O Instituto Seta perguntou também aos eleitores potiguares sobre a possibilidade de mudar o voto para governador em razão do candidato a presidente da República.
No Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra apoia Fernando Haddad e Carlos Eduardo declarou apoio a Jair Bolsonaro.
Para 59% não há razão para mudar o voto para governador em razão de ele apoiar um candidato a presidente com o qual o eleitor não tenha afinidade.
Já 19% responderam que podem mudar o voto em consequência do apoio ao candidato a presidente, e 23% não souberam ou não quiseram responder.
A pesquisa foi realizada entre 19 e 21 de outubro em todas as regiões do Estado e ouviu 1.300 eleitores. O índice de confiança é de 95% e a margem de erro, de 3%. O levantamento foi registrado sob o protocolo RN-0533/2018 e BR-04314/2018.
O Instituto Seta perguntou também aos eleitores potiguares sobre a possibilidade de mudar o voto na eleição de domingo (28).
79% afirmaram que manterão o voto com certeza. Já 10% admitem a mudança e 11% não souberam ou não quiseram responder.
A pesquisa foi realizada entre 19 e 21 de outubro em todas as regiões do Estado e ouviu 1.300 eleitores. O índice de confiança é de 95% e a margem de erro, de 3%. O levantamento foi registrado sob o protocolo RN-0533/2018 e BR-04314/2018.
Metade dos eleitores do RN acredita que a senadora Fátima Bezerra será eleita governadora no domingo, 28.
Indagados sobre em quem acredita que vai vencer as eleições, 49% citaram o nome de Fátima.
Carlos Eduardo é acreditado por 29% e 22% não souberam ou não quiseram responder.
A pesquisa foi realizada entre 19 e 21 de outubro em todas as regiões do Estado e ouviu 1.300 eleitores. O índice de confiança é de 95% e a margem de erro, de 3%. O levantamento foi registrado sob o protocolo RN-0533/2018 e BR-04314/2018.
Mudanças no mercado exigem do corretor de hoje um atendimento mais de consultoria do que apenas venda Foto: Marcos Ramos / Agência O Globo
O mercado imobiliário começa a enfrentar os mesmos desafios que os táxis, hotéis e restaurantes tiveram com a chegada de plataformas, como o Uber, o Airbnb e o iFood, que conectam os serviços ao cliente final por meio de tecnologia (aplicativos, em especial). A passos lentos, mas que tendem a acelerar, novas empresas baseadas em tecnologia oferecem agilidade no processo de locação ou venda.
Cada qual com suas especifidades, a proposta geral destas plataformas é ser um espaço que une as duas pontas finais da transação imobiliária. Os modelos já são usados em outros países, mas há algumas peculiaridades. A mais óbvia é que há uma grande diferença entre comprar um lanche e comprar ou alugar um imóvel.
Além disso, o mercado imobiliário no Brasil é bem tradicional, e há dúvidas sobre o suporte prestado por estas empresas aos clientes. Mesmo assim, os novos modelos, bem como a tecnologia, têm obrigado os corretores a mudar a forma tradicional de fechar negócios.
Entre os novos modelos que existem hoje, há o UpEstate e a Quinto Andar, que conectam inquilino a locador sem a necessidade de garantias locatícias nem da formalização no cartório. Já o Appzinho tem anúncios para compartilhamento de casas, além do tradicional aluguel de imóveis e quartos. Outra agência imobiliária nessa linha é a Livima, cuja proposta é o pagamento de um taxa única para anunciar a unidade, sem cobrança de comissão.
O sócio-fundador da Livima, Felipe Bogoricin Braga, diz que vê potencial no Brasil, onde o uso de aplicativos é grande. Ele acredita que isso inclui uma abertura para o mercado imobiliário.
— Nossa equipe vem de um mercado imobiliário tradicional e sentia dificuldade em burocracias que eram ineficientes. O serviço de corretor é muito caro e nem sempre o atendimento tem qualidade — afirma.
Como não há comissão nas vendas (que varia de 4% a 6%), nem na locação (de dois aluguéis, geralmente), a equipe dele recebe um salário e o desafio é vender ou alugar o quanto antes o imóvel. Na agência virtual, o anunciante paga uma cota única, a partir de R$ 594 — pode aumentar, conforme os serviços solicitados. A empresa se compromete a fazer negócio em até 24 meses. Segundo Bogoricin, a média de tempo é de três a nove meses.
