Economia

Pesquisa do PROCON NATAL constata redução nos preços dos combustíveis

O PROCON NATAL realizou pesquisa de combustíveis no dia 07 fevereiro de 2019, em 70 postos de combustíveis da cidade do Natal nas quatro regiões. O levantamento constatou a tendência de baixa que é observada nos preços dos combustíveis desde do ano passado. Nos últimos meses, a pesquisa identifica uma redução nos preços repassados pela refinaria aos donos de postos, nos dois primeiros meses do ano o acumulado identificado pelo Núcleo de pesquisa foi de -6,32% uma vez que em janeiro a redução encontrada foi de -3,04% e em fevereiro a redução foi de -3,18%.

O PROCON NATAL constatou, portanto que os valores encontrados nos postos de combustíveis seguem tendência negativa uma vez que houve reduções por dois meses seguidos, janeiro e fevereiro. Em fevereiro, inclusive, foi encontrada redução em 98,6% dos postos pesquisados. O PROCON NATAL orienta aos consumidores que consultem na íntegra a pesquisa mensalmente realizada e divulgada, no endereço eletrônico www.natal.rn.gov.br/procon, e que fiquem atentos aos preços.

Opinião dos leitores

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Judiciário

Justiça determina internação definitiva de adolescente de 15 anos envolvido em morte de motorista do Uber no interior do RN

Foto: Ilustrativa

O juiz da comarca de Tangará, Michel Mascarenhas, determinou a internação definitiva do adolescente de 15 anos envolvido no assassinato do motorista do Uber, Gilberto Bezerra de Souza, 70 anos, em 29 de dezembro de 2018, em uma estrada carroçável no município de Elói de Souza. O adolescente participou da ação com Marcos Paulo Coelho Vilela e Kleydson Victor de Oliveira, maiores de idade. Durante a ação criminosa, eles roubaram um celular, um veículo Ônix cor prata e quantia em dinheiro em poder da vítima. Internado em unidade socioeducativa, provisoriamente, no dia 4 de janeiro, o adolescente teve a internação transformada em definitiva, na decisão desta terça-feira (12).

O adolescente estava na residência de Kleydson, junto com Marcos, quando decidiram cometer o crime. Ele utilizou o celular para chamar o motorista e, em seguida, partiram para a cidade de Elói de Souza. O assalto foi anunciado quando passavam pela estrada carroçável, com uso de arma de fogo. “Após subtrair dinheiro, celular e o veículo da vítima, o representado, em unidade de desígnio com Marcos e Kleydson, efetuou um disparo de arma de fogo na cabeça da vítima, que veio a óbito ainda no local”, relata a decisão. Praticada a ação, os três fugiram no automóvel da vítima.

Apesar de negar ter participado do crime, o adolescente tinha ciência do fato, conforme mensagens trocadas com Marcos e Kleydson via Whatsapp. Pelas mensagens e respostas dadas pelo menor de idade, o magistrado destacou que o adolescente sabia e aderiu ao ato ilícito. Na medida em que ele disse “Chama outro Uber” e “E mete um tiro na cabeça dele”; “E a família do cara em kkkk”; e “Vdd…Kkkkkk..Só quando for em Eloi ai eu vou”.

De acordo com a decisão, estão presentes circunstâncias provadas de que o adolescente atendeu ao convite de Kleydson para baixar o aplicativo do Uber e com ele sair, como o próprio representado admitiu, participando da viagem, na ida e na volta. “Tudo isso mostra que o adolescente atuou e estava presente em todo o caminho e cena do fato. Além disso, não há qualquer prova de que o adolescente tentou sair do carro ou não participar de todo essa linha fática”, frisou o sentenciante.

A Justiça rejeitou a postulação da defesa de que o fato foi praticado pelos adultos, ficando comprovado que houve a participação do menor, que aderiu à ação criminosa. “Entendo que o adolescente praticou o ato infracional equiparado ao tipo Latrocínio, de roubo por uso de arma de fogo seguido de morte”, ressalta o juiz Michel Mascarenhas.

O magistrado salienta que em relação ao comportamento e tendências do adolescente, apesar dele ter dito estar matriculado em escola; não ser reiterante na prática de atos infracionais; e ter afirmado ser frequentador de religião, “a sua amizade com um dos adultos com quem participou do fato indica a necessidade de que ele seja submetido a medida socioeducativa que lhe imponha atividades pedagógicas e reflexivas por todo o dia que ocupem a sua mente e lhe faça ver outros aspectos da vida, rotina essa que sua vida em casa e com a família não lhe é oferecida”, reforça a sentença.

(Processo de Apuração de Ato Infracional 0800001-14.2019.8.20.5133)
TJRN

Opinião dos leitores

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Meio Dia RN

ÁUDIO MEIO-DIA RN: programa desta terça entrevistou Kelps Lima, deputado estadual pelo Solidariedade

Confira programa desta terça-feira(12). O Meio-Dia RN, com este blogueiro, teve como entrevistado Kelps Lima, deputado estadual pelo Solidariedade. Clique abaixo e ouça. Ou assista aqui via Youtube.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

PODER DO VOTO: Aplicativo de acompanhamento do trabalho parlamentar é lançado

Foto: Wilson Dias/Agência Brasil

Para marcar o lançamento do aplicativo Poder do Voto, um binóculo gigante apontado para o Congresso Nacional foi instalado hoje (12) em frente ao Parlamento, na Esplanada dos Ministérios. O aplicativo pode ser baixado gratuitamente nas plataformas Android e IOs.

Por meio do aplicativo, o cidadão poderá acompanhar as discussões no Congresso dos projetos de lei em pauta e conhecer a opinião de diferentes entidades sobre determinada matéria. O cidadão pode seguir, no aplicativo, até três senadores e um deputado, e saber como votaram. O usuário também poderá comentar se é a favor ou contra uma lei.

Segundo Mario Mello, fundador do Poder do Voto, instituição sem fins lucrativos criada em 2017, ao se cadastrar no aplicativo, o usuário recebe alertas de leis relevantes antes de a matéria ser votada em plenário. “Você coloca a sua opinião e o parlamentar receberá um relatório de quantos são contra ou a favor”, explicou.

