Bolsonaro pegou uma bandeira do Brasil e disse que ela jamais será vermelha Foto: Jorge William / Agência O Globo
Após receber a faixa presidencial de Michel Temer, o presidente Jair Bolsonaro discursou nesta terça-feira no parlatório do Palácio do Planalto, dizendo que sua posse representa o momento em que o Brasil começou a se libertar do socialismo e do “politicamente correto”. ( Confira a íntegra do pronunciamento de Bolsonaro)
— É com humildade e honra que me dirijo a todos vocês como Presidente do Brasil. E me coloco diante de toda a nação, neste dia, como o dia em que o povo começou a se libertar do socialismo, da inversão de valores, do gigantismo estatal e do politicamente correto.
Ao fim da fala, o governante pegou uma bandeira do Brasil e disse que ela jamais será vermelha, em referência à cor adotada tradicionalmente pelos movimentos de esquerda.
— Essa é a nossa bandeira, que jamais será vermelha. Só será vermelha se for preciso nosso sangue para mantê-la verde e amarela.
O novo presidente ressaltou que, em seu governo, não haverá espaço para conchavos políticos, porque será formado apenas por técnicos, com base na meritocracia. No discurso, ele criticou as ideologias e disse que elas são responsáveis pela destruição de valores e tradições, como a família.
— Graças a vocês, conseguimos montar um governo sem conchavos ou acertos políticos, formamos um time de ministros técnicos e capazes para transformar nosso Brasil. Mas ainda há muitos desafios pela frente. Não podemos deixar que ideologias nefastas venham a dividir os brasileiros. Ideologias que destroem nossos valores e tradições, destroem nossas famílias, alicerce da nossa sociedade — disse.
Bolsonaro voltou a dizer que o governo deve servir à nação e não a interesses políticos:
— A corrupção, os privilégios e as vantagens precisam acabar. Os favores politizados, partidarizados devem ficar no passado, para que o governo e a economia sirvam de verdade a toda nação.
Tudo o que propusemos e tudo o que faremos a partir de agora tem um propósito comum e inegociável: os interesses dos brasileiros em primeiro lugar.
O chefe do Executivo também disse que as eleições de outubro mostraram que a população quer mudança. Segundo ele, as mudanças serão promovidas com respeito à Constituição Federal e a Deus.
— As eleições deram voz a quem não era ouvido. E a voz das ruas e das urnas foi muito clara. E eu estou aqui para responder e, mais uma vez, me comprometer com esse desejo de mudança. Respeitando os princípios do Estado Democrático de Direito, guiados por nossa Constituição e com Deus no coração, a partir de hoje, vamos colocar em prática o projeto que a maioria do povo brasileiro democraticamente escolheu, vamos promover as transformações de que o país precisa — declarou.
Que festiva de asneira. Só quem não sabe ler, quem nunca estudou geopolítica, geografia ou história acha que o socialismo é uma ameaça. Quem djabo quer bandeira vermelha? O povo quer trabalhar sem que essa escória política e estatal sugue tudo o que o trabalhador ganha.
O salário mínimo foi fixado em R$ 998 para 2019. Embora a Lei Orçamentária projetasse que a remuneração básica dos trabalhadores ficaria em R$ 1.006 este ano, o valor será menor por causa de uma diferença nos parâmetros utilizados no cálculo. O salário mínimo, hoje em R$ 954, foi reajustado por um decreto assinado pelo presidente Jair Bolsonaro.
A regra de correção do mínimo leva em consideração a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do ano anterior e a variação do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes. Quando a Lei Orçamentária de 2019 foi encaminhada ao Congresso, a equipe econômica previa que o INPC fecharia 2018 em 4,2%. Já o PIB de 2017 registrou um crescimento de 1%.
No entanto, o índice de inflação ficará abaixo das projeções do governo. Segundo o IBGE, num período de 12 meses fechados em novembro, o INPC ficou em 3,56%.
Além de corrigir o mínimo pela inflação e pelo crescimento da economia, o governo terá que acrescentar no valor R$ 1,75. Essa quantia é uma defasagem que precisa ser repassada aos trabalhadores por conta de uma diferença entre o INPC previsto para 2017 e quanto o governo repassou para os salários quando o presidente Michel Temer editou o decreto corrigindo o mínimo em 2018.
De acordo com a Lei Orçamentária, o salário mínimo ganharia um acréscimo de R$ 52 em 2019. Mas considerando o INPC mais baixo, esse valor ficou em R$ 44. Cada R$1 de aumento no mínimo tem impacto de R$ 300 milhões nas contas públicas. A economia com a mudança de reajuste supera os R$ 2 bilhões.
O decreto que corrige o salário mínimo costuma ser assinado pelo presidente da República nos últimos dias do ano. No entanto, Michel Temer deixou a tarefa para seu sucessor, que terá um outro desafio: fixar uma nova regra para o reajuste do salário mínimo a partir de 2020.
A atual fórmula só vale até o final deste ano. Ela foi criada para assegurar ganhos reais aos trabalhadores. No entanto, o mínimo tem um peso significativo sobre as contas públicas, pois aposentadorias e benefícios assistenciais como a LOAS são corrigidos com base em seu valor.
Embora não tenha dito claramente o que fará em relação ao salário mínimo, o ministro da Economia, Paulo Guedes, e sua equipe defendem uma ampla desvinculação do Orçamento federal. Neste caso, uma possibilidade é acabar com a indexação dos benefícios ao mínimo.
