A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira(21) na Região Metropolitana de Natal, a Operação Skunk com o objetivo de desarticular uma quadrilha envolvida no tráfico da substância entorpecente conhecida pelo mesmo nome. O Skunk é uma versão da maconha resultante da manipulação que aumenta o nível de concentração do seu princípio ativo (THC).
Cerca de 25 policiais federais participam do cumprimento das ordens judiciais (5 mandados de busca e apreensão e 4 mandados de prisão temporária) requeridas e deferidas pela 1ª Vara Criminal de Parnamirim/RN.
As investigações da Delegacia de Repressão a Drogas da PF tiveram início logo após uma prisão de um traficante ocorrida no final de 2018, na cidade de Parnamirim.
Naquela oportunidade, um suspeito foi surpreendido quando recebia, via Correios, uma encomenda de Skunk, postada noutro estado. Após o fato, as investigações continuaram e mais envolvidos no crime de tráfico de drogas foram identificados.
Como parte da ação de desarticulação da quadrilha, também foi feito o bloqueio de contas bancárias, o que gerará a desestabilização financeira dos envolvidos, além do que, é missão constitucional da Polícia Federal o combate ao tráfico de entorpecentes, com foco na descapitalização de grupos criminosos. Os presos serão conduzidos para a sede da Polícia Federal, à disposição da Justiça.
A greve dos servidores estaduais da saúde chegou ao 43º dia nesta quarta-feira, 20. De braços cruzados desde 5 de fevereiro, a categoria é uma das mais descontentes com a gestão da governadora Fátima Bezerra, que ainda não estabeleceu um prazo para pagar as quatro folhas salariais herdadas do governo Robinson Faria (2015-2018).
Na terça-feira, 19, parte do funcionalismo realizou um protesto em frente à sede da Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap), em Natal, para reivindicar melhores condições de trabalho e o pagamento dos salários atrasados. A categoria terá um encontro com Fátima nesta quinta-feira, 21, e espera receber uma proposta convincente – que deverá ser analisada em assembleia na segunda-feira, 25.
Coordenador geral do Sindicato dos Servidores da Saúde (Sindsaúde), Breno Abbott afirma que as perspectivas para o novo encontro com a governadora não são boas. “Não temos muita expectativa. Tivemos uma última reunião, na qual eles ficaram de documentar uma proposta. Mas não mandaram nada pra gente”, afirma.
O dirigente do Sindsaúde revela que a categoria está decepcionada com o governo Fátima Bezerra, principalmente porque ela já foi sindicalista e prometeu durante a campanha afinar o diálogo com o funcionalismo público se fosse eleita governadora.
“O governo está mal assessorado. Em menos de três meses, tivemos o debate em torno das licenças-prêmio, que o governo impôs na base do ‘se colar, colou’ e das requisições de pequeno valor (RPV) e precatórios. O governo vem adotando práticas de governos anteriores, inclusive praticando assédio na greve. Um governo que se diz popular e democrático jamais diria isso”, critica Breno Abbott.
No caso das licenças-prêmio, o sindicalista fez menção a um decreto de janeiro de Fátima Bezerra que cortou a concessão do direito (pagamento e gozo) até o fim de 2019. Após pressão de servidores, a governadora decidiu revogar a medida.
Quanto às requisições de pequeno valor (RPV), Breno Abbott lembrou que o governo estadual encaminhou para a Assembleia Legislativa um projeto para reduzir o valor das RPVs de 60 para 10 salários mínimos. RPVs são ordens de pagamento que o Estado emite em função de ações perdidas na Justiça para cidadãos. Pelo projeto de Fátima, entrariam na categoria das RPVs apenas ações de pagamento de até 10 salários mínimos. Acima deste valor, os pagamentos entrariam na fila dos precatórios, que são creditados, muitas vezes, em prazo muito superior a 90 dias. Novamente após pressão de servidores e da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), o governo potiguar decidiu retirar o projeto da Assembleia.
Outro conflito de Fátima com os servidores, o maior deles, diz respeito ao pagamento dos salários. Desde que assumiu, a governadora tem priorizado as folhas vencidas em 2019, em detrimento das folhas herdadas do governo Robinson. Além disso, a nova gestão decidiu pagar os salários de maneira escalonada, quebrando a isonomia entre os servidores e suas respectivas faixas salariais.
Presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Administração Direta do Governo do Estado (Sinsp), Janeayre Souto questiona a aplicação de recursos do Estado nesse início de governo Fátima. “Com os royalties, o governo disse que pagaria os atrasados. Já entrou janeiro e fevereiro e vai entrar março, e o governo não sinaliza. Estamos muito preocupados”, lamentou, na saída de uma reunião recente com o secretário de Planejamento e Finanças, Aldemir Freire.
Parte do funcionalismo ainda não recebeu o 13° salário de 2017 e a folha de novembro de 2018. Além disso, estão integralmente abertas as folhas de dezembro e 13° do ano passado. A dívida totaliza quase R$ 1 bilhão. A gestão estadual diz que aguarda a obtenção de receitas extraordinárias para quitar o passivo, sobretudo a antecipação de royalties da produção mineral.
Para Vilma Batista, presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários (Sindasp), essa mesma reunião com o secretário foi “frustrante”. “Não temos perspectiva real. Queremos que o governo diga quando vai iniciar o pagamento. É um absurdo. O governo só apresenta sacrifício e retirada de direitos. Enquanto isso, os poderes fazem de conta que estão no ‘país das maravilhas’”, criticou, em referência à aprovação, na Assembleia Legislativa, de concessão de férias e 13° salário para os deputados estaduais, inclusive com efeito retroativo a 2015.
Um governo de deslumbrados, que não param de rir da própria necrose administrativa. O vice-governador, por exemplo, assume com prazer o papel de hiena sorridente da desgraça alheia.
O Estado do RN já recebeu R$ 31,6 milhões de royalties em 2019. O governo do Estado diz que aguarda antecipação dos royalties de petróleo para pagar os atrasados. Até março, foram pagos R$ 31,6 milhões ao Estado. Em abril, vem mais. Por que a governadora Fátima Bezerra não começa a quitar os salários atrasados, de forma escalonada?
Cadê essa pesquisa do IBOPE de ontem para a Governadora do RN??
Quero ver os numeros.
Ou o IBOPE só faz pesquisa para o governo federal ????????????????
EU ACHO É POUCO !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Mas não é a Governadora dos Trabalhadores?
O que está havendo?
PT radical, oposição, sempre vítima, defensor dos oprimidos e de LULA LIVRE.
É fácil ser senadora, lá em Brasilia, muitos benefícios e pouca exposição.
Agora no cargo que exige administração ela está completamente perdida.
Me poupe.
Infelizmente a decepção está só começando.
Na cara. Ela passou esses anos todos e só, fez defender os interesses de Lula. Como vai fazer administração de um estado se só viveu o senado. Kkkkk Acho pouco. O RN merece kkkkklk
melhores são : Haiti, Serra Leoa, Niger Iraque,Honduras
EU ACHO É POUCO, ESSA VAI LEVAR O RN PRO BURACO DE VEZ, NÃO SABE GOVERNAR E AINDA COLOCOU INCOMPETENTES DO LADO DELA. MAL ASSESSORADA É POUCO, O PT É DESTRUIÇÃO, É RETROCESSO. COITADO DO POVO, ESTÃO LASCADOS.
Nenhuma novidade… bom é ser oposicao… Nao restava duvida que seria mais um fracasso petista; alem de ser um governo que prioriza gastos desnecessarios com cargos comissionados sindicais, afugenta o emprego pelo proprio historico de "lutas"(kkkk), demoniza o empresario, e acredita que bandido preso é um deus. Vamos pra frente, afinal sofrimento faz parte do aprendizado e da ignorancia. Aprendizado ludico é pra pedagogo. Por isso somos tao atrasados.
A governadora precisa se desvencilhar das pautas destrutivas do PT e focar no que é melhor para o RN. Essas asneiras de Lula Livre, "gópi", essa oposição inconsequente ao novo governo não irá ajudá-la a resolver os problemas do estado. Ao contrário, insistir nessa postura só irá dificultar as coisas para o seu governo e para o RN.
