O que era esperado foi confirmado: Marta vai estrear na Copa do Mundo Feminina nesta quinta-feira. A melhor do mundo jogará como titular contra a Austrália, às 13h (de Brasília), pela segunda rodada do Grupo C, no estádio de Montpellier – a TV Globo, o GloboEsporte.com e o SporTV transmitem ao vivo. Quem sai para sua entrada provavelmente é Bia Zaneratto.
Decisão foi tomada pelo técnico Vadão e anunciada ao grupo no início do dia. Marta sofreu uma lesão muscular na coxa esquerda em 25 de maio. Desde então, fez tratamento nas últimas três semanas e voltou a treinar com bola há dois dias. Na quarta-feira passada, iniciou a última atividade antes do confronto com as australianas entre as titulares.
Na estreia, Marta viu do banco de reservas o Brasil derrotar a Jamaica por 3 a 0, no último domingo. Na primeira rodada, a Austrália perdeu de virada para a Itália por 2 a 1.
Em comemoração ao Dia Mundial do Doador, o Hemonorte lança nesta sexta-feira (14), às 9 horas, a campanha de doação de sangue para o período junino. Com o tema “Neste São João venha pro arrasta-pé da doação”, a campanha visa aumentar o número de doações e garantir o atendimento às demandas transfusionais para o período junino.
Atualmente o estoque do Hemonorte encontra-se baixo para atender as demandas do período. A meta é aumentar as doações e atingir um estoque de 800 a 1.000 bolsas/dia. Todos os anos, neste período, as necessidades transfusionais aumentam devido aos acidentes com fogos e várias situações de emergência, além dos pacientes hematológicos que fazem uso constante do sangue.
Para celebrar o Dia Mundial do Doador, que se comemora em 14 de junho, o Hemocentro preparou uma programação toda especial para parabenizar e agradecer aqueles que doam vida. O doador que comparecer ao Hemocentro será recebido com um lanche ao som do cantor Germano Luiz.
Além dessas ações, o Hemonorte, durante o mês de junho está intensificando as campanhas externas com a Unidade Móvel de Coleta para manter o estoque equilibrado no período junino e férias de julho.
O Dia Mundial do Doador de Sangue foi criado em 2005 pela Organização Mundial de Saúde com o objetivo de conscientizar a população sobre a importância da doação voluntária de sangue e homenagear aqueles que são doam vida.
Requisitos básicos para doar:
· Portar documento oficial de identidade com foto (identidade, carteira de trabalho certificado de reservista ou carteira do conselho profissional)
· Estar bem de saúde
· Ter entre 16 e 69 anos
· Pesar no mínimo 50 Kg
· Não estar em jejum. Apenas evitar alimentos gordurosos nas 3 horas que antecedem a doação
Casal suspeito de matar criança é preso no Distrito Federal – Divulgação/Polícia Civil
O resultado do laudo cadavérico detalha a crueldade com que Rhuan Maycon da Silva Castro, 9 anos, foi assassinado em Samambaia(Distrito Federal). De acordo com a Polícia Civil, o menino levou 12 facadas, sendo uma no peito enquanto dormia. Assustada, a vítima ainda se levantou e ficou ajoelhada ao lado da cama. Em seguida, levou mais 11 golpes desferidos por Rosana Auri da Silva Cândido, 27 anos, sua própria mãe, no dia 31 de maio.
O laudo apontou ainda que, quando a cabeça de Rhuan foi arrancada, os sinais vitais do menino ainda estavam presentes. Segundo a PCDF, enquanto a mãe começava a esquartejar o corpo, a companheira dela, Kacyla Priscyla Santiago Damasceno, 28, acendia a churrasqueira. Ela teria segurado o garoto durante o esfaqueamento.
A ideia das criminosas, segundo o delegado adjunto da 26ª DP (Samambaia), Guilherme Melo, era assar as partes do corpo, fazendo com que a carne se desprendesse dos ossos. As mulheres chegaram a comprar um martelo com a intenção de triturar os ossos do menino.
De acordo com o médico-legista Christopher Diego Beraldi Martins, a mãe retirou toda a pele do rosto da criança, que seria colocada na churrasqueira e jogada em um vaso sanitário. Para tornar o corpo ainda mais irreconhecível, a própria mãe também tentou retirar, com a faca, os globos oculares de Rhuan.
Após tentar assar tórax, cabeça, pernas e braços, as mulheres desistiram ao perceberem que a carne não desprendia dos ossos como elas esperavam. Resolveram então dividir as partes do corpo em duas mochilas infantis. Uma delas foi jogada em um bueiro da Quadra 425 de Samambaia.
As acusadas, que estão presas e isoladas no Presídio Feminino do DF, serão indiciadas nesta terça-feira (11/06/2019) por homicídio duplamente qualificado, pelo motivo torpe e impossibilidade de defesa da vítima; lesão corporal gravíssima, por terem mutilado Rhuan– elas deceparam o pênis e os testículos do menino há dois anos; tortura, por ter provocado o suplício de uma criança, que sofria dores intensas e uma dificuldade enorme para urinar; ocultação de cadáver, pelo fato de terem tentado se livrarem das partes do corpo; por último, fraude processual, uma vez que tentaram limpar a cena do crime, lavando os cômodos da casa. Se condenadas, podem pegar 57 anos de prisão.
A polícia acredita que os órgãos do menino podem ter sido usados em algum tipo de ritual macabro, uma vez que nunca foram encontrados. A dupla alegou que o crime foi cometido porque o garoto queria se tornar menina, por isso a castração de forma caseira e artesanal. E também pelo fato de Rhuan ter sido supostamente fruto de um estupro cometido pelo ex-marido da autora. “Ela alegou que, por isso, tinha ódio do filho”, disse o delegado. Porém, o policial explicou que, em diligência em Rio Branco (AC), não encontrou indícios de que esse crime tenha ocorrido no passado.
Procurado pela reportagem, o pai de Rhuan, Maycon Douglas, 27, negou a acusação de estupro. “Claro que não. Isso nunca aconteceu. Ela quer me incriminar de alguma forma. O delegado de Brasília esteve aqui (no Acre), conversou comigo por mais de cinco horas e sabe de toda minha vida. Todo mundo aqui me conhece, sabem que nunca tive envolvimento algum com polícia, que nunca fiz nada de errado”, frisou.