Mario Mello disse que as opiniões dos usuários são enviadas para os e-mails dos parlamentares. “O aplicativo tenta resolver três problemas: amnésia política, acompanhamento do parlamentar e responder à pergunta: ele representa ou não me representa?”.

O objetivo, disse Mario Mello, é fortalecer a cidadania. “É um instrumento de participação e cobrança, e o binóculo representa esse marco: transparência e aproximação com a atividade parlamentar”.

O taxista Bastião Carlos de Oliveira, de 53 anos, disse que vota desde os 18 anos e acompanha os parlamentares em quem votou. “Eu acompanho a política. Tem que ser, quem não gosta da política sofre nas mãos dos políticos. Se eles desvirtuam daquilo que prometeram, eu caio fora. Não voto mais nele”, disse.

A instalação com o binóculo poderá ser vista até sábado (16).

Agência Brasil

 

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Televisão

Deise, do Fat Family, morre aos 39 anos, vítima de câncer

Simony visitou Deise no hospital Foto: Reprodução/Instagram

Morreu nesta terça-feira, em São Paulo, a cantora Deise Cipriano, integrante do grupo Fat Family. Ela tinha 39 anos e lutava desde agosto contra um câncer na região abdominal. Deise estava internada num hospital em São Paulo, por onde passou por duas UTIs e chegou a ficar 19 dias em coma. A informação foi confirmada ao EXTRA pela assessoria de imprensa do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp), hospital no qual Deise estava internada.

A cantora passou por uma quimioterapia no final de janeiro e voltou a ser internada na UTI do Instituto do Câncer de São Paulo nesta segunda-feira com náuseas, febre e dificuldade para se alimentar e não resistiu.

Deise Cipriano, do Fat Family, morre aos 39 anos vítima de câncer Foto: Reprodução/Instagram

Deise com a família e Simony no hospital Foto: Reprodução/Instagram

Extra – O Globo

 

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Diversos

Ibama apreende 114 quilos de filé e cauda de lagosta em fiscalização em casa na praia de Maracajaú, no litoral Norte

Cerca de 114 quilos de filé e de cauda de lagosta in natura foram apreendidos por fiscais do Ibama na manhã desta terça-feira (12) dentro de uma casa na praia de Maracajaú, no litoral norte potiguar.

Para a extração do filé e das caudas, o Ibama estima que foram capturados, ilegalmente, cerca de 400 quilos de lagostas das duas espécies.  Ainda de acordo com o Ibama, os crustáceos apreendidos, (64 quilos de filé e 50 de cauda), estavam armazenados dentro de um depósito da casa fiscalizada.

Segundo o Ibama, o dono da casa não foi encontrado.

Se for encontrado, ele será multado e deve responder pelo crime de armazenamento de produto de pesca em período proibido.

Vale lembrar do dia 1º de dezembro a 31 de maio ocorre o defesa da lagosta, que é o período de reprodução das espécies ‘cabo-verde’ e ‘vermelha’, as mais comuns no litoral potiguar.

Todo o produto apreendido deverá ser doado para instituições de caridade.

Para denúncias, o Ibama dispõe da Linha Verde, que atende pelo 0800-61-8080.

Com acréscimo de informações do G1-RN

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Texto da reforma da Previdência está pronto e aguarda Bolsonaro

Foto: Wilson Dias/Agência Brasil

O texto-base da reforma da Previdência foi concluído pela equipe de governo e agora aguarda a análise do presidente Jair Bolsonaro, ainda internado no Hospital Albert Einstein, em São Paulo. Segundo o secretário especial da Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, que esteve nesta terça-feira (12) reunido com o ministro da Economia, Paulo Guedes, em Brasília, o presidente dará a palavra final sobre o projeto que será enviado à Câmara dos Deputados.

“Evidente que existem pontos que serão levados à presença do presidente para que ele possa tomar sua posição, possa definir de que forma isso possa chegar à Câmara Federal”, disse Marinho.

O secretário não adiantou como ficou o texto da reforma e disse que foi construído com avaliação das diversas áreas do governo, além da contribuição de economistas e observação ao projeto enviado pelo ex-presidente Michel Temer ao Congresso.

Marinho disse que o texto final é “bem diferente” da minuta do projeto que vazou para a imprensa na semana passada. Nessa minuta, o governo proporia idade mínima única de 65 anos para homens e mulheres se aposentarem no Brasil. Além disso, a minuta de projeto ainda previa um mínimo de 20 anos de contribuição para o trabalhador receber 60% da aposentadoria chegando, de forma escalonada, até o limite de 40 anos, para o recebimento de 100%.

Perguntado sobre quando o projeto será apresentado à sociedade, Marinho respondeu que isso vai ocorrer o mais rapidamente possível. “Vamos aguardar que o presidente convalesça, que ele esteja em plena condição de exercício do seu mandato, que eu espero que seja amanhã ou quinta-feira, e, apresentado [o texto] ao presidente, ele vai definir o prazo”, disse o secretário.

Militares

Sobre a inclusão de militares na reforma, mais cedo o senador Major Olímpio, líder do PSL, disse, ao deixar o Ministério da Economia, que os próprios militares apresentaram uma proposta para a Previdência.

“Os próprios comandantes militares, o ministro da Defesa [general Fernando Azevedo] têm se debruçado sobre isso. Os militares que estão fazendo propostas. Tudo vai cair aqui dentro da área técnica, da área econômica. Os militares, que são sempre solução para o nosso país, não são problema, também estão fazendo suas propostas. Vamos ver a viabilidade dessas propostas”, disse.

O senador também esteve reunido com Guedes, no ministério.

Agência Brasil

 

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Tecnologia

WhatsApp exclui milhões de usuários todo mês; saiba evitar

Entenda como o WhatsApp combate spam sem ler mensagens criptografadas — Foto: Paulo Alves/TechTudo

O WhatsApp revelou na última quarta-feira (6) que bane mensalmente mais de dois milhões de contas que promovem spam pelo mensageiro. A empresa elaborou formas de identificar usos irregulares do aplicativo sem precisar ler as mensagens dos usuários, que são protegidas por criptografia ponta a ponta. Dessa forma, comportamentos não permitidos, como o envio de mensagens automatizadas e em grandes quantidades – o famoso “spam” – podem ser detectados sem invadir a privacidade das conversas. Vale lembrar que o novo limite de encaminhamento de mensagens só permite enviar o mesmo conteúdo para apenas cinco contatos por vez.

