Política

Fátima Bezerra manda projetos de teto de gastos, de reforma administrativa e outros quatro para a Assembleia

O governo Fátima Bezerra encaminhou seis meprojetos de lei do pacote econômico anunciado no começo do mês e, entre eles, o de teto de gastos.

Confira os projetos

Mensagem 004/2019 – Projeto de lei que amplia de 2% para 6% sobre a receita total de 2019 o limite que o Estado tem para antecipar receitas orçamentárias.

Mensagem 005/2019 – Projeto de lei que institui o Programa Estadual de Educação e Cidadania Fiscal.

Mensagem 006/2019 – Proposta de Emenda à Constituição Estadual que cria um teto para gastos públicos pelo período de oito anos.

Mensagem 007/2019 – Projeto de lei que cria no Rio Grande do Norte o “Programa de Estímulo à Regularidade Tributária – Contribuinte Exemplar”.

Mensagem 008/2019 – Projeto de lei que reduz de 60 para 10 salários mínimos (de R$ 59.880 para R$ 9.980, portanto) o limite para expedição de requisições de pequeno valor, categoria inferior à dos precatórios.

Mensagem 009/2019 – Projeto de lei que extingue a Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejuc) e a de Esporte e Lazer (Seel); que cria as de Administração Penitenciária (Seap) e de Mulheres, da Juventude, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos (SEMJIDH); e que transforma a de Secretaria de Assuntos Fundiários e de Apoio à Reforma Agrária (Seara) em Secretaria de Desenvolvimento Rural e Agricultura Familiar (Sedraf).

Opinião dos leitores

  1. Governo que já nasceu deficiente. Governa para o PT, não para o RN. É o partido acima de tudo. Os potiguares vão experimentar o que foi eleger a defensora do presidiário.

  2. Essa governadora petista, como todos do seu partido, mentem na campanha e quando assumem o poder só fazem o contrário e pra pior.
    Agora além de lascar o povo e os servidores, quer lascar os advogados também, porque esses pequenos valores de RPV irão pra precatório. Perdem os clientes (na maioria servidores) e os advogados (sim, honorários são verba alimentícia para esses profissionais).
    A OAB tem que se posicionar contra. Alô Aldo Medeiros!

  3. Teto de gastos => "Estão eliminadas da conta despesas em áreas essenciais, como saúde, educação e segurança pública, além de gastos com aposentadorias e pensões". Ou seja, teto faz de conta…

  4. A mensagem 008/2019 já configura um calote!!! A pessoa tem por exemplo 150.,000 pra receber do governo, valor acumulado pela incompetência governamental ao longo do tempo, aí assina o RPV pra receber os sessenta salários mínimos, veja bem de 150 pra 59 e com esse
    projeto baixa pra menos de 10…se isso não for calote, nada mais é!!!???

  5. Mensagem 008/2019 , ou seja, para não pagar realmente o que deve. Haja vista a fila dos precatórios durar décadas.
    Mensagem 009/2019 com a ideologia vermelha sempre presente.
    Gostaria muito de vê-la fazer um bom governo, mas, pelo visto, a ideologia falará mais alto.

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Polícia

Candidatura laranja do PSL vira alvo de PF, Procuradoria e Polícia Civil

A Polícia Federal intimou a prestar depoimento uma candidata a deputada federal usada como laranja pelo PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro.

Reportagem da Folha deste domingo (10) revelou que o grupo do atual presidente do PSL, Luciano Bivar (PE), recém-eleito segundo vice-presidente da Câmara dos Deputados, criou uma candidata laranja em Pernambuco que recebeu do partido R$ 400 mil de dinheiro público na eleição de 2018.

Maria de Lourdes Paixão, 68, que oficialmente concorreu a deputada federal e teve apenas 274 votos, foi a terceira maior beneficiada com verba do PSL em todo o país, mais do que o próprio presidente Bolsonaro e a deputada Joice Hasselmann (SP), essa com 1,079 milhão de votos.

O dinheiro do fundo partidário do PSL foi enviado pela direção nacional da sigla para a conta da candidata em 3 de outubro, quatro dias antes da eleição. Na época, o hoje ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gustavo Bebianno, era presidente interino da legenda e coordenador da campanha de Jair Bolsonaro (PSL), com foco em discurso de ética e combate à corrupção.

Apesar de ser uma das campeãs de verba pública do PSL, Lourdes teve uma votação que representa um indicativo de candidatura de fachada, em que há simulação de atos de campanha, mas não empenho efetivo na busca de votos.

O depoimento de Maria de Lourdes na superintendência da PF no Recife está marcado para às 11h desta quinta-feira (14). Na manhã desta terça-feira (12), a Folha esteve na residência de Maria de Lourdes e na sede do PSL em Pernambuco. Ela não foi encontrada em nenhum dos dois lugares.

Na sede do partido, a recepcionista informou que Maria de Lourdes faltou ao trabalho também nesta segunda-feira (11), para resolver problemas pessoais.

Ela será ouvida na Polícia Federal em um procedimento chamado Registro Especial, que é um mecanismo formal para obter informações antes mesmo do inquérito policial —que ainda não foi aberto.