Vixe, eu pensei que esses sindicalistas doutrinados pelo PT iriam abrir mão desses salários atrasados, pois os “COMPANHEIROS” precisavam dessas doações. Agora estão provando do próprio veneno, pois quebraram o Brasil com uma grande roubalheira e por tabela o RN.
E vocês achavam que ia ser bom, ilusão, a esquerda que tanto brigou por ela, se decepcionando, imagine o resto do povo, eu como não votei, já sabia que ia ser assim
Somente o cego que não enxerga, que esta criatura está aí somente para fazer de conta. É praxe do partido o qual ela defende reclamar e encontrar soluções quando estes são oposição. Realidade absurda quando são situação. Deputado nenhum vai dizer nada, procurem saber o que eles têm atrasado, nada. Engraçado era ela dizer que estava preparada para governar mesmo com todas as dificuldades. Confesso, sou funcionário sofro, porém estou com minha consciência em paz. Fui enganada muitas vezes, porém desde mal, fui curada.
É PT, nada mais. Falido e combalido pela corrupção sistemática dos dirigentes do partido. Precisa se recolher e se refazer como partido. Fátima assistiu a tudo e, ainda assim, discursa defendendo o "deus" deles, aquele que traiu os seus eleitores, com o objetivo de ficar rico e enriquecer a família, tornado-se milionário.
O envio de mensagens em tom de cobrança pelo ministroSergio Moro (Justiça) ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), na madrugada desta quarta-feira (20), levou o parlamentar a disparar críticas ao auxiliar do presidente Jair Bolsonaro.
Irritado, Maia chegou ao Congresso na noite de quarta dizendo que Moro estava “confundindo as bolas” e que ele era um “funcionário do Bolsonaro”.
No texto, o titular da Justiça teria acusado o deputado do DEM de descumprir um acordo.
Em resposta ríspida, Maia pediu a Moro respeito e afirmou que era ele o presidente da Câmara, cargo que tem a atribuição de definir a pauta de votações da Casa.
A aliados, o deputado disse que o ministro estava sendo inconveniente pelo gesto e que não havia descumprimento nenhum de acordo.
Ele disse ter acordado com o Palácio do Planalto que priorizaria na pauta da Câmara a aprovação da reforma da Previdência, considerada crucial para a gestão de Jair Bolsonaro, e que na sequência colocaria o texto de Moro para tramitar.
Essa foi a segunda vez que Moro cobrou diretamente Maia em menos de uma semana. A primeira delas foi no sábado (16), quando o deputado recebeu o ministro na residência oficial da Câmara para um churrasco no qual estiveram presentes os chefes dos três poderes.
Na noite de quarta, Maia desqualificou o projeto anticrime apresentado por Moro dizendo que o texto é um “copia e cola” de proposta sobre o mesmo tema que foi apresentada no passado pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF.
“O funcionário do presidente Bolsonaro? Ele conversa com o presidente Bolsonaro e se o presidente Bolsonaro quiser ele conversa comigo. Eu fiz aquilo que eu acho correto [sobre a proposta de Moro]. O projeto é importante, aliás, ele está copiando o projeto direto do ministro Alexandre de Moraes. É um copia e cola. Não tem nenhuma novidade, poucas novidades no projeto dele”, disse em resposta a um questionamento sobre se Moro estava se intrometendo na Câmara.
O deputado disse ainda que o projeto prioritário é o apresentado por Moraes, quando ele era ministro da Justiça, ainda no governo de Michel Temer.
Segundo Maia, a votação do pacote se dará no futuro, após a Casa analisar a reforma da Previdência, considerada crucial para o governo Bolsonaro.
O deputado negou estar irritado com Moro e disse que o ministro “conhece pouco a política”.
“Eu sou presidente da Câmara, ele é ministro funcionário do presidente Bolsonaro”, disse.
Ao contrário do que disse Moro mais cedo, que ele ia conversar com Maia sobre o tema, o deputado disse que quem deve procurá-lo sobre o assunto é Bolsonaro.
“O presidente Bolsonaro é quem tem que dialogar comigo. Ele está confundindo as bolas, ele não é presidente da República, ele não foi eleito para isso. Está ficando uma situação ruim para ele. Ele está passando daquilo que é a responsabilidade dele. Ele nunca me convidou para perguntar se eu achava que a estrutura do ministério estava correta, se os nomes que ele estava indicando estavam corretos”, afirmou.
O presidente da Câmara ironizou Moro, insinuando que o ministro busca destaque na imprensa ao querer aprovar a proposta apresentada.
“O projeto vai andar no momento adequado, ele pode esperar para ter um Jornal Nacional, um Jornal da Band, ou da TV Record, ele pode esperar.
Triste ler isso, este Roliço Maia, está se achando, temos de ir às ruas e exigir que votem as medidas de Sérgio Moro isso sim, pois o poder emana do povo.
Falar em endurecer as leis, a bandidagem fica logo travando, inventando historias , fazendo mimimi, ai já da para ver que não vai ter alteração nehuma, vai ficar do mesmo jeito este paraiso para bandidagem
Esse Rodrigo Maia é um legítimo representante da velha política. Infelizmente, a limpeza realizada no Congresso Nacional ainda foi muito tímida. O povo brasileiro é vítima da sua própria irresponsabilidade. Como se admite, por exemplo, um sujeito como Renan Calheiros, dentre tantos outros, conseguir se reeleger seguidamente?
Esse bandido do Rodrigo Maia não vai por o projeto pra andar tão cedo, pois quando o projeto virá Lei e estiver em execução ele com certeza será a primeira vitima. Ladrão safado, não me admiro que quando aprofundarem as investigações lá no RJ o nome dele apareça em alguma falcatrua. Vamos aguardar os fatos.
Isso é um tapa na cara do cidadão que luta por um país melhor, onde o dinheiro que ele contribui está sendo surrupiado de uma forma escabrosa. Essas medidas iriam dá um certo freio no comportamento desonesto, e reduziria o dinheiro jogado no ralo da corrupção.
Durante a reunião da Comissão de Finanças e Fiscalização, da Assembleia Legislativa, nesta quarta-feira, 20, a deputada estadual Cristiane Dantas (SD), denunciou o atraso do repasse de recursos ao Hospital Infantil Varela Santiago por parte do Governo do Estado.
“Estive ontem no hospital e fui procurada pelo diretor doutor Paulo Xavier que me informou do atraso do repasse ao hospital o que está prejudicando o atendimento às crianças. O Governo está em débito com duas parcelas do convênio de custeio do hospital”, informou Cristiane.
Ainda de acordo com a parlamentar, o convênio firmado em 2018 entre o Hospital Varela Santiago e o Governo do Estado é voltado ao custeio da unidade com execução em quatro parcelas, no valor de R$ 575 mil cada. Ainda restam duas a serem pagas, que segundo consta nos termos do convenio deveriam ter sido repassadas até dezembro do ano passado. Os recursos são voltados para o pagamento de contas de energia, água, compra de medicamentos e insumos para o hospital.
“O hospital Varela Santiago é referência no atendimento 100% para o tratamento de crianças com câncer no Rio Grande do Norte e necessita com urgência desses recursos. Com esse atraso, o Governo do Estado está penalizando crianças em tratamento de doenças graves, por isso fazemos esse apelo para o pagamento das parcelas em atraso”, enfatizou Cristiane.
A deputada também informou que deu entrada em um requerimento destinado às Secretarias Estaduais de Saúde, de Finanças e à Governadora cobrando a regularização do convênio com o Hospital Infantil Varela Santiago.
Emenda
A deputada Cristiane também destinou no Orçamento Geral do Estado para 2019 aprovado no fim do ano passado uma emenda parlamentar, no valor de R$ 80 mil, destinada ao custeio e manutenção do Hospital Varela Santiago. “Estamos em buscando que essa emenda seja liberada o quanto antes para contribuir com o funcionamento do hospital”, finalizou.
Uma ação será para tirar do ar as contas nas redes sociais de dois dos autores identificados no caso. A outra busca e apreensão visa recolher computadores e aparelhos usados por operadores dessa rede.