Ainda de acordo com o material oficial divulgado pela companhia, 75% das contas removidas por ações inadequadas são identificadas por meio do algoritmo de aprendizado de máquina do app. Para saber mais sobre como esse sistema de inteligência funciona, confira a seguir as estratégias desenvolvidas pela engenharia de software do WhatsApp.

Os três estágios do combate ao spam

Para banir usuários sem ler o conteúdo das conversas privadas, o WhatsApp usa metadados do registro no aplicativo e a taxa de envio de mensagens. Por meio dessas informações, não é preciso decriptar o bate-papo. Tudo ocorre por meio do sistema de Machine Learning, um campo de Ciência da Computação que combina inteligência artificial e reconhecimento de modelos. Desse modo, a detecção de abusos se dá em três estágios. Primeiramente, no próprio momento de registro da conta. Em seguida, durante a escrita e envio de mensagens. Finalmente, as reações negativas, por meio de denúncias e bloqueios, também ajudam no combate às contas abusivas.

No momento de registro, os dados do aparelho em que a conta é criada permitem ao WhatsApp verificar suas coordenadas. O número de telefone, o endereço IP do celular e outros detalhes podem ser utilizados para detectar a origem de um problema. O mensageiro consegue verificar se a conta está sendo criada de um mesmo telefone ou de uma mesma rede que mostrou atividade suspeita. Nesse caso, é provável que o aplicativo remova a conta quando o usuário tentar registrá-la. Só nos últimos três meses, o WhatsApp revelou que 20% de contas foram banidas no momento em que eram registradas.

A avaliação de mensagens em tempo real é o segundo estágio. Aqui, é a intensidade de uso que faz a diferença. É relativamente fácil identificar abusos nesse momento – afinal de contas, usuários bem intencionados usam o aplicativo com moderação ao encaminhar conteúdo apenas ocasionalmente. Por outro lado, se uma pessoa envia 400 mensagens por minuto, por exemplo, é bem provável que a conta esteja relacionada a um esquema de uso abusivo do mensageiro.

As reações negativas a uma conta são, enfim, outra ferramenta que permite banir usuários sem que as mensagens sejam lidas. As denúncias enviadas são categorizadas pelo WhatsApp e permitem compreender as motivações das contas que enviam mensagens indesejadas, como espalhar informação falsa (fake news) ou mesmo vender um produto. O software também estimula a proteção contra o envio de mensagens impróprias ao oferecer a opção de bloqueio de informações para números desconhecidos.

Para aprimorar a identificação de reações negativas, o app também filtra bloqueios injustos. Assim, do mesmo modo que o WhatsApp se esforça para identificar o envio excessivo de mensagens, um grande número de denúncias direcionadas a um mesmo usuário também pode ser investigado. Uma das formas de fazer isso é verificar se os números de telefone que efetuaram as denúncias interagiram de fato com a pessoa denunciada.

Aparentemente, as medidas estão funcionando. Em fevereiro de 2018, a empresa divulgou que conta com 1,5 bilhão de usuários ativos por mês. Desse total, são removidas cerca de duas milhões de contas mensalmente. Cerca de 25% dos usuários são excluídos devido às denúncias de outras pessoas. A maior parte é banida, portanto, graças aos esforços de engenharia de software que o WhatsApp vem promovendo.

Outras iniciativas contra usos abusivos

Além de lutar contra o envio automatizado de mensagens, há outras formas de identificar comportamentos abusivos. Uma delas é o aviso de mensagem encaminhada. Com o recurso, o usuário pode descobrir se a mensagem recebida foi realmente criada por quem a enviou.

Desde o mês passado, o WhatsApp limitou o encaminhamento de mensagens para somente cinco contatos. Em resposta ao TechTudo, a empresa diz que a função “vai ajudar a manter o aplicativo focado em mensagens privadas com contatos próximos”. Inicialmente, o app permitia o envio de um mesmo conteúdo para mais de 200 pessoas simultaneamente.

Desafios que persistem no combate ao spam

Uma dificuldade que a empresa enfrenta são as versões modificadas não-autorizadas do aplicativo, como o GB WhatsApp e o Yo WhatsApp. Os programas violam os termos de serviço da companhia e colocam em risco a segurança dos usuários. Por isso, a melhor forma de proteção é fazer o download do WhatsApp apenas no site oficial ou nas lojas de apps do Android e iPhone (iOS), ou seja, Google Play e App Store, respectivamente.

Outro desafio é a demanda pela quebra da encriptação. Apesar de a empresa afirmar publicamente que não tem acesso às mensagens dos usuários, há casos em que esse pedido foi feito por autoridades em casos criminais.

Por fim, o maior desafio encarado pelo WhatsApp talvez sejam as modificações feitas nos próprios aparelhos em que o app é utilizado. Em uma reunião com jornalistas na Índia, um dos engenheiros de software, Matt Jones, relatou que muitos usuários abusivos usam celulares alterados com vários SIMs, ou simuladores que conseguem executar diversas entradas do WhatsApp.

Outra prática problemática é quando usuários abusivos criam novos grupos sobre um mesmo tópico e, em seguida, adicionam repetidamente as mesmas pessoas às conversas. Essa atividade diminui a eficácia da ação de denunciar e abandonar um grupo.

E o usuário, o que pode fazer nesse combate?

Apesar de todos os avanços, é evidente que ainda há muito a ser feito. É sempre bom lembrar que, além dos esforços da empresa, os próprios usuários também podem tomar decisões importantes. Um ato decisivo é não compartilhar boatos nem notícias sem embasamento – saiba como identificar fake news no WhatsApp. Em países como a Índia ou o Brasil, onde períodos de eleições foram afetados pelo envio de mensagens em grupos ou automatizadas, essa atitude é um ato de cidadania. Além disso, denunciar contas que fazem uso inapropriado do WhatsApp também pode fazer muita diferença para a comunidade de usuários do app.