Além da PF, a Procuradoria Regional Eleitoral em Pernambuco informou nesta terça (12) que propôs ação de impugnação de contas eleitorais contra Maria de Lourdes. A ação sigilosa, conforme a PRE-PE, busca esclarecer eventuais irregularidades relacionadas à candidatura.

Já a Polícia Civil de Pernambuco comunicou na tarde desta terça-feira que instaurou inquérito para apurar as informações publicadas pela Folha. Em nota, a corporação comunicou que o Departamento de Repressão ao Crime Organizado e Corrupção (Draco) ficará à frente das investigações.

Na semana passada a Folha havia publicado que o atual ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, patrocinou um esquema de candidaturas de fachada em Minas que também receberam recursos volumosos do fundo eleitoral do PSL nacional e que não tiveram nem 2.000 votos, juntas. Parte do gasto que elas declararam foram para empresas com ligação com o gabinete de Álvaro Antônio na Câmara.

Após essa revelação sobre o ministro do Turismo, o vice-presidente, general Hamilton Mourão, afirmou que esse caso deveria ser investigado.

Hospitalizado, o presidente Bolsonaro ainda não se pronunciou sobre o tema. Ele tem feito declarações por meio de redes sociais, mas não comentou o assunto até o momento.

​O ex-juiz Sergio Moro, ministro da Justiça, afirmou, também sobre o colega de ministério, que o caso será apurado “se surgir a necessidade”.

Gráfica

Dos R$ 400 mil repassados pelo PSL, Maria de Lourdes Paixão declarou ter gastado R$ 380 mil de dinheiro público em uma gráfica a quatro dias da eleição, em outubro do ano passado.

Na semana passada, a reportagem da Folha visitou primeiramente um endereço que consta na nota fiscal da gráfica Itapissu, no bairro Arruda, na capital pernambucana, e encontrou apenas uma oficina de carros, que funciona há quase um ano no local.

Nesta segunda-feira (10), a empresa, no endereço constante na Receita Federal, amanheceu de porta aberta. Numa sala pequena com duas mesas, não havia máquinas para impressão em larga escala.

No imóvel informado na Receita, localizado no número 345 da avenida Santos Dumont, há um café instalado no térreo e um espaço para aulas de reforço.

Ao contrário do que havia dito Luciano Bivar, não há máquinas para impressão de material de campanha. Ao ser questionada, a empresa, por meio do advogado, não informou onde o material da candidata havia sido rodado.

Ao saber que a gráfica estava envolvida em um esquema de candidatura fantasma, a proprietária do imóvel comunicou que a empresa deve deixar o local até a próxima sexta-feira (15). ​

Folhapress

Opinião dos leitores

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Judiciário

Toffoli recebe deputados para tratar de ação que criminaliza homofobia

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, recebeu hoje (12) parlamentares da bancada evangélica e do PT para tratar do julgamento da ação proposta pelo PPS para criminalizar a homofobia. O caso será  julgado nesta quarta-feira (13) pela Corte.

Toffoli recebeu em audiência o deputado Pastor Marco Feliciano (Pode-SP) e demais integrantes da Base Parlamentar Evangélica no Congresso, além das deputadas federais do PT Maria do Rosário (RS) e Erika Kokay (DF).

Segundo os parlamentares, o ministro confirmou o início do julgamento para amanhã.

Nesta quarta-feira, o STF deve julgar ação na qual o PPS quer criminalizar a homofobia, que é caracterizada pelo preconceito contra o público LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, transexuais). O processo tramita na Corte desde 2013 e será relatado pelo ministro Celso de Mello. O crime de homofobia não está tipificado na legislação penal brasileira.

Na sessão, os ministros devem definir se o Supremo pode criar regras temporárias para punir agressores do público LGBT, até que a matéria seja aprovada no Congresso Nacional.

No entendimento do PPS, o público LGBT deve ser incluído no conceito de “raça social” e os agressores, punidos na forma do crime de racismo, cuja conduta é inafiançável e imprescritível. A pena varia entre um e cinco anos de reclusão, conforme a conduta.

Levantamento recente, divulgado pelo Grupo Gay da Bahia, mostrou que, em 2017, foi registrado o maior número de mortes relacionadas à homofobia desde que o monitoramento anual começou a ser feito pela entidade, há 38 anos. Naquele ano, 445 lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBTs) foram mortos por homofobia.

Agência Brasil

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Judiciário

Greve contra privatização é abusiva, decide TST

O TST (Tribunal Superior do Trabalho) definiu pela primeira vez como abusiva uma greve de trabalhadores contra a venda de uma companhia estatal à iniciativa privada.

A decisão estabelece jurisprudência para novos julgamentos.

A Seção de Dissídios Coletivos da corte julgou, na segunda-feira (11), a paralisação dos trabalhadores da Eletrobras em junho de 2018 como um movimento político, e não econômico ou profissional.

Com a decisão, o movimento deixa de se configurar como greve, e a empresa pode descontar os dias parados do salário do trabalhador.

Para o ministro Ives Gandra Martins Filho, há um abuso quando a paralisação tem caráter político, desvirtuando o direito de greve.

“O Estado é que vai decidir se vai privatizar ou não, o Congresso Nacional. São os representantes do povo. Então a greve se transforma em manifestação política, como grupo de pressão ou lobby sobre o Legislativo.”