Deixo as reformas e os avanços, que colocaram nosso País em um novo tempo. Saio com a alma leve e a consciência do dever cumprido. Meu muito obrigado a todos.
Três horas depois de entregar a faixa a Jair Bolsonaro, o ex-presidente Michel Temer (MDB) defendeu o legado dele na Presidência da República em uma sequência de mensagens postadas no Twitter.
O emedebista agradeceu o apoio da população e disse que valeu a pena “cada obstáculo vencido, cada momento vivido, cada conquista alcançada”. “Não poupei esforços, nem energia e sei que entrego um Brasil muito melhor para todos os brasileiros”, escreveu.
Temer disse ainda que deixa “reformas e avanços, que colocaram nosso País em um novo tempo”. “Saio com a alma leve e a consciência do dever cumprido. Meu muito obrigado a todos”, pontuou.
Poderia ter entregue melhor, mas assim como a petralhada, foi pego com a mão na cumbuca com o escândalo da mala de dinheiro. Agora é diferente, espero que as reformas prometidas não exigam só sacrifício do povo, e sim, retirem as mordomias esdrúxulas dos políticos e de membros das poderes, além de disperdicio de dinheiro do povo.
Sem entrar no mérito da honestidade, é uma afirmação justa. Fizestes um bom governo. Claro que a galera do vermelho não dará o braço a torcer. Certamente o chamarão de "golpista", aquele ladainha de sempre.
O novo presidente da Companhia de Águas e Esgotos (Caern), Roberto Linhares, garantiu, durante a cerimônia de posse da governadora Fátima Bezerra, que a empresa pública não será vendida e que ela será lucrativa.
“Não há nenhuma possibilidade de privatização enquanto eu estiver na condição de presidente, isso já deixei bem claro. Posso dizer que enquanto a governadora estiver a frente do Executivo, também não há nenhuma possibilidade de privatização. Vamos tornar a companhia lucrativa sem precisar vendê-la. Existem planos para isso e conseguiremos torná-los possíveis”, prometeu.
A venda da Caern já foi uma recomendação do Tesouro Nacional para o Estado tanto pela falta de lucros como por ser um ativo atrativo para empresas se colocado à venda, como uma alternativa para colocar as contas em dia.
A Caern detém a concessão dos serviços públicos de saneamento básico, captação, tratamento e distribuição de água em vários municípios do Rio Grande do Norte. Mesmo não dando lucros, funcionários defendem a companhia diante do importante papel social que ela desempenha distribuindo água para comunidades que sofrem com as contantes secas.
digo em algumas casas e em outras não , quanto ao péssimo serviços digo após o conserto de vazamentos além do serviço serem mal sinalizados, havendo grande probabilidade de acidentes de transito , NÃO QUERO QUE OUTROS PAGUEM o que não DEVEM , mais PAGO , é dizem por ai que todos somos perante a LEI . a AGUÁ é um BEM INDISPENSÁVEL A VIDA e seu desperdiço nesta parte do Nordeste não é uma boas ideia.com a palavra A CAERN
Por quê são instalados hidrômetros em algumas e em outras ?
COM A PALAVRA A DIREÇÃO DA CAERN, isso não deixa faltar recursos , se não deixar é melhor baixar a taxa de quem paga pela péssima prestação de serviços.
Privatiza essa central de cabide de emprego….veja o exemplo da COSERN hoje empresa rentável e enxuta ,enfia o pé na bunda desse povo ….deixa somente quem produz
Outra mercadoria da Governadora, essa Caern tem que ser vendida, enquanto presta, os salários do Presidente e dos Diretores beiram o absurdo, e o serviço uma mercadoria pior.
Vendida, seguramente, não será. Se a nova gestão pudesse criaria outros "guarda-roupas", já que os cabides tem de ser pendurados. Dar lucro, muito menos!
O economista Aldemir Freire, que será empossado secretário de Planejamento e Finanças do Rio Grande do Norte nesta quarta-feira (2), disse durante a posse da governadora Fátima Bezerra que, msmo sendo prioridade, ainda não é possível anunciar um calendário de pagamento do funcionalismo público estadual.
“A governadora tem dito que a prioridade é o salário dos servidores e é isso que vamos enfrentar. Queremos que o servidor tenha um mínimo de previsibilidade, embora reconheçamos que não dá para anunciar um calendário ainda. Em algum momento precisaremos discutir as formas de como vamos negociar e pagar esses débitos”, explicou.
Fátima Bezerra disse durante o discurso de posse que essa é uma das prioridades, mas manteve a linha da crise nas contas públicas que, segundo contabilizado pela equipe de transição, o Estado tem dívida da ordem de R$ 2,6 bilhões e três folhas a pagar.
Da teoria para à pratica à distância é grande, todos se elegem prometendo mundos e fundos, quando assumem mudam completamente, vai continuar tudo como tá com relação aos salários.
Toda a gestão de Fátima Bezerra vai se resumir a duas únicas coisas: 1) viver de olhos pregados ao retrovisor alegando que recebeu uma "herança maldita" e 2) acompanhar impotente a escalada inexorável de uma folha de pagamento cuja conta nunca baterá com as receitas disponíveis.
Como que num beco sem saída, tentará ainda transferir a culpa pelo seu fiasco administrativo a tudo e a todos, sobretudo ao governo de Jair Bolsonaro.
Anotem aí, por favor. Quem (tiver a sorte de) viver verá.