A barbárie foi presenciada pela filha de Kacyla. Uma semana depois de reencontrar o pai, Rodrigo Oliveira, a menina de 8 anos tem apresentado evolução no relacionamento familiar. Os dois não se viam há cinco anos. A separação foi forçada pela mãe, Kacyla Priscyla Santiago Damasceno, mulher que confessou ter auxiliado Rosana Auri da Silva Candido a cometer o crime.
O processo de reaproximação está sendo feito no Distrito Federal. De acordo com a conselheira tutelar Cláudia Regina Carvalho, a volta para Rio Branco (AC), onde o pai vive, ainda não é possível neste momento. “Continuamos trabalhando o vínculo afetivo. Ela já consegue abraçar o pai, mas ainda há uma resistência à figura masculina”, explica.
O caso
Imagem cedida ao Metrópoles
O homicídio ocorreu na noite de 31 de maio, na QR 619 de Samambaia Norte, onde o casal morava. Perícia feita no imóvel mostra que a assassina confessa e a companheira organizaram malas e documentos antes do assassinato. A polícia acredita que as duas pretendiam fugir após o crime.
Medo
Rhuan e a filha de Kacyla não eram vistos nas redondezas de onde residiam. Quando ajudava a tirar o lixo da casa ou precisava pegar alguma coisa no varal, a menina de 8 anos fugia de qualquer tentativa de interação com adultos e crianças da rua. A investigação aponta que as duas tinham receio de que qualquer um dos menores contasse algo sobre a rotina ou o passado delas.
A mãe vestia Rhuan de menina há pelo menos um ano, quando o casal teria mutilado o órgão genital do garoto com a justificativa de realizar uma cirurgia caseira de mudança de sexo. “A gente acredita que elas não deixavam os meninos irem à escola havia cerca de dois anos, com medo de alguém descobrir sobre essa cirurgia”, disse o delegado Guilherme Sousa. Outra razão era o fato de ambas serem procuradas pelas famílias paternas de seus filhos, pois teriam violado um acordo judicial de guarda compartilhada e fugido com as crianças para viver na clandestinidade
Não podemos nos calar diante de uma atrocidade dessa…nós damos ibope para tantos assuntos paralelos e nos esquecemos do verdadeiro sentido da vida!
#despertemos!??
O pior é saber que os pais por dois anos não conseguiram socorrer esse menino e essa menina…dois anos é muito tempo, como não conseguiram encontrá-los antes desse massacre físico e psicológico???? Principalmente um menino de apenas 9 anos que ainda não sabe de sexo ser torturado por tanto tempo, ninguém via Meu Deus? Nem pai, nem avó ou avó, nenhum parente o procurou por mais de dois anos?
A mídia lacradora silencia ante este caso hediondo. Isso por que homossexuais, segundona narrativa progressista, devem ser sempre vítimas. Jamais algozes.
O pior é que os impostos que pagamos é que vão sustentar a cadeia dessas duas.
Daqui a pouco vão para o regime aberto.
País sem leis duras com bandidos dá nisso.
Até parece que as leis foram feitas de propósito para proteger criminosos.
Ainda tem os "dimenor".
Aff.
Tem muito a mudar.
Olha a fonte de onde o BG tirou essa noticia. Do Jornal Metropoles, de Brasília. A famosa "grande mídia" ignorou ou boicotou totalmente o assunto, porque é uma punhalada em sua agenda "progressista". Não lembro de ter lido essa materia também na TN. Mais uma vez, parabéns, BG.
Se estivesse num país, que tenha pena capital já estava no corredor da morte.
Sinceramente, é inacreditável o que essas duas monstras fizeram com um inocente. Não consigo imaginar o que se passa por uma mente doentia para se fazer isso. Me acho limitado espiritualmente para conseguir compreender o por que desses atos aqui na vida. Que esse anjinho esteja brincando e usufruindo das benesses do pai celestial.
DOIS MONSTROS DA PIOR ESPÉCIE!
35 ANOS DE CADEIA É POUCO, AINDA VAI TER DIREITO A PROGRESSÃO DA PENA COMO SUZANA QUE MATOU OS PAIS E TEM DIREITO ATÉ A SAIDINHA DO DIA DOS PAIS. ISSO PRECISA E DEVE MUDAR NO BRASIL! UM CRIME DESSE TEM QUE RECEBER PRISÃO PERPÉTUA! SEM DIREITO A PROGRESSÃO, NEM NENHUM OUTRO BENEFÍCIO PARA DIMINUIÇÃO DA PENA.
Meu DEUS! É muita crueldade! Essas criaturas não tem parte com DEUS! DÓI MUITO O MEU CORAÇÃO, PENSAR QUE ESSA CRIANÇA PODERIA TER OUTRA VIDA, EM OUTRO LUGAR E SER MUITO AMADO…JESUS!!
Policiais civis da Delegacia Especializada em Narcóticos (Denarc) deflagraram, na manhã desta quinta-feira (13), a Operação Eixo Leste, no bairro Rocas, na Zona Leste de Natal, que resultou na prisão de sete pessoas, das quais seis são suspeitas de envolvimento com o tráfico de drogas e um deles suspeito pelo crime de roubo. Durante a ação, os policiais cumpriram 12 mandados de busca e apreensão em residências e apreenderam drogas como crack, cocaína, maconha, munição, aparelhos de celular e objetos utilizados para o comércio de tráfico de drogas.
Seis pessoas foram detidas em flagrante delito pelo crime de tráfico de drogas: Franco de Almeida Vasconcelos, conhecido como Frank Oião, Amanda Natyhalia dos Santos Lucio, Josivan Clementino da Silva, Josineide Ferreira do Nascimento, Luan Nazareno da Silva e Jailson Batista de Souza. Durante a Operação, Clementino da Silva, conhecido como “Novinho”, foi preso em cumprimento a um mandado de prisão preventiva por ser suspeito pelo crime de roubo. Além das prisões, um homem foi detido e levado à delegacia por estar na posse de drogas para consumo pessoal e responderá a um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO).
A Polícia Civil pede que a população continue enviando informações de forma anônima, através do Disque Denúncia da Polícia Civil 181.