Durante a sessão da segunda, o ministro Renato Lacerda, vice-presidente do TST, afirmou que o pagamento relativo aos dias em abono ao movimento não deve ocorrer porque a paralisação não cumpre os requisitos estabelecidos em lei.

“Se trata de um movimento legítimo, de protesto, mas que não se enquadra na figura típica prevista em lei que autorizaria o afastamento da abusividade”, disse.

O ministro-relator, Maurício Godinho, porém, afirmou que quase toda paralisação tem uma dimensão política e, no caso específico de privatização, o trabalhador quer se manifestar.

“Todos sabem, e há vários estudos nessa linha, que a privatização provoca o ceifamento de quase 50% dos empregos nas empresas. Então obviamente que é um direito constitucional legítimo dos trabalhadores.”

Por quatro votos a seis, venceu a posição de Gandra, que disse não enxergar causa trabalhista na parada dos servidores da estatal.

A decisão do tribunal deverá impactar possíveis movimentos de servidores contra privatizações prometidas pelo governo Jair Bolsonaro.

Em novembro, o ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que a venda de todas as estatais renderia R$ 802 bilhões em receitas.

Na sexta (8), em evento no BNDES, Guedes disse que todas as estatais deveriam ser vendidas à iniciativa privada.

“Eu falava que tinha de vender todas, mas naturalmente o nosso presidente, os nossos militares olham para algumas delas com carinho, como filhos.”

Folhapress

Opinião dos leitores

  1. Esse Guedes é mais ruim ainda do que eu pensava….os próximos governos não vão mandar em nada pois não vão ter o que negociar….e ele rico e velho lamentando ter vendido tudo….!!!!

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Política

Câmara aprova projeto que acelera bloqueio de bens de investigados por terrorismo

Foto: Najara Araujo/Câmara dos Deputados

A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (12) projeto de lei que acelera o bloqueio de bens de investigados por terrorismo, sejam pessoas físicas ou empresas. O texto irá agora para o Senado.

O projeto, que tem o apoio do ministro da Justiça, Sergio Moro, prevê o cumprimento de sanções impostas pelo Conselho de Segurança da ONU (Organização das Nações Unidas).

A primeira votação da Câmara demorou três horas, com a apresentação de diversos requerimentos como tática de obstrução da oposição.

Além disso, o próprio partido do presidente Jair Bolsonaro (PSL) defendeu que o texto fosse alterado já no plenário. A primeira versão do projeto efetivava automaticamente decisões do Conselho da ONU. Os parlamentares afirmavam se tratar de uma ameaça à soberania nacional.

O relator do projeto, Efraim Filho (DEM-PB), alterou o artigo que tratava disso para incluir a necessidade de homologação pelo presidente da República antes do cumprimento do bloqueio de bens e ativos.

Segundo o líder do governo, Major Vitor Hugo (PSL-GO), as mudanças foram avalizadas pelo ministro Moro e também pelo ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni.

A medida atende a uma recomendação do Gafi (Grupo de Ação Financeira Internacional), do qual o país faz parte e cujo foco é o combate à corrupção e à lavagem de dinheiro.​

Folhapress

Opinião dos leitores

    1. Também, seja lá quem for, se investigado por terrorismo. Terá bens bloqueados

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Política

PEC DO ABORTO: Senado desarquiva proposta que estabelece direito à vida inviolável ‘desde a concepção’

O Senado desarquivou nesta terça-feira (12) uma proposta de emenda à Constituição (PEC) que tem o objetivo de acrescentar na Constituição um dispositivo que classifica o direito à vida como inviolável “desde a concepção”.

Com o desarquivamento, a proposta volta a tramitar no Senado, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

Para modificar a Constituição, uma PEC precisa ser aprovada em dois turnos no Senado e na Câmara e obter votos favoráveis de pelo menos 49 senadores e 308 deputados.

O texto, de autoria do ex-senador Magno Malta (PR-ES), tem por objetivo alterar o artigo 5º da Constituição, que diz:

“Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade […]”.

Se a proposta for aprovada pelo Congresso, o artigo passaria a ter a seguinte redação:

“Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida desde a concepção, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade […]”.

A proposta foi apresentada por Magno Malta em 2015. Chegou a receber relatório favorável do ex-senador Eduardo Amorim (PSDB-SE) na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado.

O texto foi arquivado no ano passado, ao final da legislatura iniciada em 2015. Magno Malta disputou a reeleição, mas não conseguiu um novo mandato. Eduardo Amorim disputou o governo de Sergipe, foi derrotado e, também, ficou de fora do Senado em 2019.

Aborto

O pedido de desarquivamento, proposto pelo senador Eduardo Girão (Pode-CE), provocou polêmica no plenário do Senado.

Senadores contrários ao desarquivamento afirmaram que uma eventual aprovação da proposta pode proibir o aborto no país, inclusive, nos casos já previstos no Código Penal.

Atualmente, o aborto é previsto em três situações:
– Quando a gravidez é resultado de estupro
– Quando há risco de vida para a mulher
– Se o feto for anencéfalo

“Abrirmos um debate sobre a possibilidade de proibição do aborto até nessas situações seria um retrocesso muito grande, voltar no tempo, retroceder e tomar uma decisão em que haja a possibilidade da proibição definitiva do aborto. Eu acho que esse projeto não atende ao que a sociedade pensa”, afirmou o líder do PT, Humberto Costa (PE).