‘Concorrência desleal’
O presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis no Rio (Creci-RJ), Manoel da Silveira Maia, afirma que o novo modelo não chega a preocupar as corretoras e imobiliárias, mas critica o que considera uma concorrência desleal, e a insegurança para o cliente.
— Este tipo de negociação pode prejudicar o mercado e o comprador. Não se pode lançar um preço vil e prejudicar o mercado de uma forma geral. E, se essa empresa quebrar, o cliente não sabe nem onde fica para cobrar. É preciso criar um mercado que tenha solidez. Pode ser comum nos Estados Unidos, mas, aqui não é.
Já o presidente da Associação Brasileira das Administradoras de Imóveis (Abadi), Carlos Samuel de Oliveira Freitas, acredita que os novos modelos digitais fazem parte de uma mudança natural de vários setores e, no caso do imobiliário, obriga as empresas tradicionais a se adequarem e a oferecerem um serviço mais aprimorado. Isso é bom para o cliente.
— Ainda não sabemos o sucesso que estes aplicativos terão, mas o que acontece é que boa parte dos proprietários não quer ter uma relação direta com o inquilino. Há lugar para todo mundo no mercado imobiliário: as tradicionais e as startups — pondera Freitas.
Um outro ponto, segundo ele, é que, embora existam muitos novos modelos aparecendo, estes não têm a expertise para dar assistência durante o tempo de contrato ou para lidar com problemas na locação ou pós-venda:
— Por mais simplificado que seja o aplicativo, em um contrato de locação, há o fechamento do negócio, o decorrer do contrato e a devolução. É esse conhecimento da resolução de conflitos que as imobiliárias têm a oferecer.
Assim como Freitas e Maia, o professor do MBA em Negócios Imobiliários da FGV, Paulo Porto, acredita que a intermediação em contratos imobiliários nessas plataformas digitais ainda é imatura. Mas ele acredita que as empresas precisam se atualizar, especialmente em relação à tecnologia.
— A tecnologia vai substituir o trabalho do corretor. Isso é para mais de 15 anos, mas já vemos alguns sinais, como atendimentos primários feitos por máquinas ou filtro de imóveis realizado por um sistema nas próprias imobiliárias. Antes, isso era feito pelo corretor.
A saída para o profissional é se reinventar. Porto destaca que os sistemas podem substituir processos burocráticos, mas não a inteligência. Ou seja, para se manter no mercado, os profissionais imobiliários terão que oferecer cada vez mais um atendimento mais refinado e completo.
Segundo ele, isso significa deixar de ser apenas um vendedor, ou “empurrar” um imóvel, para ser uma espécie de consultor de negócios imobiliário que traz a solução para o cliente.
— Isso inclui ajudar a achar imóvel, pensar no orçamento, fazer a ponte com banco ou agente financeiro, com escritório de arquitetura e com lojas de decoração, por exemplo, assim como passar informações sobre documentação e cartório — diz ele, que completa:
— Hoje, infelizmente, há muitos corretores mal preparados. Eles precisam buscar aperfeiçoar as técnicas de atendimento ao cliente e vender uma solução, não apenas o imóvel.
Redes de compartilhamento e colaboração
Plataformas digitais permitem criar filtros extremamente específicos, como a busca de veganos para dividir uma casa, a procura por apartamentos que recebam animais de estimação, ou imóveis próximos a áreas de ‘agito’.
Uma tendência nas plataformas digitais é a do modelo de compartilhamento colaborativo para o aluguel. Isso significa tanto parcerias como a que a Livima faz com cartórios e corretoras, por exemplo, como também usar o espaço digital para reunir interessados por nichos bem específicos, como o Facebook já faz há algum tempo.
A partir desse espírito colaborativo, surgiu o Appzinho. Esse site nasceu do Apezinho, um blog criado há cinco anos por Daniela Pereira e suas filhas Fernanda e Gabriela. A página reúne dicas para quem vai morar sozinho pela primeira vez.
Segundo Daniela, a ideia de reunir pedidos para locação e venda veio da demanda dos próprios clientes, que são em sua maioria de jovens e usam estas comunidades virtuais.
A diferença é que, além do tradicional imóvel inteiro e do quarto para alugar, a plataforma conecta moradores que queiram dividir um apartamento. Nessas buscas, os interessados normalmente apelavam para as redes sociais.