O presidente da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, Ezequiel Ferreira da Souza (PSDB), em discurso durante a solenidade de posse da governadora do RN, Fátima Bezerra, nesta terça-feira (1), disse que somente a união de todos: deputados, membros do Poder Judiciário, do Ministério Público, do Tribunal de Contas, da Defensoria Pública e de todas as entidades representativas da sociedade, nos setores público e privado fará o Rio Grande do Norte vencer as enormes dificuldades atuais. “Sem essa união, chegaremos rapidamente a uma situação de gravidade imprevisível e de governabilidade insustentável”, afirmou o deputado Ezequiel.
Diante de um auditório lotado da Escola de Governo, local da solenidade de posse, Ezequiel foi enfático: “O desafio não é só de quem assume o governo. O desafio é de todos nós, sob a liderança da governadora Fátima Bezerra, que, certamente, não será apenas a governadora do seu partido político ou dos seus eleitores, mas de todos os norte-riograndenses. Esse é o rumo certo para quem prometeu e deseja acertar. Esse é o caminho de quem sabe que não pode errar. Nosso povo está sofrido, nossa economia está carente de empregos, nossos servidores vivem tempos de angústia pelo presente e temor pelo futuro”, disse.
Durante o discurso o presidente da Assembleia Legislativa enalteceu a política e a democracia que proporcionam uma solenidade de posse com a nobre missão de cumprir o desejo popular, expresso no voto livre dos cidadãos, empossando Fátima Bezerra e Antenor Roberto nos mais altos cargos do Poder Executivo estadual. “É esse o encanto maior da política e da democracia: atender, respeitar e obedecer à vontade e a soberania popular, pois vencer uma eleição significa receber uma procuração do povo para representá-lo através de um mandato que lhe pertence”, destacou.
Para Ezequiel a chegada desse novo governo representa a renovação da esperança do povo potiguar por um estado equilibrado, mais forte e, principalmente, mais justo com todos os seus filhos. Ezequiel ressaltou que Fátima Bezerra chega à chefia do Poder Executivo estadual em um momento que o Rio Grande do Norte atravessa a mais grave crise fiscal, econômica e financeira dos últimos tempos.
E, esse fato, aumenta a complexidade do ato de governar. “Mas, certamente, fará crescer na senhora e em toda a sua equipe, a vontade absoluta de ultrapassar os desafios e vencer os obstáculos, para fazer no governo o que prometeu ao povo nas ruas, nas praças, nos cantos e recantos de todo o Rio Grande do Norte”, pontuou o presidente da Assembleia.
Ezequiel destacou a coragem, o destemor, a responsabilidade, o espírito público e o desejo de honrar o mandato que o povo concedeu a Fátima Bezerra, que segundo Ezequiel, sabe que pela dinâmica da política, aos governantes de hoje recai a missão de melhorar a vida do povo, porque a esse mesmo povo, o candidato de ontem, assim prometeu.
De acordo com Ezequiel Ferreira o povo escolheu Fátima Bezerra por reconhecer o seu trabalho e a sua história, formatada na dignidade, no espírito público e na sensibilidade social. “Mas é chegada a hora de unir responsabilidades. Unir o Rio Grande do Norte como um todo”, voltando a conclamar a união de todos os setores produtivos em nome da governabilidade. E, acrescentou que estava de mãos estendidas para somar no esforço comum, na parceria coerente com os compromissos e responsabilidades perante o povo, dentro da normalidade democrática e da constitucional independência dos poderes.
Ezequiel Ferreira disse ainda que os tempos mudaram. O Brasil mudou. A política mudou. As instituições estão mudando. “Mas essa mudança, positiva e antenada com a sociedade, não pode ser restrita aos políticos. Tem de ser completa: do cidadão a todos os detentores de cargos públicos, aos empresários e demais partícipes da nossa coletividade. Mudamos, porque queremos um Brasil e um Rio Grande do Norte diferentes. E faremos a nossa parte”, disse.
Ao final o presidente da Assembleia Legislativa relembrou que os dois mandatos como deputada estadual, três como deputada federal e um como senadora da República, dignificam o currículo público de Fátima Bezerra e garantem o conhecimento e a coerência necessária para o relacionamento institucional entre os poderes. Além de ser uma política nascida na luta sindical e amadurecida no poder legislativo. “Isso, por si só, já nos dá a certeza de uma relação aberta e coerente, baseada no desejo comum de acertar e na independência democrática, a qual sempre foi defendida nos seus mandatos parlamentares”, disse.
Ezequiel desejou, na chegada ao novo desafio que Fátima Bezerra buscou na vida pública, muita luz, sabedoria, humildade, equilíbrio e resiliência, para liderar um governo que faça o Rio Grande do Norte avançar nos campos social, econômico, administrativo e virar a página atual. “E aos norte-rio-grandenses, desejamos que recebam do novo governo os compromissos assumidos, especialmente na segurança, na geração de empregos, na saúde, na educação, na relação com os servidores públicos, no apoio ao fomento econômico, aos municípios e ao homem do campo”, finalizou o presidente da Assembleia, desejando um feliz ano novo a todos os norte-riograndenses.
O Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência estima que 115 mil pessoas acompanharam a cerimônia de posse do presidente Jair Bolsonaro na Esplanada dos Ministérios e na Praça dos Três Poderes na tarde desta terça-feira, 1º. A expectativa inicial era de que pelo menos 250 mil pessoas acompanhariam a posse e previsões mais otimistas citavam até a possibilidade de público de meio milhão de pessoas.