Humberto Costa apresentou um requerimento de retirada de pauta do pedido de desarquivamento, mas foi derrotado.

A senadora Simone Tebet (MDB-MS) defendeu o pedido de desarquivamento e afirmou que uma eventual aprovação da PEC não alteraria as situações em que o aborto é previsto.

“Nós não estamos aqui falando em retroceder e cancelar o que consta do Código Penal, das exceções previstas para garantir à mulher o direito de abortar em situações excepcionais. Isso está preservado e continuará preservado. A discussão que teremos que travar, a partir do desarquivamento, é se estaremos avançando ou não em relação a outros casos, como o de se permitir à mulher o aborto até o terceiro mês depois da concepção”, disse Simone.

Eduardo Girão também defendeu a aprovação do seu pedido de desarquivamento da proposta.

“Essa PEC, batizada de PEC da vida, ela não tem nenhuma vontade de modificar a legislação atual. O objetivo é apenas desarquivar para a gente debater o mérito na CCJ e no plenário com o objetivo de incluir na Constituição algo importante que faltou. Se nós reclamamos que hoje estamos tendo muita violência no nosso país – e é verdade –, o princípio da violência começa no aborto”, afirmou.

Para ele, “não é apenas a vida do bebê que é destruída com o aborto, mas também a saúde da mulher que fica devastada psicologicamente, mentalmente e até fisicamente para o resto da vida”.

Girão acrescentou que os “excludentes previstos no Código Penal serão respeitados”.

“O objetivo é evitar o ativismo judicial que tem se demonstrado claro no Supremo Tribunal Federal”, declarou.

Uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) pede a descriminalização do aborto até 12ª semana de gestação.

O senador Fabiano Contarato (Rede-ES) manifestou “preocupação” com o desarquivamento da proposta.

“Minha preocupação é porque já estão legisladas no Código Penal as três hipóteses de abortamento […]. Eu entendo que é temerário porque, se nós colocarmos a inviolabilidade desde a concepção, nós vamos revogar tacitamente essa permissão do chamado aborto legal”, afirmou.

G1

Opinião dos leitores

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Economia

Mourão diz que principal pendência deixada por Bolsonaro foi Previdência

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, disse que o presidente Jair Bolsonaro “está louco para voltar” ao trabalho, mas é preciso esperar que “esteja tudo bem realmente” para que isso aconteça. Mourão considera que Bolsonaro retomará suas atividades em Brasília até o final da semana. Ele deixou claro que não recebeu autorização do presidente para tomar decisões na sua ausência.

“Hoje eu não tive oportunidade de falar com ele, sei que ele está bem. Acho que ele deve voltar até o final da semana. Eu sei que ele está doido para voltar, mas tem que esperar que esteja tudo bem realmente”, afirmou Mourão ao deixar o Planalto.

Para o vice, a principal pendência deixada por Bolsonaro é a reforma da Previdência, mas ele negou que o governo esteja parado durante o período de internação do presidente, que já dura mais de duas semanas.

“Acho que não. Porque essas decisões que tinham que ser tomadas eram decisões dele, né? A não ser que ele tivesse me instruído e me autorizado a tomar as decisões. Porque quais são as decisões que ficaram pendentes? Principalmente a questão da Previdência, e eu acho que é uma decisão dele. Ele é que é o presidente.”

Sem entrar no mérito da proposta, Mourão afirmou que Bolsonaro “teria conversado com o pessoal” sobre a reforma, ainda no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, onde está internado, mas que não sabe qual foi a decisão final.

Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

  1. Já? Enquanto o presidente estava enfermo, era uma insubordinação atrás da outra. Todos têm o dever de subordinação ao presidente, hierarquicamente superior a todos.

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Esporte

98 FM marca um golaço e contrata locutor Marcos Lopes

O radialista Marcos Lopes, um dos maiores nomes da locução esportiva do Nordeste, é o novo reforço da 98 FM. Um verdadeiro golaço da rádio para narrar e comentar o futebol local e nacional.

O narrador esportivo tem mais de 20 anos de rádio Blogo/Cabugi e também na Tribuna do Norte. O anúncio dos desligamento da antiga casa foi feito através das redes sociais. E a estreia na nova casa acontece já no próximo dia 20, no clássico entre América e ABC.

Marcos Lopes é referência na área e preferência de grande parte dos ouvintes do bom e velho radinho.

Opinião dos leitores

  1. Gosto muito da narração do Jorge Aldi, continuarei ouvindo, na rádio para a qual ele for.

  2. Grande contratação. Sou torcedor americano e vejo Marcos Lopes como um dos maiores narradores e comentaristas desse país. A Rádio Globo/Cabugi precisa contatar um nome à altura de Marcos Lopes.

  3. Muito bom profissional é o Marcos Lopes, espero que ele crie logo um blog na FM 98,9, pois já estou sentindo falta dos seus comentários.