Um guarda civil metropolitano de Indaiatuba, no interior de São Paulo, e um advogado já foram identificados pela equipe que atua no inquérito como suspeitos de estarem por trás das ações.
O presidente do STF, Dias Toffoli, instaurou o inquérito, que corre em sigilo, no dia 14, e designou o ministro Alexandre de Moraes seu relator.
Desde então, houve uma redução dos ataques dirigidos aos ministros, segundo pessoas que acompanham o caso.
A iniciativa é uma resposta a postagens e mensagens ofensivas dirigidas ao Supremo por setores da sociedade, em parte incitadas por congressistas e procuradores da operação Lava Jato.
Ministros são acusados de favorecerem a impunidade, quando não de corrupção. Entre os alvos da apuração pela onda de virulência ao STF estão Deltan Dallagnol e Diogo Castor, da força-tarefa do Ministério Público da Lava Jato.
“No direito, a gente fala que é o ‘jus sperniandi’, o direito de espernear. Podem espernear à vontade, podem criticar à vontade. Quem interpreta o regimento do Supremo é o Supremo”, afirmou.
Em despacho inicial no inquérito, Alexandre de Moraes afirmou que o objeto da investigação inclui “o vazamento de informações e documentos sigilosos com o intuito de atribuir e/ou insinuar a prática de atos ilícitos por membros da Suprema Corte”.
O despacho desta quarta-feira não menciona quais são os vazamentos, mas seu teor foi entendido como um recado para agentes da Receita Federal que supostamente vazaram, no mês passado, documentos sobre o ministro do STF Gilmar Mendes e sua mulher, Guiomar.
A Receita Federal, na ocasião, confirmou que abriu apuração interna e afirmou que não pactua com “ilações de práticas de crimes”.
O inquérito aberto por Toffoli na semana passada é motivo de discordâncias entre ministros do próprio Supremo, sobretudo por dois fatores: por ele ter instaurado o inquérito de ofício (sem provocação de outro órgão), sem pedir providências ao Ministério Público, e por designar Moraes para presidi-lo sem fazer sorteio ou ouvir os colegas em plenário.
“O objeto deste inquérito é a investigação de notícias fraudulentas (fake news), falsas comunicações de crimes, denunciações caluniosas, ameaças e demais infrações revestidas de ‘animus caluniandi, diffamandi ou injuriandi’, que atingem a honorabilidade e a segurança do Supremo Tribunal Federal, de seus membros bem como de seus familiares”, escreveu Moraes em seu despacho.
A apuração inclui “o vazamento de informações e documentos sigilosos, com o intuito de atribuir e/ou insinuar a prática de atos ilícitos por membros da Suprema Corte, por parte daqueles que tem o dever legal de preservar o sigilo; e a verificação da existência de esquemas de financiamento e divulgação em massa nas redes sociais, com o intuito de lesar ou expor a perigo de lesão a independência do Poder Judiciário”.
Foram designados dois delegados para atuar no caso: Alberto Ferreira Neto, da Polícia Federal, e Maurício Martins da Silva, da Polícia Civil de São Paulo.
Ferreira Neto é chefe da Delegacia Especializada em Repressão a Crimes Fazendários, e foi indicado por Disney Rosseti, diretor interino da PF.
Silva é da Divisão de Inteligência da Polícia Civil paulista, indicado pelo delegado-geral da corporação, Ruy Ferraz Fontes.
Nesta terça, Moraes disse que pediu auxílio à polícia de São Paulo porque ela tem expertise em crimes na internet e porque há suspeitas de que haja, no estado, esquemas de financiamento de propagação de notícias falsas e ameaças.
Na noite desta quarta, o ministro do STF Marco Aurélio, que já havia criticado a abertura da investigação sem a participação do Ministério Público, voltou à carga afirmando que não deveria haver policiais civis no caso, porque a polícia judiciária que atua perante a corte é a Polícia Federal.
É muito curioso que, numa investigação que ocorre sob sigilo, tenham vazado dois nomes para a Folha de São Paulo. Será que o ministro Alexandre de Moraes vai investigar esse vazamento também?
A parcela da população que considera o governo Jair Bolsonaro bom ou ótimo encolheu de 49% em janeiro para 34% em março – queda de 15 pontos porcentuais em dois meses. Já os que avaliam a gestão como ruim ou péssima saltaram de 11% para 24%. Os dados são de três pesquisas mensais de avaliação do Ibope, divulgadas em bloco nesta quarta-feira, 20. A proporção de brasileiros que consideram o governo Bolsonaro regular também está aumentando, segundo o instituto: de 26% em janeiro, a taxa chegou agora a 34%.
Além de quantificar quem considera o governo bom/ótimo, regular ou ruim/péssimo, o Ibope também perguntou aos entrevistados se aprovam ou desaprovam a maneira como o presidente governa – pergunta que não dá margem a uma resposta neutra. Nesse caso, a taxa de aprovação ainda alcançou em março 51% – maioria absoluta –, mas em tendência de queda forte. Em janeiro, 67% aprovavam Bolsonaro. No mês seguinte, o resultado chegou a 57%. Já a desaprovação foi de 21%, 31% e 38%, respectivamente, na série de três pesquisas.
Os levantamentos revelam ainda uma redução acentuada na credibilidade do presidente. Em janeiro, 62% afirmavam confiar em Bolsonaro. A taxa caiu para 55% em fevereiro e, agora, para 49%. Os que não confiam no presidente passaram de 30% em janeiro para 44% em março.
Avaliação é a pior de um presidente com três meses de gestão
Pelo menos nos últimos 25 anos, o nível de satisfação dos entrevistados com o governo é o mais baixo registrado em pesquisas feitas no terceiro mês de gestão, segundo o Ibope. Só presidentes em segundo mandato tiveram avaliação pior em pesquisas feitas em março do primeiro ano – nesses casos, porém, não se tratava do terceiro mês de governo, mas do 51º.
Em seu segundo mandato, em pesquisa Ibope feita em março de 1999, Fernando Henrique Cardoso teve 22% de taxa de avaliação boa ou ótima. Dilma Rousseff, em março de 2015, obteve apenas 12%. No início de seus primeiros mandatos, porém, os dois eram mais bem avaliados que Bolsonaro, o que também vale para Fernando Collor de Mello e Luiz Inácio Lula da Silva — este com taxa de bom ou ótimo superior à do atual presidente até no segundo mandato (49%).
A série de pesquisas mostra desgaste generalizado do governo Bolsonaro, mas a insatisfação aumentou mais acentuadamente em determinados segmentos do que em outros. No recorte regional, por exemplo, a queda mais forte de avaliação positiva aconteceu no Nordeste. Em março, apenas 23% dos nordestinos consideravam o governo ótimo ou bom, uma queda de 19 pontos porcentuais desde janeiro.
Na divisão do eleitorado por religião, o nível de satisfação com o governo é maior entre evangélicos (41%) que entre católicos (33%), mas nos dois segmentos houve redução significativa desde janeiro (14 e 16 pontos porcentuais, respectivamente).
O porta-voz da Presidência, Otávio do Rêgo Barros, disse que pesquisas são “fotografias de momento” e que é natural o presidente enfrentar certa instabilidade para dar sequência ao seu projeto de governo.
Para a diretora executiva do Ibope, Márcia Cavallari, a velocidade da queda da aprovação de Bolsonaro está relacionada a fatos envolvendo o governo. “Há expectativa grande e imediata da população em relação à melhoria da economia, do emprego, da saúde, da educação e da segurança pública. Não é fácil equilibrar expectativa com a realidade”,
Não votei em Bolsonaro, nem em Haddad e em nenhum, enquanto não houver um candidato que levante fortemente a bandeira da educação não tem meu voto, mas enfim, é muito pouco tempo para ele mostrar serviço, vamos deixar ele trabalhar e dar um tempo a ele, afinal ele é o presidente de todos, quem votou nele ou não.
O Ibope ainda registrou alguma aceitação de Bolsonaro, pensei que já tinha zerado.