Outro ponto são os filtros específicos que selecionam imóveis a partir da vista, do verde no entorno, da permissão para se ter animais de estimação ou da proximidade de áreas de “agito”. Para quem vai dividir, há até filtro de busca por casas com moradores veganos ou vegetarianos.
— É cada vez mais comum romper a intermediação em um serviço de uma pessoa física para outra. É uma forma de se adequar a uma nova realidade financeira e tornar o processo mais acessível a todos — dis Daniela.
Ela tem parceria com corretoras também, que usam seu espaço para anunciar. Segundo ela, até o final do ano não haverá cobrança para pessoas físicas. A ideia é entrar primeiro no mercado para depois cobrar um percentual sobre o valor da oferta.
é a coisa mais fácil do mundo se comprar imovel sem corretor. Tanto é que corretores nao precisam nem ter nivel superior. Basta estudar um pouquinho o mercado. Os cartorios fazem tudo p/ voce de documentação. Precisa nem de corretor p/ isso. E alias tem que fazer tudo do jeito dos cartorios, nao é do jeito do corretor. Absurdo é o que ganha um corretor p/ um trabalho que os cartorios te ajudam. Um corretor ganhar 5% de R$ 250.000,00 por exemplo? são R$ 12.500. Com esse dinhero voce equipa o imovel todinho com eletrodomesticos. Aliás voce paga é o imposto que os cartorios cobram, o ITIV. Corretor deveria era procurar um trabalho em que ele se ocupe trabalhando mesmo e não ficar com muito tempo livre e ganhando essas boladas a cada negociação. Detesto corretor e nao preciso deles porque os cartorios ja fazem tudo.
Felipe Sousa, pessoas leigas falam asneiras. Quem paga o corretor não é quem compra o imóvel isso é responsabilidade de quem vende, estude pra falar algo. Os cartórios não fazem nada se não houver a iniciativa de alguém. O ITIV não é pago aos cartórios e sim a municipalidade. Amigo você diz que é fácil mas não sabe nada, sugiro que você vá estudar um pouquinho pra saber algo, porque você na sabe nada.
É verdade que novas tecnologias e outras ferramentas estão chegando para ficar e competir com várias profissões, inclusive fazendo em um futuro breve a extinção de outras tantas, isso faz parte da evolução do mercado, mas quando tratamos de bens patrimoniais e seus resguardos com relação a título de propriedade e posse, portanto, não bem assim que
Não é bem assim! Trabalho na área e faço do ofício a minha profissão e só para o seu conhecimento você tá tratando apenas de uma situação de prestação de serviços do profissional, que na qual é o agente que faz a intermediação entre o comprador e vendedor do imóvel, sendo quem paga a comissão é o vendedor e nunca o comprador.
Outra, o cartório cuida nos trâmites de lavratura e registro da escritura de compra e venda, o profissional corretor dá o aspecto legal a transação, fazendo inclusive todo o levantamento acerca da segurança do negócio entre as partes, não simplesmente ofertando o imóvel o achando um comprador.
É interessante você observar que em razão da ausência do auxílio de um profissional em muitos casos as partes ficam a deriva por total de segurança na negociação.
Não veja apenas o profissional corretor como ganhador de grandes volumes monetários com comissões, pois em nada é verdade tal afirmativa.
Como relação a formação profissional se faz necessário sempre que o profissional se atualize, e não é, e não todos que tem um pouquinho de estudo como diz.
Para o seu conhecimento o corretor de imóvel não só vende e aluga tem outras tantas atribuições e responsabilidades inseridas na sua atividade que se faz necessário ter um cadastro a nível federal para o exercício da profissão.
Antes de tecer uma crítica velada a uma determinada profissão, consulte o site do órgão gestor e fiscalizador da categoria para você melhor entender as atribuições de cada profissão.
Onde esta o CRECI-RN? Paga-se um absurdo de anuidade. a concorrência já é desleal, onde o mercado tem inúmeros "corretores" sem o CRECI e atuam livremente pelas ruas de Natal. Agora essa plataforma.
Os dois candidatos que disputam a Presidência da República também dividem os números em patamares semelhantes quando o assunto é rejeição.
Jair Bolsonaro é rejeitado por 34%, enquanto 30% rejeitam Fernando Haddad.
Ninguém, brancos e nulos são 24% e 12% não souberam ou não quiseram responder.