  4. Não gosto do trabalho dele, acho ele toqueiro, mas foi uma boa contrataçao da 98, já que Audir esta indo oara os aposentos, ou seja tá na hora de se aposentar, vou continuar na 95

  5. A crise econômica traz reflexos em todos os setores, inclusive no futebol que desencadeia na falta de jornalismo esportivo. Até quando vamos sucumbir a esse desastre de desemprego e caos geral. Queremos um Rio Grande do Norte mais forte!

  6. A Cabugi/Globo parou no tempo e no espaço: ainda é AM e tem um "comentador" que Deus me livre…
    Parabéns a Felinto Rodrigues e a 98 por contratar o melhor narrador do RN e um dos melhores do Brasil.
    A liderança da 98 aumentará não só no esporte mas no geral como um todo no rádio potiguar.

  7. Parabéns a 98 FM pelo golaço que fez com a contratação de Marcos Lopes. Seria bom que voltasse o tempo que já vivemos, onde á radiofônia esportiva potiguar tinha uma "briga" acirrada pela audiência. Acho que tem que as emissora teem que voltar a investir nos programas esportivos, como na época que tínhamos só EM.

  8. Sem duvida uma boa aquisição da 98, mas como ouvinte eu sou daqueles tradicionais ouvintes que futebol pelo rádio só tem graça na Globo que um dia foi Cabugi. Como dizia a vinheta, lobo não come lobo, futebol é na globo.

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Política

Alcolumbre lê pedido de criação de CPI para apurar causas da tragédia em Brumadinho

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), leu nesta terça-feira (12) o pedido de criação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que vai apurar as causas do rompimento de uma barragem em Brumadinho (MG).

A leitura é o último passo para a criação da CPI. Se os senadores não retirarem as assinaturas de apoio até meia-noite, a comissão será criada e publicada no “Diário Oficial do Senado Federal”.

Diante disso, caberá aos líderes partidários, a partir desta quarta (13), indicar os integrantes da CPI. Depois, a comissão será instalada, e haverá a eleição do presidente e do vice, além da designação do relator.

Conforme o pedido de criação, a CPI será composta por 11 senadores titulares e 7 senadores suplentes. A CPI terá prazo de 180 dias para concluir os trabalhos, e o limite de despesas será de R$ 110 mil.

“Temos como objetivo identificar os responsáveis, quais foram as falhas dos órgãos competentes, os autores dos laudos técnicos e tomarmos todas as providências cabíveis para evitarmos novos acidentes”, diz o pedido de criação apresentado pelo senador Otto Alencar (PSD-BA).

Assinaturas

O pedido de criação da CPI foi assinado por 44 senadores. O número mínimo para a criação é de 27 assinaturas, o que corresponde a um terço do total de senadores (81).

Após a sessão desta terça, Davi Alcolumbre afirmou que era discutida a possibilidade da criação de uma CPI mista, formada por deputados e senadores. No entanto, segundo o presidente do Senado, deputados e senadores “não se entenderam em relação à formação conjunta”.

“Foi discordância. O Senado e a Câmara entenderam que cada um tem que fazer a sua CPI”, disse.

Rompimento da barragem

No dia 25 de janeiro, uma barragem da mineradora Vale em Brumadinho (MG) rompeu e levou uma enxurrada de lama à região.

De acordo com as autoridades locais, o rompimento da barragem de Córrego do Feijão provocou a morte de pelo menos 165 pessoas. Ao todo, segundo a Defesa Civil de Minas Gerais, 155 pessoas ainda estão desaparecidas.

Segundo a Vale, a intenção da empresa é acelerar ao máximo, por meio de acordos extrajudiciais, o processo de indenização das vítimas do rompimento.

De acordo com a colunista do G1 Andréia Sadi, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, já pediu à companhia para evitar ações judiciais e buscar acordos com as famílias das vítimas.

G1

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Política

Bolsonaro aumenta pressão sobre Bebianno por caso dos laranjas do PSL

Jair Bolsonaro responsabilizou o ministro Gustavo Bebianno (Secretaria-Geral da Presidência) pela escalada da crise envolvendo a revelação de candidaturas laranjas bancadas pelo partido de ambos, o PSL.

O presidente quer uma solução rápida para o caso, discutiu com o ministro e o fez cancelar agendas, o que aumentou a pressão entre aliados para que Bebianno peça para sair do governo.

O cerco sobre Bebianno surgiu com a série de reportagens da Folha mostrando que o partido do presidente, que era dirigido pelo hoje ministro durante a campanha eleitoral, destinou verbas milionárias do Fundo Partidário para candidatas com votações insignificantes a deputado federal pelo país.

Além disso, elas justificaram os gastos com empresas suspeitas de serem fantasmas ou ligadas a dirigentes do PSL, como o hoje ministro do Turismo Marcelo Álvaro Antônio.

Internado em São Paulo para recuperar-se da terceira cirurgia decorrente do atentado que sofreu em setembro, Bolsonaro mostrou especial contrariedade com a reportagem do jornal do domingo (10), em que uma candidata com 274 votos amealhou o terceiro maior naco de verba pública destinada aos postulantes do PSL no Brasil. A Polícia Federal investiga o caso.

Demonstrando irritação a assessores, o presidente discutiu o caso com Bebianno, que vem tentando empurrar a responsabilidade para o então presidente licenciado da sigla, o deputado federal Luciano Bivar (PSL-PE), que é o dono do PSL e patrono da candidata dos 274 votos.