Durante a manhã desta terça-feira, o tempo não ajudou muito e choveu na região da Esplanada dos Ministérios. À tarde, apesar das nuvens carregadas, o clima melhorou gradativamente e o sol saiu durante a cerimônia de posse de Bolsonaro.
A Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal não divulgou nenhuma estimativa de público durante o dia. Segundo o governo distrital, números só seriam anunciados após o fim da cerimônia na região central de Brasília.
Estadão Conteúdo
O discurso de posse do presidente Jair Bolsonaro no Congresso foi visto por apoiadores como uma fala de esperança e novos tempos para o Brasil. Para o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, o momento é de unir forças e entender que alguns remédios adotados pelo governo serão amargos.
“A dificuldade é que o país está com déficit orçamentário enorme. Realmente, ele [presidente Jair Bolsonaro] precisa mudar o estilo [de governo no país] e não é só ele. Aí tem que ter também a parceria dos servidores públicos, dos ministros e da população, com um engajamento para fazer um combate real à criminalidade, a situação crítica de gastos públicos, fazer cortes que não serão simpáticos em um momento inicial, reformas que são importantes. Eu, por exemplo, declarei apoio à reforma da Previdência, toda nossa bancada do estado de Goiás vamos fortalecer o governo para que possamos também salvar os estados”, disse.
Outro a defender rapidez, especialmente na reforma da Previdência, foi o relator da matéria na Câmara dos Deputados, no governo Temer, deputado Arthur Maia (DEM-BA). Reeleito, ele defende que o governo aproveite o texto que já tramita na Casa para colocar a medida em votação no plenário já no início do governo. Para o parlamentar, a proposta não deve ser fatiada. Na avaliação de Maia, fazer o trabalho por etapas pode dificultar e prolongar o processo. “O meu conselho é esse. Botem na cabeça que nenhum governo terá força para fazer duas reformas da Previdência”, alertou.
Segundo o parlamentar, a proposta atual já abrange cinco principais temas a serem enfrentados no setor previdenciário do país. “A proposta que nós fizemos abrange os cinco grandes temas que, necessariamente, terão que ser tratados. Se não forem enfrentados esses temas, não tem reforma”.
Para Arthur Maia, a reforma ideal tem que contemplar idade mínima, regra de transição, isonomia entre setor público e privado, aposentadorias especiais de policiais e professores e trabalhadores rurais. “É bobagem qualquer governo que está entrando achar que vai reinventar a roda, porque senão tratar desses cinco pontos, não vai haver reforma nenhuma. É uma falta de bom senso reiniciar esse trabalho para chegar ao mesmo ponto”, completou.
Apoio
Apesar de três ministros na equipe de Bolsonaro, o presidente do DEM e prefeito de Salvador, ACM Neto, disse que o apoio formal da legenda ao novo presidente ainda será decidido. A definição, segundo ACM Neto, sairá após uma reunião da Executiva Nacional, que deverá ocorrer logo após a posse dos deputados eleitos, em fevereiro.
Em defesa da manutenção do controle da Casa, ele afirmou que a legenda não pediu cargos na Esplanada e que os nomes do partido que compõem o governo foram uma decisão pessoal de Bolsonaro. “É claro que o fato do partido ter três ministros não pode ser desconsiderado em termos de força partidária”, reconheceu ACM Neto. “O que a gente espera do governo é isso: que ele se mantenha neutro [nas eleições da presidência da Câmara], respeitando a independência do Legislativo”, concluiu.
ACM Neto disse que a eleição de Jair Bolsonaro é a oportunidade para que o país saia da “agenda de crise”. “Estamos vivendo há quatro anos agenda de crise, crise, crise. Acho que agora é a oportunidade de dar essa virada. Começando um ano novo, um governo novo, e eu espero que uma disposição também do novo Congresso Nacional para fazer essa agenda avançar, sobretudo a agenda econômica”.
Agência Brasil
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, e o presidente do Congresso Nacional, Eunício Oliveira (MDB-CE), chegaram ao Itamaraty sob vaias de populares que aguardam o presidente Jair Bolsonaro (PSL) e sua esposa Michelle.
Durante a tarde, no Congresso, Toffoli também já havia sido vaiado ao lado do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ)
Eunício, que não foi reeleito, saiu do carro sob gritos de “ladrão” na chegada ao coquetel oferecido a chefes de Estados, ministros, chanceleres, empresários e autoridades para coquetel no Itamaraty.
Já estão no local o primeiro ministro de Israel, Benjamim Netanyahu, o presidente do Chile, Sebastian Piñera, e o secretário do Estado dos EUA, Mike Pompeo, entre outros.
O novo ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, disse nesta terça-feira, 1º, que o governo está preparando um “revogaço” para os próximos dias, mudando portarias, instruções normativas e resoluções que “infernizam” a vida do cidadão.
“Os primeiros atos serão no sentido de desfazer a burocracia. Isso pode ser feito por decreto, sem votação no Congresso”, afirmou Onyx.
Reportagem publicada nesta terça pelo jornal O Estado de S. Paulo revelou que o presidente Jair Bolsonaro usará o expediente do decreto, logo nos primeiros dias de governo, para fazer mudanças na legislação sem passar pelo crivo do Legislativo. As medidas atingem praticamente todas as áreas – do Meio Ambiente à Indústria e Comércio, passando por Segurança, Agricultura, Transportes e Habitação – e vão além do pente-fino anunciado na semana passada para promover uma revisão de atos praticados pela equipe de Michel Temer.