Não foi o Ibope junto as Datafolha (conhecido como dataPT) que aprontaram mile duas pesquisas mostrando que Bolsonaro perdia a eleição?
Não foram esses institutos que davam como certa a derrota de Bolsonaro no segundo turno?
Não foram esses institutos de pesquisa que mostravam insistentemente que o ex presidente estava a frente das pesquisas com muita folga? Mas não elegeu seu segundo poste.
Quem acredita e dá credibilidade a pesquisas desses institutos tem duas qualidades: Precisam desesperadamente da volta da corrupção e acreditam em contos de fadas.
O governo Bolsonaro está se portando de forma totalmente diferente dos anteriores, adotando medidas antipáticas a diversos setores da sociedade, embora sejam absolutamente necessárias e benéficas ao país. Está enxugando e "despetizando" a máquina pública, tendo diminuído a quantidade de ministérios e nomeado seus titulares sem a venda de cargos a políticos corruptos. Extinguiu milhares de cargos comissionados, cortou verbas milionários destinadas à grande mídia, cortou financiamentos suspeitos a artistas e eventos "culturais", suspendeu contratos e licitações suspeitas, enviou 2 projetos impopulares (mas, essenciais) ao Congresso… Resultados positivos precisam de sacrifícios. Além disso, há a constante e irresponsável oposição da turma de esquerda, inconformada com a perda do poder. Essa gente sabe que, se o novo governo der certo, eles estarão, politicamente, definitivamente mortos.
esse ibope é aquela equipe que a globo paga para tentar consertar o numero de sua caída para a falência…adianta não, a nação tá mudando e cego e aquele que não quer enxergar…
"Não ganha de ninguém no segundo turno!". Fonte: Ibope
Vão trabalhar cambada de vagabundo!
Podem chorar q ainda tem 8 anos de governo do Mito pela frente.
Bom também deixar claro que nunca um presidente diminuiu verbas publicitárias em início de governo, e pela primeira vez na história um presidente foi massacrado massivamente pela imprensa. Bom frisar tbm que, iguais a esses casos explorados, existem outros bem
similares, e bem mais graves, entretanto, não são dados os mesmos tratamentos, como se induzisse o cidadão a ter um olhar também seletivo, deturpado, e negativo do governo.
A credibilidade do IBOPE é a mesma de uma nota de 3 reais. Será que o povo já esqueceu da campanha presidencial? Fizeram de tudo para derrotar Bolsonaro e conseguir eleger o PT para dessa forma continuar mamando nas tetas do governo. O IBOPE, a Folha de SP e a Globo se quiserem permanecer no mercado vão ter que ralar. O ideal mesmo é que continuem desacreditados e que aprendam a fazer jornalismo sério e parem de receber verba governamental para defender governo corrupto como o do PT.
O ex-ministro e candidato derrotado do PDT à Presidência, Ciro Gomes, voltou a criticar duramente o PT e disse ter se tornado alvo por ameaçar a “hegemonia apodrecida” da antiga sigla aliada. Ao Estadão/Broadcast, Ciro voltou a afirmar que enxerga no “lado bandido” do PT a origem do movimento que culminou na eleição do presidente Jair Bolsonaro e levou a sigla à atual condição de paralisia.
“Bolsonaro é produto do lado bandido do PT. E eu continuo achando que quem está mandando ali (no PT) é esse lado bandido. Eles estão completamente perdidos. Por isso, só resta agora a esse lado bandido do PT bater em mim”, afirmou Ciro, ao comentar os recentes atritos com a presidente do PT, Gleisi Hoffmann. Na troca de ataques lançados na semana passada, Gleisi chegou a ser chamada de “chefe de quadrilha” e Ciro, de “coronel oportunista”. “O PT sabe que eu e o PDT ameaçamos essa hegemonia apodrecida deles.”
Ao falar sobre os planos do PDT para a articulação da oposição no Congresso, Ciro disse que seu partido tem atuado em sintonia com legendas como PCdoB e PSB. Ele ponderou que, diante de assuntos como a reforma da Previdência, é inevitável que todos os partidos que integram a oposição ao governo trabalhem em conjunto, inclusive o PT.
“Temos que ter em mente que a luta, a partir de agora, se dará em questões práticas. Temos consciência de que somos minoria. Por isso, temos que atuar em conjunto para atenuar danos”, afirmou.
Esse chupa ovo de lula se acha melhor que Bolsonaro e Haddad, são todos farinha do mesmo saco tanto faz Ciro,Haddad,Bolsonaro,Marina são todos ums cretinos… kkkk vixi falei igual a um de toga
O Coronel Ciro, "atira" para todos os lados, no sentido de recuperar um "capital" que nunca teve… Este está perdido… Mas ainda pode se recuperar. Basta tomar os remédios todos os dias….
Em eleições passadas o erro foi esse indivíduo induzir os cidadãos a votar nesses bandidos do pt, somente pra preservar seu cargo de ministro e assegurar uma corrupção sistêmica no Ceará, aonde o dinheiro sujo roubado do povo circulava livremente pelas cuecas e meias de seus comparsas.
Para conseguir apertar as regras de aposentadoria das Forças Armadas, o governo federal precisou propor uma ampla reestruturação que inclui reajustes em salários de algumas patentes militares, criação e ampliação de gratificações e a extensão de um adicional de 10% a generais da reserva – que poderá beneficiar inclusive o time que está no comando do governo, como o vice-presidente Hamilton Mourão e os ministros Augusto Heleno e Santos Cruz. O saldo final das mudanças será uma economia de R$ 10,45 bilhões em uma década – média de R$ 1 bilhão ao ano.
A equipe econômica prevê poupar R$ 97,3 bilhões em dez anos com a mudança nas regras de aposentadoria dos militares, mas parte desse impacto será anulado porque a reestruturação das carreiras custará R$ 86,85 bilhões no mesmo período. O secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, disse que o projeto “faz justiça” com as Forças Armadas, que desde 2001 vinham sendo “preteridas”.
Em mais de três horas de entrevista, os militares que explicaram a proposta destacaram que a categoria tem especificidades e não passa por uma reestruturação há 19 anos. Um general – posto mais graduado – hoje ganha soldo (remuneração básica) de R$ 13,5 mil, enquanto quem está no início da carreira de auditor-fiscal da Receita, por exemplo, ganha mais de R$ 20 mil.
Perdas
A equipe econômica trabalhou nos últimos dias para barrar um prejuízo ainda maior, já que a proposta entregue pelo Ministério da Defesa previa gastos superiores à economia obtida com a reforma em R$ 10 bilhões na primeira década, como antecipou o Estado. Com os ajustes de última hora, o governo conseguiu garantir um saldo positivo desde o primeiro ano de implementação das mudanças.
O assessor especial do ministro da Defesa, general Eduardo Garrido, disse que a União “economiza muito com os militares” porque não paga hora-extra, adicional noturno, periculosidade, FGTS e cargos de confiança. Ele afirmou que as Forças Armadas não querem passar a receber esses benefícios, mas ponderou a necessidade de reestruturação das carreiras. Segundo o general, a avaliação das regras dos militares “com viés de curto prazo de se reduzir gastos a qualquer custo” não é sensata. “Ela é perigosa”, advertiu Garrido.
Déficit
O secretário de Previdência do Ministério da Economia, Leonardo Rolim, afirmou que as medidas vão reduzir o déficit da Previdência dos militares, que no ano passado foi de R$ 43,9 bilhões, mas disse não ter os números à mão para informar de quanto seria essa redução.
A proposta aumenta a alíquota previdenciária de 7,5% para 10,5% gradualmente até 2022 e eleva o tempo de atividade de 30 para 35 anos para os novos militares. Quem está na ativa pagará um “pedágio” de 17% sobre o tempo que falta hoje para a reserva. A proposta ainda restringe o rol de dependentes de pensão e plano de saúde.
A reestruturação, por sua vez, aumenta os adicionais concedidos por cursos de habilitação (o porcentual máximo passa de 30% para 73%) e cria um adicional de disponibilidade, que pode chegar a 32% do soldo. A ajuda de custo quando o militar vai para a reserva dobrou de 4 para 8 soldos. Essas mudanças devem representar aumento de 5% na folha salarial dos militares, que hoje é supera os R$ 80 bilhões.
