Política

Moro rebate a Veja e não reconhece autenticidade “divulgação distorcida e sensacionalista”

O ministro da Justiça e Cidadania, Sergio Moro, divulgou nota na manhã desta sexta-feira, 5, para rebater a nova leva de supostas conversas envolvendo o seu nome e de pessoas relacionadas à Operação Lava Jato, divulgada pela revista Veja, em parceria com o site The Intercept Brasil.

O conteúdo sugere, mais uma vez, que na ocasião em que atuava como juiz federal em Curitiba, Moro teria orientado procuradores da Operação Lava Jato a anexar provas para fortalecer a parte acusatória num desses processos. O ministro afirma que não reconhece a autenticidade dessas supostas mensagens.

Além de não reconhecer a autenticidade, Moro diz que sempre foi e será um defensor da liberdade de imprensa. Mas, repudia com veemência “a invasão criminosa dos aparelhos celulares de agentes públicos com o objetivo de invalidar condenações por corrupção ou para impedir a continuidade das investigações”.

O ex-juiz critica o que considera “divulgação distorcida e sensacionalista de supostas mensagens obtidas por meios criminosos e que podem ter sido adulteradas total ou parcialmente, sem que previamente tenha sido garantido direito de resposta dos envolvidos e sem checagem jornalística cuidadosa dos fatos documentados, o que, se tivesse sido feito, demonstraria a inconsistência e a falsidade da matéria”.

A seguir, a íntegra da nota:

“O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, não reconhece a autenticidade de supostas mensagens obtidas por meios criminosos e que podem ter sido adulteradas total ou parcialmente. Lamenta-se que a Revista Veja se recusou a encaminhar cópia das mensagens antes da publicação e tenha condicionado a apresentação das supostas mensagens à concessão de uma entrevista, o que é impróprio. De todo modo, alguns esclarecimentos objetivos:

1 – Acusa a Veja o ministro, então juiz, de quebra de parcialidade por suposta mensagem na qual teria solicitado manifestação urgente do Ministério Público para decidir sobre pedido de revogação de prisão preventiva de José Carlos Bumlai. A prisão preventiva de José Carlos Bumlai foi decretada em 19 de novembro de 2015. Houve pedido de revogação da prisão ao final do mês de dezembro. O recesso Judiciário inicia em 19 de dezembro. Então, a manifestação do Ministério Público era necessária, como é em pedidos da espécie, para decidir o pedido da defesa. A urgência decorre da natureza de pedido da espécie e, no caso em particular, pela proximidade do recesso Judiciário que se iniciaria em 19 de dezembro. Então, a solicitação de urgência, se autêntica a mensagem, teria sido feita em benefício do acusado e não o contrário. Saliente-se que o ministro, como juiz, concedeu, em 18 de março de 2016, a José Carlos Bumlai o benefício de prisão domiciliar para tratamento de saúde, o que foi feito em oposição ao MPF. Os fatos podem ser verificados no processo 5056156-95.2015.4.04.7000 da 13ª Vara Federal de Curitiba.

2 – Acusa a Veja o ministro, então juiz, de quebra de parcialidade por suposta mensagem de terceiros no sentido de que teria solicitado a inclusão de fato e prova em denúncia do MPF contra Zwi Skornicki e Eduardo Musa na ação penal 5013405-59 2016.4.04.7000. Não tem o ministro como confirmar ou responder pelo conteúdo de suposta mensagem entre terceiros. De todo modo, caso a Veja tivesse ouvido o ministro ou checado os fatos saberia que a acusação relativa ao depósito de USD 80 mil, de 7 de novembro de 2011, e que foi incluído no aditamento da denúncia em questão, não foi reconhecido como crime na sentença proferida pelo então juiz em 2 de fevereiro de 2017, sendo ambos absolvidos deste fato (itens 349 e 424, alínea A e D). A absolvição revela por si só a falsidade da afirmação da existência de conluio entre juiz e procuradores ou de quebra de parcialidade, indicando ainda o caráter fraudulento da suposta mensagem.

3 – Acusa a Veja o ministro, então juiz, de ter escondido fatos do ministro Teori Zavascki em informações prestadas na Reclamação 21802 do Supremo Tribunal Federal e impetrado por Flávio David Barra. Esclareça-se que o então juiz prestou informações ao STF em 17 de setembro de 2015, tendo afirmado que naquela data não dispunha de qualquer informação sobre o registro de pagamentos a autoridades com foro privilegiado. Tal afirmação é verdadeira. A reportagem sugere que o então juiz teria mentido por conta de referência a suposta planilha constante em supostas mensagens de terceiros datadas de 23 de outubro de 2015. Não há qualquer elemento que ateste a autenticidade das supostas mensagens ou no sentido de que o então juiz tivesse conhecimento da referida planilha mais de 30 dias antes. Então, é evidente que o referido elemento probatório só foi disponibilizado supervenientemente e, portanto, que o então juiz jamais mentiu ou ocultou fatos do STF neste episódio ou em qualquer outro.

4 – Acusa a Veja o ministro, então juiz, de ter obstaculizado acordo de colaboração do MPF com o ex-deputado Eduardo Cunha. O ocorre que eventual colaboração de Eduardo Cunha, por envolver supostos pagamentos a autoridades de foro privilegiado, jamais tramitou na 13ª Vara de Curitiba ou esteve sob a responsabilidade do ministro, então juiz.

5 – Acusa a Veja o ministro, então juiz, de ter comandado a Operação Lava Jato por conta de interferência ou definição de datas para operações de cumprimento de mandados de prisão ou busca e apreensão. Ocorre que, quando se discutem datas de operações, trata-se do cumprimento de decisões judiciais já tomadas, sendo necessário que, em grandes investigações, como a Lava Jato, haja planejamento para sua execução, evitando, por exemplo, a sua realização próxima ou no recesso Judiciário.

O ministro da Justiça e da Segurança Publica sempre foi e será um defensor da liberdade de imprensa. Entretanto, repudia-se com veemência a invasão criminosa dos aparelhos celulares de agentes públicos com o objetivo de invalidar condenações por corrupção ou para impedir a continuidade das investigações. Mais uma vez, não se reconhece a autenticidade das supostas mensagens atribuídas ao então juiz. Repudia-se ainda a divulgação distorcida e sensacionalista de supostas mensagens obtidas por meios criminosos e que podem ter sido adulteradas total ou parcialmente, sem que previamente tenha sido garantido direito de resposta dos envolvidos e sem checagem jornalística cuidadosa dos fatos documentados, o que, se tivesse sido feito, demonstraria a inconsistência e a falsidade da matéria. Aliás, a inconsistência das supostas mensagens com os fatos documentados indica a possibilidade de adulteração do conteúdo total ou parcial delas.”

Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

  1. Sai presidente e entra presidente, mas só muda o partido e o nome… Os roubos continuam. E o povo se matando por causa de direita e esquerda. Ainda dizem que lutam pelo Brasil. Haja paciência.

  2. Lula na cadeia. Bolsonaro , de novo no Planalto, sem Mourão. Sergio Moro no STF e os filhos de Lula e Bolsonaro juntos em uma ilha deserta , desarmados.
    Em 2026 saberemos o resultado.

    1. Eu fico impressionada como alienados de direita ou esquerda fecham os olhos para defender políticos que estejam errados, pelo simples fato de serem bobos. Bolsonaro não fez nada ate agora, a família TODA envolvida em casos de funcionários fantasmas, mas já está defendendo a reeleição. É por isso que o país não vai pra frente!

  3. Vendo a matéria da Veja fico ainda mais impressionado com esse Sr. Sérgio Moro…Caso ele não tivesse (considerando autênticas as conversas) coordenado essa operação, orientando os promotores e PF, mais uma vez, a nossa justiça teria "engolido mosca" e não teríamos prendido essa quadrilha, acabado com o esquema na Petrobrás, e ainda, não teríamos recuperado todos esses bilhõe$$$$…Tudo isso graças ao trabalho desse Juiz que resolveu "sair da caixinha", arregaçar as mangas, tudo com objetivo de combater essa corrupção desenfreada q vem assolando nosso país desde sempre…Obrigado SM!!!!

    1. Por qual crime João Paulo? Pode identificar o crime e apresentar as provas?
      Você tem sim, bandido de estimação, são todos que acusam a esquerda e os que fazem a justiça ser cumprida. Esses são seus bandidos de estimação, já os corruptos de carteirinha, parece merecer seu perdão! Está no país errado.
      Torça para Bolsonaro, pois se ele sair, vão chegar os militares e chegaram pelo voto, com total legitimidade para colocar ordem na casa de uma forma ou de outra

  4. Os canais Vermelhos de jornalismo esquerdista e que estao com saudades do tempo em que mamavam com o dinheiro publico e em troca publicava não a verdade mais o que seus contratantes permitiam , agora o Ministro esta evitando judicializar com a midia esquerdista por respeitar a liberdade de impressa mais a impressa não esta dando a ele o mesmo tratamento pelo contrário esta acusando sem provas legais! dai esta se caminhando para um terreno aonde essa empresa não tem capacidade e nem assessoria para confrontar o direito com o Ministro, se ele utilizar seu direito de resposta e seu direito em cobrar toda essa tentativa de macular a conduta e sua historia , vão ter que fechar as portas por faltar dinheiro para pagar indenizações, esse amigo dos nazistas que esta a serviço do PT , vai chegar a hora dele , a PF vai chegar e ai o MPF e PF vão cai em cima dele !! e a esquerda ? vai chorar ainda mais !!! Lula Ladrão vai ficar preso ( o sonho de Lula era sair um dia e fugir e isso que ele quer )

  5. Parabéns para o Faustão por tentar ajudar os caras com uma dica valiosa (e muito mal aproveitada). Parabéns também por confirmar a veracidade da conversa. Cidadão exemplar.

  6. Daqui a pouco os que sairam às ruas com o bordão "Somos todos Moro" sairão junto com os "Lula livre" gritando "Fomos todos otários". Gente, como é que milhões ainda acreditam em políticos? O Brasil é um caso perdido. Não há santos no país do jeitinho.

  7. Não dá para acreditar que se o crédito de algo que não existe até agora se fala em supostas conversas que se monte um processo que se entregue provas que a justiça do Paraná trabalhou para o homem mas honesto deste país a não se reeleger !!!!!!

  8. Enquanto os defensores de bandidos persistem na sua empreitada contra aqueles que combatem o crime, o Brasil do bem continua tentando passar o nosso país a limpo e levá-lo ao lugar que merece, com ordem e progresso. Nesse sentido, investidores e empresários receberam hoje Sergio Moro de pé, sob aplausos, em uma casa de eventos em São Paulo.
    O apoio ao ministro da Justiça ocorre no mesmo dia em que a Veja publicou nova reportagem com supostas mensagens roubadas do Telegram de procuradores e do ex-juiz. Está cada vez mais fácil separar o joio do trigo.

  9. Se Lula for solto, tem que devolver o dinheiro que ele roubou da Petrobrás….. é brincadeira……

  10. Para condenar o bandido traidor do povo, o larápio enganador dos pobres, o Luladrão, foram inúmeras provas, desde documentos, passando por imagens, até delações premiadas, todas vistas e revistas. Agora, com uma invasão de dados criminosa, com edição de mensagens, querem incriminar o juiz que condenou o maior sociopata desta Nação.

  11. É isso mesmo Moro,,bota pra f…nesses bandidos. Estão todos desesperados qdo vee que não tá surgindo efeito nenhum esses vazamentos. Tem força igual ao peido de uma veia. Kkkkk

    1. Botou tanto pra f…., que não queria a delação de Cunha, pq? Sabe a honestidade e imparcialidade do juiz? Era mito

  12. Pedir que bolsominions entenda a gravidade do que está vindo à tona é demais para pessoas que aprovam pena de morte, justiça com as próprias mãos, desrespeito às mulheres e as minorias, preconceito, mentiras e protegem seus bandidos. Mas para o mundo civilizado o moro cometeu vários crimes e tenta se justificar fazendo o discurso para sua turma. Está completamente desmoralizado, são vários veículos de imprensa a comprovar a autenticidade das gravações. Se vcs não acham que um juiz fazer conluio com uma das partes para condenar outra, não têm limites civilizatórios para vcs.

    1. Esquerdopata não entende nada de civilidade. O seu objetivo é apenas defender seus bandidos prediletos buscando, com isso, preservar ou recuperar suas "boquinhas". É gente que detesta qq tipo de esforço, tem asco à decência e faz da mentira sua grande arma.