A pesquisa foi realizada entre 19 e 21 de outubro em todas as regiões do Estado e ouviu 1.300 eleitores. O índice de confiança é de 95% e a margem de erro, de 3%. O levantamento foi registrado sob o protocolo RN-0533/2018 e BR-04314/2018.
O Instituto Seta identificou a intenção de voto cruzado entre governador e presidente no RN.
De acordo com os dados, 74% dos eleitores de Fátima votam em Haddad. 16% dos eleitores da petista decidiram votam em Bolsonaro.
Já 20% dos eleitores de Carlos Eduardo votam em Haddad e 70% votam em Bolsonaro.
A pesquisa foi realizada entre 19 e 21 de outubro em todas as regiões do Estado e ouviu 1.300 eleitores. O índice de confiança é de 95% e a margem de erro, de 3%. O levantamento foi registrado sob o protocolo RN-0533/2018 e BR-04314/2018.
O candidato do PT à Presidência da República tem 43% de citações no levantamento estimulado do Instituto Seta.
Jair Bolsonaro aparece imediatamente atrás, com 39% das citações.
Ninguém, brancos e nulos são 14%, e 4% não souberam ou não quiseram responder.
A pesquisa foi realizada entre 19 e 21 de outubro em todas as regiões do Estado e ouviu 1.300 eleitores. O índice de confiança é de 95% e a margem de erro, de 3%. O levantamento foi registrado sob o protocolo RN-0533/2018 e BR-04314/2018.
Os candidatos do PT e o do PSL à Presidência da República estão tecnicamente empatados entre os eleitores potiguares.
Fernando Haddad tem 52%, contra 48% de Jair Bolsonaro, de acordo com o Instituto Seta.
O cenário é de votos válidos, quando se excluem os indecisos, brancos e nulos, conforme contabiliza a Justiça Eleitoral.
A pesquisa foi realizada entre 19 e 21 de outubro em todas as regiões do Estado e ouviu 1.300 eleitores. O índice de confiança é de 95% e a margem de erro, de 3%. O levantamento foi registrado sob o protocolo RN-0533/2018 e BR-04314/2018.
Sou 12 e 17 desde do primeiro turno. O PT achou que escaparia e só os outros partidos seriam punidos pelo povo. Voto em Carlos Eduardo porque foi um bom gestor na nossa cidade.
Os dois candidatos que disputam o governo do Estado também dividem em patamares semelhantes os índices de rejeição.
Fátima Bezerra é rejeitada por 26% do eleitorado, enquanto Carlos Eduardo tem a rejeição de 23%.
Ninguém, brancos e nulos são 31% e 20% não souberam ou não quiseram responder.
A pesquisa foi realizada entre 19 e 21 de outubro em todas as regiões do Estado e ouviu 1.300 eleitores. O índice de confiança é de 95% e a margem de erro, de 3%. O levantamento foi registrado sob o protocolo RN-0533/2018 e BR-04314/2018.
Os cuidados que se deve tomar com a proliferação do Aedes Aegypti durante o período que antecede o verão, não é diferente dos que deve-se ter no restante do ano, mantendo o alerta ao mosquito e seus riscos o ano inteiro. Mas é de se destacar que é exatamente nesta época do ano que os mosquitos colocam seus ovos para proliferação da espécie. Logo, é importante ressaltar os cuidados diários básicos que fazem toda a diferença: evitar acúmulo de material em servíveis ou objetos (garrafas, copos, pneus…), sempre acondicioná-los de forma correta e segura, evitar o acúmulo, caso necessário o acúmulo manter os recipientes bem tampados e sempre lavar as “paredes” dos depósitos com escova pois é lá onde os mosquitos costumam colocar seus ovos.
Alessandre Medeiros, chefe do Centro de Controle de Zoonoses conversou conosco sobre o assunto e a situação epidemiológica de Natal. Segundo ele, hoje em Natal temos uma redução, já que acabamos de sair de um ciclo epidêmico, agora estamos em queda em número de casos e queda também no número de mosquitos que são os vetores. Mas Alessandre lembra também que “embora estejamos nesta situação, alguns bairros de Natal nos preocupam muito devido o número de vetores. Na zona norte temos os bairros de Nossa Senhora da Apresentação, Lagoa Azul e Potengi. Também é importante observar os bairros do Distrito Oeste”.
