As delações firmadas pela PGR renderam quase R$ 1 bilhão aos cofres públicos em cinco anos.
De 2014 até hoje, diz O Globo, foram contabilizados R$ 980 milhões em multas e outras penas aplicadas aos colaboradores.
O ANTAGONISTA
As delações firmadas pela PGR renderam quase R$ 1 bilhão aos cofres públicos em cinco anos.
De 2014 até hoje, diz O Globo, foram contabilizados R$ 980 milhões em multas e outras penas aplicadas aos colaboradores.
O ANTAGONISTA

A Faculdade de Odontologia de Piracicaba (FOP), da Universidade de Campinas (Unicamp), lamentou a morte do dentista e estudante de pós-graduação Pedro Augusto Bulhões Curioso, de 37 anos, após um acidente na noite de sábado (18).
Pedro é filho do médico Ricardo Curioso, que há anos se dedica a Liga Norte-riograndense Contra o Câncer, sendo uma referência no setor no Rio Grande do Norte.
Em nota enviada na tarde deste domingo (19), a FOP informou que o dentista era aluno de doutorado na área de Patologia e que o corpo dele será velado e enterrado em Natal (RN), cidade em que nasceu, segundo divulgou o portal G1 de Piracicaba.
“A Faculdade de Odontologia de Piracicaba (FOP) da Unicamp se solidariza com os familiares e amigos do aluno da área e Patologia, Pedro Augusto Bulhões Curioso, que faleceu na noite do dia 18 de maio, em acidente automobilístico”, manifestou a faculdade.
GRANDE PONTO
Conheci Pedro anida minino,soube hoje de sua partida tão rápida. Fiquei muito comovida, mando meu abraço pra Dr Ricardo e Dra Eulina, tenho um apreço grande pelos os dois Deus saberá como dar o conforto para eles superar tamanha saudade.
Só Deus pra entender e confortar essa perda de um filho , Dr Ricardo Curioso pessoa de um respeito e profissional exemplar, Natal perde também com um profissional seu filho, que foi tentar ser especializar e fazer o seu melhor em conhecimento , Deus conforte sua família…
As mãos que já amenizaram tantos sofrimentos e salvaram milhares de pacientes, hoje recebem um aperto de solidariedade pela morte do filho Pedro, por ele muito bem encaminhado na vida. O Médico Ricardo Curioso – que também atuou no jornalismo nos anos 70 – sente o peso da notícia que durante toda a vida age com dedicação para não dar às famílias dos seus pacientes. A vida tem dessas curvas. Inexplicáveis, mas tem.
O sexo é um exercício que, além de proporcionar prazer, queima uma quantidade considerável de calorias. Porém, agora é a vez de um aplicativo confirmar com números o gasto energético durante a relação sexual.
A calculadora analisa os dados do casal, como idade e peso, em conjunto com os hábitos sexuais na intimidade, dá a medida exata de calorias queimadas durante o ato sexual. O resultado, que distingue cada um dos participantes do ato, é apresentado de acordo com o tempo total da ação, somado os minutos gastos em cada posição.
Adicionalmente, o aplicativo revela ainda exercícios equivalentes a uma sessão de sexo, além de alguns alimentos, tal como as suas quantidades, semelhantes em termos de calorias gastas.
De acordo com exemplos fornecidos pelo Sexercise, uma sessão de sexo de 80 minutos, considerada ‘intensa’, queima 290 calorias para o homem, o que equivale a 40 minutos de natação, por exemplo.
O aplicativo Sexercise, formulado por uma companhia britânica, divulga também exercícios e alimentos equivalentes ao ato sexual.
NOTÍCIAS AO MINUTO
O Orçamento passará por um novo desafio na próxima quarta-feira (22). Em meio à desaceleração econômica, a Secretaria Especial de Fazenda do Ministério da Economia anunciará mais um contingenciamento (bloqueio temporário de verbas) na nova edição do Relatório Bimestral de Receitas e Despesas.
Publicado a cada dois meses, o relatório traz as atualizações das estimativas oficiais para a economia brasileira e o impacto dela nas previsões de receitas e despesas. Com base nas receitas, o governo revisa as despesas para garantir o cumprimento da meta de déficit primário (resultado negativo das contas do governo excluindo os juros da dívida pública) de R$ 139 bilhões e do teto de gastos federais.
Na última semana, o governo recebeu diversos sinais amarelos em relação à economia. O Boletim Focus, pesquisa com instituições financeiras divulgada pelo Banco Central (BC), indicou que o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas no país) fechará o ano em 1,45%. A previsão deve baixar no próximo boletim, a ser divulgado na segunda-feira (20).
Outro alerta foi dado pelo Índice de Atividade Econômica (IBC-Br) do Banco Central, que funciona como uma prévia do PIB. Famoso por antecipar tendências da economia, o indicador fechou o primeiro trimestre com queda de 0,68% em dados dessazonalizados (que desconsideram as oscilações típicas de determinadas épocas do ano).
A desaceleração da economia reduz a arrecadação de tributos, impactando a receita do governo. A queda de receita deve ser parcialmente neutralizada pela alta no preço internacional do petróleo, que está no maior nível em sete meses. Em audiência pública na Comissão Mista de Orçamento na última terça-feira (14), o secretário especial de Fazenda, Waldery Rodrigues, confirmou que o próximo relatório terá bloqueios adicionais de verbas.
No fim de março, a Secretaria Especial de Fazenda tinha anunciado o contingenciamento de quase R$ 30 bilhões do Orçamento. De lá para cá, o volume total bloqueado não foi alterado, mas o governo fez remanejamentos que retiraram recursos da educação e desencadearam uma onda de protestos na última quarta-feira (15) pela manutenção das verbas.
Pela lei, somente despesas discricionárias (não obrigatórias) podem ser contingenciadas. O volume de contingenciamento, no entanto, pode ser parcialmente reduzido se a equipe econômica reestimar reduções de gastos obrigatórios, geralmente reservas para cumprimento de decisões judiciais ou de gastos com o funcionalismo.
