Vista aérea do sítio frequentado pelo ex-presidente Lula em Atibaia, no interior de São Paulo. Imagem: Luis Moura/WPP
Em alegações finais no processo envolvendo o sítio Santa Bárbara, em Atibaia, Rogério Aurélio Pimentel, ex-segurança do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), voltou a citar o recebimento de envelopes de dinheiro da Odebrecht e disse que foi “capataz” das obras feitas por empreiteiras no imóvel.
O assessor afirmou que apenas cumpriu ordens da ex-primeira-dama Marisa Letícia e que não agiu fora das atribuições de seu cargo. Pimentel pediu à juíza federal Gabriela Hardt absolvição.
As alegações finais são o último capítulo da ação penal, em que os réus entregam suas últimas peças de defesa, antes de serem sentenciados. O ex-presidente é acusado de receber supostas propinas de R$ 1 milhão correspondentes às reformas no imóvel, que está em nome de Fernando Bittar, filho de Jacob Bittar, ex-prefeito de Campinas e amigo do petista. Lula nega e afirma ter sido perseguido tanto por Sergio Moro, quando exercia a magistratura, quanto por Gabriela Hardt.
Segundo a força-tarefa da Operação Lava Jato, Pimentel teria ajudado a ocultar as supostas vantagens indevidas da OAS, Odebrecht e Schahin, quando tocou as reformas no sítio.
Em alegações finais, ele afirma que “não participou da ocultação de patrimônio ou valor algum, apenas foi-lhe determinado funcionar como ‘capataz’ na reforma do sítio, ou seja, ver o andamento da obra e informar à primeira-dama”.
Pimentel também confirmou a movimentação de dinheiro em espécie da Odebrecht em meio às necessidades das obras no sítio. “Se o Réu não sabia sequer as quantias que continham nos envelopes, tampouco possa se esperar que soubesse de eventual origem ilícita dos valores”.
“Enquanto o Ministério Público acredita que o Réu [Rogério Aurélio Pimentel] tenha sido partícipe de um grande plano de lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio, sendo o responsável pela obra, na verdade este era apenas, e tão somente, o mensageiro das demandas”, sustentam os advogados.
João, sem colocar lenha na fogueira, a matéria é do Estadão. Veja lá embaixo.
A zumbilândia pira com a notícia que o líder da OrCrim, aquele que eles veneram até hoje, apenas os fez de "idiotas úteis".
Pergunta a esse zumbi o que ele ganhou do PT e descobriremos a razão da defesa.
Não existe petista grátis. Quem defende, ou mamou, ou mama ou quer mamar.
Simples, fácil e repetitivo, a partir de agora o PT vai classificar Rogério Aurélio Pimentel como uma pessoa sem credibilidade, sem qualificação e que está dizendo isso por ser "forçado" a falar.
Mas se ele estivesse dizendo que o ex presidente nunca esteve no sítio, não conhecia o sítio, que o sítio era de amigos, seria elevado ao nível de quase "santo" e da maior credibilidade, homem de valor. Entenderam ou vai ter que desenhar??
Um médico ortopedista e mais três homens foram presos na manhã desta quarta-feira (9) suspeitos de terem atirado em um casal de idosos na zona rural de Olho D’Água do Borges, no interior do Rio Grande do Norte. A notícia é destaque no portal G1-RN. De acordo com a notícia, o homem conseguiu escapar correndo para dentro de um matagal, enquanto a agricultora, de 68 anos, foi baleada e morreu na hora. O casal caminhava nesta madrugada na RN-078, em um trevo que dá acesso às cidades de Patu e Rafael Godeiro quando foi alvo dos disparos.
A notícia ainda destaca a fala do delegado Sandro Regis, titular da Delegacia Regional de Patu, destacando que o crime foi cometido por “pura perversidade”. O delegado ainda revelou que o grupo foi preso em um bar no centro da cidade de Patu. Com eles foi apreendida uma caminhonete branca e uma pistola.
O WhatsApp está testando uma nova ferramenta para evitar que outros usuários tenham acesso a suas conversas. De acordo com o WABetaInfo, que antecipa informações do aplicativo com alto nível de acerto, o app está desenvolvendo uma autenticação por digital para o serviço.
A nova funcionalidade deixará o WhatsApp mais seguro, dando mais garantias de que só o dono do aparelho possa abrir e ler suas conversas. O recurso foi notado na última versão Beta do aplicativo para Android e ainda não tem data para ser disponibilizado a todos os usuários, entrando na lista de recursos que devem chegar este ano.
No teste, a nova ferramenta fica localizada na seção de ajustes do aplicativo, dentro da área de privacidade. O usuário terá uma nova opção chamada de “autenticação”, em que é dada a possibilidade de ativar o desbloqueio pela digital.
O usuário, então, poderá escolher cadastrar uma digital nova ou já usar as credenciais cadastradas no seu celular. Depois de ativado, será necessário que o dono da conta use sua digital sempre que for abrir o aplicativo, garantindo uma proteção muito maior. Assim, mesmo que alguém pegue seu smartphone desbloqueado de bobeira, não poderá acessar o WhatsApp.
No iOS, o recurso também já esteve em testes com tanto o Face ID quanto o Touch ID da Apple. Essa nova função bloqueia completamente o aplicativo até a digital ser escaneada – seja tentando abrir o mensageiro pela notificação, pelo ícone do aplicativo ou por links externos.
Não se sabe quando o recurso chegará aos usuários, mas ele valerá para quem tiver a versão do Android Marshmallow ou superior e um smartphone com sensor de digital, claro.
