Quatro companhias aéreas de baixo custo já voam ou vão começar a voar em breve para o Brasil.
No final do ano passado, a chilena Sky voltou a operar no país. A empresa havia deixado o mercado em 2016, após um ano de voos entre São Paulo e Santiago. No retorno ao Brasil, além de retomar a rota que já operava, a Sky lançou voos para a capital chilena partindo do Rio de Janeiro e rotas sazonais para Florianópolis e Salvador.
Em março, a europeia Norwegian Air começou a voar entre o Rio e Londres, prometendo trechos por 240 libras (R$ 1.229). Em vez de pousar em Heathrow, principal aeroporto londrino, os voos chegam em Gatwick, terminal menor, a 45 km de Londres.
Com base no aeroporto El Palomar, próximo de Buenos Aires, a Flybondi vai operar voos da capital argentina para o Rio a partir do dia 11, rota que chegou a vender por R$ 300 o trecho, e terá voo sazonal para Florianópolis entre dezembro e março de 2020.
A última companhia de baixo custo que anunciou viagens ao Brasil é a JetSmart, que terá três rotas regulares a partir de dezembro. O trajeto vai ligar Santiago a Salvador, Foz do Iguaçu e São Paulo, a partir de R$ 299 o trecho.
A empresa, que também opera na Argentina, espera ter voos do país vizinho ao Brasil “em breve”, segundo seu diretor de operações, Victor Mejia. Companhias de baixo custo —ou “low cost”— têm um modelo de operação diferente das empresas tradicionais.
Essas companhias fazem o que for possível para diminuir gastos e aumentar produtividade, com voos reunidos em rotas de alta demanda e serviço 100% cobrado, explica Alessandro Oliveira, economista e professor do ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica).
A passagem mais barata só inclui o transporte. Vai despachar uma mala? Precisa pagar. Refeições a bordo? Só pagando. Algumas cobram até pela impressão do bilhete.
Para as empresas, isso significa dar liberdade ao consumidor, que paga só pelo que usa.
“No modelo tradicional, se você viaja só com sua mochila e leva comida, você paga o mesmo do que quem viaja com duas malas e toma vinho. Você subsidia a passagem do outro”, afirma Matias Maciel, diretor de relações públicas da Norwegian.
Ao comprar uma passagem “low cost”, o consumidor precisa ficar atento ao que está incluído no preço. Os bilhetes mais baratos da JetSmart e da Sky permitem apenas uma bolsa de mão, por exemplo. Já no voo de 12 horas da Norwegian do Rio para Londres, a tarifa mais barata não inclui alimentação a bordo. Se o passageiro quiser algo além disso, o custo final será maior.
As companhias de baixo custo também costumam trabalhar com um modelo único de avião, o que permite economizar no treinamento de funcionário e facilita o gerenciamento da frota.
“A eficiência da operação é a chave para o modelo de baixo custo”, diz Holger Paulmann, diretor-executivo da Sky.
Essa empresas se programam para utilizar cada veículo ao máximo, dentro dos padrões de segurança, o que evita mais gastos com a locação ou a compra de aeronaves.
A Flybondi tem cinco aviões Boeing 737-800, que voam mais de 11 horas por dia cada um, com 30 minutos de espera entre um trecho e outro, explica Sebastian Pereira, diretor-executivo da empresa. Cada avião faz em média seis voos diários e todos comportam 189 passageiros, em uma única classe.
Segundo o economista Alessandro Oliveira, do ITA, não existe mais um modelo único de aviação de baixo custo, porque cada companhia se adapta ao mercado em que está.
A Norwegian, por exemplo, oferece duas classes de poltronas. “Nos últimos dez anos, as empresas ‘low cost’ começaram a parecer grupos tradicionais, e as tradicionais começaram a parecer ‘low costs”‘, diz Respício Espírito Santo, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro e pesquisador do setor aéreo.
No Brasil, isso é visível quando a pessoa compra uma passagem de companhias nacionais. Azul, Gol e Latam vendem bilhetes básicos sem direito a despacho de bagagens, nem todo voo tem serviço de bordo gratuito e a marcação de assento, sem custo, pode ser feita apenas no check-in, não no momento da compra.
A situação é diferente do cenário de alguns anos atrás, quando lanches eram comuns até em rotas curtas, e os passageiros podiam despachar até duas malas de 23 kg gratuitamente em voos nacionais.
Por enquanto, nenhuma companhia de baixo custo confirmou interesse em trajetos domésticos no país. Uma “low cost” aumentaria a concorrência no mercado nacional, desfalcado depois de a Avianca Brasil ter encerrado suas atividades, em maio.
O grupo espanhol Globalia, da Air Europa —com rotas ligando Madri a São Paulo, Salvador, Recife e, a partir de dezembro, Fortaleza— conseguiu autorização da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) para atuar no mercado interno, mas ainda não divulgou quais seriam os trechos, quando iriam começar a operar nem o nome que a empresa teria no Brasil.
Antes deste ano, corporações com mais de 20% de capital estrangeiro, caso da Globalia, não podiam operar voos domésticos no Brasil. Isso mudou com uma medida provisória aprovada em maio, que abriu o mercado aéreo nacional a investimentos de fora.
Outra mudança anunciada como chamariz para novas operações domésticas, principalmente de baixo custo, foi a liberação de cobrança por bagagens despachadas, em 2017, por meio de uma resolução da Anac.
Desde que a medida foi aprovada, entidades de defesa do consumidor contestam a norma, afirmando que ela fere o direito do passageiro.
FOLHAPRESS
O Brasil esta realmente mudando e só não está melhor porque 60 ou 70 por cento das ações do nosso Presidente são boicotadas pelos adversários corruptos que acabaram com nosso País.
Deixem nosso Presidente Jair Messias e o herói Nacional Moro governar o País sem atropelos que
temos tudo para alcançar o sucesso de uma administração de excelência.
Parabéns Presidente. Parabéns Moro.
Quanto aos invejosos do quanto pior melhor vão para cuba catar coquinhos..
Deixa ver se entendi
– Tá tudo muito bem
– a terra é plana
– a Globo é comunista
– os privilegiados no Brasil ganham 2.200 reais por mes (PEC 06)
– o salario minimo é muito alto
– os trabalhadores se aproveitam dos donos das empresas
– o clima nao mudou
– desmatamento nao existe
Tirei zero na prova
Vc foi cirúrgico !
Tudo isso graças a retirada da Facção PT do poder!
Parabéns amigo, pelo comentário, estamos no caminho certo!
Sem falar da liberação de mais de 300 (trezentos) agrotóxico a colocando mais veneno em nossa mesa, para agradar a agroindústria que não está nem aí para os inúmeros casos de câncer que estamos produzindo
Kkkk. Bolsonaro eh mágico mesmo: destruiu todo o legado (de muita roubalheira e mamata) de 14 anos do governo petista em apenas 9 meses… O Lula tá preso e se depender dele vai continuar kkk, mas o choro eh livre tá!
Pela quantidade de respostas, se fosse vc na próxima não diria nem bom dia.