Com informações da Agência Brasil
É só do congresso. Não temos presidente, apesar de Paulo Guedes ser bom no que se propõe a fazer.
Essa crise é do congresso, tem que votar a autorização pra o governo suplementar verbas. Porquê se ficar gastando o que não tem, poderiam entra com impeachment. Aonde vamos chegar. Congresso só vota se o governo liberar o roubo do dinheiro público. Cobrem de seus deputados!
O presidente Jair Bolsonaro decidiu fazer uma ofensiva em território quase todo comandado por governadores da oposição. Na semana seguinte aos maiores protestos de rua contra seu governo, Bolsonaro fará a primeira viagem oficial ao Nordeste, para entregar casas populares e anunciar mais verbas para obras de infraestrutura. É nessa região que o presidente registra as piores avaliações – para 40% dos nordestinos, o governo é ruim ou péssimo, conforme o Ibope.
O roteiro tomará toda a sexta-feira. Em Petrolina (PE), Bolsonaro vai entregar um conjunto habitacional do programa Minha Casa Minha Vida. Em Recife (PE), deverá anunciar um acréscimo de R$ 2,1 bilhões ao Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste, a ser usado em obras de infraestrutura. Ao todo, o fundo passará a ter R$ 25,8 bilhões em 2019.
Oficialmente, a viagem marcará o lançamento do Plano Regional de Desenvolvimento do Nordeste (PRDNE), elaborado pela primeira vez, no âmbito da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene). O presidente vai ser reunir, no Instituto Ricardo Brennand, complexo cultural da capital pernambucana, com 11 governadores. Todos da região confirmaram presença – Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe. Além deles, irão os governadores de Minas Gerais e Espírito Santo, abrangendo parte do Sudene. Parlamentares nordestinos, que cobravam a ida do presidente à região, também estão sendo convidados.
Na primeira entrevista após assumir o cargo, Bolsonaro disse que os governadores nordestinos não deveriam pedir dinheiro a ele. “Não venham pedir nada para mim, porque não sou presidente. O presidente está lá em Curitiba”, disse ele, em referência ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, condenado e preso na Lava Jato. Bolsonaro, porém, argumentou que não abriria uma guerra política para não prejudicar os eleitores. “Não posso fazer uma guerra com governador do Nordeste atrapalhando a população. O homem mais sofrido do Brasil está na região Nordeste. Vamos mergulhar para resolver muitos problemas do Nordeste.”
A viagem de Bolsonaro foi precedida de encontros com esses governadores. Em uma reunião recente em Brasília, ministros palacianos apelaram por mais apoio à reforma da Previdência. Argumentaram que, apesar das diferenças políticas, não era mais tempo de “palanque”.
O que ele prometeu vai fazer vim ao Nordeste para bens seja bem vindo
Vem só falar besteira, kkkkkkkk
Seja bem vindo presidente!!!
Tenha peito e fale aqui no NORDESTE.
O projeto exister, mas $ó que o$ cheiro$o$ congre$$i$ta não votam, o pre$idente da ca$a botou a bundona em cima, $equer bota em votação, diz que tem que conver$ar primeiro, tá faltando articulação. Kkķkk
É triste.
ma$ e$$a é a realidade.
Sem tarifa mensal e sem exigir que o cliente se desloque até uma agência nem mesmo para abrir a conta corrente, as contas digitais têm ganhado espaço no mercado brasileiro. Com taxas mais baixas para serviços que não estão no pacote contratado, grandes e pequenos bancos também aumentaram a competição para atrair clientes dessa categoria que antes eram fisgados inicialmente por fintechs, as startups do setor financeiro. Embora a cesta de serviços, em geral, seja reduzida, os direitos desses clientes são os mesmos dos que possuem contas tradicionais.
Para quem faz poucas transações, a vantagem financeira é clara: as contas digitais podem sair por até metade do preço das tradicionais, de acordo com levantamento feito pelo professor Joelson Sampaio, coordenador do curso de Economia da Fundação Getúlio Vargas em São Paulo (EESP/FGV).
Em média, o cliente de contas tradicionais paga R$ 180 por ano apenas para manter a conta corrente funcionando, sem contar as taxas cobradas quando se extrapola a lista de operações do pacote mensal. Na conta tradicional, além da tarifa média de R$ 15 por mês, as instituições financeiras costumam cobrar um valor médio de R$ 7 por operação para fazer mais de cinco transferências bancárias no período.
As contas digitais, em geral, não cobram tarifa de manutenção, mas têm um limite menor para transações gratuitas, que varia de instituição para instituição e fica na média de dois saques e duas transferências no mês, de acordo com Sampaio, da FGV. Quando se extrapola essa média, o cliente paga em torno de R$ 6 em saques adicionais e R$ 3 para DOCs e TEDs extras.
A popularidade das movimentações online pode ser notada na quantidade de contas correntes, digitais ou tradicionais, que foram abertas por meios eletrônicos. De acordo com dados da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), foram abertas pelo celular 2,5 milhões de contas em 2018 ante 1,6 milhão no ano anterior. Pelo computador, foram abertas 434 mil contas no ano passado, bem acima das 26 mil de 2017.
Da mesma forma que as contas tradicionais, a digital é regulada pelo Banco Central – a diferença fica no tamanho da cesta de serviços oferecida aos clientes.
As regras são diferentes, porém, para as contas de pagamentos de fintechs que não têm autorização para fazer negociações com o dinheiro dos clientes. Essas instituições não podem, por exemplo, emprestar para outros bancos ou fazer investimentos para obter lucro. O BC determina que elas mantenham os depósitos separados de outros ativos da empresa, podendo apenas aplicá-los em títulos do governo.
Para o cliente, o importante é ficar atento aos detalhes do produto: algumas dessas contas já foram desenvolvidas para o uso do cartão de débito, saques e transferências para outros bancos. Outras ainda não comportam todos esses serviços.