Globo, via Techtudo e The Next Web

 

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Judiciário

MPF obtém condenação de ex-prefeita de Baraúna por improbidade que gerou mais de R$ 2 milhões em prejuízos

A Justiça Federal julgou procedente uma ação do Ministério Público Federal (MPF) em Mossoró e condenou a ex-prefeita de Baraúna Antônia Luciana da Costa Oliveira e outras quatro pessoas pela prática de improbidade administrativa. Durante a gestão de 2014 a 2016, a ex-prefeita decretou estado de emergência no município, sob a alegação de instabilidade financeira e administrativa decorrente de atos da administração anterior. Sob esse argumento, ela praticou diversas irregularidades em processos de licitação para aquisição de materiais e prestação de serviços.

Os contratos trouxeram valores muito acima dos cobrados no mercado e resultaram em prejuízo de, no mínimo, R$ 2.283.255,77 aos cofres públicos. As irregularidades foram constatadas pela Controladoria Geral da União (CGU), que apontou a existência de um esquema fraudulento na aplicação de recursos federais destinados à educação do município.

As investigações concluíram que a ex-prefeita e o então secretário municipal de Finanças e Tributação, Adjano Bezerra da Costa, foram responsáveis por contratação direta ilegal, superfaturamento e desvio de verbas nos processos para aquisição de fardamento escolar, materiais paradidáticos e pedagógicos, e de alimentos. Além disso, transferiram – sem respaldo legal e sem prestação de contas – recursos do Fundeb para o Fundo de participação do Município (FPM).

“O fato de o Município de Baraúna ter estado em momento de instabilidade política nos anos de 2014 e 2015, ou de o Decreto de Calamidade Pública que embasou os citados processos licitatórios não ter sido questionado judicialmente ou declarado ilegal, não são justificativas para a prática das condutas ímprobas praticadas pelos réus. Nada, repita-se, nada justifica o desvio de verbas públicas para o favorecimento de quem quer que seja”, destaca a sentença.

Fardamento – Em 2014, a gestão de Antônia Luciana da Costa Oliveira realizou a dispensa de licitação para aquisição de fardamento escolar. A investigação constatou, dentre outras irregularidades, que a pesquisa de mercado foi feita após a abertura do processo de dispensa e que as empresas registradas não existiam, conforme inspeção realizada no Ceará.

Enquanto havia empresas em Baraúna e em Mossoró que confeccionavam tais fardamentos, a contratada se localizava no estado vizinho e a mais de 300 km do município administrado pela ré. Constatou-se, ainda, superfaturamento dos preços e que a empresa contratada sequer fornecia fardamentos. Somado a tudo isso, as roupas foram entregues aos alunos somente um ano após a compra, o que descaracteriza a situação de emergência.

Livros – O município adquiriu, por meio de inexigibilidade de licitação, livros e projetos pedagógicos. A empresa foi contratada como se tivesse exclusividade dos objetos, entretanto a investigação indicou que outras também forneciam os produtos. Além disso, houve pagamento dos materiais antes que fossem entregues.

Os livros e kits não foram encontrados na maior parte das escolas de Baraúna. Por fim, parte do valor pago (R$ 350 mil) foi repassado da conta da empresa Tecnologia Educacional para a de José Alves de Oliveira, com quem a empresa não possuía relação comercial. José Alves, no entanto, vendeu no mesmo período um terreno na cidade de Baraúna a Adjano Bezerra, Francisco Gilson de Oliveira (marido da então prefeita) e outros, pelo valor de R$ 2 milhões. A verba pública, portanto, foi utilizada para pagamento do terreno adquirido pelos réus.

Transferências – O MPF apontou a transferência ilegal de R$ 1.759.255,77 de recursos do Fundeb para o FPM, sem prestação de contas, o que não permite sequer saber como o dinheiro foi aplicado. Além disso, em 3 de março de 2014 foram feitas transferências no montante de R$ 119.650,94, que foram devolvidos à origem mais de quatro meses depois. Essa prática é irregular pois caracterizou um “empréstimo” ao município por período superior a trinta dias, sem amparo legal.

Os responsáveis pelas movimentações financeiras – sem a devida comprovação de destino – foram Antônia Luciana da Costa Oliveira, seu marido Francisco Gilson e o ex-secretário Adjano Bezerra, que detinham posse dos tokens necessários para realizar as transferências, conforme apurado na investigação.

Alimentos – A escolha da empresa e a contratação se deram através de pregão presencial que, segundo o MPF, não passou de um procedimento simulado, montado para dar aparência de legalidade à contratação direta da Nordeste Distribuidora. Por conta da fraude, foi possível promover altos gastos com recursos públicos, nos moldes do que ocorreu com a compra do fardamento.

Antônia Luciana da Costa Oliveira, Adjano Bezerra e Francisco Gilson de Oliveira foram condenados ao ressarcimento dos danos (no montante mínimo de R$ 2.283.255,87 para a ex-prefeita e o ex-secretário; e de R$ 2.109.255,77 em relação ao último, em solidariedade com os dois primeiros); perda da função pública; suspensão dos direitos políticos por 10 anos; e proibição de contratar com o poder público também por 10 anos.

Os empresários e suas empresas também foram condenados por improbidade, juntamente com os agentes públicos. Bruno Paixão de Gois e a empresa Tecnologia Educacional Editora e Distribuidora de Projetos para educação Ltda. foram sentenciados a ressarcimento no valor de R$ 350 mil (em solidareidade com a ex-prefeita e o ex-secretário) e proibição de contratar com o poder público por 10 anos.

Já Alef Douglas Arrais de Lima e a empresa Nordeste Distribuidora Comercio Ltda. terão que ressarcir R$ 174 mil e ficarão proibidos de contratar com o poder público por cinco anos. O processo tramita na Justiça Federal sob o número 0801947-38.2016.4.05.8401.

 

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Finanças

Projeto de antecipação dos royalties de petróleo será votado nesta quinta

Na primeira reunião dos líderes dos partidos da Assembleia Legislativa, o governo Fátima obteve a primeira vitória na Casa.