O chefe do CCZ continua sua fala explicando que “embora exista um momento mais crítico, que é quando chove na cidade, é portante estarmos alerta aos riscos do ano inteiro. Este período que antecede o verão prepara o período das chuvas, que é de janeiro em diante. Logo, o foco neste período é evitar que o mosquito fêmea coloque ovos. E em caso de já instalados, que sejam destruídos o mais rápido possível para não ter proliferação do vetor no período chuvoso. É dever nosso do setor público quanto da população de uma forma geral combater a proliferação do mosquito significando menos doenças.”
A CCZ combate o mosquito Aedes Aegypti de várias maneiras. Com ações que são implantadas no modelo utilizado desde 2015. Uma delas chama-se “Vigia Dengue” que consiste no monitoramento, identificação de risco e pronta resposta para qualquer situação crítica. O Vigia Dengue funciona ininterruptamente o ano inteiro. Além disso, Alessandre Medeiros fala em algumas outras ações que serão implantadas. “A gente tá introduzindo outros projetos para ampliar as ferramentas com intuito de eliminar o vetor. Como por exemplo, o treinamento de borrifação residual intradomiciliar para áreas de alta população vetorial e índice de casos. A primeira fase já acontece na próxima semana. Já para o ano que vem, começaremos a coletar mosquitos adultos e seus ovos para entrarem no nosso monitoramento”.
VÍRUS DO HERPES PODE ESTAR RELACIONADO COM A DOENÇA DE ALZHEIMER (FOTO: GEORGE W. BERAN/WIKIMEDIA COMMONS)
Mais de 30 milhões de pessoas em todo o mundo sofrem com a doença de Alzheimer – a forma mais comum de demência. Infelizmente, não há cura, apenas drogas para aliviar os sintomas. No entanto, minha última pesquisa sugere uma maneira de tratamento. Eu encontrei a mais forte evidência de que o vírus da herpes causa Alzheimer, sugerindo que medicamentos antivirais eficazes e seguros podem ser capazes de tratar a doença. Podemos até ser capazes de vacinar as crianças contra isso.
O vírus implicado na doença de Alzheimer, o herpes simplex tipo 1 (HSV1), é mais conhecido por causar herpes labial. Ele infecta a maioria das pessoas na infância e, em seguida, permanece dormente no sistema nervoso periférico (a parte do sistema nervoso que não é o cérebro e a medula espinhal). Ocasionalmente, se uma pessoa está estressada, o vírus é ativado e, em algumas pessoas, causa as feridas na boca.
Foi descoberto em 1991 que, em muitos idosos, o HSV1 também está presente no cérebro. E em 1997 mostramos que isso confere um forte risco para Alzheimer, principalmente quando presente no cérebro de pessoas que têm o gene APOE4.
O vírus pode se tornar ativo no cérebro, talvez repetidamente, e isso pode causar danos cumulativos. A probabilidade de desenvolver a doença de Alzheimer é 12 vezes maior para os portadores de APOE4 que têm HSV1 no cérebro do que para aqueles que não possuem nenhum fator.
Mais tarde, foi descoberto que a infecção por HSV1 das culturas celulares faz com que as proteínas Beta-amilóide e Tau anormal se acumulem. E o acúmulo dessas proteínas no cérebro é característico do Alzheimer.
Acreditamos que o HSV1 é um dos principais fatores que contribuem para a demência, e que ele entra no cérebro de pessoas idosas à medida que seu sistema imunológico diminui com a idade. É estabelecido uma infecção latente, da qual é reativada por eventos como estresse, sistema imunológico enfraquecido e inflamação cerebral induzida por infecção de outros micróbios.
A reativação leva ao dano viral direto nas células infectadas e à inflamação induzida por vírus. Sugerimos que a ativação repetida causa danos cumulativos, levando eventualmente à doença de Alzheimer em pessoas com o gene APOE4.
Presumivelmente, em portadores de APOE4, o Alzheimer se desenvolve no cérebro devido à maior formação de produtos tóxicos induzida por HSV1, ou menor reparo de danos.
Novos tratamentos?
Dados sugerem que agentes antivirais podem ser usados para tratar Alzheimer. Os principais agentes antivirais, que são seguros, impedem a formação de novos vírus, limitando assim os danos.
Em um estudo anterior, foi descoberto que a droga antiviral anti-herpes, o Aciclovir, bloqueia a replicação do DNA do HSV1 e reduz os níveis de Beta-amilóide e Tau causados pela infecção por HSV1 das culturas de células.