Exemplo de conta de pagamento, a NuConta, da Nubank, tem a função de débito desde dezembro. A fintech tem mais de 4,8 milhões de clientes no Brasil – desde que ganhou esse novo serviço, mais de 2 milhões de pessoas aderiram à NuConta. Do total de 1,2 milhão de pessoas que pediram acesso à nova funcionalidade, 900 mil já receberam o convite para utilizá-la.
ESTADÃO CONTEÚDO
O Ministério do Meio Ambiente voltou atrás e informou que vai apoiar a realização da Convenção das Organizações das Nações Unidas (ONU) sobre Mudanças Climáticas (UNFCCC), marcada para agosto, em Salvador (BA). O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, divulgou neste domingo, 19, nota oficial sobre a decisão em seu perfil na rede social Twitter.
O evento, entre os dias 19 e 23 de agosto, é um dos que acontecem de forma preparatória antes da Conferência do Clima da ONU (COP 25), marcada para dezembro, em Santiago, no Chile. No ano passado, depois que foi eleito e antes de assumir oficialmente o cargo, o presidente Jair Bolsonaro determinou que o Brasil desistisse de disputar a sede do evento. A justificativa era a de que o País não poderia arcar com os custos da realização do evento, de R$ 500 milhões.
Na época, Bolsonaro declarou ainda ser contra algumas propostas discutidas na conferência que, em sua avaliação, ameaçavam a soberania brasileira sobre a Amazônia, como a suposta criação do corredor de preservação ecológica e cultural Triplo A, área de preservação que iria dos Andes até o Oceano Atlântico, que nunca foi tema da COP.
Depois de desistir de disputar a sede da COP 25, o Ministério do Meio Ambiente mandou a prefeitura de Salvador cancelar a realização do evento preparatório. Ao explicar a decisão, o ministro Ricardo afirmou que “não fazia sentido” o Brasil sediar um encontro para preparar a COP 25, uma vez que a conferência não iria acontecer no País. Salles chegou a dizer que manter o encontro em Salvador seria uma “oportunidade” apenas para a “turma fazer turismo em Salvador” e “comer acarajé”.
Após as declarações de Salles, o prefeito de Salvador, ACM Neto, disse, por meio da rede social Twitter, que a prefeitura da capital baiana tinha todo o interesse em sediar a convenção preparatória, independentemente de o Brasil não sediar a COP 25. A realização do evento havia sido confirmada no ano passado, ainda no governo Michel Temer.
“Pedi ao secretário André Fraga (secretário municipal de Cidade Sustentável e Inovação) para conversar com os representantes do evento na ONU e ver a possibilidade de mantê-lo em Salvador. A prefeitura não vai medir esforços para que este evento de repercussão mundial aconteça na primeira capital do Brasil”, publicou ACM Neto, no dia 14 de maio. Na sexta-feira, 17, a Frente Nacional de Prefeitos (FNP) solicitou o apoio do governo federal à realização do evento.
Ainda bem que prevaleceu o bom senso. Consertou antes que o estrago ocorresse. Parabéns, Bolsonaro.
Esse governo vai cair por corrupção. Deus me revelou que esse governo está cheio de pecado, a começar pela famílicia bozonaro. Quem tem 5 filhos com 3 mulheres diferentes comete adultério, diz a palavra de Deus.
IMPRESSIONANTE como TODO PETISTA sabe o que vai acontecer no futuro e não vê e admite TODA ROUBALHEIRA, devidamente comprovada, feita por eles entre 2003 a 2016 que levou o país a MAIOR CRISE ECONÔMICA já registrada e a pior inversão de valores morais e éticos de sua história. Precisa listar os nomes da turma do PT condenada ou presa???
Se assim fosse, o Nove Dedos deveria ser fuzilado no paredão. Kkkkk
Diga os números da sena? Kkkkkk
OiRETROSPECTIVA
1985 Sarney
1986 Sarney
1987 Sarney
1988 Sarney
1989 Sarney
1990 Collor
1991 Collor
1992 Collor-Itamar
1993 Itamar
1994 Itamar
1995 FHC
1996 FHC
1997 FHC
1998 FHC
1999 FHC
2000 FHC
2001 FHC
2002 FHC
2003 Lula
2004 Lula
2005 Lula
2006 Lula
2007 Lula
2008 Lula
2009 Lula
2010 Lula
2011 Dilma
2012 Dilma
2013 Dilma
2014 Dilma
2015 Dilma
2016 Dilma
2017 Temer
2018 Temer
2019 Bolsonaro – janeiro a maio.
O País tá ruim, é por culpa desse último???
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), recebeu um telefonema na quinta-feira passada, poucas horas depois de voltar dos Estados Unidos, que traduziu a temperatura política de Brasília. “Se você ficasse mais uma semana fora, a vaca ia para o brejo. Ninguém quer votar mais nada”, disse a ele o deputado Paulo Pereira da Silva (SP), chefe do Solidariedade, resumindo o mau humor do Centrão com o Palácio do Planalto.
Maia respondeu que a agenda econômica precisava ser votada. Naquela mesma manhã, porém, ele recebeu na residência oficial outros deputados do mesmo grupo, que não só reclamaram da falta de interlocução com a equipe do presidente Jair Bolsonaro como disseram ser preciso “reformar a reforma’’ da Previdência e apresentar uma proposta alternativa. Uma das ideias em discussão é tirar os Estados das mudanças na aposentadoria, para mostrar quem manda na Casa. Com a desarticulação do governo, o Centrão tenta, cada vez mais, ditar a pauta no Congresso.
O clima piorou na sexta, quando Bolsonaro compartilhou pelo WhatsApp uma mensagem de “autor desconhecido” com fortes críticas ao Legislativo, dizendo que o Brasil é “ingovernável” fora de conchavos promovidos por “corporações” instaladas nos três Poderes. O texto causou revolta e, nos bastidores, foi classificado por deputados como uma “provocação”, que deve ter “troco”.
Visto como fiador da estabilidade em qualquer governo, da direita à esquerda, o Centrão se notabilizou, nesta temporada, por fustigar Bolsonaro e impor derrotas em série ao governo. Na prática, nada anda na Câmara sem o aval desses partidos com espectro de centro, centro-direita e direita que, muitas vezes, fazem dobradinha com a oposição.