“A gente brinca internamente que a gente está preparando um revogaço, que é para tirar da frente da vida das pessoas tudo o que atrapalha”, comentou Onyx. “É um processo forte e dentro de alguns dias vamos divulgar várias medidas.” No sábado, por exemplo, Bolsonaro postou mensagem no Twitter anunciando que pretende garantir, por decreto, a posse de arma de fogo para cidadãos sem antecedentes criminais, além de tornar o registro do equipamento definitivo. Até agora não há detalhes sobre outras iniciativas, mas a reportagem apurou que questões polêmicas envolvendo o Código Florestal também estão na mira do Planalto.
Onyx informou que Bolsonaro lhe pediu para marcar uma reunião ministerial no próximo dia 3, quinta-feira, às 9 horas. Para o ministro, as novas ações da equipe terão o objetivo de “simplificar a legislação existente e favorecer a atividade econômica, do pequeno ao grande empreendedor”.
Questionado se, daqui para a frente, Bolsonaro privilegiará as relações com os Estados Unidos, Onyx disse que o País vai “recuperar o tempo perdido” e se “ombrear” com as nações mais desenvolvidas do mundo, “tendo sempre a democracia como base”.
O chefe da Casa Civil foi no mesmo diapasão de Bolsonaro, que, em discurso no Parlatório do Palácio do Planalto, assegurou a retirada do “viés ideológico” das relações internacionais. “De maneira coerente, vamos trabalhar nessa linha”, argumentou Onyx.
Estadão Conteúdo
Em tom diplomático, o presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), negou hoje (1º), durante a cerimônia de posse do presidente eleito, Jair Bolsonaro, que o Congresso aprovou “pautas-bombas” ou deixou uma “herança maldita” para a gestão que começa. Segundo ele, em cooperação com o governo Michel Temer foram aprovadas medidas essenciais para o equilíbrio do país.
“Aqui, nesta Casa, neste Congresso, não houve pauta-bomba nem deixou-se qualquer herança maldita. Houve, sim, muito trabalho para avançar na pauta que era necessária ao país”, ressaltou o presidente do Senado.
A expressão “pauta-bomba” se refere a eventuais propostas aprovadas na Câmara e no Senado e que divergem dos interesses do governo federal, em geral são as que geram mais despesas para a União.
Eunício sugeriu a Bolsonaro que sustente seu governo no diálogo e na paciência, assim como no respeito à autonomia e independência entre o Executivo, Legislativo e Judiciário. “Com trabalho, diálogo, paciência e perseverança, tenho certeza Vossa Excelência triunfará como presidente de todos os brasileiros”, afirmou.
Para o presidente do Senado, Bolsonaro enfrentará menos dificuldades do que Temer. “Este Congresso não faltará a Vossa Excelência, não faltará ao Brasil, como também não faltou na legislatura que se encerra dentro de um mês”, disse Eunício. “O governo de Vossa Excelência certamente enfrentará um pouco menos de dificuldades graças a importantes matérias aqui votadas.”
Eunício ressaltou a importância da cooperação entre o governo Temer e o Congresso Nacional para garantir a aprovação da chamada PEC (proposta de emenda à Constituição) de Gastos. Segundo ele, a medida assegurou o equilíbrio do Orçamento Geral da União. “Esses Poderes [Executivo, Judiciário e Legislativo] independentes e harmônicos deverão trabalhar, juntos, para o bem deste país”, destacou.
Agência Brasil
A governadora Fátima Bezerra foi empossada oficialmente para o cargo na tarde desta terça-feira (1), em cerimônia realizada na Escola do Governo. Durante o discurso ela falou sobre a situação financeira do estado e sobre a împortância de se pagar o funcionalismo público em dia.
Fátima ainda destacou que vai governar para todos e que será necessário superar gradativamente os desafios para colocar as contas em dia. “Estamos herdando uma dívida da ordem de R$ 2,6 bilhões; três folhas de pagamento do funcionalismo público atrasadas; dívidas com fornecedores que fornecem para áreas essenciais do governo. Uma das faces mais cruéis dessa herança se expressa no completo desrespeito com os servidores públicos”, disse.
Confira na íntegra o discurso de Fátima Bezerra
“Excelentíssimo Sr. Presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Norte, Ezequiel Ferreira;
A generosidade e o desejo de mudança expressos pela população do Rio Grande do Norte nos trouxe até aqui hoje. Assumo, sem dúvida nenhuma, a tarefa mais desafiadora da minha vida política: ser governadora do estado do Rio Grande do Norte. Um estado que me acolheu desde a minha juventude, e para o qual dediquei uma vida de trabalho como professora, deputada estadual, deputada federal e senadora.
O sentimento de gratidão que quero externar para vocês hoje, tem a dimensão da esperança que foi depositada nas urnas por mais de um milhão de pessoas; da responsabilidade de quem sabe que foi eleita para fazer diferente; do compromisso com aqueles e aquelas cujos direitos sempre foram negados; e da humildade de quem sabe que não se pode governar sozinha.
Em um momento tão difícil da história do nosso Estado e do nosso País, onde o desemprego, a escassez de serviços públicos de qualidade, o desrespeito aos trabalhadores e a insegurança afetam grandemente as famílias, me foi confiada a honrosa tarefa de governar o Rio Grande do Norte. De colocá-lo nos trilhos do desenvolvimento, da justiça e da inclusão social.