É importante notar que todos os estudos, incluindo os que participei, mostram apenas uma associação entre o vírus do herpes e o Alzheimer – eles não provam que o vírus é uma causa real. Provavelmente, a única maneira de provar que um micróbio é uma causa de uma doença é mostrar que uma ocorrência da enfermidade reduzida, seja por atacar o micróbio com um agente antimicrobiano específico ou seja por vacinação específica.
A prevenção bem sucedida de Alzheimer pelo uso de agentes anti-herpes específicos foi demonstrada em um estudo em larga escala, realizado em Taiwan. Espero que as informações em outros países, se disponíveis, produzam resultados semelhantes.
*Ruth Itzhaki é professora de Neurobiologia Molecular da Universidade de Manchester, no Reino Unido. Este artigo foi publicado originalmente em inglês no The Conversation.
O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, afirmou nessa segunda-feira (22) que a “violência no Brasil já passou da linha do absurdo há muito tempo” e que quanto mais se recua, “mais os criminosos avançam”. Ele defendeu mudanças no que chamou de “cultura de defesa dos direitos humanos”.
Jair Bolsonaro não teve atividades de campanha na rua na manhã desta segunda. Ele continua conversando com os eleitores pela internet.
“Somente transformando a cultura da defesa de direitos humanos que defende somente o direito de quem não era para ter tal representatividade excessiva é que iniciaremos o verdadeiro desenvolvimento social e econômico em nosso país”, disse em publicação no Twitter.
Em casa, na barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, Bolsonaro recebeu a visita do jurista Ives Gandra e do senador Magno Malta (PR-ES).
Com a Presidência, o Congresso e demais órgãos públicos atendendo a demandas da população, todos nós ganharíamos! pic.twitter.com/B93Njy3EAt
Durante o fim de semana, Bolsonaro disse que, se eleito, o astronauta Marcos Pontes será o provável ministro da Ciência e Tecnologia.
No domingo (21), numa rápida entrevista, não quis antecipar outros nomes para sua equipe de governo e disse que vai manter a estratégia de campanha na reta final.
“Não, eu só vou falar em ministro depois das eleições, caso eu seja eleito, obviamente”, afirmou.
“É continuar fazendo o que eu fiz ao longo dos últimos 4 anos. A estratégia foi lá atrás. Ter a nossa bandeira, a verdade acima de tudo e tratar todo mundo com respeito e consideração”, disse.
Esse mau caráter depois de propagar a violencia ..agora quer dar uma de bonzinho…sai de retro….teu lugar é no hospicio maldito..vamos dar descarga nessa caganeira
Jacil segure as pregas que quem vai está se cagando domingo vai ser você.kkkkkkkkkkkkk
Mas PeTralha.. me diga uma coisa: você se doeu por que ele atacou os bandidos? É isso? Hummmm… Entendi.
De acordo com recentes pesquisas se viu que Bolsonaro PERDE DE LAVADA nos PRESÍDIOS brasileiros. O candidato do PT é quase UNANIMIDADE nos ocupantes das CADEIAS por todo território nacional.
Tem também a simpatia de TODOS QUE PRECISAM DE QUEM OS LIVRE das mãos dos juízes imparciais.
Que o candidato do PT tem APOIO IRRESTRITO dos CORRUPTOS apontados pelo mensalão, petrolão e a lava jato.
A situação é tão escancarada no PT que segundo o senhor Haddad, a bíblia que ele ganhou foi "roubada e jogada no lixo".
PRECISA DIZER MAIS?
Exatamente !!! Do carrinho de pipoca ao restaurante popular ou chique, passando pelas casas de praia, comércio em geral, turismo, ricos, pobres, pretos e brancos, homens, mulheres e crianças, a violência sem limites está MINANDO nossa nação !!!!
É preciso uma quimioterapia forte para o combate inicial, seguindo-se depois da profilaxia, ou seja, educação e desenvolvimento. Mas antes disso, TEM QUE NEUTRALIZAR A VAGABUNDAGEM !!! URGENTE !!!
A reitora da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Ângela Maria Paiva Cruz, assinou na manhã desta segunda-feira, 22, a ordem de serviço da obra de complementação da ampliação do Núcleo de Educação Infantil (NEI). O momento contou com a presença de representantes da Superintendência de Infraestrutura (Infra), Pró-Reitoria de Administração (Proad), Centro de Educação (CE), além da diretoria do NEI.
