato, que tem sido acusado de atuação ilegal na condução da operação por suposto uso de provas ilegais e vazamentos à imprensa, além de conversas sobre a estratégia da operação com o então juiz Sergio Moro.
“É preciso que de fato essas pessoas (procuradores) cumpram a lei, sejam servos da lei, que não exorbitem”, disse o ministro. “O Ministério Público assumiu feições soberanas, e isso é um problema.”
Rodrigo Janot
Gilmar falou brevemente, no início do programa, sobre a revelação pelo ex-procurador geral da República Rodrigo Janot de que teria planejado matá-lo a tiros dentro do próprio STF. O ministro diz que, ao saber do plano, sentiu “uma pena enorme das instituições brasileiras”.
“Quando a gente imagina que a procuradoria estaria, agora, entregue em mãos de alguém que pensava em faroeste ou coisa do tipo, isso realmente choca e dá pena de ver como nós degradamos nossas instituições, como se fizeram escolhas tão desastradas”, disse o ministro.
Lula
Questionado sobre a decisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso e condenado na Lava Jato, de recusar o regime semiaberto, o ministro disse que o petista “não tem esse direito, a rigor”. Ele considerou que o ex-presidente só poderia questionar o regima nos tribunais caso houvesse “imposição ou uma condição ilegítima”. No entanto, Gilmar disse que estranhou a posição de procuradores da Lava Jato no caso.
“O que me chamou atenção nesse episódio foi alguns procuradores oferecerem o regime semiaberto ao Lula”, disse. “Nunca foram garantistas, mas agora se convenceram. E se convenceram porque era conveniente.”
Gilmar foi questionado sobre sua decisão de impedir a posse de Lula como ministro da Casa Civil em 2016, quando foi indicada pela então presidente Dilma Rousseff. Apesar de questionar a atuação de Moro no episódio, o ministro não chegou a admitir que hoje sua decisão seria diferente.
“Teria de meditar bastante sobre esse assunto. De fato, foi uma situação muito específica”, ponderou. “Tenho muito mais dúvidas do que certezas, e lamento muito essa manipulação, essa ideia de ‘vazo isso e não vazo aquilo’.”
BANDIDO. Essa Gilmar montou uma quadrilha dentro desse stf, e ele é o chefão. Esse país virou uma zona. Enquanto não fecharem temporariamente esse cabaré e criarem critérios e concurso para ingressar, vamos ter que ficar vendo e ouvindo esse canalha dizer todo tipo de absurdo.
Ele não quer "força-tarefa". Quer a corrupção sendo apurada por procuradores individualmente. Sabe ele, mas não revela, que a condução individual de um gigante caso de corrupção levaria anos a fio, para ao final ser decretada a prescrição. Ou seja, impunidade.
As discussões em torno do Hospital Estadual Ruy Pereira dos Santos, em Natal, ganharam novos contornos. Isso porque o Conselho Estadual de Saúde votou, à unanimidade, pela interdição da unidade, que sofre com problemas estruturais. A entidade pediu ainda a transferência imediata dos pacientes. A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) disse que pretende realocar os usuários, mas ainda não definiu data para esse processo. A secretaria admite ainda a dificuldade de recursos para reformar a unidade, que é alugada.
A informação foi confirmada ao jornal TRIBUNA DO NORTE pela presidente do Conselho, Geolípia Jacinto. Para tomar a decisão, votada pelos 20 membros do grupo, a entidade levou em consideração relatórios técnicos emitidos pelo Corpo de Bombeiros e a Vigilância Sanitária.
“A nossa preocupação é técnica, é em cima dos relatórios dos órgãos competentes para fazer a vistoria. São eles que estão afirmando que o Ruy Pereira não tem mais condições de continuar atendendo a população. Não é o conselho que está dizendo. Nós estamos solicitando porque podemos deliberar várias situações”. Segundo Geolípia, a ideia é propor ao Governo um prazo de 30 dias para que os pacientes sejam removidos.
Embora de caráter apenas deliberativo, isto é, sem uma determinação de cumprimento por parte do executivo, a presidente do Conselho informa que o Governo tem a obrigação de garantir a transferência e o atendimento dos pacientes.