    2. Usar um hacker pra divulgar conversas conseguidas clandestinamente, pra tentar inocentar e soltar um calhorda de um ladrão responsável pelo maior roubo de dinheiro público da história mundial, que em só conta corrente dele no Brasil, já conseguiram reaver uns 30 milhões de reais das propinas surrupiadas. Isso, com certeza, irá incentivar qualquer bandido assaltantes ou traficante requerer o mesmo tratamento. Pra isso basta conseguir publicizar supostas conversa do juiz que os julgaram, sem ao menos poder comprovar a veracidade de Taís conversas. E isso vai ser o fim, o mal prevalecerá sobre o bem de uma forma generalizada.

    3. Atenção!! Atenção!!!
      Gente!

      A lava jato tá muito quietinha tu não achas ????
      Pois bem, tô achando que a ptezada deve se segurar na sela, pois deve está em estudos, em investigação uma nova bomba pra esplodir na cabeça da petralhada de novo. Tô achando que Vem chunbo grosso por aí,
      É esperar pra vê, pois quem for vivo virá.

  13. Gente que não conhece as normas gramaticas básicas, mas é especialista em hermenêutica jurídica.

    1. "normas gramaticas básicas", escrever no celular sem revisar pode não dar certo sempre.

    2. Adoro ver 'dotô' vindo aqu comentar dando carteirada acadêmica.

    1. Daqui a poucos o povo que dizia #somotodosmoro vão dizer #somostodoscegos ou #somostodossurdos. E o Lula? E o PT? ahahahaha

    2. Só não somos burros, vitor. E bandido é na cadeia mesmo, criminosos só vai na pela, e os apoiadores tb, porque a maioria tb faz parte dos esquemas.

    3. Cadê os 500 bilhões que o Lula e seu PT roubaram no BNDES? A delação do Palloci, a CPMI do BNDES e até a recente carta do Leo Pinheiro à "Foice" de São Paulo estão esclarecendo mais alguns pontos da roubalheira petista. O que importa ao Brasil do bem é a punição dos corruptos.

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Polícia

Governo publica calendário com novos prazos para o concurso da PM

A Comissão do Concurso Público da Polícia Militar do Rio Grande do Norte divulgou novos prazos para as etapas da seleção, que estão sem andamento desde fevereiro deste ano. O calendário foi publicado nesta sexta-feira (5) no Diário Oficial do Estado e levará 9 meses e meio para ser concluído.

O concurso da PM foi promovido em 2018, oferecendo um total de mil vagas para praças militares, sendo 938 oportunidades para candidatos do sexo masculino e 62 para pessoas do sexo feminino, além de cadastro reserva.

De acordo com o calendário, o Ibade – instituto organizador do certame – tem até o próximo dia 30 de julho para corrigir as redações e publicar o resultado da primeira etapa retificado. Após essa fase, todas as outras serão de responsabilidade da própria Polícia Militar.

De 1º de agosto a 6 de setembro, serão realizados exames clínicos com os candidatos reclassificados. Já os testes de aptidão física acontecem de 9 de setembro a 21 de outubro.

Os exames psicológicos vão de 22 de outubro a 8 de novembro e a investigação social dos candidatos ocorre entre 11 de novembro e 18 de março do próximo ano. A última etapa, que é a avaliação de títulos, levará 62 dias, contados de 19 de março a 18 de junho de 2019.

G1

Opinião dos leitores

  1. Inadimissível, um concurso que já havia sido paralisado desde 2017, há 14 anos sem ter um concurso e ainda ter que aguardar aproximadamente 2 anos após a realização da prova objetiva para realizar a última etapa e nem foi informado quando será iniciado o Curso de Formação, total descomprometimento com a segurança do estado. Seria cômico se não fosse trágico!

  2. Inadimissível, um concurso que já havia sido paralisado desde 2017, há 14 anos sem ter um concurso e ainda ter que aguardar aproximadamente 2 anos após a realização da prova para realizar a última etapa e nem foi informado quando será iniciado o Curso de Formação, total descomprometimento com a segurança do estado. Seria cômico se não fosse trágico!

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Política

VAZA JATO: ‘Um bom dia afinal’, teria dito Moro a Deltan após saber de denúncia sobre Lula

Foto: Reprodução

A relação próxima desenvolvida pelo juiz Sergio Moro e pelo procurador Deltan Dallagnol durante as investigações da Operação Lava-Jato abriu espaço para um companheirismo digno de colegas de trabalho.

O diálogo inédito faz parte do material analisado por VEJA em parceria com o site The Intercept Brasil.  Só uma pequena parte havia sido divulgada até agora — e ela foi suficiente para causar uma enorme polêmica. A reportagem realizou o mais completo mergulho já feito nesse conteúdo. Foram analisadas pela 649.551 mensagens. Palavra por palavra, as comunicações examinadas pela equipe são verdadeiras e a apuração mostra que o caso é ainda mais grave. Moro cometeu, sim, irregularidades. Fora dos autos (e dentro do Telegram), o atual ministro pediu à acusação que incluísse provas nos processos que chegariam depois às suas mãos, mandou acelerar ou retardar operações e fez pressão para que determinadas delações não andassem. Além disso, revelam os diálogos, comportou-se como chefe do Ministério Público Federal, posição incompatível com a neutralidade exigida de um magistrado. Na privacidade dos chats, Moro revisou peças dos procuradores e até dava broncas neles.

São vários os exemplos. Em 14 de dezembro de 2016, Dallagnol escreve ao parceiro para contar que a denúncia de Lula seria protocolada em breve, enquanto a de Sérgio Cabral já seria registrada no dia seguinte (o que de fato ocorreu). Moro responde com um emoticon de felicidade , ao lado da frase: “um bom dia afinal”.

VEJA

Opinião dos leitores

  1. A Editora Abril pertence hoje a André Esteves, o "banqueiro do PT", recentemente preso e libertado por ministro amigo. Essas novas mensagens continuam sendo uma enxurrada de NADA, frutos de uma ação criminosa de hackers. A PF está no encalço dos criminosos. Vamos pegá-los e puni-los.

    1. Engraçado que a mesma Veja anos atras idolatrava o juiz. Quando veículos de comunicação divulgam algo que não agrada a direita ou esquerda, já é vista como inimiga, mas jamais olham como profissionalismo.

  2. E agora?!? Só comprova uma "justiça" que temos sem prestigio, credibilidade e que não nos representam dessa maneira. Pobres mortais!

  3. Solicito aos comentaristas que deixem seus e-mails ou WhatsApp, pois estou pensando em capitanear juristas para escrever livros de direito e vejo aqui um conglomerado de destacáveis sábios das ciências jurídicas e da língua portuguesa.

  4. Um excelente dia! Colocar o maior corrupto do planeta terra no xadrez, não tem preço para qualquer defensor da justiça… Obrigado eternamente lava-jato.

  5. Mas é isso mesmo?? O povo ta justificando a postura de um juiz como contrapartida por ter prendido o luladrão??
    Estariam vocês satisfeitos ao saber que a justiça não é imparcial?? Ahhh tá, pois rezem, REZEM MUITO!! pra não precisar ter um processo julgado por nosso judiciário IMPARCIAL…

    1. Interessante ver a preocupação com ter ou não imparcialidade, ignorando toda corrupção que tomou conta do Estado brasileiro.
      Faz julgamento sobre imparcialidade e não considera que a corrupção destruiu um país inteiro em pouco mais de 14 anos de apropriação estatal.
      Se preocupa com quem faz justiça para tentar libertar quem cometeu, comprovadamente, incontáveis crimes de corrupção.
      Não vi vocês se preocuparem com as declarações de Léo Pinheiro
      Não vi vocês se preocuparem quando Palocci, já ouviram falar de Palocci, revelou o desvio de R$ 500 Bilhões como contrapartida a financiamento de campanha.
      Imagine todo esse mundo de dinheiro sendo aplicado na qualidade dos hospitais, escolas, ensino, delegacias, transporte no norte e nordeste. Com certeza essas regiões estariam muito melhores se tivessem feito por elas e não usado elas como fundo eleitoral

  6. Qual o mal pior: a) trocar informações que levam à prisão de canalhas corruptos e mentirosos (Lula, Cabral, Cunha e toda a sua gangue)? b) se fazer de morto e deixar que os mesmos destruam e roubem o País? Não sejam hipócritas pq o seu fiofó também está na reta…

  7. Fico realmente triste com a ênfase que se está dando a esses áudios, inclusive nesse blog, já que se está procurando, ao menos assim parece, transmudar os bandidos/ladroes/corruptos em inocentes e aqueles que agiram para atingir a possibilidade de punir os reais culpados em, agora, bandidos.

  8. Pensei que vivíamos num país democrático onde a liberdade de expressão e da impressa é um dos pilares. De fato quem quebrou a imparcialidade, papel próprio de um Juiz que zela pela igualdade de condições entre promotoria/acusação e defensoria/advogado, foi o Juiz Sérgio Moro.
    O Juiz Moro atuou no processo da Lava Jato que envolveu o Ex-Presidente Lula pra interferir, viciar, fraudar, inviabilizar, raptar, roubar a democracia onde o poder emana do povo.

    1. SHOW NILVAN, SEU ENTENDIMENTO DE LIBERDADE DE EXPRESSÃO É DELIRANTE.
      LIBERDADE PODE E DEVE SER EXERCIDA SE NÃO HOUVER IMPEDIMENTO LEGAL CONTRA, ENTENDEU? NÃO?
      TODOS TEMOS O DIREITO DE IR E VIR, MAS ISSO NÃO SIGNIFICA QUE QUALQUER PESSOA PODE CORTAR O SINAL, ATRAVESSAR NO MEIO DO TRÂNSITO, ENTRAR E SAIR DE SUA CASA, ENTENDEU?
      O EXEMPLO BEM SIMPLES PARA NÃO FORÇAR MUITO… POR ISSO VOCÊ VIVE NESSE MUNDO DISTORCIDO QUE FOI CRIADO EXATAMENTE PARA ACOMODAR QUEM NÃO ENTENDE OS FATOS E SE ACHA NO DIREITO DE DAR OPINIÃO SEM O MENOR CONHECIMENTO OU NOÇÃO DO QUE FALA.

    2. Verdade, Valter. Os esquerdopatas habituais por aqui fazem parte daquela porção da população brasileira que não tem mais jeito. Cerca de 20% dos nascidos no Brasil (não condir com BRASILEIROS) já está na casa do "sem jeito". Nem adianta tentar. Ainda respondo a alguns apenas para não transmitir a falsa impressão de que eles têm razão. E tentar evitar que suas mentiras e asneiras consigam enganar a alguns menos informados. Essa gente fala apenas para os já convertidos. Ninguém decente e mentalmente são dá ouvidos a suas asneiras. Eles estão se isolando ainda mais.

  9. Denunciar 2 canalhas desses, como luladrão e Cabral, é um bom dia pra quem defende a sociedade, já pra quem é bandidos e corruptos é um péssimo dia. Antes de Moro os agentes da lei arquivavam processos contra esses mal feitores, e em seguida eram homenageados com medalhas de honra ao mérito. Uma patifaria. Esses divulgadores de hackers eram quem enaltecida esses que agiam contra a nação.

  10. Estava tentando entender o grito dos desesperados… vejamos:
    Quem são as pessoas que estão divulgando essas “conversas”?
    Como essas pessoas obtiveram essas “conversas”?
    A quem interessa “regular” as ações que a justiça tomou?
    Qual a finalidade de pessoas invadirem ilegalmente conversas, realizarem crime continuado e promoverem vários tipos de crimes manipulando falas e publicando?
    Se a resposta for promover justiça, talvez se pudesse pensar em algo positivo.
    Se a resposta for promover a impunidade e anular as ações e provas contra corruptos condenados, nada pode ser considerado, não tem credibilidade, nada de legalidade e estão tentando instaurar a desordem legal.
    Quando o parlamento foi cooptado com recursos públicos para votar a favor das propostas do governo em 2005, revelado no escândalo do mensalão, a culpa foi de qual magistrado?
    Quando o governo nomeou diretores de empresas estatais e se comprovou o desvio de milhões de reais e vários ex diretores, deputados e ex ministros, através do petrolão, foram condenados e presos, qual foi o envolvimento dos magistrados?
    Quando a justiça investigou, processou e condenou através das provas obtidas deputados, senadores, ex diretores, ex ministros e ex presidente, qual foi a participação e culpa dos magistrados nas ações dos corruptos?
    Quando a esquerda tiver essas respostas, apontando a participação dos magistrados nas ações tomadas entre 2005 e 2016, voltamos a conversar. Antes disso é apenas ação ilegal de criminosos contra a justiça brasileira.