O WhatsApp ainda testou uma outra novidade em sua versão beta: no Android, está sendo desenvolvida uma nova área para enviar áudios para contatos. Nesta nova interface, é possível ouvir uma prévia do áudio e ver uma imagem do áudio.
Novo recurso do WhatsApp deixará usuários cadastrarem digital. Imagem: Reprodução/WABetaInfo
Será possível ver nessa janela um número máximo de 30 mensagens de áudio por vez. Ainda não há data para que o recurso seja disponibilizado a todos.
Com o objetivo de prevenir acidentes e conscientizar pedestres e condutores de veículos sobre as boas práticas no trânsito, a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana iniciou a operação Verão.
Diariamente educadores de trânsito estarão nas principais vias de acesso às prais urbanas realizando blitz e distribuindo materiais educativos. Estão sendo trabalhados temas como “No Verão redobre a atenção: não misture álcool e direção!” e “Respeite à Faixa de Pedestre”.
A ação conta com o apoio dos agentes de mobilidade urbana que participam da operação colaborando com os educadores na distribuição do material educativo e orientando os pedestres, ciclistas e condutores de veículos.
Cronograma de Blitz
Quarta-feira (9)
Ponte Newton Navarro sentido Centro – 7h às 11h
Quinta-feira (10)
Av. Gov. Sílvio Pedrosa – na altura da escadaria de Mãe Luíza – 8h às 12h
Sexta-feira (11)
Av. Roberto Freire – Praia Shopping – 8h às 12h
Sábado (12)
Av. Roberto Freire – Faixa da Vila Arte – 8h às 12
Manda esses parasitas ficarem organizando o trânsito na ida ou a conta das praias nos finais de semana…há anos que temos engarrafamento e nada é feito ,agora vem esses sem futuros adesivar o carro do povo
O Pleno do TJRN, à unanimidade de votos, declararou a não recepção das Leis nº 20/1978 e nº 28/1979 pela Constituição Estadual de 1989, bem como declararam a inconstitucionalidade, da Lei nº 454/1989, do Município de Mossoró, por afronta aos artigos 26, 123 e 124, da Constituição do Estado do Rio Grande do Norte, as quais estabeleceram pensão vitalícia a ex-vereador daquele município. O julgamento se refere à Ação de Descumprimento de Preceito Fundamental n° 2017.005215-9 e teve efeitos “Ex tunc”, que se aplicará desde o início do processo que lhe deu origem, em caráter retroativo.
De acordo com a Procuradoria Geral de Justiça (PGJ), tais normas concederam benefício previdenciário indevido, provocando desorganização financeira e fiscal no Município, violando assim preceitos fundamentais da ordem constitucional vigente.
A Câmara Municipal de Mossoró, por sua vez, sustentou que os princípios da Administração Pública não foram violados, pois os vereadores contribuem para o sistema da seguridade e as regras de pensão de ex-vereadores são mais rigorosas que as dos trabalhadores submetidos ao INSS.
A decisão no TJRN ressaltou, no entanto, que as normas criaram benefício de cunho previdenciário, sem indicação de qualquer fonte de custeio, em favor de ex-vereadores de Mossoró, mas tais leis não se compatibilizam com o disposto nos artigo 123, parágrafo único, e artigo 124, da Constituição do Estado do Rio Grande do Norte.
O julgamento ainda ressaltou que o benefício privilegia determinado grupo restrito de pessoas em relação à coletividade, sem qualquer justificativa apta a excluir o princípio constitucional da isonomia, de modo que o privilégio criado pelas leis em análise afrontam os princípios constitucionais da impessoalidade e moralidade.
A Petrobras reduzirá o preço médio da gasolina em suas refinarias ao menor nível em cerca de 14 meses a partir desta quarta-feira (9), em meio a uma redução na cotação do dólar ante o real, um dos parâmetros utilizados pela companhia em sua sistemática de reajustes.
O corte será de 1,38% ante o valor praticado nessa terça-feira (8), para R$ 1,4337 por litro. É o patamar mais baixo desde o R$ 1,4259 visto em 24 de outubro de 2017, segundo dados da petroleira.
O preço da gasolina vem caindo desde meados de dezembro diante da depreciação da moeda norte-americana. O outro componente de peso seguido pela estatal em seu mecanismo de reajustes é o mercado internacional de petróleo, que também apresentou quedas recentemente.
Os reajustes quase diários da Petrobras começaram em meados de 2017. No acumulado de todo esse período, a gasolina da estatal apresenta alta de 3,60 por cento.
Já no caso do diesel, a cotação média na refinaria segue em R$ 1,8545 por litro desde o começo do ano.
No fim de 2018, a empresa anunciou um mecanismo financeiro de proteção complementar à política de preços do diesel, semelhante a um já utilizado na gasolina, que permite à companhia manter a cotação do produto estável nas refinarias por um período de até sete dias em momentos de elevada volatilidade.
Bombeiros chegaram a tempo de impedir destruição de carro incendiado em Fortaleza, em mais um ataque de madrugada 08/01/2019 Foto: PAULO WHITAKER / REUTERS
O Ministério da Justiça informou que foram transferidos do Ceará 20 presos . Na madrugada desta quarta-feira, o grupo de detentos foi levado para o presídio federal de Mossoró. Segundo a nota, o remanejamento dos presos começou a ser feito às 2 da manhã e terminou às 4h30. Um outro preso já havia sido transferido no fim de semana. Segundoo Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), os detentos remanejados são acusados de comandarem a onda de ataques que completa hoje uma semana.Desde a última quarta-feira, o Ceará foi alvo de164 ataques de fações criminosas em 39 cidades. Trezentos agentes da Força Nacional reforçam a segurança no estado desde sábado.