“A partir do momento que tem dois laudos técnicos, cinco técnicos da vigilância sanitária, o Corpo de Bombeiros, dizendo a precariedade da situação daquele prédio, eu acho que a secretaria tem obrigação de cumprir uma decisão daquela. […] A decisão agora é da Sesap. Cabe a ela se vai ficar com esse risco ou não”, acrescentou.
Novidade zero, foi mesmo para isto que os potiguares elegeram Fatão GD: fechar hospitais e impedir a instalação de escolas. Mesmo porque a bacana tem plano de saúde top do Senado, com atendimento agendado em Cleveland (EUA), tudo bancado pelo incauto eleitor-freguês.
Em nome do amor que tem pelas duas filhas, que foram diagnosticadas com transtorno do espectro autista, o pedreiro Joilson Santos, 54, passou a frequentar aulas de balé para ajudar no desenvolvimento das pequenas Isabele, 8, e Iasmin, 10.
O trabalhador da construção civil é o único homem entre nove mães, além de outras oito alunas, na primeira turma do Ballet Azul (cor que representa o autismo), programa que faz parte do projeto Arte de Viver, mantido gratuitamente pela prefeitura de Feira de Santana (a 115 km de Salvador). Todas as bailarinas do grupo são autistas.
Desde março, Joilson tem alternado o labor nos canteiros de obras com as aulas de dança. Duas vezes por semana, às quartas e sextas-feiras, o pai deixa de lado as ferramentas de trabalho para ir ao estúdio no Centro Cultural Maestro Miro.
m agosto passado, o que fez a notícia da participação de Joilson se espalhar pela vizinhança.
“Não tô nem aí para o que os outros falam. Faço qualquer coisa pela dignidade de minhas filhas”, diz ele.
O trabalhador conta que ambas foram diagnosticadas há sete anos, quando o casal as levou ao médico por causa do comportamento agressivo. “Elas tinham temperamento explosivo. Se batiam, se mordiam, ficavam nervosas.”
Depois que passou a frequentar as aulas, conta ele, Isabele evoluiu para a comunicação verbal, pronunciando as primeiras palavras. A interação com outras crianças, aliada à dança, tem resultado em dias mais calmos para a família, comemora o pedreiro.
Na avaliação do professor da turma, Joilson é um aluno dedicado, que se doou completamente ao balé e quebrou os dogmas sociais quanto à participação masculina na dança.
“O amor de Joilson é tão grande que já inspirou outros homens a participarem das aulas, mas ele é o mais assíduo, por ter um trabalho com horário mais flexível.”
Na sala da casa de dois quartos, cozinha e banheiro, no bairro Viveiros, Joilson improvisou uma linha com fita isolante preta para que as meninas possam praticar o equilíbrio nas pontas dos pés, durante os exercícios com os pais nos finais de semana.
A família depende da renda de Joilson na construção civil, que oscila perto de R$ 300 por semana, além do benefício social de um salário mínimo da caçula. Como precisam comprar medicamentos que não conseguem pelo SUS, só puderam participar das aulas porque são gratuitas.
O próximo passo, conta, é encontrar uma escola que esteja apta a receber as filhas. A mais velha chegou a frequentar aulas, mas parou.
A preocupação dos pais é fazer com que as meninas aprendam a ser independentes. “Eu não vou viver para sempre. Preciso ter a tranquilidade de que elas sabem se virar. Por elas, eu vou catar latinha, recicláveis, para não deixar faltar”, diz o pedreiro.
Com o sucesso do balé, os organizadores do projeto decidiram criar a capoeira azul, também para autistas. “Crianças que antes não falavam nem obedeciam comandos passaram a fazê-lo”, diz o diretor do Centro Cultural Maestro Miro, Luiz Augusto.
O mundo precisa de pessoas como Joílson, que emprega o amor incondicional as suas filhas. O preconceito é uma grande estupidez daqueles seres pequenos. O que vemos hoje infelizmente é uma grande parcela de país terceirizando a criação dos filhos através das babás, motoristas, escolas, mil atividades extra escolares, celulares, tablets…. Que o belo exemplo sirva de inspiração para todos os pais do planeta. Dê atenção aos filhos e lá na frente colherás os benefícios.
O governo Jair Bolsonaro enviou à Câmara dos Deputados uma proposta com objetivo de simplificar e reduzir a burocracia legal sobre as operações cambiais no país, revogando mais de cem leis, decretos e outros dispositivos criados desde 1920.