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Política

Pró-emprego: Deputado Kleber Rodrigues promove audiência pública próxima segunda

Um Projeto de Lei de autoria do Deputado Estadual Kleber Rodrigues tramita nas Comissões da Assembleia e deverá chegar ao plenário muito em breve. Na terça-feira, 02, o Projeto foi aprovado na CCJ – Comissão de Constituição, Justiça e Redação e segue agora para as demais comissões.

Na segunda-feira (08) será realizada uma Audiência Pública sobre o assunto, onde deverão participar orgãos do governo, representantes do setor privado, além da assembleia e a sociedade civil, principal interessada no assunto. O Pró-Emprego visa beneficiar mais de 2 mil trabalhadores que estão fora do mercado de trabalho, um avanço muito importante diante da situação atual do país. Os demais deputados tem recebido bem o projeto de Kleber e a movimentação popular vai ajudar muito na aprovação e criação dessa lei. Kleber também acredita na aprovação do Governo quanto ao projeto, que vai ser uma via de apoio a esta grande necessidade da população.

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Política

VAZA JATO: Sergio Moro teria combinado com o MPF datas de operações da Lava Jato

O ex-juiz Sergio Moro combinou com o Ministério Público Federal (MPF) as datas em que deveriam ser marcadas operações realizadas no âmbito da Operação Lava-Jato.

 (./.)

A revelação consta em diálogos inéditos que fazem parte do material analisado por VEJA em parceria com o site The Intercept Brasil. Só uma pequena parte do material havia sido divulgada até agora — e ela foi suficiente para causar uma enorme polêmica. A reportagem realizou o mais completo mergulho já feito nesse conteúdo.

Foram analisadas 649.551 mensagens. Palavra por palavra, as comunicações examinadas pela equipe são verdadeiras e a apuração mostra que o caso é ainda mais grave. Moro cometeu, sim, irregularidades. Fora dos autos (e dentro do Telegram), o atual ministro pediu à acusação que incluísse provas nos processos que chegariam depois às suas mãos, mandou acelerar ou retardar operações e fez pressão para que determinadas delações não andassem. Além disso, revelam os diálogos, comportou-se como chefe do Ministério Público Federal, posição incompatível com a neutralidade exigida de um magistrado. Na privacidade dos chats, Moro revisou peças dos procuradores e até dava broncas neles.

Uma conversa no grupo “PF-MPF Lava Jato 2”, datada de 7 de julho de 2015, mostra um interlocutor não identificado, e que a reportagem concluiu ser o procurador Carlos Fernando dos Santos Lima, avisando outro interlocutor não identificado, que VEJA apurou ser o delegado da Polícia Federal Igor Romário, sobre uma sugestão dada por Moro, apelidado nas conversas de Russo. “Igor. O Russo sugeriu a operação do professor para a semana do dia 20.”, diz o texto literal da mensagem enviada por Santos Lima. “Opa… beleza… Vou começar a me organizar”, responde o delegado. Segundo a apuração da revista, o “professor” era o almirante Othon Luiz Pinheiro da Silva, da Eletronuclear. Ele acabou sendo preso no dia 28.

VEJA

Opinião dos leitores

  1. Os mesmos de sempre, com as mentiras de sempre. Enquanto insistem nesses diálogos forjados e que não exibem nada de errado, correm paralelamente a CPMI do BNDES e a delação do Palloci, esmiuçando ainda mais as ações criminosas da ORCRIM petista. E teve a carta do empreiteiro da Leo Pinheiro (da OAS) à "Foice" de São Paulo, ratificando o que todos já sabemos desde l Mensalão. O PT é uma perigosa ORCRIM e nos prejudicou demais. PT NUNCA MAIS.

  2. Fez o óbvio de quem defende a sociedade, autorizou datas de operações para prender ladrão, devido está aborrotado de trabalho pediu pra segurar um pouco documentos e outros, pra melhor analisar os documentos, qual o problema? Forjou provas, proibiu operações, arquivou processos contra criminosos? Não. Então, cumpriu o seu dever como defensor da lei e da ordem, não fez como outros juízes e ministros, que proibia operações, soltava ladrões, arquiva processos contra quadrilha que roubavam dinheiro do povo. Já esses últimos ninguém fala nada, são consultados sobre ética, sobre aplicação da lei. Uma verdadeira inversão de valores. Canalhice em alto grau.

    1. Pra que tanta histeria???? Tenham calma BolsoGADOminions, ainda não foi divulgado nenhum aúdio e vcs já estão todos ouriçados, vem muito mais bombas por aí, "RELAXEM E GOZEM" … KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

    2. Acho que sua risada é a mesma quando perdeu a eleição em 2018.
      Deve está tendo a mesma felicidade quando saiu o impeachment de Dilma.
      Quem está mesmo desesperado, os corruptos? os condenados? os presos?
      Estão comemorando áudios manipulados, obtidos por ato ilegal, feito por criminosos que tentam libertar condenados? Realmente você tem muitos motivos para rir e comemorar…

  3. O maior golpe da História da democracia, o juiz usando o judiciário para se promover políticamente, condenando o maior líder do país.

    1. Líder que quebrou a Petrobrás e o país com sua quadrilha, seu bandido de estimação está preso e condenado, é ainda falta mais ainda. #Luladrão preso o resto da sua vida!

    2. A Petrobras era a maior concorrência das empresas americanas de petróleo, a Odebrecht a maior em engenharia, moro traídor da democracia brasileira.

    3. Deixa de xôro, porque vc não defende o Sérgio Cabral militonto??
      Lula ta preso e fudido.
      Moro, é futuro presidente do Brasil em primeiro turno.

    4. Junior, responda-me apenas uma pergunta, você acredita que Lula é inocente?

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Política

VAZA JATO: Dallagnol vibrou por encontro com ministro: ‘Aha uhu o Fachin é nosso’

Em conversa com seus colegas do Ministério Público Federal, o procurador Deltan Dallagnol saiu exultante de um encontro com o ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, em 13 de julho de 2015. “Caros, conversei 45 m com o Fachin. Aha uhu o Fachin é nosso”, vibrou.

A reportagem realizou o mais completo mergulho já feito nesse conteúdo. Foram analisadas 649.551 mensagens. Palavra por palavra, as comunicações examinadas pela equipe são verdadeiras e a apuração mostra que o caso é ainda mais grave. Moro cometeu, sim, irregularidades. Fora dos autos (e dentro do Telegram), o atual ministro pediu à acusação que incluísse provas nos processos que chegariam depois às suas mãos, mandou acelerar ou retardar operações e fez pressão para que determinadas delações não andassem. Além disso, revelam os diálogos, comportou-se como chefe do Ministério Público Federal, posição incompatível com a neutralidade exigida de um magistrado. Na privacidade dos chats, Moro revisou peças dos procuradores e até dava broncas neles.

A relação entre Moro e Dalla­gnol era tão próxima que abre espaço para que eles comemorem nas conversas o sucesso de algumas etapas da Lava­-Jato, como se fossem companheiros de trabalho festejando metas alcançadas. Em 14 de dezembro de 2016, Dallagnol escreve ao parceiro para contar que a denúncia de Lula seria protocolada em breve, enquanto a de Sérgio Cabral já seria registrada no dia seguinte (o que de fato ocorreu). Moro responde com um emoticon de felicidade, ao lado da frase: “ um bom dia afinal”.

VEJA

Opinião dos leitores

    1. A vida toda o STF acobertou os ladrões de dinheiro público e corruptos, felizmente apareceu pra defender o nosso patrimônio, o herói Sérgio Moro. Não é possível esse mesmo STF, julgar através de uma ação de hackers divulgando uma mensagem sem a menor credibilidade, pois nenhum órgão oficial certificou sua veracidade, e assim o STF pactuar para aceitar a tese desse bandido. Aí seria um absurdo.

  1. Daqui há pouco este jornalista hacker do The Intercept vaza áudio de Moro ordenando que Léo Pinheiro da OAS se aproxime de lulla e dê a ele um triplex para forjar um flagrante.

    1. Kkkkkk, vdd. Como pode alguém decente defender um bandido comandante do maior roubo de dinheiro público do mundo. E tentar acusar o Salvador da pátria que conseguiu tirar das mãos desses criminosos tudo o acesso para conseguir se intento e devolver ao estado parte desse roubo. Agindo, como um gladiador em defesa da nação.

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Polêmica

Bolsonaro defende trabalho infantil, mas diz que não propõe descriminalização para não ser ‘massacrado’

Em transmissão ao vivo na noite desta quinta-feira, o presidente Jair Bolsonarodefendeu o trabalho infantil e usou o próprio exemplo para dizer que “não foi prejudicado em nada” por ter colhido milho aos “nove, dez anos de idade” em uma fazenda de São Paulo. Aos seus seguidores no Facebook, ele declarou ainda que “o trabalho dignifica o homem e a mulher, não interessa a idade”, mas alertou que não apresentaria nenhum projeto de lei para descriminalizar a prática por saber que “seria massacrado”.

Bolsonaro falava sobre sua experiência como pescador, ao lado do secretário nacional de Pesca e Aquicultura, Jorge Seif Júnior, quando foi questionado por ele se esta foi a sua primeira profissão.

– Posso confessar agora, se bem que naquele tempo não era crime – disse o presidente, relatando um encontro recente com um homem de 93 anos de idade chamado Jorge Alves de Lima, que segundo ele era o dono da fazenda onde morou por dois anos, na qual o pai era “peão”, em Eldorado Paulista.

– Lembro perfeitamente que uma das coisas que se plantava lá, além de banana, era milho. E naquele tempo para você cortar o milho, você não tinha que chegar na plantação e pegar. Tinha que quebrar o milho. Tinha que colocar o saco de estopa no brasço. E eu com nove, dez anos de idade quebrava milho na plantação e quatro, cinco dias depois, com sol, você ia colher o milho – relatou.

– Olha só, trabalhando com nove, dez anos de idade na fazenda – disse Bolsonaro, como se imitasse um crítico. – Não fui prejudicado em nada. Quando um moleque de nove, dez anos vai trabalhar em algum lugar tá cheio de gente aí “trabalho escravo, não sei o quê, trabalho infantil”. Agora quando tá fumando um paralelepípedo de crack, ninguém fala nada.

O presidente continuou dizendo que “trabalho não atrapalha a vida de ninguém” e fez uma ponderação dirigida a possíveis opositores.

– Fiquem tranquilos que eu não vou apresentar nenhum projeto aqui para descriminalizar o trabalho infantil porque eu seria massacrado. Mas quero dizer que eu, meu irmão mais velho, uma irmã minha também, um pouco mais nova, com essa idade, oito, nove, dez, doze anos, trabalhava na fazenda. Trabalho duro – afirmou.

Outras confissões

Prosseguindo nas confissões, ele também contou que aprendeu a dirigir em dois tratores da fazenda com a mesma faixa etária, portanto, ilegalmente. E disse que começou a atirar “jovem”.

– Vai falar “ah, irresponsabilidade”. Nada, pô. O velho tinha uma espingarda, eu ia pro meio do mato e metia fogo, atirava sem problema nenhum.

– Hoje em dia é tanto direito, tanta proteção que temos uma juventude aí que tem uma parte considerável que não tá na linha certa. O trabalho dignifica o homem e a mulher, não interessa a idade – declarou Bolsonaro.

Ainda segundo o presidente, naquela época, o professor “tinha como exercer sua autoridade em sala de aula” pois os alunos seriam agredidos fisicamente por seus pais caso levassem uma bronca.

O Globo

 

Opinião dos leitores

  1. Deveria ser um trabalho como toda criança ou jovem faz de férias, pq com certeza ele estudava, agora querer dizer que fazia disso um ganha pão, deve ser mentira mesmo. Que vergonha ter esse senhor como presidente.

  2. Não votei nesse cara e nem tenho pretensões de nele votá- lo um dia, mas pense numa coisa certíssima que ele falou.

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Cidades

Prefeitura de Parnamirim divulga resultado final de concurso da Saúde e Assistência Social

A Comperve divulgou nesta quinta-feira (4) o resultado final do concurso público público para provimento de cargos nas áreas da saúde e Assistência Social, edital 001/2019. O resultado está disponível na página da instituição através do link.

O prazo de validade do certame é de dois anos, prorrogável por igual período, conforme conveniência da Prefeitura Municipal de Parnamirim. No total foram disponibilizadas 810 vagas.

O concurso teve um total de 23.202 inscritos. O cargo com maior número de candidatos foi o de Técnico em Enfermagem, com 4.065 inscritos, para um total de 123 vagas. O cargo com a maior concorrência foi o de Agente de Combate de Endemias, que teve 352 inscritos para 1 vaga.