Sou a única mulher a tomar posse hoje como governadora. A única governadora eleita em todo o país. Eleita pelo estado onde as mulheres primeiro conquistaram o direito ao voto; que primeiro elegeu uma mulher ao cargo de deputada estadual; e que teve a primeira prefeita eleita em toda a América Latina.
Por isso, trago aqui a memória de Maria do Céu Fernandes, de Alzira Soriano, de Clara Camarão, de Nísia Floresta, de Alta de Souza, de Celina Guimarães e Dona Militana. De todas as mulheres potiguares e brasileiras que me inspiram cotidianamente a seguir a luta. Vocês tomam posse hoje comigo.
Fizemos uma linda campanha. Responsável, propositiva, que não brincou com a esperança ou vendeu ilusões à população. Uma campanha marcada pela participação popular, pelo pé no chão e pelo respeito aos nossos adversários e ao povo. Debatemos ideias, confrontamos projetos, apresentamos propostas que contaram com a aprovação da maioria do povo potiguar.
Agora, governadora eleita, vou governar para todos. Para os que votaram e para os que não votaram em mim. Quero liderar um processo de diálogo que envolva todos os setores representativos da sociedade. Quero construir convergências em prol do nosso do nosso principal objetivo: melhorar a vida do povo do Rio Grande do Norte.
Queremos fazer do nosso governo um instrumento de transformação social. Não um governo para o povo potiguar, mas um governo COM o povo. De mãos dadas com todos para superar desafios e encontrar soluções capazes de fazer do nosso estado um GRANDE Rio Grande do Norte.
Sabemos que o legado que estamos recebendo é dramático. Basta falarmos da crise fiscal. Estamos herdando uma dívida da ordem de R$ 2,6 bilhões; três folhas de pagamento do funcionalismo público atrasadas; dívidas com fornecedores que fornecem para áreas essenciais do governo. Uma das faces mais cruéis dessa herança se expressa no completo desrespeito com os servidores públicos.
É grave a realidade que vivem os servidores, que não só não recebem seus salários em dia, como não dispõem sequer de um calendário de pagamento. Essa situação, que se tornou rotineira, não pode ser por nós naturalizada. Nosso foco, antes de mais nada, será organizar as contas para colocar em dia o pagamento dos servidores. Isso exigirá de nós muito esforço fiscal, tanto para conter o crescimento das despesas obrigatórias como para ampliar a arrecadação. Nos empenharemos nisso.
Precisamos superar gradativamente a grave crise fiscal em que o RN se encontra; regularizar o pagamento dos servidores públicos; aprimorar a política de segurança pública e valorizar os seus profissionais, dando paz à população; garantir segurança hídrica para todas as regiões do estado; qualificar os serviços públicos, em especial nas áreas de educação, saúde e assistência social; retomar a capacidade de investimento do nosso estado, para que possamos impulsionar a geração de emprego e renda, e assim garantir cidadania e vida digna.
Entendemos que não é possível um estado com tantos potenciais de riquezas naturais, como o petróleo, a fruticultura, o sal e os minérios, com um gigantesco potencial para o turismo, não converter essas riquezas em cidadania para o seu povo. Isso só se explica pela visão arcaica das gestões oligárquicas, de perfil conservador, que tivemos até hoje.
Não, não faremos um governo olhando para o retrovisor. Ao nosso projeto não serve recorrer à herança maldita. Mas temos a obrigação de sermos cristalinos com a população a respeito do quadro atual do nosso estado. Tenham certeza que começaremos a enfrentá-lo já no primeiro dia de governo, quando iremos promover um encontro com diversas entidades representativas, para adotar um conjunto de medidas que visam retomar o desenvolvimento econômico do nosso Rio Grande do Norte.
Não será fácil, já sabíamos. Mas, afinal, fácil nunca foi. Como a maioria do povo potiguar, eu não nasci em berço de ouro, sempre lidei com as dificuldades. Com a fome, a pobreza, a falta d’água, a dificuldade para estudar. Sei o significado da luta e da construção de oportunidades.
Sei também a responsabilidade que me trouxe cada um dos mais de um milhão de votos recebidos, carregados de esperança e do desejo de mudança que brotou nos corações simples, corajosos e indignados da nossa sociedade. Me emociona lembrar cada abraço e cada palavra de encorajamento que recebi durante a campanha.
Não queremos apenas inverter prioridades, queremos promover uma Educação Democrática e Libertadora, uma Segurança Cidadã, uma Saúde Humanizada, a Participação Popular e a Transparência como princípios norteadores das políticas.
Como guia, temos o nosso programa de governo que foi construído a muitas mãos e amplamente debatido com o conjunto da sociedade. Nele não há soluções mágicas ou promessas intangíveis, mas propostas que visam a construção de um governo verdadeiramente popular, capaz de enfrentar os tempos difíceis que vivemos.
Com esse espírito compus o meu Secretariado, formado por lideranças sérias e comprometidas das áreas econômica e sociais do governo, com o qual trabalharei em equipe, sem personalismo, com ética e espírito público, pensando exclusivamente no melhor para a população do Rio Grande do Norte.
Com esse espírito iremos também manter uma relação construtiva e fraterna om os demais Poderes, respeitando sua independência e o exercício de suas funções constitucionais. O Poder Legislativo, que neste ato empossa a mim e ao meu vice, Antenor Roberto, é o mesmo que tive a honra de compor quando fui parlamentar, e com o qual desejo contar para o debate e a viabilização das mudanças que a sociedade espera de nós.