O projeto abre caminho para pessoas físicas terem contas em dólar e outras moedas estrangeiras no país. Libera ainda fintechs para atuarem de forma independente no mercado de câmbio. E destrava a compra de bancos brasileiros por estrangeiros.
No caso das contas com moedas estrangeiras, só segmentos específicos são autorizadas atualmente, como agentes que operam câmbio, emissores de cartões de crédito de uso internacional, sociedades seguradoras e prestadores de serviços turísticos.
Com o projeto de lei, o Banco Central pode gradualmente expandir a possibilidade de pessoas físicas e jurídicas serem titulares dessas contas.
A liberação definitiva ainda demandaria uma regulação específica. “No futuro, sob certas circunstâncias, pode ser liberado”, afirma o diretor de Regulação do BC, Otávio Damaso.
Para Isac Costa, professor do Ibmec, as pessoas físicas mais interessadas na abertura dessas contas devem ser aquelas que têm parentes no exterior e precisam enviar ou receber dinheiro.
“É mais uma conveniência para quem detém recursos no exterior, pois vai diminuir os custos desse tipo de operação”, afirma.
Hoje, a remessa de capital de um banco brasileiro para um estrangeiro demanda o cumprimento de um rito burocrático que exige o fornecimento de informações como os dados do não residente e a finalidade da transação. Além disso, taxas bancárias (além do spread) oneram a transação.
Costa afirma que a compra de moedas estrangeiras como dólar ou euro não é o mais indicado para pessoas físicas neste momento em que o real está desvalorizado. Em vez disso, ele sugere operações com moedas no mercado futuro.
Apesar da liberação a pessoas físicas, o BC afirma que o projeto vai ter entre os principais beneficiados exportadores e investidores internacionais que queiram aplicar no Brasil.
O texto, defendem os técnicos, vai eliminar o excesso de burocracia na contratação de câmbio para importação e exportação, eliminar restrições dos exportadores no uso de suas receitas mantidos em sua conta no exterior e também facilitar a maior integração dessas empresas nas cadeias globais.
Entre os pontos do texto está também a liberação para que fintechs atuem de forma independente no mercado de câmbio.
Quantos advogados não roubam? de próprio clientes, da nação, da população… Praticam estelionato, prevaricam, pertencem a facções criminosas. No entanto continuam advogando. Esse senhor foi que teve umas das mais profícuas gestões na PGR, disse que pensou em matar o maior CANALHA do país, só isso fez juntar todas as forças do mal contra ele. O Brasil do bem não aceitará.
O presidente Jair Bolsonaro (PSL) afirmou nesta segunda-feira (7) que o governo já tem “no radar” um país de onde poder ter partido o óleo que atinge as praias do Nordeste brasileiro desde o início de setembro.
“É complexo, existe a possibilidade, temos no radar um país que pode ser da origem do petróleo, e continuamos trabalhando da melhor maneira possível para dar uma, não só uma satisfação à sociedade, bem como colaborar na questão ambiental”, disse o presidente ao deixar o Ministério da Defesa, onde participou de uma reunião para tratar do tema no fim da tarde desta segunda.
Questionado sobre qual seria o país, Bolsonaro pediu desculpas e disse que não poderia revelá-lo.
A Folha apurou que análises feitas pela Petrobras apontaram a Venezuela como provável origem do petróleo. A estatal realizou uma série de testes bioquímicos em amostras coletadas nas praias e, oficialmente, afirmou apenas que não era óleo produzido no Brasil.
Em relatório sigiloso ao Ibama, porém, a estatal enviou resultado de análise comparativa com o petróleo venezuelano, que tem características diferentes das encontradas no brasileiro. A conclusão reforça a suspeita de que o óleo que chegou às praias do Nordeste tenha vazado de algum navio.
A declaração feita pelo presidente reforça um diagnóstico divulgado pelo Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) no fim de setembro, quando o órgão informou que o óleo não era brasileiro.
“Nós estamos investigando, analisando, porque tem um DNA. Por exemplo, não é produzido em nenhum poço brasileiro. E não é comercializado de fora para cá esse tipo de óleo também”, afirmou.