Opinião dos leitores

  1. 05/07/2019 08:04 – PREFEITURA MUNICIPAL DE PARNAMIRIM – Concurso Público para Provimento de Cargos EDITAL Nº 001/2019 – O resultado final da prefeitura de Parnamirim será retificado até o fim da manhã. O resultado divulgado no dia 04/07/2019 não estava aplicando o critério de data de nascimento e nota de conhecimentos específicos de forma correta como.

    Seria interessante verificar a noticia antes de postar né.
    Depois perguntam porque o jornalismo esta tão decadente.

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Diversos

Justiça determina que Globo recontrate jornalista demitida após licença médica

Foto: Reprodução

O Tribunal Regional do Trabalho exigiu a reintegração da jornalista Izabella Camargo, dispensada após retorno de uma licença médica, para a recuperação da Síndrome de Burnout ( esgotamento profissional e emocional que impede “momentaneamente” a execução das tarefas cotidianas com agilidade).

A origem da síndrome no ambiente profissional foi reconhecida pela OMS – Organização Mundial da Saúde em maio deste ano. A liminar foi entregue nesta quinta-feira(4) no departamento de recursos humanos da TV Globo, em São Paulo.

UOL

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Economia

“Somos 200 milhões de trouxas explorados”, diz Paulo Guedes sobre o Brasil

Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

O ministro da Economia, Paulo Guedes, teve um dia de pop star em um evento voltado ao mercado financeiro na tarde desta quinta-feira (4), em São Paulo. Entre aplausos e risadas, fez um panorama dos desafios do governo, falou sobre Previdência e usou seu estilo polêmico para definir os problemas que vê no Brasil.

Ele disse que “somos 200 milhões de trouxas explorados” por poucas empresas. O Brasil é uma pirâmide de cabeça para baixo, com a União com o todo [de recursos], ao contrário dos Estados Unidos. Se falta segurança pública, hospital, saneamento, esse recurso tem que descer. Não pode estar lá em cima. Nós somos 200 milhões de trouxas, explorados por duas empreiteiras, quatro bancos, seis distribuidoras de gás, uma produtora de petróleo.”

Convidado para falar sobre “o Brasil e seus caminhos”, Guedes foi a principal atração do primeiro dia do Expert 2019, promovido pela XP Investimentos, voltado exclusivamente para agentes do mercado financeiro.

UOL

 

Opinião dos leitores

  1. Vamos criar um mundo melhor. ……vamos soltar Lula, Dirceu, Palocci, Cabral, Pezão, Fernandinho Beira Mar…….em fim abrir isso portões de todas as penitenciárias. ……e pedir para os policiais que entreguem suas armas. …………e vivermos um mundo melhor com o PT……….

  2. Esse homem é o verdadeiro Mito!!! Guedes 2022!!!!!Pra quebrar as correntes do subdesenvolvimento que nos prendem!!!!!Fim dos oligopólios!!! Mercado livre = Sociedade livre!!!!

  3. Olhe quem defende o PT ou PSOL e demais partidos que estavam no sistema de roubos do dinheiro publico , ou estava mamando , ou tinha alguém, mamando, não tem outra justificativa, quem defende ladrão e corrupto ou ajudava, participava ou se beneficiava por algum meio

    1. Verdade Paulo. Pior q tem babaca q defende toda essa roubalheira e nem se benefício, só por pura ilusão ou sei lá o quê

    1. Tem prova sim. O intercept conseguiu com os hackers, de forma ilegal e aceita até por Gilmar Mendes o ministro advogado dos coruptoa vitimas de Sérgio Moro.kkkkk

  4. REALMENTE… HOJE SOMOS 200 MILHOES DE TROUXAS EXPLORADOS POR UMA GANG DE CRIMINOSOS CHAMADOS BOLSONAROS E OS QUARENTA LADRÕES LIDERADOS POR SERGIO MORO, BOLSONARO, SEUS TR^WES FILHOS PATETAS E PELO PRÓPRIO PAULO GUEDES QUE ROUBAM TODOS I NCLUSIVE COM ESTA MAFIA DA REFORMA DA PREVIDÊNCIA QUE SÓ IRÁ BENEFICIAR OS MEMBROS DA GANG BOLSONARO.

    1. Seu bandido de estimação está preso seu alienado cognitivo!

    2. Cabral livre !!! Pezão Livre !!! Palocci Livre !!! Dirceu Livre !!! Cunha Livre !!! Lula Livre !!!

    3. Esse punheteiro tá falando o que?
      Não se preocupe, Bolsonaro não lhe impedir de punhetar se esta a sua preocupação. Isto é o que move a maioria dos esquerdopatas, o fato de que durante o governo do PT, havia o insentivo a toda forma de prática sexual, por isso o mimi dos ptbestas, esses caras emitem opiniões de fumarem maconha. Seu poeteiro fica na tua inaiguinificancia esquerdista.

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Geral

PREVIDÊNCIA: “Articulação para aprovação do plenário começa já”, diz Rogério Marinho

Após a aprovação da reforma da Previdência, o secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, disse que o trabalho do governo para aprovar a proposta no plenário da Câmara começa já.  “Sexta, sábado, domingo e segunda, que são os dias que provavelmente antecedem o início da votação no plenário da Câmara, serão dias de intensas negociações e conversas com os parlamentares. Vamos lutar para manter incólume o que saiu aqui da Comissão”, afirmou ele.

Rogério Marinho disse que a equipe econômica vai começar a conversar com as bancadas e reorganizar o que remanesceu da votação Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

A conclusão do relatório da reforma na Comissão Especial só se deu depois das 2h da madrugada desta sexta-feira, 5, quando foram analisados todos os destaques (sugestões de alterações a pontos específicos), depois de 16 horas de votação. O último destaque devolveu benefício ao setor rural e retirou R$ 84 bilhões da economia esperada em dez anos.

“Claro que é um impacto importante nas receitas estimadas. Se nós colocamos no texto é porque imaginávamos que era importante ser mantido. Mas nós entendemos dentro do processo de discussão que haveria a supressão de um tema ou outro e é o que nós estamos vendo aqui. Quase R$ 1 trilhão de resultado é superlativo e relevante”, afirmou o secretário sobre a mudança aprovada na madrugada.

“A aprovação este destaque foi um tapa na cara dos brasileiros, que estão sendo sacrificados nesta reforma da Previdência para que fortes setores econômicos protegidos pelo governo encham ainda mais seus bolsos”, criticou o líder da oposição na Câmara, deputado Alessandro Molon (PSB-RJ). Ele criticou o fato de a Comissão Especial ter aprovado “este absurdo” no mesmo dia em que rejeitou todos os outros destaques. “Esse é o ‘combate aos privilégios’ do governo Bolsonaro e de seus aliados: retirar de quem ganha menos para dar pra quem ganha mais”, afirmou.

Marinho disse que a equipe econômica vai começar a conversar com as bancadas e reorganizar o que remanesceu da votação. “O debate, por mais áspero do que possa parecer, é absolutamente necessário para que a população faça juízo de valor sobre o tema. E é um tema que amadureceu na sociedade”, disse.

Para o secretário, o resultado alcançado é “superlativo”. “Isso vai certamente permitir que o País entre no que nós chamamos de ciclo virtuoso de crescimento”, afirmou.

Estadão

 

Opinião dos leitores

  1. É o sem-futuro que conseguiu engabelar a nação brasileira prometendo empregos… O tiro saiu pela culatra e conseguiu manter milhões desempregados, não bastasse o ParTido que devastou o País…..

    1. Como assim??
      Porquê??
      Se vc pwrdeu alguma coisa a culpa é do PT, a reforma trabalhista não tirou direitos de ninguém.
      Lula tá preso babaca.

    2. Se ele é o pai eu não sei, mas a mãe tem nome… não preciso nem falar o nome, não é mesmo? Você já sabe qual é. Rsrsrsrss

    3. Vai estudar petista encantado
      Quem quebrou o país foi o teu heroi lula

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Política

VAZA-JATO: Novos diálogos sugerem que Moro orientava ilegalmente ações da Lava Jato

As manifestações do último dia 30 tiveram como principal objetivo a defesa de Sergio Moro. Em Brasília, um enorme boneco de Super-Homem com o seu rosto foi inflado na frente do Congresso. Símbolo da Lava-Jato, que representa um marco na história da luta anticorrupção no país, o ex-juiz vem sofrendo sérios arranhões na imagem desde que os diálogos entre ele e membros da força-tarefa vieram a público revelando bastidores da operação. As conversas ocorridas no ambiente de um sistema de comunicação privada (o Telegram) e divulgadas pelo site The Intercept Brasil mostraram que, no papel de magistrado, Moro deixou de lado a imparcialidade e atuou ao lado da acusação. As revelações enfraqueceram a imagem de correção absoluta do atual ministro de Jair Bolsonaro e podem até anular sentenças.

No material que o Intercept diz ter recebido de uma fonte anônima, há quase 1 milhão de mensagens, totalizando um arquivo com mais de 30 000 páginas. Só uma pequena parte havia sido divulgada até agora — e ela foi suficiente para causar uma enorme polêmica. Em parceria com o site, VEJA realizou o mais completo mergulho já feito nesse conteúdo.

Foram analisadas pela reportagem 649 551 mensagens. Palavra por palavra, as comunicações examinadas pela equipe são verdadeiras e a apuração mostra que o caso é ainda mais grave. Moro cometeu, sim, irregularidades. Fora dos autos (e dentro do Telegram), o atual ministro pediu à acusação que incluísse provas nos processos que chegariam depois às suas mãos, mandou acelerar ou retardar operações e fez pressão para que determinadas delações não andassem. Além disso, revelam os diálogos, comportou-se como chefe do Ministério Público Federal, posição incompatível com a neutralidade exigida de um magistrado.

Na privacidade dos chats, Moro revisou peças dos procuradores e até dava bronca neles. “O juiz deve aplicar a lei porque na terra quem manda é a lei. A justiça só existe no céu”, diz Eros Grau, ex-ministro do Supremo Tribunal Federal, falando em tese sobre o papel de um magistrado. “Quando o juiz perde a imparcialidade, deixa de ser juiz.”

Não seria um escândalo se um magistrado atuasse nas sombras alertando um advogado de que uma prova importante para a defesa de seu cliente havia ficado de fora dos autos? Pois isso aconteceu na Lava-Jato, só que em favor da acusação. Uma conversa de 28 de abril de 2016 mostra que Moro orientou os procuradores a tornar mais robusta uma peça. No diálogo, Deltan Dalla­gnol, chefe da força-tarefa em Curitiba, avisa à procuradora Laura Tessler que Moro o havia alertado sobre a falta de uma informação na denúncia de um réu — Zwi Skornicki, representante da Keppel Fels, estaleiro que tinha contratos com a Petrobras para a construção de plataformas de petróleo, e um dos principais operadores de propina no esquema de corrupção da Petrobras. Skornicki tornou-se delator na Lava-­Jato e confessou que pagou propinas a vários funcionários da estatal, entre eles Eduardo Musa, mencionado por Dalla­gnol na conversa. “Laura no caso do Zwi, Moro disse que tem um depósito em favor do Musa e se for por lapso que não foi incluído ele disse que vai receber amanhã e da tempo. Só é bom avisar ele”, diz. (VEJA manteve os diálogos originais com eventuais erros de digitação e ortografia.) “Ih, vou ver”, responde a procuradora. No dia seguinte, o MPF incluiu um comprovante de depósito de 80 000 dólares feito por Skornicki a Musa. Moro aceita a denúncia minutos depois do aditamento e, na sua decisão, menciona o documento que havia pedido. Ou seja: ele claramente ajudou um dos lados do processo a fortalecer sua posição.