Segundo o ministério, a operação envolveu o Ministério Publico, Poder Judiciário do Ceará e Justiça Federal de Mossoró. “A partir de Mossoró os presos serão distribuídos entre as demais 4 unidades prisionais do Ministério da Justiça. Novas vagas poderão ser deferidas para o Estado”, diz a nota.
A Secretaria de Administração Penitenciária.informou que outros 40 presos serão retirados do Ceará para penitenciárias federais. Não há ainda previsão de quando a nova transferência vai acontecer.
Em entrevista a Globo News, o governador Camilo Santana voltou a afirmar que o estado vai endurecer as medidas contra a entrada de celulares nas unidades prisionais.
— Dobrei o número de agentes penitenciários, e agora no fim do ano tomei a decisão de que era uma área que precisava de uma intervenção mais forte do Estado. A verdade, é que temos leis muito frouxas hoje no Brasil. Infelizmente, a polícia prende o bandido, mas ele continua a comandar o crime de dentro do presídio. O que eu estou fazendo é cumprir a lei dentro dos presídios.
O governador também voltou a defender que o país necessita de um sistema integrado de combate ao crime organizado.
— Eu sempre defendi que a questão da violência no Brasil precisa ser uma questão nacional. Precisamos de um plano, uma estratégia, uma pactuação, centros integrados de inteligência que possam passar informações de um estado para outro. Porque a dinâmica do crime se transnacionalizou. E quem tem que coordenar isso é a União, não pode um Estado sozinho coordenar. Quem tem que ter esse papel é o Governo Federal”, disse o governador em entrevista ao Sistema Verdes Mares.
A preocupação com o avanço da violência levou outros dois estados a pedir ajuda ao governo federal nesse início de ano : Pará e Espírito Santo.
O governador do Espírito Santo, Renato Casagrande, tem encontro marcado hoje com Moro, em Brasília, para tratar do reforço da segurança e da estrutura do sistema prisional do estado, que, diante da superlotação, estaria sob ameaça.
Já o governador do Pará, Helder Barbalho, solicitou o envio ao estado de 500 homens da Força Nacional para impedir o avanço da criminalidade. Segundo o Ministério da Justiça, o pedido de Barbalho ainda está em análise na pasta.
Sou comediante não seu Mito é pq não cola mais tudo ser atribuído a Lula, votei nele uma só vez , agora pense no presente e avalie o que seu Mito está aprontando, como um despreparado, e o que irá aprontar.
O homem mais sexy do Brasil, mais lindo, mais tesudo, ninguém consegue esquece_lo, são homens, mulheres, todos gritam seu nome em todos os casos, quem é ele? É o Lula. Não têm o que defender do governo do Coisa, não tem como admitir as fracções que vieram de São Paulo, criadas no governo do PSDB e se estabeleceram no Nordeste, mas tudo é culpa do LULA. É melhor aceitar que isso é amor. Até onde durar esse governo de Bolsonaro, tudo de ruim no Brasil vai ser atribuído a Lula. Vai chegar no momento que o nome do Belsionaro não será mais nem pronunciado pelos seus eleitores mas aposto que o nome Lula continuará por muitos e muitos anos.
Esse "Ray" só pode ser um comediante. kkkkkkkkkkkkkkkk
O uruguaio De Arrascaeta vai vestir a camisa do Flamengo na temporada de 2019 depois de uma negociação histórica. Após longas reuniões em Montevidéu, nesta terça-feira (8), o clube rubro-negro se acertou com o cruzeiro, concretizando a transferência do meia para o Ninho do Urubu.
O valor negociado foi de 15 milhões de euros (R$ 63,7 milhões), o maior da história do futebol brasileiro.
Arrascaeta assinará com o Flamengo um contrato até 2022. Até então, a compra mais cara efetivada por uma equipe brasileira havia acontecido com o atacante Tévez. Para contratar o jogador em 2005, o Corinthians pagou cerca de R$ 60 milhões.
O Cruzeiro receberá 8,5 milhões de euros pelos 25% que tem sobre o jogador. A outra parcela, que pertence ao Supermercados BH, foi negociada por 4 milhões de euros.
Os outros 2,5 milhões ficarão com o Defensor, ex-clube do atleta, e com agentes do jogador, que possuem 25%. André Cury, empresário que representou o Cruzeiro na negociação, ficará com 10% do montante.
GABIGOL JÁ VESTE A CAMISA
Gabigol vestiu a camisa do Flamengo e apareceu pela primeira vez, nesta terça, como novo reforço do clube rubro-negro em vídeo vazado na internet. O clube carioca afirmou que não tem nenhuma relação com o vídeo e que aguarda que o atacante realize exames nesta quarta-feira (9) antes de anunciá-lo.
“Fala, pessoal, aqui é o Gabriel. Já estou com o manto. Faço parte da nação. Estamos juntos”, disse Gabigol.
Mais cedo nesta terça, ele obteve a liberação da Inter de Milão para atuar por empréstimo de um ano no time carioca.
Na negociação, ficou acordado que o Flamengo arcará com os salários do atacante, que por outro lado aceitou estender seu contrato com a Inter de Milão por mais um ano (até 2021).
Pesou para a decisão o fato de Gabigol demonstrar muito interesse em defender o Flamengo em 2019. Ele estava fora dos planos da Inter de Milão, mas os italianos, a princípio, preferiam que o jogador continuasse na Europa.