Os deputados acataram a dispensa de tramitação nas comissões do projeto de lei que prevê a antecipação dos royalties de petróleo referente aos anos de 2020, 2021 e 2022, além do projeto que autoriza a utilização desses recursos no Orçamento. A votação já foi marcada para a próxima quinta-feira (14).

A estimativa é de que a antecipação dos royalties renda aproximadamente R$ 400 milhões aos cofres do tesouro. O Governo já anunciou que vai usar os recursos para quitar os salários atrasados do funcionalismo.

Veja texto completo aqui

Opinião dos leitores

  1. … tá me parecendo conversa para boi dormir, bom demais para ser verdade não apenas aprovação mas a negociação com bancos e aí que mora o perigo

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

FOTOS: ‘Fiquei paraplégica devido a um piercing’, conta jovem do DF

Foto: Arquivo pessoal (via BBC)

No início de julho do ano passado, Layane Dias comemorava o estágio que acabara de conquistar e planejava uma viagem em família no mês seguinte. Para a jovem, na época com 20 anos, era o início de uma nova fase.

Ela afirma que jamais imaginaria que estava prestes a passar pelo período que considera o mais complicado de sua vida.

Dias antes de iniciar o estágio, Layane começou a sentir dores frequentes pelo corpo. Para ter forças para trabalhar, a jovem teve de recorrer a medicamentos. No entanto, cada vez mais debilitada, teve de abandonar o estágio.

O quadro de saúde dela foi piorando até que, semanas depois, a estudante perdeu os movimentos da perna. A situação tornou-se ainda mais difícil e a jovem deixou de sentir parte do próprio corpo. “Dos seios para baixo, não conseguia sentir mais nada”, diz à BBC News Brasil.

Segundo Layane, o neurocirurgião que a acompanhou apontou que a bactéria Staphylococcus aureus — que pode causar mazelas em diferentes níveis ao atingir a corrente sanguínea — entrou no organismo da jovem por meio de uma infecção no nariz e a deixou paraplégica.

“O médico me perguntou se eu tive alguma espinha na região do nariz ou algo assim, porque essa bactéria, comumente, é desenvolvida nas fossas nasais. Foi então que contei que havia colocado um piercing no lado esquerdo do nariz, no mês anterior”, relata a jovem.

“Quando contei isso, ele me disse: o piercing foi a entrada da bactéria em seu corpo. Ouvir isso me deixou em choque”, conta.

O piercing

Um dos primeiros sintomas da infecção sofrida por Layane Dias foi uma ‘bola vermelha’ no nariz — Foto: Arquivo pessoal (via BBC)

Layane sempre se considerou uma jovem vaidosa. Além de estudante de Recursos Humanos, também fazia alguns trabalhos como modelo fotográfica.

Ela revela que sempre gostou de piercings. “Já tinha colocado na parte direita do nariz por três vezes”, comenta. Em junho passado, a estudante mudou o lado do piercing. “Foi a primeira vez em que coloquei na parte esquerda do nariz. Também foi a primeira vez em que saiu sangue durante o procedimento para colocar o piercing.”

No início de julho, segundo Layane, surgiu uma bola vermelha na ponta do nariz, semelhante a uma espinha. “Eu achava que era apenas uma espinha, mas ela me causou febre. Como pensei que não fosse nada relevante, cuidei em casa mesmo, com pomadas. Em uma semana, ela sumiu.”

A dermatologista Alessandra Romiti ressalta que as complicações decorrentes do piercing, comumente, acontecem apenas na área do corpo em que o objeto é colocado. “Há casos como inflamações ou infecções locais. Por isso, é fundamental que o estabelecimento obedeça às normas de higiene adequadas. O material utilizado tem que estar esterilizado, o piercing tem que estar limpo e a pele precisa ser muito bem higienizada”, diz.

“Depois, o paciente precisa manter o lugar limpo para evitar o risco de haver qualquer tipo de contaminação”, acrescenta. Segundo a médica, complicações graves são consideradas extremamente raras.

Na sexta-feira que antecedeu o início do estágio da estudante, ela foi a uma festa com as amigas, em Brasília, onde mora. “Dançamos muito. Foi uma noite muito legal”, relata. No dia seguinte, a jovem acordou com intensa dor nas costas. “Não dei muita atenção, porque achei que fosse uma dor muscular normal, por conta da noite anterior.”

“Tomei um remédio, mas a dor não passou. Continuou intensa. No dia seguinte, um domingo, as dores continuaram e estavam ainda mais fortes. A minha mãe me levou a uma farmácia, onde tomei um coquetel de injeções e a dor sumiu. Fiquei aliviada”, narra.

Na segunda-feira, ela iniciou o estágio. “Fui muito animada, mas no período da noite as dores voltaram. Tomei medicamentos e elas diminuíram. Na terça, a situação foi igual. Na quarta, as dores ficaram ainda mais fortes”, diz. As dores eram nas costas e no pescoço.

Como as dores não cessavam, a jovem foi ao médico. “Fizeram um raio-X, que não apontou nada. O médico me disse que não havia nada nas minhas costas. Mas mesmo assim, aquelas dores não passavam de jeito nenhum.”

A estudante conta que na quinta-feira foi a um posto de saúde, após o estágio, e foi avaliada por uma médica. “Ela me atendeu e disse que os músculos das minhas costas estavam inchados. Ela fez uma massagem em mim, me passou uma injeção e voltei pra casa. Consegui dormir.”

Na manhã seguinte, a jovem passou a sentir que as pernas estavam enfraquecidas. “Tive que tomar banho com a ajuda da minha mãe”, diz. Naquele dia, ela foi com a mãe em uma igreja. “Quando voltei, a dor estava insuportável. Deitei e dormi. Quando acordei, naquela tarde, não senti mais as minhas pernas.”

A paraplegia

Ainda naquela sexta-feira, Layane foi carregada às pressas ao hospital. “O médico pediu exames de sangue e de urina. Eu já não conseguia fazer minhas necessidades e tive de colocar uma sonda. Quando saiu o resultado do exame, apontou que eu estava com uma infecção no sangue.”

“O médico começou a furar a minha perna e eu, realmente, não estava sentindo nada. Como era um caso grave, fui transferida para o Instituto Hospital de Base, aqui em Brasília”, relata.