“Então, [temos] uma certeza: não é do Brasil. Não é responsabilidade nossa. A análise continua para saber se a gente consegue detectar de que país é, de onde veio, qual navio petroleiro que derramou esse óleo lá?”
Daqui a pouco vão dizer q esse pessoal pedindo $$ nos canteiros da cidade tb vieram da Venezuela…Absurdo!!! Tá claro q foi Bolsonaro q mandou soltar o óleo…assim como mandou tocar fogo na Amazônia!!!kkkkkkkkkkkkkkkk
Mais uma sabotagem da esquerda com o Brasil, dessa vez patrocinada pelo esquerdista Maduro, amigo de Lula, Dilma, Gleise, Manuela, Adélio, …, eles vão fazer o possível para tentar acabar com Bolsonaro mesmo que para isso seja preciso destruir o Brasil.
Por maior que seja a tancagem de um navio petroleiro, um derramamento de óleo cru causaria todo esse impacto ambiental na costa do Nordeste Brasileiro? Isso também não estaria relacionado a aparição dos pacotes nas praias, cujo fato até hoje não foi esclarecido?
Tem radar porra nenhuma. Está mais perdido do que cego em tiroteio. Se um país não consegue descobrir quem está minando suas águas territoriais avali Governar esse País..Estamos literalmente lascados..No mínimo ele vai perguntar a Botafogo da planilha da Odebrecht quem está fazendo isso,e vai ter de pagar caro pela resposta.
Como esse óleo não está vindo “boiando” não sabe a quantidade exata que atingirá areia ou até mesmo o mal que está causando no fundo do mar. Menos mau se tiver sido de um navio do que um poço vazando sem controle.
Ué, a própria matéria diz que foi comparado com o óleo da Venezuela e deu que não era. O petróleo sai da Venezuela pelo pacífico, não? Não interessa de onde seja esse óleo, o Brasil tem que agir urgentemente.
Em agosto, o Globo noticiou que o Instituto Anjos da Liberdade foi responsável por costurar um acordo entre o PCC e o Comando Vermelho contra a portaria de Sergio Moro que restringiu visitas a presídios.
Três ações foram protocoladas pela ONG, que agora é suspeita de receber recursos do PCC – assim como advogados do PT – para promover a medida.
A presidente do Anjos da Paz, a advogada Flávia Pinheiro Fróes, disse ao jornal carioca na ocasião que o trabalho era gratuito.
“Existia uma preocupação a respeito de quem me pagava (se era a facção rival). Eu disse: ‘Ninguém paga, não. O instituto tem um trabalho gratuito, a gente não recebe de ninguém’”, afirmou Fróes, que defende integrantes das facções Comando Vermelho, Terceiro Comando e Amigos dos Amigos.
Em 2010, Flávia foi denunciada pelo Ministério Público por associação com o tráfico de drogas. Acusada de envolvimento numa série de ataques organizados por Marcinho VP e Elias Maluco, a advogada teve prisão decretada e o registro da OAB suspenso.
Ela e outros dois advogados permaneceram foragidos até a revogação da prisão pelo TJRJ. Depois, foi absolvida a pedido do próprio MP.
A ONG de Fróes, no mesmo mês em que impetrou as ações contra a portaria de Moro, também pediu à Promotoria Geral do Tribunal Penal Internacional a abertura de investigação de Jair Bolsonaro por “crimes contra a humanidade”.
O presidente foi acusado de “apologia ao genocídio de índios da Amazônia, à tortura, ao desaparecimento forçado e ao homicídio indiscriminado e a defesa de políticas de extermínio”.
Bandidos ligados ao PT??? Tramando contra Sérgio Moro??? Não, deve ser fake…O PT é um artido sério e honesto, as facções são vítimas do sistema das zelites…o Moro é que é bandido…..kkkkkkkkkk
Essa ONG poderia ser chamada de anjos do inferno, pois com certeza deve ter em seus quadros varios delinquentes de esquerda e porque não dizer varios PeTralhas sem futuro infiltrados na mesma.
Isso todo mundo sabia, são faces da mesma moeda. aqui no estado quem recebeu apôio de facção criminosa, na pessoa de um deus chefes, "o colorau"? Um doce pra quem acertar
A Ratts, na pessoa de Pedro, torna o nosso produtos fácil do consumidor entender. Profissional brilhante!