Av. Prudente de Morais com lâmina d’água no cruzamento com a Amintas Barros. Foto: STTU
A chuva persistente que cai em Natal nesta semana, especialmente, entre a noite dessa quarta-feira (12) e manhã de quinta-feira(13) vem causando transtornos. São vários os pontos de alagamento pelas ruas e avenidas da cidade. Entre os principais alertas da Secretaria de Mobilidade Urbana estão a Avenida da Integração, na Zona Sul, com o tráfego de veículos foi obstruído por causa da água que transbordou da lagoa de captação, próximo da marginal da BR-101. Na mesma região, lâminas d’água se formaram na Avenida Prudente de Morais, nos trechos que cruzam com as avenidas Nascimento de Castro e Amintas Barros.
Na Zona Leste, a STTU alerta para lâminas d’água também se formaram no cruzamento da Rua Silvio Pélico com a Rua Fonseca e Silva, no bairro Alecrim. Lá, a STTU também pede cautela e prudência aos motoristas.
Para evitar acidentes, a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (STTU) orienta a reduzir a velocidade e que o condutor ligue o farol baixo. Observar o meio-fio das calçadas ou dos canteiros também é uma dica importante para acompanhar os pontos de alagamento.
Foto 2: região da Ponte de Igapó/ foto 3: Ponto de alagamento na Av. Hermes da Fonseca, na altura da AABB, sentido Petrópolis
O juiz Pedro Cordeiro Júnior, da 1ª Vara da Fazenda Pública de Mossoró, condenou o Estado do Rio Grande do Norte e o Município de Mossoró a pagarem, solidariamente, a um casal o valor de R$ 50 mil, a título de danos morais, mais correção monetária e juros, em virtude da filha ter ir a óbito em decorrência da omissão dos entes públicos na prestação dos serviços de saúde em meados de 2013.
O falecimento ocorreu tendo em vista a ineficiência de atendimento e demora no fornecimento do leito de UTI para a criança, que na época tinha quatro anos de idade, de modo que prejudicou e intensificou a enfermidade da vítima. Este foi o motivo pelo qual os seus pais entendem ser cabível indenização por danos morais.
Por isso, o casal promoveu Ação Indenizatória por Danos Morais contra o Município de Mossoró e o Estado do Rio Grande do Norte, em razão de omissão do ente público na prestação do serviço de saúde, ante a ausência de leitos de UTI, o que causou a morte da filha deles.
O Município de Mossoró alegou não ser parte ilegitimidade para ser responsabilizado em juízo e defendeu que os danos suportados pela vítima não foram ocasionados por conduta do ente público, e sim por caso fortuito, rompendo o nexo de causalidade. Por isso, pediu pela improcedência do pedido inicial. O Estado do Rio Grande do Norte defendeu que deverá incidir a responsabilidade subjetiva, e diante da ausência de provas que apontem culpa estatal, deverá ser julgado improcedente o pedido.
Decisão
O juiz Pedro Cordeiro Júnior observou que, apesar da alegação do Município de Mossoró quanto a ilegitimidade para figurar no polo passivo da ação judicial, diante a quebra do nexo de causalidade entre a atuação estatal e o ocorrido, ele é legitimado para integrar o polo passivo. Assim, rejeitou tal alegação.
O magistrado verificou a ineficiência na prestação do serviço de saúde, principalmente quanto ao atendimento e disponibilização dos leitos de UTI, tendo em vista a demora na internação da vítima, que somente veio a ocorrer no dia posterior a solicitação.
E considerou o depoimento de um médico ouvido nos autos, que afirmou que, caso a internação na Unidade de Terapia Intensiva tivesse ocorrido de forma mais célere, a vítima possuiria mais chances de sobreviver.
Segundo o juiz Pedro Cordeiro Júnior, apesar das alegações dos réus quanto ao estado gravíssimo de criança, é incabível que os entes públicos não tenham disponíveis leitos de UTI que atendam a todas as situações existentes, bem como que os servidores se neguem na prestação do serviço por ausência de médico com especialidade no caso.
“Por mais que o estado da vítima fosse gravíssimo, a mesma ainda estava viva e com possibilidade de tratamento, tanto que o médico indicou a transferência para a unidade de terapia intensiva, presumindo-se que o quadro poderia ser revertido em caso de atendimento adequado”, comentou.
Concluiu afirmando que, estando comprovada que a falta do atendimento emergencial suprimiu a possibilidade de que, uma vez assistido adequadamente tivesse a chance de superar o problema de saúde e sobreviver, não há como ocultar a responsabilidade dos entes estatais responsáveis pela prestação do serviço público omitido.
50 mil é o que vale a vida de uma criança.
Se alguém, por curiosidade, for atrás do valor que o Judiciário indeniza vida de vagabundo preso vai ver que é o dobro ou triplo.
Isso é uma vergonha. Infelizmente é mais uma prova da inversão de valores e da falta de contato com a realidade que abate o Judiciário.
A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal aceitou denúncia do Ministério Público, tornando réus três deputados federais e um senador do partido Progressistas (PP). Acusação: desvio de R$ 390 milhões no esquema do petrolão, portanto, mais um caso descoberto pela força-tarefa da Lava-Jato.
A decisão do STF, apertada, por três votos a dois, saiu na última terça-feira, 11 de junho de 2019. Pois o inquérito vem desde março de 2015.
A história é bem conhecida e começa com Paulo Roberto Costa, um dos primeiros operadores do petrolão a serem apanhados. Delatou, contou que era o representante do PP na diretoria da Petrobras, detalhou o esquema de desvio de dinheiro para ele mesmo e para políticos. Foi o primeiro delator da operação, chamado então de “delator bomba”, isso em 2014.
Foi preso, condenado, cumpriu parte da pena em Curitiba, passou para a domiciliar, está em casa.
Enquanto isso, os políticos denunciados, que têm o foro privilegiado, continuam no exercício do mandato e só agora tornaram-se réus.
Nessa mesma parte da história, tem um político já condenado, o ex-deputado Nelson Meurer, do PP, a uma pena de prisão de mais de 13 anos. Foi o primeiro parlamentar condenado pelo Supremo no âmbito da Operação Lava-Jato. E ainda está livre, graças aos inúmeros recursos no próprio STF.
Portanto, os quatro parlamentares, que se tornaram réus na última terça-feira, têm, claro, motivo de preocupação, mas não é uma sangria desatada. E quase escaparam. Dos cinco magistrados da Turma, dois votaram contra a denúncia, os ministros Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski. Para aceitar a denúncia, votaram Edson Fachin, Cármen Lúcia e o decano Celso de Mello.