Acho que vc não acompanha futebol, ficou no passado a questão de não pagar em dia, a realidade do Flamengo hj é outra meu caro, o Flamengo é o time q tem uma das maiores arrecadações por ano, junto ao Palmeiras
Esse é Gerere mesmo. Kkkkkkkk. Esse tempo já era. Os outros times cariocas é que estão na penúria. Vai assistir programa de esporte ou ler algum jornal. Gerere.llll
Melhor time do Brasil! Vai ganhar o Brasileirão, a copa do Brasil, o carioca e a libertadores, e vai dar de chicote no Vasco com grama rsrs
Vão são sonhando que é booommm. Vai ser igual ao ataque dos sonhos, muita farofa e pouca carne. Se contentem mengalistas, vocês não passam do cheirinho. Tudo quer e nada tem. Ó mamãe…..
Anderson, essa sua frase me fez lembrar o tal "melhor ataque do mundo", com Sávio, Romário e Edmundo, que ao final da história, não ganharam nada. Vai devagar, garoto, tem muita água ainda pra rolar debaixo da ponte.
Os 25 clubes que tiveram contrato de patrocínio com a Caixa Econômica Federal em 2018 receberam um aviso no final do ano passado. O banco não renovaria os acordos em 2019.
Por isso os dirigentes não ficaram surpresos com a afirmação do ministro da Economia, Paulo Guedes, de que o dinheiro da instituição estatal pode ser melhor aplicado.
“Às vezes, é possível fazer coisas 100 vezes melhores com menos recursos do que gastar com publicidade em times de futebol”, disse Guedes nesta segunda-feira (7), durante a posse do novo presidente da Caixa, Pedro Guimarães.
Cartolas dos clubes das Séries A e B do país estão divididos. Todos gostariam de continuar com o banco, mas existem os alarmados com a provável perda de receita e os que não perdem o sono.
“A Caixa nos informou que não vai continuar. O que nos pagaram não foi um valor fora da realidade. Se tirar os impostos, são R$ 100 mil mensais. O ministro pode ficar tranquilo que a Caixa não vai quebrar por causa do CSA”, disse Rafael Tenório, presidente do clube alagoano.
A instituição estatal injetou no futebol R$ 191,7 milhões em 2018, segundo levantamento feito pelo Diário Oficial. Os dados incluem, além dos clubes, patrocínios para os torneios estaduais no Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Piauí, Rio Grande do Norte, Rondônia, Sergipe, Copa Nordeste e Copa Verde.
Dos times que ficaram sem verba da Caixa no ano passado, somente tinham patrocínio principal fixo Chapecoense, Palmeiras, São Paulo, Grêmio e Inter (os dois últimos de banco do governo do Rio Grande do Sul). Corinthians, Fluminense e Vasco tiveram anunciantes pontuais.
“A Caixa não entrou para fazer negócio, foi um assistencialismo do governo. Tanto que não há divulgação positiva para o banco, como um estudo que vendeu mais para torcedores do time X. Como não teve essa visão, o novo governo quer demonstrar austeridade”, diz Ivan Martinho, professor de marketing esportivo pela ESPM em São Paulo.
Nem todos os clubes concordam com essa visão de que a o banco estatal não teve retorno com os patrocínios.
“O Repucom [métrica que determina a aparição dos patrocínios de futebol na mídia] mostra que houve imagem positiva para a Caixa. Acho que o ministro Paulo Guedes está coberto de razão. Mas na hora que o presidente da Caixa disser que o patrocínio foi bom para o banco, essa ideia pode ser revista com valores diferenciados”, afirma Marcelo Almeida, presidente do Goiás.
Segundo o dirigente “é preciso haver uma democratização na distribuição do dinheiro”. O Goiás recebe R$ 4 milhões e Flamengo, R$ 32 milhões. “É dinheiro demais [para o time do Rio]”, se queixa.
Considerado o faturamento de R$ 595 milhões do Flamengo em 2017 (segundo estudo do Itaú BBA), os R$ 32 milhões da Caixa representam 5,4% da receita anual. Menos do que o Ceará, que tem nos R$ 6,7 milhões pagos pelo banco 24,8% da arrecadação anual.
Há quem veja incompetência em angariar investidores. Nas décadas de 1980 e 1990, multinacionais como a Coca Cola e, nos anos 2000 montadoras de carros disputavam as camisas. Hoje as equipes recorrem a empresas menores.
“Você não vê um grande banco, a grande montadora em um clube brasileiro, como estão nas camisas dos europeus. Eles preferem anunciar nos principais veículos de comunicação, na TV aberta e por assinatura, na internet”, afirma Martinho, da ESPM.
A Globo vendeu seis cotas no valor de R$ 310 milhões cada para o futebol em 2019. O pacote inclui a Copa América. A emissora renovou com Ambev, GM, Hypermarcas, Itaú e Vivo. A varejista Casas Bahia entrou no lugar da Unilever.
Sem as grandes marcas, os clubes dividem o espaço no uniforme e tentam lucrar no atacado. Prática antes restrita aos times do interior, o fatiamento dos uniformes, com publicidade nos ombros, costas, numeração, traseira e frente do calção e meia, é feito pelas equipes da Série A.
Empresas menores conseguem comprar um dos espaços nos uniformes. É o caso da marca de bebidas Poty, do interior paulista, que trocou o calção do São Paulo, em 2018, pelo do Corinthians, em 2019, por R$ 2 milhões. Ou a Kodillar, que por R$ 600 mil anuais, estará na meia do Santos.
“Se você tem milhões para investir, estar na TV é importante. Caso contrário, as empresas vão para o marketing de guerrilha. Uma inserção no horário nobre da Globo custa entre R$ 300 mil e R$ 350 mil, duas inserções dessa podem tomar todo um investimento que seria possível fazer em um clube por um ano”, afirma Fábio Wolff, diretor da Wolff, que intermediou o acordo entre o Corinthians e Poty.