Ela narra que as dores se intensificaram. “Os médicos não conseguiam ter um diagnóstico exato. Suspeitaram de câncer ou síndrome de Guillain-Barré”, diz.

Na madrugada daquele domingo, 22 de julho, ela se recorda que as dores ficaram insuportáveis. “Eu estava deitada em uma maca, sem me mexer, cheia de furos, tomando soro e várias medicações. Minha mãe estava sentada em uma cadeira ao lado. Eu pedi pra ela: ‘desculpa, mas aplica alguma coisa, porque eu preciso morrer. Não aguento mais’. E a minha mãe respondeu que não aplicaria nada, porque eu iria aguentar aquilo tudo”, relembra.

“Para aliviar as dores, começaram a me dar morfina por um período. Isso me alucinava muito e um médico pediu para suspender”, conta.

Layane passou por uma ressonância magnética, que apontou que havia 500 mililitros de pus comprimindo três vértebras da medula espinhal dela. Ela teve de passar por uma cirurgia de urgência, para a retirada do líquido.

Responsável pela cirurgia da jovem, o neurocirurgião Oswaldo Ribeiro Marquez explica que, apesar de raro, é possível que um piercing deixe uma pessoa paraplégica. “Essa situação pode acontecer quando há alguma complicação em decorrência do piercing”, pontua o profissional, que afirma nunca ter visto situação parecida desde que iniciou a carreira na medicina, há cerca de 15 anos.

Segundo o médico, as complicações com o piercing ocorrem quando o objeto abre caminho para infecções. “A disseminação de qualquer infecção cutânea costuma ser hematogênica – quando é transmitida pela corrente sanguínea. Por exemplo, se a bactéria está na ponta do nariz, ela pode evoluir, pegar o nariz inteiro, cair na corrente sanguínea e parar em outro canto do corpo”, esclarece.

“A paciente fez um procedimento cutâneo, que gerou uma infecção, que pode ter feito a disseminação da bactéria para a corrente sanguínea. Como ela não tinha infecção na coluna anteriormente, é muito provável que tenha sido causada por uma bactéria que estava em seu sangue”, acrescenta.

Marquez avalia que é “bem provável e plausível” que Layane tenha ficado paraplégica em decorrência do piercing. Porém, ressalta que somente estudos genéticos podem garantir que a paraplegia da jovem foi motivada unicamente por complicações oriundas da inserção do objeto no nariz.

‘Espero que ele se preocupe mais com os clientes’

A cirurgia de Layane teve o objetivo de retirar o pus que comprimia a medula da jovem. “Esse procedimento evitou a progressão da paraplegia, que poderia subir. O pus poderia causar uma infecção que poderia até levar à morte. Com a retirada do líquido, a medula dela foi descomprimida e evitou que o quadro da paciente piorasse”, explica Marquez.

“O procedimento foi um sucesso. Voltei para a Unidade de Tratamento Intensivo de recuperação e estava tudo tranquilo. Já não sentia mais aquela dor insuportável”, comenta Layane.

A estudante conta que somente depois do procedimento cirúrgico descobriu sobre a causa dos problemas de saúde que a afetaram. “O médico que me acompanhou desde o início me explicou sobre a bactéria e como o piercing pode ter me afetado. Isso tudo foi desenvolvido por uma perfuração errada. Por isso sangrou quando coloquei o piercing. Outro fator que complicou foi a má higienização do objeto”, diz.

A estudante não planeja tomar nenhuma medida contra o profissional responsável por colocar o piercing. “Eu optei por não falar sobre ele, porque isso não me fará voltar a andar. Espero que a minha situação faça com que ele se preocupe mais com a saúde dos clientes a partir de agora”, declara a jovem, que revela que já havia colocado um piercing com o mesmo profissional anteriormente. “No de antes, não tive nenhum problema.”

A vida na cadeira de rodas

Por dois meses, Layane permaneceu internada para se recuperar. No hospital, soube que é incerta a possibilidade de voltar a andar. “Dois dias depois da cirurgia, o médico me disse que eu continuaria sem sentir as minhas pernas”, relata. Hoje, ela faz acompanhamento com uma psicóloga e sessões de fisioterapia.

A descoberta de que permaneceria na cadeira de rodas foi um dos momentos mais difíceis para a jovem. “Eu fiquei arrasada. A princípio, foi uma situação muito triste”, conta.

Para Marquez, há possibilidade de Layane retomar os movimentos das pernas. Porém, segundo o neurocirurgião, ainda é prematuro fazer uma avaliação. “A medicina tem avançado nesse aspecto e há estudos que apontam sobre essa possibilidade. Por isso, não podemos negar que ela retomará os movimentos das pernas, assim como não podemos garantir isso”, pondera.

Apesar do choque inicial, Layane aprendeu a lidar com a atual fase da vida. “Conheci outros jovens cadeirantes e vi que posso ser feliz assim. Hoje faço exercícios e até jogo basquete e handebol”, conta.

Em setembro, ela voltou para casa, onde vive com a mãe e a avó. “Minha vida se tornou completamente diferente. Mas fiquei feliz, porque já não estava no hospital. Consegui ver todos os amigos que não puderam ir ao hospital. Recebi muitas visitas e isso me fez muito bem.”

Um dos momentos mais importantes para a jovem, na nova fase da vida, foi o aniversário, em novembro. “Comecei a organizar a festa, mas dois dias antes, quase desisti, porque pensei que não me sentiria bonita para a comemoração”, relembra.

“Essa festa foi muito importante para mim. Depois de quase desistir dela, decidi comemorar, apesar de tudo. Na data, consegui me sentir linda pela primeira vez, depois de tudo o que aconteceu. Recuperei a minha autoestima. Foi um dia muito feliz.”

No fim de janeiro, Layane relatou a sua história em seu perfil no Instagram. “Foi a primeira vez em que contei abertamente que um piercing me deixou paraplégica”, diz. Ela publicou as fotos que tirou desde a data em que colocou o objeto.

“Eu registrei tudo, porque minha mãe enviava aquelas imagens para a minha avó”, explica. A publicação da jovem viralizou e ela conseguiu mais de 20 mil seguidores em poucos dias. “Muitas pessoas ficaram assustadas com a minha história e vieram me procurar para prestar solidariedade.”