É brutal a divergência dos votos. Gilmar Mendes disse que a denúncia do Ministério Público, e originária da Lava-Jato, era um amontoado de argumentos soltos e vazios. E foi para cima de Sergio Moro.
Já Celso de Mello, conhecido pelos seus votos longos, cuidadosos e detalhados, entendeu que a denúncia envolvia a atuação de “políticos que parecem desconhecer a República”. Considerou que o MP construiu um bom caso, com indícios relevantes de prática de crime.
Como esses dois votos podem ser tão distantes? Simples: o decano argumentou como magistrado. Já Gilmar Mendes simplesmente está em campanha para derrubar a Lava-Jato e o que chama de “Direito Penal de Curitiba”.
Eis o ponto. A Lava-Jato inovou na investigação, sempre coordenada, envolvendo Ministério Público, Polícia Federal, Receita Federal, Coaf e outros órgãos, utilizou instrumentos contemporâneos, como a delação premiada, e introduziu interpretações jurídicas. Tudo isso permitiu caracterizar e punir os crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha entre políticos e empresários.
Ou seja, o “Direito Penal de Curitiba” descobriu e apanhou um monstruoso assalto ao Estado que vinha sendo praticado há muitos e muitos anos.
O outro Direito Penal, o velho, o da corte brasiliense, simplesmente não viu nada disso.
Onde o velho Direito, chamado garantista, via “simples caixa dois”, uma simples infração eleitoral, o novo descobriu lavagem de dinheiro.
Um exemplo entre tantos.
A mudança começou no mensalão. Mas ninguém saberia o tamanho da corrupção sem a Lava-Jato.
Tudo isso para dizer que há, sim, uma campanha aberta contra a Lava-Jato. Fazem parte os corruptos já descobertos e os que temem ser apanhados; os políticos que estavam acostumados a se servir do poder; a esquerda que quer livrar Lula, o comandante da operação toda; a direita que quer a farra de volta.
E também estão nesse esforço advogados, por razões óbvias, e juízes. Por que juízes? Porque para muitos deles a Lava-Jato é a prova viva de quantos crimes deixaram passar ou não quiseram ver.
A divulgação das conversas Moro/Dallagnol faz parte disso. E o que tem ali é, sim, uma certa coordenação formal de trabalho. Legítima.
Não republicanas são as relações entre magistrados, advogados, políticos e réus, mantidas a festas e jantares e viagens na corte brasiliense.
E o pessoal do site Intercept não faz jornalismo. É pura militância.
o Lula não foi condenado sem provas… e as provas que ele apresentou eram falsas… parem de rezar este mantra e esta mentira.!!! Já basta o Partido que mentiu para toda a nação e o mundo….
O Lula foi condenado e preso sem provas e fruto de uma armação que rasgou direitos. É isso que os diálogos mostram. Na condenação, o próprio moro o condenado por "atos de ofício indeterminados". Agora está vindo à tona as provas da armação.
Eu juro que não consigo entender isso. O jornalista expõe coisas erradas e vocês ficam fazendo malabarismo para tentar encobrir. Teve um tempo que pensei que vocês cidadãos de bem realmente eram pela lei e qualquer pessoa que a infringisse deveria pagar pelos atos. Me enganei.
NESSE CASO A FRAUDE PARECE SER TÃO GRANDE E GROTESCA QUE A GLOBO NÃO ENTROU NA ROUBADA. A CADA FALA DO HACKER A SITUAÇÃO FICA PIOR PELAS ATITUDES ILEGAIS QUE PLANEJOU E TOMOU. A CADA REVELAÇÃO MONTADA, OS MEIOS ILEGAIS FICAM MAIS EVIDENTES E MOSTRA SER TUDO DESCONTEXTUALIZADO, FORJADO.
Ora, sigam o dinheiro. Quem financia o Blog intercept de esquerda? Quem é beneficiado com o crime praticado com associacao a este site? Porque uma clonagem que adultera provas de celular vale como prova agora? Porque nenhuma pericia pode ser feita em algo que foi adulterado…. por isso estao invertendo a lei pra beneficiar bandidos como o lula. A esquerda gosta de bandidos pelo visto. E parte do povo tb.
A lava jato prendeu algum inocente?
Só pegou figurão que antes da lava jato eram intocáveis foi um grande salto para a justiça do Brasil, o povo quer lá saber se para prender um bandido de milhões um promotor ligou p um juiz? Quer saber se o bandido tá preso. Agora se houver algo novo afirmando que algum condenado era inocente aí cai toda a lava jato.
A 2ª Vara da comarca de João Câmara condenou o ex-prefeito da cidade de Jandaíra, Fábio Magno Sabino Pinho Marinho, em processo de improbidade administrativa pela prática de nepotismo.
Conforme o conteúdo do processo, no ano de 2006 o Ministério Público fez recomendação em um inquérito civil, estabelecendo uma lista para exoneração “de todos os ocupantes de cargos em comissão ou funções de confiança que detivessem relação de parentesco consanguíneo ou por afinidade, em linha reta ou colateral, até o terceiro grau” que ocupavam cargos na prefeitura.
Entretanto, em junho de 2011 foi constatado novamente pelo Ministério Público a existência de uma extensa relação de protegidos, alguns dos quais já presentes naquela lista de 2006, ocupando cargos comissionados e funções gratificadas no Executivo municipal.
Na fundamentação da decisão, a juíza Maria Nivalda Neco Torquato levou em conta a lei de improbidade administrativa, considerando que houve, por parte do demandado, violação da Súmula Vinculante nº 13 do STF em razão da “nomeação de parentes consanguíneos colaterais de 2º grau e 3º grau para o exercício de cargo em comissão, mesmo sabendo da ilegalidade da conduta, tendo em vista que reiterou o ato em junho de 2011”.
Além disso, a juíza ressaltou, em relação ao ex-prefeito, que “restou caracterizada a ocorrência do dolo na sua conduta comissiva”. E que havia “claramente consciência sobre a ilicitude da prática do nepotismo, uma vez que mesmo já tendo sido previamente notificado o demandado sobre recomendação ministerial relativa a vedação de tal prática ainda assim procedeu à nomeação de 13 pessoas em condições ilícitas”.
Assim, para sancionar as condutas cometidas pelo demandado, a magistrada Nivalda Torquato fez referência ao artigo 12 da lei de improbidade administrativa, considerando que “na fixação das penas previstas nesta lei o juiz levará em conta a extensão do dano causado, assim como o proveito patrimonial obtido pelo agente”.