Apesar de a equipe econômica ter garantido que não haveria reajustes, a proposta incluiu aumento nos soldos de algumas classes de militares, sobretudo para soldados, cabos e cadetes, que estão na base da carreira. A medida é uma estratégia para aplacar os ânimos desses militares, que vinham protestando em redes e grupos de WhatsApp contra o projeto que, na visão deles, privilegiava postos mais graduados.
O projeto de lei ainda garante que os oficiais generais das três forças (Exército, Marinha e Aeronáutica) que estão na reserva e na ativa poderão incorporar ao soldo a gratificação de 10% de “representação”. Essa parcela é dada aos generais que ocupam cargos de comando de organizações militares e viagens de instrução. Hoje, os oficiais generais perdem essa gratificação quando deixam os comandos ou entram para a reserva. Veja quais foram as principais mudanças anunciadas.
Querem estuprar o trabalhador , pelo amor de Deus, isso é uma farra, não tem outro nome. O cara vai pra reserva e tem que receber um bônus equivalente a 8 salários, em que país do mundo existe isso?? Defender um adicional de 73% pq vai fazer um Curso de Altos Estudos, insano.
Militar hoje com 50 anos já está coçando o saco e querem manter issso. Pela reforma todos os civis ganharão no máximo o teto do INSS como aoosentadoria(5,8 mil). Vai ficar muito bonito um cabo ter uma aposentadoria igual a de um Ministro do Supremo ou do STJ. O Congresso tem q acabar com essa esperteza dos generais. Essa reforma fracassou ontem, pode escrever.
Ou seja, a conta PESADA vai cair no lombo dos servidores públicos civis e dos trabalhadores da iniciativa privada. E ainda tem trouxas que aplaudem essa aberração.
O Supremo Tribunal Federal ( STF ) deve estabelecer hoje regras específicas para o compartilhamento de dados sigilosos da Receita Federal com o Ministério Público . Atualmente, existem decisões judiciais díspares sobre o assunto – ora autorizando a transferência de informações sem decisão judicial, ora proibindo.
Na avaliação de ministros consultados pelo GLOBO, o plenário deve unificar esses procedimentos em um julgamento previsto para a tarde desta quinta-feira. A tendência é a Corte endurecer, fixando como regra a necessidade de aval de um juiz.
O processo é de relatoria do presidente do tribunal, Dias Toffoli, e tem repercussão geral – ou seja, a decisão deve ser aplicada por juízes de todo o país em processos semelhantes. O caso está sob segredo de justiça. Se o STF de fato der interpretação mais rígida aos compartilhamentos, investigações feitas com base em dados obtidos sem autorização judicial podem ser anuladas. O resultado pode acirrar as desavenças entre o Ministério Público e o STF.
O julgamento de hoje é uma reação à divulgação de apuração prévia da Receita sobre o ministro Gilmar Mendes, sua mulher, Guiomar, e para a advogada Roberta Rangel, mulher do presidente do tribunal, Dias Toffoli. O tema não estava previsto na pauta deste semestre, que foi elaborada em dezembro do ano passado. Os dois ministros conversaram sobre o assunto e consideraram importante fixar limites para a atuação da Receita e marcaram o julgamento na semana passada. Ontem, no fim da tarde, no entanto, ministros da Corte chegaram a discutir a possibilidade de retirar o caso da pauta, para evitar mais dissonâncias.
Na semana passada, o Supremo decidiu enviar para a Justiça Eleitoral os processos sobre crimes comuns ligados à prática de caixa dois. A medida deflagrou uma crise entre os ministros da Corte e os procuradores da Lava-Jato de Curitiba, que enxergaram no julgamento uma tentativa de enfraquecer as investigações da força-tarefa.
O coordenador da operação, Deltan Dallagnol, definiu a decisão como um retrocesso. “Hoje, começou a se fechar a janela de combate à corrupção política que se abriu há 5 anos, no início da Lava-Jato”, escreveu ele em uma rede social, na ocasião.
Durante o julgamento, Toffoli anunciou a decisão de abrir, de ofício, um inquérito para investigar ataques e ameaças contra a Corte, os ministros e seus familiares.
Indício de crimes
Em 2016, o plenário do STF considerou constitucional a norma que permite à Receita Federal acessar dados bancários sigilosos de pessoas físicas e jurídicas sem autorização judicial. Quando há indício de crime de sonegação fiscal, o órgão envia as informações direto para o Ministério Público, mesmo sem decisão judicial. O problema é que, muitas vezes, o Fisco identifica suspeita de outros crimes — como lavagem de dinheiro. Nesses casos, a Receita deve informar ao Ministério Público, que pede autorização judicial para obter os dados.
Na Receita, o receio é que, para frear a atuação do órgão, o STF proíba inclusive o compartilhamento de dados com o Ministério Público em casos de sonegação.
O presidente da Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR), José Robalinho Cavalcanti, defendeu o compartilhamento de informações:
— Muitas vezes é no detalhe da quebra de sigilo fiscal que você encontra elementos para que a investigação prossiga. Então a Receita Federal tem os dados não apenas do que a pessoa recebeu, mas de onde vieram, que empresas ela tem, de que faz parte, das quais recebeu. Essas informações são muitas vezes essenciais para a investigação. Qualquer restrição ao acesso às informações é um atraso .
Segundo ele, todo compartilhamento de informações é justificado por escrito em ofício. O presidente da ANPR também destacou que as informações em poder do Ministério Público continuam sob sigilo:
— Nunca se ouviu falar de vazamento de informação fiscal dentro do Ministério Público. O MPF nunca usou as informações da Receita de maneira equivocada. Então, com todo respeito, essa reclamação faz mais sentido para a defesa dificultar a investigação.
Na véspera do julgamento, Gilmar Mendes questionou o acesso amplo da Receita aos dados, mesmo sem o compartilhamento com o Ministério Público.
— O acesso, mesmo por parte de um agente fiscal, tem que ter uma causa. Não pode ser uma coisa banal. Eu não posso ir para uma mesa de bar e querer saber o que está na sua conta — disse Mendes, completando: — Foi na gestão da Lina Vieira que isso virou uma barafunda e que hoje é uma farra. Qualquer fiscal pode ter acesso e informar. Porque a rigor, mesmo o fato deles terem acesso não significa que eles devam ter acesso a qualquer informação. Isso virou um jogo sem quartel e se presta a coisas indizíveis.
No julgamento, o tribunal também deve reforçar que os dados, quando compartilhados com o Ministério Público, devem permanecer sob sigilo — e não divulgados, como ocorreu no episódio envolvendo os ministros do STF. Sobre o episódio, Mendes afirma que não há ligação com o julgamento de hoje:
— A rigor, a Receita sempre poderia fazer fiscalização sobre qualquer contribuinte. Ali, o que é esquisito é o vazamento.
Aí está o erro do país, indivíduos pagos pelo contribuinte para ser DEUSES, isso é inadimissivel, esses empregados do povo eram pra serem os primeiros a terem suas vidas financeiras devassadas, só assim manteriam a confiança do povo para se manterem custeados pelo dinheiro dos brasileiros. Isso é uma canalhisse sem tamanho.
A prisão a partir da condenação em segunda instância compatibiliza o princípio constitucional da presunção da inocência com os direitos fundamentais das vítimas de condutas criminosas. É o que a Advocacia-Geral da União (AGU) argumenta em manifestação encaminhada nesta terça-feira (19/03) ao Supremo Tribunal Federal (STF) para defender o procedimento.
Assinada pelo advogado-geral da União, André Mendonça, a manifestação foi apresentada no âmbito de ação (ADI nº 5976) movida pela Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal (Confetam) para questionar a constitucionalidade da Súmula nº 122 do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, que observando a nova jurisprudência do STF sobre o assunto, define que “encerrada a jurisdição criminal de segundo grau, deve ter início a execução da pena imposta ao réu, independentemente da eventual interposição de recurso especial ou extraordinário”.