Em sua defesa após o estouro do escândalo das mensagens, o ministro vem repetindo que atendia tanto os encarregados da acusação quanto os da defesa no dia a dia e tinha conversas com eles, nenhuma delas imprópria, na sua visão. De fato, está na rotina de um juiz receber as partes envolvidas no processo, mas de maneira oficial, sempre com registro, e não por meio de um sistema privado de comunicação. A posição do ex-juiz fica ainda mais difícil de defender diante dos dados analisados pela parceria VEJA/The Intercept. Não eram conversas protocolares entre juiz e Ministério Público. Do conjunto, o que se depreende, além de uma intimidade excessiva entre a magistratura e a acusação, é uma evidente parceria na defesa de uma causa. Os exemplos mais robustos vêm das conversas entre Moro e Dalla­gnol. Em 2 de fevereiro de 2016, por exemplo, o juiz escreve a ele: “A odebrecht peticionou com aquela questao. Vou abrir prazo de tres dias para vcs se manifestarem”. Dalla­gnol agradece o aviso. Moro se refere ao questionamento da Odebrecht à Justiça da Suíça a respeito do compartilhamento de dados, incluindo extratos bancários, da empresa naquele país. Grosso modo, a empreiteira tentou impedir que o Ministério Público suíço enviasse dados à força-tarefa. Preocupado com a história, Moro pede notícias a Dalla­gnol no dia 3. “Quando sera a manifestação do mpf?”, pergunta. “Estou redigindo, mas quero fazer bem feita, para já subsidiar os HCs que virão. Imagino que amanhã, no fim da tarde”, responde o procurador. No dia seguinte, Dalla­gnol informa a Moro que a peça estava quase pronta, mas dependia ainda da revisão de colegas. “Protocolamos amanha, salvo se for importante que seja hoje. Posso mandar, se preferir, versão atual por aqui, para facilitar preparo de decisão”, escreve. Moro tranquiliza Dalla­gnol: “Pode ser amanha”. No dia 5, prazo final, por volta das 15 horas, Dalla­gnol manda pelo Telegram ao juiz a peça “quase pronta”. A situação é completamente irregular. Em vez de se comunicarem de forma transparente pelos autos, juiz e procurador usam o Telegram. Como se não bastasse, o chefe da força-­tarefa ainda envia a Moro uma versão inacabada do trabalho para que o juiz possa adiantar a sentença.

Dentro da relação estabelecida pela dupla, chama atenção também o momento em que Dalla­gnol dá dicas ao “chefe” sobre argumentos para garantir uma prisão. Isso aconteceu em 17 de dezembro de 2015, quando Moro informa que precisa de manifestação do MPF no pedido de revogação da prisão preventiva de José Carlos Bumlai, pecuarista e amigo de Lula. “Ate amanhã meio dia”, escreve. Dalla­gnol garante que a ação será feita e acrescenta: “Seguem algumas decisões boas para mencionar quando precisar prender alguém…”. À luz do direito, é tão constrangedor quanto se Cristiano Zanin Martins fosse flagrado passando a Moro argumentos para embasar um habeas­-corpus a favor de Lula.

Mesmo entre parceiros com bastante afinidade há momentos de tensão (e que precisam ser resolvidos com uma conversa ao vivo). Em um deles, ocorrido em um chat de 17 de novembro de 2015, Moro dá um puxão de orelha em Dalla­gnol. O juiz reclama de que está difícil entender os motivos pelos quais o MPF recorreu da sentença aplicada aos delatores Augusto Ribeiro de Mendonça Neto, Pedro José Barusco Filho, Mário Frederico Mendonça Góes e Júlio Gerin de Almeida Camargo. Dalla­gnol tenta se justificar, sem sucesso. “O mp está recorrendo da fundamentação, sem qualquer efeeito pratico”, critica o juiz. “Na minha opinião estao provocando confusão.” Para Moro, o efeito prático do recurso apresentado pelo MPF será “jogar para as calendas a existência execução das penas dos colaboradores”, ou seja, postergará o início do cumprimento da pena aplicada aos delatores citados. Mais uma vez, tudo fora dos autos. Dalla­gnol, resignado, pede um encontro com Moro para a manhã do dia seguinte: “25m seriam suficiente (sic)”.

Peças fundamentais na Lava-­Jato, as delações exigem também que o juiz se comporte de forma imparcial e somente após as negociações, conduzidas pelo MPF, pois ao fim do processo caberá a ele decidir se aceita ou não a oferta. Nesse capítulo, Moro cruzou igualmente a linha, a exemplo do caso do ex-deputado Eduardo Cunha. Na noite de 12 de junho de 2017, Ronaldo Queiroz, procurador da força-tarefa da Lava-Jato na PGR, cria um grupo no Telegram com Dalla­gnol para avisar que foi procurado pelo advogado de Cunha para iniciar uma negociação de delação premiada. Queiroz afirma que as revelações poderiam ser de interesse dos procuradores de Curitiba, Rio de Janeiro e Natal, onde corriam ações relacionadas ao político. Após membros do Rio de Janeiro serem incluídos no grupo, Queiroz posta uma mensagem que dá uma ideia de sua visão de mundo sobre a quantidade de honestos na Justiça e na política (uma visão de mundo compartilhada por muitos de seus colegas da Lava-Jato). Queiroz afirma esperar que Cunha entregue no Rio de Janeiro, pelo menos, um terço do Ministério Público estadual, 95% dos juízes do Tribunal da Justiça, 99% do Tribunal de Contas e 100% da Assem­bleia Legislativa.

No dia 5 de julho, durante o período da tarde, os procuradores concordam em marcar uma reunião com o advogado Délio Lins e Silva Júnior para a terça-­feira seguinte (11 de julho). Naquele mesmo dia, às 23h11, em uma conversa privada, Moro questiona Dalla­gnol sobre rumores de uma delação de Cunha. “Espero que não procedam”, diz. Dalla­gnol afirma que tudo não passa de rumores. Ele confirma ao juiz que está programado apenas um encontro com o advogado para que os procuradores tomem conhecimento dos anexos. “Acontecerá na próxima terça. estaremos presentes e acompanharemos tudo. Sempre que quiser, vou te colocando a par”, afirma. Moro, então, reitera seu posicionamento. “Agradeço se me manter (sic) informado. Sou contra, como sabe.” Detalhe: isso sem saber o conteúdo.

Como a proposta de delação atingia políticos com foro privilegiado, a palavra final para assinar um acordo de delação com Cunha passou para a PGR. A homologação competia ao ministro Luiz Edson Fachin, relator da Lava­-Jato no STF. O ex-deputado corria na época para fechar um acordo antes de o doleiro Lúcio Bolonha Funaro assinar os termos de sua delação. Os procuradores envolvidos nas negociações diziam que a dupla falava sobre os mesmos temas, o que tornaria desnecessária a aprovação das duas colaborações. No dia 28 de julho, já com os anexos de Cunha em mãos, Ronaldo Queiroz diz que a ideia é analisá-­los em conjunto com os colegas para tomar uma decisão sobre aceitar ou rejeitar a delação. Em 30 de julho, Queiroz diz que o material é fraco. No dia seguinte, uma mensagem do procurador Orlando SP, provavelmente Orlando Martello Júnior, traz o posicionamento de Curitiba — o mesmo de Moro: “Achamos que o acordo deve ser negado de imediato”.

O papel de líder da Lava-Jato em Curitiba é exercido em diversas oportunidades pelo ex-juiz. Em mais de uma ocasião, Moro aparece nos chats do Telegram interferindo na agenda dos procuradores da força-tarefa, outra atitude que gera a suspeição de qualquer magistrado. Em 7 de julho de 2015, por exemplo, um membro da força-tarefa, que a reportagem de VEJA identificou ser o procurador Carlos Fernando dos Santos Lima, escreve o seguinte: “Igor. O Russo (Moro) sugeriu a operação do professor para a semana do dia 20”. Igor (o delegado da Polícia Federal Igor Romário) responde: “Opa… beleza… Vou começar a me organizar”. De acordo com a apuração da revista, o “professor” era o almirante Othon Luiz Pinheiro da Silva, da Eletronuclear. Ele acabou sendo preso no dia 28. Em outro episódio, Moro não apenas sugere uma data para a operação como também já fala em receber a denúncia. O caso em questão aparece em um diálogo ocorrido em 13 de outubro de 2015. Nele, o procurador Paulo Galvão, o PG, alerta Roberson Pozzobon, seu colega da força-­tarefa, sobre uma orientação do juiz. “Estava lembrando aqui que uma operação tem que sair no máximo até por volta de 13/11, em razão do recesso e do pedido do russo (Moro) para que a denúncia não saia na última semana”, escreve PG. “Após isso, vai ficar muito apertado para denunciar.” Pozzobon concorda com PG e acrescenta: “uma grande operação por volta desta data seria o ideal. Ainda é próximo da proclamação da república. rsrs”.

A partir de um levantamento das operações ocorridas em novembro e das denúncias oferecidas em dezembro de 2015, chega-se à conclusão de que o diálogo trata da Operação Passe Livre, que prendeu José Carlos Bumlai. Ele atuou como laranja do PT, intermediando um empréstimo de 12 milhões de reais do Banco Schahin ao partido em 2004. O pedido de Moro comentado na conversa entre PG e Pozzobon acabou cumprido à risca. Bumlai foi preso em 24 de novembro e denunciado em 14 de dezembro — na última semana antes do recesso da Justiça Federal do Paraná. No dia seguinte, Moro recebeu a denúncia, a tempo de impedir que os crimes prescrevessem no fim de 2015.

Dentro de uma visão simplista, a estratégia parece um golpe de mestre do juiz para não deixar um bandido escapar da Justiça. Mas o argumento de que os fins justificam os meios não pode prosperar numa sociedade desenvolvida. Tal postura de Moro viola o devido processo legal, pondo em risco o estado de direito. “Nesse caso, a sociedade pode aplaudir o juiz, por acreditar que ele está tentando ser justo. Mas ele está infringindo as leis do processo, que o impedem de imiscuir-se em uma das partes e colaborar com ela, e é uma das garantias para que todos sejam julgados da mesma forma”, afirma um juiz, que pediu para não ser identificado. “Imagine que todos os magistrados atuem da mesma forma, infringindo uma regra aqui e outra ali para alcançar seus objetivos. Um pode se aliar à defesa para soltar um criminoso; outro pode se aliar à acusação para perseguir um inimigo e, aí, o céu é o limite”, conclui.

Uma das obsessões de Moro envolvia manter os casos da Lava-Jato em seu poder em Curitiba, a exemplo dos processos de Lula do tríplex do Guarujá e do sítio de Atibaia. Nesse esforço, o magistrado mentiu a um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) ou, na hipótese mais benigna, ocultou dele uma prova importante, conforme mostra um dos diálogos. A conversa em questão se refere ao caso de Flávio David Barra, preso em 28 de julho de 2015, quando presidia a AG Energia, do grupo Andrade Gutierrez. Sua detenção ocorreu na Operação Radioatividade, relacionada a pagamentos de propina feitos por empreiteiras, entre elas a Andrade Gutierrez, a Othon Luiz Pinheiro da Silva, da Eletronuclear, responsável pela construção da usina nuclear Angra 3. Em 25 de agosto, a defesa de Barra pede ao ministro do STF Teori Zavascki a suspensão do processo tocado pela 13ª Vara de Curitiba, alegando que Moro não tinha competência para julgar o caso por haver indício de envolvimento de parlamentares, entre eles o então senador Edison Lobão (MDB-MA).

Diante da reclamação, Zavascki cobra explicações de Moro, que diz não saber nada sobre o envolvimento de parlamentares. Mesmo assim, com base nas informações da defesa, o ministro do STF suspende em 2 de outubro as investigações, o que força o então juiz a remeter o caso de Curitiba para Brasília três dias depois. Seu comportamento perante Zavascki foi impróprio, como evidencia um diálogo registrado no Telegram dezoito dias depois entre o procurador Athayde Ribeiro Costa e a delegada Erika Marena, da Polícia Federal. Costa diz precisar com urgência de uma “planilha/agenda” apreendida com Barra que descreve pagamentos a diversos políticos. Marena responde que, por orientação de “russo” (Moro), não tinha tido pressa em “eprocar” a planilha (tradução: protocolar o documento no sistema eletrônico da Justiça). “Acabei esquecendo de eprocar”, disse. “Vou fazer isso logo”, completa.

Na pior das hipóteses, Moro já sabia da existência da planilha quando foi inquirido por Zavascki e mentiu ao ministro. Em um segundo possível cenário, igualmente comprometedor, Moro teria tomado conhecimento da planilha depois da inquirição de Zavascki e pediu à delegada para “não ter pressa” em protocolar o documento. Tudo indica que a manobra tinha como objetivo manter o caso em Curitiba. “Um juiz não pode ocultar provas, e, se o diálogo tiver a autenticidade comprovada, estamos diante de uma conduta bastante problemática”, afirma o advogado Gustavo Badaró, professor de processo penal da USP, que analisou a pedido de VEJA o episódio. Na primeira leva de mensagens divulgadas pelo Intercept no mês passado, Moro já aparecia reclamando de um delegado da PF que havia incluído rápido demais todos os elementos da investigação no sistema eletrônico, o que obrigaria o juiz a enviar parte do processo ao STF.