Dessa maneira, foi determinado na parte final da sentença o pagamento de multa civil de cinco vezes o valor da remuneração percebida atualmente pelo prefeito do Município de Jandaíra, bem como determinar a suspensão dos seus direitos políticos pelo prazo de três anos. Além disso, foi estabelecida a pena de proibição de contratar, receber benefícios ou incentivos creditícios do poder público, também pelo prazo de três anos.
(Ação Civil de Improbidade Administrativa nº 0002187-11.2012.8.20.0104) TJRN
A quina teve 170 apostas ganhadoras; cada uma levará R$ 27.678,48. Outros 9.781 apostadores acertaram a quadra; cada um receberá R$ 687,24.
O próximo concurso (2.160) será no sábado (15). O prêmio está acumulado em R$ 115 milhões.
Para apostar na Mega-Sena
As apostas podem ser feitas até as 19h (de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país ou pela internet. A aposta mínima custa R$ 3,50.
Probabilidades
A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, com preço de R$ 3,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.
Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 17.517,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa.
Uma consumidora de Natal será indenizada por danos morais no valor de R$ 3 mil, a ser paga de forma solidária pelas empresas Smiles e a TAP, pelos danos sofridos em virtude do cancelamento do voo com trecho Lisboa – Natal, fato que fez com que ela fosse reacomodada em voo com destino final Recife, fazendo-se necessária a aquisição de nova passagem aérea com destino Recife – Natal. O valor será corrigido monetariamente e acrescido de juros. A sentença é da juíza Arklenya Pereira, da 8ª Vara Cível da Comarca de Natal.
A consumidora ajuizou a ação judicial contra a Smiles Fidelidade S/A e a TAP – Transportes Aéreos Portugueses S/A afirmando que efetuou compra de passagem aérea com saída da cidade de Praga com destino à Natal sem escala ou conexão, marcada para 23 de setembro de 2017, às 18h25, na classe executiva.
Alegou que foi informada do cancelamento do voo, o qual seria substituído por um novo voo cinco horas após o planejado, às 23h40min, sem qualquer assistência. Relatou que o voo inicialmente adquirido tinha como destino final a cidade de Natal, todavia, o novo voo seguiu viagem para destino final em Recife, sem consulta prévia aos passageiros.
Em razão disso, ela disse que foi necessário comprar nova passagem com destino a Natal, o que somou um atraso de 11 horas, já que somente conseguiu chegar a Natal por volta das 9h do dia 24 de setembro de 2017.
Em razão disso, requereu a condenação dos réus ao pagamento de indenização por danos materiais no valor de R$ 600 em relação ao valor da passagem aérea com destino Recife – Natal, bem como pelo valor cobrado pela taxa de bagagem e pagamento de indenização por danos morais.
Empresa aérea
A TAP alegou que o voo com itinerário Lisboa – Natal foi cancelado por determinação do controle de tráfego aéreo devido a grande quantidade de voos existentes na mesma data e horário. Afirmou que realocou a passageira em voo que decolou no mesmo dia.
A empresa salientou que ofertou a consumidora duas opções a fim de que pudesse escolher a que melhor lhe atenderia, sendo uma delas com destino a Recife, o qual decolaria no mesmo dia, e outro para Natal, o qual decolaria no dia seguinte, optando-se por decolar no mesmo dia.
A companhia aérea lembrou que segue as normas internacionais de segurança e que as aeronaves somente podem decolar após a permissão do controle de tráfego. Defendeu a inexistência de danos materiais, porque foi a própria autora que escolheu o voo com destino final a Recife, bem como somente comprovou o desembolso do valor de R$ 525.
A Smiles S/A alegou não ter legitimidade para estar em juízo nesse caso e que já havia identificado com antecedência o cancelamento realizado pela TAP. Por isso, disse que diligenciou junto a Companhia Aérea a obtenção de voo de reacomodação, momento no qual a TAP disponibilizou novo voo de Lisboa para Recife e, mesmo não tendo sido ofertado o trecho completo, foi ofertado voo pela Gol com trecho Recife-Natal.
Defendeu que a passagem aérea com trecho Recife-Natal foi comprada com mais de um mês de antecedência. Argumentou que a alteração de horários do voo decorreu de conduta imputável apenas à companhia aérea, de forma que o programa de milhagem não detém ingerência sobre a malha aérea das cias parceiras. Disse que não pode realocar os clientes no voo que bem entender, já que não tem autonomia de escolha dos voos, sendo estes determinados pela companhia aérea operadora do voo original.
Decisão
Ao analisar o caso, a magistrada Arklenya Pereira rejeitou o pedido de danos materiais requerido pela autora, porque constatou que, mesmo sabendo que os danos materiais já haviam sido solicitados em outro processo, requereu a sua concessão. Em razão disso, reputou a autora como litigante de má-fé, e fixou multa de 5% sobre o valor da causa por ser proporcional e razoável.
Todavia, quanto ao cancelamento do voo, viu que é possível dizer que o serviço prestado pelas empresas foi defeituoso. Em que pesem as alegações delas de que não tem ingerência sobre a malha aérea e sobre a readequação da malha aérea promovida pelos controladores de voo, a juíza entendeu que elas não se enquadram dentro das hipóteses de excludentes de culpabilidade, sendo, em verdade, hipótese de caso fortuito interno que não as exime da responsabilidade.
“Na situação em análise, a parte autora sofreu danos morais indenizáveis, tendo em vista o cancelamento do voo, causando angústia e aflição no retorno à cidade natal”, concluiu.
Nove a cada dez homicídios ocorridos no Rio Grande do Norte este ano tiveram como vítimas, negros, de acordo com os dados oficiais da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesed). Em termos absolutos, esse perfil foi vítima de pelo menos 574 dos 646 homicídios registrados até a última terça-feira, 11 – há 15 casos em que a cor da pele foi ignorada. A estatística mostra que os homicídios do estado continuam com a mesma característica de 2017, revelado na última semana pelo Atlas da Violência de 2019.