“Algumas empresas passam a ver o futebol, como possibilidade. Não são líderes em seu segmento, mas almejam um dia ser”, completa.
Há clubes que já começaram a se preparar no final do ano passado para a vida pós-Caixa. O presidente do Cruzeiro, Wagner Pires, afirma que os contratos de patrocínio para o uniforme da equipe em 2019 estão quase completos.
A situação é mais complicada para Botafogo e Santos, grandes da Série A que não têm patrocínio master para substituir o banco estatal.
“Temos de respeitar a política da empresa. Se não continuar patrocínio para ninguém, tudo bem. Mas se acabar para alguns e continuar para outros, aí vou ficar indignado”, afirma Robinson de Castro, presidente do Ceará.
Procurada pela Folha, a assessoria da Caixa disse que os contratos vigentes ou encerrados estão em reavaliação.
Certíssimo. Quer patrocinar o esporte? reforme ginásios, campos de futebol, pistas de atletismos, piscinas e patrocine escolinhas que em poucos anos teremos uma geração de atletas com possibilidades de levar o nome do Brasil ao lugar mais alto do pódio.
Isso presidente, jogadores ganham absurdos, estádios são elefantes brancos. Times devem rios de impostos. Absurdo. O governo não tem nem dinheiro pra manter o essencial a população, vai investir num circo de vaidades e ostentação que é o futebol.
Bancos estatais e monopólios como a Petrobras "investirem" (só dá retorno à classe política e a ninguém mais) em publicidade, e ainda por cima em times de futebol, é de um escárnio que salta aos olhos.
A sequência de informações desencontradas, recuos e notícias desfavoráveis a integrantes do governo de Jair Bolsonaro assustou dirigentes de legendas que estão alinhadas à nova gestão. A avaliação é a de que os nomes que estão na linha de frente da administração vêm abusando do direito de errar e que ou o presidente dá, e logo, um freio de arrumação em sua casa ou pode encontrar na volta do recesso um Congresso hostil e disposto a apostar na desorganização para extrair vantagens.
Dirigentes partidários experientes dizem que há, sim, tempo para recolocar as coisas em ordem, mas ressaltam que Bolsonaro, pessoalmente, deve enquadrar seu pessoal e rearranjar a forma do governo de se comunicar.
As duas revelações bateram quadrado na base do governo. Integrantes do Planalto chegaram a defender reservadamente a revogação da nomeação do filho de Mourão. Já entre membros do PSL, houve questionamentos sobre as vantagens de se manter Onyx, já alvo de acusações de caixa 2, no governo.
O presidente Jair Bolsonaro determinou nesta terça-feira (8) que a Polícia Federal tome providências para ampliar a segurança pessoal do ministro Sergio Moro (Justiça).
A informação consta em despacho assinado por Bolsonaro e publicado em edição extra do Diário Oficial da União.
“Diante de informações sobre situações de risco decorrentes do exercício do cargo de titular do Ministério da Justiça e Segurança Pública, determino à Polícia Federal providências no sentido de garantir, diretamente ou por meio de articulação com os órgãos de segurança pública dos entes federativos, a segurança pessoal do Ministro de Estado da Justiça e Segurança Pública e de seus familiares”, diz o texto.
À época em que atuava como juiz da 13ª Vara da Justiça Federal em Curitiba, Moro já teve sua segurança reforçada pela PF após sofrer ameaças pelas redes sociais.
Durante a campanha eleitoral, Bolsonaro se comparou ao então juiz para justificar que não poderia ir aos debates presidenciais.
Por diversas vezes, ele disse que Moro havia se tornado prisioneiro por atuar como magistrado que mandou prender políticos e empresários no âmbito da Lava Jato.
“Eu não pertenço mais a mim mesmo. Hoje em dia eu e o Sergio Moro [juiz federal responsável pela Operação Lava Jato] não temos mais liberdade no Brasil. Nós não podemos ir a uma padaria comprar um pão, ir à praia com nossos filhos, perdemos completamente a liberdade. É um jogo de poder. A esquerda fará tudo para me tirar de combate”, afirmou o presidente em outubro, durante a campanha.
Já classificados para a segunda fase, Corinthians e Ituano fizeram um dos melhores jogos da Copinha até o momento. Com equilíbrio e belos gols, as equipes empataram em 2 a 2, no Novelli Jr., em Itu, em jogo que ficou marcado por uma grave lesão do ex-jogador do ABC, Fessin, do Corinthians.
Em uma disputa de bola com o goleiro João Victor, o meia Fessin, do Corinthians, acabou fraturando a tíbia, e foi direto do gramado para o hospital. O jogador vai ser operado nesta quarta-feira, pelo Dr. Ivan Grava e ainda não tem previsão de volta aos gramados. A lesão é a mesma que afastou dos campos o meia Danilo, em 2016, por mais de seis meses.
O Ministério Público do Rio anunciou por nota nesta terça-feira, 8, que poderá quebrar os sigilos de Fabrício Queiroz, ex-assessor do deputado estadual Flavio Bolsonaro, e de seus familiares. O anúncio foi feito depois que a mulher do ex-auxiliar do deputado, Márcia Oliveira Aguiar, e duas filhas dele, Nathalia e Evelyn de Melo Queiroz, também ex-integrantes do gabinete do parlamentar, faltaram a depoimento marcado para na sede do MP para esta tarde. Em 6 de dezembro, o Estado revelou que um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) apontou que Queiroz movimentou, de janeiro de 2016 a janeiro de 2017, R$ 1,2 milhão em uma conta, o que o órgão considerou incompatível com a renda do funcionário. O documento foi encaminhado ao MPRJ no início do mês passado.