No documento, a AGU lembra que em oportunidades anteriores chegou a defender a procedência de ações que pediam para o STF declarar a constitucionalidade de dispositivos que impediriam a prisão antes do trânsito em julgado de ações penais, mas pondera que o próprio STF modificou o entendimento “hipergarantista” sobre o alcance do princípio da presunção para adotar uma interpretação mais unitária da Constituição que também leve em consideração fatores como coesão social, os direitos fundamentais das vítimas e o próprio ideal de Justiça.
“Quando a garantia da presunção de inocência é estendida para impedir qualquer prisão não cautelar antes da conclusão dos processos nas instâncias extraordinárias, o que se percebe é uma grave afetação dos direitos fundamentais das vítimas das condutas criminosas”, assinala a AGU. “São dramas de uma sociedade desamparada da tutela estatal mínima. Revelam não um verdadeiro Estado de Direito, mas um Estado incapaz de assegurar condições de paz, segurança e convivência sadias. Revelam uma persecução penal impotente, que reserva àqueles que podem pagar pelas melhores defesas um processo convenientemente lento, ineficaz e leniente, cujo termo prescricional torna-se facilmente manipulável’, acrescenta a Advocacia-Geral.
Aplicação da justiça
A AGU também observa que não há como considerar arbitrárias prisões efetuadas após julgamento em duplo grau de jurisdição no qual: provas são analisadas de forma exaustiva e minuciosa; o direito de defesa e de refutação das acusações é amplamente respeitado; a possibilidade de interposição de recursos e de pedido de habeas corpus continua existindo. Na realidade, argumenta a AGU, a prisão nestas condições “se trata da efetiva garantia e aplicação da justiça como maior valor constitucional no contexto do Estado Democrático de Direito, na perspectiva da inibição da proteção deficiente”.
Ainda de acordo com a Advocacia-Geral, arbitrária seria “a eternização de um sistema incapaz de garantir alguma efetividade a ato condenatório já avalizado por múltiplas autoridades judiciárias, independentemente das singularidades do caso concreto e ainda quando o crime imputado tenha ofendido relevante bem jurídico ou gerado abalo social gravíssimo”. Neste sentido, defende a AGU, a prisão a partir da condenação em segunda instância “repõe um senso de coerência normativo indispensável para evitar-se a perpetuação de um contexto de persecução penal impotente, vacilante, seletivo e injusto. Trata-se do meio disponível para a superação das traumáticas experiências de responsabilização penal sem desfecho, muitas das quais causadas pela fluência do prazo prescricional da pretensão executória durante a tramitação dos recursos de natureza extraordinária”.
Descompasso imperdoável
A AGU também aponta que, além das detenções cautelares como a preventiva e a provisória, a própria Constituição admite prisões de acusados de crimes antes da conclusão do processo penal ao listar, por exemplo, os crimes inafiançáveis. Para a AGU, isso revela que “a deferência do sistema de justiça criminal com os paradigmas de tratamento processual justo, aglutinados em tomo da presunção de inocência, não pode criar um descompasso imperdoável entre a prática das condutas delitivas e a resposta penal. Isso esvaziaria brutalmente a autoridade do Estado para cumprir aquela que é, por excelência, a sua missão: a garantia das condições mínimas de pacificação social”.
Por fim, a Advocacia-Geral defende que a ação da Confetam sequer seja conhecida pelo Supremo, uma vez que não há pertinência temática entre o objeto da ação e as atividades institucionais da entidade – conforme exigido pela jurisprudência do próprio STF – e não é cabível ação direta de inconstitucionalidade para questionar súmula de tribunal, cujo objetivo é apenas sintetizar a reiterada jurisprudência da Corte acerca do cumprimento provisório de pena privativa de liberdade.
A ação, que está sob relatoria do ministro Roberto Barroso, ainda não tem data para ser julgada. A íntegra da manifestação da AGU pode ser conferida no documento abaixo.
O Ibope divulgou a versão completa da pesquisa que mediu a aprovação do governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL), que é, em março, um terço menor do que era em janeiro, uma oscilação negativa de 15 pontos percentuais, de 49% para 34% dos entrevistados.
No levantamento, o instituto registrou que a aprovação do presidente oscila consideravelmente quando se observa a divisão por região e por idade, por exemplo. Os estados do Nordeste foram os que registraram a maior queda de apoio ao governo Bolsonaro. Em janeiro, 42% dos eleitores consideravam a administração “ótima” ou “boa”, número que passou a ser de apenas 23% em março, uma queda de dezenove pontos.
É quase o dobro do que o que foi registrado no Norte e no Centro-Oeste. No conjunto das duas regiões, apresentadas de forma unificada pelo Ibope, a aprovação caiu dez pontos, de 52% para 42%. Não há região em que o apoio ao governo tenha subido ou se mantido estável.
Veja
Fazer pesquisa que avalia o desempenho de um governo que começou a menos de 3 meses, acho, não faz sentido, não. Principalmente quando "se pega" um país destruído por décadas de irresponsabilidades administrativas. Eu, particularmente, procura exercitar a paciência evitando jogar pedras. Almejo felicidades ao Presidente Bolsonaro como também à Governadora Fátima.
Falsos "arrependidos" nada mais são do que militontos de esquerda chorando por suas "boquinhas" perdidas. O novo governo está ai para tentar mudar o Brasil, livrando-o dos maus costumes e das más influências. Quanto à região Nordeste, precisa urgentemente se livrar das eternas amarras que lhe mantém no atraso, na miséria, na ignorância. Nossa região sempre foi vítima dos "coronéis", do voto "de cabresto". A ignorância e a miséria, tão bem exploradas por políticos inescrupulosos, não pode continuar sendo a determinante do nosso futuro. Isso tem de mudar.
Comentar é fácil é só carregar na tela que aceita tudo. Diga as suas asneiras e prove.
Teve uma turma aí que passaram mais de dez anos no poder e o que nos deixou de herança?
Não fiquem chateados é só uma pergunta.
O povo mais inteligente do Brasil mora aqui. Nem precisa de oposição para demonstrar sua dificuldade de articular um pensamento positivo, o coiso se revela e as pessoas sábias percebem. Se continuar desse jeito vai ficar difícil até se eleger para síndico das laranjas bolsominias.
Alegar que os demais, a maioria, é menos inteligente, ja demonstra o seu nivel intelectual petista de provocar divisoes. Esse tipo de politica fascista dos petistas é um dos pilares que levou o país ao fracasso, alem da roubalheira do lider supremo ditador deste partido. E ninguem votou em bolsonaro pq gosta dele, mas por falta de opcao… ou votava numa quadrilha bandida gigantesca, ou votava no doido… melhor o doido.
Sai fora Zé Ruela recalcado
Eu já me arrependi bastante de ter votado neste sujeito. Envia uma proposta de reforma que lasca o vendedor do comércio e privilegia militares. Assim fica difícil. Se quiser que os vendedores não se aposentem é só criar uma lei proibindo e não uma covardia dessas.
O plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira, 20, o texto-base do projeto de lei que permite a empresas aéreas em operação no Brasil terem até 100% de capital estrangeiro. A medida está inserida na proposta que altera a Política Nacional de Turismo. O plenário da Casa analisará ainda 12 destaques apresentados ao texto que podem mudar o porcentual de participação de capital internacional nas empresas.
O texto foi aprovado por 329 votos a favor e 44 contrários. O projeto de lei altera também alguns pontos da política nacional de turismo como a determinação de um porcentual de leitos adaptados para pessoas com necessidades especiais.
De acordo com o líder do governo na Câmara, major Vitor Hugo (PSL-GO), o texto é defendido pelo Planalto. Após tentar incluir a liberação de recursos internacionais em diversos projetos, sem sucesso, o ex-presidente Michel Temer editou em dezembro do ano passado uma medida provisória que liberou a investidores estrangeiros ter uma fatia de até 100% das empresas aéreas brasileiras. O limite, até então, era de 20% do capital. A MP está em vigor mas ainda não foi analisada pelo Congresso e perde a sua efetividade no próximo dia 27.