Dois generais que trabalham sob a alçada do ministro, mas são vistos pela ala militar do governo como garantidores do funcionamento da secretaria, foram informados da situação. São eles Floriano Peixoto e Maynard Santa Rosa, este visto por observadores do Planalto como um candidato natural a substituir Bebianno caso o ministro peça demissão.

Um militar que os conhece bem aposta, contudo, que eles trabalharão para tentar amainar a crise e evitar uma baixa expressiva no governo. Conhecido pelo estilo arestoso, Bebianno tem se destacado por notável tranquilidade no cargo, a que aliados creditam ao convívio com os generais —e seus conselhos.

Nesta terça (12), a notícia publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo de que Bebianno levaria dois ministros para discutir obras na região amazônica também desagradou o presidente, que determinou o cancelamento da viagem que ocorreria nesta quarta (13).

Oficialmente, Bebianno informou por meio de sua assessoria que a ida ao Pará foi suspensa porque Bolsonaro requisitou que todos os ministros com assento no Planalto estejam em Brasília no dia de sua volta à capital —o presidente deve deixar São Paulo, onde está internado desde o dia 27 de janeiro, na tarde desta quarta.

A tensão entre presidente e ministro levou também ao cancelamento, por ordem de Bolsonaro, de agendas de Bebianno ao longo do dia —em especial uma reunião marcada com o vice-presidente de Relações Institucionais da Rede Globo, emissora que é vista pelo núcleo familiar do mandatário como hostil ao governo. Além do encontro com Paulo Tonet Camargo, foi cancelado também conversa com o presidente da Federação Brasileira de Bancos, Murilo Portugal.

Bebianno é uma figura polêmica. Advogado de Bolsonaro, ele aproximou-se bastante do presidente durante sua internação após o atentado, quando passou a controlar toda sua agenda. Se não é um desafeto, tem relação conflituosa com os filhos do presidente, especialmente o deputado federal Eduardo (PSL-SP) e o vereador carioca Carlos (PSC).

Durante a transição, família e dirigente se estranharam na formação da área de comunicação do governo, que acabou ficando com um indicado por Eduardo, seu ex-assessor Floriano Barbosa. Ele foi colocado na chefia da Secretaria de Comunicação da Presidência, que foi retirada do guarda-chuva de Bebianno e transferida para o do ministro Carlos Alberto dos Santos Cruz (Secretaria de Governo).

Folhapress

Opinião dos leitores

  1. Muito mais do mesmo!!! Não adianta já está em metástase….e o pior é o partido do homem dando mau exemplo!!!!

  2. Votei errado mais uma vez, quando vamos acertar??? Tudo como antes mesmas situações so mudou o CPF Dos Autores….. Decepcionado

    1. Petista enrustido. Querendo queimar Bolsonaro. Só faltou dizer que vai votar no PT, partido da decência.

    2. Luladrão ta preso Rafael e os petralhas já já estaram também e espero que no mesmo pavilhão com os do: PSDB, PSL, MDB, PMN…. Porque ladrão tem que ir pra cadeia pode ser dinheiro público ou maquiar documento para ter lucro…. Fica a dica!
      E nunca votei no pt, e só pra esclarecer aqui em lousane eu tenho uma vida com dignidade, saúde, educação e principalmente SEGURANÇA. Boa sorte por ae.

    3. … Sim Rafael e tudo conquistado com muita honestidade e trabalho adjetivos dificeis ae no Brasil

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Política

Deputados discutem, sem acordo, projeto sobre bloqueio de bens sugerido por Moro

Foto: José Cruz/Arquivo Agência Brasil

Deputados discutem, desde o início da sessão plenária desta terça-feira, 12, o projeto de lei sobre sanções a pessoas e empresas que praticaram crime de lavagem de dinheiro ou cometeram atos de terrorismo. Apesar de líderes terem sinalizado que havia um consenso em torno da matéria, não há neste momento acordo. O projeto é um pleito do ministro da Justiça, Sérgio Moro.

Deputados questionam pontos da matéria que tratam sobre a soberania do País, como o artigo que dispensa “atos de internalização ou homologação para produzirem efeitos no território nacional” para o cumprimento das sanções do Conselho de Segurança das Nações Unidas relacionadas ao crime de terrorismo, principalmente o bloqueio de ativos.

Mais cedo foi colocado em votação requerimento que pretendia adiar a discussão por duas sessões, mas foi rejeitado. Estão presentes neste momento 480 deputados na Câmara.

Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

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Política

Planalto: Bolsonaro está bem humorado e não fez menção à alta médica

O presidente Jair Bolsonaro passou a tarde no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, com bom humor e não fez qualquer menção à alta médica, de acordo com a assessoria de imprensa do Palácio do Planalto.

O presidente pediu ainda para repetir no jantar o cardápio que comeu no almoço: sopa, macarrão leve à bolonhesa e fruta cozida. À tarde, Bolsonaro tomou um lanche com chá, torrada e bolacha. Especialistas em cirurgias como a dele dizem que a evolução da alimentação é um dos pontos-chave para a melhora do quadro dos pacientes.

Bolsonaro tem tido “boa evolução clínica” e o quadro pulmonar dele encontra-se em resolução, de acordo com o boletim médico divulgado no fim da tarde.