“O MPRJ tem informações que permitem o prosseguimento das investigações, com a realização de outras diligências de natureza sigilosa, inclusive a quebra dos sigilos bancário e fiscal”, afirmou o MP no texto. A Procuradoria de Justiça do Rio, porém, não informou quais providências tomará para obter os depoimentos dos familiares de Queiroz. Da mesma conta de Queiroz que está sob investigação saíram R$ 24 mil depositados em uma conta da primeira-dama, Michele Bolsonaro. O presidente Jair Bolsonaro disse que se tratava do pagamento de uma dívida do ex-assessor com ele.
A defesa de Nathalia, Evelyn e Márcia afirmou que suas clientes não compareceram para prestar depoimento porque o Queiroz passou por uma cirurgia no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, para a retirada de um câncer. Por disso, “todas se mudaram temporariamente para a cidade de São Paulo, onde devem permanecer por tempo indeterminado e até o final do tratamento médico e quimioterápico necessários, uma vez que, como é cediço, seu estado de saúde demandará total apoio familiar”, segundo a justificativa da defesa ao MP.
O Ministério Público do Rio também afirmou na nota que o depoimento dos investigados “representa uma oportunidade para que possam apresentar suas versões dos fatos”. “O não comparecimento voluntário e deliberado reflete, neste momento, uma opção dos envolvidos, sendo certo que o direito constitucional à ampla defesa também poderá ser exercido em juízo, caso necessário”.
O órgão também informou que “seguirá apurando os fatos de forma reservada e sigilosa, manifestando-se apenas por meio de notas oficiais”.
O MP já “sugeriu” o comparecimento de Flávio Bolsonaro – filho mais velho do presidente Jair Bolsonaro, eleito senador em outubro de 2018 – ao órgão, nesta quinta-feira, 10. Por prerrogativa parlamentar, porém, ele pode indicar nova data para seu depoimento. Questionado, o órgão não informou se Flávio confirmou presença. A assessoria do senador eleito pelo Rio também não quis confirmar se ele irá ou não.
O relatório foi produzido pelo Coaf na Operação Furna da Onça, conduzida pelo Ministério Público Federal e pela Polícia Federal para investigar corrupção na Alerj. A ação resultou na decretação da prisão de dez deputados estaduais. A investigação das movimentações suspeitas, porém, foi transferida para o Ministério Público do Estado do Rio, porque pode envolver deputados estaduais. Mais de 70 assessores ou ex-assessores de 22 parlamentares são investigados pelo MP-RJ.
O trabalho do Coaf mostra que Queiroz recebeu, na conta bancária, depósitos regulares de outros assessores de Flavio, na maioria dos casos em datas próximas ao pagamento dos funcionários da Alerj. Uma das suspeitas sob investigação é a de cotização – processo usado em muitos Legislativos brasileiros, no qual os ocupantes de cargos de confiança repassam ao parlamentar a maior parte do seus salários.
Uma das filhas de Queiroz, Nathalia, é citada em dois trechos do relatório. O documento não detalha os valores individuais das transferências dela para o pai, mas junto ao nome de Nathalia está o valor total de R$ 84 mil. A filha do PM foi nomeada em dezembro de 2016 para trabalhar como secretária parlamentar no gabinete de Bolsonaro na Câmara. No dia 15 de outubro deste ano ela foi exonerada, mesma data em que seu pai deixou o gabinete de Flávio, na Alerj. Nathalia recebeu em setembro, pelo gabinete de Jair, um salário de R$ 10.088,42.
Queiroz foi chamado para depor duas vezes no Ministério Público do Rio, mas faltou alegando questões de saúde. Em entrevista ao SBT, Queiroz justificou que “fazia dinheiro” com a compra e revenda de carros.
COM A PALAVRA, A DEFESA
O advogado do ex-assessor de Flávio Bolsonaro, Paulo Klein, disse que irá juntar os documentos que comprovam as suas argumentações na investigação do MP, “campo adequado para apuração dos fatos”.
“Assim que o Fabrício for liberado pelos médicos, vou me reunir com ele e bater ponto a ponto as questões e ver a documentação relacionada. Por ora o foco total e na saúde dele e na recuperação”, disse o advogado ao Estado.
Disses bem, quem aguardava a cirurgia era a esposa e não ele, mas mesmo assim foi liberado. O PT é uma quadrilha, isso é fato e vc não muda. O Lula tá preso babaca.
A onda de violência que assola o Ceará chegou nesta terça-feira, 8, ao sétimo dia marcada por boatos de toque de recolher supostamente ordenado pelo Estado e difundido pelas redes sociais, e comprometimento de serviços essenciais, como coleta de lixo e transporte. O sindicato dos médicos orientou os profissionais a não trabalhar até que os ataques cessem. Com medo, comerciantes estão fechando as lojas.
A Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) teve de emitir um comunicado para acalmar a população negando que tivesse adotado toque de recolher. Também se espalham pelas redes sociais boatos de ataques a comércios que permanecem abertos. A pasta classificou os boatos de “prática criminosa” e afirmou que a estratégia é uma “reação encontrada por criminosos às ações das forças de segurança do Estado e do governo federal”.
Com medo, comerciantes estão fechando as portas mais cedo. Segundo a secretaria, foram detidos 11 adultos e três adolescentes pela distribuição de panfletos com ameaças a comerciantes na Grande Fortaleza.
Em Fortaleza, a coleta de lixo já está sendo prejudicada. Nos bairros Centro, Benfica, Damas e Montese há amontoados de lixo, expondo a falha no recolhimento. Uma moradora de Benfica que não quis se identificar por temer represálias contou que o caminhão de lixo até passou nos dias corretos, mas os lixeiros não desceram do veículo. A prefeitura afirmou que está se esforçando para manter os serviços essenciais.