Agora, por exemplo, a maioria do grupo – que reúne cerca de 230 dos 513 deputados – só concorda em aprovar a Medida Provisória da reforma administrativa se o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) ficar fora da alçada do ministro da Justiça, Sérgio Moro.
A “providência” para escantear o ex-juiz da Lava Jato já foi tomada pela comissão mista do Congresso, mas ainda pode ser revertida em plenário. A MP diminui o número de ministérios de 29 para 22 e expira em 3 de junho. Se não receber sinal verde do Congresso até essa data, as fusões de ministérios serão desfeitas e o governo poderá ter de recriar até dez pastas.
“Eu já vi governo com bom diálogo, como o do ex-presidente Lula, votar 30 MPs em um dia. É que a base do governo Bolsonaro está desorganizada, mas dá para votar, sim”, disse Maia.
A estratégia que emparedou Moro foi definida na casa de Maia, no início do mês, em reunião do núcleo duro do Centrão, formado por DEM, PP, PR, PRB e Solidariedade. O encontro ocorreu seis dias após Paulinho da Força dizer no palanque, em um ato pelo Dia do Trabalho, que era preciso “desidratar” a reforma da Previdência para impedir a reeleição de Bolsonaro.
“Você quase derruba a República, rapaz!”, afirmou o deputado Wellington Roberto (PB), líder do PR, dirigindo-se a Paulinho. “Vamos trancar você, no ano que vem, no dia 30 de abril e só soltar em 2 de maio”, completou Maia. Todos riram.
Em seu terceiro mandato como presidente da Câmara, Maia se tornou o principal articulador do Centrão, mas nem sempre concorda com o grupo – no caso da Previdência, por exemplo, ele diverge da proposta de reforma alternativa. O deputado teve o apoio do bloco, de “agregados” do PSDB e de parte da oposição para se reeleger, em fevereiro, além do respaldo do próprio PSL de Bolsonaro, hoje o único partido da base aliada.
A pedido do presidente, Maia indicou Alexandre Baldy (PP), secretário dos Transportes Metropolitanos de São Paulo, para comandar o Ministério das Cidades, se a pasta for mesmo recriada. A indicação, porém, contrariou uma ala do Centrão.
ESTADÃO CONTEÚDO
Vamos deixar de confusão e vamos aprovar a reforma tudo melhora
Por "Governo desarticulado" entende-se NÃO CEDER às chantagens de corruptos.
Quem manda no brasil e o CENTÃO É O STF
ainda acho que seria melhor o exercito tomar conta dessa zona e mandar estes bandidos para gaiola, fazerem companhia para o chefe da organização
Pra votar o que precisa ser feito no País, não precisa de ARTICULAÇÃO, essa palavra no fundo, no fundo se traduz em troca de favores, o famoso toma lá dá cá. É por isso que o presidente disse a frase, " sem a sociedade o país se torna ingovernável" ou seja, o povo tem que precionar esses FDP cumilões de DINHEIRO público, marque aí nos Estados, quem é o parlamentar que faz parte dessas cachorradas. Fora os deputados do centrão.
Essa chamada era melhor: o povo desarticulado fazem os ladrões do congresso aumentar o caos financeiro e o desemprego, e não votam projetos que tentem barrar a violência e a corrupção. Enfim mostram pra que estão ali.
O que faz o governo e o povo perder no congresso, são os que estão ali pra roubar e não serem punidos, por isso querem que voltem os números exagerado de ministério pra poder assaltar os cofres públicos sem freios, e as despesas públicas estourarem. Ao mesmo tempo que não votam o projeto anti crime do Moro, pois querem continuar sem controle da justiça, ao mesmo tempo com lei ineficientes pra Gilmar Mendes continuar soltando ladrões no STF. Essa é a única pauta do central, o povo que exploda. A mascara do congresso caiu, vamos derrubá-los, a nação não merece esse congresso insensível ao sofrimento do povo.

O líder do governo na Câmara, major Vitor Hugo (PSL-GO), minimizou neste domingo (19) as alterações que podem ocorrer no texto da reforma da Previdência. Para ele, é natural que haja iniciativas de mudanças mas o governo vai batalhar para manter a essência da proposta da área econômica.
“O texto é complexo e é natural que se apresente um substitutivo já que qualquer pequena modificação pode obrigar a adaptação de toda proposta”, disse major Vitor Hugo. “Vamos dialogar para que se mantenha o texto encaminhado pelo governo, a sua essência”, afirmou o parlamentar.
O presidente da Comissão especial da Câmara que analisa a proposta de reforma, Marcelo Ramos (PR-AM), disse na sexta (17) que os líderes partidários podem apresentar uma proposta própria de alteração das regras previdenciárias.
Major Vitor Hugo chegou no Palácio do Alvorada, residência oficial do presidente, por volta de 9h20 deste domingo para falar com o presidente. Ele também minimizou o impacto no Congresso da mensagem distribuída pelo presidente Jair Bolsonaro na qual ele diz que o país é ingovernável.
O deputado diz não acreditar que haverá reflexos negativos para as discussões da reforma da Previdência. Para ele, o texto compartilhado foi “só uma avaliação” do presidente.
“É só uma avaliação, não acredito em impacto. Vamos continuar trabalhando para aproximar ainda mais o governo do Congresso”, disse.
Nesta sexta-feira (17), Bolsonaro mandou em grupos de WhatsApp um texto que fala sobre as dificuldades de seu mandato dizendo que o Brasil “é ingovernável” sem os “conchavos” que ele se recusa a fazer. A mensagem diz que o mandatário estaria impedido de atuar por não concordar com os interesses das corporações. O compartilhamento elevou a tensão do governo.
Dois dias após parlamentares anunciarem a apresentação de um texto alternativo à proposta do governo para a reforma da Previdência, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), recebeu o secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho e o relator da reforma na comissão, Samuel Moreira (PSDB-SP).