A relação entre Moro e Dalla­gnol era tão próxima que abre espaço para que eles comemorem nas conversas o sucesso de algumas etapas da Lava­-Jato, como se fossem companheiros de trabalho festejando metas alcançadas. Em 14 de dezembro de 2016, Dallagnol escreve ao parceiro para contar que a denúncia de Lula seria protocolada em breve, enquanto a de Sérgio Cabral já seria registrada no dia seguinte (o que de fato ocorreu). Moro responde com um emoticon de felicidade, ao lado da frase: “ um bom dia afinal”. A proximidade rendeu ainda lances curiosos. Em 9 de julho de 2015, Dallagnol saúda o colega: “bem vindo ao telegram!!”. Cinco meses depois, dá dicas ao juiz de como usar o programa no desktop, enviando no chat um link para o download. “Se puder me mandar no e-mail, agradeço. O tico e o teco da informática aqui não são muito espertos”, responde Moro. Em março de 2017, Dallagnol escreve ao juiz para tirar uma dúvida: ele assina o primeiro nome com ou sem acento? O motivo é que o procurador estava revisando um livro sobre Moro. “Não uso normalmente o acento”, responde o juiz. Em julho de 2018, Dallagnol atua como assessor de imprensa, perguntando a Eduardo El Hage, um colega do Ministério Público Federal no Rio, detalhes de um pedido de participação de Moro em um programa do canal fechado HBO: “Eles contataram o Moro aqui e ele queria ter o contexto e informações que possam ser úteis pra ele decidir se atende”. Em um dos períodos mais tensos da operação, o que se seguiu à ação do juiz que torna público o famoso trecho do grampo telefônico em que Dilma Rousseff envia o “Bessias” para entregar a Lula o termo de posse em seu ministério, Dallagnol combina em um dos chats com procuradores uma nota de apoio a Moro e repassa ao grupo uma sugestão do próprio juiz para o texto. Na mesma época, Moro também recebe um afago e conselho de um interlocutor no Telegram (tudo indica, o procurador Carlos Fernando dos Santos Lima). “O movimento seria nas sombras, como você mesmo disse”, escreve, referindo-se ao convite de Dilma para Lula. “O seu capital junto à população vai proteger durante um tempo. As coisas se transformam muito rápido.”

As conversas entre membros do Ministério Público Federal assumem várias vezes o tom de arquibancada, com os membros da força-tarefa vibrando e torcendo a cada lance da batalha contra os inimigos. Em 13 de julho de 2015, Dallagnol sai exultante de um encontro com o ministro Edson Fachin e comenta com os colegas de MPF: “Caros, conversei 45 m com o Fachin. Aha uhu o Fachin é nosso”. A preocupação da força-tarefa com a comunicação para a opinião pública era constante. Em 7 de maio de 2016, Moro comenta com Dalla­gnol que havia sido procurado pelo apresentador Fausto Silva. Segundo o relato do juiz, o apresentador o cumprimentou pelo trabalho na Lava-Jato, mas deu um conselho: “Ele disse que vcs nas entrevistas ou nas coletivas precisam usar uma linguagem mais simples. Para todo mundo entender. Para o povão. Disse que transmitiria o recado. Conselho de quem está a (sic) 28/anos na TV. Pensem nisso”. Procurado por VEJA, Fausto Silva confirmou o encontro e o teor da conversa entre ele e Moro.

Curiosidades dos bastidores à parte, o que vai definir mesmo o destino de Moro à luz das revelações dos chats são os trechos nos quais fica evidente seu papel duplo de juiz e assistente de acusação. A Lava-Jato foi assumidamente inspirada na Mani Pulite, a Mãos Limpas da Itália, que desbaratou um gigantesco esquema de corrupção na década de 90, resultando em 2 993 mandados de prisão nos dois primeiros anos de operação. No caso do sistema de Justiça do país europeu há a figura do magistrado que trabalha no Ministério Público — mas ele não atua nos julgamentos. A melhor explicação para o comportamento irregular do atual ministro é que ele tenha se inspirado nessa figura para pautar suas ações na Lava-Jato. “O Moro confundiu totalmente os papéis”, afirma o jurista Wálter Fanganiello Maiero­vitch. “O magistrado que investiga nunca é o que julga, nem na Itália nem em nenhuma outra democracia do planeta.”

No Brasil, o papel duplo do juiz viola o artigo 254 do Código de Processo Penal, que proíbe que o magistrado aconselhe uma das partes ou tenha interesse em favor da acusação ou da defesa. Essa atuação pode, de fato, provocar a revisão de atos de Moro. No caso da condenação de Lula, por exemplo, o STF adiou a discussão para agosto. Será uma decisão complexa e delicada para a Suprema Corte. Ali, mesmo que alguns ministros já tenham criticado excessos da Lava-Jato, é difícil qualquer prognóstico. Um dado, porém, é certo. Fiscalizar o que Moro fez enquanto juiz não significa pôr em risco os avanços contra a corrupção no Brasil, como sugerem as manifestações recentes nas ruas das cidades do país. A sociedade brasileira não vai abrir mão do processo que resultou, pela primeira vez na história, na prisão de políticos e empresários poderosos.

Embora as conversas mostrem que Moro cometeu infrações, os crimes punidos ao longo da Lava-Jato gozam de vasta coleção de provas materiais e orais. A maioria esmagadora das sentenças, aliás, acabou confirmada em outras instâncias da Justiça. Graças ao esforço dos procuradores de Curitiba, descobriu-se também o Setor de Operações Estruturadas da Odebrecht, desenvolvido exclusivamente para administrar o pagamento de propinas efetuado pela empresa no Brasil e no exterior. O resultado prático e sua importância são incontestes. Diversos políticos que se locupletaram nos últimos anos ainda estão presos. Entre eles, Lula, Sérgio Cabral, Eduardo Cunha… O próprio Lula, mesmo que a suspeição de Moro seja confirmada, pode permanecer preso. Ele já foi condenado em primeira instância pelo sítio em Atibaia, sentença proferida pela juíza Gabriela Hardt, e o caso aguarda apenas a decisão do TRF4 (provavelmente favorável à sua condenação). Portanto, não se trata aqui de uma defesa do Lula Livre nem de estar contra a Lava-Jato. Mas, sim, do direito inexorável que todos os cidadãos têm de um julgamento justo.

Na terça 2, Moro (que, por sinal, não faz mais parte da Lava-Jato) ficou sete horas no Congresso respondendo a parlamentares sobre o caso. Repetiu o que tem dito nas últimas semanas: os diálogos divulgados foram fruto de um roubo, podem ter sido editados e, mesmo verdadeiros, não apontam nenhum tipo de desvio. A cada nova revelação, fica mais difícil sustentar esse discurso. Na sentença em que condenou Lula, o ex­-juiz anotou que “não importa quão alto você esteja, a lei ainda está acima de você”. A frase cabe agora perfeitamente em sua situação atual. Levado ao Ministério da Justiça para funcionar como uma espécie de esteio moral da gestão Bolsonaro, ele ainda goza de grande popularidade, mas hoje depende do apoio do presidente para se manter no cargo. Independentemente do seu destino, o caso dos diálogos vazados representa uma oportunidade para que o país discuta os excessos da Justiça e o fortalecimento dos direitos do cidadão. Um país onde as instituições funcionam não precisa de nenhum Super-Homem.

VEJA

Opinião dos leitores

  1. O interessante é que se vc está dialogando com alguém, geralmente as conversas são praticamente no mesmo tempo , observe que tem diferenças de respostas com mais de 4 hrs de intervalo , aí da para desconfiar que realmente são montagens , é muito fácil deduzir que são frases adaptadas nem precisa ser perito para ver á mutreta

  2. Moro não é e nunca foi herói! Heróis só existem nas estórias em quadrinhos e nos filmes. O povo é que não tem o que fazer e ficam sendo bestas nas ruas, fazendo manifestações sem sentido, que não servem para nada!
    A conduta de Moro é reprovável sim, agiu de maneira desvirtuada, cometeu vários equívocos e usou isso em nome da justiça ou foi em seu benefício? Demonstrou ser um juíz que não acretiva na justiça e no devido processo legal, não respeitou a lei, a moral e a ética. E se fosse vc o réu? Gostaria de ser julgado por um juíz desses? Deus me livre! Ainda bem que esse já era.

    1. Vou ter o prazer de assistir ao desMOROnamento comendo pipoca Bokus!

      #SomosTodosMoroNaCadeia

  3. Eu quero saber se ele roubou ? Se não roubou e prendeu ladrão, ele tá mais de que certo, se roubou tem que pagar pelo erro. É minha opinião.

    1. Não se trata de roubo, "roubar" não é bem a palavra. Acontece que ele como homem representante da lei e da justiça não foi nem um pouco justo, não agiu com a descência de um magistrado. Poderia ter feito tudo que fez de uma forma honesta e correta, não precisava jogar seu nome na lama, mas a sua vaidade falou mais alto, foi ganancioso e inescrupoloso, ou seja, ficou no mesmo patamar das pessoas que condenou, pois seus atos também são dignos de reprovação. Sabe aquele ditado que diz "roubou mais fez", é a mesma coisa de dizer "errou mais fez". Felizmente a justiça de Deus chegou para ele!

  4. Não se trata de soltar todo mundo. cada caso é um caso.
    Mas a verdade foi que o Juiz Moro conduziu a trama macabra para completar etapa do Golpe da derrubada da Ex-Presidenta Dilma Roussef.
    O Juiz Moro atuou no processo da Lava Jato que envolveu o Ex-Presidente Lula pra interferir, viciar, fraudar, inviabilizar, raptar, roubar a democracia, onde o poder emana do povo.

    1. Peia nesses safados todos. Começando por luladrao, o resto vem no bolo. Kkkkkk

  5. Pra que tanta histeria???? Tenham calma BolsoGADOminions, ainda não foi divulgado nenhum aúdio e vcs já estão todos ouriçados, vem muito mais bombas por aí, "RELAXEM E GOZEM" … KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

  6. Dois amigos de trabalho combinando a melhor maneira de pegar os corruptos! simples assim!

    1. Código de Processo Penal

      Art. 254. O juiz dar-se-á por suspeito, e, se não o fizer, poderá ser recusado por qualquer das partes:

      I – se for amigo íntimo ou inimigo capital de qualquer deles;

      II – se ele, seu cônjuge, ascendente ou descendente, estiver respondendo a processo por fato análogo, sobre cujo caráter criminoso haja controvérsia;

      III – se ele, seu cônjuge, ou parente, consangüíneo, ou afim, até o terceiro grau, inclusive, sustentar demanda ou responder a processo que tenha de ser julgado por qualquer das partes;

      IV – SE TIVER ACONSELHADO QUALQUER DAS PARTES;

      V – se for credor ou devedor, tutor ou curador, de qualquer das partes;

      Vl – se for sócio, acionista ou administrador de sociedade interessada no processo.

      O resto é mimimi!

  7. Lula LIVRE, cadeia para esses dois BANDIDOS, inclusive BOLSONARO QUE FOI FAVORECIDO. O BRASIL ESTA DESCENDO A LADEIRA

  8. Lembro aos defensores de todos os lados que está em jogo o estado democrático de direto, ou seja, submissão a lei e não a vontade dos agentes. Amanhã a vítima pode ser você! Não há justificativa se um criminoso pratica um crime, quem vai investigar e julgar tambem assim proceda, violando a lei e praticando crimes! Igualmente criminosos. No Rn se tem notícia desses conluios!

  9. IntercPT e Telegram são duas ferramentas a serviço da desconstrução legal com CREDIBILIDADE ZERO!
    É o grito dos desesperados querendo que a ilegalidade seja maior que a verdade.
    Eles manipulam, distorcem e publicam um contexto longe da realidade, tudo devidamente fraudado!
    Como esse produtores de terrorismo ainda estão soltos? Só no Brasil essa situação acontece, uma vergonha!
    Juntar toda essa manipulação com apoio das mídias que trabalham pelo pior no Brasil é um dos mais deprimentes serviços desnecessários prestados a um país de cabeça para baixo, um país que elege corrupto e faz o impossível para manter a impunidade parlamentar através do foro privilegiado.
    O Brasil precisa de muita mudança positiva para ter o mínimo de ordem e voltar ao progresso depois de passar quase 20 anos em desconstrução legal, moral, ética e social

  10. As pessoas que ainda não acreditam que Moro é bandido são as mesmas que acreditam que Ustra é herói, por isso certa dificuldade para alguns em aceitar a verdade. Mas qdo a poeira baixa a história não esquece: Moro bandido…e digo isso de certa forma decepcionado…pois no início tratava ele como jurista diferenciado…mas hoje tá difícil engolir essa….lamentável Moro por tudo isso.