Quero dizer a vocês que minha dedicação será integral, minha disposição será absoluta e que meu compromisso é inegociável em fazer do Rio Grande do Norte um Estado mais justo, que trate com dignidade o seu povo. Para isso fui eleita. Para isso me elegeram a primeira governadora de origem popular do nosso Estado.
A população disse que esse Estado não tem mais donos e que mesmo na adversidade nós devemos ter esperança. A esperança que Paulo Freire nos ensinou, do verbo esperançar. Não a esperança que espera, mas a que se levanta, que vai atrás, que constrói, que não desiste. Esperançar é juntar-se com outros para fazer de outro modo.
Esse é o pacto que quero fazer com vocês. Vamos sonhar e organizar o sonho. Vamos governar para todos e para os que mais precisam. Vamos ter esperança e coragem. Paciência e perseverança. Serenidade para lidar com os desafios, sabedoria para governar e união para juntos trilharmos um outro caminho. Vamos juntos!
Ainda me lembro: entrevistada pela TV Ponta Negra, no fim de agosto, Fátima assegurou categoricamente que estava "preparada" para receber o Estado em "qualquer situação".
E já começa assim, querendo tirar o braço da seringa?
Francamente. Parece mais crônica de um desastre anunciado.
NINGUÉM VAI MENCIONAR O LEGADO QUE ROBINSON DEIXOU, COM A COBRANÇA DA TAXA BOMBEIROS PARA TODOS OS CARROS, MOTOS, CAMINHÕES E ÔNIBUS?! VARIANDO DE 15 A 80 REAIS!!!
Não sei como uma pessoa tem um cargo tranquilo de senadora e deixa pra ser governadora de um estado quebrado. Mas como se diz. "Tem doido pra tudo nesse mundo"
E o Governo Robinson Faria termina o mandato promovendo vários Auditores Fiscais do RN, incluindo o próprio Secretário da Pasta, André Horta! Isso pode Arnaldo???
Com a posse no Congresso Nacional, o novo governo já está no comando do país, mas, segundo o novo ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, as primeiras ações do presidente Jair Bolsonaro só devem começar amanhã (2). Uma das primeiras medidas que Bolsonaro deve tratar é o Orçamento da União e o novo valor base para o salário mínimo.
O novo ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, que toma posse logo mais no Palácio do Planalto, disse que o governo vai trabalhar para aproximar o país de economias mais desenvolvidas. Segundo ele, o presidente Jair Bolsonaro vai manter “coerência” com o discurso mantido desde o período da campanha e trabalhar para ampliar estas fronteiras.
“O Brasil tem que se aproximar das nações mais desenvolvidas para ampliar não apenas as relações comerciais, mas as trocas tecnológicas. É muito importante para nosso país recuperar o tempo perdido”, disse. “As questões administrativas que envolvem o governo serão definidas amanhã”, acrescentou Onyx.
A relação com o Congresso tem sido tratada com dedicação pela equipe de Bolsonaro. O governo não quer manter a política conhecida como “toma lá dá cá”, em que cargos são oferecidos em troca de apoio nas votações. A aposta da equipe é que será possível aprovar projetos importantes dentro de um novo modelo de relação com o Parlamento.
Gustavo Bebbiano, novo secretário-geral da Presidência, afirmou que o jogo político é inevitável e disse estar otimista com a renovação das cadeiras na Câmara e no Senado e na força do apoio que levou a vitória de Bolsonaro nas últimas eleições. “Não dá para pensar Brasil de forma açodada. Merece um planejamento e estrutura e em paralelo á isto há um jogo político que a democracia impõe. Não há outro caminho. Contamos com o apoio popular e acreditamos que o Congresso renovado conseguiremos caminhar para o sucesso”.
Também no Planalto, a ministra da Família, Mulheres e Direitos Humanos, Damares Alves, evitou anunciar novidades que começarão a ser divulgadas a partir de amanhã, mas garantiu que “são muitas” e que, a partir de hoje, “nasce um novo tempo do Brasil”. “A esperança é a palavra de ordem. Uma equipe pronta, algumas mudanças de imediato e outras ao longo dos anos”.
Agência Brasil
Nesta terça-feira (1º) tomou posse a nova Mesa Diretora da Câmara Municipal de Natal para o biênio 2019-2020,tendo como presidente o vereador Paulinho Freire (PSDB), que sucede o vereador Raniere Barbosa (AVANTE). O ato cartorial foi realizado na sala da presidência da Casa Legislativa na presença de vereadores, servidores e convidados representantes de instituições e Poderes, como o prefeito de Natal Álvaro Dias (MDB).
Paulinho Freire foi eleito para comandar o Poder Legislativo Municipal em eleição ocorrida em junho de 2017 e disse reassumir a missão com o mesmo espírito e emoção de quando ocupou esse mesmo cargo entre os anos de 1997 e 2002. Para o novo mandato à frente da Câmara, ele pretende transformar o Legislativo num fórum de debates.
“Chegou a hora da Câmara ampliar sua parcela de contribuição à sociedade, trazendo grandes debates e aprovando leis que venham a melhorar a vida da população, discutindo assuntos que se transformem em ações. Queremos flexibilizar o acesso das pessoas para que visitem mais, debatam conosco e tragam suas ideias criando esse fórum de discussões”, declarou. O novo presidente se disse emocionado com a responsabilidade que se repete pela terceira vez na sua vida pública. “Mesmo com toda a experiência na vida pública, eu tenho a Câmara Municipal como uma referência muito grande na minha vida e assumo sentindo a mesma emoção da primeira vez que fui empossado presidente desta Casa”.