Segundo Maia, a reunião já estava marcada e eles não discutiram “nada demais”.
Articuladores da comissão especial que analisa a reforma na Câmara dizem que, diante da fragilidade do governo, o Congresso resolveu assumir o protagonismo da principal bandeira de Bolsonaro.
No entanto, eles dizem que não se trata de descartar o texto do governo para apresentar uma nova proposta.
Segundo relatos de integrantes da comissão, deputados têm encontrado dificuldade pra coletar as assinaturas necessárias para que apresentem emendas com alterações ao texto.
Diante deste cenário, a cúpula do colegido resolveu adiar o prazo para apresentação de emendas, que terminaria nesta quinta-feira (23), em uma semana.
Além disso, aqueles que não conseguirem apoio suficiente poderão encaminhar sugestões de mudanças para o relator da reforma. Se concordar, ele pode acatar a alteração como se fosse dele.
Segundo Marinho, a reunião foi tranquila e o relator está trabalhando para apresentar seu parecer na primeira semana de junho, após audiências.
“O relator [está] fazendo sua parte de ouvir para tomar decisões na construção de seu relatório”, disse Marinho.
O secretário também afirmou ver como natural a apresentação de emendas e a dilatação de prazo que sejam apresentadas.
Trabalhar pra lascar o povo….!!! Bom, muito bom!!!! Até os militares estão insatisfeitos!!! Tu é cego, burro ou o que????? Cabeção!!!
Sabe de nada inocente. Tem que acabar com a farra desses funcionários públicos, magistrados e políticos. Peia neles Bolsonaro!
Sonha que as elites vão perder um centavo
Vai sonhando….

O quão “saudável” é a internet no mundo? De que maneira os desenvolvimentos recentes impactam e melhoram (ou pioram) a “saúde” da web? Segundo a Fundação Mozilla, mudanças na inteligência artificial, na publicidade digital e na coleta e no processamento de dados são necessárias, afetam o estado da rede mundial de computadores e precisam ser discutidas pela sociedade.
As tendências estão no relatório “Internet Health Report 2019”, uma compilação de estudos e análises para identificar periodicamente os principais problemas da internet, mapear o que influencia esse ecossistema e discutir estratégias a serem adotadas por diversos atores (como governos, empresas e organizações da sociedade) para enfrentá-los e construir o que a fundação chama de uma web “mais saudável”.
Uma das principais preocupações é com o avanço da inteligência artificial (IA), cada vez mais disseminado no ambiente online hoje. “Sem necessariamente saber, qualquer um que use internet hoje está interagindo com alguma forma de automatização de IA”, registra o relatório.
Segundo o estudo, é preciso entender essas tecnologias, decidir o que se quer para elas e prestar atenção aos riscos. Grandes empresas de tecnologia vêm direcionando os avanços no tema a partir de sua imensa base de dados (como as plataformas Amazon, Facebook, Google e Microsoft). Entre as inovações dessas companhias estão sistemas de reconhecimento facial vendidos a governos para repressão, ainda que haja registros de erros graves nesses sistemas e riscos à privacidade.
Em abril deste ano, o Google anunciou a criação de um “conselho de ética” para supervisionar o desenvolvimento dessas soluções técnicas. A iniciativa foi recebida com críticas tanto de trabalhadores quanto de indivíduos e organizações, que apontaram a falta de efetividade no projeto. Diante disso, a companhia abandonou a proposta.
Um caso citado como exemplo no relatório foi a decisão de um grupo de pesquisadores (OpenAI, IA aberta, no termo em inglês) de não divulgar uma tecnologia de IA que podia escrever automaticamente textos realistas baseados no conteúdo existente na web. A decisão ocorreu pelo receio dos pesquisadores com usos negativos do sistema.
Os autores defendem uma maior autonomia dos indivíduos em relação a esta tecnologia.
Publicidade digital
O relatório indica como tema central da internet contemporânea o crescimento da publicidade digital. O grau intensivo de personalização (direcionamento dos anúncios a partir do perfil do usuário) vem estimulando a coleta cada vez maior de informações sobre os usuários, sem que eles saibam quais dados estão sendo registrados ou como estão sendo combinados para convencê-los a comprar produtos.
O modelo de negócios de oferta de serviços “grátis” (como interagir em uma rede social ou fazer uma busca por uma palavra) tem por trás esses mecanismos de vigilância. Conforme os autores, tal lógica aumenta as ameaças às liberdades e aos direitos humanos. Outro problema é a concentração no mercado: Google e Facebook controlam 84% do setor, à exceção da China.
Cidades inteligentes
A internet tem avançado cada vez mais como infraestrutura de conexão das experiências nas cidades. Mais da metade das pessoas do mundo está nessas unidades geográficas, percentual que pode chegar a 68% até 2050. O emprego de tecnologias digitais conectadas nesses espaços tem sido discutido sob a alcunha de “cidades inteligentes”.
Um movimento citado pelo relatório foi a emergência em prefeituras dos Estados Unidos de iniciativas de regulação local da neutralidade de rede após a autoridade regulatória da área das comunicações do país (a Comissão Federal de Comunicações) ter acabado com a exigência. Essa norma prevê que operadoras não podem interferir no tráfego (como uma empresa de telecomunicações “piorar” a qualidade de uma ligação por serviços como Whatsapp ou Skype).
O relatório aponta, contudo, que há críticos que veem na “moda” das cidades inteligentes justificativas para investimento em tecnologias de vigilância dos cidadãos, como câmeras com reconhecimento facial.
“Tanto em cidades ricas como pobres em recursos, há câmeras, sensores, microfones e enormes contratos de aquisição de larga duração, com empresas que têm práticas questionáveis de gestão de dados”, diz o documento.
Agência Brasil

Ao mencionar na semana passada, de forma elogiosa, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, afirmando que ele “tem feito política”, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), não jogou palavras ao vento. Integrante de um governo que se mantém avesso à articulação com o Congresso, o sisudo ex-juiz da Lava Jato que mandou prender nomes de peso da política nacional não poupa esforços para aprovar o seu pacote anticrime e manter a estrutura de “superministério” da sua pasta.