Negros, segundo a classificação do IBGE, são os de cor parda e os pretos. Em 2017, um negro teve 5,8 mais possibilidade de morrer no Rio Grande do Norte do que um “não-negro” (entendidos na metodologia como “brancos, indígenas e amarelos”). Essa característica, entretanto, não é particular do estado, nem do ano, mas um fenômeno social do país. No Brasil, a possibilidade de morrer sendo negro foi 2,7 vezes maior do que sendo não-negro. “Constatamos em mais uma edição do Atlas da Violência a continuidade do processo de profunda desigualdade racial do país”, afirmam os pesquisadores no documento.
Há ainda duas outras características possíveis de serem definidas nos casos de homicídio, tanto em 2017 quanto em 2019: a maioria são contra jovens do sexo masculino. Os dados absolutos da Sesed mostram que 602 (93%) vítimas eram homens e 307 (47,5%) de 18 a 29 anos – a faixa etária mais letal. Com as características de cor, idade e sexo, se identifica o perfil das vítimas de homicídio no Rio Grande do Norte: negros, jovens e homens.
Essa constatação, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), mostra “a ponta do iceberg de uma série de violações de direitos da juventude”. As vítimas fazem parte de uma população que não tem acesso à educação de qualidade, ao emprego, à cultura e à saúde, ficando vulneráveis ao crime. De acordo com delegados e promotores de todo país, que atuam na investigação sobre as facções criminosas, a maioria dos ‘faccionados’ são jovens.
Os pesquisadores do Atlas da Violência destacam que a morte precoce da juventude negra pode ter consequências no desenvolvimento econômico e social do Brasil. “A falta de oportunidades, que levava 23% dos jovens no país a não estarem estudando nem trabalhando em 2017, aliada à mortalidade precoce da juventude em consequências da violência, impõem severas consequências sobre o futuro da nação”, destaca o relatório.
Outra constatação feita durante a pesquisa é que existe uma falta de políticas públicas que levem em consideração os perfis de vulnerabilidade. Em relação ao Rio Grande do Norte, o Atlas ressalta a inexistência de estratégias “baseadas em métodos de gestão e evidências científicas”. Isso, entretanto, “tende a ser regra na maioria dos estados”. O foco das políticas públicas ainda se restringiriam à repressão. “Fica evidente a necessidade de que políticas de segurança e garantia de direitos devam, necessariamente, levar em conta tais diversidades, para que possam melhor focalizar seu público-alvo, de forma a promover mais segurança aos grupos mais vulneráveis”, afirma o Atlas.
Na verdade Adalberto, essa estatística de '9 em cada 10 são negros', é uma forma vigarista de enganar a sociedade. Eles computam todos os que não são literalmente brancos como negros e, dessa forma, manipulam as estatísticas.
Fazem isso, da mesma forma que manipulam as estatísticas dos menores infratores.
Afirmo, sem medo de errar que, a cada de 10 ocorrências envolvendo mais de dois suspeitos, cerca de 8 têm menores envolvido. Contudo, eles não computam pois atribuem toda ação criminosa para os adultos e, dessa forma, abaixam as estatísticas de crimes envolvendo adolescentes, tudo de caso pensado com intuito de preservar o ECA no que tange à redução da idade penal.
É fato. Existe um genocídio da população negra no país. Dissimulado, negado, mas real. Esses dados não são obra do acaso, mas de políticas de exclusão direcionadas à população negra. Os incautos, mal intencionados e insensíveis dirão que é mimimi , mas é um dado alarmante é vergonhoso para a civilização.
Os servidores públicos estaduais também reivindicam do governo do Estado o mesmo tratamento dado aos membros dos órgãos autônomos – reajuste salarial de 16,38%, vez que há pelo menos dez anos estão sem reposição dos índices inflacionários aos salários. Por conta disso, o Fórum Estadual dos Servidores já encaminhou aos sindicados pela realização de assembleias que deliberem, na primeira quinzena de julho, sobre indicativos de greves, caso o governo também não apresente um calendário de pagamento das folhas de julho até dezembro de 2019 e da quitação das folhas salariais em atraso – parte do 13° salário de 2017 e as folhas de novembro e dezembro e 13º de 2018.
Os servidores estavam frustrados porque a audiência que teriam com a governadora Fátima Bezerra (PT), na tarde de ontem, terminou sendo adiada, porque a chefe do Poder Executivo permanecia em Brasília, onde ela participou da reunião dos governadores que discutiu a reforma da previdência e aproveitou para visitar Ministérios em busca de recursos para o Rio Grande do Norte.
Representantes do Fórum dos Servidores foram ontem até a Governadoria e após um protesto dos dirigentes sindicais. Ficou marcada com o Gabinete Civil uma nova data para a audiência com a governadora para às 11 horas do dia 26. Policiais e bombeiros militares têm um indicativo de paralisação de suas atividades a partir das 8 horas desta segunda-feira (17). Ao invés dos praças se apresentarem nos quartéis, vão montar vigília em frente à Governadoria, no Centro Administrativo de Lagoa Nova, em protesto pelo não pagamento dos salários atrasados e falta de atualização salarial, que segundo o presidente da Associação dos Subtenentes e Sargentos Policiais e Bombeiros Militares do RN (ASSPMBMRN), Eliabe Marques, tem uma defasagem de 60,49%.
Além disso, Marques disse que os praças pedem o pagamento das promoções já efetivadas (abril, agosto e dezembro de 2018) e cobram a efetivação das promoções referente a 21 de abril e ainda a atualização dos níveis remuneratórios. “Temos ainda o pior salário inicial da Federação na carreira policial, e uma diferença extrema entre as demais forças de segurança”, diz ele.
As reuniões, são subsídios para reivindicar dos governantes, os atrasos salários , reposição com juros e correção monetária, foi assim, que o PT usou esse comportamento aos longos dos anos para chegar ao PODER e momento oportuno da GOVERNADORA, PROFESSORA FÁTIMA, cumprir com essas demandas.
As recentes invasões a celulares relatadas por juízes e procuradores poderiam ter sido evitadas com mecanismos de proteção e criptografia dos aparelhos desenvolvidos pelo Gabinete de Segurança Institucional ( GSI ), feito com tecnologia desenvolvida pela Agência Brasileira de Inteligência ( Abin ). É o que afirmam alguns“hackers” ouvidos pelo GLOBO e o GSI. O presidente, o vice-presidente e ministros de Estado possuem estes celulares protegidos à disposição, cabendo a eles optar pelo equipamento e operá-lo conforme suas necessidades funcionais.