Segundo Ângela Paiva, a obra tem como objetivo dar prosseguimento à missão do NEI, que serve de referência no País como escola de aplicação. A instituição recebeu em 2016 a reforma e ampliação do prédio do Ensino Fundamental, com mais de dois mil metros quadrados de novas instalações. Agora, a estrutura física do setor de Educação Infantil passará por reforma orçada em R$ 85.583,99, e seu prazo de execução será de 150 dias.
O Núcleo de Educação da Infância foi criado como Unidade Suplementar pela Resolução 55/1979 – CONSUNI, de 17 de maio de 1979. A essência do estabelecimento de ensino parte do parte do pressuposto de que a formação, aprendizado e desenvolvimento da criança no contexto escolar e social vinculam-se ao papel político e pedagógico assumido pela instituição, como mediadora-dinamizadora das relações entre as experiências e conhecimentos da criança e os conhecimentos acumulados socialmente pela humanidade; e da participação e apoio da família na gestão política e pedagógica da escola.
Detalhe da página de prova do Enem que detalhava o pedido para redação sobre formação educacional de surdos no Brasil. — Foto: Arquivo/G1
Faltam poucos dias para o Enem 2018, que ocorre nos dias 4 e 11 de novembro, mas ainda dá tempo de revisar uma parte do que foi estudado ao longo do ano – inclusive os temas que poderão ser cobrados na redação.
Tão importante quanto ter domínio sobre o tema que poderá ser avaliado é saber qual o formato da redação. Maurício Soares Filho, professor de redação do Sistema Anglo de Ensino, diz que “a prova está completando 20 anos, é consolidada, tem mais de três milhões de inscritos e tem um formato previsível”.
Segundo Filho, o texto pretende avaliar se o aluno tem condições de compreender o que chamou de “texto híbrido ou não verbal”, ou seja, uma imagem, um texto, uma charge, um infográfico, uma tabela.
Além disso, a redação sempre precisa ter três elementos: a contextualização do tema, o apontamento de causas e consequências para o problema apresentado pela prova e a construção de uma proposta de intervenção, de solução.
O G1 ouviu professores e coordenadores de cursinhos para montar uma lista com dez temas que poderão ser cobrados na redação do Enem 2018. Veja abaixo:
1. Preconceito linguístico
O Brasil é um país extenso, formado por diferentes povos de diferentes origens – e que têm formas distintas de falar, se expressar. Por isso, Daniela Martins, coordenadora de Redação do Curso Poliedro de Campinas, aposta que este tema possa ser o escolhido para os alunos. Ela avalia que “o Brasil é um país miscigenado, extenso e diversificado. É um problema ético discriminar alguém em função de seu linguajar”.
2. Bullying nas escolas
Este é um tema que sempre está em discussão nas salas de aula. Crianças e adolescentes praticam e são vítimas de agressões, xingamentos, ofensas que se travestem de brincadeira. Daniela Martins diz que “são registrados casos de agressão entre alunos e contra professores. É importante abordar na redação as causas de quem pratica o bullying, e trazer exemplos concretos, como o caso do menino de Goiás que atirou nos colegas, um assunto de relevância nacional e cronologicamente próximo”, avalia Thiago Braga, professor e autor de Redação do Sistema de Ensino pH.
3. Envelhecimento populacional
As pessoas estão vivendo cada vez mais não só no Brasil, como em todo o mundo. Isso é consequência, entre outros fatores, do desenvolvimento da medicina e das famílias que optam por ter menos filhos. “A questão que se apresenta é: o país está preparado para essa inversão na pirâmide etária? O Estado preparou-se para atender a esse brasileiro?”, questiona Daniela Martins, coordenadora de Redação do Poliedro.
4. Analfabetismo no Brasil
Segundo o IBGE, em 2017, 11,4 milhões de brasileiros não sabiam ler nem escrever no Brasil. A coordenadora de Redação do Poliedro coloca a questão: “Se o acesso à educação é um direito constitucional, como explicar essa situação?”
“É importante o candidato perceber e comentar em sua redação que tais números reforçam os índices de desigualdade no Brasil, que ultrapassam a questão da leitura e atingem outras fragilidades sociais”, sugere Romulo Bolivar, professor de português e redação do ProEnem.