Paulinho sucede Raniere Barbosa, que avaliou como positiva sua gestão nos dois últimos anos. “Conseguimos fazer uma Câmara mais forte e próxima do cidadão. Criamos o Câmara Itinerante, Câmara Cidadã, Procon Legislativo, promovemos diversas ações e parcerias com a Escola do Legislativo, reforma administrativa, a Rádio Câmara que vai entrar no ar, entre outras iniciativas fazendo da Câmara instrumento de debate democrático, servindo melhor à sociedade”, declarou Raniere.
O prefeito Álvaro Dias compareceu à posse para cumprimentar a nova Mesa Diretora e disse que a relação institucional será a mais saudável possível. “Já temos um diálogo aberto com a Câmara pelo bem-estar da cidade. Viemos para cumprimentar e demonstrar nosso interesse de que essa relação continue e se fortaleça”, disse o prefeito.
Nova Mesa Diretora
A nova Mesa Diretora é composta ainda pela vereadora Nina Souza (PDT), como primeira vice-presidente; Eriko Jácome (PODEMOS), segundo vice-presidente; e Fernando Lucena (PT), terceiro vice-presidente. O vereador Felipe Alves (MDB) assume a função de primeiro secretário e Dickson Júnior (PSDB) é o segundo secretário. Os vereadores do PDT, Júlia Arruda e Chagas Catarino, completam a composição da Mesa, ocupando a terceira e quarta secretaria, respectivamente.
O termo de posse foi lido pelo vereador Felipe Alves que assume pela primeira vez um cargo na Mesa Diretora. “É um novo desafio onde vamos unir esforços para que essa gestão seja transparente e austera”, disse. A primeira vice-presidente diz que a escolha da nova Mesa Diretora foi feita com base no diálogo. “Construímos essa mesa no diálogo e já tínhamos uma interlocução muito forte nos debates. Sabemos a responsabilidade que é fazer parte da Mesa, o momento politico e econômico do estado e pretendemos fazer uma boa gestão para resgatar a imagem institucional da Câmara”, reforçou Nina Souza.
Perfil do novo presidente
Paulo Eduardo da Costa Freire é natural de Natal e assume aos 54 anos a Presidência da Casa para o biênio 2018/2019. Filho de Zilson Eduardo Freire e Evani da costa freire, é pai de Marina freire e Fernando Freire e casado com Letícia Freire. A atuação na vida política começou ainda quando era estudante no Colégio Marista. O primeiro mandato como vereador foi em 1992 pelo PMDB, no qual permaneceu por 10 anos, dos quais seis o vereador ocupou a cadeira de presidente da Câmara. Em 2002 o parlamentar foi para o PSB e se elegeu para o mandato de deputado estadual. Em 2008 foi vice-prefeito de Natal. Voltou à Câmara em 2012 e renovou o mandato para atual legislatura pelo partido Solidariedade com 2.884 votos, integrando em 2018 o Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB).
Foto: João Gilberto
A governadora eleita do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra (PT), disse hoje (1º), ao tomar posse, que o legado que está recebendo é dramático, com uma enorme crise fiscal.
“Estamos herdando uma dívida de R$ 2,6 bilhões e três folhas de pagamento dos servidores públicos atrasadas. Temos dívidas com fornecedores que entregam serviços essenciais para o andamento do estado. Os servidores não têm sequer um calendário de previsibilidade de pagamentos. Nosso foco será organizar as contas para colocar dia o pagamento dos servidores”, disse.
Fátima Bezerra disse que tem a humildade de quem sabe que não se pode governar sozinha. “Com desemprego, escassez de serviços públicos de qualidade e a insegurança que afeta as famílias, temos que trabalhar juntos para derrotar a crise fiscal, financeira e econômica para reorganizar o Rio Grande do Norte”.
Fátima Bezerra é paraibana, mas vive no Rio Grande do Norte desde a adolescência. Após se formar na Universidade Federal do Rio Grande do Norte lecionou na rede pública de ensino. Foi deputada estadual por dois mandatos.
Eleita em segundo turno, derrotando Carlos Eduardo Alves (PDT), a ex-senadora é a única mulher eleita governadora em 2018.
Agência Brasil
Estou a muitos anos na polícia. Leiam e grave o que agora digo. Na segurança nada vai mudar, só não irá piorar se vim medidas do governo federal, pois por aqui, tudo como antes na casa de Arantes. Pois a 13 anos quem manda no sistema polícial do RN, é o Cel Araújo. Inclusive foi o mal de Robson. Toda equipe da PM e polícia civil, era indicado por baixo do pano por Araújo. É a mesma equipe, os mesmos beneficiados. E nada de novo.
Meu Deus do céu. O estado quebrado, sem um horizonte da onde vem o dinheiro pra pagar as contas … e esses doentes dos Ptralhas só pensam em Lula ladrão livre… deve ser fetiche ?
Que festiva de asneira. Só quem não sabe ler, quem nunca estudou geopolítica, geografia ou história acha que o socialismo é uma ameaça. Quem djabo quer bandeira vermelha? O povo quer trabalhar sem que essa escória política e estatal sugue tudo o que o trabalhador ganha.