A medida foi editada dois dias após a Avianca – quarta maior aérea do País – pedir recuperação judicial, com débitos acumulados com aeroportos, prestadores de serviço e donos das aeronaves que arrenda para poder operar. O governo, no entanto, descartou a relação entre a medida e a situação da empresa.
Estadão Conteúdo
“Essa é uma terra de um Deus-mar. Um Deus-mar que vive para o sol. E esse sol está muito perto daqui. Venha e veja tanto quanto pode se curtir.” É com esses ‘versos-convite’, eternizados pelo artista potiguar Pedrinho Mendes, composta em 1981 e registrada em 2017 como patrimônio Imaterial da Cidade do Natal, que faz lembrar o potencial turístico do Rio Grande do Norte e a sua hospitalidade, que a capital recebe nos dias 29 e 30 deste mês dois grandes eventos, o 10º Fórum de Turismo do RN e a 5ª Feira dos Municípios e Produtos Turísticos do RN (Femptur), no Centro de Convenções.
Na programação, um dos principais pontos a serem discutidos: o valor das passagens aéreas. “Momento oportuno para o debate, uma vez que as passagens para Natal estão entre as mais caras do país. Despertando questionamentos e preocupações no cenário econômico e turístico da região, além de fazer migrar para os estados vizinhos em busca de preços mais viáveis, afetando, assim, toda uma economia”, elucida Antônio Roberto Rocha, organizador do Fórum. Que também faz referências a pesquisas recentemente liberadas “Há passagens com cerca de 50% de diferença saindo de João Pessoa”, aponta. Vale lembrar que o número de voos com saída de Natal é superior ao de João Pessoa e mesmo assim, o valor partindo da capital potiguar é mais elevado.
É para debater melhorias e propostas que o Fórum traz no painel de abertura, o tema “O RN vai decolar – como incrementar a malha aérea para Natal”, em duas palestras: “Integração dos aeroportos na cadeia produtiva do Turismo”, com o gerente de Desenvolvimento do RIOgaleão, Bruno Reis e “Os gargalos da aviação comercial brasileira”, com o presidente da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), Eduardo Sanovicz, além de abrir os assuntos para debate na presença do diretor de Novos Voos da Inframérica, Roberto de Oliveira; da secretária de Turismo do RN, Ana Maria Costa; do presidente da ABAV-RN, Abdon Gosson e do presidente da ABIH-RN, José Odécio.
Para participar do Fórum é necessário realizar inscrição através da página www.forumdeturismorn.com.br. Em paralelo, com entrada gratuita, acontece a Femptur. Nela, o visitante poderá conhecer detalhes dos destinos turísticos e ainda comprar pacotes promocionais para apreciar melhor o RN; adquirir produtos legitimamente potiguares, como queijos, manteigas, cachaças, doces de frutas, biscoitos, castanhas, entre outras delícias. E, para quem é fã de artesanato, obras de arte e quadros fotográficos também estarão à venda. Tudo regado a uma boa gastronomia e atrações culturais.
O evento conta com apoio da Prefeitura do Natal, Governo do Estado do Rio Grande do Norte, SEBRAE-RN, Fecomércio-RN, Banco do Nordeste, DataShow, SERHS Natal Grand Hotel e InterTV.
Fazer um fórum, só com representantes do RN. No que isso vai dar?
O problema são as empresas de aviação, tem que convidar eles a se explicarem.
Ainda mais, esse aeroporto é no fim do mundo. Antes, as pessoas iam para o aeroporto de Parnamirim até com lazer no fim de semana. Para ver o aviões decolaram, hoje não se consegue ver nada.
Mil vezes mais seguro viajar por João Pessoa, não é só a questão dos preços das passagens que são menores. A segurança não se compara, esse aeroporto daqui o caminho é muito perigoso , tem assalto todos os dias. Não vale a pena a riscar .
Fora o preço das passagens, o estacionamento do aeroporto, é um verdadeiro assalto a população. Você tem 15 minutos para percorrer um trecho longo, deixar o passageiro e voltar, sob pena de pagar um valor bem razoável, ainda por cima, nesse percurso, tem placas com limite de velocidade, um absurdo que só acontece aqui.
Um adolescente foi apreendido, após tentar esfaquear alunos de uma escola na zona norte do Rio de Janeiro. Segundo a juíza Vanessa Cavalieri, da Vara da Infância e da Juventude do Rio, durante audiência hoje (20), o jovem demonstrou estar em aparente surto psicótico, relatou ouvir vozes e confirmou que tinha a intenção de matar seus colegas.
O caso ocorreu ontem (19), no Colégio Irineu Marinho, em Marechal Hermes, zona norte da cidade. Após ser ouvido, a Justiça determinou sua internação em um hospital psiquiátrico.
A juíza Vanessa Cavalieri afirmou que a internação psiquiátrica compulsória tem o objetivo de fazer uma avaliação e buscar tratamento para o menor.
As informações foram divulgadas pela assessoria do Tribunal de Justiça (TJ) do Rio de Janeiro.
Agência Brasil
A Polícia Federal indiciou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o filho Luís Cláudio pelos crimes de lavagem de dinheiro e tráfico de influência por pagamentos para a empresa de marketing esportivo Touchdown.
A empresa passou a ser investigada pela Polícia Federal em 2017, com as delações da Odebrecht na Lava Jato. A investigação descobriu que, ao longo dos anos, a Touchdown recebeu mais de R$ 10 milhões de grandes patrocinadores, mas o capital social da empresa era de R$ 1 mil.
A pedido da PF, a juíza Bárbara de Lima Issepi, da 4ª Vara Criminal Federal de São Paulo, determinou que a investigação seja encaminhada para uma vara especializada em crimes financeiros. O caso agora está sendo analisado pela Força Tarefa da Lava Jato em São Paulo.
Para a defesa de Lula, o relatório da PF é “opinativo, com fragilidade jurídica e distanciamento da realidade dos fatos” (veja a nota completa abaixo).
Em deleção, o ex-executivo Alexandrino Alencar disse que, em 2011, o ex-presidente Lula pediu ajuda a Emílio Odebrecht para que o filho Luís Cláudio iniciasse a carreira de empresário. Na ocasião da delação, o instituto Lula divulgou nota: “Delações são relatos unilaterais para a obtenção de benefícios judiciais. São indícios de provas, não provas. Mesmo que o relato de Alexandrino Alencar seja verdadeiro, os fatos teriam acontecido após Lula ter deixado a presidência, quando não exercia nenhum cargo público e sequer seriam atos ilegais.”
“Então, ele pede isso de uma maneira digamos eu diria de um pai pedindo para outro pai muito interessante esse evento. E na mesma maneira, Lula pede para ele que se pudesse ajudar o filho dele a iniciar uma carreira empresarial”, disse Alencar em depoimento.
Alexandrino entregou à força-tarefa recibos de pagamento da Empresa Concept, contratada por ele para ajudar na criação de uma liga de futebol americano no Brasil. Alexandrino revelou que a Odebrecht pagou a maior parte do serviço, o equivalente a cerca de R$ 2 milhões e cerca de R$ 120 mil foram pagos por Luís Cláudio.
“Combinei com o Luis Claudio que nós pagaríamos 90% do custo da Concept e ele e a Touchdow pagariam 10%. Meu compromisso original com o presidente e com o Emílio era de 2 anos. Depois, ele voava sozinho. Então, ampliamos porque ele se atrapalhava e não decolava. Renovamos mais um ano. Soube depois, agora, que ele teve de desistir do projeto”, contou Alencar.
No relatório final da investigação, a Polícia Federal afirma que, apesar das expressivas quantias pagas, não houve formalização do contrato entre a empresa de Luís Cláudio e a Concept.
Segundo o inquérito, os serviços prestados pela Concept à empresa de Luís Cláudio estavam, pelo menos, 600% acima do valor de mercado. Em depoimento, o diretor da Concept disse que a consultoria realizada para a Touchdow custou entre R$ 300 e R$ 400 mil.
A Polícia Federal também diz que Luís Cláudio usou um laranja para movimentar dinheiro ilícito. Os investigadores identificaram que uma empresa de recreação e produção de doces e salgados, que tem capital social de apenas R$ 1 real recebeu, só em 2013, cerca de R$ 846 mil da Touchdown.