Hoje, Bolsonaro não despachou nem teve visitas de ministros. Como o Broadcast Político relatou ontem à noite, a previsão da equipe médica é que ele tenha o aval para alta já nesta quarta-feira, 13. O Planalto não comenta e se limita a dizer que a liberação “segue em avaliação”.

Estadão Conteúdo

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Economia

Alemanha precisará de 266 mil imigrantes anuais para suprir mão de obra, diz estudo

A Alemanha precisará receber 266 mil novos imigrantes por ano nos próximos 40 anos para compensar o envelhecimento da população e cobrir as necessidades de mão de obra, revela um estudo apresentado nesta terça-feira, 12, pela Fundação Bertelsmann.

Segundo o relatório, espera-se que até 2060 cheguem anualmente à Alemanha 114 mil pessoas de outros países da UE. Assim, seria preciso chegar outros 152 mil imigrantes de países de fora do bloco a cada ano.

Os autores do estudo, Johann Fuchs e Alexander Kubis do Instituto para Estudos sobre o Mercado de Trabalho, e Lutz Schneider, da Universidade de Coburg, assumem que a taxa de natalidade na Alemanha aumentará, assim como o número de pessoas que trabalharão depois de 60 anos.

No entanto, mesmo considerando um aumento da idade de aposentadoria aos 70 anos e a presença das mulheres no mercado de trabalho, as necessidades de mão de obra não poderão ser cobertas sem imigrantes.

A força de trabalho alemã deve encolher em um terço ou cerca de 16 milhões de pessoas até 2060. Sem imigrantes, segundo análise da agência alemã de notícias Deutsche Welle, a redução do número de trabalhadores poderia ter graves consequências para a quarta maior economia do mundo.

“A imigração é uma das chaves do êxito futuro. A Alemanha precisa de trabalhadores qualificados também provenientes de regiões de fora da Europa”, disse Jörg Dräger, membro da Fundação Bertelsmann.

A informatização, segundo o estudo, não reduzirá as necessidades de mão de obra, mas, ao contrário, aumentará a demanda de trabalhadores altamente qualificados.

A longo prazo, haverá uma redução da escassez de pessoal com formação universitária, mas se agravará a de trabalhadores com formação técnica intermédia.

A imigração europeia não conseguirá cobrir as necessidades alemãs, sobretudo se se levar em conta que os países vizinhos também serão afetados pela mudança demográfica.

Além disso, os estímulos para que trabalhadores de outros países europeus se mudem para a Alemanha diminuirão à medida que avança a convergência econômica dentro da União Europeia, aponta o estudo.

No fim de 2018, como lembrou a Deutsche Welle (em português) o governo alemão propôs uma nova lei de imigração que visa sobretudo atrair mão de obra qualificada. A proposta, que aguarda aprovação e deve passar a valer só em 2020, mira imigrantes sem formação acadêmica de fora da UE e pretende preencher o elevado número de vagas disponíveis no mercado de trabalho alemão, contribuindo, assim, para estabilizar o sistema público de previdência social.

Acolhida

O crescimento econômico constante desde 2010 e as políticas de incentivo às famílias de governos sucessivos nos últimos anos ajudaram a elevar a taxa de natalidade, mas ela ainda se encontra abaixo da taxa de mortalidade no país.

O apoio do governo alemão a refugiados aumentou em anos recentes. Nos últimos anos, o governo gastou cerca de € 28,7 bilhões em fundos para acomodar e integrar os mais de um milhão de postulantes a asilo que ingressaram no país, graças às políticas de acolhida da primeira-ministra, Angela Merkel. Tais políticas, porém, tiveram um preço político para a chanceler dentro até mesmo do seu partido, que a pressionou para limitar a chegada de imigrantes ao país.

EFE/AFP/Reuters/Estadão Conteúdo

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  1. Boa tarde. Será uma boa oportunidade para quem é estrangeiro, formado e não está atuando ainda na sua área de formação. Seria muito grato se conseguisse uma chance para trabalhar nesse país que tanto admiro.

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Política

Governo pode negociar mil cargos de 2º escalão por apoio à Previdência

O governo do presidente Jair Bolsonaro discute com parlamentares a possibilidade de nomear mais de mil cargos de segundo escalão nos Estados como forma de ajudar o Executivo a garantir votos para aprovar a reforma da Previdência, afirmou à Reuters o secretário Especial para a Câmara dos Deputados, Carlos Manato.

As nomeações para o segundo escalão, disse Manato, estão suspensas por ordem do presidente até o retorno dele, que está hospitalizado desde o fim de janeiro recuperando-se da terceira cirurgia em razão do atentado à faca ainda na campanha eleitoral. Nesta terça-feira, o ministro da Economia, Paulo Guedes, recebeu o texto final da reforma e que deverá ser apresentado ao presidente.

Por outro lado, um relatório com a lista das sugestões dos parlamentares para os cargos será apresentada em breve ao presidente para que ele e os ministros das respectivas áreas decidam sobre as nomeações.

Segundo Manato, o presidente e os ministros vão avaliar primeiro se os cargos são estratégicos e, por isso, não passíveis de entrarem na negociação com deputados e senadores.