Em menos de cinco meses de governo, ele já se reuniu com 106 parlamentares, segundo levantamento do jornal O Estado de São Paulo com base apenas em sua agenda oficial. O ministro teve encontros com mais de um sexto do Congresso e rivaliza no governo com o ministro Onyx Lorenzoni, da Casa Civil, responsável pela articulação política do Palácio do Planalto. Onyx, deputado federal licenciado, esteve com 125 deputados e senadores.
Moro mostra empenho em deixar uma marca na sua passagem pelo Executivo. O ministro já colecionou constrangimentos e derrotas no governo – a última delas no dia 9 deste mês, quando a comissão especial que analisa a medida provisória da reforma administrativa decidiu devolver o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) ao Ministério da Economia. Ter o comando do órgão tinha sido um dos pedidos de Moro ao presidente Jair Bolsonaro antes de assumir a pasta.
Após o revés, Moro intensificou ainda mais os encontros com parlamentares, que já haviam marcado presença de forma massiva no seu gabinete em abril, com média de mais de uma audiência por dia. Nesses quatro meses e meio de governo, o ministro reservou mais espaço em sua agenda para reuniões com integrantes da chamada “bancada da bala”, como é conhecida a Frente Parlamentar da Segurança Pública. Foram 44 encontros com deputados ligados à frente, que tem algumas reivindicações abarcadas no pacote anticrime. O presidente do grupo, deputado Capitão Augusto (PR-SP), foi quem mais visitou o gabinete de Moro no período: quatro vezes, empatado com o líder do PSL no Senado, Major Olímpio (SP).
“(O pacote) É uma bandeira dos parlamentares, não tem nada a ver com o governo. Então, esse problema de articulação que hoje existe do Executivo com o Legislativo não vai afetar a votação do pacote porque ele é uma bandeira nossa”, disse Capitão Augusto, que renunciou à vice-liderança do governo em abril com críticas à relação entre o Planalto e o Congresso.
Entre parte dos parlamentares, no entanto, persiste a resistência à figura de Moro. Deputados mais experientes costumam dizer que o ministro da Justiça ainda não abandonou o estilo de juiz, que o faz querer impor ao Parlamento, sem muita paciência para o processo de tramitação, suas ideias para o combate à criminalidade.
“Moro deveria ter tido um diálogo anterior com vários setores da sociedade, inclusive dentro do próprio Ministério da Justiça, antes de formular esta proposta. Agora fica recebendo parlamentares”, afirmou o deputado Rui Falcão (PT-SP).
“O governo utiliza ele como instrumento de propaganda. O governo não fez um gesto, não moveu uma palha para manter o Coaf no Ministério da Justiça”, disse o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), que se encontrou com o ministro uma vez e conversou sobre o pacote anticrime e a permanência do Coaf na pasta. “O governo está perdendo apoio popular e ele está indo junto. Se ele ainda quer salvar a biografia, acho que deveria cair fora do governo”, declarou.
No início da semana passada, Moro foi obrigado a negar uma declaração do presidente e disse que não assumiu compromisso com Bolsonaro para ser indicado futuramente a uma cadeira no Supremo Tribunal Federal – a primeira vaga será aberta em novembro de 2020. O presidente recuou da declaração dias depois e negou que a ida do ex-juiz para o governo foi fechada com essa condição.
Uma condição, porém, admitida em público por Moro para encarar o trabalho é a recusa a se tornar um “advogado” do governo. O ministro costuma dar essa resposta quando questionado sobre as investigações que envolvem o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), filho mais velho do presidente, e Fabrício Queiroz, ex-assessor do parlamentar na época em que ele ocupava cargo de deputado estadual no Rio de Janeiro.
Além dos parlamentares, Moro já se reuniu até o momento com oito governadores – é nos Estados que a maioria das políticas de segurança pública é adotada. Mas o ministro mantém o foco de atuação no seu pacote anticrime no Congresso.
Para analista, articulação de Moro é ‘natural’
Para a cientista política Lara Mesquita, da FGV, a articulação do ministro é natural, já que ele optou por fazer parte do mundo da política. “Como o ministro tem uma agenda que depende do apoio legislativo, ele está fazendo o que me parece razoável, que é conversar com parlamentares e apresentar as propostas que tem.”
Antes de intensificar as reuniões políticas em sua agenda oficial, Moro foi alvo de Maia, que o chamou de “funcionário do Bolsonaro” e desqualificou o projeto anticrime (“copia e cola” do ex-ministro da Justiça e ministro do Supremo Alexandre de Moraes). O ministro havia cobrado mais celeridade à tramitação do pacote, o que irritou o presidente da Câmara.
Dois meses depois, Maia avalia “que a política tem de olhar o ministro Moro, hoje, de outra forma”. “A gente está reclamando muito que o governo não faz política, e esse ministro, por mais que alguns tenham restrição ou não a ele, ele fez política, tem feito política.”
Procurado, o Ministério da Justiça e Segurança Pública afirmou em nota que as audiências são solicitadas pelos deputados e senadores para tratar de pautas como a “segurança pública em suas bases, investimentos, apoio para projetos de autoria dos parlamentares, contribuições para melhorias legislativas (o que inclui o pacote anticrime) e ações do ministério”. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Estadão Conteúdo
A quebra do sigilo fiscal do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) e de seu ex-assessor parlamentar Fabrício Queiroz, determinada pelo Tribunal de Justiça do Rio (TJRJ) no fim do mês passado vai dar em alguma coisa senhor Moro?
Não tem mais pressa em investigar?
Ele já pediu perdão ao senhor?
O que o ministério da justiça tem com isso? É o mesmo que tem haver com corrupções na ALRN, na Câmara municipal. Nunca um MJ se envolveu com esse tipo, nem é sua atribuição, idiota. Isso quem decide é o tribunal de justiça, STJ e STF. se tem de cobrar, cobre a Gilmar Mendes, tofoli. Não cobre sobre pão ao lanterneiro, babaca!

O ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, condenado a 8 anos e dez meses de reclusão por corrupção e lavagem de dinheiro, foi transferido neste sábado, 18, da Polícia Federal para o Complexo Médico-Penal de Pinhais, localizado nos arredores de Curitiba.
Dirceu se apresentou à PF na noite de sexta-feira, cinco horas e meia depois do prazo determinado pelo juiz Luiz Antonio Bonat, da 13.ª Vara Criminal de Curitiba. O ex-ministro viajou de carro de Brasília para Curitiba e alegou que houve um “acidente no caminho”.
Estão presos ou já passaram por Pinhais figuras-chave da Lava Jato, como o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (MDB-RJ), o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto e o ex-diretor de Serviços da Petrobrás Renato Duque.
A prisão do ex-ministro foi decretada pelo TRF-4, sediado em Porto Alegre, na quinta, 16. Os desembargadores negaram embargos de Dirceu e mandaram prendê-lo, seguindo jurisprudência do Supremo que autoriza execução provisória de pena de condenados em segunda instância.
A Lava Jato sustenta que Zé Dirceu pegou propinas em contrato superfaturado da Petrobrás com a empresa Apolo Tubulars, fornecedora de tubos para a estatal, entre 2009 e 2012, quando o petista já não ocupava cargo no governo Lula.
Segundo a força-tarefa do Ministério Público Federal, parte dos valores do contrato da Petrobrás, que chegaram a R$ 7.147.425,70, foi repassada a Duque, ex-diretor da Petrobrás, e parte a Dirceu.
Para disfarçar o caminho do dinheiro, o ex-ministro e seu irmão, Luiz Eduardo de Oliveira e Silva, teriam usado a empresa Credencial para receber R$ 700 mil – o restante teria sido usado para bancar despesas com uso de aeronaves em mais de 100 vôos realizados pelo ex-ministro.
Estadão Conteúdo
Q tenha uma eterna estadia
Lar, doce lar: o bom filho a casa torna.

O deputado federal Fábio Faria (PSD RN), autor dos projetos de lei que estabelecem classificação etária para vídeos infantis na internet e a exibição de campanhas contra a pedofilia em voos e salas de cinema, chamou a atenção, nesta sexta-feira (17), para o crescimento de casos de violência infantil. O parlamentar defende medidas mais eficientes na proteção de crianças e adolescentes.
“Amanhã, 18 de maio, é o Dia Nacional de Combate ao Abuso e a Exploração Sexual de Crianças e Adolescente. Essa data não pode passar em branco no Parlamento e nem na sociedade. Precisamos ampliar o círculo de proteção às nossas crianças e implementar iniciativas que visem ampará-las e protegê-las. Enquanto pai de três filhos e deputado representante do povo, minha preocupação e responsabilidade só aumentam”, disse Fábio.
Segundo o último levantamento do “Disque 100”, em 2017 foram registradas mais de 20 mil denúncias de violência. Esse número é mais assustador quando se leva em conta que grande parte dos abusos jamais são informados ou sequer descobertos. Nesta sexta-feira, a Polícia Federal realizou em São Paulo uma operação para identificar suspeitos de produzir e distribuir na internet arquivos contendo abuso sexual de crianças e adolescentes. Um frentista de 33 anos, cujo nome não foi divulgado, foi preso preventivamente.
Fábio destacou o trabalho de inteligência e operação das polícias, rastreando conteúdos cibernéticos produzidos por redes de pedofilia e retirando os criminosos de ação.
Violência é o pai desse cidadão deixar os funcionários do estado com 4 folhas atrasadas e esse playboy ainda ter a ousadia de bancar o defensor de alguma coisa………ah vai te catar rapá!!!!
O deputado estadual Sandro Pimentel (PSOL), o Controlador-Geral do RN Pedro Lopes e a Auditora-Geral Débora Cristiane Barreto de Souza estiveram reunidos nessa sexta-feira (17), na sede da Controladoria Geral do Estado (CONTROL), para a instalação de auditoria do contrato de concessão da Arena das Dunas. Esse primeiro encontro serviu para afinar alguns detalhes de como o processo acontecerá e também para que a CONTROL apresentasse suas primeiras impressões, mesmo que ainda superficiais, sobre os documentos.
Um Grupo de Trabalho (GT) foi formado e será o responsável pela condução dos trabalhos da Auditoria. Até semana que vem, o Poder Executivo publicará uma portaria para oficializá-lo. Participarão desse GT representantes da CONTROL, do mandato de Sandro Pimentel – requerente da Auditoria e que representará a Assembleia Legislativa do RN – e um convite também será feito para que o Tribunal de Contas do Estado (TCE) se incorpore aos trabalhos.
Alguns dos pontos já ressaltados pelo Controlador-Geral como passíveis de averiguação dizem respeito aos pagamentos feitos a empresa OAS Arenas, responsável pela administração do estádio. Atualmente, o valor mensal pago pelo governo do estado é composto por uma parcela fixa de 85% e uma variável de 15%, mas não há clareza sobre a base de cálculo utilizada para essa segunda porcentagem.
Além do mais, existe um dispositivo no contrato que prevê a partilha do lucro obtido com a realização de eventos. Porém, cabe a Arena das Dunas informar quanto seria esse lucro e esses valores deveriam ser descontados do total pago pelo estado. Contudo, nos últimos dois anos, não foi verificada nenhuma alteração nos pagamentos mensais e o governo não soube precisar quanto já foi “devolvido” ao estado como fruto da concessão compartilhada entre a inciativa privada e o poder público.
A previsão é de que os trabalhos sejam concluídos em 90 dias, com possibilidade de ampliação do prazo caso os membros do GT julguem necessário. A próxima reunião, que marcará o início efetivo do processo de Auditoria, está marcada para a próxima quinta-feira (23).
Gostaria de saber que teve a "ideia brilhante" de construir esse elefante branco, bem como o aeroporto de São Gonçalo do Amarante ? Como os principais times do RN na 3ª e 4ª séries. E o aeroporto com pouquíssimos voos.