O vazamento de supostos diálogos entre o ministro da Justiça, Sergio Moro, e o coordenador da força-tarefa da Lava-Jato, Deltan Dallagnol, tem provocado uma mudança de hábito no alto escalão do governo de Jair Bolsonaro. O presidente e integrantes do Executivo sempre preferiram usar aplicativos de mensagem, como WhatsApp e Telegram, para se comunicar e tratar até de assuntos confidenciais. Mas agora devem trocar os aparelhos pessoais pelos da Abin, que não dispõe dos aplicativos.No último dia 5, um hacker invadiu o celular de Moro. O site “The Intercept Brasil”, que divulgou as mensagens do ex-juiz com o procurador Dallagnol, afirmou ter recebido o material de uma fonte anônima dias antes desta invasão.
De acordo com os especialistas no assunto, as ameaças cibernéticas são crescentes, cada vez mais difíceis de serem controladas, e deveriam ser encaradas como uma questão de Estado e de segurança nacional.
— Nenhuma comunicação sensível governamental poderia ser realizada por aplicativos comerciais como Whatsapp e Telegram, por e-mail ou até mesmo usando linhas convencionais de telefonia fixa e móvel. No último caso, a rede de telefonia permite interceptações que podem ser ilegalmente realizadas por atores que tenham acesso às infraestruturas de comunicação — explica Guilherme Damasio Goulart, consultor em Direito da Tecnologia e Segurança da Informação na BrownPipe Consultoria.
Investigadores estão pessimistas quanto à possibilidade de sucesso da busca pelo responsável pelos ataques a celulares de autoridades vinculadas direta ou indiretamente à Operação Lava-Jato . A Polícia Federal abriu pelo menos oito inquéritos para investigar o caso: três em São Paulo, dois no Rio de Janeiro, um em Curitiba e pelo menos mais dois em Brasília, segundo disse ao GLOBO uma autoridade que acompanha os casos de perto.
Boa parte da estrutura da polícia voltada para investigação de crimes cibernéticos está mobilizada no caso. Um desses investigadores, no entanto, admite que são reais as chances de a polícia não identificar o autor ou autores dos ataques.
A explicação é que, em geral, ataques ousados como estes que aconteceram contra investigadores da Lava-Jato são cometidos por hackers experientes. Da mesma forma que sabem quebrar esquemas de segurança e invadir celulares de autoridades, eles conhecem também os meios adequados para apagar rastros A esperança dos policiais é se depararem, ao longo das investigações, com algum deslize, algum ato fora do roteiro original.
— Sem isso, é muito difícil chegar a solução de um crime. Temos tido essas dificuldades crimes cibernéticos. Alguns crimes de pedofilia, por exemplo, são descobertos porque o autor, em algum momento, deixou uma pista — afirma um experiente investigador.
US$ 250 MILHÕES: QUEM É O BILIONÁRIO DE ESQUERDA QUE FINANCIA GLENN GREENWALD E O THE INTERCEPT
Posted on 12/06/2019 AuthorMovimento Avança Brasil Comment(0)
No início de 2014 o jornalista americano Glenn Greenwald estava feliz da vida. Ele acabava de anunciar a criação do The Intercept, um site baseado nos Estados Unidos e pretensamente independente.
Greenwald havia obtido notoriedade mundial ao divulgar as histórias e arquivos do ex-funcionário da NSA e CIA, Edward Snowden, hoje asilado e protegido por Vladimir Putin na Rússia.
O The Intercept nascia como um dos primeiros filhos da New Look Media, a corporação bancada pelo bilionário Pierre Omidyar, dono do EBay, com aporte de US$ 250 milhões, o equivalente a 1 bilhão de reais.
Incrível, mas verdadeiro. Aporte de nada menos que US$ 250 milhões.
Os números constam em várias fontes, incluindo reportagem de 2014 do site G1 intitulada “Jornalista que denunciou espionagem da NSA lança site”.
Conforme o bilionário fundador, para “apoiar vozes independentes, do jornalismo investigativo destemido e do cinema documentário às artes, cultura, mídia e entretenimento”.
Omidyar tem 50 anos. É filho de iranianos que viviam na França, onde nasceu. Migrou com seus pais para os EUA nos anos 80. Foi um bom aluno e se formou em ciência da computação em 1988 em uma universidade de Massachusetts. Fundou nos anos 90 um site de leilões que rapidamente se tornaria o EBay, uma das maiores plataformas de vendas do mundo. Segundo a Forbes, está na posição 120 dentre os homens mais ricos do planeta, com fortuna pessoal de US$ 13,3 bilhões.
Atualmente vive no estado americano do Hawaii.
É conhecido nos Estados Unidos como um homem de esquerda que banca projetos de esquerda.
Segundo o Influence Watch, do think tank Capital Research Center, Omidyar “financia organizações de esquerda, incluindo projetos de jornalismo investigativo. Omidyar é um financiador da política de esquerda e deu US$ 100 mil para o NeverTrump PAC, um grupo que se opunha ao candidato presidencial republicano em 2016, Donald Trump”.
Em 2016, Glenn Greenwald, que após o sucesso decidiu morar no Rio de Janeiro, lançou a versão brasileira do The Intercept.
Assim como seu financiador, Glenn é de esquerda e tem ligações com membros proeminentes do PT e do PSOL, sendo sempre muito elogiado por eles. Na vida pessoal, é casado com David Miranda (PSOL), o suplente que virou deputado federal quando o verdadeiro eleito Jean Wyllys decidiu renunciar.
Há alguns dias, trabalhando com informações sigilosas roubadas de membros da Operação Lava Jato e, segundo ele entregues por uma “fonte anônima”, Glenn iniciou uma série de reportagens com objetivo de gerar comoção nacional e destruir o trabalho do juiz Sérgio Moro, dos procuradores, da Polícia Federal, etc.
Ninguém sabe ao certo se os dados roubados e usados como fonte jornalística são 100% verdadeiros. O próprio juiz Sérgio Moro, hoje ministro da Justiça, reconheceu em entrevista que não há nada grave nos diálogos divulgados entre ele e membros da operação, mas que não pode confirmar se são verídicos, visto que ocorreram entre 2015 a 2017.
Fato é que se Glenn Greenwald tiver sucesso em seus objetivos sombrios, o que até agora parece improvável, a festa não será apenas na carceragem da Polícia Federal em Curitiba, onde Lula está preso condenado por diversos crimes.