  11. Os esquerdistas gozam com esse tipo de matéria fake…. trabalho que é bom tá em falta….

    1. Vc nem leu. A casa caiu. Moro Sérgio é o maior corrupto que esse país já viu.

    2. Faustão (que também foi flagrado nas interceptações) confirmou a autenticidade das mensagens.

  12. Ilegal é roubar o dinheiro que ia pra saúde, educação, segurança e depois dizer que é inocente….. Quantas pessoas morreram por conta dessa corrupção???

  13. Os corruptos faram de tudo pra derrubar a lava jato, querem a liberdade a qualquer custo, Lula, Sérgio Cabral, Eduardo Cunha, Henrique, e cia

  14. Depois que ele confirmou que algumas conversas foram alteradas, saber o que foi e o que não foi manipulado, agora fica um pouco mais difícil acreditar em um criminoso. Kkkkkk

  15. ESSAS MENSAGENS PERDERAM A CREDIBILIDADE ,POIS SÃO EDITAS, NAÕ SÃO DIVULGADAS DE ACORDO COM AS ORIGINAIS , POIS O PROPIO SUPOSTO JORNALISTA , FALOU QUE SO SÃO DIVULGADAS QUANDO TIVEREM JORNALISTICAMENTE PRONTAS, ELE PROPIO DISSE QUE AS CONTRADIÇÕES DAS MENSAGENS ANTERIORES FORAM UM ERRO DE EDIÇÃO , E AGORA APRESENTAM UM TÃO DE RUSSO , QUE CONCLUIRAM SER O SERGIO MORO, E PERSONAGENS NÃO IDENDIFICADOS,E ATE DEDUZIU QUE UM DESSES PERSONAGEM SERIA UM DOS PROCURADORES, MUDARAM ATE O JEITO DE DIVULGAR AS SUPOSTAS MENSAGENS.

    1. Pede para eles entregarem os celulares que vc tira a dúvida.

  16. Não vejo aqui ninguém falar de corrupção! Tem gente graúda pagando estes hackers para fuçar o celular do moro pq estão morrendo de medo de ir para detrás das grades. Essa é a verdadeira versão.

  17. Tragam outro Pulitzer pra esse corajoso jornalista!!!

    Aos bolsominions de mimimi, quando estiverem com problemas na justiça desejo um juiz como o Moro, que trabalhe com a outra parte pra ferrar sua vida

  18. Ótima reportagem.
    Parabéns ao Glenn, já merece outro Pulitzer!!!

    Aos que estão com mimimi desejo que quando estiverem com problemas na justiça, o juiz seja tão parcial quanto Moro e trabalhe junto com a outra parte pra ferrar sua vida

    1. Bem, quem ferrou com a minha, a sua e a fo Brasil foi o lulinha, aquele que de 9 dedos, vc precisa de ajuda para entender as coisas, quer que desenhe?

  19. Reproduzir matérias da Veja e Folha de São Paulo é loucura, uma vez que essas empresas não tem a menor credibilidade. Continuarão por quanto tempo soltando esses traques? Aliás, ainda estão analisando o conteúdo manipulado do “jornalista” americano? É aquele que editou o nome nos diálogos? Kkkkkkkkkkkkk.
    “O Lulalau ta preso babacas”! Vai continuar lá por muito tempo! Engulam o choro e aceitem que dói menos!

    1. Raimundo, se Lula não é inocente temos dois bandidos ao invés de só um. Entendeu? Põe os dois na mesma cela.

    2. As interceptações não atestam a incocência de Lula, mas sim que seu julgamento foi viciado. Que se anule tudo, coloquem o paciente em liberdade e se comece do zero um novo julgamento justo e imparcial. Assim é o Estado Democrático de Direito.

    3. No caso, não há dois bandidos, apenas um, o barbudo. E outra, mesmo que fossem dois, o que não é o caso, o Moro tem direito a cela especial, já o nove dedos, não, então, nada de ficarem na mesma cela, ok? KKKKKKKKKKKKKKKKK

    4. Aonde estamos né Vitor? o juiz em nenhum momento deixa de defender o país da ação maléfica dos ladrões, em nenhum momento ele fala em plantar falsas prova, somente trata como defensor da sociedade e do dinheiro público, e hoje tentam recriminar isso. Talvez fosse melhor não ter defendido a sociedade, e sim, ajudar a camuflar provas, escamotear a verdade, deixasse os bandidos saquearem o país. Só assim, era como a justiça funcionava e não existia essa orquestração para destruir heróis, era uma legalização do ilegal, e todos eram felizes.

    5. Depois de ver todas essas conversas "editadas" vazadas por uma operação de interceptação ilegal paga com dinheiro de corrupção, eu acho que tem mesmo é que soltar TODO mundo que foi condenado ou responde o processo do maior esquema de corrupção do mundo, acabar com o processo dos 155 condenados, mais de 12 bilhões que foram recuperados pela operação e, por fim, sair indenizando com nosso dinheirinho as dezenas de "inocentes" acusados por Moro: Lula, Dilma, Temer, Cunha, Aécio, Henrique Alves e todas as demais "almas mais honestas" deste nosso mundo". Quem topa fazer uma manifestação pra soltar e inocentar todo mundo? Mas tem que ser todo mundo, não vale pedir pra soltar só o líder da quadrilha que só tem 9 dedos não tá!

    6. Rêgo, papel de juiz não é ser defensor da sociedade não. Esse papel cabe ao MP, o fiscal da lei e do interesse público, você tá confundido os papéis, talvez por falta de formação e educação jurídica. Diversos processos da Lava Jato serão anulados e reiniciados, o que abre brecha para a impunidade via prescrição dos processos. QUando os culpados ficarem livres, os culpados dessa lambanca serão os justiceiros Deltan e Moro.

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Polícia

Suspeito de matar tenente da PM é preso

Um dos suspeitos de ter matado o PM da reserva Plínio Sales foi preso na tarde desta quinta-feira (4). João Paulo Dantas de Brito Rocha, de 21 anos, é apontado como o homem que efetuou os disparos contra o 1º subtenente da reserva na quarta-feira (3), segundo as primeiras investigações.

O suspeito foi capturado em sua casa no bairro Golandim, na cidade de São Gonçalo do Amarante por policiais civis e militares. As testemunhas que estavam dentro do carro quando o oficial foi abordado pelos assaltantes reconheceram João Paulo Dantas.

De acordo com a polícia, ele confessou ter participado do crime em depoimento às equipes de investigação. Ainda segundo os agentes, nos últimos anos, João Paulo perdeu três irmãos, que morreram em disputa pelo comando do tráfico de drogas em São Gonçalo do Amarante, na Grande Natal.

OP 9

Opinião dos leitores

  1. Homi dêem o exemplo. Esse cara e mais 30 deveriam ir fazer uma visitinha a Satanás por cada agente público abatido por essa corja de marginais. Ninguém aguenta mais a situação de impunidade e do domínio da criminalidade. Pior ainda vão pra audiência de custódia e é bem capaz de serem soltos para responder em liberdade como em Manaus. PRA CADA AGENTE PUBLICO EXECUTADO 30 DEVERIAM TER O MESMO DESTINO. AI IRIAM PENSAR DUAS VEZES ANTES DE ASSASSINAREM PESSOAS DE BEM COMO SE FOSSEM DESCARTÁVEIS. INDIGNADO COM ESSA SITUAÇÃO

    1. Exatamente Flávio, aí não fazem isso, aí quando for amanhã ou DEPOIS vão estar todos juntos novamente chorando mais um policial assassinado por esses bandidos. Se não querem se corrigir no amor vai ter que ser na dor.

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Política

Para ministros do STF, carta de Léo Pinheiro não prova que Moro foi imparcial

A carta em que Léo Pinheiro reafirma acusações que fez a Lula no caso do tríplex teve efeito nulo sobre magistrados do STF (Supremo Tribunal Federal). A corte deve julgar no segundo semestre se Moro foi ou não parcial ao conduzir o processo e condenar o ex-presidente.

“Na oportunidade, esclareci que o apartamento nunca tinha sido colocado à venda porque o ex-presidente Lula era o seu real proprietário e as reformas executadas foram realizadas seguindo suas orientações e de seus familiares. O ex-presidente e sua família foram ao tríplex e solicitaram reformas como a construção de um quarto, mudanças na área da piscina etc. Tudo devidamente testemunhado por funcionários da empresa que acompanharam a visita e prestaram testemunhos sobre isso.” – Reprodução

VAZIO

Para ministros que analisam o tema, a carta reforça, mas não traz novidades ao que já havia sido dito por Pinheiro sobre Lula em depoimento judicial nem prova que Moro foi imparcial. Ele nem sequer é citado no texto.

É VERDADE

Na correspondência, Pinheiro diz que não sofreu pressão de procuradores da Lava Jato para incriminar o ex-presidente. “Não menti nem fui coagido”, afirma.

TRAJETO

Pinheiro, no início da Lava Jato, optou por permanecer em silêncio e nada falou sobre Lula. Depois de condenado, ele começou a negociar delação premiada. Num depoimento a Moro, afirmou que a reforma do tríplex atribuído ao petista foi paga com recursos de propina de contratos da OAS com a Petrobras.

TRAJETO 2

A defesa de Lula sustenta que ele foi pressionado e mudou repentinamente a versão, envolvendo o ex-presidente para obter benefícios judiciais. Pinheiro diz que suas declarações foram espontâneas.

 

“Estou preso há 3 anos e 7 meses, por ter praticado crimes que fui responsável. Chegou o momento de falar um pouco sobre o noticiário a meu respeito. A matéria veiculada nesta Folha de S.Paulo, sob o título ‘Lava a Jato via com descrédito empreiteiro que acusou Lula’, no último domingo, dia 30 de junho de 2019, necessita de alguns esclarecimentos, todos eles amparados em provas e fatos.” Reprodução

Folha

 

 

Opinião dos leitores

  1. Ministros do STF julgando Moro? Realmente não falta mais nada suas excelências executarem. Uma verdadeira vergonha para todos nós que pagamos impostos e combatemos a corrupção que impera no serviço público brasileiro. Deveriam interpelar os PETRALHAS que roubaram trilhões de reais do país,mas o que fazem? Mandam soltar o paciente. Já estou impaciente com tanta esculhambação aonde os homens de bem são julgados na fogueira da inquisição por combaterem os marginais do colarinho branco,OS PODEROSOS!!!!

  2. Esses escrotos do STF estão com medo que moro chegue lá e desmantele o esquema deles. Esse dia vai chegar.

  3. Como prova incontestável da imparcialidade está a confirmação da condenação em 2o e 3o grau, além dos inúmeros recursos interpostos no STF e negados com pedidos possíveis e inimagináveis. A não ser que criem uma nova jurisprudência aonde os bandidos não precisem de advogados, e sim só de hackers e investigadores, aonde qualquer foto do juiz com o MP ou policiais cruzando numa rua, o processo de condenação desse crápulas, será noanulado. Então é melhor acabar a os órgãos de controle e virarmos uma selvageria, uma barbárie. Absurdo!

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Política

Comissão Especial devolve benefício ao setor rural e retira R$ 84 bi da Previdência

Foto: Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

A Comissão Especial da reforma da Previdência encerrou a votação da proposta, depois de 16 horas de debates, devolvendo ao setor rural um benefício tributário que retira R$ 83,9 bilhões da economia esperada de R$ 1,071 trilhão.

Passava de 2h da madrugada desta sexta-feira, quando os deputados aprovaram requerimento (sugestão de mudança de um ponto específico) apresentado pelo bloco formado pelos partidos PP, MDB e PTB. O texto mantém a isenção da alíquota de 2,6% sobre a comercialização de produção agrícola como contribuição previdenciária, desde que parte seja exportada.

O destaque também retira a trava que impedia o perdão da dívida do Funrural, a contribuição paga pelo produtor rural para ajudar a custear a aposentadoria dos trabalhadores.

A aprovação por 23 a 19 do destaque significa um recuo de quase R$ 84 bilhões na economia prevista com a reforma da Previdência, que perdeu a marca de R$ 1 trilhão tão perseguida pelo ministro da Economia, Paulo Guedes. Agora, em dez anos, a proposta, se aprovada, economiza R$ 987,5 bilhões.

A medida atendeu ao lobby dos ruralistas que fizeram uma grande mobilização com a bancada na Câmara e com Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) junto ao presidente Jair Bolsonaro.