Exame

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  1. Porra! Falam todos os dias que os estados estão quebrados, que as despesas estão maiores que as receitas e ainda vem com essa negociação de cargos. Isso é sacanagem, é toma lá da cá, etc: Parece que não tem jeito mesmo. VERGONHA , faz essa PORRA sem negociata. Sem oferecer vantagem a uns e a outros.

  2. esse governo vai ser sem dúvida a maior decepção dos coxinhas babacas e vai ser tambem o maior cabo eleitoral p o PT voltar poder, quem viver verar

    1. governos anteriores, além dessa troca, houve flagrante de dinheiro também recebido. Espero que não tenha essa propina.

  3. Mas isso nao seria um mensalão pra aprovar a lapada no pobre q será essa reforma da previdência?

    1. Mensalão, os deputados vigaristas recebiam dinheiro mensalmente do presidente da república bandido, e hoje preso(não foi preso por isso). Assim, apoiavam todo tipo de falcatruas do Luladrão, sem nenhuma manifestação contrária.

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Saúde

Professora da UFRN recebe em março, em Atlanta (EUA), prêmio da Associação Americana contra o Câncer

A professora do Departamento de Biologia Celular e Genética da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Tirzah Braz Petta Lajus, recebe no dia 30 de março, em Atlanta (EUA), o prêmio da Associação Americana para Pesquisa do Câncer (AACR) Global-Scholar-In-Training Award (GSITA), relativo ao estudo de mutações hereditárias de predisposição ao câncer no RN.

No estudo premiado, a professora Tirzah Lajus desenvolve uma pesquisa sobre Polipose colônica hereditária na região do Seridó do RN. A polipose adenomatosa familiar (PAF), também conhecida como polipose colônica, é uma doença hereditária responsável por apenas 1% dos casos de câncer colorretal (CCR) na população. Contudo, os portadores de PAF possuem mutação no gene APC e têm o risco de 100% de desenvolver CCR. Dessa forma, os portadores têm o risco aumentado de desenvolver casos de câncer colorretal, cuja incidência é reduzida significativamente quando os portadores entram num programa de aconselhamento genético.

“Aqui no RN, nós identificamos 10 pacientes de Caicó, não-aparentados, portadores da mesma mutação no gene MUTYH. Estamos desenvolvendo um estudo genético-populacional de rastreamento de famílias classificadas como de alto risco para desenvolver CCR na região do Seridó. Até o momento incluímos 10 famílias e precisamos expandir essa pesquisa para outras famílias”, explica a docente.

A primeira edição do prêmio GSITA tem o objetivo de reconhecer o comprometimento de estudos que tenham como foco a prevenção e cura de todo o câncer por meio de pesquisa, educação, comunicação, colaboração, financiamento e defesa. Com esse reconhecimento, a docente da UFRN passa a integrar um grupo de 15 pesquisadores formado por acadêmicos de diversos países.

Currículo

Tirzah Braz Petta Lajus é doutora em Biologia Molecular e Genética do Câncer pela Universidade Paris XI e pela Faculdade de Medicina do Kremlin-Bicêtre, instituições francesas. Desenvolveu seu mestrado e doutorado no Instituto Gustave Roussy, França. Atualmente é professora da UFRN, onde coordena o grupo de pesquisa em Oncologia Molecular e é coordenadora adjunta do Núcleo de Genômica da UFRN, além de ser coordenadora de Pesquisa Translacional na Liga Norte-Riograndense contra o Câncer.

Com informações da UFRN

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Esporte

FNF confirma final da Copa Cidade do Natal para o dia 20, em jogo único, na Arena das Dunas

Clássico Rei entre América e ABC acontece a partir das 20h30. Resolução foi publicada pela entidade desportiva nesta segunda-feira (11)

Foto: Iuri Seabra / FNF

A Federação Norte-rio-grandense de Futebol confirmou nesta segunda-feira (11) a data e o horário da decisão da Copa Cidade do Natal, equivalente ao primeiro turno do Campeonato Potiguar. A partida, que terá como finalistas América, clube que obteve a melhor campanha, e o ABC, segundo colocado no Estadual, disputarão a final em jogo único no dia 20 de fevereiro, às 20h30, na Arena das Dunas, em Natal. A resolução com a confirmação da partida está publicada no site da FNF (www.fnf.org.br).

A resolução acompanha o regulamento específico do Campeonato Potiguar, além de observar o calendário nacional deste ano, no qual o ABC disputará nos próximos dias partidas pelas Copas do Brasil e do Nordeste, respectivamente. O Alvinegro jogará no dia 13 de fevereiro, contra o Galvez-AC, em Rio Branco, pela Copa do Brasil. Em seguida, no dia 16 de fevereiro, enfrenta o CRB, pela Copa do Nordeste.

Para a decisão da Copa Cidade do Natal, a partida terá a renda destinada, conforme a receita líquida, em 60% para o vencedor, 40% para o perdedor, e 50% para os dois clubes, caso haja empate no tempo regulamentar de jogo.

Por ter obtido o melhor índice técnico no primeiro turno, o América joga com a vantagem pelo empate. A equipe campeã garante vaga na decisão do Campeonato Potiguar e assegura presença na Copa do Brasil 2020.

Com informações da FNF

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