Tínhamos dois equipamentos(velhos, não importa, eram dois,) hoje não temos nenhum ,e ainda pagando aluguel de algo que foi feito com nosso dinheiro???? Não entendi a lógica desse povo, ditos inteligentes!!! E se houve roubo, quem roubou aqui em nosso estado……????????
A Secretaria de Estado da Justiça e da Cidadania (Sejuc), em parceria com a Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern) instalaram, neste sábado (18), uma bomba d’água na Penitenciária Estadual de Alcaçuz e também no Presídio Estadual Rogério Coutinho Madruga. A Bomba será instalada para melhorar o fornecimento de água no local.
A Sejuc comprou a bomba nova e contou com a parceria que tem com a Caern para disponibilizar uma equipe até o local para fazer a instalação. O secretário Pedro Florêncio Filho, agradeceu ao presidente da Caern, Roberto Linhares, pelo pronto atendimento de encaminhar a equipe para executar o serviço da instalação na unidade prisional.
Já vi anunciarem o pagamento de salários em dia, Como não se fosse obrigação… Mas anunciar instalação de bomba d'água, como feito de uma gestão, é a primeira vez!!! A que ponto os "gestores" chegaram!!

Por que um país inteiro, com praias famosas, montanhas e a maior floresta tropical do mundo, recebe menos turistas estrangeiros que o museu do Louvre, em Paris?
Na última quarta-feira (15), o governo publicou o decreto do Plano Nacional de Turismo 2018-2022, que pretende quase dobrar – de 6,6 milhões para 12 milhões por ano – o número de visitantes estrangeiros no Brasil. O Louvre, museu mais visitado do mundo, bateu recorde de visitação no ano passado – 10,2 milhões, dos quais quase três quartos são estrangeiros (7,6 milhões).
Em comparação com os vizinhos da América do Sul, a situação não é melhor. Segundo dados da Organização Mundial do Turismo, o turismo internacional no continente cresceu 6,3% em 2016 e 8,4% em 2017.
No Brasil, as taxas de crescimento foram de 4,5% em 2016; 0,6%, em 2017; e 0,5%, em 2018. No Peru e na Argentina, por exemplo, o turismo internacional cresceu no ano passado 10% e 7,5%, respectivamente, segundo informações do Ministério do Comércio Exterior e Turismo do Peru e do Instituto Nacional de Estatística e Censos da Argentina.
1) Porque é longe dos grandes centros emissores de turistas
2) Porque é caro vir para aqui
3) Porque é inseguro viver aqui, quanto mais fazer turismo
4) Porque ao contrário do que boa parte dos brasileiros acha as nossas belezas naturais não são tão raras assim. Praia bonitas há no mundo inteiro, florestas tropicais há no mundo inteiro e culinária boa há no mundo inteiro.
Já a Mona Lisa, a Vitória de Samotrácia ou Vênus de Milo só existem no Museu do Louvre.
É por isso que o Brasil recebe menos gente que o museu parisiense.
Muito pertinente seu comentário David. É exatamente isso. Tudo de ruim que atrasa o Brasil tem as mãos podres dos congressistas que só estão preocupados com suas malas….antigamente dizia-se com seus bolsos.
Quem vem visitar o Brasil e correr o risco de voltar no bagageiro de um avião?
Muito pertinente seu comentário David. É exatamente isso. Tudo de ruim que atrasa o Brasil tem as mãos podre dos congressistas que só estão preocupados com suas malas….antigamente dizia-se com seus bolsos.
Quem vem visitar o Brasil e correr o risco de voltar no bagageiro de um avião?
A corrupção no mundo não tem fim! Todo planeta sabe disso.
Pra melhorar o número de turistas internacional, tem que ser aprovado o projeto anti crime e implementado as medidas contra a violência do Moro. Só assim diminuiremos os índices de violência e as políticas públicas serão implementadas sem corrupção, assim nos tornaremos atrativos para receber bem o turista internacional. Caso esse congresso continue atrapalhando, não sairemos do caos.
Parece muito, mas na verdade é um pingo em MEIO ao oceano de corrupção e roubalheira. Desse jeito nao adianta, pois nessa velocidade passaria 1000 anos pra resuperar efetivamente todo o dinheiro roubado. Por isso é "vantajoso" ser criminoso nesse país, as penas são mínimas, as multas minúsculas. Quem termina pagando efetivamente é a populaçao com impostos cada ver maiores, reformas cada vez mais profundas para piorar a vida do cidadão de bem ( trabalhiste e previdenciária), e o pais continua a lesma lerda.
Vou discordar Ana pois o maior legado que fica é o início do COMBATE A CORRUPÇÃO e COMBATE A IMPUNIDADE.
Até 2016 quase nada era feito para investigar, processar e principalmente chegar a condenação e prisão dos corruptos, dos chefes da corrupção. Quando muito pegava uma peixe miúdo aqui outro ali, para dar uma falsa sensação de combate a corrupção.
O que precisa mudar é nossa legislação, nossas leis, que são frágeis no combate a corrupção.
Ter recuperado R$ 1 bilhão é simbólico diante do combate a impunidade e a corrupção que estão tentando colocar em prática. Assim entendo os fatos revelados pela justiça com as recentes condenações de corruptos.
Armando , o que vc diz só corrobora com o que falei. Eu tb não sou contra a ação da PGR, pois como exemplo é muito bom, porém nessa velocidade como falei, levará 1000 anos, isso é fato.
Tinha um professor que sempre dizia, se vc usar o termo mas ou porém, esqueça tudo o que foi dito antes, logo, o que a PGR tem feito é bom, porém…….
Ainda te PTralhas que é contra
Você só precisa ver o aumento no número de investigações durante o governo do PT e o seu anterior.
Obrigado juiz Sérgio Moro. Tomara como ministro possa agradecer, após o congresso aprovar suas proposta, senão, só em 2023, quando assumir a presidência desse cabaré, junto com seus deputados e senadores.