Segundo a polícia, antes de começar a receber os valores da empresa de Luís Cláudio, a dona da empresa tinha renda mensal de apenas um salário mínimo.
Representantes da Confederação Brasileira de Futebol Americano também prestaram depoimento e disseram que não tiveram patrocínio anual e nem investimentos que durassem tantos anos, em valores tão expressivos, e sem formalizar um contrato.
Um relatório da Receita Federal, que faz parte do inquérito, também aponta indícios de irregularidades e omissão de receitas na movimentação financeira da Touchdown, os autores dizem que “causa estranheza que a empresa comprove pagamentos apenas a partir de dezembro de 2012, sendo que os serviços já eram prestados pelo menos desde março do mesmo ano
Lula está preso na sede da Polícia Federal em Curitiba, no Paraná, condenado a 12 anos de prisão por lavagem de dinheiro e corrupção no caso do triplex no Guarujá (SP).
Nota defesa
“O relatório produzido pela autoridade policial não tem qualquer implicação processual e muito menos afasta a garantia constitucional da presunção de inocência em favor do ex-Presidente Lula e de seu filho Luis Claudio.
Trata-se de mero documento opinativo, com enorme fragilidade jurídica e distanciamento da realidade dos fatos, que dá sequencia ao “lawfare” praticado contra Lula e seus familiares.
Lula jamais solicitou ou recebeu, para si ou para terceiros, qualquer valor da Odebrecht ou de outra empresa a pretexto de influir em ato da ex-Presidente Dilma Rousseff ou de qualquer outro agente público. Tampouco teve qualquer atuação nas atividades da TOUCHDOWN, empresa de titularidade de seu filho Luis Claudio que organizava um campeonato nacional de futebol americano.
Luis Claudio, por seu turno, comprovou serem mentirosas as afirmações de delatores da Odebrecht. A empreiteira jamais suportou os custos de fornecedores da TOUCHDOWN. Especificamente no caso do grupo CONCEPT, referido por tais delatores, Luis Claudio apresentou o contrato de prestação de serviços firmado com a TOUCHDOWN e comprovou ter feito todos os pagamentos dos honorários contratados e das despesas incorridas durante a prestação dos serviços.
Espera-se que o Ministério Público Federal de São Paulo, a quem cabe a análise do material, siga a lei e encerre o caso em relação ao ex-Presidente Lula e a Luis Cláudio, tendo em vista que eles não praticaram qualquer ato ilícito.”
G1
O "homem mais honesto do mundo", maior usuário mundial de "laranjas" (não há nada no nome deles, tudo é de "amigos"), e um de seus "ronaldinhos" dos negócios. E um verme desses ainda tem uma porção de insanos que o defendem. Essa gente precisa ser estudada.
Que povo mais ingrato, um inocente desses, sendo mais uma vez criminalizado. Isso não se faz, desse jeito, vai passar o resto da vida na cadeia. Já entraram com mais de cem pedidos de hábeas corpus e nenhum caiu na mesa de Gilmar Mendes, isso é um azar miserável.
Ah, pra que essa notícia, não interessa a ninguém. Muito menos quem matou Celso Daniel, pior Toninho do pt, nem quem mandou esfaquear o mito. Importante mesmo é a nova do Queiroz, e o caso Mariele, as fotos do assassino e tal. Tem mais, não existe retaliações porque Bolsonaro reduziu as verbas publicitárias a apenas 20% do que gastava luladrão e seus comparsas. Imprensa marrom e canalha
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), desqualificou o projeto anticrime apresentado pelo ministro Sergio Moro (Justiça e Segurança Pública), dizendo que o texto é um “copia e cola” de proposta sobre o mesmo tema que foi apresentada no passado pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF.
Ao chegar à Câmara, Maia mostrou irritação com o ministro ao chamá-lo de “funcionário do presidente Jair Bolsonaro” e dizer que ele “está confundindo as bolas”.
“O funcionário do presidente Bolsonaro? Ele conversa com o presidente Bolsonaro e se o presidente Bolsonaro quiser ele conversa comigo. Eu fiz aquilo que eu acho correto [sobre a proposta de Moro]. O projeto é importante, aliás, ele está copiando o projeto direto do ministro Alexandre de Moraes. É um copia e cola. Não tem nenhuma novidade, poucas novidades no projeto dele”, disse em resposta a um questionamento sobre se Moro estava se intrometendo na Câmara.
Na última quinta-feira (14), Maia determinou a criação de um grupo de trabalho para analisar o chamado projeto de lei anticrime de Moro e duas outras propostas correlatas que já tramitavam na Câmara. Como o grupo de trabalho tem o prazo de 90 dias para debater as matérias, na prática Maia suspendeu momentaneamente a tramitação da maior parte do pacote legislativo do ministro da Justiça.
O deputado disse ainda que o projeto prioritário é o apresentado por Moraes, quando ele era ministro da Justiça, ainda no governo de Michel Temer.
Segundo Maia, a votação do pacote se dará no futuro, após a Casa analisar a reforma da Previdência, considerada crucial para o governo Bolsonaro.
O deputado negou estar irritado com Moro e disse que o ministro “conhece pouco a política”.
“Eu sou presidente da Câmara, ele é ministro funcionário do presidente Bolsonaro. O presidente Bolsonaro é quem tem que dialogar comigo. Ele está confundindo as bolas, ele não é presidente da República, ele não foi eleito para isso. Está ficando uma situação ruim para ele. Ele está passando daquilo que é a responsabilidade dele. Ele nunca me convidou para perguntar se eu achava que a estrutura do ministério estava correta, se os nomes que ele estava indicando estavam corretos”, afirmou.
O presidente da Câmara ironizou Moro, insinuando que o ministro busca destaque na imprensa ao querer aprovar a proposta apresentada.
“O projeto vai andar no momento adequado, ele pode esperar para ter um Jornal Nacional, um Jornal da Band, ou da TV Record, ele pode esperar.
Meus caros, parece-me que vocês não se deram conta que foi o próprio Bolsonaro e o PSL que também apoiaram a reeleição do Rodrigo Maia. O que podíamos esperar dessa velha raposa? (DEM sendo o DEM). Por essas e outras que não há como vislumbrar mudanças nesse país. Precisaria de pulso e determinação do Presidente para peitar a velha política e transformar nosso País numa nação poderosa e nos devolver a autoestima e o orgulho de ser Brasileiros.
Se depender desse deputadadozinho… a criminalidade vai continuar alta. Pq é tao dificil aprovar algo que é tao benéfico a todos cidadaos, menos os bandidos? O que ta por tras desse interesse em prejudicar um ministro honesto e honrado? Ta so lembrando que o presidente do congresso "esqueceu"… nao é bem uma cobrança.. quem vai cobrar é o povo depois, o deputado.
Esse deputado Rodrigo Maia filho da puta deveria respeitar o ministro Sergio Moro, esse deputado é um fuleiro foi muito deselegante, grosseiro e mau educado, mais isso tudo é ciúmes do ministro porque ele sabe que Sergio Moro vai ser o nosso futuro presidente do Brasil e ele Rodrigo Maia não se conforma e desde já quer atrapalhar tudo o que o ministro venha a fazer.
EITA MINISTRO MORO, SE EU FOSSE VOCE PEDIA PRA SAIR, UMA DESCASCADA DESSAS NÃO É SERIA PRA MENOS OU FOI UMA LIÇÃO PRA FAZER OS PROJETOS E AGUARDAR O MOMENTO CERTO DE APRESENTAR NA CÂMARA MAS É VIVENDO E APRENDENDO. BOA SORTE NOS PRÓXIMOS DIAS MAS MESMO ASSIM ADMIRO MUITO SEU TRABALHO, SUA VONTADE DE MELHORAR A SEGURANÇA DESSE PAÍS DESGOVERNADO.
Esse pilantra corrupto não serve nem pra servir de capacho pro Moro. Vagabundo tá querendo dinheiro pra aprovar alguma coisa. Infelizmente o Brasil depende dessa escória pra avançar. E pelo visto não vai ser fácil.
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