Os Correios justificaram atrasos na entrega de correspondências e encomendas. “As entregas de correspondências e encomendas em algumas áreas de Fortaleza estão sendo afetadas. Até que se normalize a situação, os Correios estão adotando o procedimento de entrega interna – quando o objeto deve ser retirado em uma unidade”, informou. O destinatário receberá um aviso para retirada do objeto em horário e endereço específicos.
Transporte público
A circulação de ônibus continua prejudicada, apesar das medidas adotadas pelos governos, como a colocação de policiais dentro dos coletivos. Segundo o estudante Samuel Sousa, o ônibus está demorando mais. “O ônibus que eu pego demora dez minutos para passar, mas hoje (terça-feira) esperei 40 minutos. No terminal, peguei outro e em nenhum dos dois vi PM, a não ser que eles estivesse à paisana.” Segundo o governo, há policiais fardados e à paisana nos coletivos.
Moradora do Bom Jardim, na periferia de Fortaleza, a atendente de telemarketing Ana Paula Mendes relatou que os ônibus estão alterando os itinerários. “O ônibus que passava do lado da minha casa já não passa nem na minha rua. Sem contar que, quando começam a queimar os ônibus, eles recolhem tudo e as pessoas ficam esperando nos terminais e nas paradas, sem saber se ainda vai passar ou não.”
De acordo com o Sindionibus, quando a denúncias ou ameaças de possíveis atentados contra os veículos é feita uma avaliação pela SSPDP sobre os riscos, e essa análise pode desencadear atrasos.
Também nesta terça, a Companhia Cearense de Transportes Metropolitanos informou, por meio de nota, que suspenderia temporariamente a operação das linhas Sul, Oeste e do VLT Parangaba-Mucuripe, a partir das 20 horas, por motivos de segurança.
O Sindicato dos Médicos do Ceará divulgou comunicado aos profissionais recomendando que eles não compareçam ao trabalho enquanto a violência perdurar. Também ofereceu apoio jurídico e oficiou prefeituras e o Estado comunicando a decisão. Para tentar evitar as faltas, a Secretaria de Saúde de Fortaleza informou nesta terça que os servidores dos postos de saúde que faltarem terão o ponto cortado com desconto salarial.
Ataques
O número de ataques chegou nesta terça a 180, segundo levantamento do Estado. O governo informou que não tinha balanço oficial. Na madrugada, criminosos explodiram uma ponte no km 6 da BR-222, no bairro São Geraldo, em Caucaia, a 18 km de Fortaleza. Ônibus foram incendiados na capital e no interior.
De acordo com a Secretaria de Segurança, foram detidos 185 suspeitos – 156 adultos e 29 adolescentes – de envolvimento nos crimes. A Secretaria de Administração Penitenciária afirma que 20 líderes de facções foram transferidos para presídios federais.
Nesta terça-feira, desembarcaram mais 200 agentes da Força Nacional, para se juntarem aos 300 homens que já atuam no Ceará desde o fim de semana. Também haverá o reforço de 43 policiais e agentes de inteligência vindos de três Estados – Pernambuco, Piauí e Santa Catarina. Na semana passada, a Bahia já havia enviado 100 PMs.
O parecer do Ministério Público Eleitoral, divulgado pela imprensa no final desta terça-feira, 08, não traz nenhuma surpresa ou novidade sobre a situação da minha diplomação. Também é necessário salientar que o *MPE não manda diplomar o suplente do partido*, conforme divulgado pela imprensa. Seguindo a legislação eleitoral o órgão, apenas, deixa claro o entendimento de que a vaga na Assembleia Legislativa, conquistada por nosso esforço e eleição limpa pertence ao PSOL, não cabendo a nenhum outro partido a tentativa oportunista de nulidade dos meus votos.
Aliás, é necessário lembrar que a população potiguar decidiu pelo voto retirar oligarquias do poder, clamando por renovação política. Assim, não cabe mais aos derrotados no voto tentar chegar ao poder usando velhos atalhos. Está na hora de aprenderem com a derrota e respeitarem a decisão do povo.
Reafirmo a minha tranquilidade com a resolução dessa situação na data prevista para isso, a partir de 21/01, quando o Tribunal Regional Eleitoral, em pleno, discutirá sobre a injustificada liminar que adiou meu direito constitucional de ser diplomado.
Tenho total confiança que irei exercer o mandato que o povo potiguar me autorizou a cumprir.
*Sandro Pimentel*
_Deputado Estadual eleito pelo PSOL com 19.158 votos_
Pimentel não era aquele "cabra da peste" que deu uma de cangaceiro pra cima duma procuradora eleitoral? E o ômi já está recuando? Vai se conformar em ver Robério Paulino desfilar o mandato que era seu?
O Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) determinou aos seus servidores a paralisação, sem prazo, de todos os processos de aquisição, desapropriação ou outra forma de obtenção de terras para o programa nacional de reforma agrária no país. A medida atinge também os cerca de 1,7 mil processos para identificação e delimitação de territórios quilombolas.
Para o MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra), a medida vai agravar a tensão no campo, gera prejuízos aos cofres públicos, pois em vários processos de identificação das terras o governo já gastou recursos com trabalho de campo, e “até pode ser considerado um ato inconstitucional”.
“Nos últimos quatro anos, desde o governo Dilma, a reforma agrária já vinha em um sistema de paralisia, e agora é um agravamento. Temos 120 mil famílias acampadas e elas não vão desistir da luta pela terra, sempre pela paz no campo, repudiamos a violência”, disse Alexandre Conceição, da coordenação nacional do MST, em Brasília.