5. Legalização do aborto
O aborto vem sendo discutido há tempos por diversos setores da sociedade. Alguns especialistas acreditam que o aborto é uma questão de saúde pública. Neste ano, o Senado da Argentina chegou a votar a legalização do aborto, mas o Congresso do país decidiu que prática ainda deve ser considerada ilegal. Para Adriano Chan, professor de Redação da Oficina do Estudante, a prática “mata mulheres pobres sem condições de pagar pelo serviço em clínicas clandestinas”.
6. Fake News na sociedade brasileira
Nunca o Brasil falou tanto sobre as chamadas “Fake News”, ou melhor: relatos com informações falsas que circulam principalmente nas redes sociais. Thiago Braga, professor e autor de Redação do Sistema de Ensino pH, sugere que “o aluno pode falar sobre a irresponsabilidade de quem produz as Fake News”.
Quais são as consequências causadas por quem espalha essas informações falsas? Romulo Bolivar, professor de português e de redação do ProEnem, diz que “uma boa possibilidade de abordagem do tema na redação é demonstrar como a baixa qualidade de leitura e interpretação aliada ao fácil acesso das Fake News por meio da tecnologia figuram como alguns dos principais fatores que motivam esse fenômeno”.
7. Desmatamento da Amazônia
Entre agosto de 2017 e julho deste ano, o desmatamento cresceu 39% em relação ao período anterior segundo dados do Imazon, instituto que monitora a Amazônia. A área destruída chega a quase 4 mil quilômetros quadrados – 13 vezes o tamanho da cidade de Belo Horizonte. “Essa é uma discussão importante porque mostra que não há consciência ambiental no Brasil, tanto no governo quanto na população”, avalia Thiago Braga, professor e autor de Redação do Sistema de Ensino pH.
8. Lixo, consumismo e sustentabilidade
Esse é outro tema relacionado ao meio ambiente. Para onde vai o lixo que produzimos, o que acontece com os produtos, o que consumimos cada vez em maior quantidade? “Essa questão envolve responsabilidade política e conscientização das esferas públicas e sociais. Na verdade, o lixo produzido não é apenas responsabilidade do Estado, mas também do cidadão”, segundo o ponto de vista de Daniela Martins, coordenadora de Redação do Poliedro Campinas.
9. Mobilidade urbana no Brasil
Nas grandes cidades, ainda é muito forte a cultura do transporte individual. As ruas e avenidas estão cheias de carros que formam filas enormes de congestionamento. Por outro lado, a qualidade dos transportes coletivos é criticada por muitos usuários. Na opinião de Thiago Braga, professor e autor de Redação do Sistema de Ensino pH, pouco se investe em políticas de deslocamento no país. “As pessoas perdem tempo de vida dentro do transporte”, explicou.
10. Vício em games e sua classificação como doença pela OMS
É muito comum ver crianças e adolescentes que passam horas na frente do computador ou do videogame. Muitos pais e mães sentem que precisam ser rígidos para controlar os filhos para que estudem, pratiquem esportes, leiam, durmam. O vício em jogos eletrônicos passou a ser considerado uma doença pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Romulo Bolivar, professor de português e redação do ProEnem, acredita que essa questão pode ser cobrada na redação do Enem 2018 porque “o uso da tecnologia para jogar protagonizou matérias e noticiários em 2018”.
Bônus – quais as apostas em 2017?
No ano passado, o G1 também ouviu professores. Eles selecionaram 14 temas. Foram eles:
Ativismo nas redes sociais
Ciberbullying e outros crimes virtuais
Desafios da mobilidade urbana
Envelhecimento da população
Família no século 21
Força da juventude
Homofobia e criminalização no Brasil
Jovens e drogas
Onda anti-vacinação
Lixo e meio ambiente
Pessoas com deficiência
Poder transformador do trabalho
Saúde e o SUS
Sistema prisional brasileiro
A Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern) prorrogou até o dia 4 de novembro as inscrições para o concurso público, que encerrariam no domingo(21). A data limite para impressão e pagamento do boleto bancário é 5 de novembro.
A data prevista para as provas objetivas, discursivas e redação é dia 18 de novembro. Os interessados devem acessar o site do Instituto Brasileiro de Apoio e Desenvolvimento Executivo (Ibade) AQUI e se inscrever.
As vagas do certamente são para os níveis superior e médio, em cinco funções: administrador, analista de sistema, contador, economista e técnico em segurança do trabalho.
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