Ela ressalta que não quer que sua história desestimule as pessoas que queiram colocar um piercing. “O que quero é que tenham mais cuidado. As pessoas precisam conhecer muito bem o local onde vão fazer. Além disso, os profissionais precisam ser extremamente cuidadosos e ter muito cuidado na higienização dos itens”, diz.

G1, com BBC

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Para José Dias, Fátima Bezerra cometeu improbidade administrativa

Foto: João Gilberto

Em pronunciamento realizado nesta terça-feira (12), o deputado estadual José Dias (PSDB) afirmou que a governadora Fátima Bezerra (PT) cometeu improbidade administrativa. Segundo o parlamentar, a chefe do executivo estadual não poderia priorizar o pagamento do próprio salário e o de cargos comissionados em detrimento dos atrasados de servidores concursados. O ato foi impedido pelo juiz Marcus Vinicius Pereira Júnior por meio de liminar.

“Quero aqui exaltar a decisão desse juiz. Eu respeito as dificuldades do Estado, mas o ato da governadora é um ato de improbidade administrativa. Ao priorizar o pagamento de janeiro de 2019, ela deixou de pagar concursados com salários atrasados para pagar o salário dos seus correligionários em dia”, discursou José Dias em sua fala na Assembleia Legislativa.

O deputado declarou ainda que, caso o mesmo fosse praticado na iniciativa privada, o Ministério Público do Trabalho (MPT) teria ingressado uma ação contra quem tivesse a mesma iniciativa. “Estou confiante de que a decisão do juiz será mantida, para que se estabeleça o mínimo de justiça e isonomia no Rio Grande do Norte”, concluiu ele, encerrando seu pronunciamento.

ALRN

Opinião dos leitores

  1. Parabéns, esse é o trabalho que pagamos para o Sr fazer. Fiscalizar as ações de governo, se quiser já tem argumentos suficiente para propor o impeachment.

  2. Deputado, data vênia, em tempos de incêndio, quem tem fósforo é bombeiro? Vamos conciliar! Como bem diz o Estadista Norte Americano: O furacão é a justiça e ela um dia ainda vem… Então, melhor o canto da cigarra pois o inverno voltará a ser bom! @cordem e vamos pensar no desenvolvimento. A palha esta tocando fogo, é melhor unir o nosso Estado do RN.

  3. Este PT vai deixar RN. Igual a Venezuela. Está governadora toda dia colocar uma comissionada. E para desviar recurso para pagar os advogados. Do ladrão lula

  4. Qual a moral esse senhor tem para dizer que o governo cometeu improbidade administrativa. Vai verificar as inúmeras falcratuas comédias por governos anteriores e que vc dava sustentação. Tu pensa que o povo ainda está sob seu comando.?

  5. Este papangou estar fazendo . Ele e muito ultrapassado presisa deixa o lugar para augleu que tenha novas ideias.veste um pijama e vai trabalhar de oumorista.

  6. Esse deputado boca de sapo e agiota pensa que é o que, no governo que apoiava nunca disse nada, vai tomar uma alcoólitra.

  7. Esse povo do PT são tão espertos que começam se vestindo mal, tudo com cara de coitados parece até que é pré requisito ser assim pra o povo ter pena e por trás TODOS RICOS!!!

  8. Concordo plenamente com as colocações do deputado, seria ótimo que outros deputados tivesse a mesma visão que ele está tendo. A governadora está tratando os servidores como lixo, pois é muito humilhante para nós servidores públicos e principalmente aposentados e aposentadas estarmos com novembro, dezembro e parte do décimo terceiro de 2017 e décimo terceiro 2018. Quem está defendendo a forma que a governadora vem pagando, se coloque na posição de quem não recebeu novembro, dezembro e décimo terceiro 2017 e 2018, e quando chega janeiro recebe 30% do mês de janeiro, para um servidor ou servidora que só tem um vínculo, realmente está em uma situação lastimável, então é correto a governadora antecipar seu salário e os de seus cargos comissionados?

  9. Isso não existe, pagá o salário dela e do povo quê ela colocou e os concursados ficar no prejuízo, parabéns deputado.

    1. PeTralha detectado! O deputado está certo. Ela cometeu improbidade administrativa. Parabéns ao Juiz Marcus Vinicius. Fátima é totalmente despreparada para o cargo, sem nenhuma sintonia com o governo federal, arrogante e não apresentou até agora, nenhuma proposta real para o pagamento dos salários atrasados. Mais perdida que cego em tiroteio. Tenho pena do nosso RN.

    1. Robinson apenas construiu a maior obra da Região Oeste nos últimos 40 anos … A estrada da castanha, que liga os municípios de Carnaubais, passando por Serra do Mel, até Areia Branca … Até agora não sei o que esta ou este político está fazendo no cargo de chefe do Executivo potiguar … Vem mais merda por ai …

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Diversos

VÍDEO: Câmera de vigilância grava queda de helicóptero que levava Boechat

Imagens de câmera de vigilância gravaram o momento da queda do helicóptero que levava o jornalista Ricardo Boechat e o piloto Ronaldo Quatrucci. O acidente ocorreu na segunda-feira (11), na ligação do Rodoanel com a rodovia Anhanguera, em São Paulo.

Boechat e Quatrucci voltavam de Campinas, a 99 km de São Paulo, e iam em direção ao heliponto da emissora TV Bandeirantes, no Morumbi, na zona sul da capital paulista, quando a aeronave se chocou contra a parte dianteira de um caminhão que trafegava na via. O motorista foi socorrido.

Uma mulher que presenciou a queda do helicóptero disse que viu o momento em que o passageiro pulou da aeronave e tentou pedir ajuda.

“Eu vi uma pessoa do lado direito do helicóptero, quando já estava prestes a pousar, pulando. Foi na hora que a carreta veio, chocou com helicóptero, que rodou e despedaçou. Foi nessa hora que caiu em cima da pessoa que pulou”, diz a testemunha.

A mulher acredita que o jornalista teria sobrevivido, porque ainda teria erguido o braço quando estava no chão. No entanto, o pedaço do helicóptero em chamas caiu em cima dele, o que teria o matado.