Ele estimou em 365 o número de processos no Incra que deverão ser atingidos pela paralisação. “É um acirramento do conflito agrário no país”, disse Conceição.
Por medida provisória e decreto assinados pelo presidente Jair Bolsonaro, o Incra saiu da Casa Civil da Presidência, onde estava desde 2016, para o Ministério da Agricultura, comandado pela líder da bancada ruralista no Congresso Tereza Cristina (DEM-MS), onde funcionará uma Secretaria de Política Agrária comandada pelo pecuarista e líder ruralista Nabhan Garcia, um adversário do MST desde os anos 80.
A reportagem teve acesso a três memorandos-circulares distribuídos aos servidores do Incra no último dia 3, revelados pela organização não governamental Repórter Brasil nesta terça-feira (8).
Em um dos documentos, encaminhado aos superintendentes regionais, chefes de divisão fundiária e coordenadores da Diretoria Fundiária do órgão, o diretor de ordenamento da estrutura fundiária, Cletho Muniz de Brito, menciona motivos para a suspensão: a nova vinculação do Incra ao Ministério da Agricultura, definida em decreto assinado pelo presidente Jair Bolsonaro no primeiro dia do ano, e “as diretrizes adotadas pelo novo governo, em especial no que se refere ao processo de regularização fundiária na Amazônia Legal”, tarefa repassada ao Incra.
“Essas e outras alterações afetam algumas atividades e demais ações pertinentes à Autarquia na esfera fundiária e bem como [é necessário] garantir o sucesso dos procedimentos relacionados aos ajustes necessários”, escreveu o diretor. Ele determinou “o sobrestamento da tramitação de todos os processos em curso, exceto os processos oriundos de decisão judicial”.
Em outro memorando, o então diretor de obtenção de Terras e Implantação de Projetos de Assentamento do Incra, Clóvis Figueiredo Cardoso, nomeado presidente Michel Temer em 2017 -ele deixou o cargo após a assinatura dos papéis-, também mencionou a vinculação do Incra à Agricultura, as “novas diretrizes do novo governo” e “o processo de transição pelo qual passará o Incra em todas as suas instâncias”.
O diretor ordenou o “sobrestamento [paralisação] no local onde se encontram, a partir desta data, de todos os processos de aquisição, desapropriação, adjudicação ou outra forma de obtenção em curso” até posterior decisão da diretoria do órgão.
Desde a criação, em 1970, o Incra contabiliza 1,34 milhão de famílias assentadas no programa de reforma agrária em 9,4 mil assentamentos criados e reconhecidos em 88 milhões de hectares. O número total de famílias hoje vivendo em assentamentos e área reformadas, segundo o Incra, é de 972 mil.
A paralisação ou mesmo o fim do programa de reforma agrária era um temor frequente de entidades que atuam com famílias de trabalhadores rurais sem terra, em especial depois de ameaças feitas pelo então candidato Jair Bolsonaro. Ele ameaçou criminalizar ações do MST, a quem chamou de terroristas.
Em 2017, um de seus filhos, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-RJ), disse em vídeo divulgado em redes sociais que a distribuição de terras a integrantes do MST “em nada contribui para o crescimento do país” e acusou o MST de ser “um movimento de cunho político”.
Procurado pela reportagem, o Incra não havia se manifestado até o fim da tarde desta terça.
Folhapress
Reforma agrária só não saiu ainda porque a Igreja Católica nunca se empenhou. Ninguém neste Brasil caboclo acumula tanta terra (improdutivas e doadas por seus fiéis) quanto ela, que não paga impostos e tampouco tem despesas com cartórios, porém alega "inalienabilidade" de seu patrimônio rural e apresenta-se como uma das principais fomentadores de movimentos fora-da-lei como o MST
Igreja não precisa de terras, essas propriedades deveriam ser confiscadas pelo Brasil. Padre não planta e nem cria.
Reforma agrária é urgente, como também acabar com o curral eleitoral do pt, disfarçados de MST, não aceitar em hipótese alguma, as arruaças, badernas e terrorismo que esses idiotas faziam.
Perdeu a boquinha Fagner? Você já foi beneficiado pelo MST?
Que tal tirar a doutrinação da cabeça e ver a verdade sobre as atuações do MST?
Aponte onde existe 01 pé de feião plantado em um assentamento do MST?
Mostre 01 metro de terra produtiva em qualquer assentamento do MST nesse país?
Quando mostrar voltaremos a conversar
O decisão mais que acertada, esse MST é uma quadrilha e vai ser desmontada.
Parciais e estapafúrdias as suas matérias, nem homem é para aceitar um comentário meu, Bostominon
João, sem colocar lenha na fogueira, a matéria é do Estadão. Veja lá embaixo.
A zumbilândia pira com a notícia que o líder da OrCrim, aquele que eles veneram até hoje, apenas os fez de "idiotas úteis".
Pergunta a esse zumbi o que ele ganhou do PT e descobriremos a razão da defesa.
Não existe petista grátis. Quem defende, ou mamou, ou mama ou quer mamar.
Simples, fácil e repetitivo, a partir de agora o PT vai classificar Rogério Aurélio Pimentel como uma pessoa sem credibilidade, sem qualificação e que está dizendo isso por ser "forçado" a falar.
Mas se ele estivesse dizendo que o ex presidente nunca esteve no sítio, não conhecia o sítio, que o sítio era de amigos, seria elevado ao nível de quase "santo" e da maior credibilidade, homem de valor. Entenderam ou vai ter que desenhar??