Na quinta-feira, 4, Bolsonaro reforçou sua “lealdade” à bancada ruralista, em café da manhã com deputados da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA). “Como deputado, em 100 % das vezes votei acompanhando a bancada ruralista. E vocês sabem que votar com bancada ruralista é quase como parto de rinoceronte, recebendo críticas da imprensa de organizações não governamentais e de governos de outros países”, afirmou. “Eu e Ramos (presidente da Comissão Especial da reforma da Previdência) devemos lealdade a vocês que nos colocaram no Palácio. Continuamos juntos”, concluiu ao fim do discurso.

O benefício ao setor rural foi o último destaque que precisava ser avaliado pela comissão. O relatório da reforma da Previdência foi aprovado no começo da tarde de quinta, por 36 votos a 13 na Comissão Especial.

Após ser aprovada na comissão, a proposta de emenda à Constituição (PEC) segue para o plenário da Câmara, onde terá de passar por dois turnos de votação e necessitará do apoio de ao menos 308 dos 513 deputados. Depois, se aprovada, vai para o Senado.

Considerada a principal aposta da equipe econômica do governo para o equilíbrio das contas públicas, a reforma da Previdência modifica as regras de aposentadoria para funcionários do setor privado e servidores públicos da União.

O texto propõe que os homens só poderão se aposentar aos 65 anos e as mulheres, aos 62 anos, com um tempo mínimo de contribuição, de 20 anos (homens) e 15 anos (mulheres). A modalidade da aposentadoria por tempo de contribuição – que exige tempo mínimo de 35 anos (homens) e 30 anos (mulheres) vai acabar, caso a reforma seja aprovada da forma como está.

Os novos critérios valerão para quem ainda não começou a trabalhar. Quem já está trabalhando e contribuindo para o INSS ou o setor público terá regras de transição.

Além do fim da taxação sobre as exportações agrícolas (que caiu depois com a aprovação do destaque), o relator incluiu o aumento de impostos sobre bancos para aumentar o valor da economia esperada em dez anos.

Houve uma tentativa de incluir a previsão de que a reforma também valesse para servidores estaduais e municipais, mas não houve acordo.

“Nós esperávamos um resultado maiúsculo. Foi um pouco maior até do que os cálculos que nós tínhamos. Pensávamos em 34 e [tivemos] 36 votos, o que demonstra aí, eu acredito, uma possibilidade de que isso possa ser replicado no plenário da Câmara. Há um ambiente favorável”, afirmou o secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, o ex-deputado Rogério Marinho.

Depois da votação, o relator Samuel Moreira (PSDB-SP) defendeu a necessidade de inclusão dos Estados e municípios na reforma da Previdência. “A meu ver, nós precisamos lutar para que eles [Estados e municípios] entrem na reforma ainda”, disse.

O relator também mencionou a atuação de categorias de servidores públicos, que buscavam, nessa reta final de votação na Comissão Especial, alterar seus regimes de aposentadoria.

“As corporações têm legitimidade, mas sempre à luz da sociedade”, declarou. “Quem não gostaria de dar novos benefícios? Todos. Mas o momento é de reajustar a Previdência”.

Estadão

 

Opinião dos leitores

  1. Vcs q criticam os trabalhadores rurais, deveriam passar pelo menos um mês na roça, o trabalhador rural já era pra nascer aposentado, quando uma criança começa a andar, já vai pro roçado com o pai, plantar pra gente da cidade comer, j dar alimento a um animal, pra gente comer, não tem domingo nem feriado, anoite, levanta de madrugada pra levantar vaca veia caída de fone ou atolada na lama, nem por isso recebe adicional noturno ou horas extras, nem muito menos salários dobrados por trabalhar em dias que nos da cidade estamos de folga. Amo os sítios, e tenho do dessa gente q trabalha pra nós comer , se enxergam, gente ipocrita q não enxerga palmo além do umbigo, desculpa se ofendi alguém, mas gente da nossa na minha umilde opinião meressem respeito, Deus abençoe a todos, e q essa reforma não atinja os que mais precisam

  2. É o setor produtivo que mais gera emprego e produz divisas no país, o que puder se fazer pra melhorar, é salutar. Incentivar produção é gerar empregos e riquezas, portanto, temos que priorizar esses setores, o resto virá com os frutos, emprego, riquezas, imposto, circulação de mercadorias e de dinheiro dos empregados e investidores.

    1. E por isso não deve pagar imposto? Essa benesse para esses "pobres coitados" retirou 84 bi da previdência! Assim é bom demais!

    2. ENTENDI. AÍ ESSA CONTA TEM QUE FICAR PRA O TRABALHADOR, QUE VAI TER QUE SE APOSENTAR MAIS TARDE E COM UMA APOSENTADORIA MAIS BAIXA.

      Deixa eu te explicar uma coisa: quem é liberal de verdade, não pode ser a favor de subsídio. Não consegue viver da próprias pernas sem ajuda do governo? Pois que quebre e saia do ramo. Esse é que deve ser o verdadeiro posicionamento de um liberal. Quer dizer, que Estado máximo pra o produtor rural Estado Mínimo pra o trabalhador? Assim é bom demais.

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Geral

Comissão especial aprova texto-base da reforma sem atender Bolsonaro

Por 36 a 13, a reforma da Previdência foi aprovada pela comissão especial da Câmara nesta quinta-feira (4).
A votação, porém, entrou pela noite para que fossem avaliados os chamados destaques –pedidos de partidos e deputados para que uma parte específica da proposta seja analisada separadamente.

As regras para policiais militares e bombeiros foram mantidas, após a derrubada de um artigo do texto que previa que essas duas categorias teriam as mesmas regras que as Forças Armadas. No entanto, os destaques que davam benefícios a policiais federais e policiais rodoviários federais foram derrubados.

Após a conclusão dos trabalhos na comissão, a reforma seguirá para apreciação do plenário da Câmara.

A data de votação no plenário ainda não foi definida.

Tanto governo como oposição avaliam que essa próxima fase vai demandar muita negociação, pois ainda não estão garantidos os 308 votos para que o texto passe no plenário.

Nesta quinta, com ajuda do PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro, a comissão rejeitou afrouxar as regras de aposentadoria para categorias da segurança pública.

A decisão contrariou, por ora, apelos do próprio Bolsonaro, que defende regras brandas para policiais federais e policiais rodoviários federais. No entanto, permitiu a aprovação do texto que estava havia mais de três meses sendo debatido e revisto na comissão especial.

A expectativa entre os que defendem os benefícios para servidores das áreas de segurança é que essa discussão seja retomada no plenário.

Integrantes do governo e interlocutores do Palácio do Planalto atuaram para derrubar os dois destaques que favoreceriam o setor de segurança.

Um deles beneficiaria até oficiais de Justiça, mas foi derrubado por 31 votos a 17. O outro, apresentado pelo PSD, suavizaria regras para policiais federais, policiais rodoviários federais, policiais legislativos, agentes penitenciários e peritos, mas também foi negado, por 30 votos a 19.

Ao ser anunciado o resultado, policiais que estavam na comissão gritavam: “PSL traiu a polícia do Brasil”. E também contra o presidente: “Bolsonaro traidor!”

“A defesa da nossa segurança pública não pode ser confundida com a defesa da Previdência Social. São coisas distintas”, disse o deputado Filipe Barros (PR), ao orientar a bancada do PSL a votar contra benesses à segurança pública.

O secretário especial de Previdência, Rogério Marinho, que participou das negociações, adotou tom conciliador. Disse que Bolsonaro tem ajudado na tramitação do texto.

“É evidente que ele tem direito de ter sua opinião, o Parlamento também, a sociedade também. Agora, o mais importante é o resultado, que está se manifestando de forma muito clara através do voto dos parlamentares”.
Ligado a corporações, o PSL trocou integrantes da comissão. Uma das mudanças foi a retirada do colegiado do líder do partido, deputado Delegado Waldir (PSL-GO), e a entrada da líder do governo no Congresso, Joice Hasselmann (PSL-SP).

A medida só foi adotada depois que o PSL não conseguiu construir consenso interno para votar contra o destaque apresentado pelo PSD, que encampa o lobby dos policiais.

A proposta do PSD, apresentada pelo deputado Hugo Leal (PSD-RJ), previa que a idade mínima para essas categorias da segurança pública fosse de 55 anos, se homem, e 52 anos, se mulher –uma diferença de dez anos a menos em relação a outros servidores e a profissionais da iniciativa privada. O governo propôs idade de 55 anos.

Além disso, havia uma regra mais suave para quem já está na carreira, que poderia se aposentar após trabalhar 17% a mais do que o período restante para cumprir o tempo mínimo de contribuição.

Essa é a mesma taxa proposta pelo governo para as Forças Armadas, policiais militares e bombeiros.
Nesta quarta-feira (3), o governo chegou a propor que essa taxa fosse de 100%. Representantes dos policiais recusaram a oferta, o que derrubou as negociações.

Aliados do presidente Bolsonaro na Câmara chegaram a retomar as conversas com os profissionais da segurança para que aceitem a proposta.

Parlamentares ouvidos pela reportagem dizem que o Palácio do Planalto admite chegar a uma taxa de 30% –a negociação, no entanto, é que essas mudanças só sejam feitas quando o texto chegar ao plenário.

O ministro Onyx Lorenzoni (Casa Civil), que está à frente das conversas, disse que na discussão em plenário é possível que seja apresentada uma emenda que atenda aos policiais.

“Provavelmente nós vamos reabrir as conversas para ver se no plenário dá para a gente fazer uma aglutinativa para dar o tratamento adequado às policias militares e à polícia federal”, disse o ministro.

O Planalto, porém, tem a avaliação de que a próxima etapa de votação é delicada. Ainda não estão assegurados os 308 votos necessários para aprovar a reforma no plenário.

O próprio Onyx disse que o governo está com o “pé muito no chão” e que será necessário bastante esforço para a proposta passar.

“Temos consciência, humildade, fé e ainda tem muito trabalho pela frente para garantir os mais de 308 votos que teremos, se Deus quiser, na próxima semana”, afirmou logo depois de o texto-base da reforma ser apreciado na comissão especial da Casa.

Onyx disse que a expectativa do governo é a de que a nova Previdência passe pelo plenário até o dia 17 deste mês, último dia de sessões legislativas. A partir daí, começa o recesso parlamentar.

“Estamos trabalhando para isso, mas é claro que todos vocês que trabalham na Câmara e no Senado sabem que isso depende muito do dia, mas acho que vai correr tudo bem”, disse.

“A certeza que nós temos é votar e aprovar em primeiro turno na semana que vem. Se for possível votar o segundo [turno], vamos ficar ainda mais felizes.”

Na comissão, Onyx acompanhou os minutos finais da votação. “Fizemos uma aprovação aqui com uma diferença de voto extraordinária, bem maior do que a gente imaginava, o que significa que encaminha muito bem para a decisão do plenário”, disse.

O líder do governo na Câmara, Major Vitor Hugo (PSL-GO), afirmou que em “nenhum momento” o governo mensurou os votos que terá no plenário da Casa para “não gerar expectativa”.

“Mas, se a gente for ver a proporção que foi na comissão especial, foi muito superior aos três quintos que não necessários no plenário”, disse.

O líder da oposição na Câmara, Alessandro Molon (PSB-RJ), no entanto, disse que o resultado na comissão foi artificial.

Molon criticou as trocas de integrantes do colegiado, feitas por partidos governistas ou que apoiam a proposta, para minar resistências ao relatório. “Se eles tivessem tanta segurança [dos apoios], não precisariam trocar membros no dia da votação”, declarou.

Para o líder da oposição, o calendário da próxima votação vai depender da quantidade de votos a favor da proposta. Molon também considera que o governo não tem ainda o número necessário.
A líder da minoria na Câmara, Jandira Feghali (PCdoB-RJ), disse que a reforma está destruindo o sistema de aposentadorias e acabando com direitos.

“Temos que ter serenidade aqui, mas muita luta lá fora. Na minha opinião, eles [o governo] ainda não têm os 308 votos. E a sociedade tem que ir para cima.”

Apesar da pressão de partidos, servidores e lobistas durante as negociações na comissão especial, os principais pilares do projeto apresentado pelo governo foram mantidos no relatório final do deputado Samuel Moreira (PSDB-SP). A economia prevista ainda é de R$ 1 trilhão em dez anos.

Folhapress

Opinião dos leitores

  1. Bolsonaro pouco contribuiu para aprovação, pelo contrário, foi um grande impecílio dessa reforma.

    1. Na verdade ele ficou com pena do povão. Já Paulo Guedes (tchutchuca) foi ovacionado em um encontro com grandes investidores ontem, entendível é o pai deles.

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