A festa não será apenas nas sedes do PT, PSOL e demais partidos de esquerda.
A festa não será apenas da maior e mais corrupta e articulada Organização Criminosa que já assaltou o Brasil.
A festa será também no Hawaii.
Por Diego Casagrande (PORTO ALEGRE, 1972) É UM JORNALISTA, RADIALISTA, ESCRITOR, CRONISTA E PALESTRANTE BRASILEIRO.
Ainda tem gente acreditando nessa história de hacker? Vocês acham que o anti-herói dos Bolsominions estaria com quase cinco anos de conversas gravadas em seu aparelho de celular? Vaidoso do jeito que é, já deve ter trocado de aparelho umas três vezes! Os crimes que ele praticou no exercício da magistratura agora virão á tona. Ele achava que o conluio com o Dallagnol e outros jamais seria descoberto! Só que ele se esqueceu de combinar com os russos! kkkkkkk!
O relator da reforma da Previdência na Comissão Especial da Câmara, deputado Samuel Moreira (PSDB-SP), vai ler nesta quinta-feira seu parecer. Entre as mudanças na proposta original enviada pelo presidenteJair Bolsonaro , Moreira retirou os estados e municípios do texto da reforma após reunião com líderes partidários.
O relator também não excluiu do texto a proposta de implementação da capitalização (na qual o trabalhador contribui para uma poupança que vai financiar a sua aposentadoria no futuro).
Nas mensagens trocadas entre Sérgio Moro e Deltan Dallagnol publicadas até aqui está um bom resumo da Lava Jato. É a frase atribuída ao então juiz Sérgio Moro na qual ele, dirigindo-se ao procurador Deltan Dallagnol, duvida da capacidade das instituições brasileiras de lidar com a corrupção do sistema político.
A força-tarefa de Curitiba é um acontecimento relativamente recente, mas tem décadas a convicção que personagens como Moro e Dallagnol exibem da sociedade brasileira como hipossuficiente, isto é, incapaz de se defender sozinha, especialmente frente à esfera da política. Esse é também o ponto de partida para a compreensão que procuradores têm de si mesmos como “agentes políticos da lei”.
O que explica a extraordinária popularidade da Lava Jato não são esses velhos e conhecidos postulados ideológicos, mas, sim, o fato de uma imensa parcela da população ter encontrado nas ações da força-tarefa a expressão de seu profundo descontentamento com um “sistema”, sobretudo o político, encarado como principal obstáculo ao progresso dos indivíduos e do País.
A face nos últimos tempos mais identificada com o “sistema” era o PT, entre tantas siglas políticas que procuradores e juízes identificam como predadores de uma sociedade indefesa. Daí ter sido esse partido um de seus principais alvos, mas de forma alguma o único. O fato central é que o “lavajatismo” não considera o sistema político capaz de se regenerar, nem os poderes políticos (sobretudo o Legislativo).
A “tutela” exercida pelos integrantes da Lava Jato sobre uma sociedade civil entendida por eles como fraca e indefesa foi entusiasticamente aceita e se traduziu em grande medida na onda que arrasou o PT, e quase toda a política, com a colaboração de setores dominantes da mídia também. Convencidos desde o início de que enfrentariam uma formidável reação do “sistema”, especialmente dentro do Judiciário, os expoentes da Lava Jato claramente subordinaram meios legais aos fins – políticos num sentido amplo.
Assumiram que seria necessária a utilização excepcional de instrumentos de investigação e coerção, esticados até a margem da lei, para lidar com um adversário enraizado nas principais instituições. A maioria da sociedade brasileira concordou com isso e deu expressão eleitoral (na figura de Jair Bolsonaro) à noção de que era necessário “limpar” o PT e o “sistema”, ainda que se tivesse de fechar os olhos para eventuais “abusos” ou “escorregadas” por parte da Lava Jato.
Muita gente (muita mesmo) pensa que garantias legais e preceitos constitucionais e também a frase “não se deve combater crimes cometendo crimes” importam menos diante do grau de roubalheira, bandidagem, cinismo, irresponsabilidade dos dirigentes políticos e seus comparsas do mundo empresarial no “sistema”, conduzido mais recentemente pelo lulopetismo.
A revelação dos diálogos particulares entre Moro e Dallagnol enfureceu não só juristas, indignados com o que se configura óbvia violação de princípios pelos quais magistrados deveriam pautar suas condutas. Mas as consequências políticas estão sendo o contrário do que pessoas fiéis a princípios poderiam esperar com a grave denúncia de comportamento parcial ou de ativismo político por parte de integrantes da Lava Jato.
Quem calcula a “desmoralização” da Lava Jato provavelmente verá o contrário. Pode-se gostar disso ou não, mas na luta política brasileira já faz bastante tempo que princípios foram mandados às favas. Não sabemos ainda é com quais vamos tentar construir o futuro.
Até agora o que foi revelado, para uma pessoa que possui um pouco de senso, não desabona em nada as autoridades que foram individualmente violadas em seu sigilo profissional. Pelo contrário, parece educador, muito diferente das demais tramoias envolvendo o dinheiro público que já estamos cansados de relembrar. Não há propina, dinheiro, nem nenhum palavrão! Mas para o corrupto há tudo, estamos vendo isso agora.
Quando Alexandre de Moraes foi indicado ao STF, participou, dias antes da sabatina, de um rega-bofe numa lancha ancorada no Lago Paranoá, convidado por vários senadores envolvidos em denúncias, os quais, ao mesmo tempo, tinham o poder de questionar ou barrar a indicação dele para o tribunal. Isso foi publicado mas não houve qualquer alarde sobre tamanho descaramento.
Deputados e senadores podem jantar com ministros do STF e ter acesso aos seus gabinetes livremente. Advogados tem acesso aos gabinetes de juízes livremente também. Mas, promotores e juízes são obrigados a ficarem incomunicáveis por causa de uma ideologia impregnada não só na imprensa brasileira, mas na OAB, em parte da classe artística, sindicatos e determinados cursos acadêmicos.
Força Lava Jato! Lugar de corrupto é na cadeia!
O apoio as ações criminosas da lava jato, tem o mesmo sentimento e justificativa do apoio aos grupos de extermínio e milicianos. Um crime para justificar outro. Em alguns casos, um crime para eliminar adversários. É a barbárie de volta.
Amigos Marta e igual a Neymar, não joga nada na seleção.