Autorização

A RQ Serviços Aéreos Especializados, empresa dona da aeronave Bell Helicopter, de prefixo PT-HPG, não poderia fazer táxi aéreo, de acordo com a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil).

Segundo a agência, a empresa tinha autorização apenas para prestar serviços de aerofotografia, aeroreportagem, aerocinematografia, entre outros do mesmo ramo. “Qualquer outra atividade remunerada fora das mencionadas não poderia ser prestada”, diz a Anac, por meio de nota.

Velório

O velório do jornalista Boechat foi realizado no MIS (Museu da Imagem e do Som), na zona oeste de São Paulo, às 22h desta segunda-feira (11). A cerimônia de despedida foi aberta ao público e seguiu até as 14h de terça-feira (12). Após esse período, o velório será restrito para os familiares.

Piloto responsável pelo voo que transportava Boechat, Ronaldo Quattrucci tinha 20 anos de experiência na função — tirou o brevê (documento que permite ao seu titular pilotar aeronaves) em 1999, um ano após a morte de seu irmão, Rogério.

Casado, ele era o dono da empresa RQ Helicópteros, com uma frota de três helicópteros. O corpo de Quatrucci foi velado também em São Paulo, nesta quarta-feira (12).

R7

 

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Diversos

CASO CT FLAMENGO: Famílias de vítimas podem levar até 10 anos para receber indenizações

Alojamento que foi incendiado no Ninho do Urubu. Foto: Ricardo Moraes/Reuters – 8.2.2019

Se as famílias das vítimas do incêndio no CT do Flamengo não aceitarem a indenização oferecida pelo clube, em acordos extrajudiciais, a disputa nos tribunais pode chegar a dez anos. A avaliação é feita por especialistas em direito esportivo ouvidos pelo Estado. “Os processos demoram muito em função da infinidade de recursos que a legislação permite”, explica o advogado Martinho Neves.

Para Domingos Zainaghi, a disputa pode chegar ao Superior Tribunal de Justiça. “A indenização vai depender do entendimento dos juízes. Digo no plural porque uma decisão de primeira instância deverá ser questionada no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro e até no STJ, em Brasília”, avalia.

O Código Civil determina que quem causa prejuízo tem o dever de indenizar. A indenização prevê a cobertura de danos efetivos (ressarcidos como danos morais) e dos lucros cessantes, que representam aquilo que o atleta ganharia até o fim da carreira e que deixou de ganhar. A estimativa é feita caso a caso. O goleiro Christian Esmério, vítima que colecionava convocações para a seleção, tinha um potencial de crescimento em campo que poderia ser levado em consideração e uma ação.

Os especialistas evitam estimar os valores indenizatórios. Em geral, a oferta dos clubes é bem menor do que pedem as vítimas. Atualmente, os atletas do Flamengo tinham remuneração de R$ 1 mil e R$ 2 mil, chamada de Bolsa Aprendizagem. Pela Lei Pelé, só maiores de 16 anos podem assinar um contrato de trabalho.

No futuro, os rendimentos subiriam. Em um ponto fora da curva, o atacante Gabigol, ex-Santos, foi contratado por R$ 1,2 milhão/mês no time principal. “É difícil definir o valor dos danos morais, pois estar-se-á buscando indenizar a dor, e esta não tem como ser medida”, diz Zainaghi. De acordo com Fla, as dez vítimas tinham seguro de vida.

Estadão

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Em recurso do MPRN, STJ cassa decisão que beneficiava médico preso por cobrar por consultas no SUS

O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) obteve, perante o Superior Tribunal de Justiça (STJ) em Brasília, decisão favorável para reformar acórdão proferido pelo Tribunal de Justiça do RN (TJRN), que concedeu a um médico que cumpre pena em regime semiaberto a faculdade de trabalho externo e interno, com liberação do recolhimento noturno à instituição prisional.

O médico Ernance Fernandes Pinheiro havia sido preso em junho de 2017 por cobrar pelos serviços que já eram pagos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e também por forjar internações na antiga Casa de Saúde Santa Luzia, em Mossoró. Ele foi condenado à pena privativa de liberdade de 5 anos, 10 meses de reclusão e 97 dias-multa, encontrando-se atualmente em regime semiaberto.

O recurso do MPRN apontou violação à Lei de Execução Penal, já que o TJRN dispensou o apenado do recolhimento noturno à instituição prisional.

A decisão que derruba o acórdão do TJRN, assinada pelo ministro do STJ Sebastião Reis Júnior, determina que o médico deverá trabalhar, frequentar curso ou exercer outra atividade autorizada, permanecendo recolhido durante o período noturno e nos dias de folga.

MPRN

 

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Diversos

As obras do governo Bolsonaro na Amazônia

O governo vai começar o seu plano de desenvolvimento pela região amazônica e enviará três ministros – Gustavo Bebianno, Ricardo Salles e Damares Alves – ao oeste do Pará para avaliar investimentos de infraestrutura e definir grandes obras na região, registra o Estadão.

Jair Bolsonaro busca cumprir a promessa de aumentar a presença do Estado no chamado Triplo A – área que se estende dos Andes ao Atlântico, onde organismos internacionais supostamente pretendem criar uma faixa independente para preservação ambiental.

“A região é estratégica para os militares, que querem marcar posição contra o que chamam de ‘pressões globalistas’.”

Os ministros desembarcam nesta quarta-feira em Tiriós (PA) para discutir com líderes locais a construção de uma ponte sobre o Rio Amazonas na cidade de Óbidos, uma hidrelétrica em Oriximiná e a extensão da BR-163 até a fronteira do Suriname.

“A hidrelétrica teria, na avaliação do governo, o propósito de abastecer a Zona Franca de Manaus e região, reduzindo apagões. A ampliação da BR-163 – construída nos anos 1970, ainda inacabada e notícia por causa de seus atoleiros – cumpriria uma meta de integração da Região Norte. Já a ponte ligaria as duas margens do Amazonas por via terrestre, ainda feita por travessia de barcos e balsas. O projeto serviria como mais um caminho para o escoamento da produção de grãos do Centro-Oeste.”

O Antagonista

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *